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domingo, 21 de fevereiro de 2021

SARR: Vitória de Luppi/Justo nos UTVs e Piano/Mendes fecham em 4º na geral neste domingo Na etapa 3, Conti/Bianchini são os mais rápidos na T3.2 e assumem a liderança na categoria. No resultado acumulado duas duplas brasileiras estão no Top4 na geral

 


Santa Maria (ARG), 21 de fevereiro de 2021 – Os brasileiros foram os mais rápidos deste domingo e venceram a etapa entre Tinogasta e Santa Maria, na Província de Catamarca. Rodrigo Luppi/Maykel Justo #207 cravaram o melhor tempo entre carros e UTVs e completaram os 300 km de trechos cronometrados em 7h26m59s, no dia mais longo da 2ª edição do South American Rally Race, na Argentina. Em 4º na geral, 17m37s depois, outra dupla da Território Motorsport, Edu Piano/Solon Mendes #214. Com o resultado, Luppi/Justo seguem vice-líderes na geral e na T3.1 e diminuíram em 10min a diferença dos ponteiros. Já Piano/Mendes subirram três posições na classificação geral e ocupam, agora, o 4º lugar, após três etapas. Bruno Conti/Filipe Bianchini #256 (8h56m14s) mantiveram o 9º lugar da geral, nesta 3ª etapa, venceram na T3.2 e assumiram a liderança da categoria e estão 32m46s na frente.

Nesta 3ª etapa, além da performance das máquinas, o físico e emocional dos competidores também foram muito exigidos e o clima desértico castigou a todos devido ao calor e a vegetação da região. Foram três Especiais entre campos abertos, mais dunas, rios secos, ao longo de 480 km.



“Etapa muito pesada e cansativa, principalmente no meio do deserto. Tivemos de driblar alguns problemas com o UTV mas no final a nossa vitória na geral nos deixou muito felizes”, declara Luppi (Vinhedo/SP). “Fiz a minha parte mas quero ressaltar que mérito foi do meu navegador pela dedicação e profissionalismo. Somos uma dupla, mas Maykel vem arrasando na navegação e estamos com foco total”, completa o piloto.

A dupla Piano/Mendes fez um bom trabalho no deserto argentino e subiu três posições na classificação geral. “Achei a navegação mais tranquila do que a etapa anterior, apesar de muito difícil deu tudo certo. Hoje teve de tudo: deserto, dunas, descampado, um pouco de lama e paisagens muito bonitas também. Na primeira e segunda Especiais fizemos o 3º tempo, mas tivemos problemas na última e perdemos uma posição. Mas o que valeu é que subimos para 4º na geral no acumulado”, explica o cearense Mendes.

O navegador de Brasília (DF) conta como foi o terceiro dia de disputa da dupla, que faz sua estreia em provas internacionais e com ótimo desempenho. “Hoje foi uma prova dura também, mas muito mais rápida do que a ontem e bem completa. Teve bastante navegação, principalmente na 2º e 3ª Especiais e muita dificuldade. Atolamos e perdemos cerca de 40min, mas voltamos para prova e conseguimos fazer algumas ultrapassagens e valeu porque foi um dia bom, pois chegamos entre os Top 10 e ainda, assumimos a liderança na categoria”, diz Bianchini que faz dupla com Conti, filho de Luppi.

Segunda-feira, 22, a 4º etapa do South American Rally Race segue rumo a Salta, serão 450 km, dos quais 285 de trechos cronometrados. As três duplas da Território Motorsport são os únicos brasileiros na disputa que conta com aproximadamente 85 veículos e 130 competidores nas motos, quadriciclos, UTVs e carros e de 11 países. O rali termina no próximo sábado, 27, em La Rioja. Informações e resultados completos no www.sarr2021.com



Equipe multicampeã- Com 21 anos, a Território Motorsport é uma das equipes mais tradicionais no Rally Cross Country brasileiro, com sede em Tatuí (SP). Chefiada pelo piloto Edu Piano (oito vezes campeão do Rally dos Sertões: um na geral dos carros, seis nos caminhões e um nos UTVs), durante 12 temporadas (2002 a 2014) a equipe representou a Ford Racing Trucks/ Território Motorsport e conquistou oito títulos no Caminhões no Sertões. Entre 2011 e 2014, a equipe foi a oficial da Troller na competição. Com a Troller Racing/Território Motorsport, o time sagrou-se bicampeão da prova na Production T2. A partir de 2016, Piano passou a desenvolver UTVs (Can-Am Maverick X3) para competição e, desde então, a equipe disputa os Campeonatos Brasileiros de Rally Baja e Rally Cross Country, além do Sertões e provas internacionais. Em 2020 foi a vez de Rodrigo Luppi/Mayel Justo conquistarem o título do Sertões, a dupla foi Campeã na UTV 2. Já na Mitsubishi Cup, a Território Motorsport tem quatro títulos com Piano, sendo o último em 2019, com o navegador Fausto Dallape, na categoria L200 Triton Sport R.

A Território Motorsport conta patrocínio da Petróleo Minuano, Usina Canabrava e apoio da General Tire.  Mais informações: www.territoriomotorsport.com.br, Facebook: @territoriomotorsport4x4, Instagram: @territoriomotorsport e Twitter @territorio4x4.



