Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

FIAT LANÇA A EDIÇÃO ESPECIAL BLACKMOTION DO LINEA,UMA VERSÃO MAIS SOFISTICADA, VISUAL MAIS ESPORTIVO E MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO, POR R$ 70 MIL


O Fiat Linea acaba de ganhar em sua gama uma edição especial, a Blackmotion, com um visual mais esportivo e um acabamento mais sofisticado, atende as necessidades dos clientes que buscam um sedã com conforto e tecnologia, mas não abrem mão do custo-benefício.

Externamente, o novo Fiat Linea Blackmotion, que tem como base a versão Essence 1.8 16V. 


As novas rodas de liga leve 17”, esportivas, sobressaem, nesta edição especial que traz também frisos dianteiros e moldura da grade dianteira na cor preto ônix, maçanetas e friso traseiro na cor do veículo, além do badge lateral Blackmotion.



A Edição Especial Blackmotion do Fiat Linea apresenta um interior com uma identidade mais esportiva. O painel tem novo acabamento na cor preta e uma textura exclusiva.

A iluminação Night Design, os detalhes internos do carro em preto ônix e as pedaleiras esportivas completam a caracterização do novo Linea Blackmotion.



Esta versão recebeu Central Multimidia Uconnect Touch NAV 5” ― que aumenta a conectividade de maneira muito intuitiva, permitindo total integração com o carro, oferecendo além de acesso às mídias e telefone, também navegação por GPS ―; câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro; bancos com revestimento parcial em couro; saída do ar condicionado para o banco traseiro e apoia braço dianteiro com porta-objetos.




O Linea é o sedã médio produzido no Brasil mais acessível do mercado e o novo Fiat Linea Edição Especial Blackmotion chega mais competitivo ao mercado. 

O seu custo-benefício é facilmente percebido pelo conforto, conteúdos tecnológicos, pelo seu nível de acabamento, e pelo seu preço. Ele chega por R$ 70.000.



MERCEDES ESTÁ VENDENDO O VITO, UM FURGÃO-VAN PARA NOVE PESSOAS REPLETO DE TECNOLOGIA E QUASE 1,3 TONELADA DE CARGA, QUE CUSTA DE R$ 104.990 A R$ 139.990. JÁ A VW ANUNCIA A PRODUÇÃO DA 8ª GERAÇÃO DO PASSAT, MAIS POTENTE, SERÁ VENDIDA NO BRASIL COM ALTURA 1,5 CM A MAIS, PARA ENFRENTAR AS RUAS E ESTRADAS RUINS QUE HÁ POR AQUI. CUSTA DE R$ 144.500 A R$ 151.300. A MINI COMEÇA A VENDER O CLUBMAN 2.0 TURBO, DE 192 CV, COM CÂMBIO DE OITO VELOCIDADES E MAIS COMPRIDO 27 CM, POR R$ 179.950. PESQUISA MOSTRA QUE 70% DAS PESSOAS QUE COMPRARAM A PICAPE RENAULT EROCH ERAM CLIENTES DE OUTRAS MARCAS E SOMENTE 30% JÁ ESTAVAM NA MARCA FRANCESA


Coluna nº 4.815 - 4 de dezembro de 2015
_________________________________________________________________________



Assim, assim, meio carro, 
meio comercial, o Mercedes Vito


Mercedes-Benz inicia vender o Vito, bem urdida fórmula de veículo de transporte confortável, furgão para trabalho, e van destinada a deslocamento familiar, tipo furgão e limousine. 

Para transporte de carga, motorização diesel, 1,6 litro de deslocamento, 114 cv de potência e 270 Nm de torque. 

Nas versões a passageiros – 7 + motorista e 8 + motorista – a motorização flex, 2,0 litros, 16 válvulas, injeção direta, turbo, 184 cv de potência e torque de 300 Nm. Transmissão mecânica, seis velocidades, tração dianteira. O Vito é argentino.

Muda

Não é um furgão pequeno, com durezas e asperezas herdadas de caminhão. É produto específico, com elevada carga de itens de conforto e segurança, num projeto buscando operação econômica. 

Em segurança, relação ampla em itens, usualmente automobilísticos: alerta de cansaço, trava para arrancada na subida, assistente para influência de ventos laterais, programa de estabilidade, ferramenta eletrônica reduzindo excepcionalmente a ocorrência de derrapagem, batidas e capotagem. 

Há ainda almofadas de ar para motorista e passageiros, cintos de segurança com ancoragem em três pontos, fixação Isofix para cadeirinhas de crianças, estrutura de proteção, célula de sobrevivência.

A ligação do Vito com a parte automobilística fica clara pela identificação estética. De frente, exibe os traços marcantes das atuais gerações dos automóveis Mercedes - grade, grupo óptico, cortes no capô do motor. 

Ambas versões tem volumetria e capacidade de manobra compatível aos espaços urbanos. 

