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terça-feira, 5 de setembro de 2023

Dia da Independência: Rio de Janeiro apresenta a história do Brasil em passeio turístico

O Paço Imperial retratado na gravura do pintor neoclássico francês Jean Baptiste Debret


As comemorações do Dia Independência em todo o Brasil são marcadas por solenidades que valorizam a soberania nacional e a exaltação ao feito de D. Pedro I, às margens do Rio Ipiranga. Na cidade do Rio de Janeiro, antiga capital do império, a história do Brasil se descortina através de monumentos históricos, igrejas e ruas da cidade, que podem ser explorados nos passeios turísticos oferecidos pela Destinow. A agência de viagem online oferece opções que contam a história do país de forma detalhada e prazerosa.


Para contar a história da independência do Brasil, a Praça XV, localizada no Centro do Rio, se liga ao 7 de setembro devido a dois momentos emblemáticos, a chegada da família real e o Dia do Fico. A primeira construção dessa praça foi o Paço Imperial, que abrigou a família real portuguesa em sua chegada, em 1808, e está lá até hoje. Contemplar esse monumento e saber mais sobre a sua história faz parte do Tour Rio Histórico e Cultural oferecido pela Destinow. Hoje, o espaço abriga a Biblioteca Paulo Santos, tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) e também abriga exposições de artes plásticas e modernas.

 

Um outro ponto visitado no tour e que merece destaque por sua importância histórica, é o Cais do Valongo. O principal porto de entrada de africanos escravizados no Brasil e nas Américas passou a integrar a Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO recentemente, pois suas ruínas estavam escondidas por antigas construções e foram reveladas apenas em 2011, durante as obras do Porto Maravilha. A inclusão do monumento nessa Lista representa a memória, resistência e enaltece a inestimável contribuição dos africanos e seus descendentes à formação e desenvolvimento cultural, econômico e social do Brasil e do continente americano.
 

Ilha Fiscal é um belo palacete sobre as águas da Baía de Guanabara

 

O tour em questão passeia ainda pelas regiões de Santa Teresa, Lapa e Cinelândia, e ainda inclui um agradável passeio de bondinho. A Destinow oferece além de segurança e comodidade, o acompanhamento de um guia turístico para pontuar a história que a cidade do Rio carrega em suas ruas e construções. Além de agradável, o passeio é uma boa oportunidade para vivenciar novas experiências em família no feriado de 7 de setembro e também durante o ano inteiro.


O Rio de Janeiro carrega história até sobre as águas, literalmente. No palacete da Ilha Fiscal, na Baía de Guanabara, foi realizado o último baile da Monarquia Brasileira, que ocorreu seis dias antes da Proclamação da República, em 1889. O prédio é rico em beleza arquitetônica e histórica e pode ser contemplado no passeio Rio Boat Tour, comercializado pela Destinow. Além de ter a experiência de contemplar o Rio de Janeiro pelo mesmo ângulo dos Portugueses, em 1808, o agradável tour conta com descrição detalhada sobre os atrativos avistados e a riqueza cultural da Cidade Maravilhosa.
 

Mas a história do Brasil não pode ser contada só pela capital fluminense. Conhecer a cidade de Petrópolis, região que encantou os portugueses nos tempos do Império, também faz parte dessa imersão histórica. O passeio Cidade Imperial mostra a residência de verão de Dom Pedro II, o Museu Imperial. A gastronomia de Petrópolis é um atrativo à parte, já que reúne uma vasta opção de restaurantes para todos os gostos. Trata-se de um tour cheio de cultura, arquitetura e história do Brasil em clima serrano.

 

Para mais informações sobre os passeios disponíveis na plataforma: Link.

domingo, 3 de setembro de 2023

COLUNA MECÂNICA ONLINE®


COLUNA MECÂNICA ONLINE®


Tarcisio Dias

30 | AGOSTO | 2023


Qual o destino atual das baterias dos veículos elétricos?

O que fazer com essas baterias que não são mais adequadas ao uso em veículos elétricos, mas ainda têm boa parte de sua capacidade preservada?

Estamos acompanhando no mercado brasileiro automotivo uma invasão dos veículos elétricos vindos da China. E muitas são as dúvidas quando falamos sobre veículos elétricos (VE). Uma delas é o destino das baterias ao final da vida útil de um VE.

