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domingo, 8 de junho de 2025

Coluna Minas Turismo Gerais // Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira


Serra da Canastra- Patrimônio da Paisagem Cultural

               Serra da Canastra

Minas Gerais, o estado com o maior número de bens reconhecidos pela UNESCO no Brasil, dá mais um passo à frente na vanguarda da proteção patrimonial. O Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (CONEP) aprovou dia 3 de junho, a Deliberação CONEP Nº 01/2025, que institui a Declaração da Paisagem Cultural de Minas Gerais.

Esta cria seu catálogo oficial e estabelece diretrizes para seu reconhecimento, gestão e promoção. Proposta pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) e pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), a medida representa um marco na política de preservação cultural brasileira.

A Declaração da Paisagem Cultural adota os conceitos mais atuais da Convenção do Patrimônio Mundial da UNESCO, ao reconhecer a paisagem como expressão viva da interação entre o ser humano e o meio ambiente, onde se entrelaçam natureza, cultura, modos de vida e simbologias coletivas.

“Em Minas, a paisagem tem cheiro, sabor, som e calor humano. É o campo florido, mas também a mesa posta, a hospitalidade silenciosa e o sincretismo das festas. Reconhecer isso como patrimônio é um gesto de modernidade e profundidade. É proteger o visível e o invisível. É colocar o afeto como parte do território”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo e presidente do CONEP, Leônidas de Oliveira.

O texto aprovado define paisagem cultural como "qualquer parte do território de Minas Gerais, tal como percebida pelas populações, cujo caráter é o resultado da ação e interação de fatores naturais e humanos ao longo do tempo". Entre os critérios estão o valor histórico e cultural, a relevância simbólica para a identidade local, a presença de práticas culturais vivas e a contribuição para o desenvolvimento sustentável.

“Este é um instrumento que permite compreender o território em sua totalidade e complexidade”, afirma o presidente do Iepha-MG, João Paulo Martins. “Não estamos falando apenas de monumentos ou marcos naturais, mas de tudo que configura o modo de viver e sentir mineiro: o café no fogão a lenha, a fé nas encruzilhadas, o Congado no adro da igreja, o cheiro do queijo fresco, o acolhimento generoso das nossas comunidades. Tudo isso é paisagem.”

A transversalidade do conceito transforma a paisagem cultural em eixo estruturador de diversas políticas públicas, articulando cultura, meio ambiente, turismo e desenvolvimento regional. O novo instrumento dialoga diretamente com o turismo cultural e de natureza, a gastronomia mineira, os ofícios tradicionais, o acolhimento afetivo e a sustentabilidade como projeto de futuro.

A primeira iniciativa concreta já está em curso: a Serra da Canastra está sendo dialogada com as comunidades para ser reconhecida como Paisagem Cultural, com a construção participativa de um Plano de Gestão Territorial Sustentável. A proposta busca proteger a beleza cênica da região, garantir o ordenamento das novas intervenções, valorizar os modos de vida locais e fomentar o turismo responsável e integrado à natureza e à cultura.

O reconhecimento também prevê a concessão do Selo de Paisagem Cultural de Minas Gerais às localidades que elaborarem e implementarem seu plano de gestão. As paisagens inscritas no Catálogo poderão contar pontos nos critérios de repasse do ICMS Patrimônio Cultural e do ICMS Turismo, reforçando os incentivos para a preservação com base no pertencimento e na corresponsabilidade.


Minas Gerais reafirma, com essa iniciativa, seu lugar de vanguarda na proteção do patrimônio e propõe ao Brasil um modelo contemporâneo de gestão dos territórios: afirmando que a paisagem é tudo aquilo que nos liga ao lugar – o que se vê e o que se sente.

Liderança com política cultural descentralizada e participação histórica dos municípios em Minas Gerais Secretaria de Estado de Cultura e Turismo - SECULT - Secretaria de Estado  de Cultura e Turismo apresenta a Semana de Minas, que terá programação  cultural a partir desta segunda-feira (15/07)

Minas Gerais, terra de saberes e fazeres, volta a afirmar seu protagonismo nacional ao colocar a cultura e o turismo no centro da agenda do desenvolvimento humano, social e econômico, no dia 5 de junho, durante o Assembleia Fiscaliza, realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) apresentou os resultados do primeiro ciclo de 2025, com foco nos avanços da Lei Descentra Cultura, política pública estruturante que tem promovido uma verdadeira transformação na forma como os recursos culturais chegam aos territórios: com justiça, pluralidade e protagonismo municipal. 

Foto:Alexandre Netto

A descentralização se consolidou como marca do tempo presente em Minas. Pela primeira vez, 61% das inscrições da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) 2024 vieram do interior, um marco histórico. Foram 13 editais lançados, 4.200 projetos contemplados e 18.369 inscrições, oriundas de 537 municípios – um aumento de 47% no número de cidades participantes em relação à edição anterior.

A Lei Estadual de Incentivo à Cultura, um dos pilares da política de descentralização da Secult-MG, também apresentou resultados notáveis. De janeiro a maio de 2025, 420 projetos foram aprovados para captação de recursos, dos quais 236 localizados em Belo Horizonte e Região Metropolitana, e 184 no interior do estado. Dos R$ 179,4 milhões disponíveis neste exercício, R$ 133,2 milhões já foram captados até maio, demonstrando a força da cadeia cultural e a confiança dos investidores no setor.

Pela primeira vez no Brasil, Minas Gerais se torna o primeiro estado a assegurar que 30% dos recursos da Lei de Incentivo sejam destinados às culturas populares e tradicionais — aquelas que mantêm acesa a alma mineira nos terreiros, nas serras, nos quintais, nas memórias e nos saberes transmitidos de geração em geração. Serão R$ 85 milhões investidos nesses grupos no biênio 2024-2025. Outro marco: os 853 municípios mineiros aderiram à Política Nacional Aldir Blanc, assegurando plena participação no programa ao longo de 2025. Congado será Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais

“Minas vive um momento histórico. Com a Lei Descentra Cultura, garantimos que a arte e o fazer cultural floresçam em todos os cantos do estado. Isso não é apenas política pública: é justiça cultural, é cidadania, é desenvolvimento. 

