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terça-feira, 18 de junho de 2019

Prevenção de acidentes é preocupação da Volkswagen que realiza centenas de testes de colisão em seus laboratórios para obter carros mais seguros. Saiba como funcionam esses laboratórios que pretendem oferecer o maior nível de segurança aos usuários de seus veículos. Assista e se inscreva no canal Blog do Arnaldo Moreira no You Tube

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No mês em que a redução dos acidentes de trânsito é debatida no Brasil e no mundo, a Volkswagen do Brasil abre, pela primeira vez em sua história, seu laboratório de Segurança Veicular – um dos mais avançados da América Latina e referência no Grupo Volkswagen no desenvolvimento de veículos – para demonstrar os testes que são aplicados no desenvolvimento de veículos capazes de oferecer o máximo desempenho em segurança. 


Nos laboratórios foram desenvolvidos alguns dos modelos que recentemente obtiveram nota máxima em segurança nos testes realizados pelo Latin NCAP, instituto independente que avalia carros novos vendidos na América Latina e Caribe – como o T‑Cross, primeiro SUV fabricado pela Volkswagen no Brasil.



Volkswagen - Segurança Veicular
Aliás, no quesito segurança, a Volkswagen detém o maior número de modelos com nota máxima na proteção para os ocupantes no ranking do Latin NCAP. São quatro modelos com cinco estrelas tanto na proteção para adultos quanto para crianças: Golf, Polo, Virtus e T‑Cross.

Além das cinco estrelas para adultos e crianças, Polo e T‑Cross também ganharam reconhecimento extra: o “Advanced Award”, destinado a veículos que atendem critérios de proteção a pedestres. O Polo foi o primeiro modelo comercializado no Brasil a receber esse prêmio.

A avaliação é feita com base em testes que simulam situações de acidentes envolvendo pedestres, conforme padrões estabelecidos por legislações internacionais, que serão incorporados à brasileira a partir de 2025 – a empresa já se antecipa e oferece agora o que será exigido no futuro.

O T‑Cross recebeu o “Advanced Award” pela oferta do sistema de frenagem automática pós-colisão, que aciona automaticamente os freios do veículo em caso de acidente, evitando colisões subsequentes

Assim como o Polo e Virtus, o T‑Cross também oferece tecnologia de proteção aos pedestres, que mitiga lesões em situação de atropelamentos através de áreas de deformações programadas e elementos de absorção de energia.

Esses excelentes resultados foram alcançados por meio de investimento contínuo, no aprimoramento da segurança e de modernos conceitos de desenvolvimento aplicados aos veículos. Pioneira em Segurança Veicular e Crash-tests no Brasil desde os anos 1970, a Volkswagen também é a 1ª Marca do País a realizar testes e conquistar premiações na proteção aos pedestres.


História do laboratório
O departamento de Engenharia de Segurança Veicular foi criado no Brasil em 1970, e o primeiro laboratório foi inaugurado em 31 de março do ano seguinte, ainda nas instalações da Volkswagen no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP). 

No início eram realizados testes de colisão frontal e traseira nos veículos. Os primeiros modelos desenvolvidos de acordo com esses novos métodos foram: Variant, TL, 1600 e SP2 (1970-1974).

A estrutura de Segurança Veicular foi transferida para a Fábrica Anchieta em meados dos anos 1980 – a inauguração da nova pista de crash-test (acidente) ocorreu em 1989. Os novos recursos viabilizaram o desenvolvimento, por exemplo, do Fox (versão do Voyage destinada ao mercado dos EUA), atendendo aos rigorosos requisitos da legislação americana da época.

O laboratório é atualmente um dos mais modernos, avançados e equipados da empresa no mundo e está apto a desenvolver localmente produtos globais, desde o início do projeto até sua entrada no mercado. 



Além do laboratório de Crash-test, a área conta com câmaras climáticas para análise de acionamento de airbags; dispositivos de tração para testes de resistência em carroceria dos pontos de ancoragens de cintos e bancos.

Recentemente foi atualizado o laboratório com dispositivo de Sled test (”trenó”) de última geração e adicionados novos equipamentos e dispositivos de proteção a pedestres.