Uma das principais diferenças entre carros a combustão interna (motor flex, por exemplo) e carros elétricos é a fonte de energia para alimentar o motor e tracionar as rodas. Enquanto os carros a combustão utilizam a energia da queima de combustível para movimentar os pistões e locomover o automóvel, os veículos elétricos apresentam uma bateria como fonte de energia.

A bateria do carro elétrico vai perdendo sua capacidade de armazenamento ao longo das recargas e, depois de alguns anos, a baixa autonomia vai exigir sua susbtituição.

Levantamento feito pela Universidade Veiga de Almeida (UVA) em 2022, aponta que a ausência de uma regulamentação para a logística reversa das baterias que armazenam a eletricidade dos veículos elétricos representa um potencial risco ambiental para o país, apesar do impacto positivo da tecnologia usada nesses automóveis na redução de emissões de gases de efeito estufa.

Segundo os dados, se não houver boas práticas de descarte, as baterias de carros elétricos podem virar cerca de 43 toneladas de lixo perigoso até 2030.

Embora a crescente desses veículos seja cada vez mais pronunciada no Brasil e no mundo, nem todos os impactos ambientais são potencialmente positivos.

As baterias de carros elétricos contêm uma variedade de materiais, alguns dos quais são valiosos e podem ser recuperados e reutilizados. 

Embora já seja possível reciclar cerca de 95% dos componentes, a reciclagem efetiva desses materiais apresenta desafios técnicos e econômicos significativos.

Dependendo do uso, a duração de uma bateria de lítio-íon em carro elétrico é de aproximadamente 8 a 10 anos – ou cerca de 160.000 a 240.000 quilômetros rodados - a partir daí, aumenta a percepção do usuário da perda de autonomia do veículo, uma vez que a bateria sofre uma redução da sua capacidade de armazenar energia.

Comparando com seu telefone celular, a bateria do VE não deixará de funcionar completamente após sua vida útil. Em vez disso, sua capacidade de armazenamento energético diminuirá gradualmente, o que significa que o carro elétrico terá menos alcance com uma carga completa, ou seja, menor autonomia, assim como acontece com a bateria do seu celular ao passar dos anos.

Os veículos elétricos atuais apresentam principalmente baterias de íons de lítio e polímeros de lítio devido à densidade de energia relativamente maior em comparação com o peso.



Os principais materiais encontrados são os componentes químicos lítio, manganês, cobre, cobalto, alumínio, grafite, aço e níquel. Todos esses componentes têm diferentes funções na bateria do veículo e contribuem para melhorar seu desempenho.

Essas baterias geralmente são compostas por várias células conectadas em série e/ou paralelo, para fornecer a tensão e capacidade desejadas.

De acordo com a Argonne National Laboratory, uma bateria de lítio só possui 7% do mineral. O mais adequado seria chamar de bateria de grafite e cobre, mas pelo fato do lítio ser a parte vital de seu funcionamento, convencionou-se como bateria de íons de lítio.

Usar novamente as baterias e reciclar os materiais delas quando estão no fim de sua vida é uma maneira importante de proteger o meio ambiente e promover a sustentabilidade global. 

Isso faz parte da Economia Circular, que é uma forma de usar os recursos de forma eficiente. 

Cada vez mais, a reciclagem e o reuso de baterias estão se tornando importantes em projetos de desenvolvimento tecnológico, recebendo financiamento e criando indústrias especializadas na área.

Quando a bateria de um elétrico chega ao fim da sua “primeira vida”, existem três opções para a sua “segunda vida”:

Reaproveitamento, quando várias embalagens são selecionadas e combinadas com base no estado residual, capacidade, etc.

Recondicionamento de pack é uma segunda opção viável. Essencialmente, os packs de bateria são desmontados e, em seguida, as células são recondicionadas individualmente e reembaladas em novos módulos.

Reciclagem, que envolve extrair os metais valiosos da bateria e reutilizá-los.

O processo de reciclagem de baterias de carros elétricos varia dependendo do tipo de bateria e da tecnologia utilizada. No entanto, geralmente envolve várias etapas, como:

Desmontagem: as baterias são desmontadas e as células individuais são removidas;

Trituração: as células são trituradas para quebrar as conexões entre os materiais e separar os componentes;

Separação: os materiais são separados em diferentes frações, com base em suas propriedades físicas e químicas;

Purificação: essas frações são purificadas, removendo-se impurezas e contaminantes;

Recuperação de metais: os metais valiosos, como lítio, cobalto, níquel e alumínio, são recuperados e refinados para reutilização na produção de novas baterias.

