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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O GRUPO RENAULT NISSAN PREPARA 10 VEÍCULOS DE CONDUÇÃO AUTÔNOMA COM PREVISÃO PARA ENTRAR NO MERCADO EM QUATRO ANOS, OU SEJA EM 2020. OS CARROS ESTARÃO EQUIPADOS COM ALTA TECNOLOGIA QUE DISPENSA O CONTROLE DE MOTORISTA E OFERECEM SEGURANÇA VEICULAR COM REDUÇÃO SIGNIFICATIVA DE ACIDENTES GRAVES E/OU MORTAIS. AINDA ESTE ANO CHEGARÃO AO MERCADO OS PRIMEIROS VEÍCULOS COM DELEGAÇÃO PARCIAL DE CONDUÇÃO QUE MANTERÁ O CARRO NA FAIXA DE ROLAMENTO EM AUTOESTRADAS E CONGESTIONAMENTOS


Sunnyvale, Califórnia, Estados Unidos - A Aliança Renault-Nissan vai lançar mais de 10 veículos equipados com tecnologia de condução autônoma nos próximos quatro anos.

O grupo automobilístico mundial confirma o lançamento de uma gama de veículos equipados com capacidades autônomas nos Estados Unidos, Europa, Japão e China, até 2020. 


Esta tecnologia será embarcada nos carros voltados ao grande público, em larga escala e com preços acessíveis.


Além disso, a Aliança Renault-Nissan lançará uma série de novos aplicativos conectados, para facilitar o acesso dos condutores a suas atividades profissionais, de lazer e às redes sociais.

"Atingir os objetivos de ‘zero emissões e zero fatalidades’ é um grande compromisso da Aliança Renault-Nissan", declarou o CEO da Aliança, Carlos Ghosn, no centro de pesquisas da Renault-Nissan no Vale do Silício. 


"Este objetivo nos leva a desenvolver veículos destinados ao grande público, equipados com sistemas de condução autônoma e conectividade otimizada em três continentes", comentou o executivo.

Zero emissões - Zero fatalidades
A Aliança Renault-Nissan já é incontestavelmente o grupo líder em veículos zero emissão. 



A Aliança comercializou em torno de 300.000 carros 100% elétricos desde que o primeiríssimo Nissan LEAF foi vendido na região de São Francisco, em dezembro de 2010.

A eficácia e segurança dos veículos da Aliança Renault-Nissan aumentaram de forma radical. 


Em 20 anos, o número de acidentes graves ou mortais envolvendo modelos Nissan no Japão caiu 61%; na França, com modelos Renault, a queda foi de 80% em 15 anos.


A condução autônoma poderá limitar bastante o erro humano, que é a causa de aproximadamente 90% dos acidentes mortais.

Os primeiros veículos equipados com sistema de delegação parcial da condução “para manter o veículo na faixa de rolamento" chegarão ao mercado em 2016. 


Com esta funcionalidade, o carro controla automaticamente sua posição na faixa de rolamento, em autoestradas e congestionamentos. 

Os veículos Renault-Nissan equipados com o sistema de delegação parcial de condução que permitem “mudar de faixa” – que gerenciam automaticamente os perigos e permitem mudar de faixa em autoestradas – surgirão em 2018.


Já 2020 será o ano do lançamento do "modo de gestão autônoma das interseções", através do qual o carro poderá identificar as interseções em trafego urbano sem intervenção do condutor.

No decorrer deste ano, o grupo automobilístico também lançará um novo aplicativo para dispositivos móveis, permitindo interagir à distância com o veículo, seguido no ano que vem pelo primeiro "Sistema Multimídia da Aliança" que oferecerá novas funcionalidades multimídia e de navegação, otimizará a integração com smartphones e permitirá atualizar os dados dos mapas em tempo real. 


Em 2018, a plataforma da Aliança para a “Conectividade e Internet das Coisas” integrará o novo "Assistente Pessoal Virtual", destinado a clientes pessoa física e jurídica.

Todas as tecnologias da Aliança relativas ao veículo autônomo estarão disponíveis como opção para os condutores.


Convergir
Em 2014, a Aliança Renault-Nissan "convergiu" as divisões de engenharia das duas empresas. 


Engenheiros Renault e Nissan trabalham em equipe para limitar as duplicidades em termos de desenvolvimento de tecnologias de nova geração. 

As tecnologias criadas em comum pelos engenheiros Renault e Nissan são posteriormente disponibilizadas para cada empresa e suas respectivas marcas, que podem fazer uso delas conforme as necessidades de seus clientes.

Com isso, os engenheiros Renault e Nissan desenvolveram "caixas de ferramentas tecnológicas", incluindo hardware e software. 


As equipes de produto Renault, Nissan, Infiniti ou de outras marcas podem assim escolher quais aplicativos vão equipar cada modelo. 

A parceria entre Renault e Nissan em matéria de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de ponta permite trabalhar mais eficazmente e realizar economias de custos, além de oferecer aos seus clientes veículos com maior valor agregado.

A Aliança Renault-Nissan conta com um orçamento de pesquisa e desenvolvimento da ordem de 5 bilhões de dólares americanos. 


Quarto grupo automobilístico mundial, a Aliança comercializa um carro a cada dez vendidos no mundo. 

Seus principais centros de pesquisa estão localizados em Atsugi, no Japão, Guyancourt, na França, Farmington Hills (Michigan), e Sunnyvale (Califórnia), nos EUA. 

A Aliança Renault-Nissan também tem centros de Engenharia na Índia, Brasil, Romênia, Turquia e China, entre outros.

