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domingo, 2 de fevereiro de 2025

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira


Coluna Minas Turismo Gerais   


Jornalista Sérgio Moreira



Palácio da Liberdade passa por restauração


Belo Horizonte foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897, e o poder executivo teve a sua nova casa construído em 1898. Um dos maiores pontos turísticos da capital mineira foi desenhado pelo arquiteto José de Magalhães, no projeto da nova capital de Minas Gerais, o Palácio possui um estilo arquitetônico eclético, que combina o classicismo romântico francês com influências do neobarroco e do renascentismo italianos. 

A pedra fundamental foi lançada em 7 de setembro de 1895, e as obras tiveram início em 25 de novembro do mesmo ano. Desde então, o edifício, localizado na Praça da Liberdade, se consolidou como um símbolo da identidade mineira e do poder estadual, abrigando secretarias públicas e sendo palco de momentos históricos marcantes. 

O tombamento do Palácio da Liberdade, concebido como residência oficial e sede do Governo de Minas Gerais, completou 50 anos no dia 27 de janeiro. Nesta data, um dos mais importantes espaços do Circuito Liberdade, recebe o maior investimento em restauração da sua história: mais de R$ 10 milhões. Além disso, o Palácio contabilizou, somente em 2024, quase 400 mil visitantes.



Construído junto com Belo Horizonte, o Palácio da Liberdade abriu as portas para receber a população e turistas em 2019. Administrado pela Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de Minas Gerais e com uma programação cultural diversa, gerida pela Fundação Clóvis Salgado, o Palácio passou a receber exposições e eventos que integram projetos como o Natal da Mineiridade, a Virada da Liberdade, a Minas Santa e a Minas Junina.

"Em situação crítica desde 2023 e com patrocínio do Ministério Público de Minas Gerais , o Palácio da Liberdade vem passando por intervenções visando sua recuperação. Troca do telhado, recuperação de pinturas parietais, iluminação e jardins. Tudo isso aliado ao desejo do Governador Romeu Zema de que as pessoas continuem visitando o Palácio, que é de toda a mineiridade”, pontua o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

“Nosso espaço central e histórico da política é hoje também o centro da cultura mineira, com inúmeras atrações artísticas. Aberto, público, livre e democrático. Isso, a meu ver, é o que devemos comemorar. A democratização do acesso aliado ao cuidado com nosso patrimônio, feitos de forma magistral pelo Instituto do Patrimônio Histórico de Minas Gerais (Iepha-MG)", completa o secretário.

O presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), João Paulo Martins, também reforça a importância do equipamento e sua vocação cultural. “Por tudo o que o Palácio da Liberdade representa, a restauração é algo histórico”, diz. O Palácio da Liberdade também recebe diversos eventos institucionais promovidos pelo Governo de Minas.



O tombamento do Palácio da Liberdade foi oficializado pelo Decreto Estadual nº. 16.956, de 27 de janeiro de 1975, que reconheceu o valor artístico, histórico e paisagístico desse imponente edifício e de seus jardins. O registro incluiu as fachadas, áreas internas, elementos decorativos, a fonte, esculturas, o orquidário, o quiosque e demais bens que compõem o conjunto arquitetônico e cultural do local.


ExpoQueijo Brasil  celebra o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio da Humanidade

Araxá,  será novamente o centro das atenções no mundo dos queijos com a realização da ExpoQueijo Brasil 2025 – Araxá International Cheese Awards, entre os dias 26 e 29 de junho. O evento chega à sua quinta edição e, neste ano, ganha um significado ainda mais especial: será a celebração oficial do reconhecimento dos modos de fazer o Queijo Minas Artesanal (QMA) como Patrimônio Imaterial da Humanidade, título concedido pela Unesco em dezembro de 2024.

“Vamos destacar o valor histórico e cultural dos saberes ancestrais associados à produção do Queijo Minas Artesanal (QMA), uma tradição mineira que atravessa três séculos.



Mais de nove mil produtores do estado são responsáveis pela produção dessa iguaria que gera cerca de 50 mil empregos diretos e indiretos, movimentando mais de R$ 2 bilhões anualmente”, comenta a organizadora do evento, Maricell Hussein.

 


Programação e atrações -  Realizada nos salões e áreas externas do histórico Grande Hotel e Termas de Araxá, a ExpoQueijo Brasil vai ampliar todos os seus espaços e contará com uma programação que integra gastronomia e cultura.

Concurso Internacional: o maior das Américas, com a participação de mais de 20 países. É coordenado pela EPAMIG - Instituto de Laticínios Cândido Tostes (EPAMIG ILCT), reunindo os melhores queijos do mundo em uma avaliação técnica rigorosa, com degustação às cegas.

Feira Internacional de Negócios: com estandes que valorizam produtos da agricultura familiar e inovações no segmento de queijos artesanais.

Fórum Internacional: palestras e debates sobre práticas de produção, agregação de valor comercial e novas técnicas no setor de gastronomia rural.

Vila Gastronômica e Cultural: uma experiência única de harmonização de queijos artesanais com pratos regionais, música ao vivo e exposições culturais.

