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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Menina dos olhos da Volkswagen, o Virtus 1.0 TSI de 116 cv e 24 m.gfm de torque, câmbio automático de seis velocidades, mas muito plástico e o preço chega a R$ 87 mil. Entretanto, na pauta o Rota 2030, mas solução à vista está longe.


         
          De carro por aí - Roberto Nasser              


                     Coluna Nº1.818 - 4 de Maio de 2018                                                                                                                 



Virtus turbo, referência no mercado


VW Virtus 1.0 TSI

É o atual queridinho da Volkswagen, apesar do segmento de sedãs compactos não ser o de maior expressão no mercado. Nele, em expansão, impõe-se por formulação: estética, maior distância entre eixos, porta malas. É bom para transportar gentes e bagagens. 

Mecanicamente brilha o distintivo farol da tecnologia eletrônica/turbo/injeção direta, mudando conceitos sobre veículos, cilindrada, potência e torque. Uma revolução, um separador de classes.

Faz parte da família com a plataforma MQB, base flexível para Volkswagens diversos. Sobre ela nasceu o Polo. Levemente esticada, 8,5 cm, atingindo 2,651m entre eixos, produz o Virtus. Dela virão os próximos SAV T-Cross, o picape da marca, e o novo Gol. Esteticamente comparado aos líderes Chevrolet Ônix e Hyundai HB20S, envelheceu-os.

Na mão
Andei uns 2 mil quilômetros entre cidade e estradas com o Virtus. Experiência agradável, não tive pressa em devolvê-lo. Você não imagina, mas há carros cujo projeto e construção parecem pensados para testar a paciência do testador … Dirigi-los faz parte do apostolado pela causa, e geram enorme pressa para encerrar a experiência.

Há uns meses relatei aqui almoço com o então presidente da Volkswagen, David Powels. À mesa, jornalistas do ramo foram sabatinados por ele, querendo entender, sem comentar, porque um produto de segunda linha, como o Chevrolet Ônix lidera as vendas no Brasil, frente a outros de melhores características e construção. 

Resposta unânime: o sistema de comunicações, ou, o carro cada vez menos carro e cada vez mais um IPhone sobre rodas. Isto provocou agregar ao Polo de sistema interativo, capaz de oferecer, por consulta verbal, todas informações contidas no Manual do Proprietário. 

Segundo produto, o Virtus trouxe-o evoluído. Visível, o painel de instrumentos, bem equipado, elaborado, mutante, digital, personalizável, oferecendo informações em diferentes proporções, diminuindo uns mostradores, aumentando outros.

É opcional caro, a R$ 3.300, entretanto foi o item mais questionado nas abordagens com perguntas sobre o Virtus. Eletrônica e conectividade são os novos queridinhos do mercado.

Conjunto
Há várias versões do Virtus. Highline, de topo, diferencia-se pelo motor turbo. É 1,0 litro, produzido em São Carlos, SP, três cilindros, 12 válvulas, injeção direta. A soma destas tecnologias permite produzir cerca de 116 cv de potência e, medida agora muito mais importante, 20,4 m.gfm de torque entre 2.000 rpm e 5.000 rpm, responsável por invejável disposição, em especial nas baixas rotações. Na prática viaja-se bem com consumo reduzido – em estrada, orografia variada, arranhou 14 km/litro com gasálcool. 

Câmbio automático com seis velocidades, com possibilidade de acioná-lo por pequenas aletas atrás do volante. Nesta configuração, consequência e limitação mecânica, o freio motor é de pouco eficiência. Ótimos freios a disco nas 4 rodas com os sistemas de anti bloqueio e correção de derrapagens.

Suspensão convencional para a marca, torres McPherson frontais e barra de torção no eixo traseiro. Conjunto bem acertado, mescla rolagem confortável e estabilidade. Direção com assistência elétrica.

Conforto em uso para os dois ocupantes dos bancos frontais e dos traseiros. Este, em especial, ficarão surpreendidos com o espaço para pernas. Três passageiros atrás, como se diz no Goiás, força a amizade. O banco tem pouca largura, mas há confortos como difusores de ar condicionado e saída USB.

A decoração, dita larga e erroneamente como acabamento, poderia ser proporcional ao preço e à clientela do carro, em especial por desequilíbrio na combinação entre plástico rígido e apliques nas portas. Boa vedação termo-acústica.

Versão Highline, superior, é a mais completa e de maior preço. Bem composta por ar condicionado digital, chave presencial e botão de partida, computador de bordo. 


