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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Recall é o termo que corre mundo nas televisões, revistas, rádios, redes sociais, out doors, enfim qualquer meio que as fabricas de automóveis têm à mão à mão para avisar seus clientes de que qualquer no seu carro não vai bem e precisa de ser consertado, para evitar que os ocupantes possam ser exposto a perigo de acidente. O problema é que as respostas dos motoristas é menor que o número de chamados. E pergunta-se quantos acidentes não foram já provocados por falta de comparecimento do recall?


Coluna
MECÂNICA ONLINE®

10 | ABRIL | 2017



Você já fez o recall do seu veículo? 
A lista só aumenta.

Porque muitos motoristas não prestam atenção aos recalls? Será que eles não consideram a sua segurança, da sua família e das pessoas ao seu redor um item importante? Precisamos tão logo encontrar uma fórmula para mudar essa realidade.

Os recalls de veículos representam mais de 70% do total de chamamentos já realizados no Brasil. 


Em termos de unidades, foram mais de 2 milhões de carros convocados para reparos só em 2015. E este número só aumenta!

Os principais componentes afetados pelas campanhas de recall de veículos nos últimos três anos são os air bag, freios, sistema de combustível, motor, direção, cinto de segurança, luz de freio, lanterna traseira, farol, rodas, suspensão, entre outros.

Então meu amigo, talvez até mesmo o motorista brasileiro precise de um recall, mas nesse primeiro momento é importante que ele saia do seu conforto e procure a solução que o fabricante disponibiliza.


Os recalls de segurança de carros e caminhões leves são super importantes. Por exemplo, em 2015, cerca de 51 milhões de veículos e 34 milhões de peças de veículos tiveram recall, de acordo com a National Highway Traffic Safety Administration.

Um total de 20 por cento dos proprietários de veículos continuam a ignorar os chamados dos recalls, de acordo com a NHTSA.

Um levantamento que explora por que muitos consumidores não fazem os recalls de segurança dos veículos e quais medidas poderiam melhorar essa falha foram apresentados recentemente pela Universidade de Michigan.


"O problema é a baixa taxa de resposta para os avisos de recall", disse Michael Sivak, professor de pesquisa do U-M Transportation Research Institute.

A nova análise foi baseada em dados de uma pesquisa online com 516 entrevistados, conduzida por Sivak e seus colaboradores da UMTRI. Essa pesquisa se concentrou em recalls relacionados à segurança do automóvel.

As três preocupações mais frequentemente mencionadas, que impedem os indivíduos de responderem os avisos de recall de segurança dos veículos foram:

Preocupação que a concessionária vai tentar vender mais serviços durante a visita (38%)
Dificuldade em ficar sem o veículo durante o reparo (37%)
O tempo para conserto do carro era muito longo (36%)

Possíveis novas opções que poderiam aumentar ‘o sim’ aos recalls das montadoras incluem:A capacidade de agrupar um recall com manutenção programada regularmente (52%)
Incentivos com serviços gratuitos, como a troca de óleo ou tanque de gasolina (51%)

Outros resultados notáveis ​​da pesquisa:Os consumidores preferem ser notificados dos recalls pelo correio (74%) e e-mail (64%), em vez de mensagem de texto, telefone ou anúncio de serviço público.

Cerca de 60% dos entrevistados acham que os estados deveriam exigir que os consumidores passassem pelos recalls antes de renovar o registro anual de veículos. 

E 61% acreditam que os veículos deveriam ser obrigados a estarem em dia com os recalls antes de poderem ser revendidos.

Apenas 45% dos motoristas definitivamente fazem o recall de segurança do veículo fixado quando a concessionária mais próxima fica a 30 minutos, em comparação com 81% quando a concessionária fica a até 15 minutos.

A probabilidade dos recalls diminui acentuadamente quando os consumidores têm que esperar mais tempo pelo conserto. 

Quando os motoristas têm que esperar uma semana ou menos, 74% dizem que definitivamente passariam pelo recall, em comparação com apenas 27% se tempo de espera for mais de seis meses.

A pesquisa, Consumer Preferences Concerning Vehicle-Related Safety Recalls, foi apoiada pelo Programa de Transporte Mundial Sustentável da UMTRI.