Para se ter uma ideia do volume de testes realizados no laboratório, em um ano são realizados mais de 100 testes de colisão, 200 testes de “trenó” e mais de 500 deflagrações de airbags, entre outros ensaios.

Além dos testes realizados durante o desenvolvimento do veículo, o laboratório também realiza revalidações constantes em seus produtos que estão em produção de série, para assegurar que a produção mantenha o mais alto nível de qualidade.


Bonecos antropométricos (dummies / manequins)
O “crash test dummy”, ou boneco antropométrico, é uma peça fundamental no desenvolvimento de um veículo seguro. Trata-se de um instrumento de teste calibrado que é usado para medir o potencial de lesões em todo o corpo que podem ocorrer em colisões de veículos. 

Esses bonecos antropométricos simulam a resposta humana a impactos, acelerações, deflexões, forças e momentos gerados durante um acidente.



Transdutores instalados no manequim fornecem os níveis físicos experimentados pelo manequim. Essas leituras são controladas e podem ser repetidas graças ao projeto e contínua calibração e manutenção do “dummy”.

Os dados para o desenvolvimento das respostas do manequim do teste de colisão provêm de medições fisiológicas humanas. Os “dummies” possuem diversos tamanhos-padrão e podem ser usados em diferentes situações de condução.

Para os testes de Latin NCAP são utilizados manequins-padrão de 75 kg e 1,75 metro de altura, que representam a média da população. Crianças são representadas por bonecos que simulam indivíduos de 1,5 ano e 3 anos (com tamanhos e pesos respectivos).

A Volkswagen, por critérios internos, também faz avaliações com bonecos de padrões diferenciados, com aproximadamente 1,90 m e 100 kg e 1,45 m e 50 kg, abrangendo pessoas com menores e maiores estaturas.

Os dummies (manequins) também são utilizados para avaliação ergonômica e posicionamento e facilidade de utilização de cinto de segurança.





Dispositivos de retenção
Sistemas de retenção têm a tarefa de minimizar o risco de lesões aos passageiros dentro do veículo. Um sistema de retenção para uma colisão frontal consiste em cintos de segurança com pré-tensionadores e limitadores de força, airbags do motorista e passageiro, coluna de direção com sistema absorvedor de energia e assentos com apoios de cabeça.

O principal sistema de proteção aos ocupantes é o cinto de segurança de três pontos. Sua função é conter os ocupantes em seus assentos em caso de acidente, de modo que eles sejam desacelerados na mesma velocidade que a célula de sobrevivência em que se encontram, sem que sejam expostos a forças severas e descontroladas.

Os pré-tensionadores eliminam a folga do cinto puxando e ajustando-o adequadamente ao corpo do ocupante. O limitador de força reduz a força máxima do cinto ao que suporta a estrutura humana, portanto minimizando o risco de ferimentos nas partes superiores dos ocupantes – pela ação de uma barra de torção existente dentro do retrator do cinto de segurança.

A concepção e posicionamento dos apoios de cabeça é de grande importância, tanto nos impactos traseiros como frontais (na fase conhecida por “whiplash”, ou efeito chicote), para os efeitos da carga que atua nos ocupantes da região da cabeça e pescoço. 




Apenas apoios de cabeça corretamente ajustados podem transferir a energia induzida em caso de impacto na cabeça da estrutura de suporte de carga do banco de uma forma predefinida e, assim, ajudar a prevenir ou reduzir lesões na região da cabeça e da coluna cervical.

Proteção a pedestres
A Volkswagen é a única a desenvolver no Brasil novos veículos com tecnologias de proteção às pessoas em caso de atropelamento.

Durante o desenvolvimento de um novo produto, os engenheiros de Segurança Veicular da VW realizam testes com a finalidade de monitorar e avaliar quais serão as influências do veículo sobre o pedestre e, se necessário, redesenham componentes do veículos (para-choques, capô, para-brisas e colunas do veículo). Tudo isso com objetivo de mitigar lesões decorrentes dos impactos, sem comprometer a integridade estrutural do veículo.