Para especialistas, é preciso a realização de debates e regulamentações para o aumento do fluxo da logística reversa de baterias de carros elétricos.

Segundo o Coordenador do Curso de Engenharia Mecânica da Faculdade Anhanguera, Mauro Paipa Suarez, essas desvantagens precisam ser analisadas, visando o meio ambiente e a qualidade de vida da população.

“Desde sua fabricação, até o seu descarte, o uso da modalidade de VEs ainda conta com grandes desafios em relação à produção, tempo de vida e, principalmente, ao descarte das baterias. Existem propostas de reaproveitamento, mas isso não resolve o problema do descarte do material, que causa um enorme impacto ao meio ambiente, podendo ser letal até 2030”, diz.

Os veículos elétricos são relativamente novos no mercado automotivo, portanto, apenas um pequeno número deles se aproxima do fim de sua vida útil.

Como resultado, poucas baterias pós-uso de veículos elétricos estão disponíveis para reciclagem. No entanto, conforme os veículos elétricos se tornam cada vez mais comuns, o mercado de reciclagem de baterias pode se expandir.

A reciclagem de baterias evitaria que materiais perigosos entrassem no fluxo de resíduos, tanto no final de sua vida útil quanto durante sua produção.

O trabalho está em andamento para desenvolver processos de reciclagem de baterias que minimizem os impactos do ciclo de vida do uso de íon-lítio e outros tipos de baterias em veículos.

Tarcisio Dias - Profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista. Desenvolve o site Mecânica Online® (mecanicaonline.com.br) e sua exclusiva área de cursos sobre mecânica na internet (cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuição gratuita todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
https://mecanicaonline.com.br/category/engenharia/tarcisio_dias/


BYD SEAL, um sport coupê elétrico com o melhor custoXbenefício do mercado: R$ 296.800. Dirigibilidade, desempenho (3,8s de 0 a100 km/h), alta tecnologia embarcada (inclui karaokê) e muito conforto do SEAL já à venda


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

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https://youtu.be/8_FVQfNHFOU?si=1C3zZ6a-YGBfUASZ

Depois de um lançamento de sucesso, em grande estilo, na noite do dia 30, do BYD SEAL, no 033 Radisson, no JK Iguatemi, em São Paulo, com a presença da Imprensa automotiva nacional e todos concessionários da BYD no País, chegou a hora do test-drive pelos jornalistas, na manhã, do último dia de agosto, bem cedo, pelas ruas do Butantã. Pilotar o SAEL é de fato uma experiência avassaladora.

Quem entra no SEAL fica encantado com o acabamento. 
Os bancos, a forração das laterais, dos painéis central e superior.


Acima da cabeça há um enorme e belo teto solar. 

Mas, é o desempenho do sedan que deixa quem o dirige espantado com seu desempenho: chega de 0 a 100 km/h em 3,8s, apenas 0,9 s a mais que o McLaren 600LT, com 640 cv e 63,2 kgfm de torque, e o Ferrari 812 Superfast, de 800 cv e 73,2 kgfm, contra os 531 cv do SEGAL, que possui 60,2 kgfm de torque: uma pisada forte no acelerador tuas costas colam no banco. A autonomia de 372 km. A potência máxima de recarga chega a 150 kW, de 30% a 80% em apenas 30 minutos, garantindo quase 300 km de autonomia.

Por onde passei, o SEAL chamou à atenção. Seu design é arrojado, imponente.A frente longa chega a lembrar a do Porsche Taycan, ideia que logo se desfaz com o belo conjunto ótico full LED, com o farol alto automático, e a luz de direção diurna em forma de bumerangue com linhas de LED. 

Na lateral, as rodas de liga leve de 19" com pneus 235/45, Continental, retrovisores retráteis, os puxadores das portas ficam salientes ao acionar a chave presencial. 

A traseira é iluminada por luz de LED em toda a extensão, instalada no topo da tampa... 



... do porta-malas de 400 l.

