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domingo, 16 de julho de 2017

Túnel do tempo. Há 35 anos, a Ford lançava o Escort XR3, versão esportiva, que tinha um motor 1.6 a etanol, com 82,9 cv. Antes de sair de linha em 2003, ainda recebeu um motor 2.0 de 115,5 cv




O Ford Escort XR3, versão esportiva do compacto que foi um dos maiores sucessos da indústria automotiva mundial, completou 35 anos de lançamento na Europa. 

No Brasil, o modelo chegou um ano depois, em 1983 – com a mesma aparência do europeu, mas sem injeção eletrônica – e logo se tornou o sonho de consumo de uma geração. 

Recentemente, o Escort ganhou destaque na mídia mundial com o lançamento de uma nova versão na China.

Com nome derivado de “Experimental Research 3”, o XR3 era equipado com motor 1.6 a álcool de 82,9 cv. 

Externamente, trazia defletor dianteiro, aerofólio traseiro, teto solar de vidro com persiana interna, faróis de longo alcance com lavadores e de neblina. 

O interior tinha bancos esportivos e painel bem equipado. Seu visual arrojado também garantia o melhor coeficiente aerodinâmico do mercado na época (Cx 0,385).

Em 1985, o hatch ganhou a versão conversível, um ícone da linha, com sistema de acionamento manual que facilitava a movimentação da capota e vidro vigia traseiro com desembaçador elétrico.


No modelo 1987, o XR3 foi reestilizado com linhas mais suaves e para-choques de plástico envolventes que melhoraram a aerodinâmica, novas rodas de alumínio, aerofólio, painel com iluminação indireta e volante com revestimento imitando couro perfurado.

Em 1989, o Escort XR3 passou a ter motor 1.8 de 99 cv. Na linha 1990, além de aerofólio redesenhado e para-choques e saias na cor da carroceria, o conversível introduziu a capota com acionamento eletro-hidráulico. 

Em 1991, a série limitada XR3 Fórmula trouxe amortecedores ajustáveis com controle eletrônico, variando a carga conforme a velocidade. No fim da série, esses amortecedores passaram a ser oferecidos como opcionais no XR3 1992.


Segunda geração
A segunda geração do Escort nacional foi apresentada em 1992, com distância entre-eixos aumentada de 2,40 m para 2,52 m, que melhorou o espaço interno, e carroceria mais aerodinâmica (Cx 0,35). 

O XR3 ganhou motor 2.0 de 115,5 cv, com injeção multiponto LE-Jetronic – mais tarde trocada pela EEC-IV –, freio a disco nas quatro rodas e suspensão mais firme, além de faróis de duplo refletor e faróis de neblina no para-choque. 

Outra novidade da linha foi o lançamento da versão de entrada Escort Hobby, com a carroceria antiga e motor 1.6.

Em 1996, a produção do Escort saiu de São Bernardo do Campo, abrindo espaço para o Fiesta brasileiro, e foi concentrada em Pacheco, na Argentina. 

A versão esportiva deixou o nome XR3 e passou a se chamar “Racer”. Em 1997, a família teve o esportivo Escort RS, hatch 3 portas com motor Zetec 1.8.

O Escort despediu-se do mercado em 2003, deixando um legado de muitos fãs e inovações durante seus 20 anos de produção.

sábado, 15 de julho de 2017

Carros japoneses SUBARU de qualidade comprovada, com tração permanente 4x4, motores turbo e alto padrão de desempenho podem ser adquiridos até o próximo dia 20 de julho com descontos e facilidades no financiamento. O modelo WRX custa agora R$ 142.700, o modelo Legagy é vendido por R$ 129.500 e o SUV Forester XT Turbo por R$ 153.700,00, na CAOA




Forester XT turbo, 2016, R$153.700

Até o dia 20 de julho, a SUBARU, cujo modelos são importados com exclusividade pela CAOA para o Brasil, está oferecendo condições especiais de vendas para alguns veículos da sua gama, com descontos de até R$ 8.800,00 e opções de financiamento competitivas, como, por exemplo, entrada e saldo parcelado em 36 parcelas mensais sem juros.

As últimas unidades da linha 2016 do Forester XT Turbo também estão sendo comercializadas com condições especiais. 


Ele terá preço de R$ 153.700,00, além de ser possível adquiri-lo financiado, no plano com entrada de 60% e saldo dividido em 36 parcelas, com taxa 0% de juros.