Os testes são realizados primeiramente por meio de simulações em realidade virtual. Após isso, são verificados e validados por meio de ensaios reais. Para esses experimentos, são utilizados com máquinas e sensores de última geração, que simulam as diferentes partes do corpo humano. Há três tipos de avaliações:

1- Impacto da perna: Teste realizado com velocidade de 40 km/h, arremessando objeto que simula a parte superior e inferior da perna, além dos ligamentos dos joelhos, contra vários pontos da parte frontal do automóvel.

2- Impacto da pélvis: Teste realizado com uma velocidade que varia entre 20 e 30 km/h, através de um simulador da parte pélvica que é lançado contra a parte frontal do veículo para registrar e avaliar quais os níveis de lesão a que o corpo estará sendo submetido.

3- Impacto da cabeça: Região mais vulnerável do corpo, crítica e fatal. O teste é realizado com um dispositivo que representa a cabeça de um adulto e de uma criança com massas que variam de 4,5 kg e 3,5 kg, respectivamente. A finalidade desse teste é registrar a qual nível de desaceleração a cabeça estará exposta durante a colisão com o capô e para-brisas. Os testes são feitos a velocidades entre 35 km/h e 40 km/h.


Airbags




Os airbags são utilizados em conjunto com os cintos de segurança para reduzir o risco de lesões graves na cabeça e no peito em colisões.

Se os sensores de colisão registrarem um impacto frontal de intensidade e características que coloquem em risco os ocupantes, a unidade de controle dos airbags aciona os geradores de gás, que inflam os airbags em aproximadamente 30 milissegundos. Os airbags quando ativados amortecem a cabeça e a parte superior do corpo.


O sistema é capaz de diferenciar colisões, seja qual for sua gravidade – de choques severos no veículo, até os causados por bater em pedras ou em um buraco profundo, por exemplo, além de identificar o ângulo de impacto do choque (que pode ser outro impeditivo de acionamento de airbags). Isso elimina a possibilidade de deflagração indevida.

Há diversos tipos de airbags: frontal de motorista, frontal de passageiro, de joelho, lateral e de cortina. Em geral, os componentes principais de um módulo de airbag são: suporte, conector elétrico, invólucro, bolsa (poliamida) e gerador de gás.

Cada veículo possui airbags específicos, em termos da geometria da bolsa e da potência do gerador – em virtude da diferença de estrutura dos veículos, características de deformação e absorção de impacto, proporcionando assim o melhor desempenho.

airbag não tem data de validade. Qualquer dano ou risco de mau funcionamento no airbag será indicado pelo sistema de auto diagnose e mostrado no painel de instrumentos do veículo. Além disso, são feitos testes de envelhecimento dos airbags, em temperaturas extremas (altas e baixas).


Sled test
O atual “Sled test”, ou trenó, permite avaliar com tecnologia de alta precisão as consequências de um acidente de trânsito para os ocupantes do veículo, sem a necessidade de utilizar veículos. 


É a simulação física de um impacto, espécie de etapa intermediária entre as avaliações virtuais, feitas em computador, e o Crash test – o Trenó simula qualquer tipo de impacto e desaceleração decorrente do acidente, de maneira mais econômica e rápida do que o crash test.

No Sled podem ser realizados testes de colisão dianteira, traseira ou lateral, em velocidade variadas.

Sled test permite a avaliação isolada de determinados componentes do veículo, como cintos de segurança, airbags, bancos, coluna de direção ou painel de instrumentos – toda a parte interna do veículo.




Crash test
Durante o desenvolvimento de um novo veículo, testes de colisão são aplicados para avaliação e aprimoramento da segurança do modelo e proteção dos ocupantes.

A Volkswagen realiza dezenas de testes de colisão (crash tests) nas mais variadas situações durante o desenvolvimento de um novo veículo. São utilizados diferentes tipos de barreira e velocidade, de forma a abranger o maior espectro de possibilidades que podem ocorrer no campo.