Revestimento em plástico imitando couro, boba mania em país quente, também é opcional, assim como rodas leves aro 17”. Como o painel cheio de artes custa R$ 3.300, para ter a versão completa prepare-se para contra argumentar ou preencher um cheque de R$ 87 mil.


A improvável conta para destravar o Rota 2030
Mais de centena de reuniões entre estamentos do Governo Federal, indústria de auto-peças, automobilística e importadores não chegou ao nó final para amarrar as questões e liberar as regras de produção e importação de veículos. 

O projeto sucede ao trapalhão Inovar-Auto, patrocinado pelo então Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o processado governador mineiro Fernando Pimentel.

Na essência busca-se abatimento fiscal de aproximados 1/3 do calculado investimento de US$ 5B em pesquisa e desenvolvimento. Indústria automobilística diz, se não houver tal compensação, país perderá em tecnologia, produtividade e competitividade, e tais investimentos irão a outras praças. 

Governo tem respostas pragmáticas, entendendo o desenvolvimento tecnológico como passo dado pelas matrizes e a permear por gravidade aos carros fabricados no Brasil, sem nada a compensar. 

Outras fontes dizem com pragmatismo ser desnecessário um programa incentivado para obter conquistas tecnológicas, em especial quanto a consumo e emissões: basta um instrumento juridicamente inferior, como Resolução, para determinar números a ser obtidos – sem abater investimentos.

Num infindável balé propôs raciocínio lógico: fazer tal acerto por dedução no Imposto de Renda a pagar – ou seja, de quem tiver operação lucrativa. Mas indústria alega não saber quando terá lucro para ser taxada, propondo reduzir tal parcela do IPI ou Imposto de Importação. Como neste país ninguém sabe a verdade numérica dos balanços, o tema é amorfo.

A solução, dizem as partes, é reduzir o percentual da compensação, fazendo uma conta-de-chegar.
Entretanto, a cada dia parece difícil atingi-la. O País entra na reta final de dois assuntos capitais: a Copa do Mundo e a campanha eleitoral para Congresso e Presidência. 

No segundo, muitos candidatos, pouca definição, e o argumento de tirar dos pobres para dar as ricos sempre encontra eco junto a eleitores objetivos em sua pouca leitura. 

Panorama não é bom para justificar a dedução, à vista do déficit nas contas públicas; do pagamento em igual valor, honrando compromissos não pagos por Venezuela e Moçambique, amiguinhos do governo Lula/Dilma; do anúncio que os funcionários públicos, incluindo os negociadores oficiais do Rota 2030 não terão correção de salário pelo menos até 2021.

Roda-a-Roda

Vitrine – New Holland, de tratores, aproveitou o Agrishow, surpreendente salão do trator e implementos, em Ribeirão Preto, SP, para mostrar seu modelo T6, findando testes. Presença serviu como balão de ensaio à produção no Brasil.

Questão – É um pacote de tecnologia e economia, ao apresentar-se como capaz de usar como combustível o bio metano, gás proveniente da decomposição aeróbica de resíduos de produção. Na prática, em vez de diesel, estrume de animais e restos de cultura são capazes de produzir o combustível.

Caminho – Empresa focou no estilo para individualizá-lo, no conforto operacional, e no apelo econômico. É ideal para o agro negócio, embora a produção do gás combustível, operação logística, é viabilizável por cooperativas de pequenos produtores.

Operacional – Reduz até 30% em custos, poluição, mas o principal é fazer a independência energética do produtor rural. O rejeito de produção é colocado num bio digestor e o biogas se transforma em bio metano. Serve para produzir energia para as fazendas, vende-la às distribuidoras de energia, aproveitar o resíduo de produção como adubo.

Ciclo – Não é ideia nova. Ao criar o Modelo T, em 1908, Henry Ford pregava o mesmo: seu motor era capaz de produzir o álcool decorrente das sobras de colheita. Ao vir para o Brasil a Fiat fez projeto para usar o motor do pioneiro 147 para consumir o gás gerado por bio digestores, e até a Marinha desenvolveu projeto para estes.

Futuro – Espera-se seja viabilizado. Na experiência com Fords falhou porquanto as empresas distribuidoras de combustível foram mais rápidas em ridicularizar a distribuição. No caso Fiat/Marinha, usuários acharam dar muito trabalho.

New Holland T6. Movido a bosta?

Referência – China Auto Show mostrou verdade ainda pouco palatável: é o maior do mundo em área – 220.000 m² ou, como se adotou como referência no Brasil, 22 campos de futebol emendados. Neste ano, para o também maior mercado mundial, fez demonstração: o caminho, mandatório para a China, está nos carros elétricos e nos SUVs e outros morfologicamente assemelhados.

