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sexta-feira, 6 de março de 2015

SALÃO DE GENEBRA: FORD EXIBE ECOSPORT ESPECIAL PARA O MERCADO EUROPEU


A Ford apresentou, no Salão de Genebra, o EcoSport S, conceito da versão especial que vai ampliar as opções do utilitário esportivo no mercado europeu a partir do final deste ano. 


Além de ser o primeiro a usar a cor Deep Blue Impact, o modelo exibe teto preto sem barras laterais, difusor traseiro esportivo, vidro traseiro escurecido, rodas de liga leve de 17 polegadas e capas de espelho exclusivas.

O EcoSport S introduz também modificações que foram desenvolvidas especialmente na linha para atender as preferências dos consumidores europeus e estarão disponíveis na região a partir de junho. 


Uma delas é a possibilidade de optar pelo veículo sem o estepe na tampa traseira. 


Nesse caso, a roda sobressalente é substituída por um kit de reparo de pneu.

Na cabine, o conceito traz painel de instrumentos reestilizado com contornos cromados, controle de intensidade da iluminação e teclas de comando dos vidros cromadas. 


Nas versões com sistema de conectividade SYNC a tela é de 4 polegadas e a versão Titanium vem com bancos revestidos parcialmente em couro. 


Para aprimorar a conveniência e o conforto, a linha vai oferecer um “pacote de inverno” com para-brisa, espelhos retrovisores e bancos dianteiros aquecidos e saídas de ar para os bancos traseiros.

A dinâmica de direção do EcoSport também foi revisada para otimizar o seu desempenho nas condições de rodagem das estradas europeias. 


A suspensão foi recalibrada, com novos ajustes de molas, amortecedores e barra de torção traseira, e a altura livre do solo teve uma redução de 10 mm. 


Na transmissão, a relação das marchas baixas foi modificada para aumentar o torque nas versões EcoBoost e TDCi diesel. 


A direção elétrica e o controle eletrônico de estabilidade foram igualmente revistos.

A linha de utilitários esportivos da Ford na Europa inclui também o médio Kuga e será ampliada com o Edge, SUV grande que começa a ser produzido no final do ano.

"O Ford EcoSport já é popular entre os consumidores na Europa que procuram um utilitário esportivo compacto flexível, elegante e econômico", disse Joe Bakaj, vice-presidente de Desenvolvimento de Produto da Ford Europa. 


"As modificações apresentadas agora, incluindo a versão sem estepe traseiro, tornam o EcoSport uma opção ainda mais atraente dentro da nossa linha crescente de utilitários esportivos", acrescentou.


Nas versões sem o estepe traseiro, a porta traseira do EcoSport foi revisada para facilitar a abertura parcial em espaços limitados. 


Toda a linha exibe um novo emblema EcoSport. 


No interior, a alavanca do freio de mão foi reposicionada para atender tanto as versões com direção do lado esquerdo como do lado direito. 


O pacote acústico ganhou novos materiais de revestimento para aprimorar o nível de ruído, vibrações e asperezas. 


Este ano, a linha também passará a oferecer pela primeira vez equipamentos como sistema de navegação e câmera de ré.

NISSAN E KANEMATSU ENCORAJAM USO DE VEÍCULOS ELÉTRICOS NA CALIFÓRNIA.

Nissan LEAF 2015

A Nissan e a companhia japonesa de exportação Kanematsu Corporation decidiram criar a NEDO, a maior organização pública para pesquisa e desenvolvimento industrial do Japão, com o objetivo de encorajar o uso de veículos elétricos para longas distâncias no norte da Califórnia, nos EUA. 

Como coordenadora do projeto, a Nissan vai organizar e compilar os primeiros resultados das pesquisas até junho de 2015.

Objetivos do Projeto

O estado da Califórnia ativamente promove o uso regular de veículos com zero emissões (ZEV, ou zero emission vehicles, em inglês). 

Por exemplo, fabricantes de automóveis precisam atender faixas de volumes de vendas de veículos elétricos e híbridos, já os motoristas de veículos elétricos têm tratamento preferencial, incluindo o uso prioritário de faixas de trânsito. 

A Califórnia é o estado líder em vendas de veículos elétricos nos EUA, com a maioria dos carros sendo usados para uso urbano.

O projeto NEDO buscará encorajar o uso de veículos elétricos para longas distâncias por meio da instalação de múltiplos carregadores rápidos ao longo de rotas específicas entre cidades. 

A Nissan e a Konematsu vão coletar, analisar e pesquisar dados-padrão da condução dos EVs e criar um modelo apropriado para ajudar a promover o uso extensivo dos veículos elétricos pelo estado.