Os testes seguem o padrão de legislação e critérios de consumidores como o Latin NCAP, que incluem a análise de impacto frontal – a 64 km/h contra uma barreira deformável descentrada (40%), impacto lateral (contra uma barreira deformável montada em um trenó a 50 km/h contra o veículo) e impacto lateral contra poste – o veículo é lançado lateralmente a 29 km/h em direção a um poste.

A classificação da proteção infantil é oferecida por meio da avaliação do comportamento dinâmico dos sistemas de retenção infantil (as “cadeirinhas de criança") nos testes frontal e lateral, além da facilidade e segurança na instalação desses dispositivos.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

FESTURIS Gramado aposta nos segmentos de casamentos e termalismo em 2019



Acompanhando as tendências do mercado mundial, a Feira Internacional de Turismo de Gramado (FESTURIS), que ocorrerá de 7 a 10 de novembro de 2019, aposta em segmentos que estão em pleno crescimento. Não é novidade para o mercado que a Feira Internacional de Gramado costuma apontar tendências a cada ano. 2019 não será diferente com a criação de dois novos espaços na Feira de Negócios: Wedding e Termalismo e Bem-Estar.

O Espaço Wedding - especializado no segmento de casamentos - surge como uma das novidades do evento. Os destinos de casamento nunca estiveram tão na moda. Alguns, como Gramado, estão se especializando. Outros já são referência, como Las Vegas, Cancun, Toscana, Cannes, Tailândia e Taiti. O espaço terá 140 metros quadrados e contará com até 15 expositores de produtos e serviços, com a possibilidade de agendamento direto com os compradores.


Até o momento 11 grandes marcas estão confirmadas no Wedding, que já está 80% comercializado. São elas: Mônaco, Hotel Ritta Hoppner, Hard Rock Hotels, Sandals Beaches & Resorts, The Shore Club Resort T&C, Bal Harbour Village, Beachcomber Resorts & Hotels, Sandos Hotels & Resorts, Diversa Turismo, TL Portfólio e Agaxtur.

"Nossa intenção é dar uma mostra dos destinos, dos hotéis, de empresas parceiras que estão acostumadas a realizar eventos dentro deste universo que está em ampla expansão", explica o diretor do Festuris, Eduardo Zorzanello.



O Espaço Termalismo e Bem-Estar também será um dos pilares do FESTURIS 2019. Cada vez mais pessoas têm sua qualidade de vida impactada com os benefícios das águas termais e minerais, utilizando-as para fins cosmetológicos e espirituais. Grandes parques termais entram neste segmento, que ainda inclui meios de hospedagem, centros de terapias, bem-estar, fornecedores para spas e balneários, governos municipais, estaduais e federais.

Entre as marcas confirmadas, a Santa Catarina Turismo (Santur) será o expositor master do Termalismo, que terá no lounge principal um espaço sensorial, apresentando as riquezas das águas termais catarinenses. Outros expositores confirmados até o momento são: Pratas Thermas Resort, Termas da Guarda e a Cidade de Cipó (Bahia). 

O FESTURIS Gramado terá sua 31ª edição em 2019. O credenciamento para agentes de viagens, de forma FREE, estão abertas e seguem até agosto. Para os demais profissionais do trade as inscrições abrem nos próximos dias, assim como as inscrições para a parte de conteúdo do evento: o Meeting FESTURIS. Mais informações no site: www.festurisgramado.com.

Inscrições gratuitas para agentes de viagens

O FESTURIS Gramado está com inscrições abertas de forma gratuita para os agentes de viagens. O primeiro lote de inscrições vai até o dia 30 de agosto. Além da gratuidade, os agentes ainda contam com tarifas especiais na rede hoteleira.



“Crescemos e ganhamos o mundo nos tornando este evento internacional e, com grande potencial de mercado, muito pela atuação dos agentes de viagens que fidelizam conosco. Eles provocam a geração de muitos negócios aos expositores, e esta força precisamos destacar”, salienta a diretora do FESTURIS, Marta Rossi.

As inscrições para os demais profissionais da área de Turismo abrem nas próximas semanas. Agentes de viagens podem se inscrever através do link: https://bit.ly/2YRpsuA.

