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domingo, 21 de dezembro de 2014

O CHINÊS CELER DA CHERY, QUE SAIRÁ DA FÁBRICA DE JACAREÍ, AGORA EM JANEIRO, CUSTARÁ MAIS CARO DO QUE O MESMO MODELO FABRICADO NA CHINA, APESAR DO ALTO CUSTO DA LOGÍSTICA PARA CHEGAR AO BRASIL. A VOLKSWAGEN ACERTA AS ARESTAS PARA COMEÇAR A MONTAGEM DO JETTA SEDAN NO PAÍS


Coluna Nº 5.114 - 21 de Dezembro de 2014
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Ícone brasileiro, GT italiano

Automobile Maggiora e Carrozzeria Viotti, italianas, fornecedoras da indústria automobilística, mostraram no Motor Show de Bolonha, Itália, ve
ículo chamado Viotti Willys AW380 Berlinetta. 

Interpretação de carro brasileiro, o Willys Interlagos – versão melhorada do francês Alpine A 108. 

Local adequado, próximo a Modena, onde estão míticos esportivos Ferrari e Maserati.

Numeral 380 não indica cilindrada ou potência mas, curiosa e argentariamente, o preço: 380 mil euros – perto de R$ 1,2 milhão -, e apenas 110 unidades serão construídas. 

Fabricantes querem homenagear o modelo nacional, A 108, mas farão 110 unidades lembrando a versão francesa, sucessora da nacional.

Dados técnicos
Motor boxer, bi turbo, 3.800 cm3, 6 cilindros e 610 cavalos de força – deve ser Porsche ou Subaru -, capaz de, por caixa com seis marchas, acelerar de zero a 100 km em 2s7, e atingir velocidade final em 340 km/h. 

Freios em compósito de cerâmica, carroceria em fibra de carbono, suspensão McPherson frontal, traseira por multi link. 

Para parar, freios com discos frontais com diâmetro de 380 mm, pinças com seis pistões, e traseiros 360 mm e quatro pistões. Peso total 1.350 kg.

Em números um comparativo: no brasileiro Willys Interlagos, comprimento 3,78m; largura 1,45m; altura 1,14m; peso 540 kg. 

No projeto italiano, respectivos 4,43m; 1,94m e 1,22m, peso 1.350 kg. É outro bicho. 

A justificativa do projeto é tipo capaz de inspirar o samba do crioulo doido histórico/mecânico. 

Cita, corretamente, as 822 unidades construídas pela criativa e ativa Willys-Overland, entre 1962 e 1966, e aí escorrega no restante, enfatizando a fama dos campeonatos mundiais de rallye com os irmãos Fittipaldi, e Bird Clemente mais Luiz Pereira Bruno. 

Os Interlagos, assim como os pilotos brasileiros, nunca competiram em rallyes externos. 

Ao contrário, eram carros de velocidade no Brasil. E o citado Bruno é Bueno.

Restam apenas 109 unidades. A primeira, exposta no Motor Show, foi vendida ao Gruppo Rumo, russo representante nos Balcãs.

Negócio difícil

Os italianos viabilizaram a tentativa do designer brasileiro João Paulo Melo. 

Paulista, formado em design industrial pela Belas Artes de São Paulo, seu premiado trabalho de graduação, foi a recriação do mesmo Willys Interlagos.

Batizado de Interlagos 2006, com desenhos coloridos e pequena maquete, Melo tem ido de Seca a Meca – aliás, tivesse negociado com algum oriental, possivelmente o projeto teria decolado. 

Ex-designer da Fiat, atualmente na Marcopolo de ônibus, ofereceu o projeto ao tri-campeão Nelson Piquet, não interessado em diversificar negócios; buscou auxílio na Karmann-Ghia; e em fábrica de plástico de engenharia, em lento andar.

Não arrefece. Agora retoma contatos com a Renault: o conjunto moto propulsor do Fluence, motor 2.0, turbo, transmissão de seis velocidades, colocados sobre o eixo traseiro, tem tudo a ver com a interpretação original, pois utilizava o pequeno motor de 845 cm3, evoluído a partir da mesma unidade empregada nos Renault Dauphine e Gordini. 

A combinação baixo peso, aerodinâmica e motor forte tem tudo a ver com o projeto - e a renda nacional.

Para demonstrar a viabilidade da proposta propõe-se à construção de protótipo para aplicação esportiva, articulando o fornecimento mecânico pela Renault e o financiamento de empresas interessadas – valor ridículo ante a possibilidade: estimado em R$ 95 mil. 

Com o feedback gerado pelo veículo em si, pode-se imaginar a construção para categoria mono marca destinada a jovens talentos do automobilismo, o berço atualizado do já feito há meio século pelas Berlinette Willys Interlagos.

No Brasil, o projeto se chama A-108 Berlineta. O nome Interlagos, por oportunidade negocial, foi registrado pela Fiat.

O projeto nacional não é, como o italiano, cópia borrada do veículo original, anabolizando as curvas, estilizando as bases dos faróis auxiliares, não existentes no modelo A108, mas apenas no A110.

É muito superior em design e proposta, apesar das limitações nacionais para a mecânica no país dos motores 4 cilindros, e da pouca coragem para investimentos em projetos novos. Interessado em dar uma força? www.berlineta.com.br


AW380: Interlagos à Italiana


A-108 Berlineta: Brasileiro é melhor

Fundação social, o rentável negócio social da Volkswagen
Negócio interessante da Volkswagen, sua Fundação, não ganha dinheiro – só gasta. E pouco conhecida por quem consome seus veículos. 

Festeja 35 anos e apresenta soma invejável: beneficiou, apenas na última década, 1.374.630 alunos e 18 mil professores em 13 estados brasileiros.

A Fundação coordena os investimentos sociais da marca, oferecendo projetos de Desenvolvimento Social para comunidades de baixa renda. 

