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sexta-feira, 2 de março de 2018

O automóvel que o mercado americano arruinou em 1949. A responsável foi a "Consumer Reports" que fez um artigo detonando o Subaru 360, um carro que custava apenas US$ 1.297 e percorria 66 milhas (70,554 km) com um galão (3,8 litros) de gasolina. A revista considerava o carro japonês "não aceitável".



Em 1949, na reconstrução pós Segunda Guerra Mundial, o governo japonês criou o Kei car, também conhecido por keijidōsha (veículo com motor leve), um automóvel de pequenas dimensões e de baixo custo.

Após a consolidação dos regulamentos que um K-car deveria respeitar, em 1955, que ditava que o estes teriam no máximo 360 de cilindrada. Três anos volvidos, a Fuji Heavy Industries introduz no mercado o Subaru 360.


O 360 foi o primeiro K-car a ser produzido em massa, herdou a construção unibody do Subaru 1500 Sedan e oferecia lugar para quatro passageiros, a Fuji certificou-se de que o 360 era leve, empregando um teto em fibra de vidro. Apelidado de “Ladybird”, o 360 foi um sucesso no mercado doméstico, tornando-se o carro Kei mais popular à época.


Era um modelo que se adequava perfeitamente ao Japão, dada a sua densidade populacional incrivelmente alta e as ruas pequenas, mas perdia em comparação com automóveis americanos da mesma época, que foram projetados para percorrer longas distâncias, sendo alimentados por motores de seis e oito cilindros e onde os condutores beneficiavam dos preços baixos praticados nos combustíveis.


Tal conjuntura levar-nos-ia a pensar que o Subaru 360 não teria saída no mercado dos EUA, se não fosse Malcolm Bricklin, que ficou intrigado pelo facto deste modelo da marca japonesa pesar apenas 385 kg, não precisando de ser federalizado para ser comercializado e era um automóvel de baixo consumo. 



Estas características levaram o empresário americano a pensar que o “Ladybird” teria um sucesso rotundo no mercado americano.

Bricklin e Harvey Lamm criaram a Subaru of America em Fevereiro de 1968, em Filadélfia, com o objectivo de importar o pequeno 360. 
Anunciado como sendo “feio e barato”, a entrada do Sabaru 360 no mercado americano foi uma catástrofe. 


O 360 custava menos de 1.300 dólares e embora o Volkswagen Beetle fosse umas centenas de dólares mais caro para os americanos a escolha entre os dois era óbvia.

Todavia que ditou o destino do 360 foi uma crítica feita pela Consumer Reports, que rotulava o Subaru como “não aceitável”. 


A revista ridicularizou o automóvel dizendo que em 37,5 segundos atingia apenas 50 mph, a sua condução em estradas que permitiam andar a maior velocidade seria problemática já que atingia apenas os 96 km/h.


Numa entrevista dada recentemente à Automotive News, Bricklin relembrou o dano causado pelo artigo da Consumer Reports: “Alguém me ligou e perguntou: Já viu a Consumer Reports?” Eu perguntei: “O que é a Consumer Reports?”. 
“Bem estamos na capa do Consumer Reports com um artigo que diz que o 360 é uma porcaria comparado com um Cadillac.” 


A revista tinha na altura uma tiragem de meio milhão de exemplares e era lida por todos os vendedores de automóveis.

Fonte: Motor24

quinta-feira, 1 de março de 2018

Estreia do Cronos, versão sedã do Argo, é um bom exemplo do grau de sofisticação da oferta de produtos no mercado brasileiro.




Alta Roda                

Nº 982 — 1/3/18

Fernando Calmon





VIDA DURA



Estreia do Cronos, versão sedã do Argo, é um bom exemplo do grau de sofisticação da oferta de produtos no mercado brasileiro. 

Os sedãs compactos, onde se enquadra o novo modelo da Fiat, representam 15% das vendas totais, praticamente a mesma importância de todos SUV somados que, no ano passado, alcançaram 16%. 

Só entre os produzidos no Mercosul há 13 opções com entre-eixos curto (2,49 m, Fiesta), médio (2,52 m, Cronos) e longo (2,65 m, Virtus). 

E novas opções continuarão a chegar, a exemplo do Toyota Yaris sedã, no final do ano. Portanto, as comparações apontam certa complexidade.

O mais novo sedã compacto se diferencia da sua versão hatch pela parte frontal exclusiva. Embora Sandero e Logan também sigam esse caminho, o resultado estético ficou bem harmonioso. 

A traseira é o seu ângulo mais bonito. Há bom espaço no porta-malas (525 litros), além de ótimo vão e grande ângulo de abertura da tampa. 

Mas, as dobradiças longas podem amassar a bagagem, dificuldade recorrente em sedãs menores, embora o Virtus tenha solucionado, em parte, o problema. Molas a gás resolveriam, a custo maior.

