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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

SALÃO INTERNACIONAL DO TRANSPORTE MINGUA, COM DEBANDADA DE EXPOSITORES DEVIDO À SITUAÇÃO DO MERCADO REDUZIDO ENTRE 40% E 50%. FOI A VOLVO E A DAF, FALTARAM SCANIA, MAN E VOLKSWAGEN, FORD, SCHERMAN, IVECO, AGRALE, MERCEDES-BENZ. CITRÖEN LANÇA DIA 24 NOVO AIRCROSS... E MUITO MAIS



Coluna nº 4.615 - 12 de novembro de 2015
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A, digamos, peculiar Fenatran

Vigésima edição de independência setorial, tema próprio em ano desencontrado do Salão do Automóvel, a Fenatran – antes feira e agora Salão Internacional do Transporte -, tem pouco a comemorar: apenas dois fabricantes de caminhões, Volvo e DAF, estiveram presentes. Restante, fabricantes de implementos e peças para transporte, pneus.


Debandada grande de expositores, causada pela redução do mercado, entre 40 e 50%, e pela despedida de metalúrgicos, maioria esmagadora dos fabricantes de caminhões entendeu melhor poupar os gastos entre cinco a sete milhões projetados para ter presença, livrando-se de queixas institucionais ou reprimendas das matrizes para tal gasto. 


Consequência do desinteresse em participar por Scania, MAN e Volkswagen, Ford, Schacman, Iveco, Agrale, Mercedes-Benz, recém lançando sua linha Vito, e interessada em mostrar os números de crescimento de participação nas vendas. International não foi. 

Razões outras. 
Comunicado à véspera da mostra setorial dizia de suspensão da produção de seus caminhões a fim de adequar o estoque no pátio. 

Demandada, não respondeu de volume, nem da curiosidade procedimental - quem suspende produção não demite mão de obra especializada - dá férias, coloca-os em lay off, enquadra-se na recente legislação federal de redução de salários. Plantou a dúvida. Foi-se, pela terceira vez?

Para não oferecer impressão de espaço ocioso, a organizadora Reed Exibitions no atacado reduziu as dimensões do Palácio do Anhembi, SP, aplicando grandes painéis verticais de lona, e no varejo aumentou a largura dos corredores, oferecendo espaços adicionais como bônus aos expositores. 


Em tal solução, o estande da Volvo ocupava 4.000 m2 – como repetido no discurso de Bernardo Fedalto, diretor de Vendas Caminhões, a marca, nunca na história da Volvo – ocupou tal área em exposição.

Dos mega participantes do setor, Volvo, em ano recordista de vendas, enfatizou seu sistema Suspensor, pelo qual o eixo de apoio do cavalo mecânico é desligado e levantado quando não houver carga, permitindo ganho de consumo em até 4%. 


Pioneira montadora curitibana, entende o mercado já se estabilizou na queda de vendas e, para buscar equilíbrio, avisou aumentar 8% nos caminhões para compensar reflexo de 15% no aumento de preços no produto.

DAF, holandesa controlada pela norte-americana Paccar, em Ponta Grossa, PR, iniciando montar caminhões ano passado tinha o que comemorar. 


Seu CF85, versões 6x2 e 6x4 ofereceu dois modelos e cabine, e o motor Paccar MX 12,9 em duas variações de potência, 360 e 410 cv, transmissão ZF automatizada com 16 marchas. 

Comemorava, também, seu atestado de maioridade industrial, fabricar motores, tendo desenvolvido fornecedores para entregar peças usinadas para a montagem final em casa. Motor é o citado MX 12,9, com potências de 360, 410 e 510 cv.

Do ramo, a Alcoa, de alumínio, propôs rodas, chassi, suportes, quinta roda, cardã e, até portas em alumínio, com o argumento de reduzir em até 1 tonelada de peso - ou, na prática, transportar mais uma tonelada paga.


DAF, motor nacional




Citroën AirCross – antes do lançamento
Dia 24, a Citroën apresentará o novo AirCross, como a Coluna antecipou. 


Das informações apresentadas e pelos teasers divulgados pela empresas, segredos estão desvendados. 

Prioritariamente, como função básica, criar novidades visuais, iniciando o ciclo final do produto, e isto é cumprido com re acertos estéticos frontais para manter o aspecto pretensiosamente aventureiro. 

Mudança na parte dianteira, com novos faróis, alguns detalhes do inovador modelo Cactus – não virá para o Brasil –, e o pacote de itens identificadores das pretensões: para choques com base preta, arcos no teto e, diz fonte da fábrica, na versão de topo, o estepe deixa de ser pendurado na tampa traseira, indo ser fixado na parte inferior traseira da plataforma, GPS e câmera de ré.

No interior, melhor trato de conforto e infordiversão, com tela com 7”- 17,5 cm -, e na mecânica o motor 1,6 recém melhorado e apresentado em seu irmã de linha, o Peugeot 308, com 12,5:1 de taxa de compressão, mantidos os 115/122 cv etanol e gasálcool, e 15,5/16,4 m.kgf de torque, evolução habilitadora a ser reclassificado pela tabela de consumo do Inmetro, ascendendo à Classe A – de menor consumo. 