Ultrapassou os municípios e estados onde tem operação industrial, e abriu amplitude nacional. 

Na prática aplica, de forma voluntária, recursos privados para finalidade pública.

Seu leque de projetos tem base interna, com a instigação aos 18 mil funcionários a se envolver em voluntariado, e na criação de projetos, gerando legião de cidadãos de bem. 

Neste ano os voluntários indicaram 569 projetos de instituições em 23 estados brasileiros. 

Não se busca apenas repassar recursos, mas implantar projetos dentro da linha educacional e de desenvolvimento social, buscar parceiros, ONGs, para tornar as ideias factíveis e auto financiáveis, explica Kelly Smaniotto, executiva no. 1 da Fundação.

Os projetos cumprem o objetivo estratégico de Fortalecer a Sustentabilidade como Princípio de Gestão, explica Eduardo Barros, superintendente da Fundação e diretor jurídico da Volkswagen. 

Amplo leque com 10 projetos, destes 7 educacionais. 

O ponto mais visível, ou audível, é o patrocínio ao Instituto Bacarelli, atendendo a mais de 1.400 crianças e jovens em programas sócio culturais de formação musical artística e de excelência, instigando o desenvolvimento pessoal, criando uma vitrine para profissionalização em música. 

Um dos destaques é a Orquestra Sinfônica de Heliópolis, surgida na enorme favela paulistana, tentando oferecer oportunidades ao público carente.


Roda-a-Roda

V – Análise do dr. Joseph-Fidelis Sehn, ex-diretor de Recursos Humanos da VW Brasil e atual presidente da VW Argentina, em português fluente e correto: mercado brasileiro é um V. 

Cairá mais um pouco, chegará ao chão, e acelerará de volta. Em três anos, 2017, ultrapassará os resultados de 2013 – 3,6 milhões de veículos produzidos.

Telhado - A reformulação interna da fábrica VW de São Bernardo do Campo, SP, e a falta de investimentos para melhorar o Polo definiram o seu fim. 

Deambula pela beirada do telhado. Vida curta e inglória: foi o melhor dos Volkswagen construído aqui até a chegada do up!

Enfim – Janeiro, a Chery iniciará distribuir o Celer, de produção iniciada em outubro, na fábrica de Jacareí, SP. 

Instalação industrial quer fazer os novos Tiggo e QQ, em 2016. 

Previsão, curiosa, custará acima do modelo importado, submetido a cara logística e pagamento de impostos de importação.

Pré – Boa notícia, Peugeot apresentou seu próximo modelo 2008 às revistas especializadas, parte da estratégia de lançamento. 

O 2008 é um SAV-Sport Activity Vehicle - sobre o 208, de invejáveis sensações para conduzir.

Má, marcou início de comercialização para junho.

Início – Volkswagen está nos acertos finais para o início da montagem do sedã Jetta, ponto superior de sua gama no Brasil. 

Pelo simplório processo industrial – as carrocerias virão montadas e pintadas -, não pode misturá-lo na mesma cadeia de produção com os outros produtos construídos integralmente aqui.

Herança – Assim, para não misturar intervenções industriais, será montado no antigo espaço onde se processava a Kombi. 

A Velha Senhora (1957-2013), tinha manufatura separada das linhas de produção por razão assemelhada: seu método de fabricação era tão antigo e com tantas intervenções manuais, não permitia sinergia com processo moderno. 

Na prática, se misturasse, atrapalhava.

Nova – Fiat inaugurará novas instalações na pernambucana Goiana. Apesar de ter começado como projeto com seu nome, com a incorporação da marca à FCA, o grande letreiro de identificação será Jeep.

Caminho – Escolha simples. O primeiro produto será o Renegade, com o emblema Jeep, apesar de desenvolvido sobre plataforma original Fiat. 

Mas os formuladores comerciais da FCA entendem, a marca de maior crescimento mundial será a Jeep. 

Esforço – Fábrica faz e lança veículos, mas quem vende é a rede de distribuição. Sem esta, não há escoamento. 

Assim, para evitar um balcão diminuto em relação à boca do forno, a divisão da marca corre para viabilizar rede. 

E quer fazer festa importante, nomeando 150 no mesmo dia, em abril. Três vezes o feito da JAC Motors inaugurando meia centena no mesmo dia.

Foi – Nos EUA, Chrysler não é mais Chrysler. A razão social foi alterada para FCA US LLC.FCA é a abreviatura da razão social da holding, Fiat Chrysler Automobiles; US para indicar a operação norte americana; LLC é o equivalente à formatação de sociedade limitada. 

O guarda-chuva empresarial da holding mantém o sobrenome do fundador Walter P Chrysler. Operação no Brasil também mudará de nome. Será FCA Latam (de Latin America) Ltda.

Do ano – Veículo ainda não chegou ao Brasil, mas o motor 2.0, injetado e com turbo, do automóvel japonês Subaru WRX foi eleito um dos 10 melhores motores de 2015 pelo júri da respeitável publicação especializada estadunidense Ward’s. 

Faz 268 cv e 35,7 m.kgf de torque entre 2.000 e 5.000 rpm. Novo, reforçado para resistir às grandes pressões internas, e turbo relocado para maior eficiência.

Começou – Finalmente, Estado do Espírito Santo volta a contar com atividade automobilística, após o fechamento da Revisa, fábrica dos ônibus Itapemirim. 

A Volare, empresa Marcopolo, concluiu primeira parte das obras de sua fábrica em São Mateus. 

Fará 800 unidades em 2015 para mercados doméstico e exportação.

Atual – Instalações industriais conversam com a natureza. 

Área plana, pé direito com 10m, telhado e laterais duplos para reduzir calor, iluminação natural, captação de energia solar para lâmpadas de LEDs, de águas de chuva, armazenadas em lago com 10M de litros.