SERVIÇO
FESTURIS Gramado - Feira Internacional de Turismo
De 7 a 10 de novem
bro de 2019
Gramado/RS
www.festurisgramado.com





Série Especial comemorativa ‘MINI 60 Years” chega ao Brasil por R$ 171.990. Serão apenas 25 unidades deste MINI exclusivo, que celebra 60 anos da marca, e que já estão disponíveis nas concessionárias do País.

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São Paulo, 17 de junho de 2019 – A espera chegou ao fim: a série especial e limitada ‘MINI 60 Years’, que celebra o 60º aniversário do lançamento oficial do Mini clássico, acaba de desembarcar no Brasil. O início das vendas deste MINI comemorativo acontece nesta semana nas concessionárias autorizadas da marca britânica no País. Produzido em Oxford (Inglaterra), o modelo tem preço sugerido de R$ 171.990.

Serão apenas 25 exemplares do modelo, na configuração hatch de 3 portas, todas dotadas de motorização Cooper S, de quatro cilindros, 1.998 cm³ e capaz de desenvolver 192 cavalos de potência, entre 5.000 e 6.000 rpm, e 280Nm de torque máximo, de 1.350 rpm a 4.600 rpm.



Além da tonalidade padrão New British Racing Green, a cor oficial do automobilismo britânico, externamente, o hatch ainda é adornado pela inscrição ‘60 Years’, que identifica a série, e está presente nos emblemas que contornam as luzes indicadoras de direção (pisca), situadas nas laterais; nas soleiras das portas dianteiras; nas faixas que cobrem o capô; projeção do logo “60 years” da porta do motorista no solo, além de rodas de liga leve de 17” “60 Years” Spoke 2-tone.  O teto e as capas dos retrovisores são na tradicional cor Branco Pepper.



Internamente, o ‘MINI 60 Years’ traz bancos revestidos em couro - MINI Yours Leather Lounge “60 Years” Dark Maroon e volante revestido de couro Walknappa, decorado com emblema com a inscrição ‘60 Years’.

Além destes itens exclusivos, esta versão virá equipada com diversos equipamentos de série. Entre eles, sistema de áudio Hi-Fi Harman/Kardon, MINI Head-Up Display, superfícies internas iluminadas MINI Yours Piano Black, ar condicionado digital automático dual-zone e faróis adaptativos de LED.



domingo, 16 de junho de 2019

Jeep Renegade passa pelo crivo do Blog e é aprovado pelo conforto, motorização, segurança e estabilidade, desempenho e acabamento. Motor turbo Diesel de 170 cv e o câmbio automático de nove velocidades garantem o baixo consumo. Custa R$ 139.990




Assista no YouTube o Canal Blog do Arnaldo Moreira:
https://www.youtube.com/watch?v=wJ-hRrzboDw 

Texto Arnaldo Moreira

O dia nasceu e eu tinha uma agradável missão para realizar: o test-drive de avaliação da versão modificada - nova frente entre outros detalhes - do Jeep Renegade Trailhawk turbo Diesel, 4x4, automático, líder de vendas entre os SUVs desde Dezembro de 2018, pelo quinto mês consecutivo.




Casa de Santos Dumont
Escolhi Petrópolis, a cidade imperial, para o teste de estrada e lá fomos serra acima, em meio a belos panoramas, eu e meu produtor de vídeo, Hernane Cardoso, responsável pela filmagem do vídeo para o canal Blog do Arnaldo Moreira, no YouTube, onde pode assistir o desempenho e características do Renegade. Na volta, aproveitei o belo panorama do Parque do Flamengo, no Rio, para fazer mais umas fotos.






A entrada no Renegade é prazerosa, a altura do carro é de SUV e oferece uma visibilidade privilegiada na direção, o interior tem acabamento premium de excelente qualidade, bancos em couro confortáveis, o painel e a forração das portas livres de plásticos, cobertos com um produto emborrachado, maleável, e o teto claro criam um ambiente agradável.




