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sábado, 12 de julho de 2025

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



Intercity EB Expo completa 9 anos


Uma noite marcada por sabores, aromas e experiências sensoriais inesquecíveis celebrou os nove anos do Intercity BH Expo, maior unidade da rede no Brasil. O jantar harmonizado, realizado no dia 8 de julho, marcou também o lançamento de um novo produto do hotel: uma experiência gastronômica imersiva, ideal para confraternizações, ativações de marca e eventos corporativos.

Rodrigo Cançado, Marco Antônio Castello Branco, Maria Aparecida de Rezende Castello Branco e Fabiana Bontempo

Leonardo Ferreira, Anna Luiza e Alessandra Hidalgo e Rodrigo Cançado



Rafaela Araújo, Antônia de Fátima Oliveira, Maria Luiza Monteiro e Denise Loschi de Freitas

Anfitrionado por Rodrigo Cançado, diretor do Intercity BH Expo, o evento contou com a presença de Marco Antônio Castello Branco, diretor da Krug Bier, da sommelier e especialista em estilos de cerveja, Fabiana Bontempo, além de sócios e colaboradores do hotel. 


Chef Marcelo de Paula, Rodrigo Cançado e Fabiana Bontempo

Os convidados foram conduzidos por uma noite de alta gastronomia e harmonização, com pratos exclusivos assinados pelo chef Marcelo de Paula, responsável pelo restaurante Libertas do Intercity BH Expo. 

Alexandre Gehlen, Rodrigo Cançado e Ronaldo Albertino



Entre os presentes, destacaram-se nomes como Alexandre Gehlen, diretor geral da rede Intercity, e Ronaldo Albertino, diretor do Hotel Care, além diretores, sócios e colaboradores, apreciaram o jantar harmonizado celebra quase uma década do hotel e marca o lançamento dessa nova experiência gastronômica imersiva para o mercado corporativo

 






                                 

A imersão gastronômica e sensorial começou com uma entrada de salada morna de pancetta com folhas frescas, vinagrete de cerveja Áustria Golden, feijão fradinho e farofa crocante de torresmo artesanal, harmonizada com a própria Áustria Golden, uma cerveja leve, de amargor suave e notas maltadas delicadas, que realçaram a crocância e o sabor defumado da pancetta.                           

                                    

 No prato principal, o filé mignon marinado na mesma cerveja e servido com molho de balsâmico à base da cerveja Remorso, ganhou profundidade e contraste ao lado da mousseline de baroa cremosa. 

                                         

Para encerrar, a sobremesa trouxe um toque tipicamente mineiro com pudim de queijo canastra e calda de caramelo embriagada na Dunkel, uma cerveja escura, de perfil maltado e notas de toffee, que conferiram uma doçura equilibrada e elegante ao prato.

 


                                      


Cada etapa do jantar foi cuidadosamente pensada entre os intervalos dos pratos, onde os convidados foram guiados pela mestre em estilos de cerveja, Fabiana Bontempo, em uma verdadeira aula sobre harmonização, com curiosidades, histórias e características sensoriais das cervejas selecionadas e detalhe de cada um dos pratos preparados pelo chef do Intercity BH Expo.

                          

Rodrigo Cançado com Ione e Eujácio Silva

Sérgio Moreira, chef Manoel Pereira e Rodrigo Cançado

Rodrigo Cançado e Maarten Van Sluys

Matheus Cançado, do departamento comercial com Rodrigo Cançado

Valdez Maranhão e chef Manoel Pereira

“O Intercity BH Expo nasceu com o propósito de inovar a hospitalidade em Minas Gerais. Celebrar nove anos oferecendo uma experiência como essa traduz a nossa essência. Mais do que comemorar, estamos apresentando ao mercado um novo formato de evento, que une sofisticação, identidade mineira e uma proposta única de encantamento”, afirma Rodrigo Cançado. A proposta do Jantar Palestra de Harmonização com Cervejas será incorporada ao portfólio de serviços do hotel e estará disponível para empresas e grupos interessados em proporcionar momentos diferenciados e memoráveis a partir deste mês de julho.

Equipe comercial do Intercity BH Expo


Área interna e externa do rooftop


Hielo & Aventura oferece experiências inesquecíveis na Patagônia Argentina

Já imaginou a sensação de caminhar sobre um dos glaciares mais icônicos do mundo? Sentir a natureza nos ossos, na pele, a adrenalina de explorar o gelo milenar, cercado por paisagens de tirar o fôlego.


Essa é a proposta da Hielo y Aventura, concessionária do Parque Nacional Los Glaciares —Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO— e uma das principais referências em turismo de natureza e aventura na região de El Calafate.







Reconhecida internacionalmente por oferecer aventuras únicas no Glaciar Perito Moreno, a empresa convida viajantes de todo o mundo a viver uma das experiências mais emocionantes do continente sul-americano:


caminhar sobre a imponente massa de gelo e se conectar com a essência selvagem da Patagônia Argentina.