Transmissão mecânica e automática com seis transmissões antigas, 5 marchas mecânica e 4 marchas automática.

O partido do projeto foi implementar sensações de uso e ganhos em economia – através de mudanças nas relações de câmbio.



Novo Aircross


Roda-a-Roda

Cachorros grandes – Na disputa pela imagem do carro de série mais potente do mundo, a Dodge fez o Helicat, com motor V8, cabeçotes Hemi, turbo, pacote gerando 707 hps. 


Para superá-lo, a Ford, à falta de Carrol Shelby, seu parceiro de décadas nestas empreitas (empreitadas), procurou Richard Petty, conhecido nos EUA como o Rei de Nascar.

Mais – Petty, ex-colaborador da Chrysler, retrabalhou o motor do Mustang V8, 5 litros, e dele consegue tirar 727 hp. 


Teoricamente o título está mantido pela Chrysler, cujo Helicat sai de linha de montagem, enquanto os King Premier Mustang da oficina de Petty. 

Mas, o purismo pouco importará ao interessado no rótulo concedido pelos 20 hps a mais.

Trabalho – Petty tomou o motor básico, aplicou compressor, resfriador para o ar de admissão, escapamento MagnaFlow, e mudou as calibragens. 


Para resistir à cavalaria, semi eixos TrakPak, diferencial reforçado e barras estabilizadoras mais espessas, rodas Performance, amortecedores com molas helicoidais, os coil over.

Personalizado – Serão apenas 243 King Mustang – com 670 hp; 43 King Premier; e 14 King Premier conversíveis,e os 727 hp. Preços – nos EUA - entre US$ 67.500 e 90.500. 


Detalhe natural, todos terão plaqueta assinada por Petty, identificadora da pequena série.


Petty, o icônico chapelão preto, marca registrada




Mudança – Na progressiva e inexorável distância entre o consumidor e o mito do automóvel, pesquisa conduzida nos EUA pela Iseecars.com mostrou outra característica: tempo de uso. 

De 400 mil veículos do ano de produção 2005 vendidos entre 01.jan e 30.jul, os 15 mais vendidos eram Honda, Toyota e Subaru.

Comportamento - Curiosidade, 80% dos veículos pertenciam aos donos por 10 anos. Informação mostra um re desenho do padrão norte americano de: período de troca, antes pouco acima de dois anos, e a aquisição do automóvel após o período de leasing.


Caminho – Toyota destinou US$ 1B para aplicar em pesquisas de inteligência artificial, com foco especial nos veículos autônomos, os que dispensam motorista. 


É forma de enfrentar inimaginados concorrentes como Google, Apple e Facebook, todos envolvidos no caminho dos autônomos.

Objetivo – Não quer ser apenas mais um participante do novo mercado, mas aumentar a segurança; tornar o dirigir mais acessível; ter ganhos de produtividade e acelerar a descoberta científica de materiais.


Fiatbishi – Salão de Dubai Fiat apresentou o picape Fullback, nada mais que um picape Mitsubishi, modelo novo, com pequenas intervenções faciais para caracterizá-lo como Fiat. 


Não virá ao Brasil. Dizem analistas europeus ser o primeiro passo de colaboração entre as marcas, sinergia para reduzir custos.

Engano – Não é. O primeiro foi o SUV Io, encomendado e construído pela Pininfarina, em versões como Fiat e como Mitsubishi. 


No Brasil chamou-se TR4 e foi bem longevo, encerrando produção recentemente.

Quase – Informação de poucos conhecida, pioneiramente tal sinergia foi tentada no Brasil. Ao fim dos anos ’90 a Fiat de Betim, MG e a Mitsubishi de Catalão, GO, sentaram-se para analisar a possibilidade desta fazer versão de picape L200 com cara de Fiat. Daria certo se o superintendente de então tivesse continuado na filial italiana.


Fiat Fullback, feito pela Mitsubishi



Fluxo – Divisão RAM da FCA, encarregada do fazer e vender picapes, reiniciará comercializar os RAM 2500 produzidos no México. Quer mudar o processo, em vez de trazer lotes, criar fluxo constante.


Futuro – Baseia o negócio na demanda, na ampliação da capacidade de oferta, tanto pelo incremento de novos revendedores da linha Jeep, também distribuidores dos RAM, mas pela abertura do leque de produtos: trarão, também, a seguir, os RAM 1500, menores, a gasolina, 5,7 Hemi e diesel.


Força – Modelo para continuar importação é o 2500, motor Cummins diesel L6, 6.7 litros, evoluído de 310 a 330 cv e os camionais 84 quilos de torque foram elevados a 104 – mais 23,8%, transmissão automática com seis velocidades, tração nas quatro rodas e reduzida, traseira com cinco pontos de ancoragem. Apresentado dia 26 a R$ 249.900.