Produzido na fábrica da Jeep, em Goiana (PE), o Renegade Trailhawk está equipado com um motor Multijet 2.0 turbo diesel de 170 cv a 3.750 rpm, com um torque de 35,69 kgfm disponíveis já nas 1.750 rpm - acionado no botão Start/Stop -, o que permite arrancadas e retomadas rápidas, graças à boa parceria com o câmbio automático ZF de 9 velocidades, de trocas suaves que proporcionam baixo consumo do carro. 



À guiza de aviso, a nona marcha só entra a partir de 110 km/h, não adianta insistir a uma velocidade menor que a marcha não entra. O carro tem velocidade máxima de 190 km/h e faz de 0 a 100 km/h em 9,9 s.



O sistema possui cinco modalidades de tração diferentes: auto (automático) normal, 4x2 usada na cidade ou na estrada (on-road), mais quatro modalidades diferentes de 4x4: snow (neve), sand (areia), mud (lama) e rock (pedra).

No Jeep, porém, quando em auto, se o controle de estabilidade detectar um ângulo de giro de 270º (três quartos de uma volta), o sistema engrena de imediato a tração 4X4, graças ao “Active Drive Low” presente em todas as versões do Renegade Diesel.




As marchas podem ser trocadas manual e confortavelmente pelas borboletas (paddle shift)atrás do volante no modo de direção esportiva 

 na condução esportiva, quando se posiciona a manopla do câmbio na posição à esquerda – manual -, que torna o carro mais esperto com a subida das rotações do motor. A direção é elétrica e o freio de estacionamento eletrônico.




A economia de combustível é fator favorável no Trailhawk Diesel e dá ao carro uma boa autonomia, com seu tanque de combustível de 60 l de Diesel, em torno de 700 a 850 km, na estrada. Essa economia é visível pelas rotações registradas a uma velocidade de 105 km/h, o giro do motor é de 1.600 rpm.




No volante, de excelente pegada, estão os controles do sistema automático de velocidade (vulgo piloto automático) e ainda do som, telefone e voz e o acesso ao computador de bordo cujos dados aparecem no painel de instrumentos, de 3,5”, assim como a temperatura externa, de boa leitura e visibilidade. 




Um ponto alto do Renegade é o conforto que proporciona a seus ocupantes, inclusive ambiente pelo baixo ruído sentido na cabine. Os bancos da frente e o traseiro, com cintos de segurança de três pontos para os três passageiros, são bem confortáveis, o espaço para as pernas e a altura são generosos. Quatro pessoas viajam confortavelmente no Renegade numa viagem longa. 



No centro do painel fica a central de multimídia de 8,4”, sensível ao toque, com câmera de ré, comando de voz onde pode ser regulado o ar condicionado, feito o acesso à mídia, telefone, rádio, bússola, operação de espelhamento do smartphone e configurações do veículo. Tem ainda comando de voz via Siri ou Google Assistent no volante.




O porta-malas da Trailhawk 4x4 Diesel mantém os mesmos 283 l, enquanto as demais versões ganharam mais 47 l, com a troca do estepe pela roda temporária, mais estreita. Porém, o espaço de bagagem triplica com o banco traseiro rebaixado.




Na Trailhawk, por ser um carro off-road o estepe normal foi mantido. As rodas originais são de 17” com pneus 225/60, todo o terreno. O carro vem, porém, preparado para receber rodas de 19”, como acessório.






O Tralihawk vem equipado com Assistente de partida em rampa (Hill start assist) e o Hill descend, sistema que aciona automaticamente o freio em descidas íngremes sem a intervenção do motorista. Tem ainda controles de estabilidade e de tração.



Todas as versões do Renegade passaram a contar com faróis em LED, incluindo os de neblina e as lanternas traseiras e de marcha a ré e luz diurna DRL, com sensor crepuscular. Vem ainda equipado com sensores de pressão dos pneus e de chuva


Na frente tem dois ganchos e um na traseira especiais para off-road



A versão traz novos porta-objetos, incluindo um maior sob o banco do carona. 





No item segurança, o Trainhawk conta com sete airbags: dois frontais, dois laterais, dois de cortina que se estendem até o banco traseiro e para proteção dos joelhos do motorista.










