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domingo, 18 de setembro de 2016

FORD REVELA O PROCESSO DE CRIAÇÃO DE SEUS CARROS GLOBAIS EM EVENTO DE DESIGN


A Ford promoveu um evento de design para mostrar todas as etapas envolvidas na criação e desenvolvimento de seus novos carros globais, desde o esboço até o produto final, incluindo técnicas avançadas de pesquisa usadas durante a concepção e execução dos projetos.

Chamada "Ford Design Feeling", a iniciativa também trouxe experiências interativas inéditas, mostrando pela primeira vez no Brasil recursos como as vestimentas de simulação de gravidez, terceira idade, uso de drogas e embriaguez, usadas pelos seus especialistas para pesquisar todos os aspectos e condições de uso dos veículos.


Com uma extensa linha de produtos, que inclui desde modelos de entrada até carros de luxo e alta performance, como Ka, New Fiesta, Focus, Fusion, EcoSport, Edge, Ranger e Mustang até o superesportivo GT, a Ford tem em sua história vários veículos que se tornaram ícones do design automotivo. 

Assim como os próprios carros, o processo de criação e desenvolvimento nessa área também passa por uma constante evolução, em busca das metas de qualidade, eficiência, segurança e sustentabilidade.


"No universo da criação, temos de levar em conta vários fatores que vão muito além da beleza das formas. Por isso, são feitas constantes pesquisas com diversos perfis de pessoas e diferentes formas de condução. O design de interior, por exemplo, deve considerar pessoas de diferentes tamanhos e condições físicas de modo a garantir a segurança, conforto e bem estar para todos e sempre tendo como foco o uso do produto no dia-a-dia do consumidor", diz Matheus Demetrescu, gerente de Experiência do Usuário da Ford.


Etapas da criação

Até que a primeira unidade de um novo modelo deixe a linha de montagem, são necessários vários anos de pesquisa junto a consumidores de diferentes perfis. 

Retratada no espaço por meio de cartazes, em tamanho real, de personagens fictícios, esta primeira fase do desenvolvimento tem como objetivo suprir a premissa de todo novo produto: criar carros para atender os desejos e necessidades de pessoas.


Nesse cenário, um time voltado para antecipar esses requisitos e identificar padrões de uso, chamado Marketing Estratégico, entra em cena e, logo na sequência, passa a bola para as equipes de design e de experiência do usuário, que darão vida ao novo veículo.

“O Centro de Design da Ford América do Sul, instalado em Camaçari, na Bahia, comanda diversos projetos globais, como o EcoSport e o Ka. Ele conta com profissionais que utilizam o estado da arte da tecnologia, incluindo avançadas ferramentas de design, aliado à criatividade, para o desenvolvimento de veículos”, diz Fabio Sandrin, gerente de Design.


No segundo ambiente do Ford Design Feeling, batizado de Inspirações, designers apresentaram as tendências de onde extraem ideias para as novas criações. 

“São peças de arte, arquitetura, tecnologia, comportamento vestuário e acessórios. É um mundo de informações que absorvemos e a partir das quais damos vazão à criatividade”, afirma Adília Afonso, supervisora de Design da Ford América do Sul.


A terceira estação, chamada Criação, revelou o processo de geração das ideias. Por meio de croquis, rabiscos e uma impressora 3D, que imprime pequenas peças desenhadas em computador, foi possível ver os primeiros esboços do que será o novo produto, incluindo a modelagem de um protótipo em argila, feita por um designer.

Para os participantes o espaço ofereceu também uma experiência interativa, de criação do acabamento do banco de um automóvel.

“É uma forma de mostrar a infinidade de opções que existem, tanto de materiais como de estilos e padrões, na escolha de tecidos, cores e recortes para a concepção desse item. É um grande exercício de criatividade”, explica Adília.

Na última etapa, Experiência do Usuário, a Ford apresentou, pela primeira vez no Brasil, os trajes desenvolvidos em seus centros de pesquisas na Europa e nos Estados Unidos que simulam os efeitos da gravidez, da terceira idade, da embriaguez e de drogas para expor as dificuldades e limitações de mobilidade destes motoristas.

Essas roupas foram criadas para permitir aos designers e engenheiros da Ford realizar testes e entender as necessidades das futuras mamães e pessoas idosas, gerando conhecimento para aumentar o conforto e a segurança dos veículos desde a concepção do seu projeto. 

De forma similar, os trajes que simulam os efeitos do álcool e drogas no motorista trazem elementos para conscientizar quem está ao volante dos riscos que estes efeitos podem causar.

Como exemplo prático de aplicação desses conceitos e tecnologias, o evento expôs os novos modelos do Focus, Edge e Ranger. 

Um boneco tecnológico utilizado pela SAE Brasil, chamado “Oscar”, ilustra os testes de ergonomia e acomodação realizados durante o desenvolvimento dos carros.