Foto:Alexandre Netto

Em Minas, cultura não é privilégio, é direito, é política de Estado”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira.


Investimentos estruturantes - Ao todo, R$ 386,2 milhões foram investidos nos setores da cultura e do turismo, somando recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, ICMS Patrimônio Cultural, ICMS Turismo e Política Nacional Aldir Blanc. Os repasses constitucionais continuam fortalecendo as bases municipais: o ICMS Turismo transferiu R$ 19,3 milhões até março, com 581 municípios habilitados. Já o ICMS Patrimônio Cultural destinou R$ 54,9 milhões entre janeiro e abril, beneficiando 840 cidades que preservam a memória, o patrimônio e as identidades locais.

Cultura e turismo como vetores de emprego e renda- Os setores da cultura e do turismo continuam a se afirmar como eixos econômicos estratégicos. Entre abril de 2024 e março de 2025, foram criados 13.457 empregos formais no turismo. Hoje, são 433.858 postos de trabalho ativos, um crescimento de 2,58% em um ano. Na cultura, são 368 mil empregos formais registrados em março de 2025, com crescimento de 1,1%. Cultura debaterá artesanato como fator de desenvolvimento - Assembleia  Legislativa de Minas Gerais

Programas que integram cultura e turismo seguem movimentando a economia mineira. O Carnaval da Liberdade 2025, por exemplo, mobilizou 13,2 milhões de foliões e gerou um impacto econômico de R$ 5,3 bilhões. Já o Minas Santa 2025 atraiu 550 mil visitantes e fiéis durante a Semana Santa, movimentando R$ 1,9 bilhão.


Encontro da Hotelaria em Olímpia

A cidade de Olímpia , cidade do interior de São Paulo terá a 24ª edição do Encontro da Hotelaria, um dos mais relevantes eventos do setor hoteleiro no Brasil. Promovido pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), o evento conta com o patrocínio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e o apoio do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares da Região de São José do Rio Preto (SINHORES), da Associação Olimpiense de Hotéis, Pousadas, Bares e Restaurantes (AOHPBR), da Associação Comercial e Industrial de Olímpia (ACIO) e da Prefeitura da Estância Turística de Olímpia.

FBHA lança campanha que marca seu 65º aniversário

Presidente da FBHA, Alexandre Sampaio

O Encontro da Hotelaria é um dos principais eventos do setor, com 23 edições realizadas em algumas das principais cidades de Minas Gerais. Já passou por Belo Horizonte, Caxambu, Poços de Caldas, Juiz de Fora, Ouro Preto, Montes Claros, Capitólio, Governador Valadares, Uberlândia, Monte Verde, Confins – (BHAirport), Tiradentes, Brumadinho, Pouso Alegre, Sete Lagoas e Araxá e contou com a participação de centenas de profissionais de toda a cadeia produtiva do turismo.

O evento chega pela primeira vez ao Estado de São Paulo, consolidando- se como uma referência nacional para profissionais e empresários do setor de hospedagem e alimentação.

Marcos Valéria Rocha, coordenador da FBHA -MG

Capacitação e inovação para o setor -  O Encontro da Hotelaria tem como principal objetivo contribuir para a atualização e capacitação de empresários e profissionais do setor, oferecendo um espaço para troca de conhecimento, análise de tendências e apresentação de soluções inovadoras para o crescimento do mercado nos próximos anos. Renomados especialistas estarão presentes, compartilhando insights estratégicos e debatendo os desafios e oportunidades da hotelaria no Brasil.

Além do conteúdo qualificado, o evento contará com uma mostra de produtos e serviços, criando um ambiente propício para networking e novos negócios entre o setor hoteleiro e fornecedores.

Para Paulo Roberto Silva, presidente do SINHORES, “realizar a 24ª edição do evento em Olímpia reforça o potencial da cidade como um dos principais destinos turísticos do Estado e fortalece a conexão entre empresários, profissionais e fornecedores da hotelaria e gastronomia”.

O mesmo entusiasmo é compartilhado por Marcos Valério Rocha, coordenador do escritório regional da FBHA em Minas Gerais e um dos idealizadores e organizadores do evento. Ele ressalta que “levar o Encontro da Hotelaria para Olímpia, em sua primeira realização no Estado de São Paulo, representa um grande desafio e uma excelente oportunidade para o setor. São Paulo é o maior e mais dinâmico mercado hoteleiro do Brasil, sendo o principal destino do turismo de negócios e o maior mercado emissor do país. O estado abriga a sede das grandes redes nacionais e internacionais e detém o maior parque hoteleiro do Brasil, onde Olímpia vem se consolidando como um dos principais destinos turísticos”.

 Local: Olímpia – SP

 Data: 26 a 28 de junho 

Inscrições: www.https://encontrohotel.com.br

Mais informações para a imprensa: 17 99112-0582


Inverno nas montanhas da Mantiqueira em Monte Verde

Rua principal de Monte Verde, com restaurantes, lojas e atrações turísticas- foto Eliria Buso

Escondida entre as montanhas da Serra da Mantiqueira, Monte Verde é um destino que combina o charme europeu com o acolhimento mineiro. Localizada no município de Camanducaia, a cerca de 165 km de São Paulo, essa vila encantadora é conhecida como a “Suíça Mineira” por sua arquitetura alpina, o clima frio e a natureza exuberante que a rodeia.

Durante o inverno, especialmente nos meses de junho e julho, Monte Verde se transforma em um cenário romântico, com temperaturas que variam entre 5 °C e 20 °C. É o momento ideal para estrear os casacos, curtir um fondue à luz de velas, caminhar pelas trilhas rodeadas por araucárias ou relaxar diante da lareira com um bom vinho. A temporada é marcada ainda pelo tradicional Festival de Inverno, que atrai visitantes em busca de cultura, gastronomia e lazer ao ar livre.

Além da natureza vibrante, com trilhas como a do Pico do Selado e do Pinheiro Velho, a vila conta com uma charmosa rua central repleta de lojinhas de malhas, queijos, chocolates artesanais e cafeterias acolhedoras. A culinária também é destaque, com restaurantes que servem desde pratos típicos mineiros até especialidades internacionais, sempre em ambientes românticos e intimistas.