Atividades exclusivas e seguras sobre o gelo - Especializada em caminhadas sobre glaciares e experiências de turismo de aventura, a Hielo y Aventura oferece roteiros pensados para diferentes perfis de viajantes, sempre com foco na segurança e no contato genuíno com a natureza:


·        Minitrekking: caminhada moderada com crampons sobre o Glaciar Perito Moreno, acompanhada por guias especializados. Ideal para viver uma experiência única sobre o gelo.

·        Big Ice: trekking de alta dificuldade sobre o Glaciar Perito Moreno, perfeito para quem busca um grande desafio e deseja se aprofundar no coração do gigante de gelo.




       Navegação Safari Náutico: passeio de uma hora de barco com vistas privilegiadas da imponente face sul do glaciar.



·        Safari Azul: uma experiência de navegação com desembarque, pensada para quem deseja se aproximar do majestoso gelo milenar do Glaciar Perito Moreno de forma segura, contemplativa e com baixo esforço físico.



Compromisso com excelência, segurança e sustentabilidade - A Hielo y Aventura opera com os mais altos padrões de qualidade e segurança, seguindo rigorosos protocolos internacionais e ambientais. Possui certificações ISO 9001 e IRAM-SECTUR, que comprovam seu compromisso com a excelência e a sustentabilidade. Todos os seus guias são certificados, bilíngues e têm profundo conhecimento da geografia local e da dinâmica dos glaciares.



A empresa também é reconhecida pelo forte compromisso com o turismo sustentável, compensando sua pegada de carbono, colaborando com o reflorestamento de espécies nativas da Patagônia e utilizando energia limpa para se autoabastecer.


Facilidade para o público brasileiro - Com atenção especial ao mercado brasileiro, a Hielo y Aventura oferece atendimento em português, suporte a agências e operadoras do Brasil, além de canais de venda direta e parcerias comerciais consolidadas com o trade nacional.




Sobre a empresa  - Pioneira na criação e operação das caminhadas sobre o gelo do Glaciar Perito Moreno, a Hielo y Aventura é a única empresa concessionária do Parque Nacional Los Glaciares autorizada a realizar essa experiência icônica, sendo sinônimo de profissionalismo, inovação, respeito à natureza e vivências transformadoras na Patagônia Argentina. Conta com uma equipe apaixonada de mais de 200 colaboradores, frota própria com 19 ônibus e micro-ônibus, além de 6 embarcações, garantindo eficiência logística e qualidade em cada detalhe da operação.


Descubra a Patagônia em El Calafate de um jeito único. Viva o Perito Moreno com a Hielo y Aventura.

Mais informação: https://hieloyaventura.com


Vale do Peruaçu pode se tornar o 1º Patrimônio Natural de Minas reconhecido pela Unesco



Minas Gerais pode conquistar, neste final de semana, um feito inédito: o título de Patrimônio Mundial Natural da Humanidade da Unesco para o Vale do Peruaçu, localizado no Norte do estado. 

A candidatura será analisada durante a 47ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada até o dia 16/07, na sede da Unesco, em Paris. A previsão é que a avaliação do Peruaçu ocorra na tarde de sábado dia 13  ou domingo dia 14 de junho. 




Um título histórico para Minas e para o Brasil

Se aprovada, essa será a primeira vez que Minas Gerais recebe um título de Patrimônio Mundial Natural, somando-se aos quatro bens já reconhecidos como patrimônios culturais (Ouro Preto, Congonhas, Diamantina e Pampulha). 


Será também a segunda conquista internacional consecutiva do estado junto à Unesco, após o reconhecimento, em 2024, dos Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade.



Minas se tornará, assim, o único estado brasileiro a conquistar dois títulos da Unesco em dois anos consecutivos.


A candidatura do Vale do Peruaçu é resultado de um sólido trabalho conjunto realizado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG), e pelo do Governo do Brasil, por meio do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Delegação Permanente do Brasil junto à Unesco.


 

O barroco da natureza  - Localizado entre Januária, Itacarambi e São João das Missões, o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu é um dos mais impressionantes sítios naturais e arqueológicos do Brasil com cânions e cavernas monumentais, com mais de 500 formações catalogadas.


Ali também encontra-se a estalactite conhecida como “Perna da Bailarina”, com 28 metros, arte rupestre com mais de 12 mil anos de história, ecossistemas entre Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica, além de território de comunidades tradicionais e indígenas, como o povo Xacriabá.


Impulso na atividade turística com a chancela da Unesco  - A chancela da Unesco ao Vale do Peruaçu deverá representar um divisor de águas para o turismo no Norte de Minas Gerais. A expectativa é de um aumento expressivo na visitação nacional e internacional, com impactos diretos na geração de emprego e renda nos municípios de Januária, Itacarambi e São João das Missões, além de toda a região do Médio São Francisco. 


Estudos comparativos com outros sítios reconhecidos pela Unesco no Brasil indicam um crescimento de até 30% no fluxo turístico nos primeiros três anos após a titulação, com maior permanência média, atração de investimentos em infraestrutura, fomento ao turismo de base comunitária e valorização dos modos de vida tradicionais.


