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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Caoa Chery entra no mercado dos sedans com o Arrizo 5 nas versões RX, que custa R$ 65.990 e RXT, R$ 72.990, ambas com motor turbo 1.5 de 150 cv e câmbio de sete velocidades. Na pista de provas da fábrica mostrou segurança, bom desempenho e conforto.


 Texto e fotos: Arnaldo Moreira


Como anunciado pelo CEO da Caoa Chery, Márcio Affonso, no Salão do Automóvel de São Paulo, em Novembro, a montadora, apresentou à Imprensa, junto com seu novo SUV Tiggo 5X, o sedan Arrizo 5, com motor 1.5, turbo de 150 cv, câmbio de sete velocidades, que já está vendendo por R$ 65.990, na versão RX e por R$ 72.990, o RXT.


Foto: Fredy Uehara 


Cerca de 70 jornalistas do setor automotivo nacional foram convidados para o evento que aconteceu na fábrica da montadora em Anápolis, onde são produzidos veículos Chery e Hyundai e hoje é uma referência na realização de certificação de combustíveis e testes de emissões e durabilidade de chassis e motores.



O sedan Arrizo 5 desenvolvido sob a plataforma M1X, é uma esperança de boas vendas da montadora que juntou qualidade, design e tecnologia de última geração "para atrair um novo público: clientes que buscam na tradição deste segmento um veículo sofisticado" e assim entrar neste mercado com um carro completo, ágil e seguro bem recheado de equipamentos de segurança, itens de conforto e boa motorização, revelou Márcio Affonso.




Com 2,65 m entre-eixos e 4,32 m de comprimento, o que o identifica como um carro sem maiores dificuldades para as atividades urbanas, na prova de velocidade se revelou também um estradeiro eficiente graças a seu motor 1.5 turbo, de 150 cv, abastecido com etanol e 147 cv com gasolina, que gera 19,4 kgfm de torque a 5.000 rpm, e ao câmbio automático CVT de sete velocidades - com trocas rápidas e imperceptíveis -, que lhe garantem boas retomadas.



O casamento do motor de 1,5 l com a transmissão de velocidades simuladas resultou num funcionamento equilibrado e de baixo consumo de combustível que chega a 7,5 km/l na cidade e a 11 km/l, na estrada, com etanol, e 10,5 km/l na área urbana e 14 km/l na estrada, com gasolina.



O Arrizo 5 tem um design moderno, equlibrado e atraente na frente decorado pelo moderno conjunto ótico de faróis, de acendimento automático e ajuste manual de altura, com refletor duplo e guias LED a grade encimando o parachoques em que se destacam a luzes DRL. 


 Foto: Fredy Uehara

As laterais esguias se fecham na traseira com elegantes lanternas emoldurando o porta-malas de 430 l.


   Foto: Fredy Uehara


 Foto: Fredy Uehara
O sedan vem com os sistemas keyless e de partida sem chave, em que o motor é acionado no botão Start & Stop, computador de bordo, controles eletrônico de estabilidade e de tração, freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, indicador de pressão dos pneus, rodas de 16", sistema auxiliar de partida em declives, direção elétrica.




O sistema multímidia tem tela de 7 polegadas, com espelhamento de celular Android e função Apple Car Play para sistemas IOS, bleutooth, comandos de som e viva voz no volante com regulagem de altura, piloto automático, câmera traseira e sensor de estacionamento. 



No painel de instrumentos há uma tela 3,5" para leitura dos dados do computador de bordo.



A versão XT tem teto solar elétrico.



O Arrizo 5 tem três anos de garantia e o motor e câmbio 5 anos.










quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Fernando Calmon vê o mundo automotivo de pernas para o ar, culpa dos combustíveis




Fernando Calmon              

Nº 1.023 — 13/12/18


DE PERNAS PARA O AR

Se o mundo automobilístico tem passado por fortes turbulências, acontecimentos recentes no exterior colocaram mais coisas de pernas para o ar. Há um primeiro episódio, em abril último, quando a Ford desistiu de produzir sedãs nos EUA para se concentrar em SUVs e picapes. 