No caso de carga, capaz de deslocar 6 m3, 1.225 kg úteis, revestimento de compensado naval no piso e laterais para proteção à movimentação de carga.

Como o PBT, peso bruto total – soma de veículo mais carga – é pouco superior a três toneladas, vantagem adicional e diferença importante na proposta é permitir ser conduzido por motoristas com habilitação para automóveis.

Vendas iniciadas. Deve ter sucesso, pela combinação de espaço de transporte com tratamento próximo ao de automóveis, e pela quase exclusividade no mercado, onde para passageiros há apenas o J8 da chinesa JAC.




Quanto custa


MB Vito
Versão
R$
Vito 111 CDI
     104.990
Vito Tourer 119 Comfort 8+1
     129.990
Vito Tourer 119 Luxo 7+1
     139.990


Mercedes-Benz Vito



O Passat, agora em 8ª edição
Brasil tem uma relação umbilical com o Passat: foi o primeiro país extra Alemanha a produzi-lo, a partir de 1974, na grande mudança conceitual firmada na consciência do consumidor local. 

Quando Volkswagen era sinônimo de coisa antiga, instável, limitada em rendimento, motor traseiro refrigerado a ar/ar, o Passat era desenho do mítico Giorgetto Giugiaro sobre o Audi 80, suspensão com raio negativo de rolagem, linhas de freios cruzadas, direção pinhão e cremalheira, performático, motor frontal, água/ar, estável, veloz. 

Nada a ver com Fuscas. Na Alemanha, virou Santana, e aqui ambos conviveram até o final de 1988, após 897.829 unidades. 

Destas, 70.200 em versão Iraque, exportadas para este país, em negócio triangular trocados por petróleo, uma das marcas da gestão de Wolfgang Sauer, na VW Brasil.

A oitava geração, B8, está sobre plataforma MQB, mesma do novo Golf, Audi A3, com maior distância entre eixos, deslocando-os para as extremidades e criando ótima área interna.

Motorização é revisão do aclamado motor 2 litros, 16 válvulas, injeção direta de combustível e turbo alimentador. 

Potência ganhou 9 cv indo a 220 e torque saltou 7,2 m.kgf, chegando a 35,7. Transmissão automática DSG com seis velocidades, tração dianteira.

Há desenvolvimentos relativamente à geração anterior do motor, como o acionamento dos comandos de válvulas por corrente; variando na admissão e escape, bomba de óleo por pressão variável de acordo com a demanda do motor. 

Com tal conjunto mecânico está um segundo mais vivaz de O a 100 km/hora, agora 6,7s e faz 246 km/hora em velocidade final.

Extenso pacote de eletrônica para segurança e coisa interessante como o painel digital podendo exibir instrumentos virtuais com desenho convencional, e ampliar a tela entre os mostradores, na linha vertical de visão do motorista.

O Passat B8 foi eleito Carro do Ano 2015, na Europa, sobre BMW Serie 3, Mercedes Classe C e Audi A3. 

A VW pretende vender 250 unidades anuais, e a versão B8 para o Brasil foi elevada em 1,5 cm para melhorar a distância livre do solo, utilizando componentes de suspensão para países com piso jogo-duro.


Quanto custa

Passat B8
Versão
R$
Comfort Line
144.500
Highline
         151.300
-------------------------------------------------------------------------------------------------



Passat B8

Roda-a-Roda


Variação – Mini inicia vender versão Clubman. Longa, quatro portas laterais, mais duas na traseira, motor 2.0, turbo, 192 cv, 280 Nm de torque, transmissão automática de oito velocidades. R$ 179.950.

Proposta – Ideia é ampliar uso, deixar de ser carro de nicho para solteiros, esticando-o 27 cm, mudando harmonia estética do produto para quatro passageiros.

Pacote 
– Exigências atuais, consumo e emissões controlados, segurança, conectividade, regulagens para motor e suspensão, pareamento com celular, tela de 22 cm para infodiversão.

Caminho – Mitsubishi criou versão Outdoor sobre crossover ASX. Para-choques cinza escuro, faróis com mascara, pneus ATR, mistos, aro 16”, recalibragem da suspensão, melhorando capacidade de andar fora do asfalto.

Mais – Motor 2.0 montado em Catalão, GO, 160 cv, transmissão manual, tração nas 4 rodas. 

Bem composto, conforto e segurança, versão quer ampliar espectro de uso, nas vias com ou sem pavimentação. A R$ 97.900.

Corrida – Fiat deve fechar o ano como líder de mercado em volume, apesar de alguns meses superada como marca mais vendida. Prepara versões e novos produtos. 

Destes, em fevereiro, o picape Toro, do porte do Renault Oroch, e novo automóvel pequeno ao início do segundo trimestre.

Definição – Terá várias versões, como o Jeep Renegade, com quem divide a plataforma Small Wide. 

Motores diesel e flex, transmissões mecânicas e automáticas, tração dianteira e quatro rodas. 