Espaço interno ficou compatível com o líder do segmento, o Prisma. Destaque para pernas e cabeças no banco traseiro. Perde, no entanto, para Versa e Virtus, em especial. 

Painel apresenta desenho moderno, três saídas de ar centrais, mas sistema multimídia, embora fácil de operar e bem localizado, não fica embutido no painel como em alguns concorrentes. Bancos firmam bem o corpo. Pedaleira provoca interferência com o console de assoalho.

Dois motores estão disponíveis: 1.350 cm³ (109 cv/etanol) e 1.750 cm³ (139 cv/etanol). O primeiro se destaca por baixo consumo de combustível e pode vir com caixa automatizada de uma embreagem. 

Cronos pesa apenas mais 10 kg que o Argo e, assim, desempenho é razoável. O segundo, além de câmbio manual, oferece um automático convencional de seis marchas, mostra agilidade, mas consumo deixa a desejar.

Calibragem fina das suspensões é ponto alto do carro, mesmo ao utilizar a opção de rodas de 17 pol. de diâmetro. FCA, em Betim (MG), utiliza um simulador de última geração – que chama de banco elastocinemático – para ajudar no acerto de dirigibilidade, máquina única no hemisfério sul. Na Itália, só a Ferrari possui o mesmo equipamento.

O carro é bem equipado, inclusive opção de câmera de ré com linhas de trajetória, em geral existentes em modelos maiores e mais caros. 

Controle de estabilidade está em toda a linha, menos nas duas opções mais baratas. Bolsas de ar laterais dianteiras são opcionais por R$ 2.600,00 e só com o motor mais potente. 

No total há cinco versões, três delas com motor de menor cilindrada que devem responder por dois terços das vendas. Preços básicos variam de R$ 53.990 a 69.990,00.

Outra vez há conflitos dentro da gama Fiat. Grand Siena, por exemplo, teve preço rebaixado para menos de R$ 50.000, o que atrapalha o Cronos, porém deve ter vida curta. 

Por outro lado, uma das versões do novo automóvel é mais barata que o Argo. Para tornar a vida do novato mais dura, a Precision (de topo), passa de R$ 82.000, incluídos opcionais, sem chance de enfrentar Virtus ou City.
RODA VIVA

SALÃO de Genebra, de 8 a 18 de março, mostrará o equivalente ao VW T-Cross, no caso o SUV Skoda Vision X Concept, de mesma distância entre eixos do Virtus. 

Linhas terão alguns disfarces e versão definitiva estreia em outubro, no Salão de Paris, enquanto o T-Cross, estará no Salão de São Paulo, em novembro. Já o Tiguan, importado do México em breve, terá versões de sete e também (a Coluna antecipa) de cinco lugares.

INVESTIMENTO da GM em São Caetano do Sul (SP), sua unidade industrial mais antiga no Brasil, chama atenção em um momento de grande ociosidade da indústria automobilística. País pode fabricar até 5,5 milhões de veículos/ano, mas, em 2018, no máximo, 3,1 milhões. Com a ampliação, capacidade da GM subirá de 250.000 para 330.000 mil/ano.

AMAROK V-6 diesel transformou a picape média da VW em um veículo mais rápido que a maioria dos automóveis comuns. Afinal, são 225 cv, 56,1 kgfm e aceleração de 0 a 100 km/h em 8 s. 

Como desloca uma massa, em ordem de marcha, perto de 2,2 toneladas, precisa de moderação ao acelerar. Preço ajuda a pensar: R$ 184.990.

CONSTATAÇÃO interessante: fabricantes japoneses têm infraestrutura e tecnologia de sobra para investir em carros autônomos e trabalham nisso com afinco. 

Entretanto, no seu mercado interno o tema parece empolgar pouco os motoristas. Na pesquisa publicada na Coluna da semana passada, Japão nem aparece entre os 20 países mais “ansiosos”.

AVANÇO de carros elétricos nos EUA será bastante lento. Segundo Mike Jackson, presidente da AutoNation, maior rede de concessionárias do país, eles responderão por algo entre 15% e 20% das vendas totais em 2030. 

Participação muito inferior ao projetado (sem confirmação...) na Europa. Jackson costuma acertar previsões por ouvir de perto os compradores.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Ford vale-se da pré-venda, do Mustang, que será mantida neste mês de Março, e sai na frente, em fevereiro, na comercialização dos carros esportivos e esportivos premium no Brasil. O Mustang custa R$ 299.900,00. O carro vem com motor V8, de 5 litros, e 466 cv com câmbio de 10 velocidades



O Ford Mustang fechou mais um mês na liderança do segmento de carros esportivos e esportivos premium em fevereiro. 