O sedan topo de linha, SUBARU Legacy 3.6R, que registrou o significativo crescimento de 140% em suas vendas no acumulado do primeiro semestre deste ano, ante similar período de 2016, será vendido por R$ 129.500,00, ou seja, com um bônus de R$ 8.100,00 sobre o preço sugerido em tabela (R$ 137.600,00). 

O Legacy é voltado para os consumidores que buscam um carro que reúna amplo espaço interno, design moderno, potência, elevado padrão de acabamento, eficiência, segurança e conforto.


Já os interessados em um modelo que combine, de maneira harmônica e diferenciada, o espaço interno de um sedan, com o desempenho típico de um esportivo, encontrarão no SUBARU WRX o modelo ideal. 

Além do atrativo preço de tabela de R$ 142.700,00, até o dia 20 de julho, os clientes terão à disposição a facilidade do financiamento com taxa de juros zero, nos planos com entrada de 60% e saldo divido em 36 parcelas mensais de R$ 1.676,00.

Mais informações sobre a SUBARU, sua linha de veículos e/ou a Rede de Concessionárias da marca no País, estão disponíveis no sitewww.subaru.com.br.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

O mercado automotivo brasileiro depois de um longo período de queda, vem se recuperando lentamente. No 1º semestre do ano, houve um aumento de vendas de 4%, em relação ao mesmo período de 2016, desempenho que se estendeu ao último mês de junho, que registrou pela primeira vez este ano a comercialização de 9.000 veículos. Veja os carros mais vendidos por marca e modelo. A Nissan vai vender o modelo Kicks por R$ 70.500.



Alta Roda 

Nº 949 — 14/7/17

Fernando Calmon




Líderes do semestre


Foi uma surpreendente recuperação do mercado brasileiro, acima da esperada. Nos primeiros seis meses de 2017, as vendas cresceram quase 4% em relação ao mesmo período de 2016. 


A média diária de comercialização no mês passado superou 9.000 unidades pela primeira vez este ano. 

Por enquanto, os bons resultados concentraram-se nas vendas corporativas, mas o segundo semestre historicamente costuma ser melhor que o primeiro.


Apesar de o consumidor tradicional do varejo, que sustenta o mercado saudável, continuar retraído, o tombaço da inflação abriu espaço para algumas reduções de preços nominais. Os preços reais (descontada a inflação) já estavam estáveis ou em queda.


Outros fenômenos do primeiro semestre: modelos há mais tempo em produção com motores de baixa eficiência energética estão definhando; stations, crossovers puros e esportivos apresentaram encolhimento de até mais de 50% (curiosamente, carros esporte de verdade aumentaram as vendas em 42% puxados pela Porsche); SUVs médio-compactos deram um salto graças ao sucesso do Compass que inibiu até o desempenho do Renegade (conforme a Coluna previu).


Assumiram liderança no nosso ranking Fusion, Mercedes-Benz SLC, Porsche 911 e Compass em relação a dezembro de 2016. Jaguar aparece duas vezes com o sedã XF e o SUV F-Pace. Creta também é outro destaque.


Classificação da Coluna soma hatches e sedãs da mesma família, independentemente do nome do modelo. 


Sedãs com entre-eixos de significativa diferença classificam-se à parte (Grand Siena, Logan, Etios e outros). Base é o Registro Nacional de Veículos Automotores. 

Citados apenas os modelos mais representativos e pela importância do segmento. Compilação de Paulo Garbossa, da consultoria ADK.


Compacto

Onix/Prisma, 21%; 
HB20 hatch/sedã, 12%; 
Ka hatch/sedã, 10,4%; 
Gol/Voyage, 9,9%; 
Sandero, 7%; 
Mobi, 4,6%; 
Fox, 3,8%; 
Etios hatch, 3,75%; 
Uno, 3,7%; 
up!, 3,3%; 
Etios sedã, 2,7%; 
Palio, 2,5%; 
Grand Siena, 2,4%; 
Cobalt, 2,1%; 
Logan, 2%; 
Versa, 1,6%; 
Fiesta hatch/sedã, 1,54%; 
March, 1,5%; 
City, 1,4%. 
Dupla líder continua a crescer.


Médio-compacto: 

Corolla, 38%; 
Civic, 19%; 
Cruze hatch/sedã, 15%; 
Golf/Jetta, 7%; 
Focus hatch/sedã, 6%; 
Sentra, 2,8%; 
C4, 2,5%. 
Corolla imbatível.


Médio-grande: 

Fusion, 30%; 
Mercedes Classe C, 28%; 
BMW Séries 3/4, 25%. 
Fusion retoma liderança.


Grande: 

Mercedes Classe E/CLS, 45%; 
BMW Série 5/6, 27%; 
Jaguar XF, 10%. 
Mercedes segue sossegado.