E para tornar a experiência ainda mais especial, duas hospedagens se destacam pelo conforto e pelo atendimento impecável: a Pousada Pedras e Sonhos e a Pousada Jardim da Mantiqueira.

A Pousada Pedras e Sonhos encanta com sua vista panorâmica para as montanhas. Suas suítes têm lareira, banheira de hidromassagem, ar-condicionado quente e frio e varanda privativa — perfeitas para curtir o friozinho com privacidade e estilo. 


Foto:Marcio Masulino

A vista da serra, que se revela logo ao acordar, é um dos destaques que fazem da pousada um verdadeiro refúgio romântico.

Foto:Marcio Masulino

Já a Pousada Jardim da Mantiqueira, envolta por um lindo jardim, proporciona um ambiente tranquilo e acolhedor. Seus chalés oferecem aquecimento, banheira de hidromassagem e ar-condicionado em algumas unidades e até estrutura com carregador para carros elétricos, mostrando o cuidado em oferecer comodidade e sustentabilidade aos hóspedes.

Ambas as pousadas servem um delicioso café da manhã com produtos frescos e regionais e têm acesso fácil por via pavimentada, o que garante praticidade mesmo nos dias mais frios.  informações e reservas,  www.pedrasesonhos.com.br e www.pousadajardimdamantiqueira.com.br

Hyundai iniciou no Brasil as vendas do SUV Novo KONA Hybrid em duas versões: Ultimate por R$ 214.990 e Signature, por R$ 234.990, com motor 1.6, aspirado, de 141 cv e 27 kgfm de torque, câmbio de seis velocidades. Segurança e conforto aumentaram consideravelmente e o consumo diminuiu em relação ao modelo anterior. Em Portugal, a Hyundai teve de trocar o nome de Kona para Kauai






Hyundai inicicou no Paí as vendas do Novo KONA Hybrid - que em Portugal ganhou no nome de Kauai, pois o nome original é semelhante ao termo cona, que se refere ao órgão genital feminino em todo o Brasil. O nome Kona foi inspirado em Kailua-Kona, uma área turística do Havaí. 


Com as mudanças significativas sobre sua primeira geração, o modelo ganhou tamanho e reforçou a abordagem dos mais recentes lançamentos globais da Hyundai, focado na modernidade, inovação e tecnologia. 


Equipado com motorização híbrida, amplia o portfólio de veículos eletrificados da marca no Brasil, recentemente renovado com o IONIQ 5, 100% elétrico, e inaugura por aqui, com seu visual futurista, uma linguagem de design global Seamless Lighting, com os painéis conectados por uma faixa de luz contínua em sua versão topo de gama.

 

O Novo Hyundai KONA Hybrid conta com sistema híbrido de última geração, com alta eficiência energética e Nota A entre veículos médios pela classificação do INMETRO. Vem equipado com motor Kappa 1.6 aspirado com injeção direta de combustível (GDI) associado à transmissão DCT de seis velocidades e um motor elétrico com bateria principal de íons de lítio e capacidade de 1,32 kWh. A potência máxima combinada é de 141 cv, enquanto o torque máximo combinado do veículo é de 27 kgfm. Seus dados de consumo registram 18,4 km/l na cidade e 16 km/l na estrada, médias bem expressivas frente à concorrência direta.

 

 

O veículo híbrido da Hyundai também oferece ao consumidor brasileiro recursos premium como a suspensão traseira multi-link. Nela, cada roda traseira conta com múltiplos braços de controle, que oferecem maior estabilidade e segurança em curvas. Proporciona também maior nível de conforto, devido à minimização das oscilações laterais da carroceria se comparada ao sistema tradicional semi-independente com eixo rígido.

 

Com dimensões bastante generosas em seu design geral, com 4.350 mm de comprimento, 1.825 mm de largura, 1.580 mm de altura e 2.660 mm de entre-eixos, o Novo KONA Hybrid traz a impressão do porte de um SUV ainda maior. 


O espaço para as pernas no banco traseiro é referência no segmento devido ao entre-eixos, que aumentou 60 mm em relação à geração anterior. Também afastado para esta percepção de maior espaçamento o reposicionamento do banco traseiro e a otimização da espessura do encosto dos bancos dianteiros. 


Sua largura de 1,83 m supera a maioria dos SUVs compactos vendidos no Brasil e se equipa a veículos de categorias superiores. A capacidade do porta-malas é de 407 litros.

 

 

Estará disponível em duas opções de configuração, Ultimate e Signature, com cinco possibilidades de núcleos externos: Branco Atlas, Preto Abyss Perolizado, Cinza Cyber Metálico, Cinza Pérola e, com destaque especial por ser uma rara opção original de fábrica no mercado brasileiro nesta faixa de preço, a Cinza Ecotronic Matte – de acabamento fosco. No interior, também será possível escolher pela tonalidade preta ou cinza.

 

Os preços sugeridos partem de R$ 214.990 para a versão Ultimate e de R$ 234.990 na opção Signature, com variações para cada cor da carroceria escolhida.


Conveniências premium e design futurista na linguagem de estilo global da Hyundai


O Novo KONA Hybrid apresenta design futurista e inovador, e inaugura no Brasil a tecnologia Seamless Lighting da Hyundai, que conecta os faróis através de uma faixa de luz contínua em sua versão topo de gama. O conjunto óptico em full LED, na versão Signature, é harmonizado com o para-choque dianteiro, com acabamento tridimensional realçado pelos paralamas proeminentes. 

As rodas de liga leves diamantadas de 18 polegadas, o desenho em Z nos vincos das portas e a linha de cintura ascendente da dianteira para a traseira certificam o estilo exclusivo da família KONA e complementam o design geral ousado e dinâmico do SUV.

Internamente, o Novo KONA Hybrid traz um ambiente muito amplo, que se distingue dos concorrentes principalmente pelo novíssimo painel de instrumentos digital configurável full TFT de 12,3 polegadas integrado à multimídia touchscreen, de mesmo tamanho. Ambos criam a sensação de um painel flutuante e continuamente digital, que disponibiliza a máxima ergonomia e acesso às informações relevantes sobre condução e controles de bordo, novamente em uma linguagem bastante futurista.