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Tarcisio Dias éprofissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
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Em 2017, o mercado doméstico de automóveis e comerciais leves vendeu quase 184 milk unidades, que representam 95% das vendas totais, que foram 6,1% em relação a março de 2016. No entanto, no 1º trimestre o número de carros vendidos foi 1,1% menor do que 2016


Alta Roda 

Nº 935 —  10/4/17

Fernando Calmon


JOGO ESTÁ DADO

Espera foi bem longa – nada menos de 26 meses ininterruptos – para finalmente o mercado brasileiro alcançar um número positivo na comparação mensal com o mesmo mês do ano anterior. Isso, aconteceu agora, em março. 

As 183.850 unidades de automóveis e comerciais leves, em 2017, que representam 95% das vendas totais de veículos, subiram 6,1% em relação a março de 2016. 

No primeiro trimestre, entretanto, o acumulado este ano ainda é 1,1% inferior ao ano passado.

Pode-se contrapor que compradores individuais ainda estão retraídos, pois o crescimento de março foi puxado por frotistas e pessoas jurídicas. Mas, os estoques aumentaram em relação a fevereiro. 

A boa notícia é a média de vendas diárias, indicador mais preciso por compensar distorções sazonais, ter subido 8,3% de fevereiro para março e atingido 8.000 unidades. 

Trata-se de importante ponto de inflexão e deve marcar o início da recuperação este ano. 

Pode ser um avanço tênue ou firme, a depender mais de fatores políticos do que econômicos.

Que o cenário será de recuperação gradativa – em ritmo ainda incerto – nos próximos anos não existem mais dúvidas. 

Interessante avaliar como as marcas reagirão aos novos tempos, depois de a Chevrolet ter subido do terceiro para o primeiro lugar em 2016 e, tudo indica, o manterá em 2017.

Fiat deve perder protagonismo, embora a FCA (ao incluir em especial as vendas da Jeep) continue na expectativa de liderar o mercado como grupo. 

A Volkswagen, porém, fará uma ofensiva de quatro lançamentos, até 2019, na faixa de preço em que se decide, atualmente, o vencedor, se não em vendas, pelo menos em rentabilidade: R$ 45.000 a R$ 90.000.

Havia temor de que os maus resultados da economia brasileira refletissem na atualização dos produtos. 

A marca alemã, porém, optou por produzir a mais moderna de suas plataformas, iniciando pelo Polo em meados do segundo semestre, apenas quatro meses depois da Alemanha.

Esse carro será seguido, em 2018, por um sedã, já batizado de Virtus, previsivelmente maior que o Polo, e de um SUV compacto ainda não confirmado pela empresa, bem como uma picape. 
Hoje, a VW vende aqui a primeira geração do Tiguan, porém, o de 2ª geração, avaliado pela Coluna na Alemanha semana passada na versão cinco-lugares, revelou-se um produto mais refinado em estilo e acabamento. 


Tem 6 cm a mais de comprimento, espaço interno e porta-malas maiores. Motor de 2 litros, 220 cv e 35,7 kgfm até sobra no conjunto.

Apesar de dividir plataforma com o Golf 7 produzido no Paraná, a VW descartou sua fabricação aqui. 

Continuará com o atual modelo até o final do ano, quando trará do México o novo Tiguan Allspace de sete lugares, SUV médio de dimensões maiores e preço competitivo por ser isento de imposto de importação (II). 

Versão de cinco lugares do Tiguan de segunda geração está fora dos planos de importação da Alemanha em 2018 em razão da sobrecarga fiscal.

Utilizar arquiteturas alinhadas ao que existe de mais atual no exterior deixa concorrentes na obrigação de seguir essa estratégia ou perder espaço no mercado brasileiro. O jogo está dado. E não será fácil vencer, quem optar por produtos defasados.

RODA VIVA


Toyota não confirma os fortes rumores sobre importação do México do sedã Yaris e produção de sua versão hatch no Brasil. 


Este compacto foi desenvolvido, inicialmente, para o mercado europeu. Mas, o hatch já é fabricado na Tailândia e a marca japonesa precisa de um modelo intermediário, mais atualizado, entre Etios e Corolla. Especulações apontam para 2019.