Com mais de oito toneladas de queijos em exposição e no concurso, o evento vai atrair especialistas, produtores, jornalistas, empresários e turistas de diferentes partes do mundo. Além de consolidar Minas Gerais como referência internacional no segmento, a ExpoQueijo Brasil impacta positivamente setores como turismo, agropecuária, varejo, logística e gastronomia.

Reconhecimento histórico

A celebração oficial do reconhecimento dos modos de fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Imaterial da Humanidade terá momentos especiais. No fórum técnico, palestras específicas sobre o QMA vão destacar o valor do produto e as consequências econômicas do título. Um mapa com as 10 regiões produtoras será montado por produtores representantes destas áreas em um momento que vai representar a união e a diversidade da produção mineira.

O título da Unesco é um marco para Minas Gerais e para o Brasil, sendo a primeira vez que os modos de fazer um alimento brasileiro são reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. “Essa conquista celebra os territórios produtores, os saberes ancestrais e os modos de vida dos mineiros. É um passo importante para a valorização cultural, fortalecimento econômico e promoção do turismo sustentável em nossa região”, ressalta Maricell.

 ExpoQueijo Brasil

Principal evento do segmento nas Américas, a ExpoQueijo Brasil 2025 – Araxá International Cheese Awards tem reconhecimento e participação dos principais países produtores, atraindo a atenção da comunidade internacional, de especialistas e da imprensa. O encontro conta com uma grande estrutura montada no pátio principal e nos luxuosos salões do Grande Hotel e Termas de Araxá, patrimônio cultural e histórico de Minas Gerais.

 Neste ano, a ExpoQueijo será realizada entre os dias 26 a 29 de junho e com impacto positivo em diversas áreas, como o turismo, varejo, agropecuária, logística, indústria alimentícia e de suprimentos e relações internacionais.

 O evento é realizado pela Bonare Eventos. Tem parceria com associações de produtores de queijos, apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Superintendência Federal de Agricultura MG; Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e suas vinculadas Emater-MG, Epamig-ILCT e IMA, Secretaria de Cultura e Turismo de MG e Prefeitura de Araxá.

 ExpoQueijo Brasil 2025 - Araxá International Cheese Awards

Data: 26 a 29 de junho

Local: Grande Hotel e Termas de Araxá. Rua Águas do Araxá, sem número - bairro Barreiro, Araxá (MG)

Mais informações: www.expoqueijobrasil.com.br


BH Airport investe em carros elétricos



Único aeroporto carbono neutro no Brasil, o BH Airport avança em suas ações de descarbonização com a aquisição de quatro carros 100% elétricos para a fiscalização das operações de pátios e pistas. Com um investimento de cerca de R$ 500 mil, os novos veículos vão substituir os modelos tradicionais movidos a combustível fóssil, contribuindo para uma redução de 30 toneladas de CO por ano na atmosfera. 

Os veículos são da marca chinesa BYD, líder em tecnologias sustentáveis de mobilidade. Com autonomia de 300 km, eles têm torque instantâneo, bancos de couro ecológico e alto potencial tecnológico embarcado, incluindo visão 360 graus e central multimídia giratória. O investimento reforça o compromisso do BH Airport em inovar com práticas sustentáveis, alinhando suas operações à meta de zerar todas as emissões diretas até 2044. 

CEO do BH Airport, Daniel Miranda, destaca que o investimento é mais um exemplo das iniciativas do terminal internacional mineiro em prol do meio ambiente. “Estamos na vanguarda das práticas ambientais no setor aeroportuário, investindo em ações que aliam inovação e eficiência operacional, com foco no desenvolvimento sustentável e em deixar um legado positivo para a comunidade no entorno e para o mundo. Estamos muito felizes com essa aquisição que vai contribuir para uma operação ainda mais limpa e responsável”, ressalta.

Mais sustentável do Brasil  - Nos últimos anos, o BH Airport se destacou no Brasil e no mundo por sua atuação sustentável. Em 2024, o terminal mineiro foi reconhecido pela segunda vez consecutiva como o aeroporto mais sustentável do Brasil, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Também renovou a certificação nível 3+, no programa Airport Carbon Accreditation, reforçando sua posição de primeiro e único aeroporto carbono neutro no Brasil. Este ano, o BH Airport também foi reconhecido, pela quarta vez consecutiva, como Aeroporto Verde, pelo Conselho Internacional de Aeroportos (ACI).

 E não parou por aí. O projeto 400HZ + PCA, que substitui o uso de combustíveis fósseis por energia elétrica de fonte renovável, durante as atividades de apoio a aeronaves em solo, rendeu ao BH Airport o mais recente reconhecimento: o prêmio O Equilibrista, que reforça o propósito do aeroporto em seguir fomentando a cultura de inovação e responsabilidade ambiental no ecossistema da aviação.

 A premiação foi concedida pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-MG), no início deste mês, reconhecendo o BH Airport como empresa Destaque ESG 2024 pelo pioneirismo do projeto, que representa um marco na transição de querosene e diesel para eletricidade. no abastecimento das aeronaves estacionadas no aeroporto. “Além de contribuir para evitar os impactos das emissões de gases de efeito estufa, a iniciativa promove eficiência econômica ao reduzir, em até 40%, os custos para as companhias aéreas”, conclui o CEO. 

Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende a mais de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 

Minas Gerais projeta R$ 550 milhões em investimentos no setor no turismo

Gastronomia mineira é destaque- foto John Brandão

Minas Gerais inicia 2025 consolidando-se como um dos principais destinos turísticos e de negócios do Brasil. Para o primeiro semestre deste ano, a projeção é de captar R$ 550 milhões em novos investimentos, destacando Minas Gerais como protagonista no turismo brasileiro. Além disso, as ações estratégicas do Governo de Minas visam ampliar ainda mais a visibilidade do estado no mercado internacional, destacando sua riqueza cultural, histórica e ambiental.

Entre 2021 e 2024, Minas Gerais captou mais de R$ 3,7 bilhões em investimentos no turismo, com impacto direto na economia local. Apenas entre janeiro e novembro de 2024, mais de R$ 73 milhões foram investidos via ICMS Turismo, evidenciando o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do setor. 

Os resultados não apenas impulsionaram o turismo, mas também fomentaram a economia da criatividade e sustentável, com destaque para o crescimento de 4% no mercado de atividades turísticas em Minas Gerais.

Minas: protagonismo global  -  Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), tendo como fontes o IBGE, o Ministério do Turismo e a Embratur, revelam um desempenho expressivo do setor ao longo de 2024, refletindo estratégias eficazes de promoção, investimentos consistentes e geração de empregos.

Minas Gerais está na rota do turismo global. O estado registrou um aumento de 10,6% no número de turistas internacionais em 2024, com mais de 42,6 mil visitantes estrangeiros, o maior dos últimos 10 anos, atraídos por destinos icônicos como Ouro Preto, Tiradentes e Diamantina, além de parques nacionais como Serra do Cipó e Serra da Canastra. O crescimento supera as médias nacionais e destaca Minas como referência em destinos históricos e naturais.

Somente em dezembro de 2024, 2.790 estrangeiros visitaram Minas Gerais, com destaque para turistas vindos de Portugal, Estados Unidos e Panamá, reforçando a relevância do estado no mercado internacional. Além disso, o fluxo de desembarques internacionais ultrapassou os níveis pré-pandemia, crescendo 45,28% em relação a 2023.

    Museu do Tropeiro em Ipoema


O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, registrou um crescimento de 27,3% no fluxo de passageiros em novembro de 2024, com um acumulado de mais de 11 milhões de passageiros no ano. 

Mais emprego - A geração de empregos no turismo em Minas também apresentou crescimento. O setor gerou 19.158 novos postos de trabalho de janeiro a novembro de 2024, refletindo um aumento de 4,73% no estoque de empregados formais. Minas Gerais mantém um saldo positivo consistente, destacando-se como um dos estados líderes na criação de empregos no turismo no Brasil. Áreas como comércio, serviços e entretenimento foram os principais motores dessa expansão.

Minas Gerais apresentou um crescimento acumulado de 4,4% no Índice de Atividades Turísticas (IATUR), consolidando-se como um dos estados mais dinâmicos no turismo brasileiro. O estado segue superando a média nacional mês a mês, resultado de políticas públicas eficazes e promoção estratégica de destinos. Essa liderança reforça Minas Gerais como referência em turismo cultural, histórico e natural.



Valorização do turismo sustentável e cultural - Os Parques Estaduais de Minas Gerais destacaram-se em novembro de 2024, registrando um aumento de 43,29% na visitação em relação ao mesmo período do ano anterior. 

Inhotim, referência em arte e natureza, recebeu 316.835 visitantes de janeiro a novembro, representando um crescimento de 6,2% em relação a 2023. Esses dados reafirmam a força do turismo sustentável e cultural como pilares do desenvolvimento no estado.

Informações para a Coluna Minas Turismo Gerais: sergio51moreira@bol.com.br

 


Gulf LUBinars promove conhecimento em lubrificação automotiva. A Gulf Oil Brasil lança a série Gulf LUBinars, uma programação regular de webinars que terá início no dia 14 de fevereiro, com foco na disseminação de informações técnicas sobre lubrificação automotiva


Os eventos abordarão temas como manutenção de automóveis, motocicletas e veículos pesados, práticas para aumentar a durabilidade dos equipamentos e soluções que promovem a sustentabilidade. As sessões serão conduzidas por especialistas da Gulf Oil Brasil e são voltadas tanto para consumidores quanto para profissionais do setor, como mecânicos, vendedores e distribuidores.

Primeiro evento discutirá novas tendências e tecnologias do setor

O webinar inaugural acontece no dia 14 de fevereiro, com o tema Novas Tendências e Tecnologias do Setor de Lubrificantes e abordará tópicos como: diferenças entre bases lubrificantes (mineral, semissintética e sintética), seleção adequada de viscosidade e níveis de desempenho.


O evento será realizado online em dois horários: das 9h às 11h e das 14.30h às 16.30h, para maior conveniência dos participantes. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail treinamento@gulfoilbrasil.com, informando nome completo, empresa (se aplicável) e horário desejado. Ao final, será emitido certificado de conclusão.