Inicialmente sem a opção do motor ex-Chrysler, ora FCA, 4 cilindros, 2,4 litro e 172 cv hoje aplicado no Fiat Freemont.

Pequeno – É o Projeto X1H, sobre a estrutura do Novo Uno, porém menor, para ser carro da marca de entrada no mercado. 

Motor 1.0 ainda quatro cilindros, duas e quatro portas, a limítrofes R$ 29 mil. Em maio 2016.

Final - Em definições, incluindo nome. Coluna sugere Primo. Fácil por pronúncia latina, curto, entendido como parente e como primeiro. 

E perto de Prime, atual moda de diferenciação no Brasil, onde até hamburger é isto.

Melhor – Ford reverteu tendência do mercado de automóveis e melhorou sua participação nas vendas, apesar da boa concorrência. 

Deve fechar ano crescendo de 9 para 10,4%, mantendo a 4ª. posição em vendas.

Impeachment – Quem era contra o impedimento da presidente temendo imobilidade e anomia no País, inicia mudar de posição. 

Longos 10 meses de inação e desgoverno acabaram exigindo alguma mudança, e a mais amena é a aceitação do pedido de Impeachment.

Panorama - Presidente perdeu o prazo de oferecer medidas concretas, pulso forte e sonhos, e o acatamento do pedido de seu impedimento não implodiu o país. 

Ao contrário, a Bolsa cresceu 4% como medida de confiança ao fim do desgoverno, e o dólar caiu. Para o investidor, tudo menos Dilma.

Caminho – Eleições em 2016, país polarizado, para não ser dizimado, tudo indica, o PT quererá se desvincular de Dilma. 

E o caminho mais fácil ante um longo e desgastante processo de Impeachment, será adoecê-la para renunciar.

Cenário – Mercado especula mudança de dois CEO na indústria automobilística nacional ainda neste ano.

Imagem – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, fará ações e promoções para mostrar-se operacional e ativa? 

Imagem desgastou-se. Além da perda de produção, vendas e empregos, houve prisão de vice presidente, ex-consultor, demissão de representante, indiciação de associados. 

Executivos fora da Operação Zelottes, da compra de Medidas Provisórias para alongar prazos de incentivos, querem que a entidade seja bem vista - e eles também.

Negócio – Em meio à venda de ativos para fazer caixa e permitir rolar investimentos, como a participação nos hospitais D’Or, Banco Pactual, demandando pela Coluna, informou não se manifestar sobre vender os 10% que possui na MMCB, montadora de Mitsubishis em Catalão, GO.

Otimismo – Ante números e projeções negativas quanto ao futuro e indústria automobilística, recebo anotação do Mark Hogan, ex-presidente da GM no Brasil, ex-vice da então Corporation, e hoje no Board internacional da Toyota:


- Nasser, tenho confiança no Brasil e com certeza vai voltar a crescer em curto prazo. Tomara Mark, tomara.

Promoção – Enquanto concorrente Fiat Toro não chega, Renault fomenta vendas do picape Duster Oroch, com plano Troca Fácil - parcelas menores, entrada baixa, garantia de recompra após usado, tipo leasing sobre leasing.

Sorrisos – Vendas da picape Oroch caracterizam suas projeções de mercado: apenas 30% de clientes da marca. Demais 70% conquistados a outras.

Solução – Autoridades aprovaram o retificador de fluxo, componente para VW colocar na entrada de ar de seus motores diesel 1,6 e 2,0, para cumprir normas de emissões de poluentes. Simples, uma hora para colocação.

Conta - Custará à empresa em torno de 10 euros. Na improjetável soma entre reparos, multas e indenizações, VW mantém o bloqueio inicial de 6,5B Euros.

Prova – Protótipo de carro autônomo da PSA Peugeot Citroën viajou 3.000 km entre Paris e Madri. Saiu, andou, ultrapassou, freou, manobrou sem intervenção do motorista. 

Como disse Soraya Saenz de Santamaria, vice-presidente da Espanha. Hoje, não precisamos pensar no futuro. Ele já chegou.

Adeus
 – Por pensar. Carro autônomo dá fim à liberdade e à auto determinação ao volante, o simbolismo do automóvel desde seu surgimento. 

Será uma cápsula, um ônibus individual, coisa besta. PSA terá em 2016 15 protótipos.

Ampliação – Fábrica da FPT em Córdoba, Argentina, produzirá o motores diesel Cursor 9, enquadrado nas regras de emissões Euro V. 

Obediência à norma e tendo o Brasil como cliente viabilizou o negócio. Antes Brasil o importava da França.

Automobilismo – Renault mantém a crença das corridas de automóveis como indutora de tecnologia e formação de imagem. 

Ampliará sua presença na Fórmula 1, deixando de ser fornecedora de motores para ter equipe própria. Comprou a Lotus.