Pouco adiante, em junho, Sergio Marchionne, CEO da FCA, falecido um mês depois, admitiu encolher drasticamente a presença da marca Fiat em toda a Europa.

Agora a GM, além de decretar o fim de vários modelos Chevrolet (incluindo o híbrido Volt), Cadillac e Buick, anunciou o fechamento de duas fábricas nos EUA e uma no Canadá, além de duas outras não especificadas no resto do mundo. 

O grupo tem 32 fábricas do Uzbequistão ao Equador, passando por Egito e Vietnã. Mais doloroso foi o corte anunciado de mais de 10.000 empregos na América do Norte como indicativo de sua forte guinada em direção aos veículos elétricos. A empresa estima em cerca de 15 anos o fim dos motores a combustão interna (MCI) em automóveis.

A Volkswagen anunciou, agora, que em 2026 lançará sua última geração de MCI, sem marcar o encerramento total da produção. Ciclos de evolução de motores são em geral de dez anos e dos veículos, de sete anos. 

Então, ainda terá tempo de, eventualmente, rever planos. Mesmo porque o CEO Herbert Diess admitiu, em setembro, que investimentos para desenvolver os elétricos serão maiores que os estimados.

Um estudo publicado pela revista suíça Revue Automobile mostrou o custo de eliminar cada tonelada de CO2 (gás precursor de efeito estufa e mudanças climáticas).
Em motor convencional é de 400 francos (R$ 1.600); em híbridos, 1.100 francos (R$ 4.400) e em elétricos de 3.000 a 4.300 francos (até R$ 17.000). Ou seja, cerca de 10 vezes mais caro.

Isso explica, em parte, os recentes distúrbios violentos na França. O estopim foi o acréscimo de apenas seis centavos de euro no diesel (R$ 0,26) e três centavos na gasolina (R$ 0,13) para “desestimular” combustíveis fósseis: na Europa são os mais caros do mundo (R$ 6,50, o litro). 

Obviamente, houve outros motivos para a revolta, mas a desistência do aumento por parte do governo francês indica que será difícil equacionar subsídios tão altos, em curto espaço de tempo.

Tem pouco sentido só proprietários de veículos pagarem a conta. Na Alemanha e nos EUA, ela é dividida entre todos os contribuintes de impostos. Sem subvenção (governos já enfrentam problemas fiscais), poucos se animarão a comprar um automóvel elétrico. Nenhum governo terá fôlego para bancar isso, em prazos tão otimistas.

Agora mesmo, GM, Tesla e Nissan apelam ao governo americano para renovar, em parte, subsídios de até US$ 7.500 (quase R$ 30.000) por meio de compensação no acerto anual do imposto de renda dos compradores. Isso é válido apenas para os primeiros 200.000 clientes de elétricos ou híbridos de cada marca.

Para completar todos esses fatos confusos, a Volvo participou de forma inusitada do recente Salão do Automóvel de Los Angeles (EUA), encerrado domingo passado. Seu estande não tinha nenhum carro exposto: apenas sofás e peças de decoração. Pura jogada de marketing, mas houve também interpretações pouco abonadoras à marca sueca.

ALTA RODA

DECIDIDO, segundo fontes da coluna. FCA, embora desconverse, importará motor turbo da Itália para utilizar no Jeep Renegade no primeiro semestre de 2019. Trata-se do Firefly, de 1,3 L e sistema MultiAir de comando de válvulas, inicialmente na versão de 150 cv e depois de 180 cv. Apenas quando atingir 50.000 unidades/ano deverá ser produzido aqui.

