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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

CARROS E MAIS CARROS, LANÇAMENTOS E MAIS LANÇAMENTOS MARCARÃO ESTE NOVO ANO AUTOMOTIVO BRASILEIRO. QUE VENHAM AS BOAS NOVIDADES DE 2015


Coluna nº 215 - 9 de Janeiro de 2015
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As boas novidades de 2015

Previsões para este ano indicam será pareado com o exercício passado: equilíbrio numérico em vendas e em lançamentos. 


Olhando o painel significa briga intensa em dois segmentos opostos: o de entrada, com Gol buscando recuperar a liderança perdida ao Palio, este mantê-la, e a presença de concorrente insuspeitado, o Ford Ka. 

No outro extremo, as marcas caras aos brasileiros, tanto no sentido de custo elevado, e como admiradas, Mercedes, BMW, Audi, Jaguar e Land Rover, Toyota Camry e Lexus, preveem crescimento.

Na prática numérica significa em torno de meia centena de novidades durante o ano novo. 


Um lançamento por semana, confuso para público, intenso para Imprensa, atrapalhado como mídia. 

Cada centímetro e cada segundo de mídia deverão ser bem considerados.

Nos segmentos mais alcançáveis ao público, o mercado nacional indicará expansão no de atual moda, o sav/suv – ditos erradamente jipinhos.


Nos SAV – Sport Athletic Vehicles, maior crescimento - são maioria dos ditos utilitários esportivos, apenas carros de diversão, sem direcionamento a aplicações duras fora de estrada, os SUV. 


De relevo, as novidades principais, Jeep Renegade, com a marca voltando ao Brasil, e a Pernambuco, onde iniciou ser montado há exatos 50 anos; Honda HR-V, feito sobre a plataforma Fit/City; Peugeot 2008. Primeiro com comercialização prevista para abril, demais, em junho.

Semi novidades, Ford EcoSport, case de rentabilidade anteriormente solitária, e concorrente Renault Duster passarão por leve revisão estética.



Renegade, Jeep volta ao Brasil.



Picapes
Em picapes, Renault e Fiat afiam seus produtos e argumentos. 


Ambos criam novo segmento, o dos picapes intermediários, prensado entre os de entrada no mercado – Fiat Strada, VW Saveiro, GM Montana -, e os grandes – Ford Ranger, GM S 10, Toyota, Nissan Frontier, Mitsubishi Triton, VW Amarok. 

Curiosidade, as novidades em porte se assemelham aos grandes, porém, pelo uso de tração dianteira, se alinham aos menores. 

O da Renault, chamado Oroch, foi mostrado no Salão do Automóvel e está pronto à produção.


Picape Oroch


Da Fiat, conceito disfarçado em automóvel esteve na mesma mostra. 

Nos picapes VW Amarok, Ford Ranger sofrerão atualização estética, e Toyota Hi-Lux terá modelo novo.

Automóveis
No segmento duas novidades disputam a primazia de lançamento: New Versa, variante expandida do pequeno March, produção iniciada pela Nissan nacional, motores 1.0 e 1.6, lançamento no segundo trimestre; e o chinês nacionalizado Chery Celer. 

Junho, apresentação de duas outras novidades no Salão do Automóvel, em Buenos Aires: Ford Focus – e se espera política comercial capaz de valorizá-lo, como não ocorreu nas gerações anteriores; e VW Jetta – a pronúncia adotada para o Brasil não interpreta o “J” como “I” ou “Y”.


Jetta, topo dos VW nacionais.



Bravo, revisto, será lançado em janeiro/fevereiro; VW terá novidades com o Gol; e aplicação de turbo em motores pequenos produzidos no País – Honda 1.5, VW 1.4, Ford 1.0 - gerarão atrativos e versões. 


Renault finaliza versão Sandero GT com acertos de suspensão, direção e, talvez, no motor 2.0.

Em agosto, lançamento do sedã Audi A3 1.4 produzido no Paraná.


Importados

Jaguar XE, modelo de entrada, de sucesso dependendo de preço concorrente com Audi A3 e A4, BMW Serie 3 e Mercedes C. 

BMW terá Mini alongado, quatro portas, o Activer Tourer, com tração dianteira, concorrendo com Classe B Mercedes. 

Esta trará novo Smart- sua visão sobre o Renault Twingo, dividindo plataforma, e motor traseiro.

Já mostrado, Suzuki S-Cross, substituirá o bom sedã SX4.

Suzuki S-Cross


Roda-a-Roda

Mais – Hyundai e Kia construirão duas fábricas na China elevando capacidade industrial a 300 mil unidades/ano. 


Querem aumentar participação no maior mercado do mundo, seguindo as maiores concorrentes. Em 2014, Hyundai vendeu mais de 1 milhão de unidades na China.

E mais – Francesa PSA Peugeot Citroën e cazaquistanesa AllurGroup acordaram montar veículos na fábrica Saryarka AutoProm, em Kostanai. 


Começa em 2016 com Peugeot 301, mais vendido da marca no País. Mercado pequeno, 12.000 unidades, em 2016, mas para quem está nadando contra a maré, qualquer venda é conquista.

Outro – O mercado do Cazaquistão expande-se quase geometricamente. 



De 45.000 unidades, em 2011, prevê-se 200.000 unidades, em 2015.