Foco – Única mulher CEO de uma fábrica chinesa de veículos, Madam Wang, como se apresenta, conduz a Haval, braço da Great Wall Motors, e maior fabricante de SUVs da China. Tenaz, intenta objetivo aparentemente disparatado: superar os EUA no segmento.

Passado – Parece bravata a olhos ocidentais, mas é de boa cautela não duvidar. Há poucos anos o mercado chinês estava mais para Riquixá e bicicletas, e hoje tem qualidade, produtos e design próprios, e é o maior do mundo.

Foco, 2 – Jack Wey, presidente – e dono - da Great Wall, mais antiga das fabricantes de veículos na China e pioneiramente independente, sem ter o Estado como acionista, criou outra empresa e carimbou seu nome: Wey.
Direção – Posicionamento Premium, quer concorrer com SUVs de marcas poderosas, como Bentley, Rolls, Mercedes-Benz, Maserati, Alfa Romeo, e vender mais barato. Na prática numérica, um Wey custa 50% acima de um Haval – e entre 33 e 50% de um Mercedes.

Aqui – Poucas consequências entre mostrar e ter resultados no Brasil, pois as muitas marcas falam em vir, e a única a fazê-lo industrialmente, a Chery, capitulou ante a oposição do sindicato de metalúrgicos da área de Jacareí, SP, e vendeu-se à nacional CAOA.

Terra – Uma, factível, não é chinesa, mas do Japão: o utilitário esportivo Terra, construído sobre chassis de longarinas do picape Nssan Frontier, ora em inicio de produção na Argentina. Pode ser o primeiro produto do segundo movimento.

Terra. Breve no Mercosul?


Picapes – Depois da Mitsubishi mostrar seus picapes L200 2019, foi a vez da Ford. Mudou posicionamento, exumando a versão XL de entrada, linha paralela com cabines simples ou dupla, e chassis, motor menor: diesel, 2,2 litros e 160 cv.

Pacote – Quer se diferenciar das concorrentes por superior aplicação de tecnologia embarcada nos Ranger: maior capacidade de carga; controle de estabilidade e tração; anti capotamento, e bloqueio eletrônico para o diferencial traseiro. Cabine simples R$ 129.300.

Amarelo – Uso de cores sinalizando ações ligadas a segmentos da população – rosa para mulheres, azul para homens, - escolheu o Amarelo para ações destinadas a reduzir acidentalidade e morte no trânsito.

União – Problema mundial, determinação de Assembleia-Geral da ONU, decretou o período de 2011-2020 como a Década de Ações para Segurança do Trânsito. 

Meio - Entidade criada, o Observatório Nacional de Segurança Viária, criou o Maio Amarelo, movimento de conscientização da sociedade para o elevado número de mortes, danos e absenteísmo causado pelos acidentes de trânsito.

Caminho – Neste ano o rótulo Nós somos o trânsito, aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito, o Observatório, e a Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, é veiculado em vídeo, radio, impressos, redes sociais.

E? - Na prática poucos resultados, exceto estatísticas pouco confiáveis. Enquanto ônibus avançar sinal e motoqueiro não tiver sanção, não haverá campanha com resultados. Como todas as mazelas deste país, o caminho da excelência só se atingirá pela educação e pela sanção – e sem estrutura de polícia e justiça, difícil atingi-lo.

Bico – Para a Volkswagen, recepcionista para o Salão do Automóvel não deve ser apenas bonita e sorridente. Mas universitária e submeter-se a curso com palestras e treinamento sobre produtos. A fim? 
contratando.com.br/ volkswagen.

Festa – Sorrisos e foguetes na MAN Latin America, dona da marca Volkswagen Ônibus: empresa vendeu 3.400 chassis para encaroçar ônibus escolares no Programa Caminho da Escola. Tipo Meu ônibus, meu lucro...

Eficiência – Pesquisa do Ministério dos Transportes com 20 mil passageiros deu à Azul liderança em operações: menor tempo de check in; embarque mais rápido; menor tempo para receber a bagagem. Curiosamente é considerada como companhia Low-Cost, quando seus bilhetes estão entre os mais caros.

Tempo – Por contrato com marca alemã de automóveis Premium – Audi? BMW? Mercedes? – Universidade de Hohenheim conduz pesquisa entre formadores de opinião para saber a percepção sobre estas marcas no mercado brasileiro. Daí, afeir observações, sanar eventuais falhas indicadas, focar campanhas de vendas.