Antigos – Veículo raro, o VW SP1, produzido em 1972/3 menos de centena de unidades, apenas dois remanescentes eram conhecidos: em Belo Horizonte e outro, quase 0 Km, guardado na fábrica. 

Colecionador carioca Marcelo Berek localizou terceiro, composto, completo, original, no Rio de Janeiro.

Gente - Stefan Ketter, presidente da FCA - Fiat Chrysler Automobiles América Latina, eleição. 

OOOO Personalidade no Prêmio AutoData 2015. 

OOOO Kenneth Cehlin, controller da área comercial da Scania sueca, desafio. 

OOOO CFO da Scania America Latina. 

OOOO Paulo Nemer, empresário, reeleito. 

OOOO Presidente da ABLA, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis. 

OOOO É para ser chamado de doutor e tratado com tapete vermelho. Locadoras absorvem 12% dos veículos vendidos anualmente no Brasil!

OOOO Isella Constantini, comunicóloga, brasileira, presidente da GM na Argentina, mudança. 

OOOO Patriota, convidada pelo governo Macri, aceitou presidir as Aerolineas Argentinas, balaio de gatos que dá US$ 1 milhão de prejuízo/dia. OOOO

-------------------------------------------------------------

O pacote de economia 

dos caminhões Mercedes

Nas ações para a recuperação da liderança do mercado domésticos de caminhões, a Mercedes-Benz aplica-se com os pneus na estrada. 

Conversas com operadores, frotistas, motoristas, para adequar produtos às exigências ou as desejado; racionalização industrial com a montagem de todas as cabines na antiga fábrica dos automóveis Classe A e C, em Juiz de Fora. Objetivo é oferecer produtos, baixar custos operacionais.

Começou por mudar o sistema dos cubos traseiros dos eixos dos caminhões Axxor, deixando o projeto alemão e fazendo a adequação para a operação nacional, obtendo ganho na redução de consumo. 

Outra conquista importante diz respeito à segurança do caminhão, carga e motorista, pelo desenvolvimento nacional do sistema batizado de FleetBoard de telemetria eletrônica para monitoramento e transmissão da dados, sem transmitir por satélite, mas por celular. 

Simplicidade, racionalidade e custos devem fazer o projeto nacional permear a outras operações da marca no mundo.

Novo Actros, com cuidados aerodinâmicos na cabine, e motor para 13 litros de deslocamento, fazendo 510 cv, o mais potente do país. 

Alterações atingiram metas opostas como aumentar potência e reduzir consumo. No caso em torno de 5%.

Há, também, de se registrar o aparato mecânico para elevar eixo quando não submetido a carga. 

Reduz arrasto por diminuir abrasão dos pneus, baixa consumo, e se enquadra na legislação de meio ambiente. E dos pedágios, que suprime o eixo suspenso do cálculo.


Novo Actros
____________________________________

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

SUCESSO HÁ 25 ANOS, A FAT BOY® É UM DOS MODELOS FAVORITOS DOS APAIXONADOS PELA HARLEY-DAVIDSON.



Em 1990, o aparecimento da Fat Boy® foi um sucesso instantâneo.

Para a Harley-Davidson Motor Company, a década de 1980 foi marcada por acontecimentos importantes.

Após a recompra da AMF em 1981, a marca começou seu renascimento; o lançamento do H.O.G.® (Harley Owners Group) em 1983, a introdução do motor Evolution™ em 1984, seguidos pela entrada da empresa na bolsa de valores de Nova Iorque, em 1987.

Na virada da década, em 1989, a Motor Company foi, mais uma vez, a fabricante líder em motos de alta cilindrada nos EUA.

No mesmo ano, o lançamento dos modelos 1990 deu origem a um grande ícone, a FLSTF Fat Boy®, criação de Willie G. Davidson.

A Fat Boy® foi um dos primeiros modelos da marca com rodas fundidas. Essas rodas robustas de 16 polegadas deram o toque de estilo mais característico da Fat Boy® que, durante seus primeiros 18 anos, foi a única motocicleta equipada com elas.

O pneu traseiro também tem 200 mm de largura – o maior de todos os modelos de H-D® na época do lançamento – e estes atributos foram fundamentais para proporcionar um visual corpulento à moto.

A Fat Boy® faz parte da família Softail®, que tem por característica principal os amortecedores escondidos sob o para-lamas, permitindo que os pilotos se beneficiem do conforto da moderna suspensão, sem perder o clássico visual hardtail.

O modelo original era alimentado pelo motor Evolution V-Twin de 1340 cc, que foi introduzido em 1984.

Em 2000, houve uma atualização para o novo motor Twin Cam 88B de 1450 cc e, em 2007, a introdução do Twin Cam 96B de 1584 cc.

Já o modelo 2016 recebeu o motor Twin Cam 103 High Output de 1690 cc, que antes equipava somente as motos da família Touring®, adicionando ainda mais força e desempenho à moto.