A Aliança Renault-Nissan também anunciou a contratação de Ogi Redzic, para comandar os setores de conectividade e novos serviços de mobilidade, que assume a função de VP Sênior de Serviços de Mobilidade e Veículos Conectados da Aliança.

Ogi Redzic ingressou na Aliança após ter desempenhado diversas funções na Nokia, NAVTEQ, Motorola e cyberPIXIE, uma startup do setor de comunicações sem fio. 


Anteriormente, comandou a área automotiva da Nokia HERE, onde era Vice-Presidente Sênior. 

O executivo assume imediatamente as funções no grupo em Paris, comandando equipes na França e no Japão.

sábado, 9 de janeiro de 2016

O QUE SERÁ DO SETOR AUTOMOTIVO EM 2016? AS PERSPECTIVAS DOS ECONOMISTAS E DA FENABRAVE SÃO DE UM QUADRO PREOCUPANTE, POIS O SETOR ESTÁ HOJE NO MESMO PATAMAR DE 2006. A SAÍDA HONROSA FICA COM AS MARCAS PREMIUM, MAS AINDA ASSIMN, NESTAS, A AUDI É QUE TEVE UM CRESCIMENTO RELEVANTE DE MAIS DE 40% ANO PASSADO


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

O setor automotivo brasileiro passa por um momento muito delicado com registros mensais, em 2015, de queda das vendas, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores - Fenabrave -, de 22,80%, em relação a 2014, ano em que já fora registrada uma diminuição de 7,15%, diante de 2013.

Os dados da Fenabrave, revelam um recuo da indústria automotiva ao patamar de 2006. Com isso, ao longo de 2015, a mão-de-obra caiu 10,2%, o que representou a perda de 14.700 postos de trabalho. 


Apesar de nas últimas duas semanas de Dezembro ter havido uma melhora nas vendas, os estoques continuam elevados e atendem a 36 dias de vendas.

Renegade


Algumas montadoras conseguiram desempenhos menos ruins, como a Jeep pelo bom resultado obtido pelo Renegade, um produto novo, de que, em dezembro, foram vendidos 6.976. A Jeep encerrou o ano com 39.190 Renegades emplacados de um total de 41.795 vendidos no ano.

Audi em festa
Mas, muito longe da Audi que fechou 2015 com 17.539 carros emplacados graças ao desempenho do A3 Sedan e do Q3, que lhe garantiram um crescimento de 40,4%, em relação a 2014.


O mês do Natal foi um sucesso para a alemã que superou seu próprio recorde de vendas, de 1.942, ocorrido em agosto, para 2.297 - um crescimento de 66,2% - dos quais 909 do A3 Sedan. 

“Estamos extremamente felizes em terminar o ano na liderança, conquistando um recorde histórico de vendas e dando sequência a um ano de bastante sucesso para a Audi no País", ressaltou Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil  

- Apesar da crise, crescemos mais de 40% em 2015. Isso mostra que nossa estratégia tem sido acertada, e seguiremos por esse caminho neste novo ano que acaba de começar”, comemora.


A inauguração da linha de produção, em São José dos Pinhais (PR), foi, segundo Jörg Hofmann, dos grandes marcos para a Audi, em 2015. 



A fábrica paranaense começou em setembro, a produzir o A3 Sedan 1.4 TFSI Flex, o Audi a rodar com etanol, e, em novembro, foi iniciada a fabricação desse modelos com motor 2.0 TFSI.

O executivo alemão frisou que esse planejamento começou a dar resultados já em 2014, quando a empresa cresceu 90% no País, "o maior crescimento registrado entre todas as montadoras no mercado nacional".



Jörg Hofmann atribuiu esse sucesso ao excelente o trabalho iniciado no final de 2013, quando a Audi AG identificou o Brasil como um mercado-chave para o crescimento internacional da marca. 

Na ocasião, acrescentou, a Audi do Brasil anunciou sua estratégia de 360 graus, de investimentos em todas as áreas de negócio, como pós-vendas, marketing e produção local. 


Hofmann atribuiu, também, o sucesso da marca no País à expansão da rede de concessionárias pelo Brasil. 

"No ano passado, foram inauguradas 10 lojas em diferentes estados, fechando o ano com 50 revendas", revelou. 

A área de pós-vendas recebeu aportes de R$ 12 milhões para a inauguração de seu Centro de Treinamento e Competência Tecnológica, em São Paulo, e para a ampliação do Centro de Distribuição de Peças, na cidade de Jundiaí. 

Em marketing, a marca promoveu ações importantes nas mais variadas mídias, recebendo investimentos recorde no ano.

A linha de produtos atualizada com o mercado internacional também demonstra o compromisso da Audi com seus clientes no Brasil. 

No ano passado, a Audi apresentou importantes lançamentos no mercado doméstico, como a linha RS 6 Avant e RS7 Sportback renovada, a nova geração do icônico esportivo TT e o A3 Sedan fabricado no País.

Em 2016, a marca inicia o ano com o pé no acelerador, com os lançamentos da nova geração do utilitário-esportivo Q7, que ficou mais moderno e tecnológico, dos reestilizados A1 e RS3 e do TTS, versão apimentada do cupê. 

Ainda no primeiro semestre será iniciada a produção nacional do Q3, um dos modelos mais vendidos pela Audi no País.