Além de fortalecer o turismo de natureza, o título deverá consolidar o Peruaçu como um destino de turismo arqueológico, cultural, indígena e ecológico.


“Minas é terra de memória, de pedra e de gente. Em menos de dois anos, os nossos queijeiros e queijeiras, com seus modos de fazer passados de geração em geração, e as comunidades do Norte de Minas, guardiãs do Vale do Peruaçu, colocaram o estado no centro do mapa mundial do patrimônio. O queijo e o cânion, o sabor e a paisagem, a cultura e a natureza — tudo fala de um mesmo povo”, reflete o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.


“O reconhecimento do Peruaçu pela Unesco será também um marco para o turismo sustentável de Minas. Significa atrair o mundo para conhecer nossos biomas, nossas tradições e nossa paisagem sagrada. O turismo, aqui, é parte da preservação”, completa.


Lagoa da Pampulha poderá ter  navegação turística


A lagoa da Pampulha, um dos pontos  turísticos mais visitados na capital mineira poderá ter novidades em breve. Em uma visita técnica à Lagoa da Pampulha, representantes da Marinha avaliaram a retomada da navegação no local como “viável”, algo proibido por lei municipal desde 1968.

Entenda a Pampulha de Niemeyer 80 anos depois - 08/06/2023 - Ilustrada -  Folha

Imagens históricas: conjunto arquitetônico da Pampulha faz 80 anos - Gerais  - Estado de Minas 

Agora, 57 anos depois, a possibilidade de utilizar o espelho d’água para navegação e esportes náuticos se aproxima.

O objetivo da visita, realizada no dia 8 de junho, foi justamente avaliar as condições de navegabilidade no local e debater diretrizes para a retomada da navegação turística e das atividades náuticas .

O grupo faz parte da Capitania dos Portos Fluviais de Minas Gerais, órgão ligado à Marinha do Brasil. O trajeto foi realizado na balsa usada nas atividades de manutenção da lagoa e durou cerca de uma hora. A equipe percorreu toda a extensão do espelho d’água, incluindo as áreas operacionais e os trechos que integram o Conjunto Moderno da Pampulha, reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco.

 foto:divulgação PBH

Prefeitura de BH recebe a Marinha para debater retomada da navegação turística na Lagoa da Pampulha

A ação faz parte de um esforço conjunto da Prefeitura de Belo Horizonte para viabilizar a reativação da navegação turística e esportiva na lagoa. Por isso, os contratos e processos adotados pelo Executivo municipal para a limpeza e conservação do local, bem como os resultados alcançados nos últimos anos, foram apresentados à equipe da Marinha na ocasião.

Ao final da visita, os representantes da Capitania dos Portos Fluviais consideraram o projeto tecnicamente viável, destacando o comprometimento do município com a potencialidade do espaço para o turismo sustentável.

Um grupo de trabalho intersetorial foi criado para elaborar os instrumentos legais e operacionais necessários à regulamentação dessas atividades. A equipe conta com a participação das secretarias municipais de Obras e Infraestrutura (Smobi), de Esportes e Lazer (Smel) e de Políticas Urbanas (SMPU), além da Fundação Municipal de Cultura, da Guarda Civil Municipal, entre outros órgãos públicos.

Patrimônio Mundial há 5 anos, Pampulha acumula conquistas e desafios -  Gerais - Estado de Minas

Além da definição do marco regulatório, a proposta prevê a cooperação com a Capitania dos Portos para a capacitação de servidores municipais. A parceria busca garantir que todas as futuras operações na lagoa atendam às exigências legais de segurança e navegação.

“Cabe agora à Prefeitura a definição das normas e diretrizes que nortearão a retomada das atividades náuticas, com o apoio técnico da Capitania dos Portos”, ressaltou a diretora de Manutenção de Bacias da Smobi, Ana Paula Fernandes.


Golden Tulip Natal Ponta Negra recebe selo internacional ‘Hotel Sustainability Basics 2025’

Canindé Soares | Fotojornalismo – Natal – RN – Brasil

O Golden Tulip Natal Ponta Negra acaba de receber o selo internacional ‘Hotel Sustainability Basics 2025’ concedido pelo World Travel & Tourism Council Limited (WTTC) – Conselho Mundial de Viagens e Turismo. O certificado reconhece o hotel como referência em indicadores de sustentabilidade autenticados globalmente na indústria hoteleira de hospitalidade. Para receber a chancela, o hotel passou por uma auditoria independente e atendeu a rigorosos critérios técnicos de avaliação de medição e redução do consumo de energia, água, resíduos e emissões de carbono.


