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domingo, 29 de abril de 2018

A pequena cidade de Rio Espera recebeu a grande festa da nação trilheira de Minas Gerais com quase 1.500 motos inscritas para o encontro off-road de que participaram triciclos, jipes, gaiolas




A simpática e hospitaleira Rio Espera situada na Zona da Mineira que teve como morador ilustre  o mestre Aleijadinho ficou agitada neste final de semana (20 a 22.04). A Praça da Matriz da Piedade foi o ponto de encontro onde a festa rolou solta com shows todos os dias.


Uma animada galera de todas as partes do estado e também do Rio de Janeiro vieram para participar do Encontro Off Road e VIIIº Trilhão de Rio Espera organizado pela Equipe de Trilha Elite. 


No sábado foi o dia dos jipeiros, gaiolas e quadriciclos encararem as trilhas da região. Os atoleiros fizeram a alegria da moçada.  


Enquanto uns ajudavam o grupo outros preparavam o churrasco em plena trilha. A alegria e a confraternização rolaram soltas!


Já no domingo o ronco dos motores de 1.453 motos ecoou pelas montanhas de Minas.


Adrenalina, raça e superação além de belas paisagens foram os ingredientes para o sucesso. Destaque para as diversas passagens íngremes entre as cavas e os subidões onde foi colocada à prova toda a perícia dos participantes.


O evento foi elogiado por todos, que destacaram a organização tanto na parte de secretaria como a elaboração do percurso.


No final da tarde os participantes se reuniram na Praça da Matriz para a festa de confraternização, show de encerramento e sorteio de brindes entre eles uma moto Honda CRF 230 0KM. O ganhador foi Geraldo Domingos dos Santos de Rio Espera.


Marcelo Miranda, idealizador e organizador do evento destaca: Em nome de toda Equipe Elite de Rio Espera agradeço a todos que marcaram presença no 8° Trilhão de Rio Espera Mais uma vez batemos nosso recorde de pilotos, muitas atrações abrilhantaram nossas noites e  as trilhas foram memoráveis, sorteamos dentre mais de 100 brindes uma CRF 230 0KM tivemos 60 participantes entre jipes, gaiolas e quadriciclos e 1.453 motos. Mais uma vez obrigado a todos.


Ano que vem estaremos de volta. Rio Espera aguarda vocês de braços abertos!




Texto e fotos: Angelo Savastano/Savastano Photo Sport




sábado, 28 de abril de 2018

A Fiat Chrysler convoca os donos das pícapes RAM 2500 para uma análise e atualização de software, bem como a inspeção e, se necessária, a substituição do conjunto da trava da alavanca de câmbio do veículo



A FCA – Fiat Chrysler Automóveis Brasil Ltda., dando continuidade à campanha de chamamento iniciada em 23 de fevereiro de 2018, convoca os proprietários dos veículos Ram 2500, ano/modelo 2016 para, a partir de 27 de abril de 2018, agendarem, gratuitamente o atendimento em uma das concessionárias da rede Ram. 
A ação tem o objetivo providenciar a análise e atualização de software, bem como a inspeção e, se necessária, a substituição do conjunto da trava da alavanca de câmbio do veículo.

Como informado anteriormente, a eventual falha da alavanca da transmissão automática aumenta a possibilidade de deslocamento inesperado do veículo, podendo, em casos extremos, resultar em colisão, com eventuais danos físicos e materiais ao motorista, passageiros e terceiros.

Estão envolvidas nesta campanha 605 unidades da Ram 2500, com os números de chassis (não sequenciais, últimos seis dígitos) de 135076 a 390284. O tempo estimado para o atendimento é de aproximadamente uma hora.

Para consultar os números de chassis envolvidos e/ou obter mais informações, acesse www.ram.com.br ou contate a Central de Serviços ao Cliente Ram (0800 730 7060).

Com esta iniciativa, a FCA visa a assegurar a satisfação dos seus
 clientes, garantindo a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca Ram.

Lançado no Salão do Automóvel da Pequim, que foi inaugurado, ontem, na China, o novo SUV da JAC Motors T80 de sete lugares e o maior da categoria começará a ser vendido no Brasil, em Novembro. Entretanto, outro SUV, o T50 chegará ao País nos próximos meses



Lançar um SUV de porte grande no mercado brasileiro que ofereça as medidas mais generosas da categoria e defina um novo patamar de referência tecnológica neste disputado segmento foram as premissas que nortearam a decisão de importação do JAC T80 para o Brasil. 


A confirmação veio hoje, por intermédio do presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil, Sergio Habib, durante entrevista coletiva no Auto China 2018, o Salão do Automóvel de Pequim, na China.

Chamado de S7 no mercado chinês, onde foi lançado em 2017, o modelo tem como compromisso acomodar confortavelmente sete ocupantes, o que, como se sabe, é uma tarefa difícil para SUV´s. 


Com uma carroceria de 4,79 metros de comprimento por 1,90 m de largura, e entre-eixos de 2,75 m, o T80 cumprirá essa missão. Ele será o maior e mais espaçoso SUV de sua classe.