Resultado Geral UTVs - Etapa 3 (Tinogasta/ Santa Maria) – 21/2
Categoria UTV / Geral – (cinco primeiros)
1) Rodrigo Luppi/Maykel Justo – 7h26m59s  (1º T3.1)
2) Nicolas Zingoni/Fernando Acosta – 7h36m50s
3) Nazareno Lopez/ Ricardo Torlaschi – 7h39m56s
4) Edu Piano/Solon Mendes –7h44m36s
5) Gabriel Rodrigues/Santiago La Veja – 7h47m02s
6) Frederico Echegay/Lisando Sisterna – 7h52m02
7) Jeremias Ferioli/ Gonzalo Rinaldi – 7hm52m02s
8) Pablo Macua/Pablo Ingaramo – 8h28m46s
9) Javier Bobadilla/Adriano Dibastista – 8h37m01s
10) Bruno Conti/Filipe Bianchini – 8h56m14s (1º T3.2)

Resultado Acumulado (após três etapas) - Cinco primeiros
1) Nicolas Zingoni/Fernando Acosta – 17h39m38s
2) Rodrigo Luppi/Maykel Justo – 18h02m34s
3) Jeremias Ferioli/ Gonzalo Rinaldi – 18h36m30s
4) Edu Piano/Solon Mendes – 19h02m02s
5) Frederico Echegaray/Lisando Sisterna – 19h32m05s

Resultado Acumulado cat. T3.2 (Cinco primeiros)
1) Bruno Conti/Filipe Bianchini – 20h29m14s
2) Nico Stratico/Tomas Rodrigues – 21h02m00s
3) Rafael Sendra/Fernando Martinez – 21h05m33s
4) Roberto Troyano/Raul Aguilar –21h11m39s
5) Walter Menes/Fabian Martin – 27m57m00s

Roteiro 2º South American Rally Race (17 a 27/2) - Argentina

22/2 - Etapa 4 (segunda) – Santa Maria/Salta
Total 450 km/ 285 km Especial/ 165 km Deslocamento

23/2 - Day Off (terça) – Descanso (Salta/ Capital)

24/2 - Etapa 5 (quarta) – Salta/Santa Maria
Total 430 km/ 250 km Especial / 180 km Deslocamento

25/2 - Etapa 6 (quinta) – Santa Maria/Catamarca
Total 430 km/ 270 km de Especial/ 160 km Deslocamento

26/2 - Etapa 7 (sexta) – Catamarca/La Rioja
Total 400 km/ 300 km Especial/ 130 km Deslocamento

27/2 - Etapa 8 (sábado) – La Rioja/La Rioja
Total 300 km/ 170 km Especial/ 130 km Deslocamento

Coluna Mecânica Online


COLUNA MECÂNICA ONLINE® 


 20 | FEVEREIRO | 2021





*Indústria 4.0 – Os processos e componentes desse novo ciclo *


Segundo os especialistas o processo de introdução e aplicação dos conceitos de Indústria 4.0 só estarão completamente adaptados nos próximos 20 anos, ou seja, até 2040, então, vamos com calma, pois ainda estamos dando os primeiros passos.

A tecnologia sempre foi o fator determinante das revoluções industriais. Portanto, se novas tecnologias surgem, novas necessidades são criadas. Nesse cenário é importante deixar claro que a adaptação a novas tecnologias não é uma opção, é obrigatória!


Se uma indústria não utiliza as novas ferramentas que surgem no mercado, as suas concorrentes usarão, a produção não acompanhará o ritmo delas e seus clientes exigirão a mesma agilidade e qualidade na entrega.

Ao longo da história já passamos por três revoluções industriais – a produção mecânica, produção em massa e por último a produção automatizada, impulsionada por componentes eletrônicos e robóticos a partir da década de 1970.

Agora temos a transformação digital com a era das máquinas inteligentes integradas com a internet e programação à distância.


Sistemas de armazenamento e instalações de produção podem trocar informações de forma autônoma, desencadear ações e controlar processos sem a intervenção humana.

Eu lembro de uma estorinha que dizia que o futuro da manufatura seria o resultado do trabalho de uma máquina e de um cachorro. A máquina funcionando, fazendo sua atividade, enquanto o cachorro estava lá para não deixar ninguém chegar perto do equipamento, já pensou?

O principal desafio da indústria 4.0 é a adaptação em todos os aspectos culturais, administrativos e tecnológicos da empresa. A transformação do foco no produto em foco no cliente é a mudança de maior impacto e abrange diversos pontos cruciais da administração e produção.


A transformação da Indústria 4.0 passa pela estratégia, pessoas, culturas, processos, metas e estrutura organizacional.

A estratégia agora é criar a melhor solução para o cliente e não simplesmente o melhor produto; A preocupação com as necessidades das pessoas antes da criação apenas de novos produtos; Valorização das pessoas com a visão do cliente é uma meta mais importante que apenas fazer lançamentos de novos produtos; Os lucros e perdas agora giram nos clientes e não nos produtos.

Tudo isso trabalhando com a segurança de dados, capital empresarial, empregabilidade, privacidade e transparência.


Não temos outro caminho, tudo será digital. Os sistemas serão na nuvem – demanda através da internet; Grande quantidade de dados que precisarão de processamento cada vez mais rápido para análises, o famoso “big data” – volume, velocidade e variedade; Maior aplicação da inteligência artificial; Automação de processos industriais e a Internet das coisas – em nosso estilo de vida, como também na indústria (maior uso de sensores por exemplo); Mobilidade; Realidade aumentada; Biologia sintética e Sistemas ciber-físicos.

Inovar é preciso e a indústria 4.0 estará conectada com o digital e integração entre seus componentes / sistemas, de forma que a automação de processos vai depender de máquinas inteligentes, transmissão e análise das informações em tempo real, pois, quem tem informação tem poder.

Como a nossa coluna é publicada todos os dias 10, 20 e 30, só vltamos dia 10 de março. Um forte abraço e muito cuidado com essa pandemia.