Golden Tulip Natal Ponta Negra é o novo espaço queridinho dos noivos  potiguares e oferece uma experiência única para o dia especial. Entenda! -  Heloisa Tolipan

“É um orgulho imenso receber esse reconhecimento. Ele projeta nosso hotel como estabelecimento que se preocupa e implementa ações de cuidado com a saúde do planeta e, consequentemente, com o bem-estar de hóspedes, parceiros de negócios e sociedade em geral. O selo mostra também que estamos crescendo atentos ao futuro do ecossistema, entendendo que a geração de valor mudou. E que é fundamental que questões socioambientais estejam incorporadas ao nosso dia a dia, na nossa hospitalidade”, celebra o gerente de marketing do hotel, Guilherme Pinheiro. Golden Tulip Natal Ponta Negra recebe selo internacional 'Hotel  Sustainability Basics 2025' | HTLNEWS - Notícias da Hotelaria e Gastronomia

O WTTC trabalha para aumentar a conscientização sobre viagens e turismo como um dos maiores setores econômicos do mundo. A missão do conselho é maximizar o potencial de crescimento inclusivo e sustentável do setor por meio de parcerias com governos, destinos, comunidades e outras partes interessadas. O objetivo é também impulsionar o desenvolvimento econômico, criar empregos, reduzir a pobreza e promover a paz, a segurança e a compreensão em nosso mundo.


Golden Tulip Natal | 🌟 Conforto, sabor e momentos inesquecíveis em um só  lugar! No Golden Tulip Natal, cada detalhe é pensado para você aproveitar  ao máximo... | Instagram


O Golden Tulip Natal Ponta Negra é ideal para quem busca um hotel sofisticado e com boa gastronomia, equipamentos modernos e bem localizado, próximo ao Centro de Convenções de Natal, é de fácil acesso aos litorais Norte e Sul, aos polos industriais da cidade e à principal rota ao novo aeroporto, na cidade de São Gonçalo. 

Com vista privilegiada para a Praia de Ponta Negra, possui 161 quartos amplos e confortáveis, divididos em quatro categorias: standard, superior, deluxe e master suíte.


 Golden Tulip Natal Ponta Negra, Natal (preços atualizados para 2025)

Todas as unidades são equipadas com TV, ar-condicionado, frigobar, cofre e internet wi-fi gratuita aos hóspedes. Conta também com quartos totalmente adaptados a portadores de necessidades especiais (PNE).

Golden Tulip Natal Ponta Negra | Hospedagens | Central Thermas


O hotel oferece ainda piscina, fitness center, business center, estacionamento coberto com manobrista, serviço de mensageiros, room service 24 horas, além de quatro salas de eventos com capacidade para acomodar até 200 pessoas e duas salas de apoio. O café da manhã é incluído na diária do hóspede, servido no renomado restaurante Yuru, uma das melhores opções gastronômicas da cidade. 

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Endereço: Av. Engenheiro Roberto Freire, 4.382 – Ponta Negra, Natal – RN

Reservas e informações: (84) 3646-0100 / gtpn.coordenacaoreservas@goldentulip.com.br
Redes sociais: @goldentulipnatal / @yurupontanegra

Site: Golden Tulip Natal Ponta Negra


Bonito encanta com o ecoturismo



Por que Bonito é bonito? Pode parecer redundante, mas essa é uma pergunta legítima. Afinal, o que faz uma cidade do interior de Mato Grosso do Sul ser eleita dezoito vezes o Melhor Destino de Ecoturismo do Brasil? A resposta, ainda que cristalina como seus rios, merece ser respondida com a devida profundidade. E, nesse mergulho, emergem personagens fundamentais de uma engrenagem delicada: o poder público, os atrativos naturais e, claro, as agências de turismo da cidade.

O poder público (Prefeitura e Câmara) desempenha um papel essencial na construção e manutenção desse modelo de sucesso. A parceria com a iniciativa privada e a comunidade local garante o ordenamento turístico que sustenta Bonito há mais de 30 anos.

Sob a sua batuta, o destino implementou o controle rigoroso de visitação por meio do voucher único, a presença obrigatória de guias credenciados, recebeu investimentos em infraestrutura, promoção do destino e realiza eventos culturais que mantêm a cidade viva o ano todo.

                       foto:Hudson Garcia

                        Rio do Peixe

Os atrativos, por sua vez, são os guardiões da natureza e a ponte de conexão com o visitante. Por meio de estruturas que impressionam, desde os receptivos e equipamentos, cada experiência é planejada para preservar o inusitado e revelar o inacreditável.

São flutuações em rios cristalinos, trilhas com cachoeiras, visita a grutas, passeios de bote, boia cross, quadriciclos, cavalgadas, balneários, mergulhos com cilindro e até rapel. Tudo equilibrando contemplação e aventura, com opções para cada perfil de viajante.

Nessa rede, as agências de turismo ocupam um papel absolutamente estratégico. É justo dizer que, enquanto os atrativos são o cérebro, elas atuam como o coração do turismo em Bonito.

                             foto:Hudson Garcia


Muito além de só intermediar roteiros e cuidar da logística, elas são curadoras de experiências, designers de momentos únicos e as principais garantidoras de um modelo turístico que hoje é referência mundial.

As agências de Bonito operam com base em normas ambientais rígidas e por meio de um sistema que controla a emissão de vouchers, garante preços tabelados e fiscaliza o cumprimento dos limites diários de pessoas em cada atração. O objetivo não é apenas cumprir regras, mas preservar um ecossistema frágil que só permanece vivo porque é tratado com inteligência, sensibilidade e disciplina.

          foto: Daniel de Granville

      Nascente Azul

Contato com o cliente: papel invisível que sustenta o visível  - Para o turista, tudo parece simples: um passeio reservado com hora marcada, boas orientações sobre cada serviço, um guia simpático e experiente que conduz um grupo pela trilha das cachoeiras ou durante uma flutuação.