Na esteira do JAC T40, que criou um novo capítulo na produção de utilitários-esportivos da marca chinesa, o T80 será equipado com motor 2.0 16V turboalimentado, capaz de gerar algo ao redor de 200 cv e mais de 30 kgfm de torque. 


“Estamos refazendo todo o mapa desse propulsor para adaptá-lo à gasolina brasileira”, explica Habib. O câmbio será automático de 6 velocidades com dupla embreagem.

“Estamos propondo uma agenda intensa de lançamentos de SUV´s da JAC Motors no Brasil. Além do T40 CVT, que chegou há poucos dias no mercado, vamos apresentar o T50, de porte maior, nos próximos meses. Depois dele será a vez do T80, que chegará em Novembro”, comenta Habib.

“Vamos dobrar as vendas em 2018”
O JAC T40 continua sendo o astro principal nessa retomada de vendas da marca no País. Está nas primeiras posições na lista dos importados mais vendidos do País, com 718 unidades emplacadas entre janeiro e março deste ano. 


Com a chegada do T40 CVT, a JAC Motors deverá elevar-se ao patamar de 700/800 unidades vendidas por mês. “Nossa meta é duplicar as vendas neste ano, atingindo 8 mil unidades”.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Toyota traz finalmente para o Brasil o Yaris. Entre o Corolla e o Etios chega para brigar na área do Argos/Cronos, VW polo/Virtus e ainda do GM Onix e Hyundai HB20.


De Carro Por Aí - Roberto Nasser 




Coluna nº 1.718 - 27 de Abril de 2018 
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Yaris, entre Etios e Corolla (Divulgação)


Junho, o Toyota Yaris

Início de junho, apresentação e início das vendas do Yaris, novo produto Toyota, posicionado em tamanho e preço entre o Etios e o Corolla. 

Na prática, é concorrente com o também nipônico Honda Fit e seu sedã City – e disputará mercado com Fiat Argo/Cronos, VW Polo/Virtus, além dos GM Ônix e Hyundai HB 20, líderes mirados, porém precocemente envelhecidos. 

O foco e a expansão neste segmento expõem a verdade: Nosso mercado é formado por compradores de baixa renda automobilística.

A Toyota Brasil colocou fotos de partes na Internet – coisa sutil, veja em https://www.toyota.com.br -, mas o conjunto forma o Yaris feito na Tailândia, recém reformulado. 

Não haverá mudanças caracterizando o produto nacional.
Mecânica prevista, motor fabricado na nova fábrica em Porto Feliz, SP, onde produz versões 1,3 e 1,5 litros aplicados ao Etios, porém assinalando evolução: cilindrada expandida a 1,6 litro, potência projetada em 128 cv.

Relativamente ao conjunto moto propulsor do Etios, mudança nas transmissões: mecânica com seis velocidades, e automática evoluída: sai a de restritas quatro velocidade e, em seu lugar, nova caixa CVT – de polias variáveis, nova queridinha da indústria.

Tese da separação de carrocerias para lançamento foi rejeitada: apresentação será de hatch e sedã. Preço? Médios R$ 75 mil – na prática, versões de entrada, com motor menor e transmissão mecânica a R$ 65 mil e versão de topo arranhando R$ 85 mil.


Focus Active. Possível substituto de Ka, Fiesta e Focus (Divulgação)


Sem sedãs, mas com SUVs, CUVs, elétricos. 
A nova Ford (e como fica no Brasil ?)
Na grande briga por sobrevivência, matriz Ford cortou custos, operações, aumentou lucros em 7% no primeiro trimestre, e reduziu substancialmente sua dívida antes do prazo previsto. 

Chama a ação de Programa Fitness. Jim Hackett, presidente, sem experiência no ramo, aclamado pelos bancos e acionistas, e mostrou os planos para o futuro, habilitando-se a aplicá-los.

Muda
A pregação de Hackett embute promessas amplas, muito amplas, até as operações deficitárias na América Latina. Avisa tomar ações apropriadas para conduzir crescimento lucrativo e maximizar o retorno dos investimentos em longo prazo, para melhorar os pontos onde os negócios tem baixa performance. E comunica, se o retorno não surgir no horizonte, empresa mudará a mercados lucrativos.

Os pontos
Focar em produtos e segmentos vencedores, significando dizer, no mercado dos EUA, cortar carros baratos e seus lucros curtos. 

Daí 90% dos produtos serão bem rentáveis: o líder picape 
F 150, utilitários e veículos comerciais, sem investir no mercado de sedãs, de demanda declinante. 

Nos anos seguintes, o portfólio de automóveis focará apenas no Mustang e num chegante Focus Active, crossover/CUV a ser lançado próximo ano. Na prática significa acabar com os produtos à venda no país de base – Fiesta, Fusion, C-Max e Taurus;

Terá compromisso com novos caminhos de propulsão e mobilidade, agregando tecnologia híbrida em produtos de altos lucros, como o picape F 150, Mustang, Explorer, Escape e o esperado próximo lançamento de nicho, o Bronco;

Em 2022 terá 16 veículos exclusivamente elétricos;
Articular plataformas de mobilidade, e do negócio de carros autônomos.