GRUPO PSA ASSINA COM A DIVERGENT 3D UMA CARTA DE INTENÇÕES VISANDO UMA PARCERIA ESTRATÉGICA E ABRINDO O CAMINHO PARA UMA PRODUÇÃO AUTOMOTIVA MAIS EFICIENTE






• A Divergent 3D criou a Divergent Manufacturing Platform™, uma plataforma de software e hardware para a impressão metálica 3D que constitui uma solução revolucionária para a concepção e fabricação de estruturas complexas, tais como carros.

• A Divergent 3D pretende revolucionar e reduzir o impacto ambiental da produção automobilística graças ao desenvolvimento de sua tecnologia estratégica, em vias de homologação, e à concessão de licenças.

• O Grupo PSA associa-se à Divergent 3D para promover a integração dessa tecnologia ao seu processo de produção, tornando-se, assim, um líder mundial em matéria de produção automotiva eficiente.

PARIS - O Grupo PSA assinou uma carta de intenções tendo como objetivo uma parceria estratégica sobre diversos projetos de desenvolvimento conjuntos com a Divergent 3D. 

Baseada em Los Angeles, a Divergent 3D tem como ambição revolucionar a área da produção com sua plataforma de software e hardware para a impressão metálica 3D.

A Divergent 3D propõe soluções inovadoras para a concepção e a fabricação de estruturas complexas, tais como carros.

O Grupo PSA vai apoiar-se na tecnologia revolucionária da Divergent 3D, com a qual pretende realizar uma parceria de longo prazo. 

Essa associação contribuirá para aumentar a eficiência industrial do Grupo PSA na produção por impressão 3D.

A indústria automotiva já utiliza há vários anos técnicas de fabricação complementares em programas-piloto de pequena escala focados no desenvolvimento de elementos impressos em 3D. 

Mas agora o Grupo PSA e a Divergent 3D pretendem transformar a concepção e a fabricação de toda a estrutura do veículo, visando a fabricação de veículos estruturalmente mais leves, seguros, rentáveis e demonstrando maior respeito ao meio ambiente.

Carlos Tavares, Presidente Mundial do Grupo PSA, declarou: "Ficamos impressionados com as novas oportunidades prometidas pela tecnologia da Divergent 3D. Também estamos convencidos que, graças a esses avanços espetaculares em matéria de impressão 3D, nosso Grupo estará entre os líderes do processo de fabricação automotiva. Dispomos do potencial necessário para otimizar nossa estrutura industrial, reduzir o peso total do veículo e a complexidade de fabricação, ganhando ao mesmo tempo uma flexibilidade quase infinita em temos de concepção. Trata-se de uma transformação radical para nossa atividade. "

Kevin Czinger, fundador e CEO da Divergent 3D, acrescentou: "O Grupo PSA é há muito tempo um parceiro estratégico da Divergent 3D. Graças a isso, poderemos acelerar a introdução de nossa tecnologia no mercado automotivo mundial.”

FCA INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES EM BETIM PARA PRODUZIR FAMÍLIA GLOBAL DE MOTORES


A mais moderna unidade de produção de motores da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) no mundo está localizada no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG). 


As novas instalações receberam investimentos da ordem de R$ 1 bilhão para produzir a nova família global de motores FIREFLY 1.0 e 1.3 litro, de 3 e 4 cilindros. 


Os novos propulsores fazem sua estreia mundial no Uno 2017, modelo comercializado no mercado brasileiro e exportado para a América Latina.

“Os novos motores são produzidos no mais avançado processo de manufatura e estão credenciados para competir nos mais exigentes mercados globais. A experiência que acumulamos será levada como benchmark para as outras plantas de motores do grupo”, afirma Mauro Pino, diretor Industrial da FCA para a América Latina. 


Com 22 mil metros quadrados de área construída e capacidade para fabricar 400 mil propulsores por ano, a unidade foi completamente remodelada e ampliada para receber 186 robôs de alto desempenho e precisão. 

Esse processo contou com o envolvimento de cerca de 200 empresas, 80% delas brasileiras.


Em um único local, estão reunidas todas as etapas produtivas do motor, desde a usinagem do bloco, eixo virabrequim e cabeçote até as linhas de montagem. 

Com alta tecnologia embarcada, todo o processo é conectado a uma central de gerenciamento, no melhor exemplo de interação entre homem e máquina. 


Na nova unidade, foram aplicadas as melhores práticas industriais do mundo FCA, para entregar ao mercado motorizações que são 100% testadas, após cada etapa de manufatura.

De acordo com Pino, a precisão do processo de fabricação permite a completa rastreabilidade de cada componente montado. 
“Temos o DNA de cada motor”, completa. 


Entre os aspectos inovadores, um dos destaques é o uso da tecnologia “data bolt” durante a usinagem do bloco do motor e do cabeçote. 

É uma espécie de parafuso, que armazena o histórico completo dos componentes, como data e horário que passou por determinada máquina, qual ferramenta foi utilizada, testes de qualidade, entre várias outras informações. 


“Elevamos a rastreabilidade ao nível mais avançado da tecnologia disponível atualmente”, diz o responsável de Engenharia de Manufatura Motores e Transmissões da FCA para a América Latina, Rogério Souza.

