Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Preço parece ser o principal motivo pelo qual muita gente ainda opta pelos carros movidos a gasolina e a etanol e a prova disso é a grande resposta nas vendas dos carros da Jeep, o Renegade e agora o Compassa diesel que têm preços super competitivos em relação aos concorrentes.




COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

10 | FEVEREIRO | 2017




Motores diesel: a escolha 
entre compressão x explosão


A escolha de um novo veículo nunca foi e nem será uma tarefa fácil. São muitas as variáveis determinantes entre os modelos oferecidos e a real necessidade do consumidor. 


Preço, design, valor de revenda, eficiência energética... vou citar apenas algumas das características para mostrar que o fator combustível também deve ser considerado.

Antes era gasolina ou etanol, hoje temos o flex, o carro roda com a combinação, sem problemas com seu motor a explosão, combinando injeção eletrônica e vela de ignição.



Mas o que observamos é a crescente utilização de veículos com motorização diesel no Brasil. 

Quando comparamos 2016 com 2015, tivemos queda no licenciamento geral, mas as vendas de veículos com opção diesel tiveram um aumento de 4,5%. 

Ao todo foram vendidos 156.259 veículos com essa opção de combustível. Não vou discutir sobre a aprovação ou não da utilização do diesel em veículos leves. 

Mas será que apenas a escolha do combustível, por ser mais barato e ter maior rendimento, são as diferenças entre o diesel e a motorização bicombustível com gasolina e etanol?


O primeiro aspecto a ser definido: só é vantajoso ter veículo diesel quem percorre mais de 20 mil km por ano, perfil de taxistas e frotistas. 

Um carro a diesel normalmente custa 30% a 60% mais caro que um flex ou a gasolina. Por exemplo, o pernambucano Jeep Renegade, fabricado pela Fiat/Chrysler, custa R$ 116 mil, na versão a diesel e R$ 73 mil, na flex.

Apesar da versão mais recente da limitação de poluentes, estabelecida pelo Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve), os veículos a diesel no Brasil ainda emitem mais óxidos de nitrogênio e material particulado que os automóveis só a gasolina ou flex – e ainda numa taxa superior ao recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); para piorar, o Brasil ainda depende de importar diesel.

E lá se vão 123 anos, desde que o engenheiro alemão Rudolf Diesel idealizou um motor a combustão de pistões que explorava os efeitos de um reação química natural, que acontece quando o oxigênio puro se mistura ao óleo, causando uma explosão.

Do ponto de vista prático, podemos dizer que o motor diesel difere do motor a explosão porque não tem injeção eletrônica e vela, e, no seu lugar, possui uma bomba injetora e injetores. 


A combustão no motor diesel é obtida por compressão e não por faísca de uma vela. Para quem busca força, eles oferecem maior torque em baixas rotações.

Observe as principais características e diferenças entre os ciclos:


Ciclo Diesel
Na compressão, somente ar é comprimido na câmara;


O ar é comprimido até atingir uma temperatura acima da de auto-ignição;
O combustível é injetado (quase no final da corrida do pistão) e entra em autoignição;
Taxas de compressão altas.


Aceita combustível menos "nobre": óleo Diesel ou mesmo o gás natural + 20% óleo Diesel.


Calor e ar ideal: o calor entra a pressão constante


Ciclo Otto (motores bicombustível gasolina e etanol)
Na compressão é comprimida uma mistura de ar + combustível;


O ar é comprimido a mais baixas pressões, a temperatura atingida fica abaixo da de autoignição;


O combustível entra em ignição através de uma faísca;


Taxas de compressão mais baixas;


Combustível: gasolina, álcool ou gás natural;


Ciclo a ar ideal: o calor entra a volume constante.

Nosso objetivo foi o de mostrar que a escolha de um veículo envolve muito mais que ser um carro bonito ou acessível. 


Sua eficiência energética é um elemento a ser considerado sempre, principalmente com o reflexo em seu comportamento dinâmico.

Os motores atuais que utilizam diesel estão cada vez mais modernos, com menor vibração, sem trepidação e e quebram menos, ou seja, com durabilidade maior. 