Aqui
No caso sul americano – entenda-se Argentina, Brasil e a cômico-periclitante Venezuela -, os resultados mundiais da atuação da companhia no primeiro trimestre exibem redução no prejuízo relativamente ao exercício passado: US$ 149M – uns R$ 5M/dia – dos quais o Brasil, operação maior, tem buraco proporcional. 

A operação sul américa, antiga, 103 anos na Argentina e 102 no Brasil, dá na prática os sinais acadêmicos do Basta: há cinco anos tem prejuízo.

Os sinais e a decisão da matriz em cortar o problema foram expostos pela Coluna 0818, 23.fev, e aparentemente se adensaram com a recente assinatura, entre a fabricante e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, de pacto de garantia de empregos na grande e pioneira fábrica em São Bernardo do Campo, SP. 

O prazo sinaliza o não-investimento em novos produtos e o possível fechamento da unidade, resumindo a operação de fazer automóveis apenas em Camaçari, BA. 

Aí teria apenas um modelo, o Focus Active – seu motor tri cilíndrico, 1,5 litro, aspirado, iniciou ser produzido em Taubaté, SP, para abastecer mercado interno e externo. 

Investimento exibe planejamento para construir motores e transmissões mecânicas no Brasil, para uso doméstico e exportações. Consequências industriais do não-investimento será a falta de novos produtos; o fim da produção de caminhões; redução no rol dos produtos importados, sem renovação para o Focus na Argentina e o fim do Fusion, no México.

Consultada, a Ford Brasil resume informações gabaritando-as apenas para o mercado norte-americano – EUA, Canadá, México. Mas o discurso de Jim Hackett foi mundialmente claro: sanar dificuldades, observar os lucros. Caso contrário, adeus.

Em resumo, ao comemorar 117 anos a empresa quer fugir do risco de naufrágio e renascer.

Roda-a-Roda

Cheguei – Para marcar mudança de motores – sai o Ford 2,0 Ecoboost e entra o Ingenium, projeto próprio, também 2 litros e iniciais 300 cv – Jaguar fez duas edições especiais do sedã XE, sua entrada na morfologia.

Jaguar – São o 300 Sport e seu desenvolvimento Landmark Edition. Pontos comuns, tela de 25 cm, Zero a Cem km/h em 5,7s. Versão Landmark para choques diferente, amortecedores com maior pressão e rodas em liga leve, 18”.

Depois - Não se sabe quantas unidades serão importadas ou a duração das séries, tipo First Edition. Mas, acabando, o XE continuará com o novo motor Ingenium.

Característica – Mercados diferem entre si pela adequabilidade dos produtos e características dos clientes. Na China, maior do mundo, a exigência é espaço interno. Praticamente, desde o tempo de produzir o nosso Santana esticado 12 cm entre eixos, para atender compradores, há que esticar veículos.

Caminho – Audi mostra isto no Salão de Pequim, ora em realização. Fez o primeiro SUV Limo, esticando a plataforma de um utilitário esportivo Q5.

JAC T80 – Re designado como T80 o SAV grande S7, importador JAC no Brasil tra-lo-á ao País. Sérgio Habib, titular do negócio, quer formar a maior linha de utilitários esportivos no país e dobrar vendas a 8.000 unidades.

Como é – 7 lugares em 4,8 m de comprimento, maior no segmento; câmbio automático com dupla embreagem, motor pequeno: 4 cilindros, 2 litros, turbo alimentado, circa 200 cv e mais de 300 m.kgf de torque.

Trava – GM Argentina suspendeu produzir Cruze hatch e sedã, tipo freada para arrumação. Voltará operar aos 7 de maio. Trava para vender estoque. No outro lado do mundo, na Coréia, empresa atravessa problemas e prejuízos.

Método – No tocar a produção, apesar de o produto ter origem coreana, prevalecem os métodos de administração norte-americana.  Japoneses nunca teriam tal problema, pois não formam estoques, nem fazem liquidação ou grandes descontos desvalorizando o produto. Sua fabricação atende aos quantitativos de pré venda e encomenda dos revendedores.

Dúvida – GM fez grande promoção de vendas para limpar os pátios, mas ainda assim restou estoque grande, exigindo fechar a boca do forno, pois os balcões estão atulhados.

Mercado – Seat, a marca espanhola da Volkswagen, interessada em ampliar negócios – e se justificar ante maus resultados -, declarou ano passado interesse em retornar à América do Sul.

Volta  - Esteve no Brasil ao início das importações, e depois foi-se, idem na Argentina, com montagem parcial. No entusiasmo considerou produzir no Mercosul, nas instalações industriais da associada Volkswagen – com motores brasileiros, por exemplo.

Método – Para abordar o Mercosul, iniciou pelo pequeno mercado uruguaio, mas por abordagem ofensiva: mandou veículos de estoque, fora de produção, no caso os Ibiza geração 4, acompanhados de Toledo – lançado em 2012 -, e León, atualizado em 2016. O abaixo do Equador continua colônia.

Sulamericanismo – No Uruguai a obrigatoriedade de veículos conter ancoragem ISO para cadeiras de crianças, vigindo a partir deste mês, foi adiada para 2019. Medida havia sido acordada dentro das regras do Mercosul, mas questões paralelas e não-técnicas decidiram pela postergação.