Vídeos ilustrativos:

https://youtu.be/zhqYqKiwTVQ

https://youtu.be/0Au2aeJRDko

https://youtu.be/V8NBd5lKqm0

https://youtu.be/udUrDDLyKhM

https://youtu.be/kYLG5eXNh5I

Mecânica Online

Carro impopularÉ cada vez mais difícil para o trabalhador realizar a conquista da compra do seu veículo. O carro antes popular, agora fica novamente distante da renda das pessoas e também para a indústria tem ficado caro manter a produção de modelos assim.

Transporte por aplicativo - O melhor dos mundos seria a opção de escolha, mas com o surgimento das opções de veículos por aplicativos e os altos custos de aquisição e principalmente impostos, as pessoas passam a utilizar mais aplicativos para realizar seus deslocamentos.

Etanol caro – Dizer que a lei da procura e oferta faz o etanol subir de preço quando a gasolina aumenta parece até piada, de muito mal gosto. É automático, aumenta a gasolina e no mesmo instante aumenta o etanol, ficando sempre naquela faixa que nunca vai compensar abastecer com o etanol. Quem sofre com tudo isso é o cliente, que apesar de ser o rei na hora da compra, é tratado como palhaço sem ter nenhum direito justo que o proteja.

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuição gratuita todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

Wings lança novas modalidades do do VAI para atender pequenos e grandes frotistas. Planos Fleet e Corporate foram desenvolvidos para suprir necessidades de gerenciamento de frota de clientes com perfis distintos


Para atender as necessidades do mercado automotivo, o VAI (Vehicle Artificial Intelligence), dispositivo de conectividade e inteligência artificial para automóveis da Wings, empresa brasileira desenvolvedora de tecnologias automotivas, passa a ser comercializado em planos especiais para empresas. Agora, além da modalidade Mobile, direcionada ao condutor que possui apenas um veículo de passeio, a empresa passa a oferecer os planos Fleet, pensado para pequenos e médios negócios com até 20 veículos, e Corporate, para grandes empresas que possuem grandes frotas.

Já disponível, o Fleet tem custo mensal de R$ 29,90 e visa suprir as necessidades de comerciantes e empreendedores que precisam acompanhar dados básicos sobre sua frota no dia a dia como, por exemplo, localização exata do veículo para informar ao cliente que o carro está chegando. A modalidade Corporate, que chega ao mercado em março, terá preço especial de lançamento de R$ 49,90 mensais. Neste caso, o serviço é mais abrangente e oferece relatórios e diagnósticos completos para atender demandas macro em relação a frota, como análise de índices de consumo, padrão de condução e até infrações.

De acordo com João Marcelo Barros, co-fundador da Wings, as novidades têm como objetivo atender diferentes perfis de consumidores de forma mais assertiva. “O plano Fleet, por exemplo, atende um segmento totalmente desassistido desse tipo de solução atualmente”, comenta ele. Segundo o executivo, os sistemas de gerenciamento de frota comuns não foram pensados para pequenos e médios empresários, pois são complexos, pouco intuitivos e caros. No caso do Corporate, João Marcelo Barros comenta que o VAI agrega economia e praticidade às empresas. “Trata-se de um serviço muito mais completo com preços 70% inferiores aos produtos tradicionais”.

A expectativa é que, até o fim do ano, cerca de 16 mil veículos sejam equipados com o plano Fleet e outros 7 mil com o Corporate.

Acessórios adicionais
Além de agregar novos perfis, o VAI também passa a contar com acessórios adicionais a todos os planos. São serviços como bloqueio remoto do veículo, leitor de biometria para identificação do condutor, além de funções de trava e destravamento remoto das portas, que permite o acesso ao carro sem o uso das chaves, que poderão ser incluídos nos planos com custos adicionais.

“Os acessórios adicionais do VAI são ferramentas de segurança interessantes para o uso no dia a dia. Por exemplo, se o condutor quiser sair de carro, mas não quiser levar as chaves no bolso após estacionar, basta bloquear o veículo pelo celular. Da mesma forma é possível dar partida por um comando pelo aplicativo”, exemplifica João Marcelo Barros.

VAI: conectividade no setor automotivo
Desenvolvido pela Wings em parceria como o CESAR (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), o VAI oferece aos clientes informações completas sobre o veículo por meio de um aplicativo. Com a facilidade de um clique, todas as informações sobre a saúde do veículo, consumo de combustível, falhas mecânicas e lembrete de revisão, são disponibilizadas ao usuário, que passa a ter um aliado para garantir a integridade do veículo.

Para mais informações sobre o serviço e os planos, basta acessar o site www.vai.com.vc.

BMW M2 CS esgota unidades especiais antes da pré-venda no Brasil. Modelo de 450cv, design externo em fibra de carbono, tração traseira e câmbio manual são sinônimo de esportividade e prazer de dirigir. BMW M2 CS foi desenvolvido lado a lado com veículos de competição. Modelo é produzido na fábrica da BMW em Leipzig, na Alemanha. Custa R$ 630 mil, aliás R$ 629.950,00




Com a confirmação do BMW M2 CS no fim do ano passado, os fãs de modelos esportivos com câmbio manual anteciparam o anúncio de pré-venda e esgotaram todas as 15 unidades do modelo dedicadas ao mercado brasileiro. “A exclusividade, performance e dirigibilidade proporcionados pelo câmbio manual eram um pedido dos clientes e pronto atendemos” afirma Rodrigo Andrade, Gerente Nacional de Vendas da BMW do Brasil.  