Mas tudo tem seu preço. Sua manutenção também é mais cara que nos motores flex ou a gasolina. 

Fique atento na troca dos filtros de ar e combustível (a cada 10 mil quilômetros), para garantir a melhor “respiração” do seu veículo.

 ==============================================
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

Jeep Compass chegou para ficar e mostrou logo ao que vinha. As versões a gasolina fazem sombra aos concorrentes diretos Honda HR-V e o Nissan Kicks, mas não fica por aí e as versões a Diesel roubam clientes das linhas de SUVs premium Audi e BMW, movidos a gasolina, pelo preço mais baixo e levando em conta o bom padrão de acabamento, a economia e conforto. Lembra do Lada, que fez sucesso no Brasil, também? Pois é, já faz 40 anos que foi criado.




Coluna nº 0617 - 10 de Fevereiro de 2017
________________________________________________

Jeep Compass, 

irmão elegante do Renegade


O Compass, segundo produto da marca Jeep no Brasil foi desenhado e composto para ser concorrente de peso na faixa de briga-de-foice-no-escuro no promissor mercado nacional no segmento. 

Está acima do irmão Renegade, do líder setorial Honda HR-V, do recém-chegado Nissan Kicks.

O mercado de utilitários esportivos, sejam os SAV, com tração simples ou SUV, com tração total e disposição extra asfalto, vem em grande expansão, com projeção de atingir 25% dentre todas as vendas de veículos leves. 

Nele, não há crise como perceptível pela enxurrada de novos produtos para disputar clientes.

É o terceiro produto da fábrica FCA em Goiana, PE, e utiliza plataforma comum ao Renegade e ao picape Toro. 

E, como o Renegade, é produto mundial inaugurando produção no Brasil.

Tem missão importante: ajudar a Jeep a crescer e manter-se rentável e líder em lucros na união FCA. 

Oferece amplo leque de versões com motores flex e diesel 2,0 litros, com respectivos 200 e 170 cv de potência, e composições em decoração, transmissões com acionamento mecânico ou hidráulico, e tração simples dianteira ou nas 4 rodas. 

Leque de preços varia 50%, a partir de R$ 100 mil pela versão simples, Sport, flex, até o topo de linha Trail Hawk, diesel, automática de nove marchas.

Está acima do Renegade. Pouco maior em dimensões, suspensão para rodar mais confortável, e habilidades quase iguais para as versões de tração total. 

Em termos de mercado é muito bem focado em postura, composição, destinado a clientela idade superior ao cliente do Renegade, sem pretensões a ter cara de macho-man. Isto o situa em faixa de conforto. 

Em termos de estilo o controle da Fiat sobre os Chrysler e Jeeps melhoraram o produto. É limpo, marcado por linhas e elegante friso cromado envolvente, grupo óptico bonito e eficiente, luzes com LEDs.

Internamente bem acertado, materiais de toque agradável, incluindo o volante com aro espesso; computador de bordo com tela de 9 cm para computador na versão Longitude e 16 cm, colorida na Trailhawk. 

Versão superior bem composta em itens de segurança – sete bolsas de ar; assistente de ponto cego; farol alto/baixo automático; freios anti colisão.

No particular

Versão superior, diesel, transmissão automática, mimos como câmera de ré, mais nova das necessidades inadiáveis aos motoristas. 

É um dos confortos, como a direção assistida, a transmissão automática, os freios com mecanismo servo – experimentou, vira exigência.

No específico emprega pneus para desenhar seu uso – muito mais para urbano rápido. O ruído matraqueado do ciclo diesel tem sido reduzido tanto operacional quanto pela aplicação de adjutórios e filtros acústicos. 

O motor traça o mapa do uso. Pé em cima, deixando-o trabalhar e fazer as marchas passarem, pressão constante no acelerador, obtém ótimas médias – 15 km/litro em estrada de orografia variada, carga completa. Cidade, 11 km/litro. 

Na média marcou 13,5 km/litro. Consumo de diesel é consequência dos cavalos demandados, e exige motorista entendendo do produto.