A Fat Boy® é um exemplo clássico de motocicleta em que aparência e ergonomia andam de mãos dadas.

Enquanto a aparência imponente nunca deixa de atrair a atenção, as amplas plataformas para os pés garantem o conforto em longos passeios, além do banco baixo que proporciona uma confortável posição de pilotagem.

Em 1991, a Fat Boy® foi a estrela do filme “O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final”, firmando sua posição como uma das motos mais desejadas do mundo.

A motocicleta, pilotada pelo ator Arnold Schwarzenegger, realizou um dos saltos mais famosos da história do cinema, em que o Exterminador pula com a moto para dentro de um bueiro.

A proeza foi realizada com o auxílio de cabos que prendiam a Fat Boy®, reduzindo o peso da motocicleta e do piloto ao tocarem no solo. Os cabos foram apagados na pós-produção.

Várias Fat Boy® foram utilizadas na gravação do filme mas, na verdade, a moto pilotada por Schwarzenegger foi adquirida em 2014 pelo Museu Harley-Davidson, onde atualmente está em exposição.

O modelo também repete seu papel com Arnie em “O Exterminador do Futuro 5 – Gênesis”, lançado nos cinemas este ano.

Após o sucesso de “O Exterminador do Futuro 2”, a Universal Studios, em Hollywood, EUA, criou a atração Terminator 2 – apresentando uma moto personalizada Fat Boy® como destaque principal da atração.

Linha do tempo

1990: Lançamento da Fat Boy®
O aparecimento da primeira Fat Boy® foi um sucesso instantâneo. Apelidada de “The Gray Ghost” (em português, “O fantasma cinza”), uma vez que só estava disponível nesta cor, a motocicleta tinha um estilo único e sua vigorosidade chamava a atenção. 

Rodas robustas, pneus largos e um tanque de combustível amplo contribuíam para seu estilo imponente. 

O sistema de duplo escape shotgun style também cooperou para um visual original que foi muito copiado por outras marcas de motocicletas.

2005: A Screamin’ Eagle Fat Boy®



A Fat Boy® ganhou o tratamento CVO™, pela primeira vez, para o modelo 2005. A Screamin’ Eagle Fat Boy® ostentava um motor Stroker Twin Cam de 1690 cc, uma suspensão traseira rebaixada e um novo assento estilo pan-style, em três novas combinações com duas cores e acabamento de metal.

2007: Mudanças no modelo
O lendário visual da Fat Boy® está mais robusto do que nunca, graças a uma nova roda dianteira de 17 polegadas, maior que a anterior, de 16, e um pneu traseiro mais largo, de 200 mm. 

A marca registrada do modelo é a roda dianteira em disco de alumínio, que ganhou novos bullet-hole

Novos detalhes gráficos no tanque de combustível e em ambos os para-lamas acrescentaram um toque ainda mais estiloso à moto.

2010: O surgimento da Fat Boy® Special

A Fat Boy® Special 2010 (chamada de Fat Boy Lo nos EUA) incorporou todo estilo e sofisticação da Fat Boy®, trocando os elementos cromados e deixando a moto um pouco mais baixa, com altura de 61 cm do assento até o chão. 

O assento e o guidão mais estreitos também ajudaram o modelo a se tornar um grande sucesso, principalmente entre os pilotos mais jovens e aqueles de menor estatura. 

Plataformas meia-lua além de pintura fosca e acetinada também diferenciam o estilo da Fat Boy® Special da Fat Boy® original.

2015: Novo sistema de freio, acelerador eletrônico e nova motorização


O modelo 2015 passou a contar com novo sistema de freio dianteiro, presente em todos as motocicletas da família Softail®, que proporciona uma redução de 40% na força aplicada nos freios durante frenagem máxima. 

O cilindro mestre de freio foi reestilizado. Ainda no mesmo ano, mas já como modelo 2016, a grande novidade fica por conta da chegada do acelerador eletrônico throttle by wire e do motor Twin Cam 103 High Output de 1690 cc.

Visite: www.harley-davidson.com.

GM APRESENTOU À IMPRENSA ESPECIALIZADA, ONTEM, À NOITE NO RIO DE JANEIRO O NOVO COBALT QUE MOSTRA ALGUMAS ALTERAÇÕES NA CARROCERIA, NA TRASEIRA, UMA NOVA TAMPA DO PORTA-MALAS E LANTERNAS, AGORA INSTALADAS HORIZONTALMENTE (NA VERSÃO ANTERIOR ERAM VERTICAIS). A FRENTE FOI TAMBÉM ALTERADA. O CAPÔ, QUE COMO O PARA-CHOQUES RECEBEU VINCOS QUE RESSALTAM AS NOVAS MOLDURAS DOS FARÓIS AUXILIARES E A ENTRADA DE AR. MAS O FORTE DAS MODIFICAÇÕES ESTÁ NO SISTEMA DE CONETIVIDADE, SOM E ENTRETENIMENTO MY LINK, DE 2ª GERAÇÃO, QUE PODE A SER COMANDADO POR VOZ, COM ANDROID AUTO E APPLE CAR PLAY, E PASSA A CONTAR COM O SISTEMA ON STAR. O PORTFÓLIO DO MODELO RECEBE A VERSÃO ELITE MAIS COMPLETA. OS PREÇOS OSCILAM DE R$ 52.690 A R$ 67.990,00