Mais uma novidade, completa Souza, é o transporte aéreo das peças para o abastecimento preciso das máquinas. 



A movimentação é feita pelos “Robots Gantries”, robôs que transitam sobre trilhos a mais de 2 metros de altura para a transferência automática dos componentes. 

Como resultado dessa tecnologia, o contato com as peças é limitado, dentro da diretriz “no-touch zone”, garantindo a confiabilidade de todo o processo.


A checagem final também é automática. Os motores já finalizados passam por um robô apelidado de “paparazzo”, com câmeras de alta resolução para verificação da qualidade.

“O uso de sistemas automatizados traz vários benefícios, como segurança e ergonomia dos operadores, além de garantir maior precisão e alto nível de repetibilidade dos processos”, explica Cláudio Rocha, coordenador de Manufatura Motores e Transmissões da FCA para a América Latina.



A estrutura de manufatura do motor FIREFLY foi construída de forma flexível, com condições de rápidas respostas à evolução do motor. 

A implantação da nova unidade ocorreu de forma simultânea ao desenvolvimento do novo motor global. 


“Trabalhamos de forma integrada e multidisciplinar com o time de Desenvolvimento de Produto, de forma a criarmos as condições mais avançadas de manufatura, focada em qualidade, confiabilidade e rastreabilidade”, destaca Rogério Souza.

Para incorporar novos processos e tecnologias, os funcionários passaram por um amplo percurso formativo, com treinamentos especializados e até imersões internacionais. 



Em relação à sustentabilidade, a nova unidade é dotada de tecnologias de baixo impacto ambiental, como a técnica de Minimum Quantity of Liquid (MQL), que reduz a necessidade de emprego de insumos químicos e biológicos no processo de usinagem.

O uso de energia renovável também foi uma importante diretriz do projeto. O galpão industrial recebe iluminação natural através de “sky-lights”, que são lentes prismáticas que captam e distribuem a luz do sol, sem propagação de calor, reduzindo o consumo de energia elétrica. 



Há também o monitoramento online do uso de recursos naturais, com o controle do consumo de água e geração de resíduos. No processo, 100% do efluente gerado é tratado e retorna ao processo produtivo.

Na planta de motores, que emprega um total de 2 mil pessoas, também são fabricadas as famílias Fire e Fire EVO, de 1.0 e 1.4 litro. Vários avanços adquiridos durante o projeto do motor global FIREFLY foram absorvidos pelas outras linhas de produção, tornando a manufatura mais sustentável e eficiente.


MODERNIZAÇÃO CONSTANTE
A unidade produtiva dos motores FIREFLY é focada na modernização da manufatura e desenvolvimento de novos produtos. 


“As melhorias acontecem sem interrupção das linhas de produção. Isto só está sendo possível porque também desenvolvemos um robusto programa de desenvolvimento de pessoas, preparando a Fiat para um momento novo da indústria”, destaca Pino.


Inaugurado em 9 de julho de 1976, o Polo Automotivo Fiat ocupa uma área de 2,25 milhões de metros quadrados. 

No mesmo local, estão reunidos a fábrica de veículos, a planta de motores e transmissões e o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento Geovanni Agnelli. 


Em 40 anos, o Polo Fiat transformou-se na maior fábrica de veículos da América Latina e uma das maiores do mundo, além de ser a unidade de produção com maior capacidade instalada de todo o grupo FCA.

Com capacidade para produzir 800 mil veículos por ano, das linhas de montagem já saíram cerca de 15 milhões de veículos. Mais de três milhões foram exportados. 



Um dos principais diferenciais da fábrica é a flexibilidade da produção, com a montagem de diferentes modelos em única linha. 

O inverso também acontece: um modelo pode ser montado em diferentes linhas, simultaneamente.


Como parte do processo de modernização da fábrica de veículos, a unidade de Prensas passou a operar com duas linhas de alta cadência, capazes de dar até 16 golpes por minuto, o dobro da velocidade das prensas convencionais. 

Novos robôs estão sendo inseridos na linha de produção, trazendo tecnologia de ponta e mais precisão. Somente na Funilaria, 195 robôs foram instalados para a produção do Fiat Mobi. 


A fábrica contará ainda com um novo galpão dedicado ao pré-tratamento da carroceria para a pintura, com equipamentos mais modernos e eficientes, elevando o patamar de qualidade do processo.

“A cada novo lançamento, as linhas de produção passam por evoluções. Temos uma sólida plataforma produtiva e de excelência que nos conecta ao que há de melhor na manufatura mundial”, explica Jasson Azevedo, gerente da Montagem Final.


Com foco no aumento da produtividade e melhoria dos postos de trabalho e da logística, a unidade de Montagem Final também está se modernizando.

“Por dia, são realizadas mais de 28 mil movimentações para entrega e sequenciamento de peças nas linhas de montagem. Tudo é controlado nos detalhes, com vários sistemas à prova de erros”, afirma Azevedo. 