Com os Gulf LUBinars, a Gulf Oil Brasil busca apoiar a capacitação de profissionais e consumidores, contribuindo para o desenvolvimento do setor automotivo e para o avanço de práticas de mobilidade sustentável e um futuro mais eficiente e responsável.

COLUNA DE AVIAÇÃO: VAMOS VIAJAR PELO MUNDO // IATA divulga metodologia para contabilizar e reportar emissões relacionadas ao uso de SAF // Flytour Vai Junto: uma nova era // LATAM Airlines Group encerra um positivo 2024 com lucro líquido de US$977 milhões e 82 milhões de passageiros transportados pelo grupo // Número de funcionários da LATAM no Brasil cresce 14% em dois anos e chega a 20,5 mil pessoas // TAAG celebra o Valentine’s Day com até 20% de desconto. A campanha é válida até 5 de fevereiro // TAAG transfere operações de venda do terminal de voo doméstico para o novo aeroporto a partir de 1 de fevereiro // TAM AE, em parceria com o SENAI SP, promove cursos de capacitação no seu Centro de Serviços, em Jundiaí // Líder Aviação expande operações em São Paulo com novas bases em Congonhas e Campo de Marte e ampliação em Sorocaba // Azul inaugura nova rota conectando Viracopos (SP) e Vilhena (RO)




IATA divulga metodologia para contabilizar e reportar emissões relacionadas ao uso de SAF

A Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA) divulgou sua metodologia para contabilizar e reportar a redução de emissões associada ao uso de combustível de aviação sustentável (SAF) pelas empresas aéreas. Fatores de emissões opcionais tank-to-wake (TTW) ou well-to-wake (WTW) para atender a vários requisitos regulatórios e voluntários. 

Abordagem de contabilização consistente para atender às necessidades de conformidade regulatória e voluntária. Nenhum pré-julgamento de decisões de adicionalidade (1) da empresa que relatar as emissões associadas ao uso de SAF, desde que não ocorra contagem dupla na contabilização da redução de emissões associada ao SAF.

Orientação para redução de emissões com o uso de SAF em cálculos por passageiro e por remessa de carga.Princípios fundamentais:Igualdade na contabilização do SAF.

Prevenção de contagem dupla.Integridade das informações ambientais e relatórios elaborados.

Dados transparentes e verificáveis.

A metodologia da IATA de contabilização e relatório do uso de SAF foi desenvolvida com a colaboração de mais de 40 especialistas de empresas aéreas em todo o mundo, independente de matéria-prima de combustível ou tecnologia. Além disso, a metodologia complementa os sistemas internacionais atuais e reforça a consistência sem duplicar esforços.

O SAF é um componente essencial dos planos das empresas aéreas para atingir zero emissão líquida de carbono até 2050. A metodologia atende à necessidade de garantir que a contribuição do SAF para a descarbonização da aviação seja contabilizada de forma precisa, consistente e transparente.

Essa publicação é uma etapa fundamental na preparação do SAF Registry (Registro SAF) da IATA, que deve ser lançado em abril de 2025. 

O SAF Registry da IATA terá um papel fundamental na criação de um mercado global de SAF funcional.“A metodologia fornecerá uma abordagem consistente para contabilizar os benefícios ambientais das compras de SAF, independentemente da localização. Este é um componente essencial do SAF Registry da IATA que será lançado em breve, permitindo que as empresas aéreas tenham benefícios com o SAF enquanto cumprem com suas obrigações regulatórias e voluntárias, independentemente de onde o SAF for utilizado. A transparência de uma metodologia padrão global publicada trará a confiança de que o SAF Registry é robusto e justo, sem dupla contagem. Isso é essencial para criar um mercado global de SAF funcional", disse Marie Owens Thomsen, vice-presidente sênior de Sustentabilidade e economista-chefe da IATA.

Principais recursos da metodologia:
Cálculos de emissões baseados nas compras de SAF, independentemente da cadeia de custódia usada e dos locais de uso do SAF, alinhando-se à abordagem CORSIA da OACI.

  • Associação do Transporte Aéreo Internacional (IATA) representa cerca de 340 empresas aéreas, que compõem mais de 80% do tráfego aéreo global.
  • Siga a IATA no X: x.com/iata para verificar anúncios, posicionamentos e outras informações úteis sobre o setor.

(1) Adicionalidade é geralmente definida como princípios de contabilização que podem impulsionar a redução de emissões de forma mais significativa do que o exigido por regulamentações ou o que é considerado como atividades usuais. Adicionalidade pode ser percebida de forma diferente com diferentes níveis de rigorosidade. A metodologia da IATA não prejulga decisões de adicionalidade por partes que relatam a redução de emissões do SAF, mas enfatiza com transparência o que foi relatado.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Coluna Fernando Calmon: Elétricos perdem incentivos nos EUA e engasgam na Europa



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.336 — 31/1/2025

 


Elétricos perdem incentivos nos

EUA e engasgam na Europa

 


No segundo maior mercado mundial de veículos, renda por habitante mais elevada do mundo (salvo países ricos com poucos habitantes como Luxemburgo, Irlanda, Suíça, Noruega e Singapura) e segunda maior frota circulante (290 milhões de veículos leves e pesados), veículos elétricos ficaram sem incentivo federal, logo após a posse de Donald Trump na presidência dos EUA. Nenhuma surpresa neste aspecto, pois era promessa de campanha. Outros estímulos também estão sendo cortados, inclusive uma ainda indefinida proibição total da venda de carros novos apenas com motores a combustão (não híbridos).