A GM apresentou à Imprensa especializada, ontem, à noite, no Rio de Janeiro a versão 2016 do modelo Cobalt, que, exteriormente, registra novas frente e traseira e alterações nas laterais e o sistema multimidia My Link de segunda geração, com conetividade aos sistemas Android Auto, da Google, e CarPlay, da Apple e assim acessar o WhatsApp e o Skype, de mensagens, e o Spotify e o TuneIn, de músicas online, com comando de voz. E surge uma nova versão, a Elite, mais equipada e luxuosa, aumentando para cinco o portfólio do modelo, em 2016, com câmbio manual e automático.



A frente tem um capô, agora com vincos centrais e está ligeiramente mais baixo. A grade é nova, semelhante à do recém-lançado Malibu, nos Estados Unidos e os faróis, com projetores de dupla parábola, ficaram mais afilados se estendem até a grade. A spolier inferior também ficou com altura menor.


A traseira recebeu nova tampa do porta-malas, o vidro está mais inclinado e as lanternas, antes verticais, agora são horizontais. O sedã, considerado o mais espaçoso do seu segmento, teve a carroceria praticamente toda redesenhada e, por dentro, recebeu materiais e acabamentos mais nobres. 


A combinação de cores internas também é nova, assim como os elementos dos painéis das portas e os bancos.


Conetividade
A segunda geração do MyLink, antes apenas no Cruze passa a compor o novo Cobalt, em todas as versões, trazendo 
maior integração com smartphones, permitindo ao usuário, por exemplo, ler e ditar mensagens de texto por comando de voz, acessar aplicativos de música online ou mesmo de navegação, incluindo o Google Maps, que informa as condições de trânsito e sugere rotas alternativas. 

A tela de sete polegadas do MyLink tem melhor resolução gráfica e tecnologia multi-touch. Similar à de smartphones, ela facilita e potencializa a navegação com os dedos e permite reorganizar os ícones da página inicial, por exemplo. tem um design mais moderno e intuitivo, além de novas funcionalidades, como os sistemas Android Auto, da Google, e CarPlay, da Apple.

A GM já vendeu quase 200 mil do modelo Cobalt, desde seu lançamento em 2012

Para o motorista, isso significa maior integração entre as funções do smartphone e o carro, já que o sistema permite a operação do telefone celular diretamente na tela da central multimídia.

Por conseguir identificar telefones com o sistema operacional iOS e Android, o multimídia projeta menus com as interfaces próprias de cada um deles para a rápida familiarização do usuário.

Já as teclas de avançar e retroceder do multimídia foram deslocadas do visor para o painel externo do aparelho e o botão do volume passa a ser giratório, facilitando a operação. 

Várias funções ainda podem ser comandadas por teclas no volante multifuncional do Chevrolet Cobalt 2016. 

O Cobalt disponibiliza câmbio manual nas versões LT 1.4 MT5,  LTZ 1.4 MT5 e LTZ 1.8 MT5

Além disso a porta USB permite agora conectar por meio de um hub externo dois dispositivos USB e um iPod, por exemplo, enquanto até 10 celulares podem ser emparelhados com sistema Bluetooth, sendo que somente um celular pode ser conectado de cada vez. 


O aparelho possui ainda um sistema de segurança eletrônico para impedir furtos – ele só funciona no veículo em que foi primeiramente instalado e não pode ser usado em outro automóvel.

O banco bipartido traseiro quando rebatido duplica a capacidade do porta-malas

OnStar
Menos de dois meses depois de estrear na linha Cruze, o OnStar chega também às versões mais sofisticadas do Cobalt.

O OnStar é um sistema de telemática avançado que oferece ao motorista mais de 20 serviços de Emergência, Segurança, Navegação, Concierge e Conectividade em um patamar jamais visto no mercado automotivo nacional.

Pressionando um botão no retrovisor interno, o motorista é conectado a uma central com atendimento humano que oferece serviços como pesquisas rápidas na internet, reservas e informações sobre situações de tráfego (vias alagadas ou bloqueadas).

Pode-se igualmente acionar o botão OnStar para solicitar assistência mecânica, elétrica ou médica em caso de emergência.

A comunicação entre os ocupantes e o atendente do Centro de Atendimento ocorre por meio de uma linha celular exclusiva do veículo, que transmite a conversa pelos autofalantes e microfones do sistema “hands-free” do carro.

O OnStar também avisa quando o automóvel está sendo furtado ou envolveu-se em um acidente que resultou na deflagração dos airbags. 