No lugar do motor a combustão, sob o capô, o SEAL tem um porta-objetos e componentes do carro elétrico. O silêncio no habitáculo é absoluto e você não escuta o motor sendo acionado, o que percebe com o acendimento do painel

O isolamento acústico do SEAL é eficiente a ponto de ser quase imperceptível o barulho aerodinâmico da rodagem, mesmo em piso de paralelipípedos. Isso permite ouvir o som de excelente qualidade dos 12 alto falantes do carro. 

Os fachos brancos na foto indicam a movimentação da saída do ar

O ar condicionado automático com sistema de purificação do ar na cabine, tem controle das palhetas que podem ficar fixas ou se movimentar, como no ar residencial, num comando na tela de multimídia que pode ser usada na vertical ou horizontal de 15,6" e tem conexão inteligente de 4G, acesso ao Android Auto e Apple Carplay. 

A leitura do painel de instrumentos, de 10,25", do computador de bordo, oferece uma leitura perfeita, o que favorece a dirigibilidade. 

O volante, com quatro pontos de regulagem elétrica, de boa pegada tem controles de som, piloto automático, controle do computador de bordo. Aviso de aproximação de radares com antecedência para que o piloto tenha tempo de reduzir a velocidade antes do aparelho. Controles de tração, estabilidade e assistência em rampa.

A estabilidade é outro ponto importante do SEAL graças à bateria Blade fabricada pela BYD, que passou a fazer parte da estrutura da carroceria, trazendo mais rigidez e segurança. 


O carro conta com oito airbags e espaço para carregar simultaneamente dois celulares por indução.

O espaço interno é amplo e acomoda bem cinco passageiros. Com de 4,8 m de comprimento e distância entre-eixos de 2,92m tem um assoalho plano que garante a comodidade dos ocupantes do banco traseiro, inclusive o que se sentar no meio. 

Na frente, o espaço é amplo e confortável e os bancos têm controles elétricos e são ergométricos e abraçam o corpo do ocupante.


O SEAL tem 8 anos de garantia e 5 anos de revisão gratuita ou 100 mil quilômetros e custa R$ 296.800,00.

Opinião

Foi um test-drive curto, mas suficiente para me apaixonar pelo SEAL.

Som, dirigibilidade, tecnologia, conectividade, estabilidade, desempenho, tudo de alto padrão. Só testando para sentir. E o preço é o de melhor custo X benefício do mercado de elétricos.





sexta-feira, 1 de setembro de 2023

BYD SEAL chega a 70 unidades vendidas em 24 horas e já é o sexto automóvel elétrico mais vendido no mercado brasileiro. Custa R$ 296.800

No primeiro dia de venda, o BYD SEAL alcançou 70 unidades
comercializadas pela rede de concessionárias BYD


São Paulo, 1/9/2023 - O sucesso no lançamento do BYD Seal onde mais de 300 convidados lotaram o Rooftop 033 em São Paulo na noite da última quarta-feira (30/08), se refletiu em vendas no primeiro dia. Foram 70 unidades comercializadas nas concessionárias de todo o país em 24 horas, o que equivale a um carro vendido a cada 20 minutos. Se levarmos em conta o ranking mensal de emplacamentos de carros elétricos da ABVE do mês de julho, o Seal ocuparia a sexta colocação com apenas um dia de vendas.

 

O BYD SEAL é um sport coupé 100% elétrico inovador, tecnológico e muito potente. São 531 cavalos e capacidade de fazer de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos. Sua autonomia chega a 520 km. Seu preço especial de lançamento do modelo é de R$ 296.800,00.

 

O BYD SEAL é o primeiro veículo da marca a implementar a tecnologia inovadora Cell-to-Body (CTB), onde a bateria faz parte da estrutura da carroceria, trazendo mais rigidez e segurança, além de mais eficiência do espaço.

 

BYD já é a décima maior marca de carros do mundo

Apenas no mês de agosto, a BYD vendeu 274.386 veículos de energia limpa (elétricos e híbridos) em todo o mundo. O número representa um crescimento de 57,5% na comparação com o mesmo mês de 2022. 


Pelo segundo mês seguido, a greentech supera a marca de 250.000 unidades comercializadas. A greentech foi a primeira montadora do mundo a deixar de produzir carros somente a combustão em março do ano passado.