“Esperamos enfrentar um cenário desafiador em 2016, mas continuaremos trabalhando intensamente para cumprirmos a proposta de manter um crescimento a longo prazo, oferecendo produtos de qualidade e excelência no atendimento em vendas e pós-vendas. Nosso objetivo é manter o foco para que possamos vender 30 mil carros por ano até 2020”, completa Hofmann.

A Audi com o implemento da produção nacional do A3 e do Q3, em 2016, tudo indica que colherá novos bons frutos.

Setor sem perspectivas
No entanto, este ano, o quadro é ruim para o setor como um todo, sem perspectivas de melhorar. 

Os resultados positivos, em 2016, é relevante lembrar, deverão continuar a vir das vendas de carros premium, adquiridos pelo segmento social com mais recursos, menos afetado pela crise.

A verdade é que as previsões da Fenabrave para 2016, se apresentam muito perto da realidade diante do atual panorama econômico-social do País, quando se estima uma queda de 5,8%, em relação a 2015, para mais ou menos 2,42 milhões de veículos leves e pesados

As vendas, em 2015, ficaram 26,5% abaixo das de 2014, mas ainda garantiram o emplacamento de 2,56 milhões de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, valores da Fenabrave. 

Os números confirmam 2015 como o quarto ano consecutivo de queda dos licenciamentos e um mercado semelhante a 2006, o primeiro ano em foram comercializados os 2 milhões de veículos e a primeira vez, desde 2008, que o setor não atinge os 3 milhões em vendas anuais. 

Para Alarico Assumpção, presidente da Fenabrave, a crise política, piora ainda mais a caótica situação econômica; inflação alta, baixando a confiança do consumidor; a queda do real e do PIB de 3,4% e a projeção de 1,9% a 2% negativa para 2016, além da expectativa do aumento da inadimplência de pessoa física, do desemprego e da queda real do salário, são preocupantes.

A falta de carga para transportar no País – que acompanha o ritmo da economia – e a queda do preço das commodities são fatores adicionais de retração no setor de veículos pesados. 


2016, na mesma
O segmento leve, segundo a Fenabrave, terá em retração de 5,9%, para 2,33 milhões de unidades contra os 2,47 milhões emplacados em 2015, cuja queda foi de 25,5% sobre 2014.

À semelhança de 2015, 
quando os licenciamentos caíram 33,6%, para 354,2 milos comerciais leves deverão continuar caindo. 

Para 2016, a projeção aponta para pouco mais de 305 mil unidades, volume 13,8% menor que o do ano passado. 

Já automóveis, cujos licenciamentos fecharam 2015 com queda um pouco menor, de 24%, para 2,12 milhões, em 2016, devem ficar no patamar das 2,02 milhões de unidades, segundo a Fenabrave, o que significa retração de 4,57% sobre 2015.

Os pesados deverão registrar queda de 2,81%, em 2016, considerando caminhões e ônibus, para pouco mais de 89,5 mil unidades. 

Em 2015, o segmento teve o pior resultado de todo o setor, com quedas de 47,6% para 71,7 mil caminhões e de 36,5% para 20,3 mil ônibus.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O JAPÃO QUE ESTÁ MUITO PREOCUPADO COM A BOMBA DE HIDROGÊNIO QUE A COREIA DO NORTE ANUNCIOU TER TESTADO, ESTÁ USANDO O HIDROGÊNIO COMO COMBUSTÍVEL DOS AUTOMÓVEIS E INSTALARÁ 100 POSTOS DE ABASTECIMENTO ATÉ MARÇO PRÓXIMO. ATÉ OS JOGOS OLÍMPICOS DE TÓQUIO, EM 2020, A TOYOTA ESPERA TER 12 MIL CARROS A HIDROGÊNIO RODANDO, MAS A HONDA E A HYUNDAI ESTÃO EMPENHADAS NA APOSTA NESSE COMBUSTÍVEL



Alta Roda 


Nº 870 —  7/1/16

Fernando Calmon



FUTURO A HIDROGÊNIO?


No recente Salão do Automóvel de Tóquio não foram apenas modelos autônomos e futurísticos que roubaram a cena. 

O governo japonês se empenha em disseminar a ideia da era do hidrogênio e nada como os carros para dar partida a uma verdadeira aposta. 

Esse elemento químico é o mais abundante do universo e está presente na água (H2O) que representa 70% da Terra.

Uma nova “sociedade baseada no hidrogênio” será difícil de florescer. Para obtê-lo a partir da água é preciso eletricidade em grande escala. 

Se esta vier de fontes fósseis ou não renováveis – como na maior parte do mundo – o balanço final é negativo em termos de emissões de CO2 e do temido efeito estufa. Mas se pode obtê-lo também de biogás de esgoto ou lixo.

A pilha a hidrogênio para gerar eletricidade a bordo seria boa solução para carros elétricos, pois emite apenas vapor d’água. 

Permite tempo de abastecimento e autonomia semelhantes aos combustíveis líquidos, ocupa menos espaço e é mais leve e fácil de reciclar.

Incentivada pelo governo do Japão, a Toyota desistiu de esperar pela evolução das baterias. 

Em 2015, passou a fabricar em pequena série e vender apenas no seu país o Mirai, com estética de certa forma discutível por ousar demais. 

A produção, de 700 unidades no primeiro ano, subirá para 3.000 em 2017, contando com exportações para EUA e Europa. 

Até os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, o fabricante esperar ver 12.000 carros circulando no Japão e 30.000 no mundo.

O preço do Mirai, pouco maior que um Camry, é bem elevado: US$ 70.000 (R$ 280.000). 

Mas pelo menos 25% desse valor terá subsídio governamental. Mas onde abastecer? 