Porque? – Mercado limitado, conta com unidades de estoque remanescente, querendo aproveitar a não obrigatoriedade até o último momento. Daí, por pressão dos importadores e distribuidores, o governo uruguaio postergou a vigência – protegeu comerciantes, desprotegeu os pequenos passageiros.

Leque – Iniciando retomada de negócios, preparando-se para novos concorrentes em sua faixa de atuação – Nissan, Renault e Mercedes -, Mitsubishi atualizou seu picape, criou novas versões, particularizou com equipamentos e acessórios.

O que – Empresa padronizou o produto, com exclusivo motor de quatro cilindros em alumínio, diesel, 2,4 litros, 190 cv e 43,9 m/kgf de torque, tração nas 4 rodas. Opção, transmissão automática ou manual. A todas chama Sport, e tipos são GL, GLX, GLS, HPE, HPE-S. Preços vão de R$ 121.000 a R$ 175.000.


Mit L200 Triton. Trato externo, padronização mecânica


Tendência – Marron e Bronze, cores terrosas, serão de aparente demanda no mercado. Ford aposta nisto, aplicando um certo Marron Trancoso Metálico à versão Storm do EcoSport e a protótipo do Ka FreeStyle, dito CUV da marca.

Olhar – Adília Afonso, olhar supervisor de Design da empresa na América do Sul, ex especialista em interiores, justifica mescla de associações dos tons à natureza, seriedade, maturidade, segurança e prosperidade material. E mandou o fornecedor aplicar punhado extra de partículas de pérolas para iluminar.


Eco. À plebe, marron metálico. A especialistas, mescla com pérolas.


Expansão – Jaguar Land Rover transformou filial brasileira em matriz para ações na América Latina. A partir de S Paulo coordena mercados do México e toda a América do Sul. Á frente, Frédéric Droin, presidente da operação Brasil.

Festa – Ford comemorou 50 anos da produção do primeiro motor na fábrica de Quiririm, Taubaté, SP, inaugurando fabricação do novo 1,5 Ti-VCT, tri cilíndrico, 130/137 cv, gasálcool/álcool, e nova transmissão manual.

Passado – Tal fábrica foi aquisição da Willys-Overland no caminho de tornar-se a maior à implantação da indústria automobilística no Brasil. Deu-lhe meios de produzir o primeiro motor a gasolina. Ford deveria preservar o pioneirismo, abandonado ao lado das construções hoje operacionais.

Pelo Ar – Renault e a gigante tecnológica SAP fizeram acordo: analisar característica dos compradores e a eles oferecer carros da marca e formas comerciais. É o K Commerce. A informática e a Internet mudaram a vida - e mudarão as relações com os revendedores.

Relevo – Mercedes inaugurará próximos dias pista de testes para caminhões. Fica em parte da fazenda adquirida para implantar a fábrica de automóveis em Iracemápolis, SP. Anda na contra-mão. Ford e GM, pioneiras com este importante equipamento e seus laboratórios, muito reduziram seu uso.

Cuidado – Luciano – Xirú Doido – Braga, atingiu 1,5 milhão de quilômetros rodados em seu caminhão VW 24.250 com motor Cummins diesel. 

Segredo, cuidado de dono para o uso; trabalhar na faixa de rotações definida pelo fabricante; manutenção em oficina autorizada; troca de óleo na quilometragem correta. E sorte. Crê, atingirá 2M de quilômetros. Merece ganhar motor novo.


Luciano e o Amarelão


Gente – Claudio Demaria, engenheiro, espécie de bruxo-mór na Fiat, transferência. 

OOOO Itália, para formular nova geração de produtos para Europa, Oriente Médio e África. 

OOOO Dentre outras façanhas acertou usada plataforma para ser base para sucesso e lucro de Jeeps Renegade e Compass, Fiats Toro e 500C. Merece uma estátua. 

OOOO Márcio Henrique Tonani, também engenheiro, assume o posto. Desafio. 

OOOO Antoine Gaston-Breton, francês, aumento de responsabilidades.

OOOO Antes geria marketing da Peugeot, incorporou DS e Citroën

OOOO Nesta substitui o português Nuno Coutinho, de volta à Europa. 

OOOO Wilson Bricio, Presidente do Grupo ZF para América do Sul e CEO da ZF do Brasil. Acumulação. 

OOOO Gabriel El-Bredy, ex jornalista, carreira. 

OOOO Deixou relacionamento com a imprensa na Jaguar Land Rover, tornado interface com importadores e distribuidores da marca na América Latina. 

OOOO Alberto César Otazú, jovem kartista, recorde. 

OOOO 60a vitória em dois anos e dois meses de carreira, 10 neste ano. OOOO


Fiat Cronos, compacto bem formulado.


Cronos, a Fiat no bom caminho
Para aproveitar a expansão do segmento de sedãs compactos, Fiat concentrou no Cronos as maiores demandas dos clientes: aparência, funcionalidade, conforto a passageiros, porta malas grande, conectividade, mimos tecnológicos, opções em versões, preço.