Fotos: Hernane Cardoso






 Tiago Quintanilha, Reserve; Lívia Soares, Emailagel; Rafael Figueiredo, WTS; André Wilson, Lemontech, Rafael Vieira, Wooba e Alexandre Arruda. Foto: Divulgação 

O encontro dos gestores de Tecnologia da Informação (TI) das Travel Management Companies (TMCs), realizado no Centro de Formação e Pesquisa do Sesc, localizado na Fecomércio São Paulo, pela Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), neste mês de junho, ratificou a importância do Business Intelligence da entidade (BI Abracorp – Inteligência de Dados), que disponibiliza informações atualizadas mensalmente ao mercado.
Em constante busca por soluções que geram sinergias e atendem as necessidades de TI comuns aos associados, os participantes avaliaram o atual estágio da indústria de serviços no que tange à segurança da informação.
Lívia Soares, diretora da Emailage Brasil, especializada em soluções globais de combate à fraude; e o consultor Leandro Garcia, precursor da prevenção à fraude nas companhias aéreas nacionais e fundador da consultoria 4xon, atualizaram os participantes sobre Security Standards Council (PCI). Também falaram sobre as portas de entrada às fraudes; os tipos de golpe praticados e destacaram a urgência na adoção de medidas, em razão da vigência iminente (agosto 2020) da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Aproximação com OBT´s
Tiago Quintanilha (Reserve), Rafael Figueiredo (WTS), André Wilson (Lemontech), Rafael Vieira (Wooba) e Alexandre Arruda (Argo Solutions), representantes dos Online Booking Tool (OBT´s), também estiveram presentes ao debate sobre “O cenário da tecnologia no setor”, conduzido por Gervasio Tanabe e Daiana Moreira, respectivamente, diretor executivo e coordenadora dos comitês Abracorp.
As questões apresentadas: “Quem deve ser PCI compliant? ”; “O que muda na vida da TMC com a regulamentação LGPD?”; “Como estão as integrações com serviços auxiliares dos fornecedores (aéreos, hotelaria, locação)?” e “A conciliação terrestre tem uma solução automatizada?” foram respondidas com objetividade e ajudaram a esclarecer atribuições distintas e complementares dos clientes, TMC´s e OBT´s. 
“A aproximação com os OBT´s favorece a definição de prioridades no desenvolvimento de soluções voltadas à excelência dos serviços prestados às corporações atendidas pelas TMCs”, avalia Tanabe, a exemplo da “Nova política LATAM para cartão de crédito” e “A padronização hoteleira nos OBT´s” – temas que pautam o diálogo nos próximos meses.
“Abracorp em sinergia com os OBT´s conclui este encontro com uma lição de casa: criar um grupo de trabalho para discutir padronização de processos”, complementa Daiana Moreira.



sábado, 15 de junho de 2019

Fernando Calmon: intervencionismo atrapalha


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Fernando Calmon           

Nº 1.049 —15/6/19





INTERVENCIONISMO ATRAPALHA



Governos, com certa frequência, mais prejudicam do que ajudam em assuntos envolvendo a indústria automobilística, por si só bastante complexa por sua extensa cadeia produtiva e os próprios riscos do negócio. Há exemplos agora na França – fusão FCA-Renault – e no Brasil – mudanças no Código de Trânsito.

O bem articulado plano de fusão dos grupos ítalo-americano e francês esbarrou em exigências nada racionais do governo francês, como previsto nessa Coluna. FCA simplesmente retirou sua oferta e deixou os políticos falando sozinhos, após exigências descabidas como manter a sede na França ou garantia absoluta de empregos. Nissan, por sua vez, defendeu maior influência sobre decisões dentro da aliança de duas décadas com a Renault.

A posição brusca da FCA não significa que tudo terminou. O governo da França baixou o tom. Admite diminuir de 15% para 7,5% sua participação (com poder de veto) na Renault e também acena para um papel maior da Nissan que se diz prejudicada por ser, ultimamente, maior que a Renault em produção e resultados. O imbróglio não está fácil de resolver. O negócio ainda pode sair, sem se tornar uma novela por meses.