Outra novidade é o transportador aéreo de quatro quilômetros, que conduz o motopropulsor e as suspensões até a Montagem Final.

Na produção dos carros Fiat, cada etapa produtiva é verificada e validada. Com a criação do Component Center, as áreas de Qualidade, Manufatura e Desenvolvimento de Produto, entre outras, passaram a trabalhar mais integradas, com tecnologia de ponta e precisão, aperfeiçoando o sistema de qualidade preventivo e proativo.



FIAT GRAND SIENA 2017 CHEGA AINDA MAIS ELEGANTE E COMPLETO NAS VERSÕES.ATTRACTIVE QUE CUSTA R$ 50.750,00 E NA ESSENCE, VENDIDA POR R$ 55.950,00


O Grand Siena já é reconhecido pelos seus proprietários como um sedã atraente, confortável e com ótimo espaço interno. 

Muito completo desde sua versão de entrada, agora, chega ao mercado com sua linha 2017 ganhando novos itens que reforçam ainda mais os seus principais atributos.

O Fiat Grand Siena 2017 ficou mais elegante com sua nova grade dianteira, que passa ainda sofisticação com seu contorno cromado. Internamente, está mais requintado e aconchegante. 

Ele traz um novo acabamento em tom escurecido no painel frontal e no painel das portas, também ganhou nova grafia no quadro de instrumentos, além de novos tecidos e nova posição da tomada USB no console central nas versões com câmbio manual.

O modelo também recebeu novos conteúdos de série, tornando as versões ainda mais completas. 

A Attractive 1.4 Flex acrescenta em sua lista banco do motorista com regulagem de altura e predisposição para rádio, com dois alto-falantes dianteiros, dois alto-falantes traseiros e antena. 

Já a versão Essence 1.6 Flex ganha de série volante com comandos do rádio e kit parafusos antifurto.

Essas novidades somam-se aos conteúdos que já fazem do Grand Siena referência em seu segmento. 

Podemos destacar, o porta-malas iluminado com capacidade para 520 litros e com o sistema de abertura elétrico “logo Push”; as lanternas com efeito guia de luzes; a funçãoTilt-Dow, que inclina o retrovisor ao engatar a ré; o Lane Change, função que auxilia a visualização do veículo na troca de faixas; o sensor de estacionamento, o rádio Connect com Bluetooth, USB, e Audiostreaming, entre outros itens.

Com mais e novos conteúdos, a nova gama 2017 do Grand Siena chega com um excelente custo-benefício. 

Veja abaixo os preços das versões que acabam de chegar ao mercado:
Grand Siena Attractive 1.4 Flex:

R$ 50.750,00.

Grand Siena Essence 1.6 Flex: 

R$ 55.950,00.

SEMINÁRIO SOBRE TENDÊNCIAS DA INDÚSTRIA AUTOMOTIVA REALIZADO EM SÃO PAULO ABORDOU A CRISE DAS VENDAS NO SETOR QUE ENFRAQUECE A CADEIA DE FORNECEDORES. ENFIM, O BRASIL SE DESINDUSTRIALIZOU, MAS O CLIENTE SE TORNOU DIGITAL: 96% DAS PESSOAS QUE COMPRAM CARRO HOJE PESQUISAM ANTES NA INTERNET


Alta Roda 

Nº 906 — 15/9/16

Fernando Calmon 


CLIENTE FICOU DIGITAL

O Brasil se desindustrializou antes de enriquecer e passar a ser uma sociedade em que os setores de serviço e consumo respondem pela maior parte do PIB, como acontece nos países chamados centrais. 

Essa dura realidade foi apontada por alguns palestrantes do seminário sobre tendências da indústria automobilística, organizado pela revista Quatro Rodas, em São Paulo.

Uma crise de vendas como a que assola o setor atualmente torna o cenário ainda mais difícil por enfraquecer a cadeia de fornecedores. 

Basta ver o caso da Volkswagen, atingida por disputa litigiosa com um grupo de fornecedores sediado na Alemanha, cujas filiais aqui instaladas passaram a atrasar e depois suspender a entrega de bancos. 

A empresa deixou de produzir mais de 150.000 veículos desde o início de 2015 e os seus estoques estão tão baixos que fizeram diminuir sua participação de mercado. 

Só no fim deste mês a produção retomará e as fábricas trabalharão no máximo da capacidade até novembro, de acordo com David Powels, presidente da VW.

Parte dos problemas se deve à baixa produtividade do trabalho no País, explicada pelo baixo nível educacional, burocracia e leis superadas, entre outros motivos. 

Mas é improvável alguma marca arredar o pé do Brasil, que até recentemente era o quarto mercado mundial de veículos e deve voltar a essa posição em algum momento depois de 2020.

Até fabricantes de modelos mais caros com produção local (Audi, BMW, Land Rover e Mercedes-Benz, presentes ao seminário) acreditam no potencial de 5% das vendas totais para este segmento, hoje 2,5%. Deram exemplos do Chile, onde a participação é de 6% e da China, 10%.