Sempre me questiono do porquê um urbanoide, com arrepios ao campo e à terra vermelha embaçando seus sapatos polidos, escolhe um motor diesel e por tal opção paga caro – e nunca recuperará com uso a diferença de custos, até pela similaridade atual de valores. 

Mas 10% dos compradores demandam por tal versão, cuja característica maior é dispor de muito torque, 35,7 m.kgf em rotações baixas, oferecendo grande capacidade de aceleração e manutenção de médias horárias.

O conjunto é para quem se dedica a leitura especializada, pois além da falsa noção de carro automático ter auto determinação, fazendo tudo sozinho, há outros adjutórios importantes, como a gestão da tração nas quatro rodas, permitindo escolher, via delicado botão de comando, o serviço certo para a demanda – Snow, pouca aderência; Sand, areia; Mud, barro; Rock, pedras soltas – e reduzida acionável por botão e bloqueio do diferencial central, distribuindo a tração 50/50%.

Compass, elegante, bem formulado


Хорошие старые Нивы 40 лет назад 
(O bom e velho Niva faz 40 anos)
Sucesso no Brasil à abertura das importações, foi-se em anunciada fuga do importador. 

Deixou clientes reclamando de quebras e falta de manutenção, e outros, fanáticos, em comunidades sociais, como os Camaradas do Niva.

Anedota de automóveis diz, os Jaguar são os melhores carros do mundo – quando funcionam…

Vale para os Niva, fazendo-o com conforto e surpreendente capacidade de vencer dificuldades, como andar com água a 60 cm, neve com 1m em altura. Niva em russo significa Campo, apropriado. 

História

Exceto mercado brasileiro está presente em 150 países e surgiu por iniciativa do Partido Comunista. 

Ao início dos anos ’70 o projetista Vladimir Sergeivich e o designer Valery Semushkine traçaram o conceito. 

A ida da Fiat para a então União Soviética facilitou trabalhos fornecendo componentes, desde a base do modelo 127 – no Brasil evoluído para 147 -, motor e transmissão do modelo 124, e agregando as modificações, como suspensão, diferencial dianteiro e central gerindo a tração permanente nas quatro rodas. 

Projeto definitivo foi apresentado no XXV Congresso do Partido, em fevereiro de 1976 e a produção determinada para a estatal AutoVAZ, em Togliattigrado, onde se fabricavam os Lada sedã e SW. Era o VAZ 2121. 

Àquele tempo na URSS não havia provocação de marketing capitalista, e ante a incapacidade estatal em atender aos interessados, qualquer produto rodante era sucesso.

Projeto bem arranjado sofreu poucas modificações em quatro décadas. Ganhou caixa com cinco marchas; em 1994, trocou o motor Fiat 1.6 por 1.7 GM, teve versão diesel 1.9 Peugeot. 

Poucas mudanças estéticas em grade frontal e grupo óptico. Qualidade foi implementada com métodos alemães quando a Opel GM assumiu gestão da fábrica e há poucos anos quando Renault-Nissan a sucedeu.

Gestão francesa fez modificação frontal, incorporando para choques à carroceria, nova grade, rodas em liga leve – aqui aplicadas na versão Pantanal, preparada localmente. No Brasil, apenas versão de três portas, mas existem com cinco e picape.

Quem entende credita o sucesso à mecânica simples, robusta, sem fricotes, e à completa ausência de eletrônica exceto para ignição e injeção nos últimos anos.

Queixas quanto à qualidade, simples entender. País sem liberdade de manifestação, fila de encomendas, anos para receber uma unidade, preocupação com qualidade e ganhos tecnológicos inexistiam. A onda capitalista saneou-o.

Pioneiro

Reclamações são tragadas pelo vórtice histórico. O Niva inventou o segmento do SUV pequeno. 

Toyota, Daihatsu, Suzuki o passaram a limpo e adensaram o caminho do pioneiro, hoje em multiplicidade de marcas, modelos e versões afogando o mercado. 