Desde a abertura do programa de pré-venda, em meados de dezembro, o modelo agora passa de 200 unidades comercializadas, o equivalente a cerca do dobro da somatória de todos os concorrentes da categoria no mesmo período. 

Nesse grupo estão incluídos modelos como Camaro, Mercedez-Benz AMG e SLC, BMW M6, Audi TT e Porsche 911.

A pré-venda do Mustang continua até o final de março, com um sistema de atendimento exclusivo feito por meio do site www.mustangford.com.br e nos distribuidores da marca. 

Oferecido na versão GT Premium, topo de linha, o esportivo tem preço de lançamento de R$299.900 e a reserva é feita com o pagamento de 10% desse valor. As primeiras unidades começam a ser entregues aos proprietários no Brasil no final deste mês.

Esse resultado é comemorado pela marca, que criou um processo diferenciado para a comercialização do modelo e também reservou um presente especial para os compradores do primeiro lote: um capacete de edição limitada assinado pelo piloto Dan Gurney, lenda do automobilismo.

“O Mustang tem encontrado uma grande aceitação entre os consumidores brasileiros, mostrando a força da sua marca”, diz Fernando Pfeiffer, gerente de Produto da Ford. 

“Mais que isso, os fãs vão se surpreender com o desempenho e conteúdo de inovação que ele traz na nova geração”, acrescentou.

Entre as novidades, estão o painel configurável de 12 polegadas totalmente digital, o sistema eletrônico de preaquecimento dos pneus traseiros (Line Lock) e a central multimídia SYNC 3. 

Ele também vem com faróis e lanternas de LED, acesso inteligente por sensor, botão de partida e tecnologias avançadas de assistência ao motorista. As rodas de 19 polegadas e o aerofólio traseiro destacam a sua esportividade.

O desempenho do Mustang GT é um capítulo à parte, com o poderoso motor V8 5.0 de 466 cv e transmissão automática de 10 velocidades com opção de trocas no volante. 

“O Mustang é um ícone de esportividade e liberdade, que desperta entusiasmo e emoção em todas as partes do mundo. O Brasil agora estará oficialmente integrado a esse grupo”, completa Pfeiffer.

VW Amarok tem força de trator, velocidade e arrancada de esportivo e tecnologia e multimídia das mais avançadas e amigáveis. Março é o mês do Salão de Genebra e Outubro da venda dos elétricos Zoyte. Mas, quem diria, os chineses acionistas da Mercedes...


Coluna nº 0918 - 1º de Março de 2018
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Amarok V6: mais potência, mais freios, mais clientes
Amarok V6, mais potente e veloz do mercado



Volkswagen lançou comercialmente versão com motor V6 de sua picape Amarok. 3,0 litros de deslocamento, 225 cv e 550 Nm em torque – 56,1 kgmf pela medida antiga e mais conhecida. 

Se a anterior, mantida em linha, L4, 2.0 e 180 cv oferecia bom comportamento dinâmico, expandir o motor em 50% abre distância, e a união de características aproximam-no dos automóveis, distanciando dos caminhões. 

Para acelerar, 0 a 100 km/h em 8s – medida de automóvel de respeito; para frear, idem, em freios a disco nas quatro rodas, com exclusivo ABS off road.

Tração total automática, transmissão hidráulica com oito velocidades. O sistema de direção, mais preciso, adéqua-se ao conjunto de performance.

Não é para arrancar toco; levar mudas de café às beiradas das matas ciliares no Espirito Santo; carregar transformador para reparar linha de transmissão elétrica nas grimpas de algum morro; ou trabalhar em garimpo. 

Não há impedimento mecânico, mas o há pela configuração e preço: a versão V6 é apenas encontrada padrão elevado de decoração e conteúdo, bancos com regulagem elétrica, revestidos em couro, o sistema de infodivertimento mais completo do segmento, liderado por tela com 16 cm, câmera de ré, traçam seu destino. 

Não é para peão, mas para fazendeiro ou seu herdeiro agroboy. Este, aliás, deve ser o maior usuário de outra habilidade do Amarok: ao premir um botão muda-se a pressão dos turbo compressores, obtendo-se 10 % adicional em potência. 

Dura apenas 10s, bastante para superar dificuldades imprevistas. Sistema foi pioneiramente aplicado nas picapes Mitsubishi L200 feitas no Brasil, e Fiats com motor 1.4 turbo, mas faz a maior presença.

Motor apresenta características modernas, com injeção direta de diesel sob elevada pressão e turbos com geometria variável. Nele, comandos acionados por corrente, afastando o pesadelo das quebras das correias dentadas nos motores L4.

É produto curioso, desafiando a lei da obsolescência do estilo, segundo a qual veículos devem mudar de carroceria a cada 8 anos. 