Com a ajuda do governo da Califórnia, a Nissan e a Kanematsu planejam colocar carregadores rápidos em locais específicos ao longo das rodovias por todo o norte do estado e usar serviços de informações específicas do projeto para guiar os motoristas de veículos elétricos até os mais eficientes carregadores pelo caminho. 

Ambas vão, então, avaliar se os sistemas de hardware e software, combinados, conseguirão encorajar os motoristas a dirigir longas distâncias com seus veículos elétricos.

O papel da Nissan no projeto será o de instalar e operar os carregadores rápidos e analisar quaisquer mudanças na utilização dos veículos elétricos.

A Kanematsu vai prover serviços de informação em tempo real para os usuários de veículos elétricos. 

A empresa vai buscar também potenciais parceiros no desenvolvimento de aplicativos para fornecer informação em tempo real relacionada aos EVs e seus sistemas de recarga.

A Nissan é a líder mundial na produção de veículos elétricos, com vendas do Nissan LEAF e outros modelos totalizando mais de 164 mil unidades em mais de 40 países até o fim de janeiro deste ano. 

Ao coletar dados do Nissan LEAF em vários países, o Data Center Global da Nissan está criando um panorama amplo dos padrões de uso e recarga de veículos elétricos em todo o mundo. 

A Nissan planeja usar os resultados do estudo preliminar, junto com os dados do seu Data Center Global, para decidir as melhores locações para colocar os carregadores rápidos do projeto.

A Kanematsu tem trabalhado com empresas líderes do Japão e dos EUA para desenvolver aplicativos para automóveis entre máquinas e entre máquina e homens. 

Para este projeto, a Kanematsu vai trabalhar com a Nissan para desenvolver um serviço de tempo real de informação para motoristas dos EVs e testar seu potencial. 

A Nissan e a Kanematsu vão também avaliar soluções que podem contribuir com a criação de um carro conectado ideal com alto funcionamento de sistemas e serviços.

Um resultado positivo do projeto beneficiaria motoristas nos EUA ao melhorar consideravelmente a usabilidade e conveniência dos veículos elétricos. 

Encorajar a adoção de sistemas similares em outras partes do mundo pode também promover cada vez mais a adoção dos veículos elétricos ao redor do planeta.

quinta-feira, 5 de março de 2015

GOOGLE, APPLE E A NÃO TÃO CONHECIDA UBER DISPUTAM MERCADO NA ÁREA DA TELEMÁTICA E APLICATIVOS AUTOMOTIVOS, MAS NEM TUDO ROLA DA FORMA MAIS CORRETA, A UBER COLECIONA PROCESSOS, INCLUSIVE NO RIO DE JANEIRO, MAS LEIA TODO ESSE BABADO NO




Alta Roda 


Nº 826 — 5/3/15
Fernando Calmon



INVASÃO DE ÁREA


Uber, Google e Apple. O que estes três nomes da indústria de telemática e aplicativos têm a ver com coluna sobre Automóveis? Tudo. 

Google e Apple dispensam apresentações, mas Uber é a empresa que desenvolveu um aplicativo para telefones inteligentes que facilita oferecer caronas entre pessoas conhecidas ou não.

Evolução foi rápida, mas as coisas encrencaram quando se iniciou, digamos, a “profissionalização”, algo mais de que dividir combustível, taxas, pedágios, manutenção e – por que não? – uma remuneração básica... 

Em vários países os taxistas consideraram o serviço uma concorrência desleal e ilegal. 

Imagine o caso de Londres e seus milhares de ruas estreitas, curtas e nomes variados. 

Um profissional para trabalhar na capital inglesa passa por severas exigências, inclusive de saber percursos de cor. 

Em plena era do navegador GPS essa decoreba não deveria fazer mais sentido.

Uber colecionou vários processos de banimento ao redor do mundo, inclusive no Rio de Janeiro. 

Envolveu-se também em polêmicas por tentar prejudicar aplicativos concorrentes. 

Até o Goggle resolveu participar do capital da empresa americana e, segundo especulações, a gigante californiana ensaia lançar seu próprio aplicativo de caronas, inicialmente para seus funcionários.
O passo seguinte é fácil de entender. 

A menos conhecida entre as três marcas citadas montou uma parceria com a Universidade Carnegie Mellon, dos EUA, para desenvolver carros sem motoristas. 

Na realidade poderia produzir uma frota de táxis autônomos. 

Se hoje parece loucura, na projeção de uma década ou menos pode não ser.
Google já tem alguns carros autônomos em testes autorizados por ruas e estradas da Califórnia. 

Sua arquirrival Apple, obviamente, nunca vai querer ficar para trás. 