No Brasil, além das unidades importadas houve duas promessas de maior presença. Uma, exportador independente queria montá-lo no Uruguai, dando-lhe rótulo de produto regional mandando-o para o Brasil. 

Marketing manco, tinha-o com decoração de carro de luxo e preço elevado. Não vingou. Idem para a promessa de fábrica no estado do Espírito Santo. Lamentável. Neste País sem estradas asfaltadas seria o ideal.

Renault-Nissan quer aproveitar o conceito, partindo da plataforma jogo duro B90, base de Logan, Sandero, Duster, para fazer releitura do Niva. Será maior, melhor – mas apenas mais um. Charme não se terceiriza.

Niva, quarentão



Roda-a-Roda

Kia Stinger, surpreendente

Ainda não – Sucesso no Salão de Detroit, ganhando prêmio EyesOnDesign, Kia Stinger será produzido na Coreia, 2º semestre, no espaço do modelo Rio, a ser transferido ao México.

Aqui – Virá em conta restrita pela barreira legal da importação de 4.800 unidades/ano sem pagar adicionais 30 pontos percentuais sobre o IPI. Abeifa, associação dos importadores prova, medida garroteia o mercado e desemprega.

Como – Competente, monobloco com 55% em aço de alta resistência, motores L4 2.0 turbo, 255 cv e V6, duplo turbo, e 365 cv, automático 8 milhões, tração traseira ou integral. Freios Brembo a disco nas quatro rodas. Elegante e performático.

Reversão – Crescendo 1,75% em vendas de importados no mês de janeiro – setor caiu – entendendo iniciar vendas ascendentes Sérgio Habib, representante da JAC, acertou importar o S2, chamando-o T40. 

Ação - Misto de hatch com sav, motor 1.5, câmbio mecânico, concorrerá com Stepway Renault Sandero em equipamentos, design, espaço interno e custo x benefício. Perto de R$ 60 mil. Dividirá cotas de importação com o T5.

JAC T40


Mudança – Próximos dias, lançando o sav Captur, Renault mudará classificações para indicar versões por equipamentos, confortos e acessórios. 

Simples – Serão duas. Saem Autentique, Expression, Dynamique e outras, e surgem Zen, de entrada; Intense, superior. 

Acima, opcionais de transmissão CVT aos 1,6; tela Media Nav; bancos revestidos em couro e teto bi ton, se o caso.

Vem – Fiat desmanchou teoria sobre adiamento da apresentação de seu novo hatch para substituir Bravo e Punto. 

Lançamento será em Junho, mês de complicada agenda pelo amplo feriado de Corpus Christi e ausência de jornalistas do ramo por ida ao Salão de Buenos Aires.

Não – CAOA Hyundai nega fim de produção do Tucson primeira geração, desdiz indicando investimentos locais para melhorar rendimento do motor. 

Negócio – Presidente argentino Maurício Macri visitou o colega Michel Temer para ajustar parceria nos negócios regionais e fazer natural implemento de negócios com o México, ameaçado de boicote por seu maior cliente, os EUA.

Bailado
– Um pouco de negócios, muito de diplomacia. Até agora Temer não havia recebido visitante oficial para dar aval à mudança de governo. 
Boa vontade depende de acordo entre países. 

Mercados complementares pelo Mercosul, a crise brasileira atrapalha a Argentina, e o ranço das medidas administrativas deixadas pelo governo Kirchner amarra negócios.

Cores – A ditadura PP – preto e prata – chega ao fim e leva junto a monotonia. Novas exigências mundiais indica radicalização dos clientes, e agora 50% demanda carros brancos; prata caiu a 20% e preto a apenas 14%.

Bom senso – Finalmente. Andar em carro preto, sem ser táxi, uber ou oficial, exibe descompromisso com verdades físicas: cores escuras retém calor, aumentam a temperatura interna, desafiam o ar condicionado, elevam consumo. Ford incluiu na linha Focus um vermelho perolizado, o Toscana.

Demanda – Procura pelo modelo X1 e capacidade industrial no limite provocou BMW buscar novo parceiro para montá-los. É a VDL Nedcar, na Holanda. Não é marca ou fábrica, apenas montadora. 