Ching ling – Acredite, o Jaguar XE será produzido na China, em joint venture entre Jaguar Land Rover e a matriz da Chery.

Mudança – A Jaguar sempre vendeu contadas unidades e o atual proprietário - grupo indiano Tata – informa terem sido 80.000, em 2014. 


Com o XE chinês, e possível produção no Brasil e na Arábia Saudita, quer mudar o desenho da marca e vender 850 mil unidades em todo o mundo, até 2020.

Pretensão - Formidável salto de uns 1.050%.  

O XE é o modelo de entrada e concorre com Mercedes C, BMW 3 e Audi A3 e 4.


Roda – Indústria automobilística continua se movendo, apesar dos comandos momentâneos para se adequar à velocidade do mercado. 


Lançamentos se iniciam em janeiro, 27, com Audi apresentando novos motores para A4 sedan e Sportback: 1.8 Ambiente TFSI – injeção direta com turbo de dupla injeção, 170 cavalos de potência.

Razão – Motorização era 2.0 com 180 cv, mas a Audi reduziu-o em cilindrada e em 10 cv de potência, rendimento assemelhado, menor consumo e emissões. 



Integra ação para enfrentar BMW Série 3 e Mercedes Classe C.


Mais - Fiat exibirá Bravo 2015, em data lindeira. 

Nissan New Versa iniciou ser produzido, com apresentação em março. 


É feito sobre plataforma March.


E + - Jeep Renegade faz série inicial na nova fábrica FCA, em Pernambuco.FCA é Fiat Chrysler Automobiles. 

Lançamento final de março.

Agenda – Férias natalinas encerradas com entrevista no Dia de Reis, Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan, anunciou início da produção de motores 1.0 tricilíndricos, poli válvulas, bloco em alumínio, em Resende, RJ.

Projeto – Inicialmente os 77 cv de potência e 10 m.kgf de torque moverão o New Versa. 


Logo após, March novo e antigo e, naturalmente, Renaults com opção 1.0: Clio, Logan e Sandero, substituindo atuais 1.0 Renault. 


Não há razão econômica para dois motores com a mesma cilindrada na mesma Aliança.

Líder – Em vendas Fiat superou Volkswagen entre Natal e Ano Novo. 

Líder desde julho com Palio frente a Gol, em dezembro VW conseguiu fazer grande venda e voltou a liderar. 

Fiat respondeu com esforço e descontos, passando o Gol em 385 unidades – em torno de 0,4%. Quebrou 27 anos de liderança.


– Governo Dilma 2, ambicioso no reduzir despesas e aumentar receita, não fará graça ao grande público. Assim, a extensão do IPI reduzido para os automóveis, encerrada dia 1 não volta. Por cilindrada, o imposto sobre produtos industrializados voltará a ser:

                                        era        é
até 1.000 cm3                  3%            7%
de 1.000 a 2.000 cm3    9%        11% (se gasolina, 13%)



Ainda – Redução vale a veículos faturados até 31 de dezembro. 



Como o estoque de fábricas e distribuidoras é de médios 40 dias de produção, benefício existirá até, pelo menos, próximo mês.


Cenário – A redução do IPI foi arma governamental para insuflar venda de veículos – e garantir empregos. 

Porém, o mercado em 2014 exibiu queda – e não recolhimento de impostos. 

Assim, na dúvida se a medida fomenta vendas, ou se é corte adicional à receita, acabou.

Na prática – Deveria continuar. 


O total de impostos nacionais já é muito alto e nada justifica aumentar a carga tributária ante os maus serviços públicos oferecidos aos contribuintes. 


O retorno ao patamar anterior significa corrigir preços dos carros 1.000 em 4,5%.


Questão – Decisão delicada. Redução significou não recolher R$ 6,5 bilhões ao caixa do governo desde 2011. 

Quantos empregos garantiu e a que custo? De outro, quem não usufruiu deixou de ter transporte, saúde, infra estrutura melhores.

Sinal – Discurso de posse presidencial sinalizou o futuro. 


Foi atrapalhada junção de frases; manteve como meta projetos não cumpridos; por ele a economia andou bem; e na Petrobrás a culpa dos mal-feitos é apenas de funcionários e inimigos externos. 


Aqui tudo foi e vai muito bem.



Já vi – Fez par com a justificativa de Nicolás Maduro, da Venezuela, para a situação catastrófica de seu país: 

os EUA baixaram o preço do petróleo para prejudicá-la... 


Culpa por problemas é sempre dos outros. Governantes são sempre dedicados sábios.

Ocasião – Dois de janeiro, primeiro dia pós posse, na página de editoriais do Correio Braziliense, lido fisicamente nas mesas do Poder, Cledorvino Belini, presidente da Fiat, conseguiu publicar artigo – “O Brasil depois das eleições”.


Recado - Visão prática do empresário de talento reconhecido mundialmente: estratégia de crescimento e sustentação de ciclo de expansão em longo prazo; retomada dos investimentos produtivos focados em inovação e ganhos de produtividade. Consultoria graciosa.


Processo – Ante a queda de vendas montadoras vem dando férias, folgas remuneradas, incentivando demissões com prazo e vantagens. 


Pós-volta de folga remunerada Volkswagen quis demitir 800 funcionários – menos vendas significam menor produção e menores insumos e mão de obra. 