Mudou – Há pouco tempo a noção de percepção ficava restrita ao fabricante/montadora e, no máximo, a sua agencia de propaganda. Fiat mudou a escrita, e para errar menos na formatação do Novo Uno, modelo exclusivo ao mercado nacional da marca então líder, contratou à PUC Rio de Janeiro pesquisa sobre a óptica de antropologia e sociologia quanto a produto e clientela. 

GenteSamuel Marcantônio, mecânico, larga história incluindo ter sido dos primeiros funcionários da Simca, festa. OOOO Dia 19, 88 anos. 
OOOO Coisa importante. Amigos irão em automóveis antigos e Prefeitura de Campinas bloqueou rua fronteira à sua casa para as comemorações
OOOO Merecido. 
OOOO Philip Koehn, doutor em engenharia, novo diretor técnico da Borgward. 
OOOO Marca alemã em renascimento, instala fábrica em critérios Indústria 4.0. contratação é aval importante
OOOO Koehn tem carreira na BMW e foi diretor da Rolls-Royce. OOOO
________________________________________________ edita@rnasser.com.br 






Mitsubishi L200 Triton Sport estreia novas versões com identidades visuais próprias na linha 2019

Sistema de tração é o mais completo do mercado


Família de picapes da Mitsubishi Motors conta agora com cinco versões: HPE-S passa a ocupar o topo da gama que ainda tem a HPE, GLS Automática, GLX e GL. Novidades estão na estética de cada uma, além do sistema multimídia com tela capacitiva, Wi-Fi, Android Auto e Apple Car Play

Uma linha completa de picapes para todos os tipos de uso. Assim é a família L200 Triton Sport, que conta agora com cinco novas versões, cada uma com uma identidade própria e o DNA 4x4 da Mitsubishi, sinônimo de força e resistência.

“Com a linha 2019, estamos oferecendo um portfólio completo de picapes, tanto para quem precisa do carro para o trabalho pesado, como para quem quer um veículo confortável e muito bem equipado para as aventuras e viagens off-road com a família”, afirma Reinaldo Muratori, diretor de planejamento da Mitsubishi Motors.

J-Line reduziu a distância entre eixos sem prejudicar o conforto


A L200 Triton Sport une o melhor dos dois mundos: a força, robustez e capacidade de carga para as mais diversas situações, com o conforto, tecnologia e conectividade, essenciais para o dia a dia.

O modelo HPE-S passa a ser o topo de linha e vem com rodas novas rodas de 17”, que trazem ainda mais sofisticação, robustez, desempenho dinâmico e segurança para rodar em qualquer piso.


Os novos faróis Dark Chrome acompanham o design e a grade frontal exclusiva traduz a identidade visual da linha L200 Triton Sport, com um design único e sofisticado, valorizando ainda mais as linhas do para-choque dianteiro, e ainda melhora a performance de refrigeração. 

O novo sistema multimídia tem tela capacitiva de 7” e vem equipado com Android Auto e Apple Car Play, áudio streaming de última geração e conexão WiFi, que permite o acesso a aplicativos nativos, como Waze e Spotify.

A versão HPE vem com rodas diamantadas de 16”, grade e faróis Dark Chrome, que estão integrados com o visual da parte dianteira. O sistema multimídia também é equipado com Android Auto e Apple Car Play, que permite uma conexão rápida e fácil com os principais smartphones do mercado.

O modelo HPE-S passa a ser o topo da linha
Outra novidade da linha 2019 é a versão GLS Automática, que chega para complementar a gama de produtos e oferecer uma versão moderna e atrativa para os consumidores. 


O modelo possui grade frontal cromada customizável e retrovisores e maçanetas Body Color. A versão de entrada é a GLX com câmbio manual de seis velocidades e tração 4x4 Easy Select com acionamento eletrônico. 

O veículo possui novas rodas e pneus ATR 16”, maçanetas, retrovisores e grade frontal Black, além de faróis com máscara negra. Completando a linha 2019 está a versão GL, que faz sua estreia no modelo “Sport”. A picape é destinada a frotistas e empresas que necessitam de um modelo robusto e eficiente para o trabalho.

“Temos a picape mais equilibrada do mercado”, afirma Muratori. “Todas as versões, desde a GL até a HPE-S são equipadas com o mesmo motor, o moderno 2.4L em alumínio. Ou seja, mesmo quem precisa de um carro para o trabalho pesado vai encontrar uma motorização moderna e de qualidade”, destaca.