Bem formulado esteticamente, com a maestria de Peter Fassbender, seu designer-chefe, 28 anos de Fiat e 16 de Fiat Brasil, o Cronos inaugura um caminho de estilo, envelhecendo os concorrentes e bem sucedendo os carros da marca. 

Mais que novo sedã, espelha e traduz a revolução tecnológica e de qualidade imposta à Fiat por sua gestão anterior. 

Hoje, os métodos de construção, montagem, finalização estão mais próximos da Alemanha que da Itália, e isto é perceptível desde o som da batida do fechamento das portas. Cronos e seu parceiro Argos demonstram o grande ganho de qualidade.

Design sugerindo esportividade, harmónico entre frente, laterais e traseira, detalhes como o medidor de pressão de pneus em todas as versões, opções de motores 1.3 e 1.8 litros, câmbio manual, automatizado ou automático permitem amplo leque de configurações e preços. O Fiat Cronos sedimenta o caminho iniciado de ganho de qualidade e individualidade aberto pelo Argos.
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terça-feira, 24 de abril de 2018

Groupe PSA e Huawei revelam seu primeiro veículo conectado. • O DS 7 CROSSBACK é o primeiro veículo do Groupe PSA a usar a plataforma IoT denominada “Connected Vehicle Modular Platform” (CVMP) e equipada com a tecnologia Huawei para novos serviços conectados. • Este é o primeiro resultado tangível da parceria anunciada em novembro de 2017 entre a Huawei e o Groupe PSA envolvendo todos os veículos conectados do Grupo. • O DS 7 CROSSBACK será mostrado no estande da Huawei na Hannover Messe 2018 (Feira de Hannover), de 23 a 27 de abril de 2018.



O Groupe PSA construiu a Connected Vehicle Modular Platform (CVMP) para seus veículos conectados usando a plataforma Huawei OceanConnect IoT (1).
O DS 7 CROSSBACK, lançado este mês na China, é o primeiro veículo a beneficiar-se da CVMP. 

Os consumidores podem acessar os novos serviços como a navegação conectada, o reconhecimento de voz de linguagem natural (2) e um portal de serviços conectados por meio da tela do painel do veículo. 

O status de manutenção do veículo e o histórico das viagens e estilos de direção também podem ser acessados por meio do smartphone do cliente.

Novos serviços para clientes particulares e gestores de frotas serão regularmente adicionados a essas funcionalidades. 

Eles incluirão serviços de infotainment, atualizações remotas de softwares e de mapas de navegação, assistente pessoal, funções de diagnóstico remoto e de manutenção do veículo, além de serviços úteis para locadoras, gestores de frotas e operadoras de carsharing.

A plataforma OceanConnect IoT da Huawei sustenta a Connected Car Solution da empresa. Essa solução ajuda a desenvolver carros conectados, smart homes (casas inteligentes) e smart cities (cidades inteligentes), proporcionando aos usuários acesso a uma variedade de serviços designados a facilitar o dia a dia. 

Todas as interações entre o carro e a nuvem são seguras: os dados do cliente e do carro são criptografados e sua integridade, autenticidade e confidencialidade é garantida. A plataforma Huawei será usada para todos os veículos conectados do Groupe PSA em todas as regiões onde esses veículos são comercializados.

Jean Leflour, Vice-Presidente Sênior de Veículos Conectados & Estratégia de Arquitetura de Serviços do Groupe PSA, declarou: “Ao implantar sua nova plataforma conectando o veículo à Internet Of Things, o Groupe PSA enriquece sua oferta de serviços e facilita a mobilidade para todos seus clientes. Com a Huawei, que é bem conhecida por sua capacidade de inovação, temos o prazer de mostrar hoje o primeiro resultado tangível de nossa parceria, oferecendo aos nossos clientes uma nova experiência proporcionada pela CVMP. O DS 7 CROSSBACK é o primeiro veículo a se beneficiar deste projeto conjunto, que será finalmente implementado em todos os veículos do Grupo.”

O DS 7 CROSSBACK, revelado em março de 2018, é o primeiro veículo pertencente à segunda geração dos veículos DS, que incorporam know how do luxo francês e alta tecnologia. Já equipada com várias funcionalidades inovadoras de assistência à direção, uma nova versão E-Tense 4x4 300 cv híbrida a gasolina seguirá em 2019, marcando a ofensiva de eletrificação da DS Automobiles e do Groupe PSA.

Leon He, responsável pela Business Unit da Indústria Automotiva da Huawei Enterprise Business Group, comentou: "A chave para a transformação digital bem-sucedida dos fabricantes de carros é construir uma plataforma digital na nuvem. Com base nessa plataforma, os fabricantes de veículos, os desenvolvedores de ecossistemas e os parceiros de aplicações industriais se reúnem para, conjuntamente, vender produtos e serviços veiculares para vários países no mercado global e oferecer serviços personalizados de viagem aos proprietários e usuários de veículos."
A Hannover Messe 2018 ocorre de 23 a 27 de abril de 2018 no Centro de Exposições de Hannover (Alemanha). O estande da Huawei localiza-se no Hall 6, D18.