Topo: 

Mercedes Classe S, 42%; 
BMW Série 7, 28%; 
Chrysler 300 C, 12%. 
Líder tradicional.


Esportivo: 

Mercedes SLC, 30%; 
Subaru WRX, 29%; 
Audi TT, 20%. 
Briga acirrada.


Esporte: 

911, 43%; 
718 Boxster/Cayman, 27%; 
BMW Z4, 14%. 
Domínio Porsche.


Station: 

Weekend, 71%; 
Golf Variant, 13%; 
SpaceFox, 9%. 
Resultado imutável.


SUV compacto: 

HR-V, 20%; 
Renegade, 15,6%; 
Creta, 15,2%. 
Honda aguentou o tranco.


SUV médio-compacto: 

Compass, 53%;
ix35/Tucson, 16%; 
Audi Q3, 5%. 
Compass arrasou.


SUV médio-grande: 

SW4, 63%; 
XC60, 11%; 
Pajero Full/Dakar, 9%. 
Toyota mais que tranquilo.


SUV grande: 

Trailblazer, 35%; 
Mercedes GLC, 9,6%; 
Jaguar F-Pace, 10%. 
Avanço do líder.


Monovolume pequeno: 

Fit/WR-V, 54%; 
Spin, 32%; 
C3 Aircross, 12%. 
Ficou fácil.


Crossover: 

ASX, 53%; 
Range Rover Evoque, 36%; Freemont/Journey, 9%. 
Sem mudanças.


Picape pequena: 

Strada, 43%; 
Saveiro, 36%; 
Montana, 11%. 
Strada: menos fôlego.


Picape média: 

Toro, 34%; 
Hilux, 22%; 
S10, 20%. 
Liderança se consolida.

RODA VIVA


ANFAVEA revisou para cima as previsões para 2017. Em relação ao ano passado, a entidade agora espera crescimento das exportações de 35,6% e da produção, 21,5%. 


Números realmente estimulantes para aliviar capacidade ociosa na indústria. Quanto ao mercado interno vai esperar mais um mês para sentir a temperatura política em Brasília: manteve mais 4% sobre 2016.


NISSAN iniciou produção do Kicks nacional não apenas com uma versão de entrada e câmbio manual por competitivos R$ 70.500. 


O SUV compacto já havia surpreendido ao oferecer pacote tecnológico bem acima dos concorrentes locais. 

Agora se superou com alerta de colisão e assistente inteligente de frenagem. Desempenho é bom, apesar da potência limitada: compensa pelo baixo peso. Câmbio CVT, porém, mostra limitações.


PRODUZIR oito milhões de unidades de um único modelo é marco de respeito em qualquer mercado. 


No Brasil, o Gol conseguiu esse feito desde 1980, quando foi lançado ainda com motor arrefecido a ar. Depois, liderou vendas no País por 27 anos consecutivos, feito inédito. 

Hoje, voltou ao posto de automóvel de entrada da Volkswagen, posicionado pouco abaixo do preço do subcompacto up!.


PETROLÍFERA estatal da Argentina, a YPF, está de olho grande no mercado brasileiro de óleos lubrificantes. 


Chegou a ter 3,5%, baixou para 2% e pretende voltar a crescer. Segunda a empresa, duas décadas atrás os lubrificantes tinham cerca de 5% em volume de aditivos. 

Hoje, chegam a 25% na linha de topo, os sintéticos. A formulação é segredo de estado para essas companhias.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A Fiat registra crescimento das vendas com a venda do Mobi, que vem agradando no mercado. Mês passado, comercializou 6.562 no varejo, superando o VW up! até então a referência o segmento dos sub-compactos. A Audi está a um passo da autonomia com o sedan A8, o primeiro carro com Nível 3. Como Nível 4 o veículo anda sozinho. Já o Tesla 3,que custará R$ 112 mil, já está em produção e há 400 mil deles encomendados


Coluna nº 2.817 - 13 de junho de 2017
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Mobi agrada e cresce em vendas

Usualmente lançamentos de produtos provocam compras iniciais turbinadas pela emoção e após baixam à linha de normalidade, permitindo previsão de consumo pelo mercado.

O advérbio Usualmente é bem válido, e por presunção ocorrerá com o Renault Kwid a ser apresentado ao início de agosto. Mas há exceções, e o inusual ocorre com o concorrente Fiat Mobi, mais recente delas. 


Não se localiza com precisão a causa de sua baixa demanda inicial, mas com certeza resulta da soma de dois fatores: primeiro, o tíbio retorno da imprensa especializada, mídia gratuita e primeiro passo em lançamento de veículos, alguns textos contaminados pela má apresentação. 