Aqui, mudanças por projeto de lei do Código de Trânsito Brasileiro provocam muita polêmica. Quem decidirá é o Congresso, sem prazo. Ninguém desconhece a importância dos banquinhos infantis para segurança das crianças. 

O Governo Federal sugere trocar a multa por advertência escrita, porém os pontos continuariam a ser lançados no prontuário do motorista. Essa advertência, se bem redigida e com fotos de teste de colisão para maior dramaticidade, tem grande efeito educativo. No entanto, deveria valer, quando muito, apenas para a primeira infração. Mesmo a multa deveria vir acompanhada da advertência.

Hoje táxis, veículos escolares e carros de aplicativos registrados (considerados de aluguel) não são multados na ausência de dispositivos de retenção. Em outros países isso também levou a grandes discussões. A fiscalização enfrenta percalços por envolver a idade das crianças e até certidões de nascimento.

Quanto ao aumento de 20 para 40 pontos na apreensão da carteira, o meio-termo talvez fosse ideal: 30 pontos. Recentemente o tempo mínimo de suspensão foi aumentado de um mês para seis meses. 

Então não parece descabido elevar o limite de pontos, já que também o valor das multas sofreu forte correção. É pouco válido comparação entre países sem saber o critério utilizado de graduação de pontos. 

O sistema alemão parece racional ao estabelecer advertência por escrito, quando a pontuação do motorista está próxima ao limite.

Essa discussão estéril sobre “indústria da multa” parece ignorar que a arrecadação é tão elevada que já faz parte do orçamento de muitas prefeituras. Há quem defenda fiscalizar a fiscalização para evitar abusos, argumento risível.

Em um ponto, porém, o governo acertou: faróis acesos de dia só em rodovias de mão dupla, se aprovado pelos congressistas. Mesmo neste caso é um equívoco, com mais desvantagens do que vantagens. 

EUA têm a maior frota do mundo e lá nunca foi obrigatório, depois de vários estudos. O correto, como previsto agora, são luzes de uso diurno (DLR, em inglês) e um prazo de instalação nas fábricas.

Aumentar a validade da CNH de cinco para dez anos também é adequado.

ALTA RODA

ANFAVEA revisará para baixo sua previsão de exportações (em razão da forte queda de vendas na Argentina), o que também atingirá a produção em 2019. Fabricantes cortaram vagas ou deram férias, mas o crescimento do mercado interno continua firme: 12,5%. Isso ainda garantirá números de produção maiores em relação a 2018.

QUEM ainda duvidava do acerto do programa Rota 2030, melhor ficar mudo. Já se habilitaram 32 empresas entre fabricantes de veículos e de autopeças. Agrale, PSA e VW foram as primeiras, ainda em dezembro de 2018. FCA, GM e Renault mais recentemente. Todas investirão aqui em pesquisa e desenvolvimento. Nenhuma marca oriental ainda aderiu.

JETTA GLI com mesmo motor do Golf GTI, 230 cv/35,7 kgfm, foi lançado agora por R$ 144.490. O mexicano tem preço inferior ao hatch produzido no Paraná; surpreende por também ser fracionalmente mais rápido e veloz, apesar de maior massa. Trata-se de um sedã muito prazeroso de dirigir, ótimo porta-malas (510 litros) e bem equipado.

DEPOIS de pequenos ajustes de preço, o Honda WR-V tornou-se razoavelmente competitivo. Derivação aventureira mais extensa do Fit, destaca-se pela suspensão robusta e reações previsíveis mesmo com altura de rodagem maior. Estilo na parte traseira algo exagerado. Câmbio CVT precisa ser usado na posição “S” frequentemente para diminuir letargia de respostas.

ASSOCIAÇÃO Brasileira de Engenharia Automotiva (sigla AEA) acaba de completar 35 anos. Por meio de seminários e premiações (este ano organizou a 13ª edição dedicada ao meio ambiente) colaborou para vários avanços tecnológicos do País. É mantida por 81 empresas, instituições governamentais e universidades, sempre em equilíbrio.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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