O Amarok tem mais e apenas passou por sutil mudança estética. A versão V6 não motivou alterações, e mesmo assim a picape VW levou, pela segunda vez, e com exclusividade, o IPUA 2018 – prêmio de Picape Internacional do ano. 

Fundiu a cuca dos formuladores de produto dos concorrentes, em especial os líderes de mercado neste segmento médio, Toyota Hilux, Chevrolet S10 e Ford Ranger.

Empresa fez pré série com 450 unidades vendidas num dia, acertando em formulação e preço – R$ 185 mil, considerado excepcional se comparado com líder no mesmo padrão de decoração: Toyota HiLux a R$ 192 mil.


O argumento de ter força, rapidez e velocidade; aparato eletrônico de segurança, incluindo freios para descidas; volume de equipamentos e acessórios; excelentes bancos dianteiros, deve ser ouvido pelos interessados.

Do Amarok sete versões, incluindo chassis, cabine simples, dupla, motores com 140 cv e 340 Nm, 180 cv e 42,8 kgfm, e o V6 com 225 cv de potência.

Não é produto para volume, versão V6 tem vendas projetadas de 30% do mix, mas Pablo Di Si presidente da VW na América Latina, crê num puxador de vendas pela exclusividade do V6, da potência e torque superiores aos concorrentes. Hoje, o Amarok está em 4° lugar.



O bom Salão de Genebra
Quem conhece, reconhece: Genebra tem o melhor Salão de Automóveis da Europa. Contido, bem dividido, permite ser observado em dois dias sem maior sacrifício. Frankfurt ou Paris, em alternância, exigem fôlego para percorrer, em media, 14 km de alamedas.

Nesta edição, aberta à Imprensa, na terça-feira, 6, e a público de 8 a 18 de março, são esperados 10 mil jornalistas nos dois primeiros dias, e 700 mil visitantes interessados nos 180 exibidores, 900 veículos expostos, 110 em apresentação europeia ou mundial, com ênfase à crescente onda de Super Carros. 

No dia de abertura, entrevistas com CEOs a cada 30 minutos, e as mais aguardadas são as do sempre novidadeiro Sergio Marchionne, da FCA; do presidente da Volkswagen sobre os efeitos do Dieselgate em sua companhia e, nesta edição, do número 1 da Mercedes, para explicar a venda de quase 10% da empresa a um chinês.

Dia 5, os 60 jornalistas integrantes do Car of the Year, mais prestigiosa láurea na indústria automobilística europeia, escolherão o veículo mais representativo do ano. 

Dos 37 veículos listados e aprovados na primeira semana de testes de estrada, numerosas avaliações, e a última bateria de avaliações nas proximidades de Paris, contando com os fabricantes para aclarar dúvidas – e fazer lobby -, depuraram-se sete finalistas: Alfa Romeo Stelvio; Audi A8; BMW Series 5; Citroën C# Aircross; Kia Stinger; Seat Ibiza; Volvo XC40. Resultado incógnito, mas a julgar pelos prêmios recentemente recolhidos, chances há de o SUV Alfa ser o vencedor.

Em outubro, os elétricos Zotye

Prometida operação comércio/industrial da chinesa Zotye terá início em outubro com venda de dois modelos: o urbano E200 e o sedã 4 portas Z500 EV. Picape Stark, produzido pela catarino/cearense TAC, quase comprada pela Zotye, e motonetas elétricas como divulgado anteriormente, foram descartados. Aquisição da TAC não se viabilizou, e o projeto solitário tomou outro caminho.

Negócio principia com a homologação dos veículos junto ao governo brasileiro e pequena importação de lote completamente montado, à espera da definição conceitual do governo federal em nova legislação hoje gestada sob o carimbo de Rota 2030. 

Ali, estarão os parâmetros para a indústria, desenvolvimento tecnológico, incentivos para alcançá-los, incluindo tributação sobre híbridos e elétricos. 

Após incremento em volumes e, acredita, até o final de 2019 te-los-á montados no Brasil em crescente agregação de partes nacionais. Segundo Cadu Barbosa, diretor da Zotye para relacionamento governamental, tal índice deverá atingir 70% em 5 anos.

A fábrica em instalação em Goianésia, GO – a 180 km ao nordeste de Goiânia – galvaniza um processo industrial atraindo instalação de fornecedores de auto partes – baterias, eletrônicos, pneus, etcccc - e a formação do Parque Industrial Automotivo de Goianésia.

Os produtos
O E200 é um sub compacto – veja-o como o Smart Fortwo da Mercedes : 2,73 m de comprimento; 1,60m de largura; 1,81m entre eixos. Motor elétrico com 81 cv, velocidade final de 120 km/h, autonomia de 180km/carga, interior refinado em decoração e conectividade.