Estende negócios. Já monta o Mini, dada idêntica situação com a fábrica original em Oxford, Inglaterra.

E? – Curioso não faze-lo na fábrica BMW no Brasil ou ampliá-la para tornar-se supridora do mercado norte-americano, como faz com pacote de 10 mil unidades. Consultada, empresa não respondeu.

Mundo
– Em projeto de reconstrução PSA faz acordos mundiais para montagem de seus veículos Peugeot, Citroën e DS. 

Acertou-se com a Urysia, representante no Quênia para montar iniciais 1.000 unidades/ano do 508 e, após, do SUV 3008. Marca já teve operação assemelhada entre 1974 e 2002.

Mercado – Tivesse vendido mais 39 mil veículos, em 2016, Aliança Renault-Nissan alcançaria a mítica marca de 10 milhões. 

Marcas Renault e Dacia tiveram crescimento expressivo: Renault Samsung subiu 38,8%; Nissan expandiu 3%. 

Conta
- Salto numérico de 10% deu-se pela oportuna tomada acionária da Mitsubishi, somando 934 mil veículos da marca à conta dos controladores. Nela entrou a operação russa com a AutoVAZ e seus Lada.

Futuro – Consciente com o crescente trançar entre veículos e interatividade, Ford aproveitou o Campus Party, em S. Paulo, maior evento sul-americano em tecnologia, inovação e mobilidade, para exibir o Gear Auto Link, aplicativo desenvolvido no Brasil para os relógios inteligentes Gear S2 e S3 Samsung.

Faz – Muito: transfere agenda com endereço ao sistema de navegação; aviso de criança deixada no carro; localizar veículo; alerta de sono. 

Desenvolvedores podem integrar novos aplicativos à plataforma. Está em Smart Device Link.

Novos tempos – Inglesa McLaren Racing, equipe de Fórmula 1 assinou contrato com a Stratasys, dos EUA, em negócio de soluções de impressão 3D.

Bom para ambas. McLaren receberá peças com rapidez, tecnologia de vanguarda, e a fornecedora terá vivencia de produzir para empresa de ponta e trabalhar em ambiente de extremos requisitos e pressão por qualidade e prazos.

Futuro – 3D se baseia nos princípios da impressora doméstica. Gerida por computador, produto final substitui peças estampadas em chapa, ou moldadas em fibra de vidro + plástico ou fibra de carbono. 

Um Nerd, impressora pessoal 3D, e uma mesa em casa podem fazer carroceria especial para automóvel.

Mais – Colaboração não se deterá em carros de corrida, permeando aos contados esportivos da marca e às categorias para as quais a McLaren vende serviços – Fórmula 1, Indy e NASCAR.

Gente – Nelson Piquet, empresário, tri campeão na Fórmula 1, brinquedos novos: elétrico Tesla e Porsche 1985 turbo. 

OOOO Longino Morawski, executivo, ex-presidente da Harley-Davidson, e líder da operação Vespa Piaggio, negócio próprio.

OOOO Sócio presidente no Brasil da CI Advisory, de cultura e estrutura organizacional, desenvolvimento de lideranças, start ups. 

OOOO Sucedido por Giuseppe De Paola, italiano, diplomas em Economia, Marketing, Comunicação, MBA em Administração e ex Bmw 

OOOO Marcelo Braga, publicitário, mudança. 

OOOO Novo diretor de Marketing do grupo CAOA e suas marcas Hyundai, Subaru e Ford. 

OOOO Roberto Di Stefano, italiano, 54, trabalho. 

OOOO Respondia pela área de amortecedores da Magneti Marelli, maior produtora de peças de reposição para veículos no País, novo condutor da empresa na América Latina. 

OOOO Área importante, 20% do faturamento mundial da MM. OOOO
____________________________________

Novos BMW Série 5 Touring e M4 estreiam no 87º Salão de Genebra A configuração Touring evoluiu no design e no espaço interno em relação ao antecessor, e traz, sob o capô, quatro opções de motorização a gasolina ou diesel. O esportivo M4 passa a vir com lanternas traseiras em full-LED, que foram redesenhadas recentemente e exibem apelo mais tecnológico.