Com preço sugerido de R$ 620.950,00, 450cv e a já conhecida fórmula de trem de força longitudinal com tração traseira (especialidade BMW), o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 4,2 segundos e é sinônimo de esportividade e prazer de dirigir BMW.   “O modelo abre um ano que será repleto de novos lançamentos BMW M com foco na esportividade, performance e tecnologia”, reforça Andrade.

 O dinamismo da versão é derivado do M4 Competition e atribuído a um propulsor bi-turbo a gasolina de 2.979 cm³, 6 cilindros em linha com 4 válvulas por cilindro comandadas eletronicamente, sistema de comando de válvulas de passo variável e performance aprimorada com som característico apto a entregar 450 cv e 550 Nm de torque máximo, ou 40 cv mais que o M2 Competition. O conjunto alcança 280km/h de velocidade máxima e possui aceleração capaz de atingir 100km/h em 4,2 segundos.   

 O BMW M2 CS foi desenvolvido lado a lado com o M2 CS de corridas. No desenvolvimento, BMW M e BMW Motorsport trabalharam muito próximos para aprimorar os resultados do M2 tradicional e do M4 GT4 aprimorando o M2 CS das pistas. Este modelo de cooperação será visto também em futuros modelos M no futuro.  

 O modelo traz diversos equipamentos de performance, entre eles suspensão adaptativa M, Freios M Sport, sistema de exaustão esportivo. Além disso, teto, retrovisores, capô, difusor e spoiler são em fibra de carbono, reduzindo peso total do veículo, melhorando a aerodinâmica e o equilíbrio geral do projeto.

 No que diz respeito à tecnologia, o sedan conta com sistema interativo para facilitar a condução do veículo. Entre os destaques, está o Driving Assistant. Além disso, outros itens também complementam a experiência a bordo, tais como câmera de ré, controle de cruzeiro e assistente de farol alto. Já em segurança, o motorista poderá contar com sensor de estacionamento traseiro e dianteiro e sensor de chuva, com acionamento automático dos faróis baixos, além de controle de tração e estabilidade (que podem ser ajustados a necessidade e expertise do motorista). 

 O design diferenciado do M2 C2 também é algo que marca a personalidade do veículo. O teto e o acabamento interno em fibra de carbono traduzem a elegância do moderno esportivo juntando forma e função perfeitamente, reforçando os detalhes de cada item, como cintos de segurança M Sport e volante multifunções com revestimento em Alcântara projetado para melhor empunhadura e acesso aos comandos. Outra característica dessa edição são os tapetes em veludo, o pacote de luzes internas e os ajustes elétricos nos bancos dianteiros.

 O modelo acompanha o BMW ConnectedDrive, assistente que fornece uma série de serviços ao motorista e ao passageiro, que permite usufruir de funcionalidades exclusivas: emergência inteligente, BMW Teleservices, serviços Connected Drive (BMW Online, englobando portal de notícias, clima e aplicativos), serviços remotos com utilização de algumas funcionalidades por meio de smartphones Android e iOS), preparação para Apple CarPlay, informações de trânsito em tempo real e Concierge – serviço de suporte e informações para o cliente 24 horas por dia e sete dias por semana.

 

sábado, 20 de fevereiro de 2021

SARR: Duplas da Território Motorsport fecham o 1º dia do rali na Argentina entre os Top 4 na geral Rodrigo Luppi/Maykel Justo completam em 2º e Edu Piano/Solon Mendes em 4º na geral. Já Bruno Conti/Filipe Bianchini vencem na categoria T3.2. Etapa 1 terminou em Chilecito e sábado é dia de dunas gigantes rumo a Tinogasta




A 2ª edição do South American Rally Race (SARR) começou para valer nesta sexta-feira com muito cascalho, pedras, fesh- fesh (areia superfina semelhante a um pó), trechos sinuosos, travessia por rios secos, não deu moleza aos competidores e terminou em Chilecito, na Argentina. Duas duplas (categoria T3.1) da Território Motorsport chegaram entre os quatro mais rápidos da geral (entre UTVs e carros): Rodrigo Luppi/Maykel Justo #207 em 2º (4h29m37s) e Edu Piano/Solon Mendes #214 em 4º (4h38m35s). Já Bruno Conti/Filipe Bianchini #256 venceram na categoria T3.2 e marcaram o 14º tempo da geral (5h17m36s).

“Estamos felizes com o resultado. Só tivermos um problema com um furo na mangueira da turbina que nos fez perder potência, quando estávamos chegando no 1º colocado, mas está tudo certo com o UTV”, afirma Luppi, “Amanhã será um dia pesado e longo, mas vamos manter o mesmo ritmo e poupar o equipamento quando preciso”, completa o piloto de Vinhedo (SP).



A dupla Piano/Mendes recuperou quatro posições em relação a classificação do dia anterior. “Fizemos duas voltas numa Especial de cerca de 80 e poucos quilômetros que valeram por uma de 400 km do Brasil. Trabalhamos bastante, pauleira do início ao fim, não há praticamente retas, mas foi muito boa. Na segunda volta tiramos 5min em relação a primeira”, explica Piano (Tatuí/SP), o maior vencedor da história do Sertões, maior rali das Américas, com oito títulos. “Pegamos muito fesh-fesh, pedras, cascalhos e foi uma Especial exigente, mas conseguimos superar as adversidades e fizemos um bom tempo na segunda volta. O rali só está começando e amanhã promete”, diz Mendes, que está em sua segunda participação no SARR. Vale destacar que o experiente navegador de Fortaleza (CE) divide com Piano, os sete últimos títulos do Sertões.