Quanto ao Z500, está em outro oposto do mercado. Grande para os padrões nacionais em 4,75m e 2,75m de entre eixos, tem motor com 128 cv, e autonomia de 250 km/carga.

Zotye Z500, vendas em outubro.


Os chineses, quem diria, sócios da Mercedes
Notícia surpreendente, um chinês comprou 9,69% das ações da Daimler, controladora da Mercedes. É Li Shufu, comandante e principal acionista da China Zhejiagn Geely Holding Group, proprietário de, por enquanto, quatro marcas de veículos: Geely; London Taxi; Volvo; Lotus. 

Com US$ 9 Bi tornou-se o maior acionista individual do fabricante de Mercedes automóveis, caminhões e vans. Em segundo lugar no controle acionário da empresa está Kwait Investment Authority, com 6,8%.

Na prática, conseguiu seu objetivo – ter acesso à tecnologia de carros elétricos Mercedes. Indelineável separação entre pessoa física, holding, e empresas controladas, quer lançar marca própria nos EUA, carro luxuoso, sob a marca Lynk&Co, e produzir veículos autônomos com base Volvo.

Os Xing-Ling, com insuspeitado poder, vem-se espraiando pelo mundo. Há dois anos, propuseram assumir 30% da PSA – Peugeot Citroën DS -, forçando o governo francês a associar-se para evitar o controle estrangeiro sobre a pioneira marca. 

E neste turvo mundo das finanças empresariais, dizem-nos aptos a adquirir a FCA – Fiat Chrysler Automobiles, empresa assumindo feição financeira e controladora de dezena de marcas, nas quais a cada dia se percebe o fazer automóveis apenas como negócio sem causa.

Mas vale o registro da surpresa, de alguém preencher o cheque de US$ 9 Bi de sua conta pessoal. Não foi associação, fusão, troca de ações, mas negócio de compra, um saque da conta bancária.

Roda-a-Roda

SIM? – Luca de Meo, executivo, carreira rápida na Fiat e atualmente na VW, onde preside a espanhola Seat, declarou ao jornal Expansión, estudos da marca para vender e produzir carros na América Latina. 

Seat vende no México e esteve na Argentina e Brasil ao início dos anos ’90, deixando os dois mercados sem maiores explicações e clientes pouco felizes.

Não – André Senador, diretor de Assuntos Corporativos na VW Brasil, consultado, desconhece a pretensão. Marca pertencente ao conglomerado VW, para produzir localmente seria em instalação industrial Volkswagen.

Difícil - Seat não está no radar de produtos da VW do Brasil, às voltas com muitos lançamentos. Importador independente não parece opção.

Começou – Citroën iniciou produzir na Argentina seu sedã C4 Lounge. Lançamento dia 14, vendas em seguida.

Dúvida – Renault inaugurará fábrica de peças e motores à base de alumínio. Até agora não conseguiu confirmar presença do presidente Temer.

Mimo – Compradores da pré-venda de Fords Mustang levarão brinde adicional: capacete cópia do utilizado pelo piloto Dan Gurney à apresentação do modelo em 1964. 

Opção – Décima quarta iniciativa de divulgar veículos e serviços elétricos entre 18 e 20 de setembro, no Transamérica Expo Center, S Paulo, SP.

Mercado - É o Salão Latino-Americano do Veículo Elétrico, agora organizado pela NürbergMesse, mais uma empresa alemã de organização de eventos chegada ao Brasil.

Jogo duro – Nissan avisou produzir nova geração do utilitário esportivo Terra sobre chassis tradicional, de longarinas e travessas. 

Parece retrocesso, em especial pelas ásperas sensações de condução, mas empresa quer fazê-lo a partir da China e suas descompromissadas condições. Com ele, inicia nova divisão de negócios, de comerciais leves.

Nissan Terra, volta ao uso de chassis


Melhor – Pirelli foi escolhida Fabricante de Pneus do Ano, na Expo Tecnologia de Pneus, em Hannover, Alemanha. Pesaram para a depuração o foco nos pneus Prestige, para veículos de alto valor; maior número de homologações –cerca 2.000; parcerias com 28 universidades; e o lançamento do Connesso.

Novidade – O Connesso é um pneu transmissor para celular ou nuvem, de informações com análise de dados de pressão, temperatura e desgaste.

Democradura – Parece descrição do fim do governo revolucionário, mas é apenas apreciação sobre as cores mais vendidas de automóveis em 2017. 

A ditadura do Preto e do Prata deu abertura ao Branco, agora líder. 78% dos veículos de 2017 foram pintados nestas cores.

Como é - Branco liderou com 40%; preto e prata em segunda posição, seguidos por marrom, verde e vermelho, segundo análise da fabricante BASF.

Verdade – Resumo do negócio, quanto menor o automóvel, mais viva a cor.