Segundo, à mostra nova direção da FCA insistiu em juntar públicos não miscíveis: jornalistas especializados e novo segmento blogueiro. 

Este, dentro de sua especialidade superficial, nos canais sociais cobriu o lançamento exibindo fotos do tipo Eu e o Mobi, sem maiores informações quanto ao produto. 

Como adição, na festa de lançamento no segundo grupo viu-se o desconhecido, arrepios e abrasões. E pela aparente nova óptica suprimiu-se explanação técnica – exigência básica da primeira categoria, óbvia desnecessidade à segunda.

Outra parcela foi lançá-lo com o motor Fire 1,0 litro, 75 cv, quatro cilindros, em última evolução, fim de linha. Os dois eventos não instigaram os consumidores e em junho de 2016 o Mobi foi comprado em poucas 2.822 unidades. 

Logo, empresa aplicou como opção o novo motor Firefly 3 cilindros, também 1,0 litro, 6 válvulas, 72/77 cv e 10,4/10,9 mkgf de torque. 

Medida soprou ar favorável sobre o carro, fazendo crescer a demanda, sedimentando a consciência de ser adequado ao uso citatino, bem disposto, e até o momento o mais econômico do País.

Mais recente incremento é combinar o sistema automatizador antes chamado Dualogic e agora GSR, com aletas de acionamento apostas sob o volante, com motor tri-cilíndrico. 

O sistema inclui adjutório para identificar pressão no acelerador para ultrapassagens; busca marcha inferior e mantém o motor em alta rotação. No pacote manteve a função Creeping, para manobrar sem necessidade de premer o acelerador. 

Identifica a versão como Drive GSR, e o conforto da desnecessidade de múltiplos acionamento do pedal da embreagem no trânsito. Há versão com caixa de acionamento mecânico, 5 velocidades, com o antigo motor Fire.

Na ascensão, um ano depois registrou mês passado 6.562 vendas a varejo, bem superando o VW up! até então a referência num segmento muito particular do mercado, o dos sub-compactos. 

Aparentemente, houve lento entender do significado do produto, a consciência de não ser um Uno mais barato, apesar do nome bem achado para exprimir Mobilidade Urbana. 

É para andar nas cidades, parar nas vagas menores, cumprir agenda de solteiros ou famílias pequenas e com filhos de pouca altura, porta malas para necessidades especificamente urbanas. 

O motor Firefly de projeto novo é bem disposto, ávaro em consumo; freios bem dimensionados; estabilidade e acertos de suspensão primorosos, como o são os da marca; bom casamento entre motor e transmissão automatizada com passagem de marchas sem trancos. É um carro urbano. Andar na estrada é concessão, não é vocação.




Mobi, reagiu no mercado, liderou vendas do segmento em junho


Mais perto da autonomia
Audi apresentou em seu Audi Summit, uma reunião de tecnologia para mostrar conquistas a público externo, o sedã A8, primeiro carro com Nível 3 de automação produzido em série no mundo – o famoso andar sozinho é o Nível 4.

É evolução de tecnologias já disponíveis, factíveis por 12 sensores ultrassônicos, lendo placas de sinalização, faixas pintadas nas vias, tomando informações do curso dos carros à frente e atrás, radares e um scanner a laser.

Se a ociosidade fizer o motorista dormir, um alarme o despertará; em caso de situação de trânsito exigir sua atenção, dá alguns segundos para assumir o comando. 

Caso contrário, inicia diminuir a velocidade até parar no acostamento. É capaz de seguir com autonomia até os 60 km/hora. Pelo celular, de fora do carro, pode-se comandar seu estacionamento.

Sistema de varredura frontal adotado pelo Mercedes S há três anos foi incorporado, permitindo identificar buracos e acertar a suspensão para enfrentá-los e, como aprimoramento, radares identificam possibilidade de colisão lateral, elevando o carro em 8 cm, oferecendo à colisão a parte mais rígida da carroceria.

Mal e bem
Desgastado dito popular diz, há males que vem para o bem. Parece o caso deste e de outros Volkswagen – Audi é empresa VW,

Como consequência do Dieselgate, o escândalo dos poluentes motores diesel da marca, VW quer içar a bandeira da tecnologia disponível para reconquistar confiança.