Cenário um pouco menos drástico, no entanto preocupante, aprofunda-se na Europa, em especial na Alemanha (maior mercado do bloco): compradores decidiram pensar mais e se empolgar menos. Nada parecido com princípio de rejeição, todavia uma significativa freada de arrumação. O futuro indica que elétricos deverão dividir espaço com híbridos, em especial os plugáveis em tomada. Motores a combustão sem nenhum tipo de hibridização, estes sim, se tornarão uma espécie em extinção nos países ricos.

Já se sabe que a queda de preços vem ajudando os elétricos a encontrar mais interessados e a rede de recarga se amplia a um ritmo ainda insuficiente. Um ponto a observar é quanto custará a energia elétrica no futuro. A revista inglesa The Economist apontou que o custo em eletricidade para produzir apenas um bitcoin (moeda digital) é de US$ 30.000 (R$ 180.000). Por mais que haja alternativas limpas e seguras, é pouco provável que, no futuro, carros elétricos deixem de sentir impacto no, atual, custo de recarga quase simbólico.

Em países de renda média, como o Brasil, o ritmo de migração será muito mais lento. Aqui o termo “eletrificado” tem sido mal-usado como sinônimo de elétrico. Isso pouco contribui para atrair novos interessados e a frustração é um inimigo voraz. Também se atribui importância maior que a devida a campanhas negativas (haters ou “odiadores”). São só um reflexo de atitudes de lovers ou “adoradores” acostumados a exagerar ao apontar só vantagens.

Frustrante para ambientalistas. Porém muita sede ao pote, no ditado popular, só podia dar nisso. Uma visão equilibrada mostra que cautela e planejamento sempre fizeram bem e, agora, ainda mais.


100 anos da GM no Brasil é um marco indelével

Menos de 1% das empresas instaladas no Brasil são centenárias. Em 26 de janeiro de 1925 a companhia foi fundada em São Paulo (SP) como Companhia Geral de Motores, tradução literal de General Motors, que surgiu nos EUA em 1908. Especificamente, a marca Chevrolet, nascida em 1911, acabou se integrando à GM de forma dominante em 1918.

No País a marca Chevrolet tornou-se ainda mais forte, a partir de 1968, com a produção do Opala (primeiro lançamento que presenciei como jornalista “foca”, iniciante em 1967). Seu primeiro automóvel brasileiro era um Opel Rekord, de origem alemã, com motores americanos de quatro cilindros (2,5 litros) e seis cilindros (3,8 litros), logo nacionalizados. O nome era uma fusão de Opel e Impala (sedã americano importado de forma não oficial). Depois seguiram-se sete outros modelos de sucesso: Chevette (1973), Monza (1982), Corsa (1994), S10 e Blazer (1995), Montana (2003) e Onix (2012).

Um marco dos mais importantes foi a construção do maior campo de provas do Hemisfério Sul, em área da antiga fazenda Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), inaugurado em 1974. No evento do centenário em São Paulo (SP) a empresa confirmou dez novidades, entre lançamentos e atualizações, em 2025 dentro de seu plano de investir R$ 7 bilhões no País no período 2024-2028. Entre as estreias espera-se o primeiro híbrido básico flex da marca, o Onix.

De forma rápida, surgiu no palco da festa dos 100 anos o elétrico chinês Baojun Yep Plus, que aqui se chamará Spark. Trata-se de um SUV compacto (3.990 mm de comprimento; 2.560 mm de entre-eixos) da marca associada à GM, no maior país produtor mundial de veículos (31,3 milhões de unidades leves e pesadas, em 2024). O modelo terá motor de 102 cv, 18,4 kgf·m e bateria de 41,9 kW·h. Alcance médio estimado de 280 km (padrão Inmetro). Preço vai mirar nos modelos importados da BYD, principalmente.


Polêmica sobre isenção do IPVA se amplia entre Estados

O assunto teve desdobramentos depois de São Paulo criar um programa estadual de incentivos para isenção de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) nos veículos híbridos flex. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, são 13 os Estados a oferecer algum tipo de benefício aos automóveis, alguns apenas se comprados dentro de seus territórios. Sete isentaram só os modelos elétricos (BA, CE, MA, PE, RN, RS e PB). Três Estados estenderam o benefício para elétricos e híbridos (AL, RJ e MS). Outros dois (SP e MG), mais o DF, têm regras específicas.

Difícil apontar os que estão totalmente certos ou errados. Entre os sete “ligados” nos elétricos, trata-se de opção duvidosa pois estes representam apenas 3% das vendas nacionais (em alguns daqueles Estados bem menos que isso). A intenção pode até ter apelo ambiental, contudo alguns países já desistiram ou cortaram radicalmente os incentivos por desequilibrarem orçamentos públicos.