Sindicato não gostou e conduziu greve geral. Parece tiro no pé.


Sonho – Desejo secreto dos fabricantes é de greve. 

Afinal, a produção é interrompida sem remuneração, cessa a formação de estoque enquanto este escoa. 

Pode haver enzima política na paralisação: testar o novo presidente da Volkswagen para medir o peso do Sindicato.

Freio – Ministro das Cidades Gilberto Kassab, a quem estão afetos Contran e Denatran, sustou por 90 dias vigor da Resolução obrigando troca de extintores e multa por vencimento ou ausência. 



Equipamento é difícil de ser encontrado.


Ocasião – Boa ocasião de o Ministro avocar os estudos que recomendaram a obrigatoriedade do uso de extintor, para saber quantos incêndios/ano há na frota nacional.

Há mais de 20 anos esta utiliza injeção eletrônica e com isto eventual risco de incêndio tornou-se nulo. 

Obrigatoriedade do uso e troca do extintor é de suspeita insensatez.

Vida real – Não interessa à sociedade, ao contribuinte, mas apenas aos fabricantes de extintores e policiais corruptos. 


É medida injustificável, merece ser revogada, e a hora é esta. 


Ministro novo deve mostrar serviço. Bom serviço.

Proximidade – Está perto o carro autônomo, o capaz de auto condução. 


Audi realizou test-drive em 900 km com Imprensa especializada, levando um A7 ao Consumer Electronics Show, o CES 2015. Motorista será figura decorativa.

Como - Carros autônomos recebem sinais externos, saem, andam, mudam de rota e chegam sem interferência do motorista, presente por imposição legal.

Tre-le-le – Confusão entre a revendedora Caramori Veículos e a representada Jaguar Land Rover em Cuiabá, MS por cancelamento da concessão. 



Revenda alega ter sido notificada fora do prazo contratual.


Sucesso – Diz, além da impropriedade jurídica, superou em 60% metas ditadas pela concedente, vendendo quase 1.000 veículos em cinco anos; e trabalhará até o final da discussão judicial. 


JLR quer encerrar em maio.


Produtividade – Raizen, associada da Shell iniciou produzir álcool celulósico a partir de bagaço de cana de açúcar. 


Nova fonte amplia volume produzido em até 50%.

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GM FOI LÍDER DE VENDAS EM 2014 NO SEGMENTO DE VENDA DE CARROS A PESSOAS FÍSICAS E ONIX ENCABEÇA ESSE RANKING


São Caetano do Sul - A Chevrolet encerrou 2014 com quase 580 mil automóveis negociados e manteve a liderança no segmento de varejo pela segunda vez consecutiva, atingindo seu principal objetivo traçado para o ano.

As vendas de varejo, em suma, são aquelas feitas a pessoas físicas nas concessionárias e desconsideram os montantes adquiridos por empresas e frotistas, que costumam comprar grandes lotes a preços diferenciados.

A Chevrolet fechou o ano com quase 18% de participação no varejo, vantagem de mais de um ponto percentual em relação ao segundo colocado e de quatro pontos percentuais ante o terceiro.

?Quando o cliente procura um carro para uso pessoal, o nível de exigência em relação ao produto geralmente é muito maior. 

Além de preço competitivo, o produto precisa ter design atraente, conforto e muita tecnologia, atenta Marcos Munhoz, vice-presidente da GM do Brasil.

Para atrair a atenção do consumidor em 2014, a empresa lançou campanhas cheias de criatividade e ousadia, como a que ofereceu carro a preço de empregado, em maio; o plano sem IPI e com juro zero, em setembro; e, em outubro, a promoção das Américas, que garantia a recompra do veículo caso o dono não se sentisse satisfeito com o produto.

Líder
A excelente aceitação do Onix pelo consumidor ajuda a explicar o bom desempenho comercial da marca Chevrolet no mercado nacional.

De janeiro a dezembro foram emplacadas mais de 150 mil unidades do hatch compacto, sendo cerca de 130 mil delas no varejo, posicionando-o como o carro de geração única preferido dos brasileiros.

O Onix completou em novembro dois anos no mercado brasileiro e vem registrando consecutivos recordes de emplacamentos. No mês passado, 17,9 mil unidades foram negociadas no país.

Recentemente ganhou mais uma versão, a Effect, de visual esportivo.

Também foi apontado como o carro nacional com o maior valor de revenda, de acordo com levantamento feito pela AutoInforme/Molicar em todos os Estados da nação.

Disponível em versões 1.0 e 1.4, o Onix foi o pioneiro no seu segmento a oferecer, por exemplo, sistema de conectividade multimídia e transmissão automática de seis marchas.

FIDELIZAÇÃO É O ITEM QUE AS EMPRESAS MAIS PREZAM EM SEUS CLIENTES. NOS ESTADOS UNIDOS, AS MONTADORAS OFERECEM MANUTENÇÃO GRÁTIS DURANTE O PERÍODO DE GARANTIA, OU NOS PRIMEIROS ANOS DO CARRO. ESTÁ AÍ UM BOM EXEMPLO PARA SER SEGUIDO NO BRASIL. SERVIÇO GRÁTIS ATÉ QUE É UMA BOA ISCA


Alta Roda

Nº 818 — 9/1/15

Fernando Calmon 



SERVIÇO GRÁTIS, BOA ISCA

Fidelização é fundamental em um setor altamente competitivo como o automobilístico. 