ANFAVEA confirma: 2018 terá resultado superior à sua segunda previsão para vendas de veículos leves e pesados. “Preferimos ser surpreendidos para mais do que para menos”, expressou Antônio Megale, presidente da entidade. Até novembro, no acumulado do ano, o crescimento foi de 15% sobre 2017. Quase 2,6 milhões de unidades serão emplacadas em 2018.

CONVERSÍVEIS atraem muito poucos compradores no Brasil, mas a MINI voltou a oferecê-los. Merece aplausos. São três motores (136, 192 e 231 cv) e duas opções automáticas (7 e 8 marchas) de R$ 146.990 a 196.990. Versão JCW, a mais rápida e veloz, traz acerto duro de suspensão, inevitavelmente desconfortável, mas dentro de sua proposta. Ideal para boas estradas.

ESTA semana foi publicada resolução do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) que estabelece novas normas de emissões para veículos leves, padrão L7. Passará a vigorar em modelos novos a partir de 2022 e para toda a linha comercializada no País, em 2023. Ponto altamente positivo é a convergência de prazos com as metas de economia de combustível.

RESTAURANTE e oficina de automóvel importado, no mesmo endereço na capital paulista, é combinação inusitada. Chamam-se, respectivamente, 911 e Flacht. Nem precisa explicitar que se trata de sofisticada iniciativa para os fãs do icônico carro esporte da Porsche, sejam modelos mais novos ou mais antigos. Tecnologia de inspiração alemã, mas a comida, bem brasileira.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Duas versões, T e TXS, do novo SUV Caoa Chery Tiggo 5X foram apresentadas na fábrica da marca, em Anápolis. Já à venda nas concesssionárias a partir de R$ 86..990, o carro com motor flex com 150 cv, turbo e câmbio de seis velovidades, mostrou-se seguro, de boa dirigibilidade, confortável e rápido.



Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Disposta a enfrentar o renhido e concorrido, mercado dos SUVs, o conglomerado Caoa Chery apresentou, ontem, em sua fábrica de Anápolis, a cerca de 70 jornalistas especializados do setor automotivo brasileiro, sua menina dos olhos, o novo Tiggo 5X que neste mês natalino já está à venda nas 65 concessionárias da marca, nas versões T, por R$ 86.990 e a top de linha TXS por mais R$ 10 mil - R$ 96.990.



A bossa deste lançamento é a projeção em laser do nome do carro no chão ao abrir a porta. 



O Tiggo 5X é o primeiro SUV da marca com motor turbo flex, 1.5, de 150 cv, abastecido com etanol, e 147 cv, a gasolina, e 21,4 kgfm de torque, que lhe confere bons arranque e retomadas, graças também ao desempenho câmbio alemão, automatizado de dupla embreagem DCT (permite trocas mais rápidas), de seis velocidades. 



O consumo do carro, apesar do peso elevado,  graças ao turbo, é de 7km/l ciclo urbano e 9 km/l na estrada, com etanol, subindo para 10 km/l na cidade e 13 km/l, na estrada, abastecido com gasolina.



Senti falta, num carro do nível e do preço do Tiggo 5X, de aletas de troca manual de marchas no volante, que podem ser feitas, apenas, na alavanca do câmbio.



O acabamento deste SUV sinobrasileiro é de bom padrão e nota-se a preocupação do fabricante - exaltada pelo CEO da Caoa Chery, Márcio Affonso - com esse item de tanta importância para os consumidores.



Bancos de couro confortáveis, espaço generoso para as pernas, descanso de braço nos bancos da frente e de trás, um amigável sistema de multimídia e o design equilibrado e moderno - a leveza da traseira lembra a do Mercedes Classe A - formam um conjunto que torna o Tiggo 5X um carro atraente.





Construído na plataforma T1X, cuja característica é criar veículos seguros e dinamicamente eficazes, o Tiggo 5X tem, de acordo com a fábrica, 60% de aço de alta resistência na sua estrutura e 8% nos pontos nevrálgicos da carroceria que garantem firmeza na condução e segurança e durabilidade estrutural.