Isso acontece pois os sensores espalhados pela carroceria são capazes de detectar situações de anormalidade e alertam o Centro de Atendimento. 

Profissionais capacitados então fazem a análise da situação e solicitam, se necessário, o auxílio das autoridades competentes.

O OnStar também permite que o usuário comande funções do veículo por meio de um aplicativo para smartphone, como o travamento das portas.

Pelo app ainda é possível programar para receber notificações quando o veículo inicia uma nova movimentação, saber qual é a sua localização atual e ainda pedir para ser avisado quando o velocímetro ultrapassar o limite de velocidade predeterminado – recursos úteis principalmente quando o automóvel é cedido a terceiros.

O aplicativo é compatível com os sistemas Android e IOS e pode ser baixado na Play Store e agora também na Apple Store.

“Pesquisas internacionais mostram que os consumidores já consideram os itens tecnológicos do veículo mais relevantes do que a potência do motor”, comenta William Bertagni, vice-presidente de engenharia da General Motors América do Sul.

O OnStar cumpre bem esta tarefa, pois, além de simples e funcional, permite ser operado sem que o condutor desvie a atenção do trânsito.

Para o Brasil, foram desenvolvidos alguns serviços customizados para atender as demandas do mercado local. 

Entre os mais relevantes estão o que possibilita o motorista fazer consultas na internet por meio do Concierge e o que alerta para a circulação em área de rodízio na cidade de São Paulo. 

Ao todo, são mais de 20 opções de serviço à disposição do cliente Chevrolet de todo o país que possuam a tecnologia habilitada em seus veículos.

No Cobalt 2016, a Chevrolet oferece como cortesia o serviço OnStar por 12 meses. O processo de habilitação pode ser iniciado na concessionária. 

Na sequência, o cliente recebe um e-mail para finalizar seu cadastro e dar seu aval para a ativação. 

Versões e preços


Mais conforto no 2016


O Cobalt 2016 está mais equipado. O lançamento no Rio de Janeiro foi glamoroso.

Há itens adicionais de conforto e de conveniência tanto nas configurações com o motor 1.4 Econo.Flex como nas com o motor 1.8 Econo.Flex, cujo torque chega a 17 kgfm - o maior entre os principais concorrentes. Esse propulsor pode vir acoplado ao câmbio automático de seis velocidades. 

A versão Elite, topo de linha, oferece bancos com revestimento premium Brownstone; sensores de chuva, crepuscular e de estacionamento; câmera de ré e o exclusivo e inovador sistema OnStar da Chevrolet, que oferece diversos serviços, entre eles de emergência e de segurança.

Uma das grandes vantagens do Cobalt é o seu porta-malas de mais de 500 litros

Desenho brasileiro
Desenvolvido no Centro de Design da GM do Brasil, o Cobalt 2016. Os 
sensores de estacionamento (presentes nas versões de luxo) também parecem estar camuflados, resultando em um visual limpo e agradável.


As rodas de alumínio também trazem desenho inédito e mudam de estilo conforme a versão do carro. São calçadas por pneus radiais 195/65 R15.

Além das tradicionais cores Branco Summit, Azul Macaw, Prata Switchblade, Preto Carbon Flash e Cinza Graphite, foram incorporadas à linha 2016 o Bege PepperDust, o Cinza Aztec e o Marrom Mogno Brown, esta desenvolvida exclusivamente para o lançamento do veículo.

Interior mais apurado




A cabine do Cobalt 2016 também passou por evoluções. Há opção de bancos com revestimento premium bicolor (Jet Black e Brownstone), molduras das saídas de ar e da alavanca da transmissão automática em acabamento preto brilhante (black piano) e volante multifuncional revestido com costura pespontada.

Os painéis das portas foram reprojetados, os apoios de braço são do tipo “soft touch” e seguem o mesmo padrão de revestimento dos bancos.

Além do formato, o posicionamento dos puxadores e dos comandos dos vidros elétricos foram igualmente revistos com o intuito de aprimorar a ergonomia.

Com novo visual, tecnologias inéditas e melhor resolução gráfica, o sistema multimídia MyLink de segunda geração traz um ar de modernidade e frescor ao painel, que tem quadro de instrumento com iluminação em LED e velocímetro digital.

O mecanismo do ar-condicionado também foi modernizado: os comandos passam a se concentrar no trio de botões giratórios, e o sistema de recirculação passa a ser acionado automaticamente a partir da velocidade três do ventilador.

Outra novidade interessante são os botões na base do espelho retrovisor central. Eles comandam o exclusivo sistema OnStar da Chevrolet 
e o usuário entra em contato com uma central de atendimento 24 horas e pode usufruir de serviços de emergência, concierge e de conectividade. 

Há ainda um aplicativo para smartphones, que permite monitorar e comandar diversas funções do veículo remotamente.