Mais luz - Phillips inicia vender lâmpadas com até 3 mil horas de vida – usuais oferecem apenas 700h. É a LongLife EcoVision, boa para veículos com larga rodagem diária.

Há nos tipos H1, H4, H7 e H11, aplicáveis à grande maioria da frota nacional. Custa uns R$ 25, e as comuns em torno de R$ 17.

Negócio – BP/Castrol e Renault firmaram entendimento através da Renault Sport Racing, departamento esportivo da marca, incluindo Fórmula 1 e Alpine. Patrocínio, fornecimento de combustível e lubrificantes, desenvolvimento.

De cá – Óleos BP/Castrol serão primeiro abastecimento, como equipamento de fábrica, e recomendados nas trocas em todos os Renault, Nissan, Mitsubishi. Tremendo mercado, ano passado venderam 11 milhões de unidades.

E? – Capital não tem coração ou patriotismo. A Renault é das mais antigas marcas francesas, mas o patrocínio é britânico…

Gente – Rodrigo Soares, executivo, desafio. 
OOOO De gerente de Vendas a nº 1 em comunicação e imprensa Porsche. 
OOOO Boa base acadêmica, era da Mercedes-Benz onde implantou MB Challenge – as corridas com carros da marca. OOOO Do ramo, conhece o produto, exigências nem sempre consideradas na contratação de executivos como interface a público interessado, como o é o de jornalistas especializados. OOOO


Projeto da Factory 56 para re inventar a construção do automóvel 


Factory 56, o automóvel recomeça
Uma proposta com cunho histórico e atualização industrial iniciou ser tocada pela Mercedes-Benz Cars, a divisão de automóveis da corporação Daimler. 

Empresa fixou a pedra fundamental e em paralelo á construção principia moldar métodos e equipamentos direcionados às novas exigências mundiais de ecologia e informatização no projeto e construção de automóveis. 

Pretende a Mercedes repetir fato gravado na história, a produção do primeiro veículo auto móvel o Patent Wagen, de 1886. 

Markus Schäfer, membro do Conselho da Mercedes-Benz Cars, Produção e Suprimentos, sintetizou a importância da empreita: Como inventora do automóvel, estamos reinventando a produção.

Vista como apta a ser a mais moderna do mundo, a Factory 56 engloba a síntese de três conceitos: Digital, Flexível, Verde, e com foco sobre as pessoas. 

O rótulo pretende identificar um novo conceito de construção dentro das exigências para a futuro, em meio à atual demanda por enormes mudanças quanto aos métodos de projeto e fabricação. 

Quer corporificar as três tendências, ser consistentemente digital, flexível, e com processos rotulados de verdes, criados e implantados com proteção à ecologia e meio ambiente.

A iniciativa recebeu, à cerimônia de fixação da pedra fundamental, importante manifestação de reconhecimento oficial. 

A dra. Nicole Hoffmeister-Kraut, ministra da Economia, Trabalho e Construção Habitacional de Baden-Württenberg, estado no sudoeste alemão, a 35 km de Sindelfingen, onde está a sede da Mercedes, comemorou a entronização da pedra fundamental e a construção da nova usina no estado, como local privilegiado para a indústria a longo prazo, garantir a prosperidade do país através da função das indústrias em produção e mobilidade do futuro, ressaltando a tarefa do Estado em apoiar tal inovação.
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BMW fará uma retrospectiva histórica de seus carros, sem esquecer o MINI Cooper S e icônicas motocicletas que nasceu há 55 anos, na Techno Classica 2018 que acontecerá na Alemanha




São Paulo, 1º de março de 2018 — A estreia do BMW M1, há 40 anos, e os "grandes coupés" da marca de 50 anos atrás, como o BMW 2800 CS. 


Esses são apenas alguns dos destaques da retrospectiva histórica do BMW Group na Techno Classica 2018, a exposição de carros clássicos mais famosa do mundo, que ocorre de 21 a 25 de março na cidade de Essen, na Alemanha. 


A 30ª edição da feira mostrará em detalhes o primeiro M1, que misturava a ousadia da estética italiana com a precisão da engenharia alemã. 

O carro desenhado por Giorgio Giugiaro tinha só 1,14 metros de altura, mas o prazer ao volante era imenso: o motor seis cilindros de 277 cavalos de potência o levava à velocidade máxima de 260 km/h - o esportivo homologado para as ruas mais veloz da Alemanha à época. 


Uma década antes, a linha de carros da marca era dominada pelos faróis duplos e amplos capôs característicos dos grandes coupés. 

Um deles foi o BMW 3.0 CSL ("Coupé, Sport, Lightweight"), duas portas, que venceu seis títulos europeus em campeonatos de gran turismo no ano de 1979. 


A MINI, por sua vez, relembrará o nascimento de uma lenda esportiva: o MINI Cooper S, lançado há 55 anos para cativar os motoristas com veia esportiva e os fãs de rallye. 