 

No primeiro semestre deste ano, a BYD vendeu 1.255.600 veículos de energia limpa, representando um experessivo crescimento anual de 94,25%. Esses números consolidam a posição da BYD como líder mundial na venda de carros elétricos e híbridos. Além disso, pela primeira vez, a BYD conquistou um lugar no Top 10 Global Rankings of Automobile Sales.

 

BYD Dolphin, lançado no fim de junho, se tornou um modelo de grande sucesso no Brasil

 

A BYD dominou com sucesso as principais tecnologias da cadeia da indústria de veículos de nova energia, incluindo baterias, motores e sistemas de controle eletrônico. Com uma gama de tecnologias como a bateria Blade, DM-i Super Hybrid, e-Platform 3.0, tecnologia CTB (cell-to-body), plataforma de tecnologia e4 e BYD DiSus Intelligent Body Control System, a empresa desenvolveu soluções tecnológicas inovadoras e cada vez mais se posiciona na vanguarda da evolução de mobilidade verde.

 

No mercado brasileiro, a BYD supera a cada mês o número de vendas. O Dolphin, lançado no fim de junho, já vendeu mais de 4.000 unidades em apenas dois meses no mercado, um recorde absoluto na história dos veículos elétricos no país.

Fábrica brasileira da Gilbarco Veeder-Root é elevada à categoria de fabricante global da marca que passa a exportar para diversos países, iniciando pelos Estados Unidos, Canadá e Porto Rico.

Dave Coombe, presidente Global de Fueling Solutions para Gilbarco Veeder-Root e Bruno Rosas, presidente da marca para a América Latina

O anúncio oficial foi feito durante encontro entre Dave Coombe, presidente Global de Fueling Solutions para Gilbarco Veeder-Root e Bruno Rosas, presidente da marca para a América Latina. A iniciativa é parte da política de ESG - em português, Ambiental, Social e Governança - da Vontier – organização a qual a Gilbarco Veeder-Root pertence, particularmente no que diz respeito às metas mundiais de descarbonização com as quais está comprometida: maior eficiência de produção com padrões sustentáveis, em pontos estratégicos do planeta.

Considerando estes parâmetros, a fábrica brasileira – premiada como a melhor do mundo, dentro do grupo Vontier em 2022 – é uma escolha natural. Não só pela sua proximidade com a Europa e com os Estados Unidos, mas principalmente pelas suas altas pontuações em métricas que aferem aspectos cruciais da gestão industrial com destaque para qualidade, segurança, gestão do estoque e pontualidade na entrega, quesitos que lhe valeram o prêmio.

Para cumprir a nova missão de tornar-se uma fábrica com produtos e soluções para o mundo, mantendo o foco nas necessidades do mercado local, serão realizados investimentos prioritários em maquinário, logística, automação e gestão de pessoas. 

A gestão de pessoas, ou seja, a nossa capacidade em selecionar e promover a interação de um time local, multidisciplinar focado em desenvolver, produzir e entregar multiprodutos com eficiência e qualidade e dentro dos padrões de cada país importador, será sem dúvida um dos nossos mais interessantes desafios, de cujo aprendizado todos os mercados se beneficiarão, inclusive o brasileiro”, avalia Rosas.

As mudanças e adaptações não afetam a produção para o mercado local. Ao contrário, devem trazer ainda maiores ganhos em eficiência, tecnologia e oferta de produtos. Já estão programados, ainda para este ano, novos lançamentos que incluem bombas aperfeiçoadas e certificadas com o novo RTM - Regulamento Técnico Metrológico do Inmetro – e de sistemas e soluções que garantem a confiabilidade da qualidade dos combustíveis adquiridos nos postos, oferecendo segurança ao cliente e agregando valor à reputação do estabelecimento. 

O presidente Global reforça o apoio do Grupo Vontier à região: “Estamos entusiasmados com as oportunidades que a América Latina oferece e comprometidos em seguir colaborando com nossos parceiros locais para impulsionar o desenvolvimento e crescimento sustentável da região”, afirma Dave Coombe.

Bruno Rosas destaca ainda outros ganhos que a fábrica mundial proporcionará ao mercado local, “Há uma tendência em considerar o Brasil tecnologicamente atrasado em relação ao exterior. Isso ocorre principalmente porque em outros países, o modelo de negócio onde o consumidor final interage com o equipamento, fez com que tecnologias fossem disponibilizadas e implementadas em larga escala. Com a nossa fábrica produzindo internacionalmente, mudaremos esta visão porque traremos essas tecnologias e ajustaremos as condições ao mercado brasileiro, a custos acessíveis, uma vez que os laboratórios de desenvolvimento estarão fisicamente no Brasil, mas atuando de forma global”.