Há informações de que um dos projetos secretos da criadora do telefone inteligente seria desenvolver e lançar um carro elétrico. 

Pode ser apenas coincidência, porém vários executivos e engenheiros da indústria automobilística foram contratados pela Apple nos últimos anos. 

A Tesla, que produz o sedã elétrico grande Model S, se queixou de aliciamento de alguns de seus funcionários.

No entanto, os dois gigantes da telemática devem saber sobre os grandes riscos inerentes à indústria de veículos. 


Há fases boas e ruins, alternância de lucros e prejuízos, sem contar exigências de capital e regulamentos de emissões e segurança. 

Além disso, os fornecedores de componentes e autopeças muitas vezes são ajudados nos gastos de pesquisa e desenvolvimento. 

Improvável os fabricantes automobilísticos assistirem passivos a todas essas mudanças, inclusive em relação à invasão de áreas e competências.

Trata-se de realidades industriais e de rentabilidade financeira bastante diferentes de um veiculo com 4.000 a 5.000 peças. Google iniciou uma aproximação com os cinco maiores conglomerados de marcas. 


“Eles têm muito a oferecer”, disse Chris Urmson, diretor do programa de carros autônomos. 

Seria ótimo também se a autonomia de um automóvel elétrico fosse bem maior do que 8 a 12 horas de um telefone inteligente usado normalmente.
RODA VIVA

COTAÇÃO do dólar beirando os R$ 3,00 já diminuiu a distância de preços entre automóveis vendidos no Brasil e nos EUA. 

Basta fazer comparação com as versões equivalentes de modelos nos dois mercados, não apenas de versões de entrada. 

Ao retirar a carga de impostos – aqui a maior do mundo, lá a menor – muita gente terá surpresas. 

Há previsões de o dólar superar os R$ 3,00 até o final do ano.

VOLKSWAGEN incluiu retoques de estilo na frente e na traseira, inclusive na tampa do porta-malas para melhorar o acesso, no Jetta 2015, ainda importado. 


O de topo Highline tem motor turbo de 2 L/211 cv e continuará vindo do México, enquanto o de entrada e o intermediário serão montados (pouco conteúdo nacional) em São Bernardo do Campo (SP). 


O sedã agora começa em R$ 75.000, mas com motor 2 L de apenas 120 cv. Não existe mais câmbio manual: todos são automáticos. 

O novo 1,4 L turboflex nacionalizado, do Golf e sedã A3 paranaenses, também estará no Jetta, segundo fontes da Coluna. 

Tudo, porém, no segundo semestre do ano.

CIVIC Si cupê atrai olhares por onde passa e resgata a sensação ainda inebriante de poder esticar as marchas na faixa das 7.000 rpm – ao contrário de um motor turboalimentado. 


Seu motor aspirado de 2,4L/206 cv combinado unicamente ao câmbio manual de 6 marchas (sem opção de automático), suspensões bem firmes e equipamento de ótimo nível estão na medida certa. 

Destoa apenas o aerofólio traseiro algo exagerado que acaba atrapalhando um pouco a retrovisibilidade. E, claro, preço puxado, pois vem do Canadá.

TOUAREG recebeu discretas atualizações na dianteira e na traseira. 


Todas as versões 2015 continuam com tração 4x4 e dividem arquitetura com Porsche Cayenne. 

SUV de topo da VW oferece motor V-8 de 360 cv (80 cv a mais que o V-6) e incorporou agora o pacote estético R-Line. 

Faixas de preço entre R$ 250.000 e R$ 300.000.
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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

JAC MOTORS PROMOVE WEBSERIE PARA INTENSIFICAR A POPULARIZAÇÃO DO RÚGBI NO BRASIL



ASSISTA O VÍDEO:



que apresenta a webserie e revela imagens do JAC T6, lançamento da marca no País.

Em 2012, quando fechou o contrato de patrocínio com a Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) até 2016, ano dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a JAC Motors havia deixado bem claro: a motivação para a ação de marketing esportivo não objetivava “apenas” o retorno imediato de exposição de marca, que naturalmente surgiria no evento esportivo. 

A empresa pensava também em se alinhar a um esporte de rápido crescimento no país, com um considerável aumento de praticantes e admiradores, algo que, de certa forma, assemelhava-se à sua chegada ao mercado nacional.

Mais uma iniciativa acaba de ser executada com essa mesma finalidade: produzida pela Bufalos, uma webserie de 18 episódios está estreando no brandchannel da JAC Motors tendo o rúgbi como principal mote. “Entenda o Rúgbi” é a proposta dessa série de vídeos.