Takaro? – Preço elevado? Fonte da RAM discorda. E argumenta: - se um novo picape Toyota Hi Lux custa quase R$ 200 mil, o nosso é maior e muito mais forte, tão equipado quanto.


Colado – Nem bem lançou o Audi A3 Sport 1,4 feito nas beiradas de Curitiba, a empresa marcou data de introdução da primeira variação do produto: o A3 Sport com motor 2.000 cm3 será apresentado próximos dias.


Silêncio – Produzido paralelamente aos Audi A3, ambos utilizando na nova plataforma MQB na fábrica de São José dos Pinhais, o VW Golf não tem data marcada para disponibilização ao mercado.


Ocasião - VW sofreou o projeto e adiou a apresentação anteriormente marcada para novembro. 


Como em dezembro há dispersão dos interesses dos compradores, ficará para 2016. Por enquanto, Golf apenas alemão e mexicano.

De volta – Novidade de fim de ano para a Volkswagen, ficará restrita ao Passat 2016. Ainda em novembro.


Dúvida – Comunicados da MWM International criaram dúvidas quanto ao futuro das marcas no país. MWM diz encerrar ao início de 2016 produção dos motores diesel fornecidos à GM.


Mais - E diz ter suspenso temporariamente a produção dos caminhões International alegando desequilíbrio entre vendas e estoque. 


Seria medida possível, não tivesse demitido os funcionários do setor. Como a MWM de diesel veiculares é marca específica do Brasil; International já do saiu do país duas vezes; e os comunicados tangenciam a questão, plantou a dúvida. Ficam?

Conjuntura – Queda de negócios na venda de ônibus aproximou concorrentes como Marcopolo e Neobus. 


Assinaram carta de intenções não vinculante, e estão em fase de due diligence, os procedimentos internos para valorar empresas. 

Somar-se-ão, e os controladores da Neobus receberão ações da Marcopolo – e continuarão gerindo sua antiga empresa.

Multi – Acionista de 25% do capital da New Flyer Industries Inc, maior fabricante de ônibus urbanos dos EUA, a Marcopolo anunciou ter assinado contrato para adquirir o controle da Motor Coach Industries International, maior fabricante de ônibus rodoviários. Negócio de US$ 455M.


Cliente – Mudança na legislação de emissões adotando as regras Euro 5, e desvalorização do Real criaram condições favoráveis para a venda de produtos brasileiros na Argentina. 


MAN Latin America lá desembarcou com caminhões Volkswagen entre 160 e 420 cv de potência, e ônibus urbanos com piso baixo.

Racionalidade – Caminhões médios terão caixa automática como opcional; cavalos mecânicos te-las-ão, idem ônibus. Para estes o sistema é racionalmente obrigatório no vizinho país.


Gente – Reformulação comercial na Mercedes-Benz. 


OOOO Gilson Mansur, diretor de marketing e vendas caminhões se aposentará. 

OOOO Lugar preenchido por Ari Gomes Carvalho. 

OOOO Silvio Renan Silva Souza, novo diretor de Pós-Venda. 

OOOO Walter D’Silva, milanês – neto de portugueses -, 64, designer, aposentadoria anunciada. 

OOOO Fará 65 anos em fevereiro, data de corte na Volkswagen. 

OOOO D’Silva chefiava a área de design do grupo, e em sua prolífica carreira o produto mais marcante foi o Alfa Romeo 156, escultura sobre rodas.

OOOO Interessantemente, seu carro de lazer é picape Saveiro, brasileira. OOOO

Mercedes vira o jogo e vai à liderança
Única empresa do setor automotivo a ocupar o topo do ranking entre as empresas inovadoras no país, Mercedes foi incluída na lista – 14a. entre 100. 


Pesquisa da Strategy& por encomenda do jornal Valor Econômico reconheceu os resultados dos investimentos da empresa em pesquisa e desenvolvimento.

Negócio tem o dedo de Philipp Schiemer, CEO da empresa, assumindo ao início do declínio de vendas, assinalando em outubro queda recorde de 45% de redução nas unidades comercializadas.


Dentre as recentes conquistas de seu Centro de Desenvolvimento Tecnológico estão as ações para nacionalização do Actros, caminhão superior da marca. 


Incrementar a nacionalização permitiu incluí-lo, assim como os modelos 2546 6x2 e 2646 6x4 no programa Finame PSI do BNDES facilitando financiamentos.

Acredita-se, função de ter-se entendido com usuários e concessionários, absorvido opiniões e tomado providências, a Mercedes mudou produtos, ampliou vendas, mesmo no desenho recessivo penalizando o setor. 


O produzir chassis, motores, câmbios e eixos sob o mesmo teto, em época de mercado ascendente é fórmula de produtividade, entretanto em fase de recessão significa maior ociosidade e esforços para gestão de pessoal. 

Apesar dos problemas de gestão de pessoal ocioso em função da queda de 50% das vendas, projeção numérica indica, Mercedes re assumirá liderança de mercado.