Consequência – Resultado da desvalorização do Real frente ao Dólar, veículos para exportação baixaram de preço, permitindo à Fiat voltar a enviar ao México. 

Marca projeta em 2015 relação entre as moedas em R$ 2,80 x USD $1.

Descendo - Produção de veículos no México sobe, no Brasil, desce. 

A inversão dos ponteiros fará do parceiro nortista o 7º produtor mundial, Brasil caindo à 8ª posição.

Despedida – Tomas Schmall, deixando a presidência da Volkswagen para assumir diretoria mundial de componentes e lugar no board da marca, deve ter-se surpreendido com elevado número de festas de despedidas e homenagens.

Brasilianische - Schmall, 51, será o mais jovem membro e, nacionalizado, declara será o primeiro brasileiro do board da VWAG, e em seu discurso de despedida em coquetel a amigos, confirmou a informação sabida por antecipação pelos leitores da Coluna: o motor com injeção direta e turbo será fabricado em São Carlos, SP.

Livro – Publicação interessante a quem gosta da indústria automobilística e, em especial, do Mercosul, é o livro Falcon, un clasico hecho história, por Gustavo Feder, editor de Autohistoria. 

Conta a saga do Ford Falcon, com produção iniciada na Argentina logo após o lançamento nos EUA, feito por três décadas. 


Gente – Olivier Philippot, francês, 40, novo presidente da autopecista Magneti Marelli. 

OOOO Manterá gestão sul americana da marca. Sub-continente representa 20% dos negócios da marca pertencente à Fiat. 

OOOO Manuela Hoehne, jornalista, ex-Aston Martin, mudança. 

OOOO Relações com a Imprensa pela Bugatti. OOOO

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Mercedes lidera em ônibus. Tecnologia ajuda.

Criticada implantação de faixas exclusivas para transporte coletivo em várias capitais buscando dar maior fluidez e velocidade ao trânsito, caminha para resultado maior: a escolha do ônibus como modal de transporte pelo usual motorista do automóvel de transporte individual.

Opção ocorre pelo deslocamento mais rápido sobre a faixa exclusiva, e pelo ganho de conforto de marcha continuadamente aplicado aos ônibus.

Eventual incremento da frota circulante de coletivos terá pequeno efeito nas emissões de poluentes. 

Um ganho silencioso vem-se processando nestes equipamentos. 

Desde 1998, quando a Mercedes-Benz pioneira e corajosamente desenvolveu no Brasil motor para alimentação por injeção de combustível através de comando eletrônico, em lugar da secular bomba mecânica e, mais recentemente, com a adoção da tecnologia Blue Tech, as emissões poluentes foram cortadas drasticamente. 

A injeção eletrônica permitiu regrar melhor a alimentação do motor, oferecendo economia, redução de emissões, melhor comportamento, confiabilidade. 

Passo recente, novo degrau tecnológico, o motor enquadrado no regulamento do Proconve - Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores -, norma oficial de redução de emissões. 

Em sua regra 7, equivalente à européia Euro 5, oferece sensíveis ganhos no setor. 

Se comparado com as regulamentações anteriores, Proconve 4 = Euro 2, as reduções de emissões foram sensíveis: desceram de 100% para 13%. 

Base para a mudança, a disponibilidade do novo diesel S50 - contra o anterior S500.

A Mercedes lidera nas vendas de ônibus no país. Coerente. 

A marca criou o ônibus e fez a primeira aplicação de motor diesel em chassis para trabalho - caminhões e ônibus.


Corredor de transporte e ônibus de operação limpa querem mudar hábitos
____________________________________edita@rnasser.com.br 

sábado, 20 de dezembro de 2014

POLICIAMENTO EM FERNANDO DE NORONHA, ONDE A PREOCUPAÇÃO COM A DEFESA E A PRESERVAÇÃO COM O MEIO AMBIENTE DEVIA SER EXTREMA OPTOU POR UM CARRO HÍBRIDO AO INVÉS DE UM 100% ELÉTRICO PARA POLICIAMENTO DO ARQUIPÉLAGO PELA PM.


A Polícia Militar de Pernambuco começou a fazer o patrulhamento do arquipélago de Fernando de Noronha com um carro Toyota Prius, híbrido.

A iniciativa demonstra preocupação do Estado pernambucano com o meio ambiente, mas poderia ter optado por um veículo 100% elétrico, pois o híbrido, usa um motor gasolina, poluente.

Não se sabe exatamente porque a Secretaria de Defesa de Pernambuco optou pelo carro híbrido, mas segundo ela foi porque o Prius emite baixo nível de poluentes, ainda assim mjito mais elevado do que o carro com motor 100% elétrico, como o Leaf, da Nissan, por exemplo.

O híbrido, que desembarcou no arquipélago no início do mês já caracterizado, conforme padrão da Secretaria de Defesa, foi integrado à frota da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (CIPOMA), "entidade responsável pela preservação do meio ambiente e dos recursos naturais da ilha". 

O Prius é o primeiro veículo híbrido a chegar a Fernando de Noronha com o objetivo de disseminar a utilização de veículos com tecnologia que colabore diretamente com o meio ambiente.


Impacto Ambiental
Atualmente, a família Prius representa o maior número de emplacamentos de veículos híbridos vendidos pela Toyota em todo mundo, com 4,7 milhões de automóveis. 

Em setembro deste ano, a montadora chegou a marca recorde de mais de 7 milhões em vendas globais de todo o seu line up de automóveis híbridos.

Desde 1997, com a chegada do Prius ao mercado, até 31 de setembro deste ano, os veículos híbridos da marca resultaram na redução de 49 milhões de toneladas de CO2 que seriam emitidas na atmosfera, caso fossem utilizados veículos movidos a gasolina de tamanho similar e performance de condução, segundo estimativa da Toyota.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

BMW CONTINUA SEU PROGRAMA DE EXPANSÃO PELO BRASIL. A FÁBRICA ALEMÃ INAUGURA MAIS UMA CONCESSIONÁRIA NO RIO DE JANEIRO, NA RUA REAL GRANDEZA, EM BOTAFOGO, ADMINISTRADA PELO GRUPO ITAVEMA, O MAIOR DO SETOR NA AMÉRICA LATINA, QUE PASSA A COMERCIALIZAR AGORA CARROS PREMIUM BMW.