Nos EUA, então, segundo maior mercado mundial e detentor da maior frota em circulação (250 milhões de veículos, seis vezes maior do que a do Brasil) a busca por reter o cliente tornou-se diuturna e quase tão essencial como o ar que se respira tanto para o fabricante como para sua rede de concessionárias.

Lá existem pesquisas de satisfação que acompanham a percepção de qualidade em curto e longo prazos por meio de entrevistas e formulários preenchidos pelos motoristas e compilados por empresas especializadas. 

Não se tem certeza do grau de alcance dos rankings nas decisões de compra, mas nenhum fabricante quer aparecer mal na foto por longo período.

No mercado americano as marcas premium descobriram uma boa isca ao oferecer manutenção gratuita nos primeiros anos ou no período de garantia. 

Mas essa história começou a mudar. Marcas generalistas também avaliaram que atrair os clientes com ações relativamente baratas dá certo.

Alguns fabricantes de alto volume de produção não cobram, para modelos específicos, troca de óleo, rodízio de pneus e até alinhamento de direção. 

Não se trata de promoção eventual. Está incluído no preço de venda (sem qualquer aumento) e a concessionária é reembolsada. 

Os dois primeiros serviços citados custam em média, nos EUA, cerca de US$ 60 (R$ 160).

Embora a grande maioria das concessionárias tenha recebido bem a iniciativa, há os descontentes ou menos entusiasmados. 

Uma das razões é o reembolso propiciado pela fábrica menor do que o custo real, em certos casos. 

Por outro lado, empresas que já tinham vislumbrado essa oportunidade de fidelizar o cliente e por conta própria concediam a cortesia perderam esse trunfo. 

Agora, com o reembolso, talvez possam ofertar outros serviços sem cobrança.

Para os fabricantes representa desdobramentos interessantes. 


Atrair motoristas para as lojas significa algo mais que estreitar laços comerciais ou a possibilidade de novos negócios ou mesmo criar fidelização. 

Facilita a identificação de problemas de qualidade em tempo bem menor e, em consequência, antecipa ações corretivas. Isso é fundamental para o cliente perceber – e registrar nas pesquisas – a agilidade na solução de defeitos, às vezes pequenos, mas que aborrecem.

Também se tornou necessário mostrar que os preços das concessionárias são competitivos. 

Lá como aqui os centros automotivos se tornaram fortes concorrentes e, após o período de garantia, tendem a atrair muitos clientes. 

A resposta foi o pacote fechado de serviços regulares de manutenção, hoje aplicado praticamente por todas as marcas. Isso estreitou bastante as antigas diferenças.

No Brasil ainda se está à espera de quem vai tomar a iniciativa de ofertar alguns serviços gratuitos. 

Por enquanto, o máximo a que se tem acesso é a possibilidade de incluir no financiamento do veículo o plano de manutenção programada. 

Não se trata do melhor dos mundos porque as taxas de juros são bem maiores que nos EUA.

E dificilmente, quando há promoções de juros abaixo da referência de mercado, isso se estende ao programa de revisões financiadas.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

sábado, 3 de janeiro de 2015

BMW REGISTRA A MELHOR PERFORMANCE DE VENDAS EM TODA A HISTÓRIA DA MARCA EM PORTUGAL, APESAR DA CRISE.


No ano em que o BMW Group Portugal celebra uma década de sucesso, o BMW Group vendeu no mercado 12.961 unidades, entre automóveis BMW e MINI e motociclos BMW, o que corresponde a um crescimento de 35% face ao ano anterior e representa o melhor ano de sempre para o BMW Group em Portugal.

O mercado automóvel registou um crescimento significativo de 35%, uma tendência observada pelo segundo ano consecutivo após vários anos em queda e que corresponde a um mercado total de 142.827 unidades.

O mercado de motociclos registou igualmente um crescimento na ordem dos 4% em relação ao ano anterior o que corresponde de um mercado total de cerca de 18.700 unidades.


BMW – O melhor ano de sempre em Portugal, com a liderança do segmento premium pelo 10º ano consecutivo

O ano de 2014 foi, à semelhança dos anos anteriores, um excelente ano para a BMW. Com 10.617 vendas, a marca cresceu 39% face a 2013 e registou o melhor resultado de sempre em Portugal, tendo atingido uma quota de mercado igualmente recorde de 7,4%, o que corresponde a um crescimento de 0,2 pontos percentuais face a 2013.

Pelo 3º ano consecutivo a BMW reafirma a 4ª posição no ranking das marcas de automóveis ligeiros de passageiros mais vendidos em Portugal e manteve a liderança do segmento Premium pelo 10º ano consecutivo.

Este resultado teve o grande contributo das séries mais vendidas, nomeadamente o BMW Série 1 com 3.458 unidades, o BMW Série 3 com 3.135 unidades e o BMW Série 5 com 1.523 unidades. 

A gama BMW X cresceu 24% face a 2013, tendo registado 1.022 unidades vendidas em 2014.

A recente submarca BMW i completou recentemente o seu primeiro ano no mercado, tendo registado 85 unidades vendidas, liderando desta forma o segmento de veículos elétricos em Portugal. 