Mercedes tende a re assumir liderança

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LUNARDI COMPRA 10 CAMINHÕES IVECO


Com o objetivo de ampliar a estrutura logística e manter o alto padrão de qualidade para o transporte de cargas em todo o Brasil, a Transportadora Lunardi comprou 10 caminhões Iveco modelo Hi-Way, topo de linha da marca. 


Em mais de 20 anos oferecendo soluções de logística em todo o território nacional, a empresa conta com uma frota de mais de 260 veículos que rodam pelas principais rotas do país.

Sediada em Xaxim (SC), a transportadora conta ainda com filiais e pontos de apoio em São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Benevides (PA), Redenção (PA), Recife (PE), Arapongas (PR), Feira de Santana (BA) e Estiva (MG), prestando serviços de transporte para clientes de grande, médio e pequeno porte.

Para Osmar Hirashiki, diretor de Vendas Corporativas e Vendas ao Governo da Iveco, em muitas empresas no Brasil o aprimoramento das etapas logísticas fazem toda diferença na hora de pensar o planejamento de expansão. 


Para mais informações da Iveco, visite www.iveco.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com
PÁGINA 1 COMUNICAÇÃO

NKG ALERTA SOBRE A PRESENÇA DE FERRO NO COMBUSTÍVEL, IDENTIFICADA DURANTE ANÁLISE DAS VELAS DE IGNIÇÃO. TRATA-SE DE UM PRODUTO CONTAMINANTE QUE PODE DANIFICAR DIVERSOS EQUIPAMENTOS DO VEÍCULO. O FERRO PODE TER SURGIDO PELO USO DE ADITIVO NÃO HOMOLOGADO.ANEXADO À GASOLINA NOS ESTADOS DE SÃO PAULO, PARANÁ, RIO DE JANEIRO, MINAS GERAIS E SANTA CATARINA


A
pós análise, a NGK, especialista mundial em velas de ignição, constatou a presença de óxido de ferro na ponta ignífera das velas de ignição de veículos dos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. 



A análise mostrou que a contaminação de coloração avermelhada é do combustível e, quando acumulado no componente, causa falhas de ignição e consequente perda de potência.

Também pode se instalar nos sensores de oxigênio e no catalisador, comprometendo os equipamentos.



Conhecido por aumentar a octanagem do combustível, o ferro não é um dos componentes da gasolina produzida no Brasil e pode ter ocorrido por um processo de contaminação ou uso de aditivo não homologado. 

Por meio de pesquisas, a multinacional japonesa constatou que pouco tempo após o início da utilização, as velas de ignição apresentam acúmulo de resíduos, causando dificuldades de partida, falhas de funcionamento em médias e altas rotações, além de elevação do nível de emissões de poluentes e consumo de combustível.

De acordo com a NGK, durante análise visual de peças também foram detectados sinais de fuga de corrente, um fenômeno conhecido como flash over. 

Por ser um condutor elétrico, a presença de ferro na ponta da vela provoca perda de isolação, reduzindo a eficiência na queima do combustível. 

Por ter alto ponto de fusão, nem mesmo o funcionamento do motor é capaz de promover a autolimpeza dos itens.

“Em casos de uso prolongado de velas contaminadas por óxido de ferro, o Flash Over cobre a superfície do isolador da peça, o que pode induzir o mecânico a confundir com uma vela carbonizada”, alerta Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.


Segundo a fabricante, é possível identificar o acumulo do contaminante pela inspeção visual da peça. 

Nestes casos, a recomendação é substituir o jogo de velas de ignição e verificar o estado do sensor de oxigênio e do catalisador, que também podem ser afetados. 

Também é necessário atentar-se ao combustível presente no tanque, que pode ainda conter o contaminante. 

O resultado desta análise reforça a utilização das velas de ignição como meio de diagnóstico de falhas e perda de rendimento do motor do veículo.

Pelas informações do SAC, a NGK constatou a presença de óxido de ferro em veículos de diversos estados do País, como São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina. 


O fato foi confirmado pela análise contratada pela empresa junto ao Centro Tecnológico de Controle de Qualidade, a Falcão Bauer.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

INTERLAGOS, ANTES DA ÚLTIMA CORRIDA DE FÓRMULA 1 DA TEMPORADA, DE QUE O INGLÊS LEWIS HAMILTON JÁ É CAMPEÃO, SERÁ PALCO DA CORRIDA DA MERCEDES-BENZ CHALLENGE, QUE TEM 40 CARROS INSCRITOS. A PROVA ACONTECERÁ ÀS 11H


A festa da fábrica alemã Mercedes-Benz, em Interlagos, no próximo domingo, começará bem mais cedo do que a bandeirada final da categoria máxima do automobilismo mundial, de que Lewis Hamilton já é campeão antecipado pelo título que conquistou em Austin, Texas, com três corridas de antecipação, o seu terceiro título mundial (2008, 2014 e 2015). 