Limitar o benefício aos produtos fabricados dentro dos limites do Estado é um ponto controverso, de fato. Em São Paulo, as regras exigem uma tensão elétrica da bateria de no mínimo 150 V, motores flex (etanol e gasolina) e somente para híbridos plenos. Hidrogênio também é contemplado, caso típico de mosca azul. De fato, só a Toyota, por enquanto, é beneficiada, todavia outros fabricantes também vão produzir no Estado naquelas condições.

Não haverá mais discriminação de produção em São Paulo, só agora esclarecido. Em Minas Gerais, a minuta do primeiro decreto enquadrou apenas modelos fabricados dentro do Estado, Fiat neste caso, mas há questionamentos jurídicos. Segregar incentivos para apenas uma marca é complicado, dentro de contexto de equilíbrio da concorrência. Já na capital paulista híbridos básicos (segunda bateria de 12 V) enquadram-se, além de isentos de rodízio.

Enfim, polêmicas não terminaram e embaralham geração de empregos, protecionismo, demagogia e desencontros.


Elétrico Yuan Pro apresenta limitações inesperadas

Sem dúvida o SUV compacto elétrico da BYD atrai logo pela harmonia e modernidade do desenho. Linhas limpas, elegantes com um pormenor que considero importante: o capô tem extremidade arredondada e, no caso de SUVs, pedestres ficam um pouco menos vulneráveis em evento de atropelamento. Desenho das lanternas traseiras também se destaca.

Na avaliação do dia a dia, sobressai a atmosfera a bordo com bons materiais de acabamento, além de bancos que equilibram conforto e sustentação lateral, além de regulagens elétricas. No console há espaço de acesso lateral, mas portas USB estão mal colocadas para ligar cabo de celular, pois conexão sem fio drena muita capacidade da bateria, o que dificulta em viagens. Tela giratória de 12,6 pol. é vistosa e de boa resolução, embora só permita navegação em posição horizontal.

Não há botões para regulagem de ar-condicionado e seu comando por voz tira algo de atenção nas estradas. Falta saída de ar-condicionado para o banco traseiro, onde há razoável espaço para pernas pelo entre-eixos de 2.620 mm. Ponto fraco: porta-malas de 265 litros, mesmo com estepe de uso temporário. Freio de estacionamento eletromecânico automático nas paradas (auto hold) é outro destaque. Ausências sentidas: frenagem automática de emergência e controle de cruzeiro adaptativo.

Para um carro elétrico o alcance é limitado, além do esperado (menos de 220 km, no teste em autoestradas). E ainda exige o modo Sport, em várias situações. Suspensões macias demais fogem de padrões aceitos no Brasil, apesar do bom comportamento em curvas.

Preço: R$ 182.800

 

 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Tradicional Feijoada do Sheraton Grand Rio Hotel & Resort dá às boas-vindas ao Carnaval.Reservas abertas pelo e-mail ou telefone indicado no texto


O Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, único pé na areia da Zona Sul, dá as boas-vindas ao Carnaval com a sua tradicional feijoada no sábado, 1º de março, das 12h30 às 18h, assinada pelo chef-executivo Ataniel Souza. A celebração é aberta a hóspedes e visitantes e promete agradar a toda a família, combinando gastronomia, música ao vivo e recreação para os pequenos no Espaço Kids Club.

 

Entre as delícias do menu, berinjela grelhada e lâminas de alho dourado, feijão fradinho com queijo coalho e coentro e carpaccio de abacaxi grelhado com mel e canela. Para os pratos quentes, caldinho de feijão com ou sem pimenta e linguiça acebolada. 


A estação de feijoada completa inclui paio, calabresa, carne seca e conta ainda com banana à milanesa, couve mineira, farofa de bacon e aipim frito como acompanhamentos. Além disso, uma estação de acarajé ficará exposta para os convidados montarem o tradicional bolinho baiano com vatapá, caruru, vinagrete de tomate verde e camarão seco.

 

Para aqueles que não dispensam um docinho após o almoço, quindim, pé de moleque, cocada, arroz doce, torta de limão e brigadeiro enriquecem o menu de sobremesas. Para completar a experiência dos adultos, caipirinhas durante toda a festa, além de open bar com cerveja Heineken, refrigerantes, água e sucos.

 

A feijoada acontece no restaurante Casarão, com vista para o mar do Leblon, e conta com muita música ao vivo com a Banda Edu Casé, que promete trazer a avenida para a festa com as clássicas marchinhas de Carnaval. Já a decoração é assinada por Cida Barros.

 

Garantindo o sossego dos pais e a alegria dos pequenos, o Espaço Kids Club estará em clima carnavalesco para divertir os pequenos foliões. Monitores fantasiados e brincadeiras ao ar livre fazem parte da programação infantil do tradicional almoço de sábado de Carnaval.

 

O valor por pessoa é de R$370,00 + 10%, com condições especiais para crianças: de 6 a 12 anos, 50% de desconto, e de 0 a 5 anos, entrada gratuita, ambas com acesso ao Kids Club.