Diferentemente das duas duplas que disputaram a 1ª edição do SARR no ano passado, Conti/Bianchini fazem sua estreia e começaram bem, vencendo na categoria T3.2 e 13º na geral dos UTVs. “Foi muito legal, mas um dia difícil e no trecho do fesh-fesh, em que o pó tampava quase toda a visão, foi bem desafiador. Fomos melhores na segunda volta, fizemos ultrapassagens e conseguimos vencer na categoria e isso foi bom demais”, diz o jovem piloto que é filho de Rodrigo Luppi. “Foi um dia bem bacana para nos acostumarmos com o equipamento, nos ambientarmos com a prova e teve trechos pesados de areia que pareciam um atoleiro de tantos carros que ficaram por lá. Amanhã é dia das dunas gigantes e vamos colocar em prática as técnicas que aprendemos em dezembro, no Deserto do Ica (Peru)”, ressalta o brasiliense Bianchini.

Neste sábado, 20, o rali largada de Chilecito rumo a Tinogasta. Serão 450 km, dos quais 300 de trechos cronometrados. No roteiro dunas gigantes, rios secos e muitos desafios. O rali tem aproximadamente 3.500 km de roteiro que vão cruzar as províncias argentinas de La Rioja, Salta e Catamarca até 27/2. Participam competidores de 11 países nas motos, quadriciclos, UTVs e carros, sendo a Territiório Motorsport a única equipe brasileira da disputa. Mais informações no www.sarr2021.com



Equipe multicampeã- Com 21 anos, a Território Motorsport é uma das equipes mais tradicionais no Rally Cross Country brasileiro, com sede em Tatuí (SP). Chefiada pelo piloto Edu Piano (oito vezes campeão do Rally dos Sertões: um na geral dos carros, seis nos caminhões e um nos UTVs), durante 12 temporadas (2002 a 2014) a equipe representou a Ford Racing Trucks/ Território Motorsport e conquistou oito títulos no Caminhões no Sertões. Entre 2011 e 2014, a equipe foi a oficial da Troller na competição. Com a Troller Racing/Território Motorsport, o time sagrou-se bicampeão da prova na Production T2. A partir de 2016, Piano passou a desenvolver UTVs (Can-Am Maverick X3) para competição e, desde então, a equipe disputa os Campeonatos Brasileiros de Rally Baja e Rally Cross Country, além do Sertões e provas internacionais. Em 2020 foi a vez de Rodrigo Luppi/Mayel Justo conquistarem o título do Sertões, a dupla foi Campeã na UTV 2. Já na Mitsubishi Cup, a Território Motorsport tem quatro títulos com Piano, sendo o último em 2019, com o navegador Fausto Dallape, na categoria L200 Triton Sport R.

A Território Motorsport conta patrocínio da Petróleo Minuano, Usina Canabrava e apoio da General Tire. Mais informações: www.territoriomotorsport.com.br, Facebook: @territoriomotorsport4x4, Instagram: @territoriomotorsport e Twitter @territorio4x4.



Resultado Etapa 1 (La Rioja/Chilecito) – 19/2

Categoria UTV T3.1 (cinco primeiros da categoria e geral)
1) Nicolas Zingoni/Fernando Acosta – 4h29m27s
2) Rodrigo Luppi/Maykel Justo – 4h29m37s
3) Federico Echegaray/Lisandro Sisterna – 4h37m21s
4) Edu Piano/Solon Mendes – 4h38m35s
5) Jeremias Ferioli/ Gonzalo Rinaldi – 4h38m44s

Categoria UTV T3.2
1) Bruno Conti/ Filipe Bianchini – 5h17m36s (18º geral)

Roteiro 2º South American Rally Race (17 a 27/2) - Argentina

19/2 - Etapa 1 (sexta) – La Rioja/Chilecito
Total 382 km/ 176 km Especial / 206 km Deslocamento

20/2 - Etapa 2 (sábado) – Chilecito/Tinogasta
Total 450 km/ 300 km Especial/ 150 km Deslocamento

21/2 - Etapa 3 (domingo) – Tinogasta/Santa Maria
Total 480 km/ 300 km Especial/ 180 km Deslocamento

22/2 - Etapa 4 (segunda) – Santa Maria/Salta
Total 450 km/ 285 km Especial/ 165 km Deslocamento

23/2 - Day Off (terça) – Descanso (Salta/ Capital)

24/2 - Etapa 5 (quarta) – Salta/Santa Maria
Total 430 km/ 250 km Especial / 180 km Deslocamento

25/2 - Etapa 6 (quinta) – Santa Maria/Catamarca
Total 430 km/ 270 km de Especial/ 160 km Deslocamento

26/2 - Etapa 7 (sexta) – Catamarca/La Rioja
Total 400 km/ 300 km Especial/ 130 km Deslocamento

27/2 - Etapa 8 (sábado) – La Rioja/La Rioja
Total 300 km/ 170 km Especial/ 130 km Deslocamento


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Festuris Gramado confirma realização do evento de 4 a 7 de novembro




Encerrando a espera do mercado, o Festuris Gramado confirmou sua data para a próxima edição. A feira de negócios turísticos mais querida do Brasil e mais efetiva em resultados acontecerá de 4 a 7 de novembro de 2021, nos pavilhões do Serra Park, em Gramado/RS. Será a 33ª edição ininterrupta de um dos eventos mais tradicionais e longevos do país.

Em 2020, o Festuris foi a primeira feira presencial de turismo das Américas a ser realizada durante a pandemia e também uma das poucas que manteve o evento no calendário seguindo uma série de protocolos de biossegurança. Em 2021, o evento convoca a indústria do turismo a continuar a reconstrução do setor.