Às 11 horas deste domingo (15) será a prova da Mercedes-Benz Challenge e reunirá o maior grid do calendário com 40 carros inscritos. 

A equipe Rsports Racing terá seis carros, dois modelos CLA 45 AMG Racing Series Cristian Mohr (#3) e Fernando Amorim (#88) e; quatro modelos C 250 Sport Turbo, Max Mohr (#225), Marcelo Camacho e Alexandre Papazissis (#92), Beto Rossi (#13) e Ayman Darwich (#555).


"O mais importante para a Rsports é o fato de fazer parte desse mesmo evento espetacular, o GP do Brasil, um dos maiores do mundo. Com o Lewis campeão a Mercedes está muito feliz e isso tem muita sinergia. Foi uma excelente iniciativa da Mercedes e só vem coroar um ano bonito de categoria", declara Leandro Romera, chefe de equipe da Rsports Racing.

Cristian Mohr que ocupa a terceira colocação no seu ano de estreia na categoria CLA AMG Cup participa nesta quarta-feira (11) da cerimônia de premiação no Capacete de Ouro. 

"O Cristian ter sido indicado ao Capacete de Ouro, seja qual for o resultado, já significa muito para o piloto e para a equipe, já é uma vitória. No campeonato o piloto vem bem posicionado e vamos lutar para estar entre os primeiros até a corrida, se conseguirmos a vitória na disputa será melhor ainda", ressalta Romera.


A sétima etapa do Campeonato Brasileiro da categoria monomarca é sem dúvidas a mais importante do ano. Além de uma maior visibilidade na mídia, expõe os pilotos diante do maior público em autódromos brasileiros.

"Quero fazer um agradecimento especial para o pessoal da Mercedes-Benz que está muito envolvida em realizar um evento a esse nível e padrão, o mais elevado do país e por todo esse retorno que está tendo. Agradecer também aos patrocinadores da equipe, a Votoran, ao Grupo Max Mohr, a Fiolux-Serwal e a KingStar Colchões que estará conosco a partir dessa etapa. Também teremos um novo piloto, Ayman Darwich, que é uma pessoa sensacional, temos uma relação bastante próxima e veio para somar com o nosso elenco", finaliza Leando Romera.

A Mercedes-Benz Challenge terá transmissão pela Band Sports em VT, no dia 22 de novembro, um domingo após a corrida.


Programação do final de 
semana em Interlagos:

Sexta-feira - 13 de novembro

08:35 - 09:15 - Treino Livre - Mercedes C250 Cup
10:00 - 11:30 - Treino Livre - F1
12:00 - 12:35 - Treino Livre - Porsche Cup
14:00 - 15:30 - Treino Livre - F1
15:55 - 16:30 - Treino Livre - Porsche Challenge
16:50 - 17:30 - Treino Livre - Mercedes CLA

Sábado - 14 de novembro

09:45 - 10:15 - Treino Livre - Mercedes CLA e C 250 Cup
11:00 - 12:00 -Treino Livre - F1
12:25 - 12:45 - Treino Classificatório - Mercedes C250 Cup
12:55 - 13:15 - Treino Classificatório - Mercedes CLA Cup
14:00 - 15:00 - Treino Classificatório - F1
15:25 - 16:00 - Treino Classificatório - Porsche Cup
16:25 - 17:00 - Treino Classificatório - Porsche Challenge

Domingo - 15 de novembro

08:45 - 08:55- Desfile de Carros de Serviço
09:00 - 09:35 - Porsche Challenge
10:00 - 10:35 - Porsche Cup
11:00 - 11:50 - Mercedes 7ª etapa C250 Cup/ CLA Cup
14:00 - Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1 2015, 71 voltas

Classificação do campeonato após seis etapas da CLA AMG Cup:

1) Fernando Jr., 97 pontos
2) Adriano Rabelo, 82
3) Cristian Mohr, 58
4) Pierre Ventura, 54
5) Cesare Marrucci, 49
6) Neto De Nigris, 45
7) Arnaldo Diniz, 39
8) Carlos Kray, 39
9) Fernando Fortes, 37
10) Roger Sandoval, 37
11) Peter Ferter, 35
12) Cláudio Dahruj, 30
13) Luiz Ribeiro, 27
14) César Fonseca, 27
15) Fernando Poeta, 22
16) Marcelo Hahn, 21
17) Fernando Amorim, 19
18) Victor Amorim, 19
19) Betão Fonseca, 16
20) Guilherme Daudt, 13
21) José Vitte, 10
22) Rodney Felício, 9
23) Danilo Pinto, 9
24) Paulo Totaro, 7
25) Otávio Mesquita, 6
26) Lorenzo/Paulo Varassin, 6
27) Marcos Ramos, 0
28) Lineu Linardi, 0