De salientar o BMW i8, o automóvel desportivo do futuro, que após o seu lançamento em julho de 2014 registou uma procura superior à oferta planeada para Portugal tendo alcançado 13 unidades vendidas em 2014.

O ano de 2014 ficou marcado para a BMW não só como um ano de excelentes resultados como também pelos 14 lançamentos de novos produtos, um número recorde de lançamentos num só ano para a BMW, tendência esta que se irá manter em 2015.


MINI – Ano de 2014 marcado por um crescimento de 25%

Desde a entrada no mercado português em 2001 a MINI têm vindo a afirmar uma sólida presença no mercado. 

Durante o ano de 2014 foram vendidas 1.550 unidades, o que corresponde a um crescimento de 25% em relação ao ano de 2013. 

Para este resultado, contribuíram os quatro lançamentos da marca, dos quais destacamos a nova geração MINI nas versões de 3 e 5 Portas.

A gama mais vendida em 2014 foi o MINI 3 Portas com 645 unidades vendidas, seguido do MINI Countryman e do MINI Paceman com 544 e 120 unidades vendidas respectivamente.

O novo MINI 5 Portas, presente no mercado desde outubro de 2014, alcançou em apenas 3 meses 112 unidades vendidas, o que deixa antever o sucesso previsto para este novo modelo.

De facto, todos os modelos da gama MINI contribuíram para este bom resultado, o que revela que a MINI não está por si só dependente de apenas um modelo.


BMW Motorrad – Crescimento de 10%. Líder no segmento acima de 750cc

Em 2014 a BMW Motorrad registou 782 unidades vendidas, o que corresponde a um crescimento de 10% face a 2013.

O mercado de motociclos registou um crescimento na ordem dos 4% em relação ao ano anterior. 

A BMW Motorrad mantém a liderança no segmento de motos de cilindrada acima de 750cc - o principal segmento de atuação da marca - com uma quota superior a 40%.

Para este resultado contribuíram as diversas gamas com particular destaque para a BMW R 1200 GS com 185 unidades, tornando-se na mais vendida durante 2014, seguida da R1200 GS Adventure com 161 unidades vendidas. 

O lançamento das novas BMW R 1200 RT, BMW R1200 GS Adventure e da BMW R nineT contribuíram em grande parte para o sucesso de vendas conquistado este ano, já que juntas representam 35% das vendas.

Com a preocupação de proporcionar aos clientes BMW Motorrad um serviço completo, a marca aposta cada vez mais no mercado da venda de equipamentos e acessórios, sendo que o ano de 2014 foi o melhor ano de sempre de vendas nesta área.

Os recentes lançamentos tornaram a gama atual na mais recente e rejuvenescida dos últimos 5 anos, o que contribui em grande parte para uma boa expectativa de crescimento para os próximos anos.

BMW Financial Services – Número recorde de contratos de financiamento

Ao longo do ano de 2014 a BMW Financial Services conseguiu alcançar um número recorde de financiamentos, tendo registado um aumento de 16% em relação ao ano anterior em todas as suas vertentes de negócio ligadas ao financiamento automóvel o que reflete um resultado de 6.735 novos financiamentos.

Destes 6.735 financiamentos, 76% dos contratos tiveram como fim automóveis BMW, 15% automóveis MINI e 8% para motociclos BMW. 

Foram ainda efetuados 51 contratos para veículos de outras marcas.

A carteira de contratos ativos registou um crescimento de 5,4%, o que se traduz na gestão de uma carteira de 17.868 contratos ativos no final de 2014.

Também o sector dos seguros registou um crescimento de 11%, tendo sido efetuados 2.408 novos contratos em 2014.

Sobre o BMW Group
Com as suas marcas BMW, MINI e Rolls-Royce o BMW Group é o construtor premium de automóveis e motos mais bem-sucedido do mundo, providenciando também serviços financeiros e de mobilidade.

Em termos globais, o BMW Group detém 30 fábricas em 14 países e uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2013, o BMW Group atingiu um volume global de vendas de aproximadamente 1.963 milhões de automóveis e de 115.215 motociclos. 

O resultado, antes de impostos, foi de 7.91 mil milhões de euros, num total de 76.06 mil milhões de euros de volume de negócios. 

Em 31 de Dezembro de 2013, a empresa empregava um total de, aproximadamente, 110.351 colaboradores.

O sucesso do BMW Group tem sido, desde sempre, construído numa ótica de longo prazo e assente numa conduta responsável. 

Desta forma, a Companhia estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valores, bem como uma ampla responsabilidade de produto e um evidente empenho na conservação de recursos, como parte integrante da sua estratégia.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

CARROS EM QUE O MOTORISTA PODE SER APENAS UM PASSAGEIRO ESTÁ MAIS PERTO DO QUE SE IMAGINA E ESSES VEÍCULOS TERÃO A VANTAGEM DE NÃO FICAREM SUJEITOS A COLISÕES E ATROPELAMENTOS TODOS SERÃO EQUIPADOS COM SISTEMAS QUE EMITEM E RECEBEM ONDAS MAGNÉTICAS QUE GARANTEM ABSOLUTA SEGURANÇA. NOS ESTADOS UNIDOS O SISTEMA PASSA A OPERAR EM 2016. JÁ NO BRASIL...