Outra novidade é a tecnologia Shift by Wire, exclusiva em sua categoria, que apresenta uma alavanca à direita do volante como chave seletora de câmbio automático. Esta configuração elimina a necessidade de alavancagem de câmbio e 

mais espaço no console central, que vem aberto, tornando-se um elemento bastante útil para guardar objetos que precisam ser acessados rapidamente.

 

No interior frontal, os assentos exclusivos Slim Seat foram desenvolvidos para garantir o máximo de conforto e sensação de amplitude interna para os ocupantes. Mais modernos, oferecem acomodação aconchegante aos passageiros dianteiros. Mais estreitos, dão ainda mais espaço interno para quem vai na fileira de trás. O interior entrega percepção superior de espaço e comodidade com o console central aberto, apoio de braços com porta-copos no banco traseiro, saídas de ar condicionado traseiras, portas USB-C e luz cortesia em LED.

 

O ar condicionado digital dual zone é outro ponto bastante valorizado no Novo KONA Hybrid, oferecendo ainda mais conforto para condutor e passageiro, que pode selecionar a temperatura mais agradável para cada um. O recurso também oferece eficiência energética, uma vez que o controle individual evita resfriamento e aquecimento térmico em áreas não ocupadas do veículo. 


Carregador de smartphone sem fio, banco do motorista com ajuste elétrico, função auto hold, acionamento da câmera 360º pelo console e conexão Apple Car Play/Android Auto sem fio são outros atributos que compõem o pacote de conveniências ao condutor. 

 


 

Dentro da proposta ainda mais tecnológica do Novo KONA Hybrid, a versão Signature vem com “Seamless Lighting” dianteira, teto solar elétrico e luz ambiente configurável de até 64 núcleos. 


Nela, o para-brisa é acústico, outra grande inovação para maior absorção de ruídos externos, e as portas-malas têm acionamento elétrico, configurável em quatro níveis de altura de abertura, para melhor se adaptar ao alcance de cada condutor.

 

Nos itens de segurança, Assistente de Frenagem Autônomo, Monitoramento de Tráfego Cruzado Traseiro, Assistente de Ponto Cego, Farol Alto Adaptativo, Alerta de Saída Segura, Assistente de Permanência e Centralização em Faixa, Controle de Cruzeiro Adaptativo e Sensor de Estacionamento estão disponíveis para ambas as versões a serem comercializadas no Brasil. Na versão Signature, adicionem-se ainda a Câmera 360º e a Câmera para Monitoramento de Ponto Cego.

 

Hyundai oferece experiências e vantagens exclusivas pela primeira vez no WhatsApp

 

Pela primeira vez no Brasil, a Hyundai conta com canal dedicado no Whatsapp, com experiências digitais inéditas e vantagens especiais. Pelo número oficial 800-770-3355, o consumidor poderá acessar conteúdos exclusivos do Novo KONA Hybrid, como a realidade aumentada; o tour 360º que convida a explorar o interior do veículo como se estivesse dentro dele; e o comparativo de consumo com concorrentes. Tudo acompanhado de apresentações interativas, que reforçam o design, a tecnologia e a modernidade do modelo. 

A jornada será guiada por áudios de embaixadores, tornando o processo leve, dinâmico e informativo. Com o Novo KONA Hybrid, a Hyundai se aproxima do consumidor moderno, gerando engajamento e relacionamento diretamente no meio digital.

Além disso, a partir do início das vendas, os clientes que realizarem a reserva do veículo através do WhatsApp e efetivarem a compra terão acesso a benefícios especiais, como: 18 meses de gratuidade nas mensalidades do Sem Parar além da disponibilização de crédito nas tags para utilização junto aos parceiros da marca, como em estacionamentos. Os benefícios serão válidos para os 50 primeiros clientes que reservarem pelo WhatsApp e ativarem a tag do Sem Parar que será instalado no veículo.

Peças e plano de manutenção

 

O Novo Hyundai KONA Hybrid traz para o segmento de SUVs híbridos um pacote de manutenção altamente competitivo frente aos concorrentes concorrentes. Com atendimento de serviço em toda a rede de entregas distribuídas pelo Brasil, o cliente Hyundai conta com plena disponibilidade de peças.

 

Plano de manutenção Novo Hyundai KONA Hybrid

1ª revisão

2ª revisão

3ª revisão

4ª revisão

5ª revisão

6ª revisão

R$ 951,40

R$ 1.393,46

R$ 1.473,83

R$ 2.562,28

R$ 1.393,46

R$ 1.554,21

 

A garantia para o modelo é de 5 anos, com exceção da bateria principal e itens periféricos (como o motor elétrico, a unidade de controle de energia híbrida, o gerador de partida híbrido, os relés de potência e os chicotes de alta tensão), para os quais o período de cobertura é de 8 anos ou 160 mil km.


Opções de financiamento e bônus na troca

 

A Hyundai preparou condições especiais para o lançamento, que incluem até R$ 6.000 de valorização no Hyundai usado oferecido na troca (até R$ 4.000 na valorização de usados de outras marcas) e taxa zero de juros no financiamento pelo Banco Hyundai.

 

O Banco Hyundai, instituição financeira oficial do fabricante de automóveis no Brasil, oferece opções de produtos para todos os modelos da marca, sejam eles importados ou produzidos no país, incluindo o Novo KONA Hybrid. Para o novo modelo, os clientes poderão escolher entre taxas 0% am, com 60% de entrada e parcelamento em 18 vezes, ou taxas 0,99% am, com 50% de entrada e 36 parcelas mensais. 


Além das ofertas especiais para o lançamento, os consumidores podem optar pela Compra Certa Hyundai, que oferece entrada mais baixa, parcelas reduzidas e recompra garantida com 80% da tabela Fipe ao final do financiamento.