As primeiras bombas brasileiras já se encontram em teste na fábrica da Gilbarco Veeder-Root nos Estados Unidos, e o primeiro lote deverá ser exportado no ano que vem.

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais



Jornalista Sérgio Moreira




Turistas internacionais gastam mais de R$ 18 bilhões no país


O turismo brasileiro está super movimentado este ano com a chegada de turistas de vários países. De janeiro a julho, o gasto de turistas internacionais no Brasil ultrapassou a marca de US$ 3.796 bilhões, aproximadamente R$ 18,6 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (Bacen), divulgados nesta sexta-feira (25.08). O valor é o segundo melhor resultado da série histórica, perdendo apenas para o ano de 2014, quando foi realizada a Copa do Mundo no país. Além disso, o gasto acumulado é 3,32% maior do que o montante registrado em 2019, ano pré-pandemia.

Somente em julho, os viajantes vindos de vários cantos do mundo deixaram US$ 567 milhões, o equivalente a mais de R$ 2,77 bilhões. Foi o terceiro melhor resultado do mês na série histórica do Bacen, ficando atrás apenas de julho de 2014 e julho de 2019. Em relação a 2022, o resultado de 2023 foi 45,7% maior do que o mesmo período do ano anterior.

O Brasil já recebeu mais de 3,2 milhões de turistas internacionais no primeiro semestre deste ano, de acordo com levantamento realizado em parceria com o Ministério do Turismo, Embratur e Polícia Federal. O número representa 92% do total de turistas internacionais que o país recebeu durante todo o ano de 2022, quando 3,6 milhões de estrangeiros entraram no Brasil.

A maior parte desses visitantes internacionais veio da Argentina (1,3 milhão). Em seguida, aparecem os Estados Unidos, com 327 mil visitantes, e o Paraguai, com 233 mil turistas. Completando os cinco primeiros do ranking, aparecem o Chile (223 mil) e o Uruguai (199 mil). Os estados brasileiros por onde mais entraram viajantes internacionais foram São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.

Mercado Central completa 94 anos

Considerado o melhor Mercado do Brasil e entre os 3 melhores mercados do mundo, o Mercado Central de Belo Horizonte, completa 94 anos no dia 7 de setembro.

O Mercado Central é um dos principais pontos turísticos da capital mineira, tem 400 lojas, vagas de estacionamento coberta, recebe por mês cerca de 30 mil pessoas por dia, um exemplo de administração que faz do Mercado Central a referência no setor comercial de Belo Horizonte nos seus 94 anos.



Temperos, aromas, sabores, crenças, cores: todas as características mais marcantes da cultura mineira dão charme e muita personalidade ao mercado mais querido de Belo Horizonte. Há nove décadas, o Mercado Central é ponto turístico para quem vem de fora e ponto de encontro para quem vive na cidade.


Nesse tempo, deliciosos pratos da comida típica, diferentes formas de religiosidade, toda a criatividade e delicadeza do artesanato e muitos outros preciosos traços da cultura popular mineira fazem do Mercado Central um espaço único, que une tradição e contemporaneidade e encanta por sua singularidade.




Belo Horizonte tinha apenas 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, em um só local, os produtos destinados ao abastecimento dos 47.000 habitantes da jovem cidade. Foi assim que o Mercado Central nasceu, no dia 7 de setembro de 1929: unindo as feiras da Praça da Estação e da praça da atual rodoviária. Em um terreno de 22 lotes, próximo à Praça Raul Soares, o prefeito Cristiano Machado reuniu todos os feirantes, centralizando o abastecimento da população. Nos 14.000 m² do terreno descoberto, circundado pelas carroças que transportavam os produtos, as barracas de madeira se enfileiravam para a venda de alimentos.