O que poucos enxergam é a engenharia delicada por trás dessa experiência. Cada detalhe - horários, deslocamentos, número de pessoas, condições climáticas - tudo é cuidadosamente planejado em Bonito!

E é aqui que a agência assume seu papel fundamental. Com assessoria profissional, montagem de roteiros sob medida, suporte logístico e atenção constante, ela transforma essa complexidade em leveza.

É como um concierge gratuito, porque esse serviço é ofertado pelo sistema do destino, onde tudo é pensado para que o visitante se preocupe apenas com uma coisa – aproveitar a viagem!

Por que não aproveitar o auxílio de um especialista? Com mais de 40 atrações e cerca de 90 atividades disponíveis, o destino oferece um universo de possibilidades, que sem a existência das agências especializadas nos atrativos da região, certamente levaria a muita confusão. São elas que ajudam a transformar toda essa abundância em escolha consciente.

Com conhecimento de causa, indicam os passeios que mais combinam com o perfil, o tempo, o orçamento e a disposição de cada visitante. Explicam como chegar, ajustam roteiros diante de imprevistos e acompanham toda a experiência do início ao fim.

Em Bonito a hospitalidade é estratégia, e sustentabilidade. Se, porventura, chove muito e um rio turva, prejudicando a atividade, adivinha quem remaneja todo o roteiro do visitante?

A cidade que inspira o Brasil e o mundo - Bonito é mais do que um destino premiado. É um modelo de ecoturismo em escala global. Tornou-se o primeiro destino de ecoturismo carbono neutro do planeta. Ele também é o primeiro destino do Brasil capaz de medir a visitação real em cada atração.



Lá, as emissões são compensadas, as trilhas são restauradas, os resíduos são reaproveitados em muitas empresas e até o visitante é convidado a plantar árvores. Um lugar onde a responsabilidade ambiental é vivida. E ensinada.

E isso só é possível graças a um setor turístico comprometido com o coletivo. Dizer que as agências são parte importante desse modelo é pouco.

Elas são as operadoras de um sistema que tornou Bonito admirado no Brasil e no mundo. Sem elas, a engrenagem que protege o maior tesouro da cidade, o meio ambiente, simplesmente não funciona.

Em tempos em que se discute o futuro do turismo e seus impactos no planeta, Bonito é a prova viva de que é possível fazer diferente. E faz isso todos os dias, com a inteligência de seus gestores, a paixão de seus guias e o compromisso de suas agências.

 


Além disso, vivemos uma era em que viajantes buscam mais do que um destino: querem experiências bem organizadas, sem perrengues e com segurança. Em Bonito, tudo é formatado para transformar cada momento em algo único, seguro e inesquecível.

Bonito indo além em 2025: um destino inteligente  - Bonito tem potencial para dobrar sua visitação anual sem precisar abrir mão do seu rigoroso sistema de gestão ou flexibilizar as importantes regras ambientais que fazem do destino uma referência mundial em ecoturismo.

Para 2025, a cidade já conta com uma novidade: o projeto Destino Turístico Inteligente (DTI), conduzido pela Secretaria Municipal de Turismo em parceria com o Sebrae/MS e financiado com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

A iniciativa posiciona Bonito como um destino inovador, com uma plataforma digital desenvolvida especialmente para ajudar turistas antes mesmo de chegarem à cidade.

Nessa plataforma, o visitante poderá esclarecer diversas dúvidas por meio de inteligência artificial, garantindo respostas rápidas e práticas. Logo depois, quem desejar um atendimento ainda mais personalizado será direcionado a um concierge presencial em Bonito.

Essa combinação de tecnologia com atendimento humanizado deve melhorar significativamente a experiência dos visitantes, garantindo praticidade, agilidade e qualidade, sem jamais perder o foco na sustentabilidade e na preservação ambiental que fazem Bonito ser um destino tão especial.

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira  informações para sergio51moreira@bol.com.br


sexta-feira, 11 de julho de 2025

Stellantis participa do IPI Verde do carro sustentável com o Mobi Like, Trekkming e Argo Drive 1.0 MT

 

A Stellantis apoia a implementação do IPI Verde, reconhecendo sua importância no impulso à sustentabilidade e à descarbonização da indústria automotiva.

Diante disso, a Stellantis, por meio da marca Fiat, participa do programa Carro Sustentável do Governo Federal com seus modelos Mobi Like, Mobi Trekking e Argo Drive 1.0 MT, que obtiveram a isenção total do IPI.  A Fiat inclusive já anunciou a antecipação da medida no preço final sugerido aos consumidores.

O programa do governo, ao incentivar a produção de veículos mais eficientes, está alinhado com nosso compromisso de promover uma mobilidade limpa, acessível e segura.