Segunda geração do MINI Countryman, que chega agora ao País, está cada vez menos mini em termos de dimensões e proposta, além de visual ainda mais próximo de um SUV urbano. 

Nova arquitetura é bem maior: 20 cm mais longo (4,29 m de comprimento) e 7,5 cm extras de entre-eixos (2,67 m). Porta-malas oferece 450 litros. Há três versões, de R$ 144.950 a R$ 189.950.


Relação custo-benefício é destaque no Chevrolet Cruze Sport6 LTZ. Seu motor turboflex tem respostas vigorosas e suavidade. 

Um hatch de bom espaço interno, mas de porta-malas limitado a 300 litros, como outros do segmento. 

Pacote eletrônico de segurança, muito bom. Faltam botão de inibir start-stop e borboletas para troca manual de marchas junto ao volante.

Exemplo de seguir a moda aventureira, sem exageros e penduricalhos excessivos, vem do Ka Trail. Parte de R$ 47.690 e chega a R$ 51.990. 

Em 2003, esse subsegmento representava 4% das vendas de todos os tipos de compactos e no ano passado saltou para 16%. 

Ford seguiu fórmula tradicional de aumentar altura de rodagem em 3,1 cm e utilizar pneus de uso misto.

Fiat completa a gama do subcompacto Mobi ao oferecer câmbio automatizado de uma embreagem acoplado ao motor de 1 litro, 3-cilindros, batizando-o de Drive GSR. 

Ao contrário da sugestiva sigla, o câmbio foi desenvolvido para atingir o menor consumo de combustível no critério de medição Inmetro, mas seu acerto também evoluiu. Preço competitivo: R$ 44.780.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Fiat Chrysler mantém a liderança das vendas de automóveis e comerciais leves, com cerca de 32 mil carros emplacados no mês de março, ou seja mais de 17% das vendas totais. No 1º trimestre, a FCA teve 82 mil veículos licenciados, garantindo a quase 18% de participação do mercado brasileiro. O Jeep Compasss vendeu quase 4 mil carros. Os dados são da ANFAVEA



A Fiat Chrysler Automobiles (FCA) segue na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, com 31,5 mil veículos licenciados em março, o que representa uma participação de 17,1% nas vendas totais do mês. 



A empresa também é líder no acumulado do ano, com mais de 82 mil unidades emplacadas de janeiro a março, o equivalente a 17,8% de participação de mercado.

Os números correspondem às vendas de modelos das marcas Fiat, Jeep, Chrysler, Dodge e RAM, de acordo com os dados divulgados hoje, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O destaque do grupo em março foi a liderança nos segmentos de C-SUV e de picapes. 




O Jeep Compass liderou sua categoria, com 3.983 unidades emplacadas. 
Já entre as picapes, a liderança coube à Fiat Strada, com 4.570 unidades, seguida pela Fiat Toro, com 4.400 unidades emplacadas.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Mustang 2018 vai superar as expectativas que possam ser feitas sobre esse cavalo de raça que será também vendido no Brasil.


A Ford prepara nos detalhes o lançamento do Mustang que chegará em muitos mercados, incluindo o Brasil. 


Na lista de novidades, a adrenalina do veículo pode ser sentida até no botão de partida que será pulsante, no mesmo ritmo do coração de um cavalo da raça Mustang em repouso – veja o vídeo aqui.

Esse sistema começa com o piscar de uma luz vermelha quando a porta do carro é aberta e segue assim até o seu poderoso motor entrar em funcionamento. A curiosidade é o ritmo de pulsação dessa luz, de 30 batidas por minuto.


As palavras "Engine", "Start" e "Stop" são vistas em vermelho no botão, que conta com iluminação interna e acabamento em alumínio torneado. 

Ele fica posicionado ao lado do motorista na parte inferior do console central, abaixo dos controles de áudio e do ar-condicionado.

O painel de instrumentos, por sua vez, é totalmente digital e pode ser personalizado. 

Ele é mais um dos vários aprimoramentos que o Mustang 2018 vai oferecer em diferentes mercados mundiais.