O Mercado, então denominado Mercado Municipal, com sua atividade intensa e movimento alegre, funcionou até 1964, quando o prefeito da época, Jorge Carone, resolveu vender o terreno, alegando impossibilidade de administrar a feira. Para impedir o fechamento do Mercado, os comerciantes se organizaram, criaram uma cooperativa e compraram o imóvel da Prefeitura. No entanto, teriam que construir um galpão coberto na área total do loteamento no prazo de cinco anos. Se não conseguissem, teriam que devolver a área à Prefeitura.



A tarefa não foi fácil. A duas semanas do fim do prazo dado pela prefeitura, ainda faltava o fechamento da área. Foi então que os irmãos Osvaldo, Vicente e Milton de Araújo decidiram acreditar no empreendimento e investiram no projeto. Foram contratadas quatro construtoras, ficando cada uma responsável por uma lateral, para que o galpão pudesse ser fechado no prazo estabelecido. Ao fim do prazo, os 14.000 m² de terreno estavam totalmente fechados. Os associados, com seu empreendedorismo e entusiasmo, viam seu esforço recompensado.




Assim, bem organizado e com participação ativa dos comerciantes, a cada dia ao longo dos anos o Mercado ampliava suas atividades, expandia seus negócios e se transformava em um núcleo não só de produtos alimentícios, mas também de artesanato e de comidas típicas, tornando-se um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte e um dos locais mais queridos pelos mineiros.



Atualmente, com nove décadas de vida, o mercado possui mais de 400 lojas, oferece serviço de informações bilíngue, atrai todos os dias milhares de visitantes de todos os lugares do Brasil e do mundo e, em seus corredores, guarda grandes memórias e muitas histórias para contar.



Pensando na função social de ter suas portas abertas para todo o público, incluindo os clientes que possuem alguma dificuldade de mobilidade, o Mercado Central possui elevadores e rampas de acesso, disponibiliza cadeiras de rodas e mantém profissionais treinados para atendimentos especializados.

Fígado com jiló, tradição do Mercado Central

Com o projeto Consumidor do Futuro, atende escolas regulares e especiais, garantindo que crianças e jovens portadores de necessidades especiais também possam vir ao Mercado para descobrir as cores, os cheiros e os sabores diversificados. Sempre que você precisar de ajuda, procure por um de nossos seguranças. Eles são orientados a auxiliar nossos clientes em todos os casos, da melhor maneira possível.

Ministro do Turismo estará no Festuris


Com agenda em Brasília de Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, na semana passada, foi para a apresentação e convite oficial do Festuris - Feira Internacional de Turismo de Gramado ao novo ministro do Turismo, Celso Sabino. O encontro ocorreu na Câmara dos Deputados com a presença do deputado Federal, Luiz Carlos Busato. 

No Ministério da Agricultura e Pecuária - Mapa, os CEOs do Festuris conversaram com Monica Batista, do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados, e Nelson Andrade Jr, Secretário-Adjunto de Agricultura Familiar e Cooperativismo.

Na pauta dos encontros a participação das pastas na 35ª edição do Festuris, que acontece de 9 a 12 de novembro, em Gramado. “É a abertura de relacionamentos que o Festuris vai provocando com diferentes setores ministeriais no Brasil, todos eles interligados, de certa forma, ao desenvolvimento turístico, que é uma atividade transversal. Visita muito positiva!”, destaca Eduardo Zorzanello.

O Festuris - Feira internacional de Turismo de Gramado acontecerá de 9 a 12 de novembro, em Gramado, no Centro de Feiras do Serra Park. A solenidade de abertura acontece no Palácio dos Festivais, na quinta, dia 9.

Pela manhã dos dias 10 e 11, a programação é repleta de conteúdo no Meeting Festuris, no Pavilhão Plátano. No período da tarde, ocorre a feira de negócios com abertura ao meio-dia nos pavilhões Araucária e Hortênsia. O evento encerra, na sexta, às 20 horas, e no sábado, às 19h. No domingo, dia 12, não tem programação oficial, é quando ocorre o retorno dos participantes aos seus destinos e, até mesmo, a possibilidade de aproveitarem o destino Gramado e região.

O Festuris conta com o Laghetto como a rede hoteleira oficial do evento, a Turistur Turismo é a agência oficial, a Planalto é o transporte terrestre oficial, e o Hospital Pompéia assina como assistência médica oficial do evento. Informações www.festurisgramado.com ou nas redes sociais @festurisgramado.

Informações para a coluna enviar para
@sergiomoreira63 
sergio51moreira@bol.com.br

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