O Tiggo 5X, calçado com rodas de 18" mostrou no teste de suspensão uma boa absorção de ruídos e de desníveis da pista, sem barulhos na carroceria e painel e comportamento normal nas curvas, mesmo as mais fechadas, com respostas imediatas de aceleração e bom desempenho dos freios ABS, com EDB (distribuição eletrônica da força).



E no teste de aceleração o turbo do motor 1.5 deixou claras suas funções no carro. Depois de um leve delay, atraso, normal, o motor responde com disposição e velocidade, o que é importante nos arranques e ultrapassagens que exigem eficazes retomadas de velocidade.



O Tiggo 5X, que vem equipado com rodas de 17" na versão T e de 18" na TXS, tem no meio do painel uma tela HD de 9", sensível ao toque, com conectividade para smartphones com Apple Car Play ou Android, com espelhamento do celular, câmera de ré. 



Na tela é comandado ainda o sistema de ar condicionado, telefone e rádio. 



Numa outra tela de 4,8" no painel de instrumentos, além da leitura normal do desempenho do carro e dados do computador de bordo, o Tiggo 5X oferece ainda o controle de pressão e da temperatura dos pneus. 



No volante, de couro, há botões de controle de som, piloto automático. Ao lado, o botão de acionamento do motor Start & Stop, pois o carro traz chave presencial.




O Tiggo 5X é dos maiores de seu segmento, com 4,338 m, mas o porta-malas não é dos mais amplos, apenas 340l, que com os bancos traseiros rebatidos chega a 1.100l. Possui air bags frontais e de cortina, banco do motorista com regulagem elétrica e volante com controle de profundidade e altura, teto solar panorâmico.


A distância do chão deixa o Tiggo 5X apto para enfrentar os irregulares redutores de velocidade

Durabilidade
Um detalhe revelado pelo gerente da divisão de Emissões e Durabilidade, Arkc Dutta, chamou a atenção, durante a visita ao setor. Explicou que os propulsores são submetidos a dois testes de durabilidade: carga média (Pick Power) de 400 h mantendo o motor em ritmo utilização urbana e estrada, e outro de carga máxima de 600 h, que corresponde à rodagem do carro durante 600 km na velocidade máxima. Neste caso, os motores e os câmbios chegam a atingir 1.600 graus de temperatura. 



Com esses testes, a Caoa Chery pretende que os motores dos carros que fabrica cumpram longas quilometragens sem problemas. Isso deixa clara a preocupação da fábrica em derrubar a fama de xinguilingue dos produtos - entre ela dos carros - chineses.

Márcio Affonso reforça esse esforço com o oferecimento de um serviço de pós-venda que inclui a entrega rápida de peças de reposição a um preço justo e revisões sem demora. Para tal, a Caoa Chery ampliará das atuais 65 para 111 o número lojas pelo Brasil, em 2019. 



O Tiggo 5X tem três anos de garantia para o carro completo e cinco anos para motor e câmbio, e custa, na versão T, R$ 86.990 e, na versão TXS, R$ 96.990.

Arnaldo Moreira viajou a convite da Caoa Chery

Honda GL 1800 Gold Wing tem o conforto de um automóvel, é a primeira moto equipada com air bag. Tem motor 1.8 de 126 cv e se destaca, apesar de sua potência pela economia. Custa R$ 156.550. ASSISTA O VÍDEO


Quem visitou o estande da Honda, no Salão do Automóvel de São Paulo, deste ano, conheceu a moderna moto Honda GL 1800 Gold Wing, com motor de seis cilindros de 126 cv, que com seu tanque de 21 litros consegue fazer o trajeto de 400 km entre o Rio e São Paulo sem necessidade de abastecimento.

especialista técnico da Honda, Alfredo Guedes, detalhou para o Blog, EM ENTREVISTA  EM VÍDEO essa moto que se diferencia de um automóvel pela ausência de mais duas rodas. É a primeira moto no mundo equipada com air bag. A venda nas concesssionárias da Honda começará no ínício de janeiro de 2019 e custará R$ 156.5550.