 

Para obter informações sobre todos os modelos Hyundai, consulte a lista completa de entregas próximas e encontre a loja mais, acesse: hyundai.com.br

Ram prepara novidades e atrações inéditas para o Festival Interlagos, de 12 a 15 de junho, e mostrará modelo inédito no evento e visitantes poderão fazer test-drive on e off-road

 




A Ram está aquecendo os motores para o Festival Interlagos - Edição Carros, que acontece entre os dias 12 e 15 de junho no Autódromo de Interlagos, localizado na zona sul de São Paulo. A marca prepara novidades para os visitantes em um estande exclusivo, com a revelação de um modelo inédito, além de oferecer ao público a oportunidade de ver de perto toda a força, capacidade, luxo e tecnologia das picapes.

No evento serão apresentadas diferentes versões e unidades da gama comercializada no Brasil, como a Rampage, que recentemente superou a marca de 40 mil unidades vendidas desde o lançamento. O modelo de maior sucesso da marca no país estará no Festival Interlagos nas versões Rebel, Laramie e R/T.

Todas as opções de motorização do modelo estarão disponíveis para test-drive: o 2.2 Turbodiesel de 200 cv e 450 Nm (45,9 Kgfm) de torque, lançado para a linha 2025, além do consagrado 2.0 Hurricane 4 Turbo Gasolina, de 272 cv e 400 Nm (40,8 Kgfm) de torque. Os test-drives acontecem nos 4.309 metros do traçado paulistano e em uma pista off-road na parte interna do circuito.

O destaque da Ram para o Festival Interlagos é a nova 1500. Impulsionada pelo poderoso motor 3.0L Hurricane 6 Biturbo de 426 cv de potência e 635 Nm (64,8 Kgfm) de torque, o modelo aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos, dando o título de picape mais rápida do Brasil Outro. Todo esse poder poderá ser comprovado nas retas do autódromo.

Além dos carros expostos e disponíveis para experimentação e da novidade que será apresentada, o estande da Ram no Festival Interlagos - Edição Carros vai contar com ativações exclusivas e itens da Ram Store, a loja oficial da marca. Os fãs da marca do carneiro montanhês poderão adquirir produtos como itens de vestuário, roupas e brinquedos.



SERVIÇO

Festival Interlagos - Edição Carros

Data: 12 a 15 de junho

Local: Autódromo de Interlagos - Av. Senador Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São Paulo – SP

Informações: https://auto.festivalinterlagos.com.br/

sexta-feira, 6 de junho de 2025

Compass fecha o mês entre os dez mais vendidos e lidera em maio, mês marcado por grandes anúncios da Jeep no Brasil, que emplaca mais de 10 mil SUVs e anunciou a produção e comercialização do Avenger no País em 2026

 


Maio foi um mês de grandes celebrações, anúncios e conquistas para a Jeep no Brasil. No mês em que celebrou 10 anos de produção de seus modelos no país, período em que se consolidou como protagonista na mudança do mercado brasileiro na direção dos SUVs, a Jeep aproveitou para anunciar o quarto SUV que será produzido e vendido no país em 2026: o Jeep Avenger. O modelo se juntará aos sucessos Renegade, Compass e Commander para garantir muitas aventuras aos clientes brasileiros nos próximos anos. 


E muito além de um mês comemorativo e de grandes anúncios, maio foi também um mês de ótimos resultados de vendas. A Jeep fechou o mês com 10.539 unidades vendidas, um crescimento de 13% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, a Jeep já soma 46.415 emplacamentos, um crescimento de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. 

E o Compass voltou a liderar os SUVs médios em maio com 5.689 emplacamentos. Esse número garantiu também ao modelo um lugar entre os dez carros mais vendidos do mercado brasileiro em maio. Um resultado sólido de um modelo que é sucesso e referência em tecnologia, segurança e capacidade no Brasil. No acumulado do ano, o Compass já conta com 22.988 unidades vendidas. 


O Jeep Renegade foi a grande homenageado em maio, com uma Série Especial comemorativa de 1.010 unidades exclusivas e numeradas. E o modelo emplacou 3.645 unidades no mês, que se somam às 17.259 comercializadas no ano e uma participação de 7,1% nos segmentos simultâneos dos B-SUVs. E para fechar o trio brasileiro da Jeep, o Commander emplacou 1.200 unidades em maio e superou a marca de 6 mil vendas no acumulado do ano, com 6.027 emplacamentos. 

"Um mês incrível pra a Jeep! Comemoramos os 10 anos de produção no país e todo o nosso protagonismo no mercado brasileiro nesse período. A Jeep mudou o mercado e nossos modelos sempre trouxeram muita inovação e tecnologia para esse mercado.", comemorou Hugo Domingues, vice-presidente da Jeep para a América do Sul. 


"Fechamos o mês de maio com uma visão clara do futuro da nossa marca no país! Anunciar o Jeep Avenger como o quarto modelo que será produzido no Brasil e como ele se juntará ao Renegade, Compass e Commander mostra a direção da marca e a importância do mercado brasileiro para a Jeep!", completou o executivo. 

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.354 — 3/6/2025



Cúpula Mobilidade mostra desafios

que continuam sem grandes avanços



Organizada pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Summit, em sua oitava edição mostrou que os caminhos para avanços da indústria automobilística brasileira dentro do tema geral de mobilidade são amplamente conhecidos, mas boa parte continua emperrada ou dependente de decisões lentas do governo.

Bem interessante foi o debate sobre perspectivas. Rogélio Golfarb, ex-vice-presidente da Ford América do Sul e atual consultor e conselheiro sênior de empresas, destacou que desde o recorde de vendas em 2012 de 3,8 milhões de unidades chegamos a 2025 ainda bem longe de igualar aqueles números. “Há uma tempestade perfeita: a previsão para 2025 de cerca de 2,8 milhões de unidades está 26% abaixo do pico de 13 anos atrás. A carga fiscal continua muito elevada, assim como a taxa básica de juros e a inflação acima do teto da meta”, explica.

Para ele, o Programa Mover e o chamado IPI verde são eficazes, mas não resolvem tudo. “Apesar do aumento da oferta de marcas e novos modelos, em especial da China, as opções que vão desde híbridos básicos, plenos e plugáveis até os elétricos, reduzem a escala de produção. Sem crescimento mais firme da economia brasileira fica difícil. Soma-se a isso a baixa competividade em um mundo com capacidade ociosa e sobra de veículos.”