Alta Roda 

Nº 817 — 1/1/15

Fernando Calmon



FUTURO SEM ACIDENTES

Embora o entusiasmo revelado por alguns fabricantes sobre a possibilidade de, a partir de 2020, ter início a era dos carros de direção autônoma, em que o motorista só vai dirigir se for seu desejo, ainda há vários obstáculos técnicos, de legislação e até de comportamento a superar. 

Antes disso, há necessidade de regulamentar e implantar uma nova tecnologia essencial conhecida como V2V (sigla inglesa para veículo a veículo,) que permitirá uma verdadeira e extensa comunicação entre automóveis e destes com a via.

O Departamento de Transportes (DOT, em inglês) e a Administração Nacional de Segurança de Tráfego Rodoviário (NHTSA, em inglês), ambos dos EUA, acabam de se unir para propor uma legislação específica que entrará em vigor em 2016. 

Sem uma série de protocolos, regulação do espectro de ondas magnéticas, confiabilidade, privacidade, custos e, principalmente, segurança nada poderá avançar. Sem isso não existirá o veículo autônomo.

Aspectos importantes de como evitar colisões e/ou atropelamentos estão mais próximos de alcançar em larga escala os carros comuns desde já. 

Tecnologia V2V tem potencial de se fundir aos vários recursos hoje já existentes – desde controle adaptativo de velocidade de cruzeiro até o alerta de mudança de faixa – e proporcionar um grau de proteção quase absoluto envolvendo todos os carros em circulação. 


Por isso, o potencial de chegar a praticamente zero em acidentes de trânsito há muito deixou de significar peça de ficção científica, apesar do longo tempo de desenvolvimento ainda necessário.

Haverá etapas a superar. Segundo o DOT e a NHTSA, apenas o Assistente de Conversão à Esquerda (ACE) e o Assistente de Movimentação em Cruzamentos (AMC) poderiam evitar quase 600.000 acidentes e poupar 1.100 vidas naquele país, anualmente. 

ACE adverte o motorista que não avaliou bem distância e velocidade de um veículo em sentido contrário e o AMC avisa que existe alta possibilidade de colisão com um ou mais veículos independentemente de semáforo.

A partir do momento que todo o parque circulante dispuser da tecnologia V2V, em vez de uma simples luz piscando no quadro de instrumentos ou sinal sonoro, o sistema poderá inibir o avanço do carro com potencial de causar acidente. 


Informações trocadas entre veículos se limitarão a dados básicos de segurança, sem identificação que ameace a privacidade dos envolvidos.

Na Europa, trabalha-se em projetos semelhantes, entre eles o RACE, acrônimo em inglês para Ambiente Computacional Automotivo Robusto e Confiável, para o Futuro Eletrônico dos Carros. 

Hoje, um automóvel comum pode conter até 70 sistemas de controle, incluídos os de segurança, sem contar milhares de subfunções, tudo interagindo. 

Intenção do RACE é criar uma única arquitetura computacional centralizada e padronizada.

Enfoque se aproxima dos sistemas sem fio e de outras tecnologias existentes nos aviões. 

Permite designar rápido e facilmente novas funções, além de disponibilizar atualizações à semelhança dos telefones inteligentes. 

Trata-se de ferramenta de conectividade essencial para carros autônomos e segurança do tráfego.

Futuro sem acidentes será muito bem vindo.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

DESEJOS PARA O NOVO ANO, ALGUNS SE CONCRETIZARÃO OUTROS NÃO PASSARÃO DE SONHOS, MAS SÃO ESTES QUE MOVEM A VIDA QUE REVOLUCIONAM O MUNDO. O ANO NÃO VAI SER FÁCIL, POR ISSO NASSER NA PRIMEIRA COLUNA DO ANO SUGERE QUE SE SIGAM EXEMPLES DE LÍDERES QUE CONSEGUIRAM SUAS METAS COM CRIATIVIDADE E FIRMEZA. ESTAMOS PRONTOS!



Coluna nº 0115 - 1 de Janeiro de 2015

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Desejos para o seu 2015 

Em desejos para o próximo ano, melhor começar entendendo-o como um desafio, com a economia em dúvida entre ser corrigida pelo trio nomeado pela presidente, e se esta permitirá a aplicação corretiva ao descontrole do primeiro governo Dilma. 


Se as previsões são de contração e aumento de custos e impostos, cuide-se com suas despesas. 

Boa hora para investir por quem está entesourado. Caso contrário, segure-se com os financiamentos.

2014 foi excelente para a coluna De Carro por Aí: praticamente dobrou o número de leitores: arranhamos os 10 milhões de acessos, pelos seis jornais e os 22 da mídia eletrônica que a veiculam.

A eles a Coluna agradece o interesse e, no melhor estilo de princípio de ano, deseja:

Que você tenha a competência de observar os sinais à sua volta para perceber mudanças, como no caso dos Peugeot, comprados mandatoriamente nas versões mais caras;

OOOO

Que você adote, em caso de necessidade, a coragem desta marca, em mudar de foco: privilegiar as versões mais caras, cortar a produção, optar por vender menos, com mais lucros;

OOOO

Que você aja como a PSA, holding da marca, antecipando-se aos problemas, favorecendo a união de suas marcas Peugeot-Citroën e DS num mesmo negócio. 