Fiat antecipa reduções de IPI do Carro Sustentável em ação comercial. Os modelos Mobi e Argo, compactos com alta eficiência energética fabricados no Brasil, estarão com IPI reduzidos em toda rede Fiat. Descontos para a compra irão além da isenção do IPI, com incentivos exclusivos aos clientes da marca

 


Líder de vendas no mercado nacional nos últimos 5 anos consecutivos, a Fiat é uma das marcas participantes do Carro Sustentável, programa do Governo Federal que promoverá a isenção do IPI em veículos compactos fabricados no Brasil com alta eficiência energética e ambiental. 

Antecipando o IPI zero do novo programa, a Fiat, que sempre foi sinônimo de pioneirismo e inovação, acaba de anunciar nacionalmente a campanha digital Grande Chance Fiat. Além de repassar integralmente os descontos da alíquota, ainda traz incentivos exclusivos para os clientes da marca, oferecendo Mobi Like, Mobi Trekking e Argo Drive 1.0 MT em condições imperdíveis.  

Um dos 10 carros mais vendidos no Brasil no primeiro semestre deste ano, o Fiat Mobi recebeu isenção total de IPI e mais de 13% de incentivo com a campanha Grande Chance Fiat. Dessa forma, a versão Like ficou R$13.000,00 mais barata. Já a versão Trekking do Mobi, com seu visual único, passou a custar R$ 73.290,00, um ganho no bolso do consumidor superior a R$ 9.000,00.  


Sucesso de mercado desde seu lançamento, com mais de 550 mil unidades vendidas, o Fiat Argo passou a custar R$ 86.990 em sua versão Drive 1.0 MT, uma redução de R$ 8.000 para quem comprar o carro dentro da campanha.   

Confira como ficaram os preços sugeridos: 

- Mobi Like: de R$ 80.990,00 por R$ 67.990,00  

- Mobi Trekking: de R$ 82.990,00 por R$ 73.290,00  

- Argo Drive 1.0 MT: de R$ 94.990,00 por R$ 86.990,00.

  


A tabela acima é válida para todo o território nacional, nas mais de 510 concessionárias da marca, a campanha digital nacional inicia hoje (11/07/25) e vai até o final do mês de julho (31/07/25). Para saber mais sobre a promoção, consulte condições e preços praticados pela loja em cada região no site  https://ofertas.fiat.com.br/ e/ou em uma concessionária Fiat participante. Para mais informações, os clientes podem entrar em contato com a central de relacionamento: 0800 707 1000.  

Tsunami chinês - Como uma onda BYD Dolphin Mini será feito na Bahia e vai encarar os compactos tradicionais. Custa R$ 115.800,00

 




Texto e fotos: Eduardo Rocha (Auto Press)

A estratégia de ocupação da BYD começou com o médio-compacto Dolphin no final de 2023 e deu tão certo que a marca chinesa resolveu ser ainda mais agressiva e lançou o compacto Dolphin Mini no início de 2024. Na verdade, o nome original do compacto era Seagull, ou gaivota, já que segue o estilo de design Ocean da marca, mas para pegar carona no sucesso, a marca apenas acrescentou Mini ao nome – coisa que a BMW, dona da marca inglesa Mini, não gostou nem em pouco. De qualquer forma, a iniciativa deu certo. 

Com um preço 20% menor que o do Dolphin – R$ 115.800 para a versão de quatro lugares –, logo passou a vender 50% mais. Em 10 meses de 2024, foram quase 22 mil emplacamentos. Em 2025, vem mantendo a média de 2.200 vendas mensais. E essa média só tende a aumentar. Ao lado do Song Pro, o Dolphin Mini será o primeiro modelo a sair das linhas da nova fabrica da BYD em Camaçari, na Bahia.



Mesmo com produção nacional, o preço não deve ser afetado. Até porque é um atrativos do Dolphin Mini. Mas não o único. Como outros modelos 100% elétricos da marca, ele é construído sobre a plataforma E-3.0 da BYD, que no caso integra uma bateria Blade, com módulos em forma de lâmina, de 38 kW, o que permite uma autonomia de até 280 km, segundo os critérios do InMetro. Ele tem 3,78 m de comprimento, 1,72 m de largura, 1,58 m de altura e 2,50 m de distância entre-eixos, com capacidade de porta-malas de 230 litros. Ou seja: é tipicamente um carro urbano, ligeiramente menor e com preço 10% maior que rivais a combustão com câmbio automático.



O perfil em gota diferencia o modelo em relação a outros modelos que seguem o mesmo conceito estético Ocean, já que o Mini tem linhas mais angulares, embora a linha de cintura remeta a uma onda. As linhas na parte frontal fazem referência a asas de gaivota. Outro elemento que chama a atenção é o pequeno painel na coluna traseira, que funciona como uma extensão das janelas e cria o aspecto de teto flutuante – o que aparece pouco na unidade avaliada, com pintura preta. Elementos aerodinâmicos, como o spoiler sobre o teto e o para-brisa grande bem inclinado dão um ar agressivo ao modelo. Os faróis e lanternas são full led e as rodas de 16 polegadas calçam pneus 175/55.