São Paulo, 19 de dezembro de 2014 – A BMW do Brasil inaugura uma nova concessionária da marca no Rio de Janeiro. 

Representante do BMW Group desde 2013 em Maceió (AL), o grupo Itavema, com a Norden Motors, agora comercializa produtos BMW no seu novo espaço de 1.000 m² na Rua Real Grandeza - bairro de Botafogo - na capital fluminense.

Com cerca de 20 funcionários dedicados, a nova unidade tem um showroom completo com os últimos modelos da marca BMW em um espaço conveniente e confortável. 


Está prevista para o primeiro trimestre do próximo ano a inauguração do Centro de Serviços da Norden Motors, que também estará localizada em Botafogo.

Para marcar o início das atividades, a concessionária realizou na noite passada (18) um coquetel de inauguração, com a presença de executivos do BMW Group Brasil, do Grupo Itavema, representantes da Norden Motors, além de convidados e clientes.

“Um dos nossos principais mercados do Brasil, o Rio de Janeiro agora conta com mais um ponto de vendas com o nível de excelência no atendimento que nossos clientes merecem. Nossa sólida parceria com o grupo Itavema, por meio da Norden Motors já é um sucesso na região do nordeste e temos certeza que se repetirá aqui”, afirma Martin Fritsches, diretor de vendas da BMW do Brasil.

Sobre o grupo Itavema
Há mais de 30 anos no mercado automotivo, o grupo Itavema é o maior grupo de concessionárias da América Latina com mais de 75 lojas, levando até o cliente o que há de melhor em termos de qualidade e credibilidade. 

Com um time de mais de 7.000 profissionais, o grupo vende mais de 86 mil veículos por ano e os serviços de assistência técnica (oficina e funilaria) respondem por mais de 235.000 veículos atendidos por ano.

Representante do BMW Group Brasil desde 2013, o grupo Itavema inaugurou sua primeira concessionária do grupo, Norden Motors, em Maceió (AL), onde comercializa produtos das marcas BMW, MINI e BMW Motorrad.


Serviço
Concessionária Norden Motors – Rio de Janeiro (RJ)

Endereço: Rua Real Grandeza, 352, Botafogo, Rio de Janeiro-RJ

Telefone: (21) 2537-6577

AO CONTRÁRIO DO QUE ACONTECE NA EUROPA, ESTADOS UNIDOS, ENTRE OUTROS PAÍSES, NO BRASIL SÓ A PARTIR DE 2016 É QUE AS MOTOCICLETAS TERÃO DE SAIR DE FÁBRICA COM FREIOS ABS, ANTITRAVAMENTO, MAS O GOVERNO BRASILEIRO É BONZINHO E AS FÁBRICAS TERÃO ATÉ 2019 PARA QUE TODOS OS MODELOS TENHAM ESSE EQUIPAMENTO TÃO IMPORTANTE.


Alta Roda
 

Nº 815 — 19/12/14

Fernando Calmon



BARATO QUE NÃO SAI CARO

Ao apagar das luzes de 2014 surgem boas notícias em relação à segurança veicular e equipamentos obrigatórios para veículos de duas rodas. 

Afinal, o Brasil tem uma frota de motocicletas e motonetas (scooters) de cerca de 14 milhões de unidades, segundo estudos que levam em conta sucateamento natural (sem baixa oficial), acidentes, roubos e furtos. 

Como expõe mais o condutor a riscos do que um veículo fechado, além dos conhecidos problemas de má habilitação, abusos no trânsito e pavimentação esburacada, qualquer avanço em segurança ativa só pode ser muito bem-vinda.

A exemplo dos automóveis, as motos acima de 300 cm³ de cilindrada fabricadas ou comercializadas no País terão de vir de série com freios antitravamento (ABS). 

O cronograma começa em 1º de janeiro de 2016 (10% do total) e termina em 1º de Janeiro de 2019. 

ABS será opcional em modelos abaixo de 300 cm³, mas todas deverão ter ao menos o CBS (em inglês, Sistema Combinado de Freios), recurso de relação preço-benefício bastante adequado, pois aciona juntos os freios traseiro e dianteiro, este parcialmente.

Podem surgir críticas em razão de na Europa o ABS ser obrigatório em modelos de 125 cm³ em diante, mas só a partir de 2016. 

É o mesmo falso discurso de sempre que desconsidera a realidade socioeconômica bem diferente no Brasil. 

O sistema mais eficiente encareceria uma moto básica em pelo menos 20% e, portanto, não seria razoável alijar tantos compradores. 

Nada impede, porém, a partir de 2020 e se o poder aquisitivo subir, ampliar a exigência para 200 cm³ e, depois, 125 cm³.

O setor de duas rodas também pode se beneficiar se entrar em vigor uma lei em discussão no Congresso Nacional (aprovada na Comissão de Viação e Transporte, semana passada). 

Estabelece multa para fabricantes, importadores e lojistas que comercializem bicicletas sem equipamentos obrigatórios de segurança. 

Ou seja, a lei existe, mas como não há punição, se vendem até hoje bicicletas sem campainha, espelho retrovisor esquerdo e sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais. 

São mais de 60 milhões em circulação e em processo de uso nas grandes cidades estimulado menos por razões práticas do que populistas.

Para os automóveis, no entanto, o ano se foi sem novas regulamentações que exigem de quatro a cinco anos para abranger toda a produção. 