Assista o vídeo com a entrevista 

https://youtu.be/zHLti1vpk7o


Ficha técnica
Tipo: OHC, seis cilindros 4 tempos, arrefecimento líquido

Cilindrada: 1.833 cc

Potência Máxima: 126 cv a 5.500 rpm

Torque Máximo: 17,3kgf.m a 4.500 rpm

Transmissão: 6 velocidades

Sistema de Partida: Elétrica

Diâmetro x Curso: 73,0 x 73,0 mm

Relação de Compressão: 10,5:1

Sistema Alimentação: Injeção Eletrônica PGM FI

Combustível: Gasolina.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

TESTE: Jeep Compass Limited 2019, motor 2.0 turbo diesel, um belo carro. Bem acabado, rápido, seguro, confortável, econômico e de excelente dirigibilidade na cidade e na estrada. 20º mais vendido nos Estados Unidos. O preço é um pouco salgado - custa R$ 172.190. Assista os vídeos.

   
Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Na última quinta-feira, devolvi na concessionária Azzura, de Botafogo, o novo Jeep Compass Limited, 4x4 com reduzida 
e Selec Terrain, motor 2.0 turbo diesel, de 170 cv, com muita pena de não poder ficar mais tempo com esse belo carro. É o adjetivo perfeito para falar desse Jeep confortável, seguro, silencioso, rápido e bonitão cedido pela Jeep para avaliação pelo Blog. Custa R$ 172.190.



Na buraqueira em que se encontra a cidade maravilhosa, graças à omissão do prefeito Crivella, alvo da reclamação de milhares de motoristas cariocas, o Jeep Limited mostrou-se um carro pronto para enfrentar o dia-a-dia, absorvendo muito bem os impactos das irregularidades das ruas e oferecendo conforto aos ocupantes. 



O interior do Limited preto cedido ao Blog pela montadora tem uma forração em couro creme que lhe confere ao mesmo tempo um ambiente sóbrio e luxuoso e ao invés do plástico forrando o painel é usado um produto emborrachado que evita e absorve as trepidações. O Compass é o 20º carro mais vendido no mercado norte-americano, o que justifica seu alto padrão de acabamento e a boa qualidade do carro.



Chamou-me a atenção o som do fechamento das portas, surdo, firme, revelando a qualidade premium do carro. Os assentos têm o conforto de uma poltrona, incluindo o de trás. Como um SUV que se preza o espaço para as pernas é generoso tanto na frente quanto na traseira.


Uma parada rápida para essa foto na rodovia Presidente Dutra

A melhor maneira para sentir o carro era levá-lo para a estrada. E lá fui eu e minha mulher, Lana, rumo a Penedo, a 178 km do Rio, uma cidade agradável, no sopé da serra da Mantiqueira. 




Conhecida como a cidade de Papai Noel foi fundada por filandeses e ali se come o eisebien, prato típico alemão, mais gostoso do Estado do Rio de Janeiro, na Casa do Fritz.




A viagem pela Rodovia Presidente Dutra, a famosa BR-101, foi super agradável entre montes e vales. O Jeep Limited galgou com firmeza e constância, graças ao turbo do motor, a serra das Araras, hoje com uma velocidade máxima de 60 km/h como medida preventiva contra os acidentes que aconteciam ali com frequência.




Na cidade, como na estrada, especialmente na subida da serra, cheia de curvas, se vê quanto é útil o Monitoramento de Ponto Cego que vem no Limited. À aproximação de um ciclista, de uma moto, de qualquer veículo uma luz amarela de um pequeno triângulo passa a piscar na extremidade dos retrovisores externos avisando o motorista.