A versão mais poderosa do veículo gerava 75 cavalos e conquistou nada menos do que três vitórias no rallye de Monte Carlo, nos anos de 1964, 1965 e 1967. 

A lista de veículos expostos na feira compreende um total de 32 veículos e quatro motocicletas clássicas do BMW Group. Para mais informações sobre a BMW Motorrad no Brasil acesse: www.bmw.com.br.


BMW apresenta sua coleção Lifestyle Active com peças de roupa para diversas estações, camisetas, moletons, bonés, colete de meia estação, cantis de diversas cores, mochila. Tudo à venda nas concessionárias da marca



São Paulo, 1º de março de 2018 — A BMW do Brasil acaba de apresentar a coleção Lifestyle BMW Active, voltada para quem tem um estilo de vida ativo e independente, com produtos que se destacam pela alta qualidade, visual diferenciado e liberdade de movimento ideais para o esporte ao ar livre.

As peças da coleção BMW Active trazem o padrão Erkölnig, explorando as cores azul e oliva, bem como elementos de design refletivos na cor amarela para a segurança no escuro.  Uma discreta imagem da marca aparece nas peças.


Precisa de uma roupa leve para caminhar? A camiseta funcional BMW Active (R$ 358) apresenta tecido de secagem rápida com acabamento anti-pilling e um toque especialmente macio graças ao acabamento em carbono, além de estampa refletiva nas costas, que aumenta a segurança e valoriza o visual.


Disponível nas cores azul e oliva, a Garrafa BMW Active (R$ 209) comporta 500 ml e é ideal para bebidas quentes e frias. 

O aço inoxidável de alta qualidade é leve e adequado para viagens, com rápida lavagem e sem odores, ao contrário do plástico. O logo da BMW é gravado a laser sobre a tampa.


Para proteger do sol, o boné esportivo BMW Active (R$ 175), unissex, é feito em poliéster com proteção UV (30+) e faixa para absorção de suor de secagem rápida. Confortável e estiloso, ele traz o logotipo da marca bávara estampado em 3D.


Se o tempo virar, não se preocupe. O colete funcional BMW Active (R$ 730) é ideal para a meia estação: leve e confortável, ele traz a parte dianteira acolchoada e lã leve nas costas, oferecendo uma sensação agradável ao usar, mesmo com mochila ou sentado.


A blusa de moletom BMW Active (R$ 649), por sua vez, é produzida em material macio e funcional, com aberturas polegares nas mangas e ajuste perfeito para máxima liberdade de movimento. O bolso tipo canguru, por fim, traz estampa interna forrado com lã macia.


Se o frio apertar, a jaqueta funcional BMW Active (R$ 948) é leve e impermeável, com costuras de ombro e capuz seladas para uma alta resistência à água.  

O corte casual e material leve asseguram o conforto, e ela pode ainda ser dobrada de forma compacta e transportada com facilidade — ou seja é ideal para levar em várias situações.


Caso precise se secar, a toalha BMW Active (R$ 328) é feita de algodão na cor azul, com acabamento de alta qualidade e gramatura pesada (tecido com fios densos) para uma toque suave na pele. Ela também oferece uma área ampla para sentar e deitar no caso de bases duras, com seu tamanho 100 cm x 160 cm.
Na hora de levar os seus equipamentos e roupas, a Mochila Funcional BMW Active (R$ 832) tem bolsos internos dispostos de forma inteligente, um bolso externo almofadado para tablets ou laptops de até 15", dois bolsos externos para bebidas  e um compartimento principal grande, com cobertura adicional repelente à água, que oferece muito espaço. Duas alças ajustáveis cuidam do conforto e fazem da mochila uma companhia perfeita no dia a dia.

Com as costas e alças reforçadas e almofadadas para melhor circulação de ar, a mochila tem elementos de design refletivos amarelos e marca nominativa BMW no lado dianteiro.

Para viagens mais longas, a Mala Trolley BMW Active (R$ 1.890) combina as vantagens de um exterior robusto e rígido na parte inferior com um lado superior macio e flexível, incluindo um bolso externo grande para acesso fácil a documentos de viagem. 

Nada escorrega, graças aos cintos de fixação no compartimento interno e no compartimento. A mala conta ainda com elementos de design refletivos amarelos e marca nominativa BMW no lado dianteiro, além de haste telescópica de duplo ajuste com botão de pressão, permitindo ajuste a qualquer altura.

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P&G renova a frota e leiloa carros de alto padrão em São Paulo. Carros corporativos estão sendo ofertados com lances iniciais a partir de R$ 34 mil; Lotes estão abertos para oferta até o dia 9 de março

Mitsubishi ASX 2.0 MT

Para quem está pensando em comprar o próprio automóvel, a SOLD – uma das líderes no segmento de leilões eletrônicos – está leiloando alguns veículos corporativos até o dia 9 de março, em São Paulo. 