Veículo é confortável para todos os tipos de uso


Produzida na fábrica da Mitsubishi Motors em Catalão (GO), a L200 Triton Sport foi concebida no conceito Ultimate Sport Utility Truck, que se traduz em estilo dinâmico e atlético, com esportividade e prazer ao dirigir, sem perder a sofisticação, conforto e o silêncio dos veículos de passeio, unindo a praticidade e durabilidade para usos comerciais.

Somado a tudo isso, o know-how que a Mitsubishi Motors tem no off-road, com 11 títulos no Rally dos Sertões na geral e outros inúmeros em diversas categorias. A marca é a única do Brasil que promove regularmente competições off-road há mais de 20 anos.


A Mitsubishi Cup é referência em todo o País quando o assunto é rali cross-country de velocidade e a montadora é a única que produz carros de competição em sua linha de produção, atestando toda a qualidade de seus produtos.

Mesmo motor para todas as versões
Os cinco modelos da L200 Triton Sport são equipados com o moderno motor 2.4L turbo diesel, em alumínio, com 190cv e 43,9 kgf.m de torque. 


É a primeira picape do mundoa usar um motor em alumínio, que resulta em menos peso e mais performance. São cerca de 30 quilos a menos somente no motor. 

Aliado a tudo isso, o exclusivo sistema MIVEC, que é capaz de entregar alto torque em baixas rotações e muita potência em regimes elevados, sem abrir mão da confiabilidade, durabilidade e economia de combustível.

O propulsor foi desenvolvido com o que há de mais moderno visando alta performance e economia de combustível. Com excelente dimensionamento volumétrico, o motor com 2.4L tem baixa taxa de compressão, que se traduz em um funcionamento suave e silencioso.

A turbina de geometria variável permite que o motor da L200 Triton Sport seja capaz de entregar alto torque a baixas rotações e muita potência em regimes elevados, sem abrir mão da confiabilidade, durabilidade e pouca manutenção.

Já o sistema MIVEC tem atuação dinâmica no comando de válvulas. Com ele é muito mais fácil dosar a quantidade ideal de ar no motor evitando perdas e aumentando a eficiência energética.


Tração mais completa do mercado
As versões HPE-S e HPE utilizam o mais moderno sistema de tração do mercado, oSuper Select II, que tem o 4x2, 4x4 (que pode rodar no asfalto), 4x4 com bloqueio do diferencial central e 4x4 reduzida. 


As trocas podem ser feitas facilmente através do seletor no console central. Além disso, o veículo tem o bloqueio do diferencial do eixo traseiro. 

Em situações extremas, onde as rodas ficam suspensas, como valetas transversais ou terrenos com erosões, com um simples toque no botão, o carro é capaz de superar com facilidade.

Ao todo, são até 20 combinações de marcha, mostrando toda a aptidão off-road desta picape, que é a única equipada com Paddle Shifters, permitindo a esportividade da transmissão manual com a praticidade da automática.



DNA 4x4 de conforto, sofisticação e espaço interno
A L200 Triton Sport vem com o DNA 4x4 de série e excelente dirigibilidade, desempenho e conforto, aliados a um conjunto equilibrado com a força e resistência que só um verdadeiro Mitsubishi oferece.

O design lateral foi desenvolvido para expressar a personalidade dessa picape, oferecendo visual único através do J-Line, que resulta em melhor performance dinâmica, agilidade e facilidade de condução. 


Com o J-Line, foi possível reduzir a distância entre eixos sem prejudicar o conforto interno e a capacidade de carga, trazendo como grande benefício a agilidade dinâmica e a facilidade em manobras. O raio de giro é o melhor da categoria, com apenas 5,9 metros.

Projetada com a mais alta tecnologia e aerodinâmica, a L200 Triton Sport tem muito conforto, baixos índices de ruído e oferece prazer ao dirigir. Vem equipada com faróis de bi xênon com DRL, maçanetas cromadas e espelho com rebatimento elétrico.


Por dentro, muita sofisticação com os acabamentos Piano Black e Chrome-Like Silver no painel e console central, nos painéis de porta e no seletor eletrônico da tração 4x4. 

Para proporcionar um interior ainda mais envolvente e confortável, a picape vem equipada com ar-condicionado Dual Zone, botão Start/Stop para partida sem chave, câmera de ré e sensores de chuva, luminosidade e estacionamento. 

Os bancos com couro têm melhor ergonomia e foram desenvolvidos para oferecer ainda mais conforto - e menos fadiga - em viagens longas. O do motorista vem com regulagem elétrica.