O motor tem 75 cv de potência e 13,8 kgfm de torque, acoplado a uma transmissão automática de velocidade única e reversão na ré com tração dianteira. A recarga pode ser feita em corrente contínua a até 40 kWh e em alternada até 6,6 kWh. A máxima é limitada a 130 km/h e aceleração de zero a 100 km/h é feita em 14,9 segundos. Ele conta com frenagem regenerativa e tem quatro modos de condução: para terrenos de baixa aderência e os tradicionais Eco, Sport e Normal.



No interior, o modelo ostenta elementos que já caracterizam os modelos da BYD, com design original, materiais que imprimem boa qualidade e revestimentos sintéticos – aqui, com aspecto pouco requintado. No console frontal, a central multimídia traz a tela rotativa com 10,1 polegadas, tem GPS nativo e faz espelhamento sem fio através de Apple CarPlay e com cabo de Android Auto. Detalhes de acabamento em azul nos consoles central e frontal, painéis de porta e banco dão um ar jovial ao carrinho.



Uma das atrações do Dolphin Mini é a boa lista de equipamentos. Ele inclui seis airbags, câmera e sensores traseiros, controle de cruzeiro, direção elétrica, frenagem regenerativa, banco do motorista com ajuste elétrico, ar-condicionado digital, painel digital de 7 polegadas, banco traseiro com reclinação e sensor de luminosidade, um volante multifuncional com ajuste duplo e chave presencial. Ou seja: consegue competir mesmo com modelos com motorização convencional.



Ponto a ponto

Desempenho

O Dolphin Mini foi pensado como um carro urbano, racional e prático. E a performance reflete exatamente isso, com zero a 100 km/h em 14,9 segundos e máxima de 130 km/h. Esses números explicitam que os 75 cv de potência trabalham no limite para mover os mais de 1.200 kg do carro, o que é sentido principalmente em vias expressas ou rodovias – a relação peso/potência fica na casa de 16,5 kg/cv. Em compensação, o torque de 13,8 kgfm, além de instantâneo, é superior aos modelos com motor 1.0 aspirado – que têm em média 10 kgfm. Isso significa que as arrancadas e acelerações até 60 km/h, típicas de ambientes urbanos, são mais vigorosas. Nota 8.

Estabilidade
A bateria, que pesa perto de 200 kg, é instalada entre os eixos. Assim, o centro de gravidade do modelo é bastante baixo e mostra grande neutralidade em curvas e retas, mesmo em velocidades mais altas. A reduzida distância para o solo, de 11 cm, obriga um acerto de suspensão bem rígido, pois o curso da suspensão é bastante curto, o que incrementa ainda mais a estabilidade. A direção elétrica é leve, mas não anestesia muito as reações no volante. Nota 9.



Interatividade

A Dolphin Mini mantém uma certa originalidade da concepção dos comandos, como é característico da BYD, mas não são difíceis de decifrar. O painel digital de 7 polegadas traz as informações básicas imediatas, como autonomia, consumo elétrico, velocidade e odômetro. Já a tela da central multimídia, rotativa e com 10,1 polegadas, espelha celulares sem fio e tem como complemento um carregador por indução no console central. Logo abaixo, um pequeno cilindro concentra comutadores para câmbio, modos de condução, ar-condicionado, volume do som etc – complementado pelos botões no volante multifuncional. Nota 8.

Consumo


Segundo o InMetro, o Dolphin Mini tem autonomia de 280 km no ciclo misto pelo novo sistema de medição do PBEV que é mais próximo do que se obtém no uso normal, com a bateria de 38 kWh. O consumo médio é de 0,41 Mj/km, com equivalência de 58,6 km/l na cidade e 41,9 km/l na estrada. Em um carregador de corrente alternada, leva em média 7 horas para recuperar até 80% da carga. Em carregador de corrente contínua, pode elevar a carga de 30 para 80% em 30 minutos. Nota 10.



Conforto

O Dolphin Mini é tipicamente um carro urbano, mas não foi projetado para as cidades brasileiras, com valões, bueiros desnivelados, remendos malfeitos ou simplesmente buracos. Em asfalto liso, o conforto de rodagem é irretocável, mas na realidade cotidiana, os solavancos são repassados quase sem filtro para os ocupantes. O isolamento acústico também deixa passar os ruídos de rolagem, mas como o motor é silencioso, é possível manter uma conversa em tom civilizado mesmo em velocidades mais altas. Nota 7.

Tecnologia

O Dolphin Mini usa a mesma arquitetura modular e-Platform 3.0, aplicada em praticamente todos os modelos elétricos compactos e médios da BYD vendidos no Brasil. O modelo não traz recursos ADAS, como frenagem autônoma ou centralizador de faixa, mas conta com tecnologias como chave presencial, banco do motorista com ajuste elétrico, sensor de luz, câmera de ré, sensor traseiro e controle de cruzeiro. Traz ainda seis airbags, freio de estacionamento de acionamento eletrônico, luz de circulação diurna, ar-condicionado automático e monitoramento de pressão dos pneus. Nota 8.