Com lances iniciais que variam entre R$ 34 mil e R$ 56 mil, o pregão reúne veículos de marcas como Mitsubishi e Citroën. Os lotes podem ser visitados mediante agendamento no site da SOLD.

Volkswagen Tiguan 2.0

Entre os destaques estão um Volkswagen Tiguan 2.0, modelo 2014, com lance inicial de R$ 56,7 mil; um Hyundai Elandra GLS preto com oferta inicial a partir de R$ 34,8 mil; e um Mitsubishi ASX 2.0 MT com lance inicial de R$ 48,7 mil. Todos os lotes podem ser consultados pelo link: http://www.sold.com.br/lote/lista/leilao/5919.

De acordo com o leiloeiro da SOLD, Henri Zylberstajn, esta é uma oportunidade para quem deseja comprar o carro próprio com um bom custo benefício. 

"Além disso, uma das facilidades que o leilão eletrônico oferece é a garantia de compra de um bem com preço diferenciado associado a segurança e à comodidade", explica.

Hyundai Elandra GLS

Como participar
Qualquer pessoa pode participar dos leilões: basta se cadastrar no site www.sold.com.br, criar um login e senha e se habilitar para ofertar lances no leilão de interesse. A partir daí, é só acompanhar os lances no dia marcado para o encerramento. O método usado na internet é o mesmo de qualquer leilão, isto é: quem der o maior lance leva o produto.

Como usar corretamente os turbo compressores dos carros novos e mais antigos. Que tipo de gasolina deve ser usada nesses motores turbinados?



O downsizing 
(diminuição da cilindrada dos propulsores) das motorizações tem vindo a ser acompanhado da sobrealimentação por turbo dos propulsores. Mas estes blocos exigem alguns cuidados específicos?

A intensa luta dos fabricantes automóveis no campo das emissões tem vindo a transformar os motores nos últimos tempos, assistindo-se a um downsizing acompanhado da turboalimentação. 



Isto levanta algumas questões relativas às necessidades específicas com este tipo de motores, já que antigamente eram exigidas algumas práticas para evitar complicações e avarias. 

Será que é preciso esperar para ligar e desligar o carro nos modernos veículos turbo, como antigamente era requisitado? Estas e outras questões ainda surgem na mente de muitos condutores atualmente.

Com a evolução das tecnologias, esta situação não se aplica hoje em dia, já que os próprios fabricantes desenvolveram formas de evitar estes antigos problemas e garantir a longevidade e fiabilidade dos motores. 


Isso explica que nem os próprios manuais dos carros novos refiram práticas obrigatórias para estes automóveis. Mas, para os que desejem fazer alterações no motor, há certos procedimentos que não devem ser descurados durante essa transformação. 

Além disso, se tem um carro mais antigo, recordamos aqui alguns cuidados que devem ser tidos em conta nos veículos com motores turbo.


Os carros modernos são desenvolvidos e testados para garantir uma vida prolongada e a fiabilidade dos motores turbo. 

Por isso, não são deixados pelas marcas conselhos além das habituais práticas de manutenção e revisão para todos os modelos

Quem quer alterar o carro, deve ter em conta que a colocação de novos turbos exige mudanças no mapeamento do motor, ao nível de software, e por vezes também de hardware, para se ajustar ao novo comportamento.

O aumento da pressão pode, por exemplo, ter impacto nos cilindros e afetar os anéis dos pistões.

Mas este trabalho é complicado e deve ser feito por um especialista, que consiga avaliar qual será o impacto das alterações, pois o motor não foi desenvolvido originalmente a pensar nesse ‘tuning’.


Nos carros mais antigos, aqui ficam cinco práticas que devem ser tidas em conta.
Aquecer o carro antes de arrancar, para trazer óleo para o motor e o colocar num intervalo térmico de funcionamento otimizado


Não desligar logo o carro. Isto tem como consequência, em modelos mais antigos, desligar o circuito do óleo e pode prejudicar a vida do motor.

Evitar baixas rotações a alta velocidade – É preferível “mandar uma mudança abaixo” para evitar tensões extremas na transmissão e outros componentes

Usar combustível com mais octanas – A utilização de outros combustíveis pode dar origem a detonações antecipadas, e quando isto ocorre repetidamente vai ter impacto na durabilidade a longo prazo do motor

Não esmagar o acelerador durante o “turbo lag”. O intervalo até que se sinta o impacto do turbo não deve dar origem a ações intempestivas, como levar o acelerador a fundo. O ‘kick’ inesperado quando o carro está em curva pode levar à perda de controlo.


Fonte: Autocar e Youtube Engineering Explained

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