A8 quase autônomo


Tesla inicia produção. Um novo tempo
Polêmico, o novo modelo Tesla 3 entrou em produção. É o primeiro elétrico a reunir características especiais como bom desenho, conforto, boa autonomia e bom preço - estimado em US$ 35 mil - equivalendo a R$ 112 mil. Acima de tudo conta com um enorme aval: há 400.000 - quatrocentos mil - pedidos sinalizados. 

O número é absolutamente invulgar na história da indústria automobilística e demonstra o acerto do caminho tomado pelo líder da companhia Elon Musk. É empresário vitorioso, dono do sistema de pagamentos internéticos Paypal.


Promessa de Musk é fazer o modelo inicial para atingir grandes números e grande massa de compradores, mudando o desenho dos usuários, ecologistas e ex-hippies.. Produção se inicia com enormes pulos: 100 unidades em agosto; 1.500 setembro; 20.000, em dezembro e projetados 500.000, em 2018. 

Atualmente, Tesla tem pequena fabricação e preços elevados, operando dentro do figurino dos outros concorrentes, como produto de nicho. Mas a instalação da nova fábrica quer mudar o panorama.


Início da produção foi antecipada em duas semanas por razões promo-sentimentais: a primeira unidade não foi separada para a garagem de Musk, mas comprada por Ira Ehrenpreis, diretor da empresa - vai presenteá-lo a Musk à data de seu aniversário, o 28 de julho marcando o lançamento do 3. 

O número não é gracioso. A relação de produtos Tesla, do sedã maior ao modelo conversível, todos tem traço de parte do time de design da BMW, contratado para formatar o produto. 

O 3 indica ser concorrente para a faixa de mercado onde estão BMW 3, Audis 3 e 4, Mercedes Série C, Jaguar F, e se afigura como concorrente ao BMW Series 3 All-Electric.


Como adequado a procedimentos vanguardistas Musk fez, por si só, pré apresentação: fotografou e mandou textos por tweeter

Pelas fotos foram mantidas as linhas do protótipo apresentado como atração às vendas; terá tração simples na série inicial; interior não revelado sabendo-se apenas de grande tela no painel de instrumentos; dois porta-malas; ausência de grade no painel frontal. 

Embora seja referência dos primórdios do automóvel, para caracterizar a tomada de ar para refrigeração do motor, é totalmente desnecessária com a nova arquitetura operacional. Lançamento formal ao final do mês.




Tesla 3. História do automóvel se desvia aqui.


Roda-a-Roda


Mais uma – Utilitários esportivos deixaram de ser mera opção de carroceria transformando-se em moda de larga duração. Ao momento representam nos maiores mercados ¼ das vendas totais no segmento de veículos leves. 

Todas – Aston Martin, Bentley, Jaguar, Lamborghini, Rolls-Royce, ícones de luxo e performance, características muito distantes do utilitarismo, aderiram à oportunidade de mercado.

Aliás
 - Lambo prepara o Urus, variação crossover para ser modelo de sua maior produção. Fábrica nova, negociada, incentivada, entende mercado do novo produto igual à soma dos demais modelos da marca ora em produção.

Ferrari terá SUV


À bala - Ao lançamento do Ferrari GTC4Lusso, com tração nas 4 rodas, perguntaram a Sergio Marchionne, CEO da FCA e da Ferrari, quando teria um SUV. Respondeu teatralmente: só se atirarem em mim.


Mudança – Parece, está comprando colete balístico. Revista inglesa Car revelou código de novo produto Ferrari: F16X. Um SUV. 

Divergiu da óbvia transformação do SUV Maserati Levante ou o Alfa Stelvio num Ferrari – embora plataformas e mecânica sejam idênticas. Quer se diferenciar por linhas e exclusivo motor V12.

Razão – Teria jeito acupezado, com ampla porta traseira em vidro, como evolução do esteticamente inexplicável e fugaz C4Lusso. 

O SUV deve substituí-lo em 2020. Porquê da mudança? Simples. Ferrari abriu capital, admitiu sócios - cobradores por mais lucros. É o segmento maior potencial de crescimento.


Desafio – Land Rover vive provocação séria: retomar a produção do Defender, seu modelo icônico, para trabalho, descontinuado em 2015 após seis décadas. Empresa adotou linha de ser cada vez mais automóvel e menos jipe.


Dificuldade – Problema maior é fugir da tentação de maquiar o velho Defender e, ao mesmo tempo provocar lembranças de compradores de mais idade e compatibilizar com exigências de novos clientes, mantendo a diferença de comportamento para não concorrer com a linha atual.


Opção – Fiat atravessa situação assemelhada: como mudar o picape Strada, líder em seu segmento, sem que o preço atinja o seu também picape Toro, o mais vendido do país? 