Há uma meta de abrir 100 postos no Japão até março próximo, mas cada um custa lá US$ 4 milhões (R$ 16 milhões), 15 vezes mais que um convencional. 

Apenas 80 estarão inaugurados, quase todos dentro de instituições públicas e privadas.

A Honda aproveitou o Salão para apresentar a versão definitiva do seu elétrico com pilha a hidrogênio, o Clarity. 

Chamados de FCX Clarity, 50 carros rodam em quatro cidades da Califórnia, EUA, desde 2008, em leasing por se tratar de unidades experimentais de propriedade do fabricante. 

Ela perdeu a corrida para oferecer o primeiro automóvel específico fabricado em série no mundo, pois só estará à venda em março próximo, inicialmente no Japão.

Este modelo, do mesmo porte do Mirai porém mais elegante, tem autonomia de 700 quilômetros, superior à do rival. 

O conjunto pilha e motor elétrico ocupa volume um terço menor que no FCX, equivalente a um motor V-6 convencional. 

Isso permitiu colocá-lo sob o capô e liberou espaço no habitáculo para cinco adultos e porta-malas mais amplo. 

A Honda desenvolveu um container transportável para produzir hidrogênio e um conversor para o Clarity fornecer energia elétrica a uma casa ou de forma emergencial.

Grandes fabricantes mundiais também desenvolvem pilhas a hidrogênio há mais de uma década. 

A Hyundai tem um Tucson adaptado à venda nos EUA. Alguns ainda não consideram a tecnologia suficientemente madura para justificar um modelo específico, como Mirai ou Clarity. O tempo dirá quem, de fato, está certo.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

CHEVROLET COMEMORA 20 ANOS DE LIDERANÇA DE SUA PICAPE S10, PERÍODO EM QUE PASSOU POR 13 ALTERAÇÕES DE MODERNIZAÇÃO. EM 2015, A GM VENDEU E EMPLACOU 33.300 UNIDADES, SENDO A MAIS VENDIDA DO ANO PASSADO NO SEGMENTO COM A SUA POTENTE S10, QUE OFERECE OPÇÕES DE MOTORIZAÇÃO 2.4 E 2.5 FLEX E 2.8 TURBODIESEL, COM 206 CAVALOS, ESTE MODELO TESTADO PELO BLOG DIA 24/12/2015


Com 33,3 mil unidades emplacadas ao longo de 2015, a Chevrolet S10 fechou mais um ano como a picape média mais vendida do Brasil, completando duas décadas de liderança, posto que ocupa desde seu lançamento, em 1995.

Vários fatores ajudam a explicar esta duradoura hegemonia da S10 no mercado nacional: a robustez mecânica, o pioneirismo tecnológico, os motores Flex e diesel mais potentes da categoria, o fato de o veículo estar em constante evolução e a ampla diversidade de configurações.


São 18 combinações, entre três opções de carroceria (Chassis Cab, cabine simples e cabine dupla), três de motorização (2.4 Flex, 2.5 Flex com injeção direta e 2.8 turbodiesel), três de transmissão (MT5, MT6 e AT6), duas de tração (4x2 e 4x4 com seletor eletrônico) e seis versões de acabamento (LS, LT, LTZ, Advantage, Freeride e High Country).

“Essa variedade de combinações da S10 permite a customização da picape conforme o desejo e a necessidade do consumidor. Há desde uma opção mais acessível voltada para o trabalho, como a Chassis Cab, até uma opção caracterizada pela sofisticação e valentia, como a High Country”, atenta Samuel Russell, diretor de Marketing da Chevrolet.


Na versão High Country, a picape oferece alto nível de exclusividade. Os bancos têm forração premium em dois tons (marrom Brownstone e preto Jet Black), costura pespontada e descansa braço traseiro. 


Link para  a matéria do test-drive: http://blogdojornalistaarnaldomoreira.blogspot.com.br/2015/12/chevrolet-s10-high-country-e-boa-de.html

Já o assento do motorista conta com regulagem elétrica de altura, distância e inclinação do encosto.

O veículo conta ainda com outros itens de comodidade, entre eles ar-condicionado digital, computador de bordo, volante multifuncional, sensor de estacionamento, controle de cruzeiro (cruise control) e sistema multimídia Chevrolet MyLink com GPS, DVD e câmera de ré integrados.



A lista de equipamentos de segurança também é completa. Destaque para o controle eletrônico de estabilidade e de tração, o assistente de partida em aclive (Hill Start Assist), o controle de velocidade em declive (Hill Descent Control), os freios ABS com sistema de distribuição de frenagem (EBD), as lanternas em LED, os cintos de segurança traseiros retráteis de três pontos, o alarme de não afivelamento do cinto de segurança e o conjunto de airbags.

Outros modelos Chevrolet também foram destaques em 2015. O Onix foi o modelo mais vendido do país, enquanto Prisma e Spin também terminaram o ano como líderes em seus respectivos segmentos.

A Chevrolet encerrou 2015 com 388 mil veículos negociados no total e manteve a liderança no segmento de varejo pela terceira vez consecutiva, atingindo seu principal objetivo traçado para o ano.

Histórico
Lançada em março de 1995 como a primeira picape nacional de seu segmento, a S10 vem mantendo a liderança de vendas deste então, ultrapassando a marca de 600 mil unidades emplacadas.


1995 – Em março, a Chevrolet lança a S10 (2.2), a primeira picape média nacional; em outubro chega a versão cabine estendida e o motor Maxion HST 2.5 turbodiesel.