C 250 Cup
1) Luiz Sena Jr./Cleiton Campos, 91 pontos
2) Betinho Sartório, 84
3) Peter Michel Gottschalk, 82
4) Marcos Paioli/Peter Gottschalk, 77
5) Christian Germano, 61
6) Marcio Basso, 60
7) Flávio Andrade, 47
8) Max Mohr, 45
9) Beto Rossi, 43
10) Edson Ferreira, 36
11) Claudio Simão, 33
12) Roberto Santos, 24
13) Theo De Nigris, 20
14) Thiago De Nigris, 20
15) Bruno Mesquita, 17
16) Maurício Lund, 8
17) Alline Cipriani, 7
18) Carlos Alberto Guilherme, 5
19) Roberto Cirino, 3
20) Alexandre Navarro, 0

Master C250 Cup
1) Betinho Sartório (#7), Paioli Racing, 104
2) Marcos Paioli/Peter Gottschalk (#111), Paioli Racing, 97
3) Flávio Andrade (#26), Comark Racing, 70
4) Edson Ferreira (#186), Rsports Racing, 57
5) Max Mohr (#225), Rsports Racing, 55
6) Beto Rossi (#13), Divena Racing / Rsports Racing, 48
7) Cláudio Simão (#13), Divena Racing / Rsports Racing, 44
8) Roberto Santos (#55), Della Via Racing Team, 34
9) Carlos Alberto Guilherme (#64), Center Bus Sambaiba Racing, 9
10) Roberto Cirino (#66), Center Bus Sambaiba Racing, 8

Mais informações:
Site: www.rsportsracing.com.br
Facebook: RSports Racing
Twitter: @RsportsRacing

FIAT PALIO LIDERA LISTA DE VENDAS DE CARROS NOVOS E USADOS MAIS BUSCADOS NA INTERNET, EM MINAS GERAIS. O RENEGADE, NOVO SUV DA JEEP SURGIU JÁ ENTRE A PROCURA POR VEÍCULOS NOVOS


O Fiat Palio consolidou sua preferência entre os mineiros no mês de outubro e ficou em primeiro lugar no ranking de veículos 0km e, também, no de usados mais buscados em Minas Gerais, aponta o Índice WebMotors.


Na primeira lista, o hatch produzido em Betim (MG) totalizou 2,95% das buscas, seguido por Toyota Corolla (que passou do quarto para o segundo lugar, com 2,06%), Fiat Strada (1,74%), Hyundai HB20 (1,65%) e Honda Civic (1,56%).


O Jeep Renegade, campeão das buscas no ranking nacional e que até o momento não havia pontuado no índice mineiro, é o décimo colocado, com 1,30% do total.

Modelos usados
No ranking dos usados mais procurados em Minas Gerais, na WebMotors, uma nova reviravolta: o Fiat Palio retomou o primeiro lugar, com 4,09% das buscas, deixando o Volkswagen Gol, com 3,01%, na vice-liderança.

Ainda nessa lista, o duelo entre sedãs japoneses se repete entre o Toyota Corolla, que passou do quarto para o terceiro lugar, com 1,79%, seguido pelo seu tradicional rival Honda Civic, com 1,77%.

O até então dono da terceira posição entre os usados nos últimos meses, o Fiat Uno caiu para a quinta posição e ficou com 1,58% do total. Já o Ford Focus, presente no ranking há meses seguidos, não pontuou desta vez.


Carros novos mais buscados em outubro, em Minas Gerais:


POSIÇÃO
MODELO
PORCENTAGEM
FIAT PALIO
2,95%
TOYOTA COROLLA
2,06%
FIAT STRADA
1,74%
HYUNDAI HB20
1,65%
HONDA CIVIC
1,56%
HONDA HR-V
1,40%
VOLKSWAGEN GOL
1,40%
FIAT UNO
1,33%
CHEVROLET ONIX
1,31%
10º
JEEP RENEGADE
1,30%

Carros usados mais procurados em outubro, em Minas Gerais:

POSIÇÃO
MODELO
PORCENTAGEM
FIAT PALIO
4,09%
VOLKSWAGEN GOL
3,01%
TOYOTA COROLLA
1,79%
HONDA CIVIC
1,77%
FIAT UNO
1,58%
FORD FIESTA
1,38%
FIAT STRADA
1,14%
CHEVROLET S10
0,93%
VOLKSWAGEN FOX
0,90%
10º
FIAT PUNTO
0,88%


Fonte: WebMotors

A TECNOLOGIA AVANÇA E O SETOR AUTOMOTIVO EQUIPA OS CARROS COM ESSAS NOVIDADES. A BUSCA DE VAGAS DE ESTACIONAMENTO É UM TORMENTO DE MUITOS MOTORISTAS QUE PODE EM ALGUNS ANOS SER ALGO RESOLVIDO. A BOSH TRABALHA INTENSAMENTE NESSE SERVIÇO



MECÂNICA ONLINE® 

10 / 11 / 2015


Tecnologia como opção 
na hora do estacionamento


A vaga de estacionamento perfeita está próxima de onde o motorista deseja ir, tem espaço suficiente para o carro e está desocupada.