Protótipos tem sido construídos para encontrar caminho viável – e de custos contidos. Um deles utiliza a parte frontal do Mobi.


P'ra cima - Associação dos Fabricantes de Veículos revisou as projeções para o ano, considerados os últimos números de vendas no mercado externo e as exportações - caminho tomado pela empresas para evitar uma onda de desempregos e prejuízos ainda maiores. 

Para estas, imagina, atingir 705 mil unidades vendidas a outros países, expansão de 35%. Em termos de produção acredita em 2,62 milhões de unidades no exercício, crescimento de 21,5%. 

Segurança – Governo argentino quer pacote de segurança em todos os veículos produzidos no país. Reunião no palácio governamental, a Casa Rosada, acertou data de 1º de janeiro de 2018 para vigor. Dentre os equipamentos, o controle de estabilidade, ESP ou ESC.

Barreira – Empresas solicitam adiamento. No Brasil, com quem faz intenso troca-troca, tal obrigação vale apenas a partir de 2020. O lobby dos fabricantes daqui é mais efetivo e rápido.



Ação - Fez autoridades de trânsito ignorar recomendação da Organização Mundial de Saúde para adoção em todos os veículos produzidos mundialmente.


Solução – Ministério da Saúde deveria fazer carga pela adoção, para reduzir acidentes, danos físicos, e enormes custos bancados para recuperar feridos.


Case – Campanha de lançamento do Renault Kwid baliza sucesso: mais de 40 mil acessos diretos ao sítio da empresa; reservas com sinal superaram desconhecida meta da empresa; e há as feitas diretamente nos revendedores. Problema positivo, encomendas superam capacidade de produção.

Mercado – Dividirá mercado com VW up!, Fiat Mobi, Kia Picanto, Chery QQ.

Fórmula – Para diferenciar-se em consumo reduzido e maior rendimento, projeto focou na redução de peso. No emagrecimento voltou-se à solução tradicional francesa, três parafusos por roda. Aqui Dauphines, Gordinis e Ford Corcel, projetos Renault o utilizavam. E mono limpador pantográfico do para brisas.


Kwid. Baixo peso, muitas encomendas


Pimenta – Volkswagen apresentará versão Pepper em todas as suas linhas. Baseia-se em homônimo Fox. Pintados em branco, preto ou vermelho realça acessórios. 

Não há alteração mecânica. Marca a volta de Gustavo Schmidt à empresa, agora como Vice Presidente comercial. Agosto.

Caminho – Há cinco anos quem imaginaria o Brasil comprando auto-peças ou conjuntos completos da Índia. Pois o inimaginável ganhou forma: preço baixo permite BMW importar a moto 300R desmontada; Renault traz partes para o novo Kwid; motor 1,5, 3 cilindros Ford vem para equipar o novo Ford EcoSport.

Promoção – Adensar relacionamento, insuflar paixão e fidelidade à marca, vender produtos de moda ou motos novas. 

É o leque aberto pela Harley-Davidson em seu Garage Week, fim de semana de 14 e 15.julho em todas suas revendas, com food trucks, bandas de rock, barbearias, estúdio de tatuagem.


Ocasião - Como negócio, itens moda/moto e modelos Roadster, Fat Boy e Softail De Luxe aceitando usadas sobre valorizadas em R$ 5 mil. Até o fim do mês. 


Foco - Governo Federal agregou Itaipu nos grupos de trabalho encarregados de formatar a Rota 2030, nova política industrial a ser adotada ao final do ano. Criou sub grupo para veículos elétricos. Itaipu é uma pequena montadora de tais produtos.

Velhos – Resolução 661/17 do Contran define procedimentos para fazer baixa cadastral em veículos. 
Com mais de 10 anos de não licenciamento e 25 de produção serão rotulados Frota Desatualizada.

Situação - Proprietário sem tomar providências verá seu veículo baixado e sem registro no Renavam, ou seja, proibido de circular. Se o fizer, infração gravíssima, sete pontos a mais e R$ 293,47 a menos na Carteira.

Caixa – Medida tem caráter administrativo interno e agrada aos estados. Sensível percentual da frota deixa de recolher taxas de manutenção de cadastro – exceto MG onde o IPVA é cobrado sobre frota antiga -, rodando à margem das regras.

TAM – Passados 10 anos do acidente com o Airbus da TAM, saindo da pista em Congonhas, SP, e explodindo em chamas, matando 199 pessoas, não há sentença condenatória, apenas exceções pontuais.

Aéreo – Com a definição de cobrar malas despachadas, consequência nos aviões tem sido aumento de malinhas e sacolas como bagagem de mão – tornando insuficientes os bagageiros de bordo.