Apesar das trapalhadas consecutivas do Latin NCAP, o instituto tem razão em clamar pelo fim da comercialização na América Latina de carros sem nenhuma estrela nos testes de colisão contra barreira. 

Aqui estamos praticamente livres destes modelos, mas os vizinhos continuam a comercializá-los por preços atraentes, uma dificuldade às exportações brasileiras.

Ao menos, dois equipamentos já deveriam estar em cronograma de obrigatoriedade: cintos de segurança retráteis em pelo menos duas posições do banco traseiro e encaixes Isofix para no mínimo dois bancos infantis. 

Há o risco de em 2019 ainda se produzirem modelos sem esses recursos. 

Outros itens de custo baixo e prioritários são o aviso de cintos (pelo menos os dianteiros) não atados e o monitoramento de pressão dos pneus baseado no sistema de freios ABS que já existe em todos os modelos novos.

RODA VIVA

TANTO GM como Ford, ao contrário da VW (com o up!) e da Fiat (novo produto para Betim, em 2016), relutam em se convencer de que o mercado aceita bem modelos sub-compactos, com menos de 3,6 m de comprimento. 

Por isso, GM ainda não fechou a equação de custos do sucessor do Celta e Ford nem cogita de algo menor que o Ka. Apostas de risco?

SINAL dos tempos: Chrysler e Fiat vão sumir do nome corporativo e prevalecerá a
 abreviação de Fiat Chrysler Automobiles. 

Nos EUA, se identificará como FCA US, na Itália, FCA Italy e aqui, possivelmente, FCA Brazil. 

As marcas, claro, continuarão a existir como sempre. 

Curiosamente a nova instalação de Goiana (PE), em 2015, vem sendo chamada de fábrica Jeep.

FLUENCE ganhou competitividade ao manter preço (R$ 66.890 a R$ 82.990) na linha 2015 e acrescentado retoques na dianteira (LEDs diurnos), além de quadro de instrumentos digital e novo sistema multimídia com tela tátil. 

Mecanicamente nada mudou, salvo bons ajustes nas suspensões. 

Pena que não herdou o câmbio CVT (seis marchas virtuais) do Sentra, bem mais adequado.

CHERY decidiu se associar à Anfavea e abandonar a Abeifa que reúne importadores e, agora, apenas dois futuros fabricantes: JAC e JLR. 

O Celer nacional ficará um pouco mais caro que o chinês por ter evoluído. 

Com ajuda do novo QQ brasileiro pretende triplicar vendas em 2015 para 30.000 unidades. Confirmou o SUV novo Tiggo para 2016.

INDIANOS continuam a agarrar oportunidades. 

Depois do negócio mais que inspirador da Tata adquirir, da Ford, a Jaguar e a Land Rover, chegou a vez da conterrânea Mahindra. 

Esta fábrica de utilitários já havia se apossado da sul-coreana Ssangyong e agora comprou de uma massa semifalida a sueca Saab, que já produziu automóveis bem interessantes.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

FORD COMEMORA SUCESSO DE VENDAS DO NOVO MUSTANG E INICIA A PRODUÇÃO DO MODELO CONVERSÍVEL. O MODELO GT COM O PODEROSO MOTOR V8 5.0 É O MAIS VENDIDO. APESAR DO FRIO QUE JÁ ASSOLA OS ESTADOS UNIDOS, A MONTADORA APOSTA NOS RECURSOS DO MUSTANG QUE PERMITE ACIONAR O AQUECIMENTO DOS BANCOS E DO HABITÁCULO DO MUSTANG ANTES DE SAIR DE CASA


O novo Ford Mustang registrou em novembro o melhor resultado de vendas dos últimos oito anos: as mais de 8.700 unidades comercializadas nos Estados Unidos representam um crescimento de 62% comparado ao mesmo mês do ano passado. 



Segundo os distribuidores Ford, os carros permanecem em média apenas oito dias na loja até serem vendidos.


Cerca de metade dos clientes estão optando pelo Mustang GT com motor V8 de 5.0 litros. 


A outra metade se divide em partes iguais entre o motor V6 3.7 e o novo EcoBoost turbo de quatro cilindros. 


A fábrica de Flat Rock, em Michigan, que produz o modelo, está trabalhando com capacidade total para atender o mercado. 

Até o momento, ela já produziu mais de 20.000 modelos fastback para a América do Norte e, agora, prepara o início das exportações para a Europa e a Ásia.

Mustang conversível

Embora o tempo frio tenha chegado excepcionalmente mais cedo este ano nos Estados Unidos, a Ford já abasteceu suas concessionárias com o novo Mustang conversível apostando nos dois recursos do carro que combinam com a estação gelada: bancos aquecidos, partida remota e modo de direção ajustável para neve e chuva.



Os bancos aquecidos, equipamento de série dos Mustang conversíveis topo de linha, mantêm o motorista e o passageiro da frente quentes mesmo quando a temperatura cai.

"Os bancos contam também com a função de resfriamento, mas acreditamos que os clientes não vão usá-la durante os próximos meses", diz Melanie Banker, gerente de Produto do Mustang.


A partida remota, item de série em todos os Mustangs automáticos, permite que o motorista dê a partida no carro sem precisar sair de casa, aquecendo o motor e a cabine quando está frio. 

O modo de direção ajustável, de série nos modelos premium, inclui uma seleção para neve/chuva que ajusta a resposta do acelerador, da direção e do controle de tração para reduzir a derrapagem das rodas e aumenta o controle do veículo nessas condições.


A AUDI LANÇARÁ EM 2015 CARROS COM SOM TRIDIMENSIONAL BANG & OLUFSEN E BOSE. O SISTEMA 3D SERÁ INSTALADO PRIMEIRAMENTE NO MODELO Q7 2015.

O modelo Q7 2015 será o primeiro onde o som 3D será instalado.
Uma experiência de áudio tridimensional digna de um laboratório sonoro: a Audi torna esse cenário uma realidade. 