Mais sobre os produtos e soluções apresentadas pela Huawei na Hannover Messe – aqui.
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(1) Internet Of Things ou “Internet das Coisas”.
(2) NLU: Natural Language Understanding ou “Compreensão da Linguagem Natural”.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

MINI mostra renovados Hatch e Cabrio no Salão de Pequim. Evento ocorre de 25 de abril e 4 de maio na capital chinesa. As versões renovadas dos três modelos MINI têm estreia no Brasil prevista para o segundo semestre deste ano



São Paulo, 23 de abril de 2018
– Uma combinação única entre condução divertida, qualidade premium e estilo personalizado caracterizam os modelos MINI, cuja popularidade segue crescendo no mercado automotivo chinês. 

E as atualizações do MINI Hatch de 3 e 5 portas e do MINI Cabrio (conversível) já tem data e local para estreia naquele país: o Auto China 2018, o Salão do Automóvel de Pequim, a ser realizado entre os dias 25 de abril e 4 de maio, na capital chinesa.


As versões renovadas dos três modelos MINI, cuja estreia no Brasil está prevista para o segundo semestre deste ano, estão mais esportivos, mais avançados tecnologicamente e mais atraentes do que nunca. 

Além de novidades específicas no design, a nova gama MINI traz equipamentos com recursos adicionais, diversas possibilidades de customização e novos serviços digitais para o sistema MINI Connected.


sábado, 21 de abril de 2018

O jornalista Roberto Nasser convidado pela Ferrari viajou à Itália para pilotar a versão Pista do modelo 488 GTB e nos conta a sensação de ter nas mãos um bólido de 720 cv


Roberto Nasser - De carro por aí



Coluna nº 1.618 – 21 de Abril de 2018
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Ferrari cria versão Pista para o 488 GTB


Ferrari convidou os jurados do International Engine of the Year a conhecer segredos, desenvolvimento e potência do motor F154CD, seu V8 mais potente, tracionando versão Pista do modelo 488 GTB. 

Foi em Maranello, Itália, na fábrica em crescente expansão, em circuito privado de testes, em Fiorano – o limite das cidades atravessa a área industrial. Apresentação em protótipo.

Parece curioso, imediatamente após apresentar o 488 e o motor F154, há um ano, ter iniciado o desenvolvimento de potência e rendimento. Mas faz parte da cabeça Fiat gerindo a empresa, em fórmula onde o entusiasmo mundial pela marca é apenas componente bem capitalizado pelo olhar empresarial.

A Ferrari expandiu-se para produzir 800 carros/mês, número e mercado inimaginados há poucos anos, segmento em expansão e com surgimento de novas marcas. Porque o V8 e não o V12, no topo da lista? 

Tudo indica, as leis de controle de consumo e emissões inviabilizarão os grandes motores, daí desenvolver os menores, no caso um 3,9 litros. 

Dele extrair longevos 720 cavalos de potência é trabalho meritório. Acredite, é para durar tanto quanto o do seu automóvel: 250 mil km – mais se o dono não for bobo no uso, ou desidioso no manter.

É projeto consistente de desenvolvimento da família de motores, formando séries especiais, como o 360 Challege Stradale, o F430 Scuderia, o 458 Speciale, agora aplicado ao 488 GTB.

Como
Sinal dos tempos, o engenheiro convocado para arrancar mais potência do motor – eram 670 cv -, é especializado em turbos. Gian Franco Ferrari – nada a ver com Enzo – tem experiência direcionada. Sinal óbvio do caminho a ser seguido mundialmente.

Regra conhecida há milênios, quanto menos carga um cavalo carregar mais esperto será, é levada a sério na indústria do automóvel, e assim o trabalho liderado pelo eng. Ferrari focou em ganhar potência no motor e reduzir peso 
total – incluindo o motor. 

Chamar-se Pista, indica pretensões. Marca investe – e bem lucra -, em divisão para cuidar dos carros de clientes focados em corridas e diversões, do tipo guarda o automóvel, cuida, transporta para o circuito, assiste-o durante as provas e o leva de volta para a fábrica. Para esta diversão, nos 488 GTB obteve 1.200 cv. Pista quer induzir negócios, e vendas a uso normal.

Redução de 50 kg no motor e uso de rodas em fibra de carbono e bateria de Lítio diminuíram peso geral em 90 kg.

O ganho de potência mudou 50% das peças, algumas óbvias: bielas Pankl fraturadas em titânio – mais leves e com aperto mais preciso -; pistões mais leves: aumento na taxa de compressão em 0,2 ponto, indo a 9,6:1; releitura do comando de válvulas com 1 mm a mais em curso; válvulas ocas; avanço da ignição em 2 graus.; redimensionamento dos coletores de escape, não mais fundidos, mas em tubos de Inconel; novo virabrequim removendo contrapesos e redistribuindo-os, e colos mais finos; volante-motor mais leve; novo Plenum em fibra de carbono; deslocamento das tomadas de ar para o motor, baixando a temperatura, refrigeração de água e óleo do motor.