Por isso, o slogan desta edição será “Reconstruindo o Turismo”. O Festuris promete trabalhar com muita força e dedicação para conectar marcas, destinos e pessoas, contribuindo assim para o desenvolvimento do Turismo. Em breve, a marca Festuris também vai anunciar uma super novidade com o reposicionamento dos seus produtos para 2021.



Test-drive: Honda CB 500X oferece boa dirigibilidade inclusive de noite com iluminação em led, o motor é um bi cilíndrico de 50,4 cv e quase 5 kgfm de torque.

 


Por Eduardo Motoca

Fotos: Divulgação e Eduardo Motoca

 

Felicidade estampada no rosto ao avaliar a CB 500X, uma moto muito versátil, para quem gosta de viajar por estradas de asfalto e uma escapada para estrada de chão, em busca de contato com a natureza, claro que a moto não é uma trail, mas como uma crossover atende bem quem tem essa pretensão de uso, avaliando pude conhecer um pouco mais como ela se comporta.




Primeiras impressões

Com uma ótima expectativa fui retirá-la na Honda, a unidade cedida gentilmente pela marca na cor prata metálica (na minha opinião a mais bonita), rende olhares, num primeiro contato gosto de observar como as peças são encaixadas, texturas e desenhos das carenagens, frestas entre as partes, desenhos dos dutos, organização dos cabos, enfim dou uma geral, a CB 500X tem tudo muito bem feito, e com encaixe perfeito. 

 

O Conjunto de iluminação é todo em LED, destaque para o excelente farol que cumpre muito bem seu papel e principalmente à noite a moto fica muito visível de longe e se precisar ligar o pisca-alerta, acreditem serão vistos de qualquer lugar.


 


Fiquei muito à vontade, a posição de pilotagem mais ereta com os cotovelos relaxados e o guidão agora em formato cônico, está um pouco mais alto e aberto, o que facilita na pilotagem em pé, a bolha além de mais alta 11cm (sem regulagem) tem na sua ferragem um suporte para GPS bem fino que acaba sendo muito útil.

 

Seu novo painel lembra o da CB 1000 e é bem completo, dispõe de indicador de marchas, shift light (podendo ser ajustado), consumo médio e instantâneo, conta-giros, hodômetro, marcador de combustível, temperatura e relógio todo digital tipo blackout sendo de fácil visualização durante o dia e noite.


 


Bora rodar

Alguns amigos me convidaram para um passeio de três em dias em Curitiba passando pelo Rastro da Serpente e essa foi a oportunidade perfeita para testar a moto, partimos de Sampa bem cedo as 06:30, seguimos pela marginal pinheiros e na sequência pegamos a Rodovia Presidente Castelo Branco SP-280.

 

A moto roda muito bem, seu motor bi cilíndrico é dócil e elástico, com as pequenas alterações no comando de válvulas e otimização do sistema de injeção ela ficou mais “esperta” em baixa e médias rotações, no trânsito isso faz uma boa diferença. Mantem a mesma potência de 50,4cv a 8500rpm com torque máximo de 4,55 kgf.m aos 6500rpm, o câmbio está muito mais macio graças a nova embreagem assistida e deslizante, que além de deixar a alavanca um doce, evita o travamento da roda em caso de redução brusca de marchas.


 


Seguimos pela Castelo e tive mais uma grande percepção, seu conforto é muito grande, o banco que foi remodelado, mais fino na frente e com uma espuma mais densa, aliado a posição do guidão, proporcionam muitas horas agradáveis pilotando sem incomodar, minha garupa desfrutou da mesma sensação. 

 

Após Boituva pegamos a SP 127 (Rodovia Antônio Romano Schincariol) passando por Tatuí, pense numa pilotagem prazerosa, confortável, suspensões atuando que é uma beleza, a dianteira ganhou 10mm de curso passando de 140mm para 150mm e conta com regulagem na pré-carga da mola (não precisei alterar), na traseira pro-link com curso de 135mm, mais que suficiente para manter a moto grudada no chão. Eu particularmente deixaria um tiquinho mais rígida para melhorar a entrada nas curvas, embora com garupa tenha ficado perfeita.

 


Mais estrada

Chegamos em Capão Bonito no início do rastro da serpente formadas pelas SP rodovias SP-250 e BR-476 com muitas curvas, são ao todo 1200 curvas em 260km de estrada, mas não se enganem sobre a velocidade a estrada é traiçoeira e com muitos cotovelos, tem que ficar esperto.

 

Calçada com os Dunlop Trailmax Mixtour nas medidas 110/80 R19 na dianteira e 160/60 R17 na traseira, ela baila com alegria, uma delícia,  mantivemos a média de velocidade entre 75 e 90km/h afinal era um passeio tranquilo, a paisagem salta aos olhos com muito verde, montanhas, mirantes um espetáculo, recomendo muito fazer essa viagem.

 

A nova roda 19 na dianteira melhora a transposição de pequenos obstáculos na buraqueira ou estrada de chão, e ao contrário do que já ouvi dizer, não atrapalha em nada na pilotagem no trânsito da cidade. Gostei muito do desenho das rodas uma espécie de raios em Y muito bonitos.


 


Só não senti muita firmeza (percepção minha) na chuva, pegamos trechos com garoa e depois com bastante chuva e faltou aquele grip no molhado, não estou acostumado com esse pneu, mas no geral ele é muito bom.