Mauro Correia, da HPE, comentou a falta de uma política industrial. Danilo Rodil, da GAC, destacou o alto investimento da marca no Brasil e, além de importar, fabricará aqui dois ou três carros já em 2026. Ricardo Bastos, da GWM, apontou que o fortalecimento da indústria passa pela escala de produção, previsibilidade, diminuição dos impostos e tecnologia.

Em outro painel se abordou a transição energética que, no Brasil, encontra mais de uma solução. Para Gastón Pérez, presidente da Bosch América Latina, não existe uma solução geral que moverá o mundo todo e aqui o biocombustível é uma possibilidade muito interessante, além dos híbridos plugáveis flex.

Na palestra magna, Henry Joseph Jr, diretor de Sustentabilidade e de Parcerias Estratégicas e Institucionais da Anfavea, chamou atenção para a frota brasileira: 42% têm mais 10 anos de fabricação e produzidos sob legislações menos restritas em emissões. No entanto, até abril deste ano, 10% das vendas de veículos leves eram de modelos híbridos e elétricos.

Projeções para 2040, ainda sem grande precisão, apontam que entre 40% e 55% das vendas poderão ser elétricos, 20%, híbridos, entre 10% e 22%, híbridos básicos, entre 9% e 14%, motores a combustão e 4% a 6% híbridos plugáveis. Em relação à frota, em 2040, de 36% a 40% serão de veículos com motor flex e apenas de 9% a 12% de elétricos.

Joseph Jr, todavia, apontou o grande desafio para alcançar as previsões: 545 a 745 mil pontos adicionais de recarga de elétricos para manter a proporção de um carregador para 10 veículos em circulação, média atual na Europa. Investimento de mais de R$ 14 bi, até 2040, embora sem certeza de que ocorrerá.


Fenabrave: preocupações nos próximos meses

Maio mostrou boas vendas: 225.685 unidades de veículos leves e pesados, crescimento de 8,2% sobre abril. Também no acumulado dos cinco primeiros meses, resultados positivos: 929,1 mil unidades, 6,1% acima do mesmo período de 2024. Arcélio dos Santos Júnior, presidente da Fenabrave, mostrou cautela com o resultado. Ele apontou dados positivos como o crescimento do PIB puxado pelo agronegócio e uma desaceleração da inflação, embora ainda fora da meta na base anual.

“Contudo, a elevação da taxa Selic para 14,75% ao ano, maior nível em quase duas décadas, assim como a recém-anunciada elevação do IOF devem impactar negativamente e encarecer o crédito ao consumidor. Estamos preocupados com os resultados dos próximos meses que podem comprometer as nossas projeções ao longo deste ano”, destacou.

Houve também mudanças nas vendas de automóveis e veículos comerciais leves híbridos e elétricos. No acumulado até maio foram 91.273 unidades, avanço de 42,9%. Mas, enquanto híbridos cresceram 75,1%, elétricos caíram 5,1%. Este cenário para os elétricos pode piorar até o final do ano. Preços ainda altos e insegurança de recarga em viagens mais longas explicam o recuo.


BYD Song Plus tem visual renovado e bateria maior

Agora, Song Plus e Premium têm o mesmo visual. A versão mais vendida, a Plus, ganhou nova grade e faróis, além de entradas de ar maiores e rodas de 19 pol. redesenhadas. Na traseira, mudaram as lanternas e a barra de interligação iluminada. Versão Plus recebeu projetor de dados no para-brisa e sistema de som com 10 alto-falantes. Tela multimídia de 15,3 pol. está entre as maiores disponíveis. Ao quadro de instrumentos de 12,3 pol. somam-se carregador de celular por indução e conjunto de assistência ao motorista, além de bancos dianteiro com ajustes elétricos.

Não muda a motorização híbrida plena: 1,5 L de aspiração natural, 105 cv e um elétrico, 194 cv com potência combinada de 245 cv. A nova bateria tem 18,3 kW·h e alcance de 63 km (padrão Inmetro) em modo elétrico. Já a versão Premium recebeu bateria 26,6 kW·h para alcance de 87 km. Motor a combustão é o mesmo, contudo há dois motores elétricos, dianteiro e traseiro, com potência combinada total de 324 cv. 

Preços: Song Plus, R$ 249.990 e Premium, sem alteração, R$ 299.800.

BYD também anunciou a inauguração da fábrica de Camaçari, em 26 de junho próximo, com o Dolphin Mini. Já se sabe que, de início, haverá apenas uma operação básica de montagem primária, pois o carro chega praticamente pronto da China. A empresa continua a reivindicar do Governo Federal uma diminuição de imposto de importação, o que não faz o menor sentido. Um pleito sem base pois se trata de regime SKD (veículo semidesmontado) e regulamentado desde 2022.

Já a GWM, que começa a produzir em Iracemápolis (SP), em julho (data a definir), tem fornecedores nacionais contratados e 100% de pintura dos modelos desde o primeiro dia de operações.


Picape Maverick 2026 com nova versão Lariat Black

A Ford ampliou sua estratégia de picapes médias com mais uma versão da Maverick, ano-modelo 2026. Importada do México desde 2022, portanto livre do imposto de 35%, a Lariat Black chega por R$ 219.900. O preço fica entre as versões mais completas da Toro e da Rampage. Traz capota marítima de série, além de retoques escurecidos na grade, para-choque dianteiro, conjunto óptico em formato de C e alargadores de para-lama. Rodas de liga leve são pintadas de preto brilhante.

No interior, tela multimídia agora é de 13,2 pol. com conexão Android Auto e Apple CarPlay sem fio, GPS nativo, carregamento de celular por indução, banco do motorista com ajuste elétrico em oito direções, sete airbags de série, câmera de visão 360 graus e teto solar. Inclui ainda frenagem autônoma de emergência, alerta de mudança e centralização em faixa, monitor de ponto cego com cobertura para reboque e controle de cruzeiro adaptativo.

O motor a gasolina turbo, 2 litros (mesmo do Bronco), ganhou em dirigibilidade, mas manteve inalterados potência e torque: 253 cv e 38,7 kgf·m. Consumo padrão Inmetro de 8,5 km/l e 11,4 km/l (cidade/estrada). Câmbio é automático de oito marchas. Novidades são os dois novos modos de condução Eco e Esportivo. Caçamba tem volume de 943 litros. Capacidade de carga de 618 kg, incluídos os passageiros.