 

SERVIÇO

Sheraton Grand Rio Hotel & Resort

Av. Niemeyer, 121 - Leblon, Rio de Janeiro

Sábado, 1 de março, das 12h30 às 18h | R$370,00 + 10%


Reservas:

E-mail: riosireservas.festas@marriott.com 

ou na Central de Reservas do hotel: 0800 703 1512

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Festuris celebra uma nova era com os dez anos do Espaço Luxury

Negociações com agenda definida é um dos diferenciais que será mantido na edição deste ano 

O Espaço Luxury, área premium do Festuris dedicada ao turismo de luxo, celebra 10 anos em 2025 com a promessa de uma experiência ainda mais exclusiva e inovadora. Sob o tema "Reimaginando o Amanhã", o espaço convida os buyers especializados a explorar o futuro do segmento e descobrir as tendências que irão moldar o mercado nos próximos anos.

O turismo de luxo é um segmento de viagem que está em constante transformação. Experiências personalizadas e autênticas são cada vez mais valorizadas, com foco em sustentabilidade, imersão cultural, bem-estar e roteiros exclusivos. Os hotéis-boutique e serviços impecáveis continuam sendo pilares do segmento, mas com um olhar atento à responsabilidade social e ambiental.

ESPAÇO LUXURY 10 ANOS

Neste ano, o Espaço completa 10 anos de bons negócios e prospecções das marcas mais imponentes do mercado. Para exaltar a década comemorativa, a organização do espaço está preparando novidades que prometem surpreender os profissionais.

Todos que vierem para o Festuris 2025, vão encontrar um local ainda mais acolhedor e fluído, que oportuniza as conexões importantes entre os expositores de renome internacional, produtos e serviços inovadores. Neste ano, o local também terá o incremento de uma programação cultural exclusiva com foco no futuro do turismo de luxo.

“Nossa ideia é causar impacto. Estamos em um momento marcante para o Luxury, planejando um layout instigante e com experiências para quem estiver conosco. Vamos agregar novas marcas, trazer ações culturais e seguir olhando com atenção para o tema da sustentabilidade e hospitalidade”, antecipa a CEO do Festuris, Marta Rossi.

Dan Hay, Bruna Castilhos e Jardel Hay são os executivos do Espaço neste ano. O Festuris ocorre de 6 a 9 de novembro de 2025, no Serra Park, em Gramado, Rio Grande do Sul.

Crédito: Comunicação Festuris

Texto: fernando@rossiezorzanello.com.br

Cresce número de produtos com Indicação Geográfica no Brasil. Connection Terroirs do Brasil é um evento realizado em Gramado com o objetivo de valorizar a divulgar as produções com origem reconhecida

O Brasil possui uma riqueza cultural e natural bem diversificada, com produtos únicos e forte ligação com o território onde são produzidos. O selo de Indicação Geográfica (IG) ajuda a destacar e reconhecer a qualidade e as características especiais de produtos como cafés, queijos, vinhos e artesanatos, entre outros.

Nos últimos anos, o país vem avançando na valorização destes patrimônios e na criação de novas oportunidades de crescimento econômico. Hoje, existem 127 produtos registrados junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Em Gramado, na Serra Gaúcha, acontece o Connection Terroirs do Brasil, um evento focado em dar visibilidade aos produtos certificados e ampliar o debate sobre o tema. O primeiro selo de IG foi protocolado no INPI em 1997 e o primeiro certificado concedido ocorreu em 2002, para a APROVALE – Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, na região serrana do Rio Grande do Sul.

Nos anos mais recentes o assunto está ganhando mais notoriedade. Desde 1997, foram protocolados 241 pedidos de registros, 74 deles nos últimos três anos, sendo 22 em 2022, 27 em 2023 e 25 em 2024. O trâmite para obter o selo de IG passa por avaliações rigorosas.

No ano passado o INPI concedeu 12 registros e neste ano já foram homologados dois pedidos, ambos no Paraná: Broas de Centeio de Curitiba e Cracóvia de Prudentópolis. Cracóvia é um embutido produzido por descendentes de ucranianos.

Além de valorizar e diferenciar o produto no mercado, as IGs desempenham um papel importante na preservação ambiental e no incentivo ao turismo.

INDICAÇÕES GEOGRÁFICAS

No contexto brasileiro, as Indicações Geográficas possuem duas categorias: as Denominações de Origem (DOs) e as Indicações de Procedência (IPs). As DOs são produtos cuja qualidade ou características dependem de uma região geográfica ou lugar específico, enquanto as IPs são associadas a uma origem geográfica que confere uma reputação ou reconhecimento, mas sem necessariamente refletir em características específicas relacionadas ao ambiente ou métodos de produção.

Das 127 IGs reconhecidas no Brasil, 98 são Indicações de Procedência e 29 Denominações de Origem. A expansão das IGs está diretamente ligada ao reconhecimento crescente da diversidade e riqueza de seus produtos regionais. Itens como queijos, vinhos, café, cachaça, mel, artesanato, doces, entre outros, passaram a ser mais valorizados, tanto no mercado nacional quanto internacional.

A certificação de IG é uma maneira de garantir a autenticidade e a qualidade desses produtos, ao mesmo tempo em que preserva tradições e práticas culturais que fazem parte da identidade local.

Países europeus como Itália e França são referências no assunto. Mesmo com territórios geográficos significativamente menores que o Brasil, nestes dois países existem mais de 1.500 IGs homologadas.