Soluções? - Reorganize – ou ocupe os primeiros lugares nas filas de embarque. Reclame. Transporte concedido nunca traz vantagem ao consumidor/contribuinte. Só a concedente e concessionário – vide as prisões dos operadores de ônibus no RJ.

Sentimental – Ex-dona tenta achar seu antigo Lada Niva. Estava em S Paulo, é grená, ano 1993/94 e placas LAB 7090. Sabe dele ? Informe à Coluna.

Aplicação – Após disparada de preço dos veículos colecionáveis no mercado dos EUA, resultados chegaram à Europa. No Índice de Investimentos de Luxo Knight Frank especializado em ativos de valor, cresceu 457%. Imóveis 20%. 

Visão – Andrew Shirley, consultor da empresa, ante visão distorcida de ganhos com ferros velhos, aconselha cautelas:

1. Nem todo modelo terá a mesma valorização;

2. Há custos significativos de armazenagem, proteção, seguros;

3. Compre o que gostará de possuir;

4. Veja o ganho de valor como um bônus.

Gente – Marco Antônio Lage, diretor da FCA, 245 na Fiat, resignou. 

OOOO Incompatibilidade entre o formulador de políticas de comunicação social, relações corporativas, sustentabilidade, e superior com visão teuto cartesiana. 

OOOO Mercado perde o melhor profissional do ramo, hábil a voos maiores, tipo Vale, Petrobrás, governo Temer. 

OOOO João Ciaco, diretor de publicidade, temporariamente duplicará funções. OOOO
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edita@rnasser.com.br 

Corrida de Stock Car, no Autódromo de Corvelo, no próximo dia 23, leva milhares a Minas Gerais pelo site da companhia portuguesa. com a 29ª edição do FESTURIS, de Gramado cada vez mais perto, o número de participantes cresce a cada mês





Stock Car movimenta MG


Coluna 

MINAS TURISMO GERAIS 

Jornalista Sérgio Moreira




Pelo segundo ano consecutivo, o autódromo de Curvelo recebe a prova da Stock Car, a mais cobiçada corrida de automóvel do Brasil.

O mais novo autódromo do Brasil, localizado em Curvelo, está passando por obras de melhorias para receber a sexta etapa da Stock Car 2017, no dia 23 de julho. 

Atendendo a solicitações de pilotos, da CBA e da Vicar, organizadora do evento, foi criado uma nova opção de traçado com mais segurança para os competidores. 

A mudança será no Setor Sul, mais precisamente após a saída da Curva 1. “Construímos uma alça variante ligando a saída da Curva 1 direto com a Ferradura, no miolo do autódromo”. 

Será uma nova opção de traçado com 3.330 metros de extensão que aumenta a segurança para carros rápidos como os da Stock e permite uma maior interação do público presente, pois teremos mais voltas em cada bateria. 


Autódromo dos Cristais

“O traçado reduzido elimina os riscos do trecho em declive e da curva do Pequí, que tem árvores protegidas por lei, próximas à pista” comentou Marco Túlio Ferreira dos Santos, proprietário e administrador do Circuito dos Cristais. 

"A alteração será muito benéfica, principalmente para os pilotos. No ano passado tivemos alguns incidentes nesse trecho e agora eles serão evitados", comentou o gerente Técnico, da Vicar, Jean Brambilla.

"A nova alça não altera em nada o antigo traçado de 4.420 metros de extensão, atendendo assim, a preferência de outras categorias", complementou Marco Túlio. 

Informações e ingressos http://www.stockcar.esp.br/#home
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sergio51moreira@bol.com.br

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Clientes gaúchos, de Pelotas, dos lubrificantes automotivos YPF assistem palestra do piloto César Urnhani, no próximo dia 18, dentro do Programa Troca Bem. Inscrições pelo telefone: 53-3284-5050.



A YPF dá continuidade a seu programa "Troque Bem", na cidade gaúcha de Pelotas, onde pretende reunir profissionais das empresas distribuidoras dos lubrificantes automotivos da estatal argentina e de oficinas mecânicas da região.

O encontro faz parte da terceira etapa do “Troca Bem” que o embaixador da YPF no Brasil, piloto de testes do programa Auto Esporte da Tv Globo, César Urnhani está realizando em empresas distribuidoras dos lubrificantes da marca.

César Urnhani receberá os convidados para uma noite especial com palestras, brindes e promoções exclusivas, em Pelotas – RS, no próximo dia 18 de Julho, às 20 horas, no SESI – Av. Bento Gonçalves, 4.823.