Stefan Ketter, presidente da FCA, criticou o grau de fechamento da economia brasileira. Para ele, as fronteiras devem ser abertas para o mundo a fim de que o País possa exportar mais. 

Porém, isso não parece fácil, porque cada fabricante de veículos tem uma estratégia, sem contar os outros setores industriais e a taxa de câmbio. 

Dez anos atrás o Brasil chegou a exportar cerca de 30% de sua produção de veículos e em 2016 mal vai passar de 20%, apesar de câmbio favorável e de excedente deixado pelo mercado interno.

Ketter também chamou atenção para o engajamento do comprador na era digital. Da população de 202 milhões de pessoas, 110 milhões se conectam à internet e somos o terceiro país que mais usa redes sociais no mundo. 

Citou que 96% dos clientes pesquisam na internet antes de comprar um carro. Segundo o Google, até 10 fontes diferentes são usadas na fase de pesquisa, a maioria online, mas quatro são “off-line”: concessionárias, conversas com família e amigos, anúncios (televisão, jornal e revista) e testes com carros oferecidos pelas lojas.

Se a falta de confiança na economia está entre os maiores fatores que inibem a compra de um automóvel novo, há os fenômenos de infidelidade à marca e dúvida a que todos os fabricantes estão submetidos, em maior ou menor grau. 

De acordo com o executivo, 81% dos clientes ainda não haviam decidido o que comprar no momento de iniciar a pesquisa.

Sim, o cliente ficou digital, mas prever qual será sua escolha é um desafio.

RODA VIVA

FONTES
da Coluna sinalizam um atraso no lançamento do Renault Kwid, provavelmente pelas modificações no projeto original. 

Ficou para até meados de 2017, mas estará no Salão de São Paulo, em novembro próximo, juntamente com o SUV Captur. 

Este, em patamar de preço superior ao Duster, está no cronograma e com vendas previstas para início de março de 2017.

FIAT deve ceder à pressão da sua rede de concessionárias para lançar uma versão do Jeep Renegade mais barata com o logotipo da marca italiana e novo nome. 

Esta não era a intenção, mas com a virada dos consumidores na direção dos SUVs e crossovers compactos, além da baixa profunda nas vendas gerais do mercado brasileiro, o caminho está aberto.

C
ONVIVÊNCIA de duas versões do Onix, LT/LTZ/Activ (reestilizadas) e Joy (anterior, com atualização do motor e câmbio manual 6-marchas), está dando certo para manter a liderança. 

Diminuição de consumo de combustível, facilmente notada no uso diário, vem acompanhada da suavidade do motor 1-litro de 4 cilindros. Regulagem dos retrovisores externos na coluna dianteira continua a dever em ergonomia.

PROJETO-PILOTO
da Mercedes-Benz e da Bosch, em Stuttgart, Alemanha, transforma qualquer carro em “caçador de vagas”. Ideia já em testes é monitorar espaços para estacionar e, caso o motorista não precise daquela vaga, disponibilizar a informação via aplicativo para outros motoristas. Essa experiência colaborativa assemelha-se à do Waze, que se consolidou.

ADOÇÃO das novas placas de veículos do Mercosul no Brasil foi adiada, como se esperava. Tratava-se, claramente, de jogada política do governo federal anterior. 


Argentina e Uruguai com frotas menores e mesmo idioma até já se integraram. Colocar mais 55 milhões de veículos brasileiros (incluindo motocicletas) nessa malha tem alto custo e baixa prioridade.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sábado, 17 de setembro de 2016

BRASIL VAI PODER VENDER O ALFA ROMEO GIULIA APÓS PASSAR POR AJUSTES QUE ESTÃO EM ANDAMENTO. MÁ NOTÍCIA: A FORD, DIZ A IMPRENSA, ENCERROU PROJETO DE NOVA FAMÍLIA DE CARROS DE ENTRADA





Coluna nº 3816 - 17 de Setembro de 2016
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Alfa Giulia, mais perto do Brasil

Mostrado em junho de 2015 – festa emocionante -, relançar da marca; do museu em Arese; o brioso sedã Alfa Romeo Giulia não está à venda no Brasil. Mas virá. 


Não há fabricante de automóvel premium, a desprezar cliente produzindo concorrentes Mercedes, BMW e Audi. 

Operação séria, faz adequações ao Brasil, evitando problemas com buracos das ruas e estradas, e acidez do gásalcool.

A FCA, copada árvore onde se abriga a Alfa, corre, submetendo unidade a time de especialistas em ajustes, sensível no acerto das partes entre as condições nacionais e os veículos – sua proposta ao Fiat Freemont foi aplicada no Dodge Journey feito nos EUA para mercado interno e de exportação. 


Conhece do produto, de porcas, parafusos, coxinização, amortecedores, batentes, buchas, barras estabilizadoras, reforços, fixações. 

Acima do processo, engenheiro de brilho mundial, um dos criadores das novas plataformas internacionais da marca, incluindo o Giulia; pai dos ajustes para vestir o Renegade como Jeep; e dar o impecável acerto de direção, suspensão e dirigibilidade do Toro, criando novo conceito. É o Cláudio Demaria.