Em viagem de primeira avalição entre São Paulo e São Roque (SP), sempre por asfalto, a Maverick Black mostrou dirigibilidade como ponto alto, em especial o conforto de marcha e silêncio a bordo. Em engarrafamento na rodovia Castello Branco funcionou bem o controle de cruzeiro com para-e-anda automático, mas se imobilização supera três segundos é preciso rearmar o sistema por um botão no raio do volante.







Casa Fiat de Cultura, em Belo Horizonte, apresenta a memória dos rios e a resistência do cerrado na exposição "Água Mansa, Vista Brava". Mostra reúne dez obras do artista André Felipe Cardoso, que combinam pintura, cestaria e palavra como tramas visuais que atravessam memória, resistência e paisagem sertaneja. Mostra vai do dia 10 a 27 de junho



Entre as margens dos rios e os trançados de fibras vegetais, a memória se inscreve na paisagem e atravessa o corpo. É nesse fluxo entre o visível e o ausente que se estrutura a exposição “Água mansa, vista brava”, do artista goiano André Felipe Cardoso. Em cartaz na Casa Fiat de Cultura entre 10 de junho e 27 de julho de 2025, a mostra reúne dez obras que propõem uma reflexão sensível sobre as relações entre corpo, território e água, a partir de rituais ancestrais ligados ao cerrado brasileiro. 

As obras combinam trançados, intervenções sobre imagens e escrita como formas de resistência e presença. A exposição foi escolhida no 8º Programa de Seleção da Piccola Galleria e terá sua abertura marcada por um bate-papo com o artista, seguido de visita mediada pela galeria, no dia 10 de junho, às 19h, na Casa Fiat de Cultura. Toda a programação é gratuita.


Remanescente quilombola da região Norte de Goiás, André Felipe Cardoso traz para o espaço expositivo um conjunto de trabalhos que entrelaçam linguagens como pintura, fotografia, colagem, cestaria e texto. Sua pesquisa parte da relação íntima com as paisagens do seu estado, especialmente os vales do Lago Serra da Mesa, do Rio Vermelho e do Rio Araguaia, para ativar memórias aquáticas e construir uma narrativa sobre as transformações que marcam esse bioma. “Como nasci na região da Chapada dos Veadeiros, essas questões são muito fortes para mim”, ressalta o artista.

Desenvolvidas ao longo de cinco anos, as dez obras tensionam o vínculo entre a memória individual e coletiva, evocando práticas tradicionais do trançado, do uso ritual das águas e da resistência das comunidades locais. André conta que o título da exposição faz referência ao contraste entre as correntezas brandas, típicas do Cerrado, e o olhar atento de quem observa as mudanças provocadas pela ação humana e pelas alterações climáticas. “Não temos cursos aquáticos muito fortes no Centro-Oeste. Mas, ao mesmo tempo, temos a vista afiada de quem está à margem desses cursos hídricos”, esclarece.


Com estruturas produzidas a partir de fibras vegetais, que conectam técnicas ancestrais de cestarias, e intervenções sobre imagens antigas retiradas do livro Encantos do Oeste (1945), de Agenor Couto de Magalhães, o artista constrói dispositivos visuais que remetem a peneiras, redes e folhas: objetos que são, ao mesmo tempo, formas familiares e metáforas sobre passagem, filtragem de memórias e permanência no território. 

Para André, “tecer à mão” é também um gesto político, um modo de organizar as memórias sertanejas, de manifestar o vínculo com o campesinato e de refletir sobre as formas de intervenção na paisagem.

O artista Jan Araújo, que assina o texto curatorial da mostra, destaca que as obras não retratam, mas refratam o campo, transformando-se em prismas trançados através dos quais se vislumbram pequenos reflexos do “avesso do céu”: matas ciliares, palmeiras-índice, rios vermelhos e azuis, marcas e borrões que alteram o funcionamento do espaço e evocam tanto a beleza quanto a degradação do Cerrado.


A exposição "Água mansa, vista brava” é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com o patrocínio da Stellantis, da Fiat, copatrocínio da Stellantis Financiamentos, do Banco Stellantis, do Banco Safra e da Sada. A mostra tem apoio institucional do Circuito Liberdade, além do apoio do Governo de Minas e do Programa Amigos da Casa.    

Abertura

Para marcar a abertura da exposição, no dia 10 de junhoterça-feira, às 19h, André Felipe Cardoso convida o público para um bate-papo na Casa Fiat de Cultura. O artista irá contar sobre o seu processo de criação, inspirações e técnicas utilizadas, além de revelar suas pesquisas sobre o imaginário e suas memórias. Após o bate-papo, haverá uma visita mediada à exposição. Os interessados em participar podem se inscrever gratuitamente pela Sympla

André Felipe Cardoso

André Felipe Cardoso vive e trabalha no Quilombo Alto Santana em Goiás (GO). Entre as principais exposições coletivas que participou estão: A Fonte Deságua na Floresta, Residência Fonte, São Paulo-SP (2024); Um Só Corpo, Museu Nacional da República, Brasília-DF (2024); Abrir Horizontes, Centro Cultural Octo Marques, Goiânia-GO (2023); Conexão, Pouso, Decolagem – Casa Voa 5 anos, Espaço Cultural dos Correios de Niterói, Niterói-RJ (2023); 26° Salão Anapolino de Arte, Galeria Antônio Sibasolly, Anápolis-GO (2022); Para Onde Foi A Espessura Da Carne?, Museu Nacional da República, Brasília-DF (2022), I Like South America South America Likes Me, Belmacz, Londres-UK (2021); Escalas Invertidas, Museu de Arte de Goiânia, Goiânia-GO (2021); Ressetar, Museu da Diversidade Sexual, Paulo-SP (2020); 24° Prêmio Sesi Arte Criatividade, Vila Cultural Cora Coralina, Goiânia-GO (2019). Participou das residências artísticas Bolsa Pampulha, Museu de Arte da Pampulha + Viaduto das Artes, Belo Horizonte-MG (2024); Resiliência – arte e agricultura, Silo Arte e Latitude Rural, Resende-RJ (2023); Residência Fonte, Fonte, São Paulo-SP (2022); Estância Central, Casa Voa, Rio de Janeiro-RJ (2020).