Maior mudança, entretanto, está nos turbo alimentadores, mecanicamente com rolamentos de esfera para reduzir atrito – vão até 160.000 rpm, parametrizados eletronicamente em intensa, só dão torque máximo na sétima e última marcha.
Rico pacote de segurança para auxiliar controle. Por comentar, carros com motor entre eixos traseiro devem cuidar para o despejar de muito torque nas rodas nas saídas de curva impeça cavalos-de-pau – e acidentes – inesperados.




Andei nas ruas de Maranello e na estradinha montanhosa para Modena. Porém, ad cautelam optei por dirigi-lo em pista como último do dia. Éramos apenas dois brasileiros – outro, o eng. Tarcísio Dias, do sítio Mecânica Online -, e havia três invisíveis elos em torno da experiência: ser brasileiro, coisa insólita em eventos internacionais restritos – isto tem enorme peso institucional em êxito ou má imagem; ter 50 anos de jornalista especializado – a jovens erros são mascarados por testosterona mal administrada; a seniors, creditados à idade; ter domínio de estamina para não deixar o entusiasmo ser mais rápido que a capacidade de conduzir.

Temperatura invernal, casaco, balaclava plástica, capacete, deram-me o carro; ajustei o banco conferindo o nível entre o apoio do pé esquerdo e a superfície do pedal do freio – carros automáticos, sabem todos, são freados com o pé esquerdo. Um assistente ajustou o cinto de quatro pontos.

Liguei o automóvel. Agradeci a Alah ter-me levado até ali, e pedi a San Juan Manuel Fangio me olhasse. Marcha lenta a 1.000 rpm, com os turbos operando, redonda, sem trancos, distante dos esportivos mais antigos, a exigir acelerar o motor para fazê-lo sair – nem pouco para dar trancos, nem muito para não queimar a embreagem. 

Lastimei não haver alavanca de marchas nem o cloc do engrazar as marchas. Apenas botões, como num Fiat Betinense. Ao sair não parece um carro para corridas, exceto pelo ronco-de-Ferrari, ainda mais acendrado no modelo. Sai liso.

Dera duas voltas com o piloto oficial aprendendo as referencias da pista, como evitar demandar motor em excesso com o carro inclinado saindo das curvas, frear com vigor sobre o viaduto, evitando voo por calombo no piso, e como não acelerar durante certos 100m, para evitar barulho aos moradores, ali instalados pós implantação do circuito privado da Ferrari. 

Direção extremamente precisa, pouco mais de uma volta batente-a-batente. Viril. A ausência de embreagem dispensa crítica, quando usado o sistema exigia esforço camional – aliás motivador à criação dos Lamborghini. 

Dei a primeira volta a 5.500/6.000 rpm. Muito motor. É o V8 mais potente da Ferrari, e a 8.000 rpm exuda 720 cavalos de força pelo escapamento. Rápido, para comparar, vai da imobilidade aos 200 km/h em 7,2s! Colocado entre eixos traseiro, uma paredinha de lata o separa dele. Atrás dela, enorme tropa empurrando e urrando nos seus ouvidos.

Tem freios monumentais, suspensão acertadíssima, parece colado no chão. Segunda volta com mais entusiasmo, fazendo o câmbio de mudanças rapidíssimas mudar as seis marchas em torno do pico de torque, 6750 rpm, carro te provoca e leva a descobrir que, apesar de todos os socorros da brutal eletrônica embarcada – otimiza o motor pelo parametrizar a rotação dos turbos -, você percebe a qualidade da engenharia ainda permitindo sensibilidade ao condutor para se entender com o acelerador entre as posições extremas. 

Acelerá-lo em excesso pode significar provocar derrapagem lateral nas saídas de curva. Entendendo o fato, anda de maneira entusiasmante obedecendo a sequência, acelera, freia, tangencia, acelera, tudo de grande efeito sensorial. Uma dança sensual, uma grande experiência em sensações. (RN)

Novos Gol e Voyage, em maio
Volkswagen corre para mostrar novidades e sacudir entusiasmo e rendimento da rede de revendedores. Isto se refletiu no adiantamento das providências para o lançamento de versões de topo em Gol e Voyage. Como anteriormente anunciado pela Coluna, a previsão seria para julho, mas foi viabilizada para o próximo mês.

As duas novas versões serão as mais caras e equipadas da linha, todas com o motor EA 1,6, 117 cv e aplicação de transmissão automática – não é a mecânica automatizada.

Tal conjunto existe no Polo. Complementação decorativa, trato de cores na grade, frisos cromados, opções de composição, como mudanças de lanternas traseiras no Voyage, baseadas nas empregadas no Virtus.

Roda-a-Roda



De volta – Coreana Ssangyong volta ao Brasil com 30 revendas e quatro produtos. Tivoli, pequeno SUV, com estilo Pininfarina a R$ 85 mil. Com traseira maior, XLV, R$ 98 mil. Diesel, SUV Korando e picape Actyon a R$ 130 mil.

Leque – Volkswagen Argentina, fabricante do picape Amarok, baixou preço nas versões com motor V6 pela versão Confortline, empregará transmissão 6 marchas, mecânica, com caixa redutora.

Aviso – Motor diesel, potência de 224 cv e 550 Nm de torque. À apresentação, dado para os revendedores da marca, preocupados com a chegada do picape Mercedes-Benz Classe X, também V6, diesel e 258 cv, e idêntico torque.