Entretanto, encontrar esta vaga pode ser extremamente frustrante – especialmente em áreas urbanas. 

Na Alemanha, o tempo médio de busca de uma vaga de estacionamento disponível é 10 minutos.

De acordo com um estudo europeu, as pessoas dirigem em média 4.5 quilômetros enquanto procuram um lugar para estacionar, o que resulta em um custo de 1,35 euros por busca.


Graças ao gerenciamento de estacionamento ativo da Bosch, os motoristas podem achar a vaga de estacionamento perfeita sem desvios ou sem ficar rodando desnecessariamente. 

Esta tecnologia inteligente reconhece quais vagas estão livres na área urbana e informa sua localização exata.

“Estamos livrando os motoristas da busca por uma vaga para estacionar seus veículos, que é frequentemente incômoda”, diz o dr. Dirk Hoheisel, membro da Direção Executiva da Robert Bosch GmbH. 

E isto não é tudo: os motoristas também poderão utilizar um aplicativo do smartphone que os orientará diretamente para a vaga disponível.


Vagas de estacionamento habilitadas pela web com mínimo esforço – A chave para o gerenciamento de estacionamento ativo é a detecção confiável das vagas disponíveis.

A Bosch desenvolveu um sensor especial que é apenas um pouco maior que um CD em termos de circunferência e tem apenas três centímetros de altura. 

Os sensores são instalados em garagens, em áreas de estacionamento disponíveis na rua ou até mesmo no asfalto, conforme desejado.

O diferencial dessa tecnologia é que os sensores de ocupação operam sem fio e são alimentados por baterias, o que elimina a dificuldade e as despesas com instalações de cabos.

Cada bateria tem vida útil de até sete anos. Graças ao compartimento de plástico robusto, os sensores suportam qualquer condição climática, além do desgaste causado por caminhões pesados.

Dentro do compartimento, a Bosch instala duas tecnologias diferentes de sensor que confirmam as informações coletadas. A vantagem disto é a mais confiabilidade na detecção dos espaços.

Previsão de vagas: conclusões para o futuro a partir do passado – O sensor de ocupação verifica, em intervalos regulares, se uma vaga está disponível. 


Usando um gateway, que é similar a um roteador de internet, o sensor se baseia nas informações codificadas, onde um mapa de estacionamento é criado em tempo real com todos os espaços livres e ocupados, e poderá ser acessado por meio de um aplicativo ou online.

“Estamos fazendo com que as vagas sejam habilitadas pela web,” diz Hoheisel.

As meta-informações sobre cada vaga de estacionamento também são disponibilizadas, incluindo se o espaço é reservado para famílias, mulheres ou deficientes, além do preço da hora do estacionamento e se há ponto disponível para carregamento de veículos elétricos.

Mais serviços também são possíveis, como a função para pagamento. Com o uso do aplicativo, os motoristas podem pagar pelo estacionamento de maneira conveniente, sem usar dinheiro.

O gerenciamento ativo de estacionamento é um ótimo exemplo de como a Bosch está se configurando em um mundo conectado.

Entretanto, o serviço não é apenas para motoristas, mas também para manobristas. “Podemos melhorar ainda mais a taxa de ocupação de espaços nas garagens”, diz Hoheisel.

A chave para isto é a avaliação inteligente de dados. Um portal da web oferece aos manobristas uma visualização clara de quais vagas foram ocupadas por quantos veículos e quando. 

Durante os horários de pico, essas informações podem direcionar os motoristas para espaços com uma frequência de ocupação menor, por exemplo.

Os engenheiros da Bosch também estão desenvolvendo uma previsão de estacionamento. 

Usando base de dados antigos, eles esperam conseguir informações importantes para o futuro, o que poderia aliviar consideravelmente a busca por vagas de estacionamento, como ocorre frequentemente em eventos importantes, por exemplo.

Base para o estacionamento autônomo de amanhã
Os componentes do gerenciamento de estacionamento ativo, que incluem sensores de ocupação, gateway e o mapa de vagas em tempo real, também abrem o caminho para a função de estacionamento totalmente automatizado de amanhã.

Em um futuro, não muito distante, os motoristas simplesmente deixarão seus veículos na entrada de uma garagem e, usando o smartphone, darão um comando ao carro para que procure uma vaga de estacionamento sozinho. O veículo será chamado de volta usando o mesmo procedimento.

A Bosch chama isso de estacionamento com manobrista automatizado. Para habilitar este serviço, os carros autônomos precisam de informações confiáveis sobre as vagas livres – que a Bosch já pode fornecer. 

“Nós vamos introduzir gradualmente o gerenciamento de estacionamento ativo nos próprios estacionamentos e garagens da Bosch,” conclui Hoheisel. 