O som 3D, que em breve entrará em uso na produção, também possibilita que o ouvinte viva a experiência da altura espacial. 

O acréscimo da terceira dimensão torna a impressão acústica ainda mais clara e mais vívida. 


Essa rica experiência de áudio redefine o padrão de referência para o prazer de ouvir música no carro.

Há muitos anos, a Audi ganhou renome por estabelecer repetidas vezes novos marcos em termos de qualidade do som. 



A tecnologia mais recente, o som 3D, estreará no Audi Q7 em 2015. Ela está disponível como um componente do Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen e também do Som Surround da Bose. 

No seu coração há um complexo algoritmo que calcula os sinais de controle para cada autofalante de forma suave e precisa. 

A Audi o desenvolveu para o sistema da Bang & Olufsen em parceria com o Instituto Fraunhofer para Circuitos Integrados de Erlangen.

No primeiro estágio do processo, o software decompõe os dados da fonte musical nos seus menores componentes espaciais. 
Ela faz isso usando as informações espaciais contidas nos dados. 

Por exemplo, quando um artista está cantando no palco, o piso, o teto e as paredes da sala de concerto refletem o som em diferentes intervalos de tempo. 

O som é refletido ao tocar o solo em poucos milésimos de segundos, ao passo que ele só é refletido por uma parede a 40 metros (131.2 pés) de distância após mais de 200 milésimos de segundos. 

Usando essas diferentes reflexões sonoras, o algoritmo consegue calcular um modelo matemático de qualquer sala de gravação. 

É irrelevante se o sinal de áudio é gravado em mono, estéreo ou em um sistema 5.1 Surround Sound. 

O formato dos dados da música e a sua fonte – tal com “online streaming”, rádio VHF ou CD – também são irrelevantes.

O segundo estágio do processo envolve o rearranjo das porções do som para que o padrão sonoro dentro do carro corresponda ao padrão da sala de gravação original. 


Isso requer um intenso esforço de cálculos. No Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen, o processador de sinais digitais energiza 11 canais com um total de 23 autofalantes de tal forma que o som é igualmente preciso e harmonioso em cada assento. 

Quatro autofalantes instalados nos postos A e cada um deles alimentando seus próprios canais difundem as porções sonoras que geram a altura espacial. 

Autofalantes desenvolvidos recentemente, tal como um subwoofer ampliado de 200 milímetros (7,9 pol.) a 250 milímetros (9,8 pol.) e um novo amplificador agora com uma saída de 1.920 watts garantem um prazer da audição do mais alto calibre. 

O sistema Surround Sound da Bose, que gera o som surround com 20 autofalantes, também possui quatro autofalantes localizados em uma posição mais alta para gerar a terceira dimensão.

Com o som 3D, a Audi mantém sua tradição de ser pioneira em soluções tecnológicas. 


Em 2005, por exemplo, vimos o advento do som de altíssima qualidade no Audi A8 com o Sistema de Som Avançado da Bang & Olufsen. 


O som premium da empresa dinamarquesa chegou à categoria de carros compactos em 2012, quando ele surgiu pela primeira vez na terceira geração do modelo Audi A3. 


O novo Audi TT deu um passo importante em direção ao som 3D em 2014 com a adoção da tecnologia Symphoria, um software desenvolvido mais uma vez em parceria com o Instituto Fraunhofer para o processamento e reprodução de sinais de áudio.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

CÂMERA DE RÉ, CENTRAL DE MULTIMÍDIA COM TELA DE 7", BANCOS DE COURO, AR CONDICIONADO E PILOTO AUTOMÁTICOS COMPÕEM A NOVA VERSÃO EXCLUSIVE DO NOVO LOGAN. O CARRO QUE TEM PREÇO SUGERIDO DE R$ 51.070,00, COM CÂMBIO MANUAL. E R$ 53.470,00 COM TRANSMISSÃO AUTOMATIZADA EASY'R, JÁ ESTÁ À VENDA NAS CONCESSIONÁRIAS RENAULT.


A Renault abasteceu as concessionárias da marca, antes do Natal, com a primeira série limitada Exclusive do Novo Logan, que traz acabamento mais sofisticado e mais itens de série, com vantagem no preço para o consumidor.


Por dentro, as novidades são os bancos em couro exclusivos para essa versão, painel em um tom de cinza mais escuro e a inscrição “Exclusive” no volante.

O carro sai de fábrica com ar-condicionado automático, central multimídia Media NAV 1.2 (GPS, Bluetooth, rádio e as funções Eco-Coaching e Eco-Scoring, rodas de liga leve de 15 polegadas com desenho exclusivo, piloto automático (controlador e limitador de velocidade), câmera de ré (com imagem na tela de 7 polegadas do Media NAV 1.2), bancos em couro e vidro do elétrico do motorista “one touch”.

Visualmente, as diferenças do Logan Exclusive são as rodas com acabamento escurecido “dark metal”, os retrovisores em preto brilhante e os adesivos “Exclusive” nas laterais. 




Com motor 1.6 8V, o Logan Exclusive pode ter câmbio manual ou automatizado EASY’R, ambos de cinco marchas, e é vendido em apenas quatro cores: branca, preta, prata e cinza.

O Logan Exclusive tem preço sugerido de R$ 51.070 (com câmbio manual) e R$ 53.470 (com o automatizado EASY’R). 


Na ponta do lápis, o consumidor tem uma vantagem de R$ 710 em relação à versão Dynamique 1.6 com os mesmos equipamentos da série limitada.