Outro equipamento de extrema importância para o motorista é o aviso sonoro de colisão como veículo da frente, quando o sistema detecta essa possibilidade, ou seja o seu carro se aproxima velozmente do veículo à sua frente, imediatamente surge no painel de instrumentoso aviso BRAKE (FREIE). Se ainda assim a redução de velocidade não foi suficiente o próprio sistema, que é comandado por sensores radares, acionam o freio por conta própria. 



No regresso de Penedo, a chuva mostrou a cara e caiu com intensidade. O Compass comportou-se tranquilamente, realizando curvas seguras e mantendo o mesmo nível de dirigibilidade sob essas condições. Já noite, os faróis Xénon, garantiram perfeita iluminação da estrada. Um farol ilumina o interior das curvas acompanhando a torção do volante, muito útil, que eleva a segurança na condução noturna.


O motor turbo de 170 cv diesel garante um desempenho em curvas e ultrapasagens


O Compass Limited é um dos carros mais bem equipados tecnologicamente de seu segmento. Possui Sistema de Monitoramento de Mudança de Faixa, o primeiro fabricado no Brasil. É comandado por câmeras e sensores externos, que detectam a mudança de faixa inesperada e corrigem a trajetória levando carro automaticamente de volta à pista.

Assista o vídeo:
https://vimeo.com/298073430




No regresso ao Rio de Janeiro, com chuva e noite escura, o Sistema de Farol Alto Automático, que detecta a iluminação ambiente, incluindo a presença de faróis em sentido contrário mudando automaticamente a intensidade da luz do Compass, reduzindo significativamente o ofuscamento.



Produzido em Goiana (PE), o Compass 2019 vem equipado com sistema Start & Stop - um sistema inteligente com alternador e bomba de combustível que trabalham automaticamente bajxando o consumo em 11%, em relação à versão anterior - com chave presencial, rodas de 19", ar condicionado automático, retrovisores rebatidos automaticamente. O tanque de 60 l de diesel tem autonomia em torno de 900 km. 



O porta-malas com capacidade 410 aumentada para cerca de 800 l com o banco traseiro rebatido.



A tampa do porta-malas tem abertura automática.

Veja no vídeo:

Alerto os motoristas que devem ligar os faróis na posição de luz baixa, pois o automático só aciona as luzes quando o carro entra em lugares de iluminação reduzida, como túneis, e na estrada o CNT obriga a circulação com faróis baixos ligados.



Aletas atrás do volante permitem  trocas de marchas mais  rápidas, de acordo com o interesse do motorista







O Compass Limited oferece o sistema de auto estacionamento (Park Assist), sem a intervenção do condutor,que apenas tem de frear ou acelerar de acordo com as instruções do sistema semi-autônomo do Compass. 

Assista o vídeo:



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A responsabilidade do jornalista automotivo ao receber um carro de uma montadora para o avaliar é muito grande, pois seu teste pode levar o leitor a adquiri-lo ou não. Em qualquer dos casos, é necessário que as informações sejam mais corretas, detalhadas e claras possível ao mesmo tempo em que têm de ser entendidas pelos leitores. 

É essa preocupação que move o jornalista dado o compromisso que tem com o seu leitor. Naturalmente, nem sempre a montadora dona do carro fica muito satisfeita com o que é descrito, sobre o veículo avaliado, na opinião do jornalista, mas existe um respeito mútuo entre a fábrica e o jornalista, um confia no outro, numa relação marcada pela liberdade absoluta de expressão. A.M.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Quem gosta de acelerar e se deliciar com o ronco do motor que aproveite enquanto é tempo, pois os carros de direção autônomo estão mais próximos das ruas do que se imagina, permitindo que o futuro "motorista" possa falar ao celular ou até ler o jornal e até tomar um cafezinho. Apesar de 43% dos motoristas ainda se acharem inseguros com o sistema ele será uma realidade



COLUNA
MECÂNICA ONLINE®

10 | DEZEMBRO | 2018



Em 50 anos carros 
autônomos serão comuns


Que sorte a nossa não é verdade? Temos a oportunidade de dirigir, de acelerar um veículo, pois no futuro próximo parece que dirigir não vai ser muito comum, não. Um novo estudo da Intel revela que, apesar dos receios e inseguranças, consumidores não veem a hora de ter um carro autônomo.