A L200 Triton Sport é equipada com o mais moderno sistema de proteção com Full Airbags, e nove bolsas: frontais, laterais, de cortina e para o joelho do motorista. Além de cintos dianteiros pré-tensionados que se ajustam ao máximo para reduzir os impactos ao corpo do passageiro em caso de uma eventual colisão frontal.


Off-road de verdade
A aptidão off-road está presente nos títulos conquistados e pelos excelentes números no fora de estrada:
- Ângulo de entrada - 30°
- Ângulo de saída - 22°
- Ângulo de rampa - 26°
- Inclinação lateral - 45°
- Altura livre do solo - 220 mm
- Travessia com água - 600 mm

O modelo tem a função de dissipador de água para trechos alagados: quando o veículo passa por um trecho alagado, a água não é projetada para o para-brisa e não atrapalhar a visão do motorista, garantindo ainda mais segurança nos mais variados terrenos.

A Suspensão SDS II tem barra estabilizadora expandida e molas helicoidais mais rígidas, que trabalham em perfeita harmonia com os amortecedores. Na dianteira é independente, com braços triangulares duplos, amortecedores hidráulicos, molas helicoidais e barra estabilizadora. Na traseira, eixo rígido e molas semielípticas.

A caçamba foi desenvolvida com paredes laterais mais altas para reforçar a robustez do design exterior. Com isso ela se tornou mais funda, ampliando sua capacidade volumétrica. Já a capacidade de carga é de 1.075 kg. O Brake Light vem integrado à tampa traseira, aumentando a segurança.


Interior espaçoso, funcional e harmônico
Assim como no design externo, o conceito Ultimate Sport Utility também está presente no interior da L200 Triton Sport. Todas as peças de acabamento interno foram cuidadosamente desenvolvidas para maximizar o espaço interno da cabine e proporcionar ainda mais conforto e sofisticação.

Desde o painel central, o design é simétrico e remete à continuidade e integração do revestimento das portas, assim como do console central do assoalho. 


Por dentro, as cores cinza e preto estão em perfeita harmonia, transmitindo esportividade e refinamento, refletindo também a praticidade de utilização necessária para uma picape.

Uma das novidades é o prático seletor da tração 4x4 estrategicamente localizado no console central. Seu posicionamento e suas dimensões foram cuidadosamente pensados para otimizar a ergonomia de operação.

Os bancos que equipam a L200 Triton Sport são muito confortáveis, tanto para as longas viagens, como para os mais desafiadores trechos off-road. O estofado foi aumentado, minimizando a movimentação do corpo durante as manobras. 


Os bancos dianteiros estão mais largos, com novo visual, e o do motorista tem ajuste elétrico. Com isso, é possível encontrar facilmente a melhor posição de direção com um perfeito ângulo dos braços do motorista, refletindo na redução de fadiga durante longas horas de direção. 

Os bancos traseiros têm um excelente ângulo do encosto e um design que amplifica a sensação de profundidade. O veículo é equipado com sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis.

Graças à otimização do conceito J-Line, a L200 Triton Sport tem uma das cabines com o melhor espaço interno para as pernas da categoria, tendo ainda o maior ângulo do encosto do banco traseiro. Da mesma forma, o ângulo das colunas laterais foi redimensionado, ampliando o espaço interno.


O volante possui ajustes de profundidade e altura, além dos comandos de áudio, cruise control e acesso ao telefone por bluetooth. Com o Keyless Operation System, é possível travar e destravar as portas sem o uso da chave. E, para dar partida no motor, basta pressionar um botão.

Para a completa comodidade do motorista e passageiros, são 16 porta objetos e 11 luzes de cortesia, além do porta-óculos no console de teto. O porta-luvas tem o prático “Push Lock”, que tem a tampa com abertura amortecida e facilidade de acesso também pelo lado do motorista.

Comodidade e segurança
A L200 Triton Sport, nas versões HPE-S e HPE, vêm equipadas com controle de tração e estabilidade ATSC, que garante mais segurança, precisão e controle. O Controle de Estabilidade (ASC) atua em momentos de instabilidade, quando os pneus estão escorregando em pisos com baixa aderência ou quando o veiculo está fazendo movimentos súbitos que indiquem perda de direção. 




O Controle de Tração (ATC) freia as rodas que estejam derrapando e otimiza a entrega de torque do motor em condições de perda de tração, seja ela provocada por pisos escorregadios ou durante a transposição de um difícil obstáculo. Além disso, o veículo vem com o HSA (Hill Start Assist), assistente de partida em rampa, que facilita as manobras.

A L200 Triton Sport é equipada com o exclusivo TSA (Trailer Stability Assist), que estabiliza o conjunto trailer/veículo quando o fenômeno de serpenteamento for detectado, garantindo ainda mais segurança. 