Resumir vendas significa risco à rede e, para preservá-la, a concentração dos negócios;


Peugeot e Citroën unirão rede de revendedores

Que você veja solução nos problemas. Com a projeção de falta de energia, a Honda implantou parque de geração eólica para evitar reduzir produção;

OOOO


Que você troque de automóvel. Em 2015, novidades nacionais atrativas: Audi A3 sedan; VW Jetta 1.4 TSI; Golf 1.4 TSI; sav Honda HRV; BMWs;


OOOO


Que você possa fazê-lo sem recorrer a financiamentos, atualmente com juros altos, consequência da inconsequência da gestão econômica do país;


OOOO


Que você defenda seus conceitos econômicos, comprando apenas o que pode, sem financiar ou considerar o cheque especial como renda;


OOOO


Que você deixe a prática da criatividade contábil restrita ao governo federal e sua maioria no Congresso – a eventualmente remanescente, pós-denúncias no Petroescândalo. 


Não faça isso, pois o próprio governo, através da Receita Federal, irá pegá-lo;

OOOO


Que você poupe para conquistas e bons negócios. O encontro de Economia em baixa com Inflação em alta trarão negócios oferecidos pelos que não planejaram;


OOOO


Que você não tenha entrado na roubada – seria trocadilho, mas é verdade – da Petrobras, incentivada pelo Governo Federal em aplicar sua poupança em ações da petroleira. 


Com valor da ação caindo 4/5 do pico de valorização, vender não é solução. Melhor aguardar;

OOOO


Que vo
cê dê parâmetro contábil aos seus problemas. Perdas e danos em 2014, devem ter sido escriturados como prejuízo no 31 de dezembro de 2014. 

Dia seguinte é outro exercício, e não devem pesar em sua disposição de Ano Novo. 

Tem a receber ou discutir? Passe o problema ao seu advogado e fique frio;

OOOO


Que você se inspire no Eduardo Souza Ramos e seu toque de Midas. Apaixonado por corridas de automóveis não se resumiu fazendo pista particular. 


Comprou uma fazenda e construiu circuito e infraestrutura, o Velo Cittá. Homologou-o na FIA como autódromo internacional. 

E o aluga para lançamentos, testes, cursos, exposições. Diversão com lucro.


Velo Cittá. Diversão não exclui faturamento



OOOO

Que você tenha a objetividade do Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz, no Brasil. 


Nomeado para fazer a companhia crescer, mudou produtos, ampliou a gama, e re assumiu a liderança na venda de caminhões e manteve a de ônibus. 

No segmento, foi a marca com menor perda em vendas;

OOOO


Que você ouça o mercado, como o fez Joachim Meier, ex-vice-presidente da Mercedes, no Brasil, enviado para dirigir a filial argentina. 


Em dois meses de gestão, depurou e aplicou as sugestões dos concessionários. 

Terminou o ano liderando em todos os segmentos onde participa, fato novo naquele mercado. 

A soma dos dois resultados significa liderar num continente no segmento comercial;




Mercedes liderou em comerciais no Continente


OOOO

Que você cole no planejamento de Sergio Marchionne, CEO da Fiat em seu negócio de assumir a Chrysler. 


Mudou a sede legal da Fiat para a Holanda, removeu Luca de Montezemolo, presidente da Ferrari, para cortar laços de italianidade e lançou ações da Ferrari para fazer caixa aos planos de expansão;

OOOO


Que você se surpreenda como o Thomas Schmall, presidente da VW do Brasil, promovido à diretoria da matriz alemã, ao enfrentar sem número de recepções de despedida;


OOOO


Que para você o caminho do sonho não tenha retorno, como o faz o designer João Paulo Melo, autor de um recreation do Willys Interlagos. 


Tem olhar de simpatia da Renault para a base mecânica, mas bate de porta em porta de investidores para produzir pequena série para uma categoria de competição. 

Nada fático, mas não desiste. Uma empresa de Milão utilizou o mesmo conceito e materializou-o cometendo coisa sem atrativo.




A-108 Berlineta, recreation do Willys Interlagos


OOOO


Que, se de oportunidade, pratique ou reverencie os que mantém palavra ou compromisso institucional, como o fizeram a Mercedes-Benz, a empresa alemã de investimentos Deutsche Vermögensberatung, a fábrica de capacetes Schuberth e a de relógios Audemars Piguet. 


Mantiveram o patrocínio ao heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher, há um ano enfrentando a morte após um besta acidente ao esquiar;

OOOO


Que, como a Audi, você não se acomode com superar resultados e projeções. 


A marca alemã ultrapassou suas previsões de vendas, e incrementou em quase 10% seu investimento: aplicará 24 bilhões de Euros em tecnologia, eletricidade, conectividade e redução de peso. 

Na prática a meta é outra: superar a BMW. A concorrente vendeu uns 45 mil veículos a mais – uns 2,5% do total.

OOOO


Que você tenha foco e determinação como a matriz Volkswagen, aplicando-se para superar a Toyota na liderança mundial. 


A alemã aplicará 85,6 bilhão de Euros num projeto quinquenal em produtos e instalações.



Audi: superação de objetivos não permite descanso


OOOO


Que você poupe para conquistas e bons negócios. 