Piccola Galleria   

O espaço é destinado a artistas da cena contemporânea e foi criado em 2016, com o intuito de incentivar a produção nacional e internacional. Os artistas são selecionados por uma comissão de especialistas, que, nesta 8ª edição, contou com Genesco Sousa, professor da Escola de Design da UEMG, artista e pesquisador; Maria Eduarda Marques, curadora independente, doutora em história social da cultura e escritora; e Iuri Sarmento, artista visual. 

O processo se realizou 100% online, de modo a facilitar a inscrição de pessoas de todo o Brasil. No total, mais de 200 trabalhos foram enviados, e a avaliação dos jurados também se deu no formato virtual.  

A proposta é apresentar e destacar trabalhos inéditos – pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, performances e/ou videoarte – de artistas locais, brasileiros ou estrangeiros. Além de André Felipe Cardoso, outros cinco artistas foram selecionados na 8ª edição, e serão exibidos na programação de 2025/2026.

As exposições selecionadas contam com ações do Programa Educativo, desenvolvidas em conjunto com a curadoria de cada mostra. São realizadas visitas mediadas para públicos agendados e espontâneos, além de ações especiais de comunicação em todos os canais da Casa Fiat de Cultura. A mediação é feita com recursos de acessibilidade, para ampliar o acesso do público e a visibilidade dos artistas. 

Nas sete edições já realizadas, o Programa de Seleção da Piccola Galleria apresentou o trabalho de 40 artistas, abrigou mais de 450 obras e recebeu um público de 500 mil pessoas. 

A sala expositiva é um ambiente dedicado às artes visuais e sua criação marcou os 10 anos da Casa Fiat de Cultura. Situada ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no hall principal da Casa Fiat de Cultura, o pequeno recinto é destinado a exposições de curta duração, mas com toda a visibilidade que a instituição enseja. 

Local intimista e com grande circulação de público, conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.  


Casa Fiat de Cultura  

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. 

Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braille e atendimento em libras. Mais de 90 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. 

Há 19 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. 

A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 4,5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 700 mil participaram de suas atividades educativas.

SERVIÇO
Exposição “Água mansa, vista brava”, de André Felipe Soares, na Casa Fiat de Cultura  
Período expositivo: 10 de junho e 27 de julho de 2025
Visitação presencial: terça-feira a sexta-feira das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h (exceto segundas-feiras)
Tour virtual no site: www.casafiatdecultura.com.br   

Toda programação da Casa Fiat de Cultura é gratuita

Casa Fiat de Cultura   
Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG 
Circuito Liberdade

Horário de Funcionamento
Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 21h  
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h   

Informações  
www.casafiatdecultura.com.br   
casafiatdecultura@stellantis.com  
facebook.com.br/casafiatdecultura  
Instagram: @casafiatdecultura  
X: @casafiat  
YouTube: Casa Fiat de Cultura  

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Maio registra aumento nos emplacamentos e nas exportações, mas a queda na produção acende alerta no setor que está preocupado com a invasão de carros chineses: o emplacamento de carros nacionais menor do que dos importados. O setor está também apreensivo com o aumento da inadimplência que também deve causar queda nas vendas


Chegada de carros da China preocupa a Anfavea

São Paulo - 5 de junho de 2025 – O ínicio de junho começou com a boa notícia de 1 milhão de veículos emplacados no ano, marca atingida no dia 3, uma semana antes que no ano anterior. Já as exportações tiveram em maio o melhor resultado desde agosto de 2018. Mas o bom ritmo de vendas e de exportações não foi acompanhado pela produção, que teve queda de 5,9% em relação a abril, com 214,7 mil unidades. No entanto, a chegada principalmente da China dos carros elétricos e híbridos que representou 10,4% da participação de mercado e preocupa o setor.

Na comparação com maio de 2024 houve crescimento de 28,8%, mas a base do ano passado é comprometida pelos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul. No acumulado do ano, a produção ainda é 10,6% superior à do mesmo período do ano passado, somando 1.025,2 mil unidades.

“Tivemos bons resultados de exportações em função do aquecimento do mercado argentino, e uma boa média diária de vendas domésticas em maio, de 10,7 mil unidades. O recuo na produção, prorém, indica perda de participação de vendas para os importados, além de certa cautela dos fabricantes em relação à expectativa de vendas nas próximas semanas”, avaliou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

O emplacamento de autoveículos registrou crescimento de 8,1% no mês de maio, alcançando a marca de 225,7 mil unidades. Automóveis, comerciais leves e ônibus tiveram bom desempenho, mas o segmento de caminhões manteve o viés de baixa verificado desde abril. Em maio, a queda foi de 2,1% em relação a abril e de 4,2% na comparação com o mesmo mês de 2024. A elevação da taxa de juros afeta todos os segmentos, especialmente os de caminhões pesados e extra-pesados.

De janeiro a maio, os emplacamentos de autoveículos somaram 986,1 mil unidades, 6,1% a mais que no mesmo período do ano passado. A participação de veículos híbridos e elétricos nesse total foi de 10,4% em maio, maior nível da série histórica, com 22,3 mil unidades.

As exportações mantiveram ritmo elevado de crescimento, com 51,5 mil unidades embarcadas em maio, quase o dobro do volume de maio do ano anterior. No total de 2025, elas ultrapassaram 200 mil unidades, quantidade que em 2024 só foi alcançada em julho. A alta neste ano já é de 56,6%.

No sentido contrário da balança comercial, as importações continuam ganhando terreno, alcançando a marca de 190 mil no acumulado do ano, 39,7 mil unidades apenas em maio. Os modelos estrangeiros representaram 54% do crescimento do mercado brasileiro, sendo que no segmento de automóveis eles responderam por 65% dessa elevação.

“Há um saudável aumento do fluxo comercial com a Argentina, mas no caso dos modelos vindos da China, verificamos um ingresso atípico, beneficiados por uma taxação bem inferior à que vemos em outros países produtores, o que gera uma perigosa distorção em nosso mercado”, alertou Calvet.


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