Membro do grupo relata o método para agilizar a fórmula: parte ligada ao combustível foi resolvida no projeto. 


Localmente, com testes físicos, quer sugestões de factilidade, com o muito aprendido para ajustar e amarrar o pacote Brasil – e a países em desenvolvimento -, especificando tais partes para inclusão na linha de montagem italiana, trazendo os Giulia já conformados e prontos para venda ao início de 2018.

Aos navegantes: ínvias as elucubrações internéticas sobre versão barata de com motor 2,7 litros Freemont, ou o 2.0 Tigerhawk – do Jeep Compass a ser lançado nos próximos dias, descrito na Coluna 3516. Seria tiro nos pneus. 


Renascer do Alfa resgata via histórica: performance diferenciada, agora com motores V6 2.9 bi turbo, 510 cv, ou L4 2.0 turbo, 300 cv.


Alfa Giulia passa por ajustes para o Brasil


Volkswagen vai direto à fonte
Automóveis – e toda a malha da mobilidade, de bicicletas a Boeing 780 - são feitos por atividades internas e pela compra de peças a fornecedores externos. 


E fábricas não têm mais estoques, exceto coisas emergenciais. Partes são encomendadas a fornecedores pré testados e aferidos, chegando à linha de montagem na hora e na sequência de instalação nos veículos em produção. 

Processo prático por liberar a cliente de fazer partes fora de sua especialidade, por não gerir estoque e transporte interno, mas extremamente angustiante pela rigidez do acompanhamento da qualidade, da ordem e da chegada.


O fabricante da auto peças não produz todos os componentes do produto – às vezes nem o faz, ganha o contrato e barganha comprar com terceiro fornecedor -, daí alguns dos misteriosos defeitos.


Volkwagen e Fiat tiveram sérios prejuízos há pouco tempo quando novas empresas externas adquiriram fornecedores nacionais e, razões ou não, à parte, delongaram ou suspenderam entrega de componentes. Fiat, latinamente, compôs-se em conversa. VW, sem latinismos, foi para a Justiça.


Os adquirentes dos fornecedores mundiais com sede na Bosnia, parte da antiga Iugoslávia, antes controlada pela União Soviética, talvez pelo entusiasmo do capitalismo de pouca idade, para negociar preços tem interrompido o fornecimento, feito muito reduzir produção ou paralisar fábricas.


Volkswagen foi para a briga mundial. Encerrou o relacionamento e está indo, diretamente ou por anúncios em jornais, aos sub fornecedores dos fornecedores, avisando querer comprar partes diretamente. 

Quer-se livrar do unificado controle externo. Partes afetadas são componentes externos da transmissão e bancos.

Caterham olha para trás
Pouco conhecida, sem representante no Brasil, inglesa Caterham aplicou algum desenvolvimento à fórmula aviada por Sir Anthony Bruce Colin Chapman, o criador da Lotus e da base da receita, o Lotus Seven – 1957-1973. 

Segredo do pequeno roadster, a regra de Chapman – resistência é o último ponto antes da ruptura -, e daí a fórmula de seus produtos: baixo peso, elevada performance.


Revendedor, quando a Lotus iria descontinuá-lo, deflagrando onda mundial de copias domésticas, em 1973 a Caterham adquiriu direitos, manteve produção.


Em 2017, inicia comemorar 60 anos do icônico 7, ainda fiel à origem nestes tempos onde mão de obra artesanal, costuras feitas à mão, conceitos antigos, ainda tem lugar ante a atividade pasteurizada, sem emoção, o fazer automóveis sob regras de globalização, produtividade, ecologia e aerodinâmica.


Evoluiu andando para trás. Tomou como base os modelos de origem, aplicou-se a rever e influir no produto atual. 

Começou pelo motor – era Ford Anglia 1.100 cm3, no Brasil fabricado fugazmente sob o nome de Ford Endura 1.300. 

Substituiu por Suzuki tricilindrco, 1.000, aspirado, 80 cv. Vale a Teoria de Chapman: pesa menos de 500 kg, 0 a 100 km/h em 6,5s e acaba a 200 km/h.


Na busca pela identidade visual com o modelo de origem, para lamas frontais mais estreitos; pneus mais finos; rodas em chapa, calotas cromadas, simplificou a relojoaria do painel por design de época, idem para volante e estofamento.


Fará apenas 60 unidades, já vendidas na apresentação no Goodwood Revival, circuito de Donnington Park, Inglaterra, semana passada.

Charme custa. Mais, muito mais. Em libras, 10 mil a mais ante preço do modelo básico, o 160, simplificado para se tornar edição especial. Na Inglaterra, 28 mil libras, aproximados R$ 123 mil. Não virá ao Brasil.



Caterham, série nova volta ao passado


Lapo, herdeiro FCA, junta-se à Pagani

Marca italiana criada pelo argentino Horácio Pagani, um dos automóveis mais velozes, claros e exclusivos do mundo, recebeu aporte institucional importante: Lapo Elkan, irmão de John, presidente da FCA – Fiat Chrysler Automobile -, e um dos três herdeiros principais do negócio, personalizará os Pagani, começando pelo Huayra.