O encontro de Economia em baixa com inflação em alta trarão negócios para quem tem meios de fazer o que não foi feito pelos sem planejamento;

OOOO


Que se você tiver que montar uma equipe para vencer, reúna os melhores e com foco no seu objetivo. 


Fuja do exemplo da presidente Dilma e seu novo ministério, de nomes pífios, questionáveis, em grande maioria sem a experiência necessária à função.

OOOO


Que você insista e apoie as punições aos indiciados, presentes e futuros, no caso dos desvios de caixa da Petrobrás, tanto pelos refinados bandidos, pelas importâncias surrupiadas e pela necessidade de sua devolução. 


Os Petropilantras envergonharam o Brasil mundialmente;

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Que 2015 lhe seja generoso dando-lhe paciência para conviver com o período duro, sentido no bolso, e as explicações governamentais, que parecem dirigir outro país. 


E lhe insufle indignação para reagir.
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GAC MOTOR LANÇA O SUV GS4 COM ALTA TECNOLOGIA E O WITSTAR, UM CONCEITO QUE GASTA APENAS 2 L EM 100 KM. É MAIS UMA FÁBRICA CHINESA QUE QUER SE EXPANDIR NO OCIDENTE E APROVEITA O SALÃO DE DETROIT, QUE COMEÇA DIA 12, PARA FECHAR PARCERIAS E ENTRAR NO MERCADO NORTE-AMERICANO.




GAC Group, a empresa automobilística líder da China, vai lançar o GAC Motor GS4, um veículo utilitário-esporte compacto de alto desempenho, na North American International Auto Show em Detroit, em um movimento para reforçar sua política de globalização.

A estreia global do GS4 em uma das maiores feiras de automóveis do mundo que começa em 12 de janeiro de 2015 reflete a confiança da GAC Motors, entrando na briga com as gigantes automobilísticas globais usando sua capacidade de desenvolvimento e técnicas de fabricação, fortalecidas e melhoradas.

"A estreia do GS4 na North American International Auto Show vai ser um marco na história da GAC Motor porque mostra que nossos produtos alcançaram os padrões internacionais", falou Wu Song, gerente-geral da GAC Motor, uma subsidiária da GAC com foco em carros de passageiros.

"O SUV de alto desempenho é, na verdade, um representante dos veículos de marca chinesa que são capazes de concorrer no mercado global."

A GAC Motor criou o GS4 com cuidado meticuloso, prevendo a produção de um SUV que não poderia somente adaptar-se a diversas condições de trânsito como estradas esburacadas com sua grande capacidade, mas também com conforto para motorista e passageiros.

O SUV, equipado com motor turbocharge de 1,3 ou 1,5 litros, atua como um símbolo novo das avançadas tecnologias e excelente design da GAC Motor.

A capota do GS4 foi criada como uma máquina voadora enquanto que o corpo parece uma escultura leve.

Sua linha dupla de quadros decorativos acrescenta uma nova dimensão à noção de "esportivo".

GAC Motor também fez todos os esforços para garantir que o interior high-tech do GS4 desse ao motorista e passageiro uma viagem confortável e sem estresse.

GAC Motor, uma das maiores empresas automobilística da China, chegou à proeminência global nos últimos anos conseguindo se expandir para mercados estrangeiros.

A marca chegou ao palco global quando seu papel de estreia no filme norte-americano Transformers 4 – A Era da Extinção catapultou a marca internacionalmente.

A empresa tem o objetivo de consolidar sua posição no mercado global com a determinação de internacionalizar a empresa com uma campanha voltada para o mercado exterior da China.

Ela aproveitará a North American International Auto Show mostrando a mais recente tecnologia e modelos que são resultado do espírito empreendedor e das constantes inovações.

"Quando exibirmos nossos novos modelos e a mais recente tecnologia na feira automobilística de Detroit, esperamos impressionar toda a indústria e os visitantes estrangeiros não apenas com nossos carros, mas também com nossa filosofia que é fazer os melhores carros para as pessoas de acordo com os padrões mais estritos", disse Wu.

As marcas próprias da GAC Motor já foram aprovadas por clientes no mercado do Oriente Médio e do sul da Ásia e a fabricante agora está planejando a entrada nos mercados da Europa e da América do Norte.

Será a segunda vez que a GAC Motor participa na importante feira de automóveis norte-americana depois de sua estreia em 2013.

A expectativa é que a GAC Motor receba boas críticas durante a feira com o lançamento dos carros conceitos WITSTAR e GA6 GT, além do GS4.

Os carros, com sistema de cadeia cinemática de alta capacidade, vão se tornar o orgulho nacional da China na feira de Detroit pois existe muita esperança de que eles acabem competindo com as gigantes automobilísticas globais.

WITSTAR, um carro eficiente no uso da energia criado pela GAC, dá uma ideia dos esforços da fabricante chinesa para desenvolver carros que usem energias alternativas.

Possui direção automática e possui um alcance de mais de 600 quilômetros com consumo de combustível de menos de 2 litros por 100 km.

A GAC Motor se compromete a aprofundar suas inovações em carros com energia alternativas como uma forma de proteger o meio-ambiente e economizar energia.

A empresa quer criar parcerias e cooperação com empresas internacionais na feira automobilística de Detroit para melhorar sua produção e pesquisar capacidades para produzir carros mais eficientes no futuro.


GAC MOTOR
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