1996 – É apresentada ao mercado a S10 Cabine Estendida e a opção de motorização 4.3 V6.


1998 – A linha passou a oferecer opção de cabine dupla e tração 4x4.

1999
– A primeira alteração de estilo, concentrada na parte dianteira, com novos para-choque e grade; o modelo ganha também uma versão de luxo, batizada de Executive.


2000 – A S10 turbodisel passa a adotar o motor MWM Sprint 2.8; seis meses depois chega a série especial S10 Barretos, em homenagem ao maior rodeio do país.

2001 - Estreia a nova linha, com evoluções na dianteira, no interior e na motorização –o propulsor 2.2 é substituído por um 2.4.

2006 – Picape da Chevrolet disputa pela primeira vez o Campeonato mundial de Cross Country e conquista seu quinto título no Rally Internacional dos Sertões.

2007 – O motor 2.4 passou por evoluções e tornou-se flexível.



2009 – A S10 passa por mais uma atualização visual, com mudanças na parte externa e interna do veículo.


2012 – Chega ao mercado a nova geração da S10; projetada e desenvolvida no Brasil também para outros mercados, modelo estreia como nova referência no segmento de picapes médias. Para equipar o veículo, foi criado um novo motor 2.8 Turbodiesel.

2013 – Motor 2.8 Turbodiesel e a transmissão (agora de seis marchas) receberam importantes melhorias técnicas, que possibilitaram um expressivo ganho de desempenho. 



Com isso, a potência pulou de 180 cv para 200 cv. Outra novidade é a oferta do sistema multimídia MyLink.

2014 – Picape da Chevrolet ganhou mais uma opção de motorização flex, o 2.5 Ecotec com injeção direta de combustível e 206 cavalos, e novo ajuste da suspensão, além de melhorias de acabamento e isolamento acústico.



2016
– S10 ganha quatro versões inéditas: Advantage, Freeride, Chassis Cab e a luxuosa High Country. 


Elas somam às conhecidas configurações LS, LT e LTZ, ampliando ainda mais o leque de opções de acabamento do utilitário de maior sucesso do segmento.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

2016 ROMPE COM ANÚNCIOS DE NOVOS MODELOS DE DIVERSAS MARCAS. A NISSAN E A FORD COM NOVOS SUVS E A RENAULT RELANÇANDO O ICÔNICO ALPINE



Coluna nº 0216 - 7 de Janeiro de 2016
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Temporada de anúncios: Nissan Kicks, Ford Ranger, Renault Alpine

2016 começou bem. Dia 3, o presidente mundial da aliança Renault-Nissan, queimado de sol, aparência tropical, recuperando a cor após ano em avião e reuniões na Europa, Japão e USA, surpreendeu jornalistas sem férias: anunciou a produção do Kicks, conceito a se materializar em SAV nos próximos meses. 

Carrinho ajeitado, mostrado como protótipo de estilo no último Salão do Automóvel, 2014, S. Paulo, agradou e o mercado sinalizou a oportunidade de produção. 

Hoje, o segmento pretendido é o de maior expansão. Não é de SUV – Sport Utility Vehicle – aqui utilitários esportivos, marcados pelas formas e pela tração nas quatro rodas. 

Mas desdobramento, opção dos consumidores satisfeitos em aparentar inexistentes ares de disposição e valentia. 

São os SAV –Sport Athletic Vehicle – tem jeito mas sem apetrechos para ousadia fora do asfalto.

Segmento amplo, nele está o Honda HR-V, lançado neste ano, superando em vendas tradicionais Ford EcoSport, Renault Duster, Peugeot 2008, disputando mês a mês com o Jeep Renegade. 

Na prática, e no segredo da rentabilidade, são versões sobre plataformas mecânicas já existentes – Ford Fiesta, Renault Logan, Peugeot 208. Apenas o Renegade é de nova formulação.

O Kicks é proposta nova e o Brasil será o primeiro País a produzi-lo. Tem traços típicos da Nissan – planos, cortes, reentrâncias, uma agonia para proprietários: qualquer pequeno amassão e a peça é condenada.

Fórmula é a mesma tão aviada: plataforma comum ao March e ao Versa; motor Nissan 1,6, ambos produzidos em Resende, RJ. 

Novidade será o uso de transmissão com polias variáveis, dita CVT, antes aplicada ao Tiida. 

Prazo para lançamento, rápido. O eng. Ghosn autorizou gastar R$ 750 milhões para viabilizar o produto. 

A exiguidade indica colocá-lo nos revendedores logo após o grande efeito multiplicador de divulgação oferecido pelos Jogos Olímpicos, dos quais a Nissan é co patrocinadora. 

Entre 5 e 21 de agosto, será multi exposto como carro de deslocamento de atletas e cartolas, gerará imensurável mídia em mercados de interesse na fábrica nipo-fluminense: Brasil e América Latina.

Choro, riso

Filho de árabes, o eng. Ghosn é atavicamente hábil com números, porém substituiu o raciocínio e a conversa concêntricos, pelo rápido uso da cimitarra no cortar custos e pessoas. 

No Japão, a katana nipônica de oposição não deu para a saída, e no Japão cortou 16 mil empregos na Nissan, salvou a empresa, criou jurisprudência, virou lenda. 

Sussurros no mercado sugeriam, durante a temporada na costa brasileira, o eng. Ghosn, nascido em Porto Velho, RO, entre um mergulho e outro dedicara-se a afiar sua confiável cimitarra usando os dados de descumprimento de suas ordens para a Nissan Brasil, obter 2,5% do mercado – ficou em 2,1%, 20% menos que o demandado. 