Jeep Renegade comemora 100 mil emplacamentos em dois anos de produção pernambucana. Reconhecida por lei na cidade de São Paulo, a data ressalta o sucesso do modelo que reinventou o segmento há exatamente dois anos. Assim como em 2016, a marca Jeep® teve mais de 40% de crescimento neste ano, reforçando a liderança geral em SUVs. Compass domina entre os SUVs médios, com mais da metade das vendas da categoria. Há 60 anos começava a ser fabricado o Jeep CJ-5, com 65% de nacionalização


Ontem, 4/4, foi Dia do 4x4, o Jeep® Day. E, por mais incrível que pareça – não é mentira, 1º de abril já passou – a marca Jeep comemorou 100.000º emplacamento do Jeep Renegade no Brasil, exatos dois anos depois do lançamento comercial. Mais precisamente, 100.054 unidades. 


Há ainda mais números para festejar, como o crescimento de 42,7% nas vendas da marca Jeep no primeiro trimestre deste ano sobre o mesmo período de 2016. Melhorando ainda mais a alta do ano passado, que havia sido de 41% em relação a 2015.


A chegada do Renegade aos seis dígitos comprova o sucesso do modelo que reinventou o segmento dos SUVs compactos no mundo e é até hoje o único no país a ter opção de motor a diesel na categoria. 


Oferecendo assim todas suas vantagens em força, economia e durabilidade, além da tração 4x4 mais avançada do mercado, com o sistema Selec-Terrain, entre outros recursos, e o também exclusivo câmbio automático de nove marchas.


Jeep Day
Hoje é a data perfeita para celebrar toda a valentia, tecnologia, estilo inimitável e, é claro, as incríveis capacidades off-road dos veículos Jeep. 


É o dia em que clientes e admiradores dos míticos veículos da grade dianteira com sete aberturas verticais, sejam históricos ou atuais, conclamam seu espírito 4x4, o espírito Jeep.


O dia 4/4 é, inclusive, reconhecido oficialmente como o Dia do Jipe (sinônimo de veículo 4x4) pela prefeitura de São Paulo desde 2005. 


Instituída pela lei 14.026, a data faz parte do calendário oficial do município e prevê uma série de comemorações e homenagens a este lendário e inigualável veículo.


Por tudo isso, a marca Jeep realizou nesta terça-feira, 4 de abril, o Jeep Day, um evento para se vivenciar o off-road. 


O palco escolhido foi o Haras Tuiuti, campo de provas localizado em São Paulo. Os participantes estão recebendo uma dose concentrada de cultura Jeep.


Desde o contato com veículos clássicos da marca como o pioneiro Willys MB, CJ-5 e Rural até exercícios off-road a bordo de modelos da linha atual da Jeep, como Renegade, Compass e Wrangler.


Liderança em SUVs
Com uma linha completa, do Renegade ao Grand Cherokee, passando por Compass, Cherokee e Wrangler, a marca Jeep vem sendo a líder em SUVs no país desde o final de 2016 e a nona mais vendida no mercado geral de automóveis e comerciais leves. 


A Jeep também é a primeira nos emplacamentos de SUVs com motor a diesel. E o mais recente lançamento da marca, o Compass, domina amplamente entre os SUVs médios, com cerca da metade das vendas no segmento.


60 anos produzindo Jeep no Brasil
Além disso, a marca celebra neste Jeep Day o aniversário de 60 anos de seu primeiro modelo de produção brasileira, o icônico CJ-5. 


Foi em 1957, por meio da Willys-Overland do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP), já com índice de nacionalização de 65%. 


Até então, os veículos Jeep eram montados em regime CKD (completamente desmontados). 


Um dos pioneiros da indústria automotiva brasileira, o CJ-5 não apenas ajudou a desbravar caminhos pelo país como criou uma legião de fãs e apaixonados pelos veículos Jeep.


Em 1966, a Willys-Nordeste começou a produzir o CJ-5 e a Rural, em Jaboatão dos Guararapes (PE). 


Curiosamente, hoje essa empresa fornece peças para os Jeep Renegade e Compass, que são produzidos na fábrica mais moderna da FCA – Fiat Chrysler Automobiles no mundo, o Polo Automotivo Jeep, em Goiana, também em Pernambuco, a 72 km de distância.


terça-feira, 4 de abril de 2017

A Ford preparou o seu modelo mais agressivo e esportivo o GT atendendo pedidos de donos do modelo que não queriam dificuldade para usar todos os recursos do carro de 650 cv no dia a dia, Cada modo é afinado especialmente para um ambiente de direção


A Ford desenvolveu para o novo GT um sistema com cinco modos de direção que facilitam a domagem da “fera” de mais de 650 cv e mudam o conceito de que é complicado pilotar um supercarro. 