Criativo, controverso, personagem da moda, visto como brilhante em marketing e promoções – foi dele o projeto de lançamento do Fiat 500, na verdade o relançamento da marca Fiat -, um dos seus negócios é a Garage Italia Customs, nada de simplória oficina de consertar automóveis, mas empresa de personalização de Ferrari, Maserati, Alfa Romeo e Abarth, marcas sob o guarda chuva FCA. A Pagani é a primeira extra FCA.

O argentino Horácio recebeu Lapo e equipe de Lapo em Milão, onde está a Pagani, disponibilizando um monocoque em fibra de carbono, a estrutura do automóvel, pintada superficialmente, para fotos e avaliações de volumetria, e início de propostas.


Personalização? O que faz o herdeiro de tanta fortuna num negócio aparentemente pequeno? 

Não é coisa restrita. Segundo explicou à agência noticiosa Ansa, o mundo da personalização é negócio de 93 bilhões de euros ao ano, e a empresa do mais novo dos Elkan se fixou na indústria do movimento – bicicletas, motos, automóveis, helicópteros, aviões. 

Ponto de união dos reconhecidos talentos de artesãos italianos e de fornecedores de gama elevado, como freios Brembo, pneus Pirelli, Sabelt e outros do mesmo nível para agregar excelência aos projetos.


É um passo para aquisição do negócio? Para entrada do trisneto do fundador da Fiat no ramo de veículos esportivos de sua predileção? Quem sabe?

Lapo (E), Pagani, e o monocoque do Huayra


Roda-a-Roda

Ford – Imprensa insiste, Ford encerrou projeto de nova família de carros de entrada. Sendo, má notícia. 

Significa, o novo presidente da Companhia chegou para cortar custos, equilibrar números, fazer lucro. 

Bom como projeto de sobrevivência, ruim para a companhia, revendedores e mercado sem renovação de produtos nos próximos anos.


Virá – Fonte Toyota confirmou lançamento do Inova pela operação Argentina. Trata-se de van para sete lugares, construída sobre arquitetura mecânica de picape Hilux e SW4. 

Vizinha Toyota será nova base de produção e exportação de utilitários para a América Latina, antes cumprida pela Tailândia. Definição mudou o norte da TdA, e Brasil deixou de ser mercado definidor.

Novidade - Hyundai do Brasil - a coreana, de Piracicaba, SP, não a paraibana, em Anápolis, GO, - anunciou novo produto, o Creta. 


Trata-se de utilitário esportivo com plataforma própria, de dimensões superiores ao HB20 aqui produzido, entretanto mecânica comum: motor 1,6 flex, transmissão automática.


Mais - Significado amplo, indica, em breve o sedã Elantra poderá aparecer na mesma linha de montagem, pois dividem plataforma. Creta no Salão do Automóvel, novembro. Mercado para SUVs dominará vendas.


Creta, SUV Hyundai. Surpresa


Charme – Não tem a pretensão de disputar com Paris ou Frankfurt a alternatividade do maior salão de automóveis da Europa. 


Mas parece mirar sobre o da gélida Genebra, Suiça. É o SIAM Monaco, salão de automóveis, no charmoso balneário.


Razões – Proteção do Príncipe Albert, patrocínio da Michelin e empresas francesas. Quer misturar ecologia, inovações, tecnologia, e o charme da cidade e suas atrações – test-drives, por exemplo, a partir do porto Albert I, pelo Forum Grimaldi, Praça do Cassino, Espaço Fontevieille, praça do Palácio, …


E - Atrações de indústria e, possivelmente, carros do Museu de Mônaco entre antigos e de corridas. 

Pretende superar 100 mil visitantes. 16 a 19 fevereiro. Antigomobilista indo à Rétromobile em Paris, 8 a 12, pode esticar o programa. 

Mais? 
www.salonautomonaco.com

Pode não ser o rei dos shows, mas será o Salão do Princípe....

Líder – BMW lidera vendas de motos acima de 500 cm3 de cilindrada, marcando 18,77% das preferências. 


No período entregou 4.620 motos entre R 1200GS, GS Adventure; F 800 GS e Adventure; S 1000RR e 1000XR.


Mais – Anunciou montar novo modelo, a F 700 GS, enquadradando-a como Big Trail Premium ..., e a R$ 39.950. 

Diz oferecer mix de versatilidade no asfalto, conteúdo tecnológico, dirigibilidade em uso misto, e conquistar clientes com menor altura, pois o banco fica a 82 cm do solo, distância levemente inferior à da irmão de linha, a GS 800. 

Motor comum às duas, dois cilindros, 75 cv, torque de 77 Nm, transmissão seis velocidades, freios a disco com ABS nas duas rodas.