O BMW X5 SERÁ VENDIDO NO BRASIL COM DOIS NOVOS MOTORES A DIESEL, COM TRÊS TURBINAS, A CARACTERÍSTICA DESSES PROPULSORES 3.0 DE SEIS CILINDROS, É PROPORCIONAR ANDAR GRANDES DISTÂNCIAS E UM MAIOR DESEMPENHO, CHEGANDO AOS 250 KM/H E DE ZERO A 100 KM/H EM MENOS DE SETE SEGUNDOS, GRAÇAS AO TORQUE DE 740 NM. O MODELO EM DUAS VERSÕES JÁ ESTÁ À VENDA NAS CONCESSIONÁRIAS A PARTIR DE R$ 379.950,00


Força, potência e robustez são atributos típicos da linha X da BMW, que agora conta com duas novas opções de motorização, ambas a Diesel. 

Já disponível na rede de concessionárias em duas versões, xDrive30d e M50d, a nova linha de motores atende clientes que buscam performance com maior autonomia para cobrir grandes distâncias, características inerentes aos motores Diesel e que  estão agora incorporados à família X.

“Os motores BMW Diesel são conhecidos mundialmente pela potência e eficiência, e o lançamento da X5 Diesel representa um passo estratégico para a marca no Brasil”, afirma Nina Dragone, diretora de Marketing da BMW do Brasil.

Extremamente Moderno e InovadorDesenvolvido pela BMW M Performance, o motor 3.0l de seis cilindros em linha da X5 M50d é resultado da longa experiência dos engenheiros da BMW e sua tecnologia triturbo mostra eficiência e potência em diversas faixas de rotação do motor. 


As três turbinas de geometria variável proporcionam uma resposta imediata com elevado torque, disponibilizando toda a sua potência em uma ampla faixa de giros. 

O sistema utiliza duas turbinas menores de baixa inércia em baixa rotação, enquanto a terceira, que desloca um volume maior de ar, atua nas altas rotações. 

Com isso, o torque de 740Nm chega já aos 2 mil giros, e os 381hp de potência podem ser aproveitados até a velocidade máxima de 250km/h, limitada eletronicamente. 

A partir desse sistema inovador, o BMW X5 M50d acelera de zero a 100 km/h em 5,3 segundos, mostrando o verdadeiro DNA da M Performance. 

O sistema de tração integral inteligente BMW xDrive, em conjunto com a suspensão eletrônica adaptativa e o chassi projetado pela M, garante o máximo de conforto e controle do veículo em qualquer terreno.

Além do design M Performance, com rodas M aro 20, o modelo também oferece o que há de mais avançado em equipamentos desenvolvidos pela engenharia BMW: Night Vision com Dynamic Light Spot, o Head-Up Display colorido, som Bang&Olufsen, TV Digital com sistema de entretenimento para quem viaja no banco traseiro e sistema de navegação com tela de 10,2 polegadas.

O BMW X5 M50d pode ser adquirido na rede de concessionárias da marca por R$ 474.950.

Robustez e conforto premium
O BMW X5 xDrive30d, com preço sugerido de R$ 379.950, também apresenta diversos diferenciais de conforto e segurança, como direção ativa, suspensão adaptativa e tecnologia LED para faróis, sistema de navegação Professional e de entretenimento traseiro.

A motorização 30d conta com as tecnologias BMW EfficientDynamicse torna-se a opção perfeita para aqueles que buscam força e robustez, sem abrir mão do baixo consumo e emissões reduzidas.

A versão xDrive30d traz unidade 3.0l de seis cilindros, oferecendo um excelente torque de 560Nm em uma larga faixa de rotações, partindo já de 1.500 RPM, e potência máxima de 258hp. 


O câmbio é automático de oito marchas, e em conjunto com a tração Inteligente BMW xDrive, proporciona o máximo de aderência, indo de 0 aos 100 km/h em 6,9 segundos.

FORD APOIA A CRIAÇÃO DE EMPRESAS “STARTUPS” VOLTADAS À INOVAÇÃO DO TRANSPORTE E MOBILIDADE

A Ford lançou um programa que vai acelerar a criação de empresas “startups” voltadas para a criação de soluções inovadoras na área de transporte e mobilidade. As novas empresas vão receber 120.000 dólares em financiamento, além de três meses de treinamento intensivo em desenvolvimento de negócios, prospecção de clientes e recrutamento de executivos. 

Em parceria com a chamada incubadora de empresas TechStars, essa iniciativa é denominada “TechStars Mobility, driven by Detroit” e vai atuar em ideias inovadoras para facilitar o transporte de pessoas, bens e serviços, resolvendo os desafios da mobilidade urbana, como tráfego e estacionamento.

O objetivo é trazer ao mercado novas tecnologias e abordagens que incorporem os dispositivos móveis com conectividade sem fio e a computação na nuvem para facilitar a locomoção das pessoas. 


Inicialmente, 10 empresas startups de todo o mundo serão selecionadas para participar do programa, que terá sua base no centro de Detroit. 

O programa terá a duração de três anos, com um total de 30 startups. As equipes vão apresentar suas ideias aos investidores, líderes da indústria e outras pessoas da comunidade.

O programa é fruto da visão de Bill Ford, presidente do Conselho da Ford. 


Ele compartilha os ideais de seu bisavô, Henry Ford, ao fundar a Companhia em 1903. 

Líder que tem chamado a atenção do mundo para as potenciais consequências de longo prazo do crescimento desordenado, Bill prevê um futuro marcado pelo baixo crescimento econômico se os desafios do transporte e qualidade de vida não forem enfrentados. 


Forte apoiador do “TechStars Mobility”, Bill Ford e outros líderes da empresa vão participar ativamente do programa e atuar como seus orientadores.

"À medida que a sociedade enfrenta os desafios crescentes dos congestionamentos de trânsito, cidades populosas e infraestrutura deficiente, precisamos reinventar a nossa forma de viver e fazer negócios se quisermos ter um impacto positivo sobre as gerações futuras", disse Bill Ford.


"Estamos vendo hoje o surgimento no mercado de produtos de consumo e serviços emocionantes, criados por empresas startups inovadoras. Será ótimo ajudar a trazer esse novo pensamento para a indústria automotiva e a cidade de Detroit", acrescentou.