Habitabilidade

Pelas dimensões internas e capacidades, o Dolphin Mini pode ser classificado como compacto – mesmo com um porta-malas de 230 litros, menor que a média do segmento. O espaço interno, por outro lado, é compatível com o de Volkswagen Polo, Fiat Argo ou Hyundai HB20 – mesmo compensa o entre-eixo ligeiramente menor com uma parte mecânica mais compacta, que rouba menos espaço. Nota 7.

Acabamento

O Dolphin Mini é um modelo de entrada e o acabamento reflete isso. Bancos, painel e áreas de toque têm revestimento sintético, que é resistente, mas não refinado. Os encaixes são bons e os materiais são mais caprichados que os usados em modelos de entrada de outros compactos. Nota 8.



Design

O Dolphin Mini segue o estilo de design Ocean, da BYD, marcado por linhas ascendentes e sutilmente sinuosas. Trata-se de um hatch compacto com muita personalidade pela coluna dianteira angulosa, o perfil cortado por traços diagonais e traseira gorducha, com para-lamas largos e lanternas que cortam o carro de fora a fora. Combina ousadia e simpatia. Nota 9.

Custo/benefício
O Dolphin Mini para quatro passageiros custa R$ 118.800, preço na mesma faixa de compactos com o mesmo nível de equipamentos e que puxou para baixo os valores de modelos elétricos – caso do Renault Kwid, que hoje custa R$ 99.990, mas custava R$ 146.900 em 2022. Ainda assim, o maior volume de equipamentos ainda torna a relação custo/benefício do Dolphin Mini superior. Nota 8.


O BYD Dolphin Mini obteve 82 pontos de 100 possíveis.

Impressões ao dirigir

Urbanidade natural

O Dolphin Mini surpreende quem se prende às informações absolutas da ficha técnica. Afinal, são 75 cv, potência típica de modelos 1.0 aspirados, e tem torque de 13,8 kgm, para um modelo que pesa mais de 1.200 kg. Quando se acelera, porém, além do discreto zumbido produzido para chamar a atenção em baixas velocidades, há o impacto do torque total a partir do primeiro metro. Não se trata de uma aceleração daquelas que pressionam o corpo contra o encosto, mas é capaz de deixou os demais carros para trás nos semáforos. E a não ser pelo tal zumbido de alerta, essa movimentação é feita de forma bastante silenciosa.



Essa característica deixa o Mini bastante ágil em meio ao trânsito urbano. Não há nem medida de comparação nesse sentindo com um compacto com motor 1.0 aspirado, que é cerca de 200 kg mais leve. Essa diferença corresponde exatamente ao peso da bateria que fica entre os eixos e dá à dinâmica do compacto da BYD um comportamento de kart, especialmente nos contornos de curva. A suspensão, inclusive, apresenta uma certa aridez, bastante sentida quando se enfrenta pisos um pouco mais irregulares. Os amortecedores têm pouco curso e a pequena distância para o solo, de apenas 11 cm, não dá margem para mais. Ou seja: não se adequa a aventuras em caminhos ruins.



Por dentro, o Dolphin Mini oferece um bom espaço para cabeças e pernas, além de confortos como piso plano, ajustes elétricos do banco do motorista, central multimídia com tela rotativa, banco traseiro reclinável etc. A versão avaliada foi a de quatro lugares e o espaço traseiro bastante adequado para dois adultos, sem exigir sacrifícios dos passageiros da frente. Além de bom manuseio, o Dolphin Mini mostrou agilidade e eficiência. A pesar dos rigores do InMetro, o consumo apresentado em uso urbano permitiria que o carrinho passasse facilmente de 350 km de autonomia.

Ficha técnica


BYD Dolphin Mini

Motor: Elétrico, síncrono de imãs permanentes.

Transmissão: Uma marcha à frente e uma a ré. Tração dianteira. Traz controle eletrônico de tração e estabilidade de série.

Potência: 75 cv.

Torque: 13,8 kgfm.

Aceleração de zero a 100 km/h: 14,9 segundos.

Velocidade máxima: 130 km/h.

Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com amortecedores hidráulicos e molas helicoidais. Traseira com eixo de torção com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos verticais. Controle eletrônico de estabilidade de série.

Pneus: 175/55 R16 com kit de reparo.

Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Freios ABS com EBD e assistência de partida em rampa e freios regenerativos.

Carroceria: Hatch compacto em monobloco com quatro portas e quatro lugares. Com 3,78 metros de comprimento, 1,72 m de largura, 1,58 m de altura e 2,50 m de distância entre-eixos. Distância livre para o solo de 11 cm. Airbags frontais, laterais e de cabeça de série.

Peso: 1.239 kg.

Capacidade do porta-malas: 230 litros.

Bateria: Com 38 kWh de capacidade. Portas de carregamento AC type 2 com 6,6 kWh de capacidade e DC CCS 2 com 40 kWh de capacidade.

Autonomia na norma InMetro PBEV: 280 km.

Produção: Changsha, China.

Lançamento do modelo no Brasil: fevereiro de 2024.

Preço: R$ 115.800.


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