E a poli-la com a informação da grande e moderna fábrica estar ociosa. Cabeças rolariam foi vaticínio e motivo para alguns brindes na virada do ano.

Entretanto, um problema industrial no México deu sobrevida à questão: a Nissan cresceu no mercado dos EUA, em boa parte abastecido pela mesma fábrica supridora de Sentra ao Brasil e à América Latina. 

Assim, como uns choram perdas e outros contabilizam lucros, vendendo colírio e lenços, Ghosn-bey deu sobrevida à questão, correndo com o lançamento do Kicks e mandando estruturar canal de vendas deste, do Versa e do March brasileiros aos países da América Latina, forma de aumentar a atividade industrial, a participação no mercado doméstico e fazer lucros.

O corcoveio econômico previsto para o Brasil, em 2016, ajudou a manter François Dossa na presidência da Nissan Brasil. 

Ex-banqueiro, dele a Aliança espera a expertise necessária para a travessia do deserto ondulado que se nos afigura.


O conceito Nissan Kiks – produto terá pequenas mudanças



Ford Ranger 2ª série
Ford divulgou ilustrações sobre painel e interior do Ranger 2ª Série, melhorias aplicadas sobre a picape totalmente revisada e no mercado há três anos. 

Na Argentina, onde produzido, já foi apresentado a revendedores e jornalistas. A foto de ilustração foi tomada em restaurante da avenida Costanera, Buenos Aires.

Mudanças cosméticas. Alteração no desenho da grade frontal e faróis, aplicação de tela com 20 cm de superfície. Previsão para março.

Ranger 2ª. série



Alpine volta

Veículo e marca icônicos a quem tem mais de 50 anos, os Alpine foram criação de Jean Rédélé revendedor Renault, em Dieppe, França. 

Fórmula mágica de plataforma com intrincada mistura de tubos de ferro e de plástico reforçado com fibra de vidro, foi a grande marca francesa nas competições dos anos ’70. O Brasil foi base, ponto, apoio e alavanca para isto.

Cresceu, foi comprada pela Renault e, como acontece em sociedades entre a finura da tecnologia com a grosseria do capital, encerrou-se.

Nome com enorme potencial num país onde a indústria não dispõe de nenhum esportivo verdadeiro; tecnologia esportiva disponível em sua área de competições; a Renault entendeu reativá-la. 

Fez sociedade com a inglesa Caterham, projeto, protótipo, mas o negócio não deu certo. 

Assumiu e tem feito apresentações em corridas, nas míticas 24 Heures Du Mans, e no circuito inglês de Goodwood, meca europeia de carros antigos.

Agora, entretanto, Carlos Ghosn, le patron, avocou a si o projeto, e definiu: será nova linha de veículos performáticos Renault. 

Não apenas a Berlinetta – o GT esportivo -, mas terá um SAV. Nada de produto solitário, mas uma família, uma inspiração na linha DS da patrícia Citroën.

Plataforma em alumínio, peso total em 1.100 kg, grupo moto propulsor sobre o eixo traseiro. 

Será o 1.8 turbo do Clio RS, produzindo entre 250 e 300 cv, transmissão com duas embreagens, sete velocidades. 

Quer competir em performance e vendas com Porsche Cayman e Alfa Romeo 4C, sofreando o preço em 50 mil euros. 

Apresentação de veículo e planos, em 16 de fevereiro.

Alpine, a lenda retorna



Aqui
Tomara, eflúvios e divulgação maciça fendam o duro coração da Renault no Brasil. Aqui, onde produzimos o Alpine A 108 com o nome de Willys Interlagos e criamos rótulo inteiramente diversificado, de vencedor em provas de velocidade, estuda proposta do designer João Paulo Melo para produção, parceria ou auxílio para reedição do Interlagos. 

Projeto assemelhado, ora em análise, para receber o conjunto recém desenvolvido para o Sandero RS.


E de aniversários: VW Brasil e Jeep
Dia 3, marcaram-se 57 anos do início da produção oficial do VW 1200, o Fusca, no Brasil. 

Antes, a operação local se dividiu entre a VW e a representante Brasmotor, mas era contida, simplória montagem. 

História importante, o Brasil foi o primeiro país para onde a VW se espraiou e a resistência do pequeno e simplório carro era – e continua sendo no Brasil sem estradas asfaltadas – adequada ao País começando a ser amanhado pelas rodas. 

Fez-se presente por mais de três milhões de unidades. (Há amplo texto sobre tal performance no sítio Autoentusiastas, matéria assinada pelo professor Alexander Gromow ).

E com data imprecisa, entretanto, em 1941, nascia o Jeep, como exigência do estado norte-americano para veículo aplicável às operações na II Guerra Mundial – o conflito ainda estava do outro lado do mundo, mas como previsto chegou até estas bandas.

Projeto mágico e recordista: em uma semana o projetista Carl Probst, da fechada American Bantan, deu forma e listou fornecedores para fazê-lo. 

E construiu-o em 44 dias. Deixou sem graça todas as grandes marcas, então insistindo na impossibilidade. Daí, a partir do projeto da Bantam, a Willys fez um modelo e a Ford, outro.  

Avaliados pelo governo, chegou-se a um mix final, indo à produção em três versões. Bantan com morfologia própria, Willys e Ford quase iguais. 

Foi uma das ferramentas responsáveis pelo êxito dos Aliados no conflito.