 

Os freios muito eficientes com discos de 310mm na dianteira e 240mm na traseira ambos com ABS de dois canais em nenhum momento apresentaram fadiga, mesmo com uso intenso em trechos mais íngremes, andando neste ritmo chegamos a 30km/l com um tanque de 17,7 dá uma ótima autonomia. 

 

A CB 500X conta também com um sistema de segurança muito importante, em caso de frenagem de emergência chamado de ESS (Emergency Signal Stop) nesta situação o pisca-alerta acende automaticamente alertando quem vem atrás, um item muito bem-vindo.

 


A refrigeração liquida manteve o motor de cabeça fria, não ultrapassando o meio no marcador isso é muito importante em longas viagens, o dia estava quente, cerca de 28 graus o tempo todo. Parada para fotos e descanso e seguimos em frente num trecho mais gostoso e mais difícil com curvas mais fechadas entre Apiaí e Adrianópolis nas poucas retas consegui dar umas “esticadas” e a moto mais uma vez surpreende, sempre na mão, fácil de pilotar, passa uma enorme sensação segurança.

 

Já no dia seguinte pilotei em meio ao trânsito de Curitiba, nada comparado ao nosso (SP) mesmo no anda e para não cansa, as marchas são bem escalonadas e não precisa ficar mudando para andar em pequenos trechos é só girar o manete que ela responde rápido.


 



O último teste para a moto foram os paralelepípedos da estrada da Graciosa (PR-410) antiga rota de tropeiros que liga Curitiba a Morretes, onde novamente a estabilidade, pneus, suspensões e freios foram exigidos, o dia estava bem nublado e os musgos entre as pedras viram sabão, descemos com cuidado e eu com garupa, mas foi tranquilo, outro lugar imperdível. Curtimos a cidade que é muito bonita, pacata uma beleza para descansar, almoçamos e voltamos no fim da tarde para Curitiba pela BR 116. No outro dia retornamos a SP pela Régis Bittencourt (BR-116) foi uma aventura e tanto. 

 



Em resumo

A motocicleta é muito boa, excelente mesmo, confortável demais, firme, uma posição de pilotagem que não cansa, motor elástico ao mesmo tempo potente, dócil e fácil de pilotar.

 

A embreagem melhorou muito sendo assistida e deslizante, câmbio macio e bem escalonado, vale a pena dar um pulo na Honda e fazer um test ride. 

 

Seu valor atual parte de R$ 32.510 (preço sugerido sem frete) e nas cores prata metálico, preto perolizado e vermelho perolizado, com 3 anos de garantia mais o programa Honda Assistance, que abrange Brasil, Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia.  

Alpine A110 conquista o prêmio de Melhor Carro de 2021 da revista alemã Auto, Motor Und Sport

 

Terceira vitória consecutiva: o Alpine A110 conquistou mais uma vez o prestigioso Prêmio de “Melhor Carro de 2021”. Os leitores da “Auto, Motor und Sport” elegeram o Alpine A110 como vencedor da categoria carros esportivos importados. A pesquisa foi feita pela 45ª vez junto aos leitores da revista alemã, que puderam votar em seus modelos favoritos em onze categorias.

 O título de “Melhor Carro de 2021” é mais uma conquista na extensa lista de prêmios do Alpine A110. Recentemente, o modelo foi reconhecido como “Carro Esportivo do Ano” pelo segundo ano consecutivo, durante a premiação What Car? 2020 na Inglaterra, além do título “Performance Car of the Year” pela revista TopGear, da BBC.

Em breve a Alpine ampliará sua gama de modelos. Além de seu foco na Fórmula 1, a Alpine pretende desenvolver carros esportivos de alta performance, inovadores e 100% elétricos. Para isso, a nova unidade de negócios Alpine se baseará na expertise técnica completa do Grupo Renault e da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Em breve, as divisões Alpine Cars, Renault Sport Cars e Renault Sport Racing unirão forças na nova unidade de negócios Alpine.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Polo Automotivo de Betim alcança a marca de 15 milhões de transmissões produzidas. • Planta da Powertrain tem produção diária de mais de 1,7 mil unidades de câmbio • Para este ano, a expectativa é de que a produção cresça 60% • Com a inauguração da fábrica de motores turbo, Betim será o maior hub de powertrain da América Latina

 


O Polo Automotivo de Betim, em Minas Gerais, acaba de alcançar a marca de 15 milhões de transmissões produzidas. Com cerca de 800 empregados, em dois turnos, a unidade é responsável pela fabricação dos câmbios C-513, que equipa a Nova Fiat Strada, Argo, Mobi, Uno, Cronos, Fiorino e Grand Siena, e C-510, presente, dentre outros, nas versões manuais do Fiat Toro e Jeep Renegade.

O marco zero da produção foi em 1976, juntamente com a inauguração do Polo Automotivo de Betim. “Estamos muito orgulhosos. É uma conquista importante, não somente pela quantidade produzida, mas também pelo crescimento de um time industrial que, ao longo desses 45 anos, tem evoluído com grande competência e engajamento”, ressalta o diretor de Manufatura da Stellantis para a América do Sul, Pierluigi Astorino.


Somente no ano passado, saíram da linha de montagem 320 mil unidades. A expectativa para este ano é de que a produção amplie 60%, ultrapassando 500 mil transmissões, grande parte do modelo C-513.

Com 30 mil metros quadrados, a fábrica reúne as áreas de usinagem, tratamento térmico e montagem. “Hoje, produzimos por dia mais de 1,7 mil unidades. Nossos processos de manufatura são pautados pela inovação, com a aplicação contínua de competências que garantem avanços de produtividade e qualidade”, afirma Jasson Azevedo, coordenador do Polo Powertrain de Betim.