Os filmes entraram no ar sempre na primeira nesta quarta-feira
.

O gerente de marketing da JAC Motors Brasil, Marcelo Doratiotto, explica que a ideia da webserie surgiu para dar sustentação ao patrocínio à seleção brasileira. 

“O rúgbi é um esporte novo no Brasil, assim como a JAC Motors. Nossa aposta é que essa webserie auxilie na disseminação no esporte e, claro, divulgue nossos modelos de uma forma cotidiana e divertida”, explicou.

quarta-feira, 4 de março de 2015

GENEBRA ABRIGARÁ O SEU IMPORTANTE SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL, COM LANÇAMENTOS SIGNIFICATIVOS DO MUNDO AUTOMOTIVO, CUJAS ESTRELAS SÃO OS MAIS ECONÔMICOS E OS ELÉTRICOS. A VW RI DE ORELHA A ORELHA COM A ESCOLHA DE SEU PASSAT COMO "CARRO DO ANO" DA EUROPA. E NO BRASIL, O LANÇAMENTO DO JEEP/FIAT RENEGADE E DO HONDA HR-V MEXEU COM OS CONCORRENTES FORD E RENAULT. A BRIGA VAI SER BOA. E VOCÊ SABIA QUE O AUTOMÓVEL COMEÇOU POR MÃOS FEMININAS



Coluna Nº 1.015 - 04 de Março de 2015
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Genebra, Salão do Futuro

Mostra anual, bem firmou-se no cenário destas ao focar pequenos construtores e buscar soluções tecnológicas. 


Para a imprensa é o melhor. Fácil de percorrer, num dia liquida-se a agenda. 

Noutro, pente fino para os pequenos expositores sem direito a agenda e lançamento oficiais. 

Dia de abertura, informados 10 mil jornalistas visitantes. 

Como no Brasil, muita gente sem sê-lo, e uma tropa de espiões chineses fotografando detalhes dos carros europeus. 

Um deles, com formulário à mão, respondia questões mandadas da China análise pontual de cada veículo de interesse. 

Chineses são peculiares – sem o menor senso de noção. 

Muitas presenças, CEOs de indústrias, mas Simonetta Sommaruga, presidente da Confederação Helvética, não foi, causando arrepio político. 

Em tecnologia, a de maior impacto foi a da nanoflowcell.

Corporificada em dois veículos, um Sport Limousine, quatro portas bem disfarçadas, baixa altura de esportivo, e outro, o QUANTiNO, tamanho de VW Fox, também baixo, quatro lugares. 

O esportivo tem 800 km de autonomia, o menor, mais de 1.000.

Não vendem produto, mas tecnologia. Elétricos, sem baterias de lítio, extremamente caras, de caótico e poluente processo produtivo, nem células de combustível, transformando hidrogênio. 

Faz coisa simples: dois tanques, um com líquido de carga positiva, outro de negativa ao se encontrarem reagem gerando energia, armazenada por baterias e transferidas às quatro rodas. 

O sistema é mais simples e o maior peso dos tanques é compensado pela potência superior e pela economia de partes no motor. Nunzio La Vecchia, chefe técnico, diz-se aberto a negociações. 

Revolucionária tecnologia é aplicável a veículos em geral. 

Lembrou a mudança operada pelo Solar Impulse, avião movido a energia solar.

QUANTiNO 

Caminho inverso, em tempos de busca por alternativas energéticas e aplicação de conectividade aos veículos, Dieter Zetsche, da Mercedes, disse não se preocupar – ao contrário de outras indústrias –, com as ações da Google e da Apple para construir automóveis. 

Foi ao óbvio, dizendo ter tecnologia para fazer a parte rolante dos automóveis e fornecer aos industriais das telecomunicações. 

Automóvel tende a virar iPhone com rodas …

Em negócios Sergio Marchionne, nº 1 da FCA, anunciou estudar fusão com outra marca - exceto Volkswagen. 

Mercado acredita em Suzuki ou, em especial Honda, vivendo problemas facilitadores a negócios.

Maioria dos veículos se orgulha de consumos baixos – esportivo mais de 10 km/litro, híbridos em torno de 50 km/l, poluindo pouco. 

Um dos caminhos é a redução de peso, e por isto Porsche se associou à sua fornecedora de fibra de carbono Capricorn Composite. 

Exibiu atração maior, o Cayman GT4, motor seis cilindros contrapostos, 380 cv. É o Porsche de melhor comportamento.

Fonte da empresa confirmou informação da Coluna. Marca terá escritório no Brasil para importação e representação. Hoje importador é distribuidor. 