Resposta - VW tem na Europa, pronto, motor re mapeado para produzir a 258 cv e torque de 580 Nm – com Overboost, reprogramação eletrônica, 272 cv.



De volta – Boa notícia, indicativa da recuperação setorial: HPE, controladora da marca Suzuki no Brasil, reabrirá a fábrica de Itumbiara, onde montava os jipinhos Jimny. Catalão, onde produz os Mitsubishi, e ao momento constrói os Suzuki, continuará a fornecer serviços, como pintura.

Duplicidade
– JAC Motors anunciou acordo com a HPE, a operação Mitsubishi, para montar o utilitário esportivo T40. Operação idêntica à do lançamento do Jimny: uso das facilidades industriais em Itumbiara e Catalão, GO.

Dúvida
- Logisticamente factível, mas a questão básica é nada haver como compromisso formal, garantia de investimentos ou reais, e contrato assinado.

Goiás – Goiás, com economia pelo agronegócio, ocupa posição de destaque em indústria automobilística: tem fábricas de Mitsubishi e tratores John Deere em Catalão; Hyundai – com linha de montagem Chery – em Anápolis; reativará Suzuki em Itumbiara; talvez JAC no mesmo burgo, vê implantar parque setorial em Ituiutaba, onde a chinesa Zotye diz fará veículos elétricos.

Conta
– Disputa com o Rio de Janeiro a 5a produção de veículos no país.

S.A.
– Volkswagen Group tomou providências legais para unir suas diversas marcas de caminhões sob única razão social. Scania, MAN, Volkswagen Caminhões e Ônibus, e RIO, sob o guarda chuva de VW Truck & Bus passará de sociedade limitada a sociedade anônima com abertura de capital.

Negócio – Ano passado suas empresas se expandiram acima de 10% em vendas, faturamento e lucros; 205 mil veículos; 23,9 ME e 1,7ME. Ações devem ser bem recebidas nas bolsas.

Grande – Volkswagen tem 12 grandes marcas. De caminhão Scania a moto Ducati. Do refinado Bentley ao superesportivo Lamborghini. Há união de produtos no grupo. Audi, Lamborghini e Ducati estão juntas.

História
– Próximo dia 30 país registrará 164 anos da inauguração da primeira estrada de ferro no Brasil. Ligava a local hoje pouco conhecido, o Porto de Mauá, recorte coberto e superado pela construção da estrada Rio-Petrópolis.

Ascensão – Brasil foi forte no setor, mas a soma das contas no governo JK, incluindo parcela como a construção de Brasília e os custos subsidiados para a operação ferroviária levaram o governo a poupar recursos, aplicando-os na abertura de estradas para fomentar viagens de veículos, consequência de uma das metas do então governo JK, implantar a indústria automobilística.

Fim
– A partir de então estradas e ramais foram abandonados, partes arrendadas, e o trem serve para transporte de algumas cargas. O modal rodoviário, apesar do elevado custo combustível x desgaste de estrada x passageiro x km, mantém-se – será líder enquanto prevalecer nosso sistema de governo liderado pelo interesse do dia, sem planos para o futuro.

Antigos – Talladega Motors, responsável pelo leilão de antigos no XXIII Brazil Classics Renault Show, abriu inscrições para análise de veículos para venda até 30 de abril. Encontro, o mais elegante do país, será em Araxá, MG, 31.maio a 02.junho. Catálogo e inscrições para o leilão:https://issuu.com/leilaoaraxa/docs/catalogo-digital

Tempo
– Por anos o Encontro de Araxá foi patrocinado por Fiat e associados, local de apresentação de produtos. Edição 2016 Mercedes apoiou, e neste Renault assumiu com grande interesse. Neste exercício comemora 120 Anos e 20 Anos de produção no Brasil.

Situação
– Nomofobia – sigla em inglês para No Mobile, a falta de acesso aos telefones móveis – e a imbricação destes aparelhos com a vida atual foi dissertação de mestrado de André Senador, Diretor da Volkswagen, na Universidade Metodista, SP.

Livro
- Virou livro Nomofobia 2.0 e outros excessos no relacionamento digital, com lançamento dia 25, quarta feira, no Rooftop5, prédio Tomie Otake, Pinheiros, S Paulo.

Gente
– Amplas mudanças no Honda. 
OOOO Além de Marcel Dellabarba transferido da área de 4 rodas para motocicletas. 
OOOO Chefe novo, Pedro Rezende, gerente geral de RP, e novo chefe do chefe, Marcos Bento, diretor Jurídico a quem comunicação foi agregada. 
OOOO Sérgio Bessa e Paulo Takeushi, ex-diretores, aposentadoria educada, agora são conselheiros. 
OOOO Márcio Fonseca Filho, promoção na BMW.
OOOO Era Gerente Sênior e ascendeu a Diretor de Pós -Venda. 
OOOO Sucede Antonino Gomes de Sá, transferido para Suécia. 
OOOO Gilson Parisoto, antigomobilista, colecionador de Simcas, passou. 
OOOO
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