Outra – Mercado bom e rentável para motos maiores, outra montadora de motos, a Triumph, após versões da Tiger Explorer XR e XCx, apresenta a XCa, pacote superior em refinamento mecânico, eletrônica, acessórios. Tri cilíndrica,1.215 cm3, 139 cv e 12,3 Nm de torque. Preço refina: R$ 78.500,00


Ecologia – Grupo BMW – automóveis, motos, carros Mini e Rolls-Royce – foi novamente indicado como o grupo automotivo mais sustentável do mundo pelo índice Dow Jones. 

Boa láurea na comemoração dos 100 anos. Segredo está em envolver-se no processo e não apenas no tratamento de resíduos, policiando, por exemplo, as práticas de seus 1900 fornecedores.


Museu – Único dos 15 exemplares do mítico MB C 111, mais conhecido sonho esportivo dos anos ’70/80, deixará a América do Sul. Estava cedido ao Museu Fangio, em Balcarce, Argentina, e voltará à Alemanha por razões desconhecidas.


PB – Coluna 3716 em nota sobre o Pebble Beach Concours d’Élegance, mais referencial evento antigomobilístico, informou ser próxima edição aos 20 de agosto. Por desnecessário não indicou ser em 2017. Atentos leitores cobraram.


Gente – José Luiz Vieira, engenheiro, jornalista, 84, atento. 

OOOO Fez parceria em sua revista Carga e Transporte com colegas Ivo Matos e Monise Radau. 

OOOO No setor há, acredite, 60 anos, JLV continuará editando seu blog sobre veículos e tecnologia, o TechTalk. 

OOOO Alex Pacheco, engenheiro, promoção. VP da Johnson Controls para Brasil e Cone Sul. 

OOOO Rodrigo Moreira, administrador será diretor geral aftermarket Brasil. 

OOOO Dentre negócios da empresa estão baterias Heliar. 

OOOO Fernando Miragaya, carioca, jornalista, crescimento. 

OOOO Coordenará sucursal RJ do paulistano Diário Comércio e Indústria. 

OOOO DCI dedicará duas páginas diárias aos fatos econômicos cariocas. 

OOOO Antes se aplicava a temas automobilísticos em O Globo. OOOO

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

COMUNICADO AOS PROPRIETÁRIOS DE MOTOCICLETAS HARLEY-DAVIDSON PARA QUE PROCUREM VERIFICAR A NUMERAÇÃO DO CHASSI DE SUAS MOTOS PARA PODEREM REALIZAR O RECALL QUE A MONTADORA ESTÁ CONVOCANDO


A Harley-Davidson do Brasil comunica que foram identificadas mais 115 unidades dos modelos Electra Glide®Ultra Limited e Street Glide® Special, anos de fabricação 2015 e 2016, modelo 2016, fabricadas no Brasil. 


A empresa convoca os proprietários dessas motocicletas para comparecerem a uma concessionária da marca.

A iniciativa atinge 438 unidades (contando com a quantidade envolvida no recall anterior mais as contabilizadas na expansão da campanha) em todo o território nacional. Confira tabela abaixo:



Modelos
Ano de fabricação
Ano modelo
Chassi não sequencial
FLHTK – Electra Glide®Ultra Limited
2015 e 2016
2016
9321KELJ0GD605813 à 9321KELJ9GD679361
9321KELJXGD605799 à 9321KELJXGD677831
FLHXS – Street Glide® Special
2015 e 2016
2016
9321KRMJ0GD607289 à 9321KRMJ9GD682993
9321KRMJXGD605808 à 9321KRMJXGD683005

O objetivo da expansão dessa campanha é solicitar o encaminhamento das motocicletas envolvidas à rede de concessionárias Harley-Davidson em todo Brasil, para a desmontagem do cilindro mestre da embreagem hidráulica, lavagem com solução apropriada e posterior remontagem. 

Tal medida é necessária devido a uma eventual reação química indesejada dentro do cilindro mestre da embreagem hidráulica que poderá impedir o desengate do sistema de embreagem após longos períodos de inatividade. 

Como consequência, ainda que a embreagem seja acionada pelo condutor ao ligar a motocicleta, o sistema continuará engatado, situação que poderá ocasionar a queda do motociclista, com eventuais danos físicos e materiais, inclusive a terceiros.

As motocicletas abrangidas no recall serão inspecionadas e, caso apresentem o problema, serão imediatamente reparadas. O serviço, é gratuito e tem duração estimada de 1h30. Para mais comodidade, recomendamos o agendamento prévio por meio do SAC. 

Para informações adicionais, basta consultar uma concessionária da marca em todo o Brasil, acessar a página eletrônica da empresa ou contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor. 

Para certificar se o veículo deve ser direcionado a uma concessionária, a Harley-Davidson do Brasil disponibiliza informações aos clientes no site da empresa (www.harley-davidson.com.br), no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) – 0800 724 1188, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h (exceto feriados) – ou ainda por e-mail (sac@harley-davidson.com.br). 

Esta iniciativa visa manter o compromisso de respeito aos consumidores e o foco da empresa em oferecer produtos com qualidade e segurança.



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