Cayman GT4 

Bentley, inglesa conduzida pela VW, terá SUV extra luxuoso, o Bentayga, à venda em 2016, e fará super esportivo para concorrer no topo do mercado com Ferrari e Aston Martin. 

Fabricantes investem nos segmentos de maior demanda, como os utilitários esportivos, e em superesportivos, de larga rentabilidade. 

Para este, plataforma fornecida pela Porsche, também sob a árvore da VW. 

Bentley protótipo, o EXP 10, 6 speed


Frustração, Christian, neto de Carl Borgward, industrial criador da marca, das maiores da Alemanha, nos anos ’50, anunciou lançar veículo revivendo-a meio século pós-fechamento. 

Não o fez, apenas a logo, releitura da original e avisou ter o automóvel na mostra de Frankfurt, em setembro. 

Fruto do imponderável, a proposta de sedã pela Italdesign/Giugiaro não chegou ao Salão para ser exposto: amassou a traseira no transporte, foi reparado e chegou 24h atrasado. 

Borgward. Logo. Falta o automóvel 


Novo protótipo utilitário esportivo Infiniti QX 30, com possível lançamento ao mesmo Salão de Frankfurt. 

Curioso é basear-se em plataforma Mercedes CLA/GLA e utilizar motor do sedã C 200, dois litros e turbo.

Brasil
Muitas novidades, poucas a migrar ao Brasil. 

De importados, o SsagnYong Tivoli, SAV pequeno, motor 1.6 de 126 cv, novo caminho da marca. 

Na Mitshubishi, novo picape L200 Triton. 

Honda exibiu o Civic Type R e reapresentou o esportivo NSX, a ser trazido ao Brasil. 

É evolução do original, da década de ’90, conceito sugerido por Ayrton Senna: carro forte, mas de reações adequadas ao motorista e prazer ao dirigir. 

Motor V6, bi turbo, longitudinal central traseiro, e abusa da eletricidade – na direção, dois motores, um para cada roda, filtram tração e precisão na direção. É híbrido.

O Civic R emprega L4 2.0 injetados e com turbo: faz 310 cv e tração dianteira. 

Honda NSX 

De maior interesse, o alemão Opel Viva, motor 1.0 de três cilindros. 

Virão ao Brasil, motor será produzido em Joinville, SC. 

Desta turma, é o mais avançado até o momento, com eixo contra rotante dentro do cárter de óleo para anular as vibrações naturais do número ímpar de cilindros. 

É o Projeto Phoenix, substituto do Celta, a ser feito na Argentina. 

Praça natural seria São José dos Campos, SP, mas a sequência de abrasões entre a fabricante e o sindicato dos metalúrgicos local, interrompendo produção, forçou o gradual sair do município. 

Opel Viva, breve na Argentina. Motor em SC. 


Roda-a-Roda 

Do Ano - Volkswagen Passat foi escolhido "Carro do Ano" para Europa, a láurea das mais desejadas pelos fabricantes. 

Futuro – Também exibiu o Sport Coupé, releitura do CC. Elegante mescla de hatch, cupê e sedã. 

É conceito mas será produzido. 

Reação – Providências de lançamento do Jeep Renegade, 4/4, e do Honda HR-V aos 9/4 fez Renault correr a apresentar o Duster com mudanças na frente e grupo óptico. 

Ford, líder no setor, dotará EcoSport com grupo motor/transmissão do Fiesta. 

Conjuntura – No cenário de queda de vendas, a VW cancelou o projeto do Taigun, o menor SAV da marca, a ser construído sobre a plataforma do up!. 

Quanto – Nissan anuncia preços antes de lançar o veículo. Caso do Versa, três volumes sobre plataforma do March. 

De R$ 41.990 para 1.0 simplificado a R$ 54.990 a 1.6 equipado. 

Retífica RN – Leitor Ricardo Lima alerta: Coluna passada se enganou. Em nota sobre mudança de CEO mundial. 

Takanobu Ito, saindo, e Takahiro Hakahiro, assumindo, são da Honda. 

Gente – Leandro Teixeira, 32, administrador pela FGV, mudança. 

OOOO Após Unilever, Pepsico e Ambev, diretor de marketing e RP na Volvo Cars. 

OOOO Pedreira. Sem fábrica ou projeto no Brasil, os carros Volvo pagam 35% de imposto de importação e IPI + 30 pontos. 

OOOO Suzana Vieira, jornalista, mesa nova. 

OOOO Deixou a da Volkswagen, agora senta na Mercedes, também assessoria de imprensa. 

OOOO Boa conquista. OOOO


E o automóvel começou 
por mãos femininas 


Visões machistas separam os automóveis e a mulheres. 