O espaço interno continua sendo uma das grandes virtudes do Cobalt na linha 2016. Com o maior entreeixos da categoria (2.620 mm), o modelo oferece espaço suficiente para ombros e pernas. Assim, até cinco adultos ficarem confortavelmente acomodados. 

A cabine conta ainda com 18 porta-objetos e um bagageiro “tamanho família” de 563 litros – o maior entre os sedãs de produção nacional.


Versão Elite
O Cobalt 2016 está mais completo, sofisticado e elegante. Chega às concessionárias Chevrolet em cinco diferentes combinações entre motorização (1.4 e 1.8), transmissão (MT5 e AT6) e acabamento (LT, LTZ e Elite).

O sedã já vem equipado de série com os itens de conforto e segurança mais valorizados pelo consumidor da categoria, como ar-condicionado; direção hidráulica; conjunto elétrico das travas, portas e vidros; chave tipo canivete com controle remoto de abertura inclusive da tampa do porta-malas; bancos e volante com regulagem de altura; freios ABS com EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e airbag duplo.

Para elevar a relação custo-benefício da versão LT (de entrada), foi incorporado à lista ainda os comandos elétricos dos retrovisores e dos vidros traseiros. 

O modelo conta com acabamento interno diferenciado, na qual predomina a cor preta “Jet Black” com alguns toques de cinza “DarkAsh Gray”, enquanto os bancos são de tecido de estampa marcante e diferenciada. 

O motor 1.4 Econo.Flex e a transmissão manual de cinco marchas completam o pacote.

O mesmo trem de força pode equipar a versão LTZ (de luxo), que oferece também a opção do propulsor 1.8 Econo.Flex e da transmissão automática de seis velocidades com o sistema Active Select.

Nesta configuração, o modelo soma faróis de neblina com moldura cromada, sensor de estacionamento, computador de bordo, volante multifuncional, bancos com a nova combinação de tecido e revestimento premium, encosto de braço em material “soft touch” controle de cruzeiro, multimídia MyLink, sistema OnStar e rodas de alumínio.

Quanto ao acabamento, esta versão combina internamente tons de preto com variadas nuances de marrom que, somados aos detalhes de acabamento cromado e preto brilhante, expressam requinte.

Ofertada em pacote único, a nova versão Elite (topo de linha) foi pensada para o consumidor que busca um sedã médio-compacto acessível, espaçoso para a família, mas com a mesma sofisticação encontrada em modelos de categorias superiores.

“A versão Elite reúne os equipamentos e a mecânica mais sofisticada disponíveis para o Cobalt. 

Traz detalhes exclusivos de acabamento interno e externo que caracterizam o cuidado na execução de cada elemento estético do carro”, destaca Samuel Russell, Diretor de Marketing da GM.

A lista ainda inclui bancos com revestimento premium nas cores Brownstone e Jet Black e a assinatura do nome da versão, volante e encosto de braços com costura pespontada, frisos cromados na região das saias laterais, sensor de chuva e crepuscular, além de rodas de alumínio especialmente desenvolvidas para o modelo.

O sistema OnStar e o multimídia MyLink de segunda geração são outros itens de série do Cobalt Elite.


Motores fortes e confiáveis
O Cobalt 2016 é ofertado em duas opções de motorização. Ambas trazem tecnologia tipo VHCE.

O propulsor 1.4 Econo.Flex desenvolve até 102 cavalos (a 6.200 rpm) e 13 kgfm de torque (a 3.200 rpm), enquanto o propulsor 1.8 Econo.Flex desenvolve até 108 cavalos e 17,1 kgfm de torque a 3.200 rpm.

Vale ressaltar que esse é o motor de maior torque e capacidade volumétrica entre os principais rivais do carro e disponibiliza 90% da sua força entre 2.500 e 4.700 rpm, ampliando sua elasticidade e garantindo excelente dirigibilidade ao carro tanto em trajetos urbanos como rodoviários.

Com etanol no tanque e transmissão manual, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em 10s. A velocidade máxima é de 170 km/h.

Outro diferencial mecânico do Cobalt 2016 perante a concorrência é a opção da transmissão automática de seis velocidades com sistema Active Select, que permite ao motorista realizar as trocas manualmente, se desejar. O sistema tem funcionamento suave e preciso.

Investimento
O Cobalt 2016 é o segundo grande lançamento da General Motors do Brasil após o anuncio da ampliação de seu plano de investimentos para R$ 13 bilhões no período de 2014 a 2019 no país – o primeiro foi o OnStar, que estreou no Cruze.

Este investimento permitirá à marca Chevrolet continuar a renovação de sua linha de automóveis com foco em conectividade, segurança, eficiência energética e valor atraente.

De acordo com Santiago Chamorro, presidente da General Motors do Brasil, este é o maior plano de investimentos já realizado pela companhia no país e demonstra o compromisso e a confiança que a empresa tem no Brasil e no potencial de crescimento do mercado local.


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.