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA

O selo confirma a procedência e a qualidade diferenciada dos produtos, fortalecendo a identidade cultural, fomentando o turismo e impulsionando a economia nas localidades onde são originários.

Outro fator é o valor agregado que permite abrir mercados mais sofisticados. As práticas de produção normalmente estão atreladas ao manejo sustentável, que preserva a biodiversidade. Acesso ao mercado internacional e geração de emprego e renda em pequenas comunidades também são fatores que diferenciam os produtos com IG.

CONNECTION

O evento é organizado pela Rossi e Zorzanello com correalização do Sebrae e vai ocorrer de 28 a 31 de maio, no Centro de Gramado/RS. Na Rua Coberta haverá uma exposição de produtos com IGs como cafés, queijos, vinhos, doces de Pelotas, chocolates artesanais de Gramado, mel, erva mate, além de artesanato, entre outros, e tudo com possibilidade de degustação e compra. A programação do evento também terá espaço para network, cozinha show e palco de conteúdos com palestras sobre o certificado e sua ligação com o turismo.

Texto: Fernando Gusen | fernando@rossiezorzanello.com.br

 Foto: Connection/Divulgação

Prepare-se para uma imersão no universo dos sabores brasileiros! Está chegando mais uma edição do evento Connection Terroirs do Brasil, em Gramado. Inscrições abrem dia 14 de fevereiro

Conecte-se com os maiores produtores, especialistas e amantes dos produtos brasileiros de origem, e mergulhe na rica diversidade de histórias, sabores e aromas que as diferentes regiões do país têm a oferecer. Uma experiência única para todos os sentidos: Imagine degustar o autêntico café da Mantiqueira, sentir o aroma inconfundível do queijo Canastra mineiro, se deliciar com o sabor marcante do chocolate da Amazônia e se encantar com a tradição da cachaça de Paraty e muitos outros produtos com certificado de Indicação Geográficas

Além de degustar produtos incríveis, você poderá participar de workshops e palestras com especialistas renomados.

Descobrir os segredos por trás da produção artesanal de cada região. Aprender sobre a importância da Indicação Geográfica (IG) na valorização dos produtos brasileiros. Expandir seus conhecimentos sobre destinos turísticos, cultura e a gastronomia do Brasil.

Não perca a chance, reserve já sua vaga e prepare-se para uma experiência inesquecível!

⏳ Marque na sua agenda: Inscrições abrem dia 14 de fevereiro!

Fique de olho em nosso site e redes sociais para não perder essa oportunidade!

Connection Terroirs do Brasil de 28 a 31 de maio em Gramado!

Estação Rubens Paiva do MetrôRio, que leva nome de personagem do filme 'Ainda Estou Aqui'. Inaugurada em 1998, estação da Linha 2 conta com busto e placa em memória ao emblemático engenheiro e político, perseguido e assassinado em 1971


O MetrôRio listou algumas curiosidades sobre a estação Rubens Paiva, que recebeu o nome do emblemático engenheiro, cuja história está no filme 'Ainda Estou Aqui', sucesso brasileiro que acaba de receber três indicações ao Oscar 2025: Melhor Filme, Atriz e Filme Internacional. 


Além disso, a obra foi indicada ao British Academy Film Awards 2025 (BAFTA), considerada o "Oscar britânico", na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa; e já rendeu o Globo de Ouro à Fernanda Torres na categoria de Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação.


Localizada na Pavuna, na Zona Norte do Rio, a estação Rubens Paiva faz parte da Linha 2 do sistema metroviário carioca e, há 10 anos, também conta com um busto e placa em memória ao político que foi sequestrado pela ditadura militar no Brasil.


Referência no campo da habitação popular, o engenheiro Rubens Paiva projetou e construiu moradias populares que formam um conjunto habitacional e que também leva o seu nome, na Pavuna.

“Segundo a filha do Rubens Paiva, ele tinha muito orgulho dessa obra que fez. É uma obra de qualidade para pessoas humildes. Então, nada mais justo do que homenageá-lo dando o nome dele à estação do metrô, localizada próximo ao conjunto habitacional”, afirma Olímpio Alves dos Santos, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Rio de Janeiro.


Confira as curiosidades sobre a estação Engenheiro Rubens Paiva: 


- A estação foi inaugurada em 1998, como parte do projeto de expansão da Linha 2, com objetivo de conectar os bairros da Zona Norte e Baixada Fluminense ao Centro do Rio e atender a alta demanda de transporte na região.


- O nome da estação é uma homenagem ao brasileiro Rubens Paiva, engenheiro e político, assinado pelo regime militar em 1971.


- Em 2014, foi inaugurado um busto em memória ao engenheiro na estação que leva o seu nome. A homenagem foi uma iniciativa pelo Dia do Engenheiro (11/12), promovida pelo sindicato da categoria e reuniu familiares de Paiva, entre eles a sua filha Vera.


- A estação Rubens Paiva faz integração com ônibus municipais e linhas intermunicipais, funcionando como um ponto de conexão para a mobilidade urbana. Em média, por mês, a estação Rubens Paiva registra 180 mil embarques, sendo 7.300 por dia.

 

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