Dizem-nas sem compromisso com o uso, desconhecedoras do funcionamento. 

Entretanto, e talvez pelo desconhecimento e inexistência de tal preconceito ao final do Século XIX, é bom lembrar nestes dias de comemoração às mulheres que, se Dona Berta Benz tão tivesse praticado, cometido, o ato de independência: fazer, dirigindo, a primeira viagem de automóvel, a história do objeto mais importante do Século XX teria sido diferente. 

Foi assim. Dona Berta era casada com Karl Frederich Benz, engenheiro, produtor de motores a gás, e tenaz perseguidor da ideia de fazer carruagens com motor. 

Conseguiu, patenteou, mas as reações da população, prefeitura e polícia de Manhein contra o funcionar da máquina, assustando animais e pessoas com seu barulho e fumaça, proibiram-na de circular. 

O objeto do sonho e orgulho pela invenção, foi imobilizado pela ignorância.

A invenção de Benz, o primeiro registro de patente para veículo a motor, poderia ter-se perdido por abandono na cocheira da família, não fosse Dona Berta, então aos 33 anos, naquele nascer do amanhã em agosto de 1888. 

Difícil ver o sonho de toda a família e o produto de tanta dedicação encostado na cocheira. 

O Patent Motor Wagen estava ali, em semi abandono, há quase três anos. Decidiu-se ir à casa de seus pais, em Pforzheim, a distantes 120 km, via Floresta Negra. 

Ao nascer, a manhã com dois de seus quatro filhos, Eugen, 15, e Richard, 13, tiraram o pioneiro veículo da cocheira e o empurraram a distância segura, evitando o ruído do funcionar do motor não acordasse o patriarca Benz. 

Os três puxaram com vigor a grande polia horizontal, fazendo o motor funcionar. 

D. Berta e os pequenos Benz iniciaram a primeira viagem em veículo movido por motor de combustão interna. 

O efeito demonstração aos pais, sempre socorrendo a sobrevivência dos Benz, virou história.

A viagem 
A charrete, sem varais e sem cavalo, com uma roda dianteira comandada por haste metálica, leve, estrutura metálica e rodas raiadas como bicicletas, era equipada com pequeno motor monocilíndrico, 900 cm3 e 3 de hp, pesando 96 kg. 

Em conta simples, deslocar seu peso acrescido de D. Berta, Eugen e Richard, equivaleria a grosso modo, e para se manter na consequência desta viagem, mover um grande caminhão Mercedes com um motorzinho do Smart. 

Embicaram a Pforzheim. 

A viagem, na linguagem popular seria um cala-boca, aos pais, financiadores sempre críticos, polícia e das pessoas contrárias ao transporte sem tração a sangue ou vapor. 

E mostrar, a invenção do engenheiro Benz, daria autonomia superior a cavalos e charretes. 

Na prática foi mais: teste e oportunidade a novos negócios e instituições. 

Descobriram, por exemplo, ser o motorzinho fraco. 

Nas subidas, após Heildelberg, com Richard ao comando da direção e da alavanca comandando a cinta de transmissão, D. Berta e Richard empurravam. 

Outro desenvolvimento foi aumentar a capacidade do sistema de refrigeração. 

O Patent exigia completar água a cada 20 km. Idem para o sistema de freio, mecânico, por abrasão. 

Dona Berta pediu a um sapateiro para revesti-la em couro, melhorando a eficiência. 

Percebeu-se, também, a necessidade de lugares para vender o combustível Ligroin, um limpador doméstico vendido em farmácias – todo farmacêutico seria, em futuro próximo, o dono do posto de gasolina... 

A corrente de bicicleta colocada como transmissora de movimento, mostrou-se fraca. 

Quebrada, exigiu caminhada dos meninos a um ferreiro refazer um elo. 

Era o primeiro mecânico de estrada, capaz de improvisar. 

Outro tropeço, o motor morre e descobre-se não passar Ligroin pelo arremedo de carburador, permeando um ajuntamento de fibras. 

Dona Berta resolveu com o alfinete do chapéu, e logo usou uma liga das meias para a função de mola. 

À noite, descendo o morro, a barulhenta novidade foi interceptada pela Polícia, mas acompanhou-os ao Correio, aberto para passar um telegrama tranquilizador a Benz, e à casa da família. 

No total, ida e volta, foram 194 km e hoje a estrada, em reverência, se chama Berta Benz Memorial Route.

Depois
O efeito-demonstração obteve larga cobertura jornalística no percurso, e necessário resultado. 

Era um meio de transporte, fácil de conduzir – uma senhora poderia faze-lo –, era útil, ia muito mais longe que cavalos e charretes. 