Cerca de 10% da produção é exportada para a Argentina. As transmissões C-513 e C-510 estão presentes em 100% dos veículos com câmbio manual exportados para América Latina, incluindo México.

A unidade de transmissões faz parte do Polo Powertrain de Betim, que tem capacidade anual de produção superior a 700 mil motores. Esse número irá ampliar, nos próximos meses, com a inauguração da nova planta de motores turbo. “Estamos preparados para o futuro e bem próximos de alcançar o objetivo de sermos o maior hub de powertrain da América do Latina”, completa Astorino.











Coluna Fernando Calmon


Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.137 — 18/2/21

 



DPVAT PODE SOFRER GRANDE REAJUSTE

 


Até o final deste ano espera-se resolver o maior imbróglio jurídico e processual envolvendo o seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre). Criado em 1974, indeniza vítimas de acidentes de trânsito independentemente de identificação do veículo envolvido ou de culpados. Com características de imposto, tornou-se teoricamente mais fácil de administrar após a criação em 2007 da Seguradora Líder do Consórcio do Seguro DPVAT S.A., que reuniu 30 empresas do setor.

A distribuição do total arrecadado mantinha equilíbrio: 45% repassados ao Sistema Único de Saúde, 5% para campanhas de segurança no trânsito e 50% para administração e pagamento das indenizações. O problema foi a má administração e as fraudes contra o seguro. A Líder chegou a pagar 60.000 indenizações por morte, em um único ano, número cerca de 50% maior que os registros de outras fontes como o INSS.

A empresa alegou que havia processos acumulados de alguns anos e tinha ampliado para 8.000 os postos de atendimento para facilitar a entrega de documentação. No entanto, uma investigação do Ministério Público e da Polícia Federal de Minas Gerais apontou suspeitas de irregularidades administrativas e no pagamento dos acidentados, entre outras. Os valores de indenizações e do DPVAT ficaram congelados nos últimos 10 anos.

Diante da resistência da Líder em rever estes valores sem aumentar o preço do seguro (prêmio, no jargão deste setor), o governo anterior iniciou um processo unilateral de redução dos prêmios que culminou, no atual governo, com a isenção do DPVAT para motoristas e motociclistas somente em 2021. Em novembro de 2020 a empresa decidiu pela dissolução, mas continuará responsável por indenizações de acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2020.  

A Superintendência de Seguros Privados, uma autarquia federal, espera ter novo desenho do sistema até meados deste ano para discussões. Trata-se de um desafio encontrar solução ao mesmo tempo transparente e técnica, além de manter a capilaridade hoje alcançada.

A concorrência entre as seguradoras aqui tem de voltar, como era no passado, antes da Líder. Difícil é conseguir evitar que o prêmio aumente para motoristas e motociclistas só a partir de ganhos administrativos e controle de desvios e fraudes. Claro, isso é fundamental, mas sem a diminuição do número de acidentes que depende da consciência de cada um e de um esforço educativo, pode preparar o bolso.

Na maioria dos países o seguro é de livre contratação e nem sempre obrigatório. Na Alemanha, por exemplo, existe o de responsabilidade civil vinculado ao proprietário e não ao veículo. Cobre até pequenos danos materiais a terceiros. Custa em torno de 20 euros (R$ 130,00) por mês, 12 vezes mais caro do que o DPVAT em base anual. No entanto, a cobertura vai até dois milhões de euros (R$ 13 milhões) por acidentes de trânsito, pessoal e de trabalho.

 

ALTA RODA

 

PRESIDENTE mundial do Grupo VW, Herbert Diess, afirmou recentemente que não teme a concorrência de um possível carro autônomo que a Apple estaria desenvolvendo até 2025. De fato, os desafios são grandes para empresas de alta tecnologia sem base industrial e que dependerão de terceiros. No entanto, o grupo alemão acaba de firmar parceria inédita com a Microsoft. Utilizará seus serviços em nuvem para uma iniciativa essencial: atualização de softwares pelo ar. Será fundamental para avançar em sistemas autônomos e na eletrônica de bordo. Do trem de força às grandes telas no interior dos veículos. Como nos celulares.

NOVO AUDI A5 Sportback é um sedã-cupê com estilo dos mais atraentes. Oferece o mesmo motor com dois níveis de potência: 190 cv e 249 cv. Novidade mecânica é o alternador reversível em motor de arranque, por meio de correia, e adoção de uma bateria de íons de lítio de 12 V no lugar da tradicional de 48 V dos modelos de maior porte da marca. Isso permitiu oferecer assistência elétrica a custo menor. Também novidade são os faróis de LED Matrix antes só disponíveis nos modelos mais caros. Sua capacidade de adaptação instantânea às condições noturnas significa grande avanço em termos de segurança. Preços: R$ 284.990 a 329.990.

CADERNO especial sobre vacinas foi preparado pela Transporte Moderno. A edição mostra histórico da pandemia, desenvolvimento das vacinas e o trabalho de operadores logísticos em entregá-las, no menor tempo possível, em todo o Brasil. De autoria de Fred Carvalho, pode ser acessado pelo link https://acervodigitalotm.com.br/magazines/1211#1 .

NOVA Zona Azul de São Paulo é uma das primeiras a aplicar Smart Parking, solução de gestão de estacionamento em tempo real. Radares e sensores mapeiam vagas, enquanto o motorista pode acessar as informações e pagar pelo celular. Segundo Bruno Neves, da Tecnowise, o Brasil conta com estimados três milhões de vagas pagas de todos os tipos. O setor movimentou cerca de R$ 15 bilhões em 2019.

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