O sistema de freios é completo, com ABS, EBD, BAS, fazendo com que a frenagem seja eficaz, até mesmo em situações extremas. Além disso, o veículo conta com o Brake Override System, BOS, que monitora constantemente os sinais do freio e acelerador. 

Caso o freio seja acionado junto com o acelerador e configure uma situação de emergência, o sistema reduz as rotações do motor gradativamente até a parada total e controlada do veículo.

Em conjunto com tudo isso está o ESS (Emergency Stop Signal), uma sinalização de frenagem de emergência, que funciona como um alerta para evitar colisões, acionando as luzes de frenagem de forma intermitente.

A máxima segurança foi priorizada na construção dessa picape. Projetada sob o conceito RISE, o chassi tem alta eficiência em absorção de energia e grande rigidez estrutural. Adicionalmente, a carroceria recebeu proteção extra com o uso de materiais de alta resistência aplicados em regiões estratégicas. Todas essas ações ajudam a manter a integridade dos ocupantes do veículo em caso de um eventual acidente.


Tecnologia a favor do bem-estar
Diversos materiais isoladores foram estrategicamente posicionados para minimizar os ruídos provenientes do motor, rolamento do pneu e até o vento, atingindo níveis excelentes de conforto acústico.

Além das novas suspensões, outros componentes como os coxins de carroceria, que são responsáveis pela redução das vibrações, receberam significativas melhorias de performance. 


Na L200 Triton Sport, eles possuem mais do que o dobro de área para absorção de impacto. Além disso, o veículo possui pequenos pesos instalados em regiões estratégicas do chassi, visando minimizar ruídos do power train que possam incomodar os usuários.

O projeto e a concepção da L200 Triton Sport contaram com os mais avançados recursos computacionais e testes de verificação em túnel de vento, que resultaram em um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,40. É uma das picapes mais leves da categoria, com relação peso/potência de apenas 10,2 kg/cv.

Isso foi possível graças às melhorias do ângulo da superfície lateral do para-choque dianteiro e seção transversal da coluna “A”, otimização do formato de teto e do painel traseiro da caçamba, afilamento do final da cabine e melhorias no formato da caixa de roda.

A L200 Triton Sport foi desenvolvida privilegiando a visibilidade. O desenho do capô e das palhetas do limpador proporcionam maior campo de visão, minimizando os pontos cegos.

Cores e vantagens
A L200 Triton Sport tem a MitRevisão com preço fixo, três anos de garantia, e é oferecida em oito cores: Branco Alpino, Branco Fuji, Prata Rodhium, Prata Cool, Cinza Londrino, Preto Ônix, Vermelho Rubi, Marrom Cacau e Azul Petróleo.

Valores

L200 Triton Sport GL MT 2.4 Diesel - R$ 120.990,00
L200 Triton Sport GLX MT 2.4 Diesel - R$ 126.990,00
L200 Triton Sport GLS AT 2.4 Diesel - R$ 137.990,00
L200 Triton Sport HPE AT 2.4 Diesel - R$ 154.990,00
L200 Triton Sport HPE-S AT 2.4 Diesel - R$ 174.990,00.




quinta-feira, 3 de maio de 2018

Ford lança os novos modelos Ranger 2019, a versão de entrada XL, por R$ 129.300, o modelo intermediário XLS 4x2 automática 2.2 Diesel com 160 cv, por R$ 151.890

Ranger XL


A Ford inicia este mês a venda da linha 2019 da Ranger, com novos modelos que ampliam a oferta e a competitividade da picape no segmento diesel. A principal novidade é a volta da versão XL de entrada, que se destaca pelo custo-benefício com as opções cabine simples, cabine dupla e chassi. Outro lançamento é a versão intermediária XLS 4x2 automática, também equipada com o moderno motor 2.2 Diesel de 160 cv.

A nova Ford Ranger XL tem uma configuração que reforça seus atrativos como veículo de trabalho, com tração 4x4 e transmissão manual de seis velocidades. 


Além do conhecido desempenho fora de estrada e excelente dirigibilidade, ela tem a maior capacidade de carga da categoria, de 1.234 kg na versão cabine simples. 

E já vem de série com equipamentos e tecnologias que nem mesmo séries topo de linha das concorrentes oferecem, como controle de estabilidade e tração, controle anticapotamento e diferencial traseiro blocante eletrônico.

Ranger XLS


A linha Ranger 2019 também traz como novidade na versão XLS a inclusão de maçanetas e retrovisores na cor do veículo e para-choque traseiro na cor London Gray. E a versão XLT agora tem banco elétrico com ajuste em oito posições.