Marca persiste e hoje é a parte mais rentável da operação norte-americana da FCA – a Chrysler comprou-a e a Fiat assumiu-a formando a FCA. 

Para comemorar, faz séries especiais para cada uma de suas famílias – Compass, Cherokee, Grand Cherokee, Renegade, Wrangler e Wrangler Unlimited. 

Variações de Verde, rodas em liga leve pintadas em bronze, personalização na decoração interna.


Roda-a-Roda


Líder – Toyota manteve liderança mundial de vendas. Volkswagen, em marcha batida para ocupar a primeira posição, perdeu aceleração no último trimestre com o Dieselgate, problema com as emissões poluentes superiores às normas mundiais.

Polêmica – Alessandro Maccolini, responsável pelo estilo do novo Alfa Romeo Giulia contestou críticas do automóvel ter sido inspirado no BMW Series 3. 

Refutou dizendo ser a base de inspiração o mítico 156. O Giulia, apresentado ano passado, tem tido início de vendas adiado. Previsão é para maio/junho.

Alfa Giulia inspirada em BMW 3?



Será? – Polêmico Sergio Marchionne, CEO da FCA anunciou mudança de planos: deixa de procurar marca para associação – mais recente foi a GM -, e marcou data de aposentadoria: 2018, fim do programa de 5 anos, aos 63.

Foco – Teoria de Marchionne é simples: a briga de foice para sobrevivência em tempos de globalização passa por volumes. 

Conseguiu com a Fiat incorporando a Chrysler, e caminhando para vender 7M unidades em 2018.

Ação – Apesar das medidas de reconhecimento, investigação à questão das emissões superiores às normas legais, e reparos em curso para mitigar o problema, o governo dos EUA através da EPA, a agência de proteção ambiental, intentou ação contra a matriz da Volkswagen.

... ações – Pretende re-call a mais de 600 mil veículos sob a marca, incluindo VW, Porsche, Audi equipados com motores diesel L4 2,0 e V6 3,0. Multas pelo quantitativo alcançariam US$ 21B. Ainda haverá muita discussão.

Del Año
– Fipa, federação latino-americana de jornalistas especializados, elegeu os melhores ao olhar dos associados: Carro do Ano, BMW Series 7; SUV do Ano, Volvo XC90; Elétrico com quatro rodas, Nissan Leaf; e três rodas Toyota Prius 1.8. Piloto do Ano, argentino José Maria Pechito López, de rallies.

Baixa – Novo governo argentino por Mauricio Macri reduziu os impostos sobre veículos. Haviam sido elevados dentro da torta óptica veno-bolivariana de fazer tesouro sobre o consumidor. 

A grosso modo, calcula-se redução de preço final aos consumidores em 46 % sobre veículos importados e 25% sobre argentinos.

Mercado virará um tango entre estoque e novos, mas crescerá bastante.

Liderança – Disputa charmosa a traçada entre as marcas com veículos caros, os ditos Premium, mostrou a Audi na liderança, crescendo 40,4% em relação a 2014, comercializando 17.539 unidades, recorde nacional no segmento. Não é sorte ou dado episódico. Desde 2013, ao decidir fazer fábrica no Brasil se prepara.

Mobi – Dito como descoberto por Car and Driver, Mobi será o nome do novo Fiat, o X1H, pequeno para suprir o espaço aberto pelo fim do Uno. Lançamento em abril/maio.

Classificação – Lifan, chinesa complementando veículos no Uruguai, vendendo-os no Brasil, feliz com o rótulo de BOM pelo sítio Reclame Aqui, ferramenta on line para reclamação dos consumidores. Para a Lifan, assumindo sua marca ao antigo representante, Bom é ótimo.

Tecnologia – Para se harmonizar com o Mustang Shelby GT350R, o mais potente em 50 anos, Ford aplicou-lhe rodas em fibra de carbono. 

Mais leves, melhoram a suspensão. Para isolar o material do calor gerado pelos freios, revestiu em plasma cerâmico utilizado nos ônibus espaciais.

Caminho – Prefeitura de S. Paulo vedou licenciamento como táxis de carros com menos de 2,45m de distância entre eixos. 

Decisão busca oferecer mais conforto aos passageiros. Na prática, barra no baile o Chevrolet Classic e o Fiat Siena. 

A nova regulamentação exige ABS, duas almofadas frontais de ar, ar condicionado e sistema de pagamento em cartão de crédito.

Razão – Reflete a concorrência com o serviço Uber, com carros e confortos superiores à frota dos táxis comuns, e inicia aproximar os dois conceitos.

Mudança – Branco se incluiu na ditadura do Preto e Prata como cores preferidas para veículos. 

Levantamento do sítio WebMotors diz nos últimos 12 meses a demanda pelos veículos alvos dobrou.

Giro – Assembleia Legislativa paulista aprovou boa ideia, apta a ser seguida por outros estados: entendimento entre órgãos executivos de trânsito e rodoviários para rápido trocar de informações e providências enviando a leilão público veículos apreendidos pelo Detran estadual.

Limpa – Quer resolver o assunto de falta de área de estacionamento, com estoque se acumulando por lentidão de procedimentos. 

Dá celeridade a nova definição por legislação federal: veículo apreendido e não reclamado em 60 dias, será enviado a leilão. Prazo curto significa menor desvalorização.

Proteção – Empresa Endure se instalou em Nova Lima, beiradas de Belo Horizonte, para aplicar blindagens opacas Nível IIA – armas de 9mm e Magnum 44. 