Os modos de direção são: “Normal”, para uso diário; “Molhado”, para chuva; “Esporte”, para uma condução mais arrojada; “Pista”, para corrida em circuito fechado; e “V-Max”, para velocidade máxima em retas (ver imagens anexas).


Modo “Normal”
No modo “Normal” do Ford GT, a distância do solo é de 120 milímetros e a calibração do acelerador e transmissão é padrão. 

O controle de estabilidade e tração não pode ser ajustado. A asa traseira se abre automaticamente acima de 145 km/h e volta a se recolher em 130 km/h.

A asa funciona também como freio de ar quando os sensores detectam uma frenagem agressiva.

Nos modos “Normal” e “Molhado”, pode-se usar a opção de conforto da suspensão, que ajusta a pressão dos amortecedores para suavizar a rodagem em estradas acidentadas, sem comprometer o controle.


Modo “Molhado”
Este modo muda a calibração da aceleração, mantendo a altura do solo e demais sistemas nas configurações padrão. 

O controle do acelerador é ajustado para limitar a derrapagem e deslizamento, aumentando a estabilidade em situações de risco.


Modo “Esporte”
O modo “Esporte” calibra o acelerador para uma resposta ainda mais ágil do motor V6 3.5 com duplo turbo e sistema “anti-lag”. 

Desenvolvido no Ford GT de corrida vencedor de Le Mans, o sistema “anti-lag” mantém o turbo girando para gerar impulso sempre que necessário. 

A distância do solo é mantida em 120 milímetros, mas o modo de conforto da suspensão fica indisponível e o controle de estabilidade e tração ganha três configurações adicionais.

Ele permite sobreesterço e derrapagem do carro para uma tocada mais agressiva e divertida. 
As trocas de marchas e os engates são mais rápidos para aceleração máxima. 

É um ajuste que também funciona bem nas pistas, especialmente em circuitos que exigem uma altura maior do solo.


Modo de “Pista”
O modo “Pista” é totalmente radical e otimizado para corridas em circuito fechado, com controle significativamente diferente do modo “Esporte”. 

O sistema hidráulico rebaixa a altura da carroceria para 50 milímetros. A força das molas aumenta e os amortecedores adotam a configuração mais firme. 

A asa traseira é levantada e as aberturas aerodinâmicas da frente se fecham para máxima pressão aerodinâmica. Tudo isso ocorre em menos de dois segundos.


Modo “V-Max”
No modo “V-Max”, de velocidade máxima, cada ajuste é voltado para o Ford GT andar mais rápido. 

Como no modo “Pista”, a sua seleção deve ser feita com a transmissão na posição de estacionamento. 

A altura do solo é a mesma do modo “Pista”, mas os elementos aerodinâmicos são ajustados para minimizar o arrasto. 

Os controles de estabilidade permanecem ativos para manter o carro em linha reta. 

“O modo V-Max é projetado com um único objetivo, para o GT alcançar a maior velocidade em linha reta. Funciona”, diz Derek Bier.

Para ajustar automaticamente as configurações aerodinâmicas da carroceria, do motor, do controle de estabilidade, da troca de marchas e até a altura do solo do Ford GT para cada tipo de pista, basta o motorista acionar um botão localizado na direção de estilo F1.

O sistema foi desenvolvido a partir da opinião de motoristas, que não queriam dificuldade para usar todos os recursos do novo GT. 

“Dar aos proprietários sempre a melhor sensação de dirigir foi uma prioridade absoluta no projeto deste carro, por isso nosso foco foi simplificar a experiência e otimizar seu desempenho para praticamente qualquer situação”, diz Derek Bier, gerente do Ford GT.

Cada modo é afinado especialmente para um ambiente de direção e acompanhado da exibição de informações diferentes no painel – um aprendizado que a Ford Performance trouxe do programa de competição do Ford GT.