A picape da Ford ganha ainda uma nova opção de cor, a sólida vermelho Bari, ao lado das já disponíveis: branco Ártico sólida, prata Geada e prata Viena metálicas e vermelho Toscana, cinza Moscou, preto Gales e azul Aurora perolizadas.

“Com o retorno das versões XL, a Ranger passa a atender uma gama ainda maior de clientes que precisam de uma picape com excelente capacidade de carga para uso tanto no campo como na cidade”, diz Fabrizzia Borsari, gerente de Picapes da Ford.


“A linha combina segurança, conforto e o conhecido DNA off-road, com excelente dirigibilidade em diferentes condições de uso e uma ampla variedade de modelos. Vem bem equipada de série e oferece também recursos avançados de tecnologia semiautônoma”, acrescentou.

Ranger XL cabine dupla, R$ 139.590


Nova Ranger XL
A nova Ranger XL foi desenvolvida para atender o segmento de transporte de pequenas cargas, que vem crescendo, e como toda a linha conta com cinco anos de garantia. 


Ela permite transportar diversos tipos de mercadoria de forma ágil, segura e econômica, inclusive em grandes centros urbanos com restrições à circulação de veículos de carga.

Entre outros diferenciais, ela é a única picape de entrada do segmento equipada com controle adaptativo de carga e controle de estabilidade e tração AdvanceTrac. 


O controle adaptativo de carga aumenta a estabilidade em manobras bruscas e frenagens com o veículo parcial ou totalmente carregado. 

O controle de estabilidade e tração AdvanceTrac é outra tecnologia exclusiva da Ford, com diversos sensores para manter o veículo sob controle mesmo em situações imprevistas.

A Ranger XL tem preço de R$129.300 na versão cabine simples e traz também outros itens que as picapes concorrentes não oferecem. 


Vem de série com direção elétrica, diferencial traseiro blocante eletrônico, controle automático de descidas, controle anticapotamento, assistente de frenagem de emergência, assistente de partida em rampa, piloto automático, rádio com comandos de voz e controles no volante e provisão elétrica para reboque.

A versão cabine dupla custa R$139.590 e possui também cintos de segurança de três pontos nos bancos traseiros, encostos de cabeça ajustáveis e ganchos para cadeiras infantis Isofix. 


O modelo chassi pode ser equipado com diferentes implementos, de acordo com as necessidades do cliente, e sai por R$124.200.

Nova Ranger XLS Automática
A Nova Ranger 2.2 Diesel XLS 4x2 Automática equipada com tração 4x2 oferece uma nova alternativa para o consumidor que não necessita de um veículo com tração 4x4, mas faz questão de uma picape robusta com transmissão automática e muita tecnologia embarcada, por R$151.890.

Ela vem equipada com o melhor pacote de segurança do segmento, incluindo sete airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração AdvanceTrac, assistente de partida em rampa, controle adaptativo de carga, assistente de frenagem de emergência, controle de estabilidade anticapotamento e controle automático em descidas.

Tem também central multimídia SYNC com comandos de voz para áudio e telefone, piloto automático, câmera de ré e computador de bordo, entre outros equipamentos.

Ranger modelo chassi R$ 124.200


Linha completa
Com os novos catálogos, a Ranger 2019 passa a ter 11 versões e continua a ser a picape média mais completa do mercado – é a única a oferecer duas motorizações diesel, o 2.2 Puma e o 3.2 Duratorq, além do 2.5 Flex.

A linha 2019 parte de R$110.790 na versão 2.5 Flex XLS, motorização que conta também com as opções XLT (R$121.490) e Limited (R$129.650), com tração 4x2 e transmissão manual. 


A Ranger 2.2 Diesel, além dos lançamentos, é formada pelas versões XLS 4x4 manual (R$157.460) e XLS 4x4 automática (R$164.650).

A Ranger 3.2 Diesel, com potência de 200 cv, oferece duas versões, ambas com tração 4x4 e automáticas. A XLT inclui bancos de couro, rodas de liga leve de 18 polegadas e central multimídia SYNC 3 com tela de 8 polegadas, por R$183.490. 


A topo de linha Limited vem também com piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de permanência em faixa, farol alto automático, protetor de caçamba, capota marítima e santantônio pintado na cor do veículo por R$193.490.

Toda a linha Ranger conta com cinco anos de garantia e manutenção econômica, incluindo revisões com preço fixo e assistência na Rede Ford em todo o Brasil.

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