Parceria
A fabricante de autopeças Magna International e a Verizon Telematics, líder em serviços conectados para automóveis, são parceiras da Ford nessa iniciativa. 


Juntas, elas vão fornecer 2 milhões de dólares em financiamento, além de orientadores e outros recursos para apoiar as startups. 

Fontinalis Partners, Detroit Venture Partners e o Renaissance Venture Capital Fund são outras empresas apoiadoras.

A TechStars foi fundada em 2006 por um grupo de empresários do Colorado, EUA, com a proposta de reunir uma rede de empreendedores e oferecer um programa de imersão de três meses para a formação rápida de startups. 


Desde então, a empresa se expandiu para Boston, Seattle, Nova York, San Antonio, Austin, Chicago e Londres. 


Menos de 1% dos candidatos são aceitos nos seus programas, mas a taxa de sucesso é impressionante.

O “TechStars Mobility, driven by Detroit” será liderado pelo diretor geral Ted Serbinski – empresário e investidor do Vale do Silício que mudou em 2011 para Detroit para se juntar à Detroit Venture Partners. 


Sua equipe vai receber inscrições para a primeira turma de 10 startups até março. 

O programa começará em meados do próximo ano e terminará em setembro, com duração de três anos e uma nova turma de 10 startups a cada ano.

Mais informações sobre o “TechStars Mobility, driven by Detroit” estão disponíveis no link:

http://www.techstars.com/program/locations/mobility/

FIAT RECEBE PRÊMIO “LÍDERES DO BRASIL 2014”

A Fiat foi eleita “Líder na Indústria Automobilística” no prêmio “Líderes do Brasil 2014”, concedido pelo Lide – Grupo de Líderes Empresariais e pelo SBT (Sistema Brasileiro de Televisão). 

Na cerimônia de premiação que aconteceu no Palácio do Governo do Estado de São Paulo, Cledorvino Belini, presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, ao receber o troféu em nome da empresa das mãos do governador Geraldo Alckmin, ressaltou: “Vivemos em um ambiente de negócios competitivo, com consumidores cada vez mais exigentes. Por isto, a Fiat está em permanente transformação, adaptando-se às novas realidades que se apresentam, para surpreender nossos clientes com produtos e soluções inovadoras”.

Os premiados em 23 categorias foram indicados pelo júri do evento e receberam homenagem por terem demonstrado talento, competência e comprometimento na construção de um Brasil melhor e mais competitivo.


CHEVROLET PRISMA, UM CARRO PARA O QUE DER E VIER.


Texto e fotos de Arnaldo Moreira 

Ao entrar na garagem do meu prédio com o Prisma LTZ que acabara de receber da GM para teste, uma vizinha, mal abri a porta do carro, diz-me: "Estou adorando o meu Prisma, ó carrinho legal, sempre disposto, e olha que na rua não me deixa passar vergonha".



No dia seguinte, ao sair para avaliar esse simpático Chevrolet lembrei-me das palavras da senhora apaixonada pelo seu Prisma e nas pistas do Aterro do Flamengo deu para perceber que ela não estava longe da verdade.



Ao pisar no acelerador, o motor 1.4 da versão LTZ com transmissão automática de seis velocidades, não se fez de rogado e mostrou sua disposição, chegando rapidamente aos 90 km/h permitidos nas pistas que margeiam o belo Parque do Flamengo com seus jardins assinados pelo paisagista Burle Marx.



Mas, o sedan já tinha-me apresentado outros dons, conforto e dirigibilidade. 


Quem olha o carro externamente não imagina o espaço interno que ele oferece. 



O banco traseiro é, além de confortável, amplo. Falta, porém, o encosto de cabeça para o passageiro do meio. 



Mas, o que nos deixa boquiaberto é o tamanho gigante do porta-malas, de 500 litros.


A posição ao volante oferece uma direção agradável garantida pelo banco regulável que acomoda as costas perfeitamente.


Nas ruas cariocas um tanto esburacadas, a suspensão mostrou-se eficiente, absorvendo bem as irregularidades do piso. 


As arrancadas na saída dos sinais do trânsito carioca são muito satisfatórias e o tamanho do compacto ajudam muito no tráfego pesado da Cidade Maravilhosa, marcada por obras em diversas áreas para atender à mobilidade na cidade durante os Jogos Olímpicos, 2016.



Na estrada, o Prisma se comportara muito bem, completando curvas com segurança e vigor, evidenciando-se nas retomadas, muito boas para um propulsor gerando 98 cv abastecido com gasolina (106 cv com etanol).



O carro vem equipado, em todas as versões, com direção hidráulica, ar-condicionado, airbag duplo, banco traseiro bipartido, ajuste de altura para volante e banco do motorista, além de freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem.





No painel, o sistema multimídia MyLink, touch, com tela de 7", permite atender e fazer ligações em viva-voz, contatar o assistente pessoal Siri do IPhone e acessar diversas funções do rádio. 

Ainda é possível alternar as diversas mídias disponíveis (USB, auxiliar e Bluetooth) sem tirar as mãos do volante.



No volante, de pegada firme, há teclas do controle de áudio posicionadas na extremidade do raio direito do volante, bem ao alcance dos dedos.


No raio esquerdo continuam os comandos do controle de velocidade (Cruise Control), mais um equipamento comum apenas em carros de segmentos superiores.



A GM já anunciou que na linha 2015 mantém os motores Flex Fuel SPE/4 (Smart Performance Economy 4 cylinders), com injeção sequencial e ignição independente por cilindro - cada qual alimentado por uma bobina individual do mesmo naipe da usada no Camaro, o que diminui o esforço do motor e a reduz a perda da energia por ele gerada.



Minha vizinha tinha absoluta razão, o Prisma é um belo carro, que custa a partir de R$ 43.250,00.




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