Assim, os colaboradores e visitantes poderão encontrar vagas com mais rapidez.
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Tarcísio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

SUPERAQUECIMENTO DOS FREIOS É FATOR DE PERIGO E DE GASTOS.PARA EVITAR ESSE PROBLEMA A SOLUÇÃO É REALIZAR MANUTENÇÃO PERIÓDICA


Um dos fatores que contribui para diminuir o desempenho dos pneus é o superaquecimento dos freios, que por sua vez, transmitem esse calor para a área dos talões dos pneus (área que fica em contato com a roda).

Os pneus tem limites de temperatura de trabalho e quando há algum problema no sistema de freios do veículo, existe uma geração de calor intensa nessa região. 

Esse calor prejudica os seguintes itens:
- Rolamentos;

- Gaxetas;

- Pastilhas e lonas de freios;

- Pneus

- Consumo de combustível, entre outros.

O pneu submetido a altas temperaturas começa a desenvolver um processo de baquelitização da área dos talões. 

Isso faz com que apareçam rachaduras nessa região, que são maiores ou menores conforme o grau de caloria esse pneus sofreu. 

A borracha perde sua característica de flexibilidade e elasticidade, quando submetida a temperaturas fora de sua especificação de trabalho.

Essa situação é de certa forma comum de ser observada em veículos de todos os tipos. Uma boa manutenção do sistema de freios e revisões periódicas são suficientes para manter o sistema íntegro e evitar despesas desnecessárias com pneus, freios e combustível.

Uma da formas de se observar se os freios não estão necessitando manutenção é levantando-se o veículo, calçando com cavaletes e tentando girar as rodas com as mãos. 

Ao menor sinal de que tem alguma coisa “segurando” as rodas, isso provavelmente está ocorrendo devido aos freios.

A ovalização dos tambores de freios também são causa do superaquecimento do sistema de freio e de desgastes irregulares dos pneus. 

Nesse caso são dois problemas causados aos pneus, a baquelitização da área dos talões e desgaste acentuado na banda de rodagem no local onde o freio “segura” mais.

Os veículos submetidos a trabalhos em zona urbana são os mais propensos a apresentar problema no sistema de freio e superaquecimento nos talões dos pneus, devido à característica desse tipo de serviço, onde os freios são muito mais exigidos do que em serviços de longa distância.

Fonte:
Guilherme Junqueira Franco
TTS - Truck Tire Specialist

sábado, 7 de novembro de 2015

NISSAN E CUMMINS PREPARARAM PICAPE XD 2016 COM MOTOR 5.0 V8 TURBO DIESEL QUE VAI COMPETIR NAS CATEGORIAS D/DT, CUJO ATUAL RECORDE É DE 307 KM/H. ASSISTA OS VÍDEOS DE ÉPOCA


Las Vegas, Estados Unido
s – Nomeada  recentemente  a “Melhor Picape do Texas” pela imprensa do estado americano, a Titan XD 2016 equipada com motor Cummins 5.0L V8 turbodiesel transformou-se em um carro de corrida ‘não-convencional’. 

Intitulado “Projeto Triple Nickel”, a picape preparada é uma homenagem ao torque brutal da Nissan Titan XD, que entrega 76,7 kgfm.
O “Projeto Triple Nickel” é um trabalho de colaboração entre a Cummins e a Nissan América do Norte. 



A Titan XD 2016 conta com suspensão rebaixada, rodas com aro totalmente fechado, pneus Mickey Thompson, assentosUltra Shield, paraquedas Stroud Safety e envelopamento escovado na cor níquel. 

Modificações adicionais, incluindo uma gaiola e outros equipamentos de segurança adicionais, serão inseridas nos próximos meses. A Nissan Titan XD vai tentar recorde de velocidade em diferentes categorias.

A Nissan e a Cummins atualmente detêm os recordes de velocidade terrestre de Bonneville e da East Coast Timing Association, entidade que realiza eventos no estado de Ohio. 

O Titan XD 2016 vai competir nas categorias D/DT, cujo recorde atual é de 307 km/h, e na FIA class A-III-9, cujo recorde é de 185 km/h.

As duas empresas promovem uma parceria inovadora há mais de cinco anos, com excelente resultados, incluindo o premiado motor da 100% novo da picape Titan XD. 



As equipes têm trabalhado em um projeto de corrida para estabelecer o recorde de velocidade terrestre.

A Nissan tem longa história nas corridas de estabelecimento de recordes de velocidade, mais especificamente com sua picape compacta “Hardbody”, que em 1994, correu em El Mirage e Bonneville. 

Ela registrou vários recordes durante os anos 1990 em categorias de quatro cilindros, sendo o mais notável o que atingiu 230 km/h.

A Cummins também tem tradição nessas corridas desde 1931, em Daytona Beach, nos EUA, e continuando com as salinas de Bonneville e as pistas de pouso de Wilmington, Ohio, também nos EUA. 

São inerentes à Cummins os conceitos de durabilidade e resistência, também comprovados nem suas participações no Autódromo de Indianapolis, em corridas off-shore, nos ralis de Dakar e em inúmeros eventos competitivos. Confira alguns vídeos da picape Nissan Titan XD nos links a seguir:









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