O Ford GT possui também um sistema de controle de arrancada avançado e fácil de usar, que garante tração máxima nas partidas. 

Projetado para as pistas, ele é disponível em todos os modos, exceto no "Molhado". O sistema é ativado por comandos no volante e exibe a inscrição “LC” em branco no painel. 

O motorista só precisa pisar no freio com o pé esquerdo e pressionar totalmente o acelerador com o pé direito. 

Quando o "LC" ficar verde, basta soltar o freio para o GT arrancar e ganhar velocidade rapidamente.
Mais informações do Ford GT estão disponíveis no www.fordgt.com.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

No mercado mundial desde 1993, quando foi construído na Bélgica e ter sido fabricado nos Estados Unidos, com o nome de Contur, de 1995 a 2000, o Ford Mondeo, volta ao mercado da América Latina. A Ford apresentou o modelo na Argentina nas versões Titanium e SEL com motor turbo 2.0 EcoBoosta, equivalente ao Fusion


A Ford apresentou o novo Mondeo na Argentina, nas versões Titanium e SEL com motor turbo 2.0 EcoBoost. 

Equivalente ao Fusion já lançado no Brasil, o modelo para o mercado argentino segue as configurações da Europa, de onde é importado.

O sedã de luxo chega ao país vizinho trazendo novidades no design e tecnologias semiautônomas avançadas que os brasileiros já conhecem no Fusion.

Como no Brasil, o Mondeo é um veículo de luxo posicionado para competir também com modelos do segmento premium do mercado argentino, com vantagens na tecnologia e no preço.

O Mondeo 1995

Liderança no Brasil
No Brasil, a linha Novo Fusion é vendida desde outubro do ano passado e conta também com as opções 2.5 Flex e Hybrid, mantendo a liderança absoluta da categoria. 

Nos dois mercados, o veículo chama a atenção pelo design elegante e esportivo e equipamentos como o assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, operado por radar e sensores, inédito no segmento.


Tem ainda piloto automático adaptativo com “stop and go”, alerta de colisão com assistência de frenagem autônoma, estacionamento automático de segunda geração e sistema de conectividade SYNC 3 com tela de oito polegadas e acesso a Apple CarPlay e Android Auto.


Outra novidade é o seletor rotativo E-shifter que substitui a alavanca de câmbio. Oito airbags, cintos de segurança traseiros infláveis, sistema de monitoramento de ponto cego, sistema de permanência em faixa, câmera de ré, sistema de detecção de cansaço e controle eletrônico de estabilidade e tração AdvanceTrac fazem parte dos itens de segurança.


domingo, 2 de abril de 2017

Mercado paralelo já tem à venda pastilhas de freio para Jeep Renegade e Fiat Toro

Depois de fornecer pastilhas traseiras originais para o Jeep Renegade 1.8 Flex e o Multijet 2.0 Turbo Diesel, fabricados no Brasil através de sua unidade fabril de Essen, Alemanha, agora a TMD Friction torna-se a primeira fabricante a colocar no mercado de reposição nacional as pastilhas dianteiras da marca Cobreq para os modelos do Jeep Renegade e do Fiat Toro.

As pastilhas de freio dianteiras Cobreq do Jeep Renegade, agora no mercado de reposição, são para os modelos Renegade, Longitude 1.8, Renegade Sport 1.8, Renegade Longitude 2.0, Renegade Sport 2.0 e Renegade Trailhawk TD 2.0 4x4.


Já as pastilhas de freio também dianteiras do Fiat Toro abrangem os seguintes modelos: Toro Freedon 1.8 Flex 4x2, Toro Opening Edition 1.8 Flex 4x2, Toro Freedon 2.0 Diesel 4x2, Toro Freedon 2.0 Diesel 4x4 e Toro Volcano 2.0 Diesel 4x4.

Segundo a TMD Friction do Brasil, todo o desenvolvimento de produto, seja para o fornecimento OE (original) ou para o mercado de reposição com a marca Cobreq, todo o desenvolvimento de produto da TMD Friction do Brasil é feito após rigorosos testes em bancadas de laboratórios próprios e em testes de veículos no campo para verificar temperaturas extremas, velocidades e pressões variadas e, ainda, simulações de carga.

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