Capital de Minas é o terceiro mercado da especialidade, com 5% das 12 mil blindagens/ano. Custo entre R$ 40 mil e R$ 80 mil.

Evento – Nem Mercedes seminovo, nem automóvel antigo, preferidos para uso em casamentos. 

Noiva da Praia Grande, litoral paulista, chegou à igreja em ônibus urbano. Graça da Viação Piracicabana, onde trabalha.

Imprensa – Sítio Argentina Autoblog festeja 10 anos. É dos melhores do setor, rico em informações, análises, testes, tudo em exaltada argentinidade. 

Tem, ainda, ação social recrutando apoios e meios a entidades desassistidas.

SP1 – 4 – Durante anos, contaram-se apenas duas unidades restantes de VW SP1: uma, prata, na fábrica VW, outra, azul, em Belo Horizonte. 

Há dias Coluna contou localização de unidade branca, no Rio de Janeiro. Agora, indica Enio Brandenburg, de Santa Catarina, há 4º. exemplar, Verde Mentol, comprado em Porto Alegre, RS, único dono.


VW SP 1, 4ª. unidade, SC.



Retífica RN – Derrapagem da Coluna passada. A proposta ao leitor de exibir nova gasolina é para a aditivada, que deveria se tornar padrão, acabando a produção da não aditivada. Petrobrás adiou e promete para o próximo ano.

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

PSA PEUGEOUT CITRÖEN MEXE NAS CADEIRAS DE COMANDO NO C ONTINENTE SUL AMERICANO E NOMEIA ALESSANDRO VETORAZZI DIRETOR DE PEÇAS E SERVIÇOS AMÉRICA LATINA


Alessandro Vetorazzi é o novo diretor de Peças e Serviços América Latina do Grupo PSA Peugeot Citroën. 

O executivo foi nomeado, hoje, 6 de janeiro, e responderá hierarquicamente a Carlos Gomes, presidente Brasil e América Latina do Grupo PSA. 

Ele substitui Paulo Solti, diretor-geral da Citroën no Brasil, que acumulava também a posição de Peças e Serviços interinamente.

Vetorazzi é formado em Engenharia Mecânica pela Escola de Engenharia Mauá e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), de São Paulo. 

Possui cerca de 20 anos de experiência na indústria automotiva, em vários cargos de relevância estratégica, especialmente em pós-venda, vendas e marketing.

“O Grupo PSA vive um momento importante na América Latina e no mundo. O Plano “Back in the Race”, implementado pelo nosso presidente Mundial, Carlos Tavares, já nos trouxe grandes resultados. Junto-me ao Grupo para este grande desafio profissional e para contribuir na área de Pós-Venda, onde a PSA já realiza um trabalho sólido na região, sempre com muita qualidade e foco na satisfação dos nossos clientes”, declarou o executivo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A NISSAN PRODUZIRÁ UM NOVO CROSSOVER MUNDIAL KICKS, O PRIMEIRO PRODUZIDO NO BRASIL, SAIRÁ DO COMPLEXO FABRIL FLUMINENSE DE RESENDE, ONDE A MONTADORA INVESTE R$ 750 MILHÕES. O CARRO SERÁ VENDIDO, AINDA ESTE ANO, NA AMÉRICA LATINA E A SEGUIR NO MERCADO MUNDIAL



A Nissan prepara-se para lançar um novo crossover, o Kicks que será fabricado no Brasil, no Complexo Industrial de Resende, no Estado do Rio de Janeiro, onde serão investidos R$ 750 milhões.


O presidente e CEO da Nissan Motor Company, Carlos Ghosn, revelou que esse será vendido, um carro global, primeiro, na América Latina, já em 2016, e a seguir no no mercado mundial.


A Nissan pretende que o SUV Kicks seja o carro da Olimpíada do Rio.

O novo modelo é inspirado no Kicks Concept apresentado, em 2014, do Salão do Automóvel de São Paulo e 
marcou a evolução do conceito Extrem, mostrado em 2012.


“A Nissan inventou o primeiro crossover em 2003, com o lançamento do Murano. Desde então, nós nos estabelecemos como líderes globais de crossovers com modelos como Juke, Qashqai e X-Trail, que têm tido grande sucesso. O Kicks irá levar a expertise única da Nissan em crossovers para novos mercados”, disse Carlos Ghosn.

Assista o vídeo:
Com o início da produção do Kicks, a Nissan contratará 600 novos funcionários que garantirão a operação de um segundo turno na unidade de Resende, inaugurada em 2014, que fabrica os modelos compactos March e Versa. 


Liderado pelo Centro de Design Global da Nissan, no Japão, o Kicks Concept foi concebido com a colaboração entre o Nissan Design America (NDA), estúdio em San Diego, Califórnia, e o Nissan Design America - Rio (NDA-R), o estúdio-satélite de design da empresa no Brasil. As equipes atualmente trabalham na finalização do design do modelo de produção.

“Os crossovers compactos são muito atraentes para consumidores da América Latina. Com o Nissan Kicks, nós vamos além do óbvio para conquistá-los, com um design incisivo e desempenho que nossos clientes anseiam”, afirmou José Valls, chairman da Nissan América Latina.


“Quando nossa equipe da Nissan do Brasil colaborou com os colegas no Japão para criar o Kicks Concept, que foi inspirado em nosso país e cultura, o resultado foi extraordinário", comenta François Dossa, presidente da Nissan do Brasil

- Estamos ansiosos com nosso time de manufatura da fábrica de Resende, que está se preparando para fabricar o Kicks com a precisão e a alta qualidade japonesa, confessa o executivo.


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