Benz focou melhor o negócio e aproveitou as observações dos pilotos de teste. 

Um mês depois, tinha pronto outro automóvel para a Exposição de Máquinas e Motores de Força e Trabalho, em Munique. 

Pela insólita invenção volta para casa com a Grande Medalha de Ouro e encomendas. 

Começou aí. 

O resto, você sabe. 

Ou, se quiser desprezar todas as consequências paralelas ao ato, incluindo o desenvolvimento tecnológico levando à criação do avião e das experiências interplanetárias, forçosamente chegará a outra via, óbvia e simplória: nada como somar uma mulher peituda, dois meninos em férias com a criação de um engenheiro brilhante e obter resultado nunca imaginado, a entrada em uma nova era. 

Ilustração romantizada da pioneira viagem 
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AUDI FIRMA SUA PRESENÇA NO MARANHÃO COM INAUGURAÇÃO DE CONCESSIONÁRIA EM SÃO LUÍS.


São Paulo, 4 de março de 2015 – A capital do Maranhão recebe no dia 5 de março o evento que marca a inauguração da Audi Center São Luís, a primeira loja da Audi na cidade. 


A concessionária, que é fruto de uma parceria com o Grupo Linhares, que também é representante da montadora em Fortaleza, irá oferecer o portfólio completo da marca, do A1 ao R8, e serviços de pós-vendas. 

A abertura da loja integra ainda o plano de expansão da Audi no Brasil, que deverá alcançar 67 pontos de vendas em 2017.

“O ritmo de expansão de abertura de novas concessionárias está em linha com o plano de crescimento da marca no Brasil. Nosso objetivo é vender 30 mil carros anualmente no mercado até 2020. Queremos garantir presença em todas as regiões do país, com pontos estratégicos para a marca, como em São Luís, para nos dar ainda mais força para alcançar a nossa meta”, ressalta Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.

O Nordeste é importante para os negócios da marca: três das 13 novas concessionárias inauguradas no Brasil em 2014, incluindo a de São Luís, estão localizadas na região. 

No ano passado, a marca foi líder de vendas no Nordeste no segmento premium e, com estas inaugurações, a Audi passa a ter revendas em todos os estados nordestinos.

Além disso, São Luís é uma cidade importante no cenário automotivo do Maranhão e do país. 

Segundo dados do Detran MA, em pouco mais de 10 anos, a frota de veículos da capital cresceu 224%, passando de 99.759, em 2001, para 323.271, em 2013.

George Lima, diretor comercial da Audi Center São Luís, destaca que a inauguração da revenda representa mais um importante passo da montadora alemã no mercado nordestino, que possui demanda crescente por automotivos premium.

“São Luís e região têm grande potencial de mercado para este segmento e a abertura da loja não só trará à cidade os modelos mais desejados da Audi, mas também um serviço de pós-venda de excelência”, comenta.

A Audi Center São Luís
Na loja, os clientes podem adquirir todos os modelos do porftolio da Audi, desde o compacto A1 até o super esportivo R8, como o premiado Audi S3 Sedan, que foi eleito o Carro Premium do Ano 2015, no renomado prêmio Carro do Ano da Auto Esporte. 

Outra opção é o Audi RS Q3, que foi escolhido o Utilitário Premium do Ano 2015 na mesma premiação. 

 O A3 Sedan também é uma das opções e o modelo, lançado no início de 2014 no Brasil, foi reconhecido pelos 52 jurados de 11 países do prêmio Americar como Melhor Importado da América Latina e votado como Melhor Carro Importado até R$ 150.999,00.

Um outro importante benefício para o público de São Luís e região é o serviço de pós-vendas completo que chega à cidade, facilitando o atendimento aos clientes. 

Também, na nova loja estarão à disposição as linhas da Audi Accessories, de acessórios para os veículos e da Audi Collection, itens de merchandising para os apaixonados pela marca. 

Os visitantes da Audi Center São Luís poderão realizar ainda um test drive e vivenciar a experiência única de pilotar um modelo da Audi.

Investimentos da Audi no Brasil
A Audi do Brasil está aportando R$500 milhões em uma produção local, que terá início no segundo semestre de 2015 em São José dos Pinhais. 

Os modelos que serão produzidos no Brasil serão o A3 Sedan, a partir do segundo semestre de 2015 e o SUV Q3, a partir de 2016.

Além disso, a montadora alemã está investindo em pós-vendas no País. 

A partir de junho deste ano, a Audi passa a contar com um Centro de Peças com capacidade 117% maior do que a atual. 

Também em 2015, a Audi terá um novo centro de treinamento técnico e não-técnico, garantindo um atendimento cada vez melhor e funcionários completamente capacitados nas concessionárias.