A pesquisa realizada com consumidores norte-americanos revela que apenas 21% dos entrevistados trocariam seus carros por um modelo autônomo hoje, apesar de 63% deles acreditarem que esse tipo de veículo será padrão daqui a 50 anos. Essa já foi uma visão de futuro compartilhada pela Intel anteriormente em que a empresa prevê um mercado de 7 trilhões de dólares.

"Ainda precisamos preencher a lacuna entre a aceitação atual pelas pessoas dos recursos de condução automatizada e a autonomia total. Atualmente, os passageiros precisam confiar cegamente nos critérios de segurança dos fabricantes. É importante que haja uma união entre a indústria e as decisões políticas em prol de um modelo de segurança transparente, que reforce a confiança entre homem e máquina", afirma Jack Weast, engenheiro sênior da Intel e vice-presidente da AV Standards na Mobileye.

O estudo Passenger Economy publicado pela Intel em 2017 aponta que os veículos autônomos terão potencial para salvar 585.000 vidas entre 2035 e 2045. Mas o novo estudo mostra que os consumidores ainda têm sentimentos conflitantes em relação a essa promessa.


Quase metade dos consumidores entrevistados (43%) não se sente segura em relação aos veículos autônomos (AV) - sendo que as mulheres têm mais receios do que os homens.
Ao mesmo tempo, mais da metade dos consumidores não vê a hora de não precisar mais dirigir e espera daqui a 50 anos poder usar o tempo gasto dentro do carro com entretenimento ou trabalho.

Quando perguntadas sobre o que esperam fazer dentro de um veículo autônomo dentro de 50 anos, as pessoas mostram empolgação por uma gama de atividades de trabalho, descanso e diversão:
  • Entretenimento (58%)
  • Socialização (57%)
  • Trabalho (56%)
  • Reuniões (33%)
  • Cuidar da aparência (26%)
  • Atividade física (14%)
O Departamento de Transportes dos Estados Unidos acredita que os veículos autônomos possam reduzir as mortes no trânsito em 94% ao eliminar os acidentes por falha humana.

Para ter sucesso será necessário ligar os pontos entre as tecnologias de assistência à condução automatizada de hoje e a autonomia total do futuro.

A Intel acredita em uma abordagem de duas vias:
Ampliar disponibilidade, informações e aceitação dos sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS). 

Sem os aprendizados obtidos de usuários de ADAS em escala, é impossível esperar que as pessoas simplesmente saltem no abismo tecnológico e aceitem a autonomia total.

Criar um padrão de segurança universalmente aceitável e compreensível. Como ponto de partida, a Intel oferece seu modelo de Segurança Sensível à Responsabilidade.

O padrão proposto traduz o que significa ser um condutor seguro para uma equação matemática totalmente transparente e explicável. A Intel está convidando outros participantes do setor a se alinharem a esse tipo de padrão.

O recém-anunciado Instituto de Mobilidade Avançada no Arizona tem como objetivo resolver as implicações de responsabilidade, regulamentação e segurança de veículos automatizados e trabalhará para desenvolver padrões e melhores práticas a serem seguidos pela indústria.

A condução automatizada oferece muito mais do que benefícios sociais significativos (incluindo salvar vidas), como novas experiências para os passageiros. 

A mobilidade deixará de ser a única função dos carros, que terão potencial para se tornarem módulos de transporte experiencial.

O estudo Passenger Economy de 2017 foi encomendado pela Intel e conduzido pela Strategy Analytics.

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