“A palestra do César focada em sonhos, conquistas e superação é uma mensagem muito alinhada e necessária ao momento que vivemos no país”, conta Flávia Simeoni, gerente de Marketing da YPF.

Os proprietários de oficina de troca de óleo, interessados em participar do evento em Pelotas podem fazer contato pelo telefone (53) 3284-5050.

terça-feira, 11 de julho de 2017

20170706 111448 1 Presidente da YPF do Brasil, Ramiro Ferrari, explica ao Blog do Arnaldo Moreira como funciona o processo autolimpante dos dutos da refinaria de lubrificantes em La Plata que garante o alto padrão do óleo produzido na fábrica, durante a visita realizada no último dia 6, à Argentina.

Tem dúvidas sobre o tipo de óleo mais adequado para o motor de seu carro? A YPF oferece aos profissionais que operam, nos postos e oficinas mecânicas, a troca de óleo dos veículos de seus clientes, e ao público consumidor uma linha direta que esclarece de imediato todas as dúvidas. Basta ligar gratuitamente no 0800 70 30 990 Assista o vídeo de Flávia Simeoni falando sobre o projeto Troca Bem




Texto: Arnaldo Moreira

Uma pergunta, leitor: Você está certo de que o óleo que usa no motor de seu carro é o mais adequado? A mesma dúvida teve a YPF do Brasil. 


Para responder a essa questão, a petroleira realizou uma pesquisa para avaliar o nível de conhecimento de frentistas e mecânicos sobre os tipos de lubrificantes certos para cada veículo, em todo o País. 

A resposta nada animadora levou YPF a criar dois programas de esclarecimento sobre o uso do óleo certo para cada motor.

O "Conte com a YPF" que oferece aos profissionais que operam, nos postos e oficinas mecânicas, a troca de óleo dos veículos de seus clientes, uma linha direta e gratuita que esclarece de imediato todas as dúvidas

Basta ligar gratuitamente no 0800 70 30 990, opção 3, de 2ª a 6ª feira, das 08h30 às 17h30. O atendimento também é feito pelo WhatsApp 11 97188-5773 ou pelo e-mail, contecomypf@ypf.com.

O profissional é atendido por um técnico da YPF que o esclarece suas dúvidas sobre especificações de lubrificantes, homologações de montadoras, recomendação do lubrificante mais adequado para o motor em que estiver trabalhando naquele momento, ou qualquer outra.

Esse mesmo número atende também os consumidores finais, principais interessados e os mais prejudicados com o uso de lubrificantes que não garantam um bom funcionamento dos motores de seus carros.



Troca Bem
O outro programa é o "Troca Bem" que é comandando pelo piloto e comentarista automotivo do programa Auto Esporte, da TV Globo, César Urnhani, que percorre o País com a equipe da gerente de Marketing, Flávia Simioni, realizando palestras para profissionais ligados à área de lubrificantes, oficinas, distribuidores e consumidores finais.

Nas palestras, César Urnhani, que é o embaixador da YPF no Brasil, se reuniram para ouvir as palestras motivacionais do embaixador da marca e também conhecer melhor as linhas de produtos YPF. 

Os eventos do Troca Bem são gratuitos, bastando os clientes se cadastrarem nos telefones de contato de cada região onde se realizam.

“Foi uma experiência muito gratificante para nós e para os nossos clientes. A palestra do César que fala de sonhos e conquistas é uma mensagem de otimismo e determinação, num momento tão necessário. E esse clima combina com o que a YPF está construindo no mercado brasileiro. Os resultados dessa ação foram concretos e mensuráveis o que nos anima a prosseguir a promoção no ano que vem, com a expectativa de resultados ainda melhores”. conta Flávia Simeoni



A gerente de Marketing e Assistência Técnica da YPF, Flávia Simeoni, revelou que a companhia constatou uma forte ausência de suporte técnico e de treinamento insuficiente e adequado para que os profissionais tenham possam fornecer a informação correta e o produto que atenda seus clientes satisfatoriamente.

A executiva da YPF constatou no mercado a falta de uma empresa que se torne referência e possa atender e responder toda e qualquer dúvida técnica que apareça no dia a dia dos profissionais da área de lubrificação.

"Essa empresa é a YPF. Queremos estar mais perto, ajudar, fazer do desafio desses profissionais o nosso”, ressalta Flávia, ao comentar que em apenas sete dias do Conte com a YPF foram atendidas várias dezenas de esclarecimentos, "o que nos garantiu a continuação do programa".

Assista o vídeo de Flávia falando sobre os programas:

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