A BMW DESENCADEOU DUAS IMPORTANTES AÇÕES DE MARKETING E VENDAS EM SÃO PAULO: INAUGUROU SUA PRIMEIRA LOJA EXCLUSIVA DOS SEUS MODELOS "M" D ESPORTIVOS DE ALTO DESEMPENHO, NA SOFISTICADA AV. EUROPA, ONDE TEM O NOVO M4, DISPONÍVEL PARA TEST-DRIVE, E EXPÕE NA SALA DE EMBARQUE DO AEROPORTO DE CONGONHAS O SAV X5 xDRIVE 30d, QUE CUSTA R$ 379.950, COM UM PLANO ESPECIAL DE FINANCIAMENTO.


São Paulo, 3 de março de 2015A BMW que inaugurou, na Av. Europa, 646, em São Paulo, sua primeira loja "M" do País, especializada na venda dos modelos M135i, M235i, M6 Grande Coupê e M4 - que está disponível para test-drive -, terá até o fim deste mês de março exposto, na sala de embarque no Aeroporto de Congonhas (SP), o seu robusto SAV com o inédito motor a diesel X5 xDrive30d.


A BMW inaugurou, neste mês, sua primeira loja “M” no País. O novo ponto de venda da 
BMW do Brasil, com 720 m2, é do grupo Autostar, e privilegiará a linha esportiva e de alto desempenho da marca e atende pelo telefone (11) 3060-2525.

O visual diferenciado do showroom foi inspirado no modelo europeu, onde já existem outras concessionárias com o mesmo conceito.


Para oferecer um atendimento individualizado, a Autostar BMW M contará com uma equipe de profissionais qualificados na linha “M”, de modo a tornar o atendimento ainda mais completo e auxiliar o cliente na escolha de sua opção ideal.

A Autostar também oferece atendimento personalizado nos serviços de Pós-Vendas da linha “M”, em outros dois endereços, em São Paulo: Av. Morumbi, 7.600, no Morumbi; e Gomes de Carvalho, 421, na Vila Olímpia.


Linha BMW M, sucesso e esportividade
Criada em 1972, a BMW M (de Motorsport) é uma das mais bem-sucedidas divisões de alto desempenho do mundo, responsável por criar versões esportivas dos modelos da marca, além de projetos inéditos. 

Entre as grandes criações da divisão estão os mundialmente conhecidos BMW M3 e BMW M5, além de ícones da história automotiva, como o BMW M1.

A BMW do Brasil dá continuidade às ações de marketing com o objetivo de aproximar ainda mais a marca de seus consumidores e público-alvo. 


SAV em CongonhasA diretora de Marketing da BMW Brasil, Nina Dragone, ao anunciar a exposição do modelo X5 xDrive30d na sala de embarque do Aeroporto de Congonhas adiantou que “exposições como esta fazem parte do nosso planejamento de investimento em ações que aproximam a marca BMW de um público estratégico para a companhia. Prevemos ainda, outras iniciativas como esta ao longo do ano incluindo outras regiões do País”.

BMW X5 xDrive30d
O BMW X5 xDrive30d apresenta motorização 3.0, de seis cilindros, oferecendo um excelente torque de 560Nm em uma larga faixa de rotações, partindo já de 1.500 RPM, e potência máxima de 258 hp. 


O câmbio é automático de oito marchas e, em conjunto com a tração inteligente BMW xDrive, proporciona o máximo de aderência, indo de 0 aos 100 km/h em 6,9 segundos.

O BMW X5 xDrive30d também apresenta diversos diferenciais de conforto e segurança, como direção ativa, suspensão adaptativa e tecnologia LED para faróis, sistema de navegação Professional e de entretenimento traseiro.


Financiamento especial
O BMW X5 xDrive30d está disponível na rede de concessionárias em diversas opções de cores e acabamentos a partir de R$ R$ 379.950.

O modelo também pode ser adquirido por meio de planos especiais oferecidos pela BMW Serviços Financeiros, como o Sign & Go. 


Neste plano, o cliente pode dar uma entrada R$ 111.500, 24 parcelas mensais de R$ 6.999 mais parcela final de 50% do valor do veículo e ainda conta com a garantia de recompra pelo concessionário ao término deste período. 

O modelo poderá ainda ser utilizado como entrada para um novo financiamento, propiciando a troca do BMW a cada dois anos.

Os concessionários autorizados BMW podem ser acionados diretamente pelos clientes para detalhar o plano de financiamento Sign & Go.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:

www.bmw.com.br

Redes sociais: www.bmw.com.br/interatividade


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