A 87ª edição do Salão Internacional do Automóvel de Genebra, a ser realizada entre os dias 9 e 19 de março, no Palácio de Exposições Palexpo, na cidade suíça, servirá de palco para a estreia mundial do novo BMW Série 5 Touring e do novo BMW M4. 


A nova versão do Série 5 que, tradicionalmente, desfruta de particular sucesso em mercados automotivos da Europa leva a um patamar ainda mais elevado as assinaturas da marca que agregam o prazer ao dirigir, o apelo estético, a inovação tecnológica e a funcionalidade inteligente.

Seu equilíbrio atraente de proporções e geometria veicular faz com que o design do novo BMW Série 5 Touring remeta ao desempenho esportivo e à versatilidade. 

Em comparação ao modelo anterior, o novo Série 5 Touring exibe dimensões externas ligeiramente maiores, que proporcionam ganho de espaço significativo para passageiros e carga. 

A experiência acústica e o nível de conforto a bordo para os ocupantes do banco traseiro também foram aprimorados.

Mesmo com todos os assentos ocupados, o novo BMW Série 5 Touring ainda está apto para acomodar 570 litros de bagagens, ou, mais precisamente, 10 litros a mais que a capacidade de seu antecessor. 

E o espaço para bagagem pode ser ampliado para até 1.700 litros – 30 l adicionais, também em comparação ao modelo anterior –, caso necessário. 

A carga útil máxima também é consideravelmente superior. A flexibilidade interna do modelo foi aperfeiçoada com uma série de detalhes práticos. 

O painel das portas, por exemplo, passa a acomodar garrafas de até 1 litro, e os porta-copos do console central, agora, comportam volumes maiores.

O encosto do banco traseiro, dobrável na proporção 40/20/40, por sua vez, pode ser rebaixado com apenas o toque de um botão localizado no porta-malas. 

E este recurso, que é oferecido como opcional, pode vir com regulagem do ângulo de inclinação. 

A tampa do compartimento de carga e a rede de separação podem ser guardadas em repartições sob o piso do porta-malas. 

Dispositivos como a abertura independente da janela traseira e a abertura automática da tampa traseira também são oferecidos como itens de série. 



Já o sistema Comfort Access, que inclui a função de abertura inteligente, em que um sensor detecta o movimento do pé sob o para-choque traseiro para abrir e fechar a porta automaticamente, é disponibilizado como opcional.

Quando as vendas do novo BMW Série 5 Touring na Europa tiverem início, em junho de 2017, ele será disponibilizado com quatro opções de motores de última geração desenvolvidos pelo BMW Group e dotados de tecnologia TwinPower Turbo. 


Duas versões são movidas a gasolina: um quatro cilindros, 2.0 litros, com 252 cv e torque de 350 Nm; e um seis cilindros, 3.0 litros, com 340 cv e 450 Nm de torque. 



As outras duas são a diesel – um quatro cilindros, 2.0 l, capaz de entregar 190 cv e 400 Nm de torque; e um seis cilindros, 3.0 l, capaz de gerar 265 cv e 620 Nm de torque.

A construção leve e inteligente aliada ao aumento da rigidez e da torção, tanto da carroceria quanto do chassi projetado recentemente, faz com que o novo BMW Série 5 Touring ofereça um equilíbrio ainda mais harmonioso entre a agilidade e um conforto ao dirigir sem igual. 


A lista de itens de série do modelo inclui conjunto de suspensão traseira com sistema de autonivelamento a ar. 

Entre os opcionais, destacam-se amortecedores com controle dinâmico, sistema de direção adaptativa com estabilização antirrolagem ativa da carroceria, rodas direcionais traseiras – agora também disponíveis para tração xDrive – e suspensão M Sport.

O painel e os dispositivos operacionais agora abrangem um monitor sensível ao toque e sensores de controle por gestos, além dos novos sistemas de assistência ao motorista, como o assistente de direção com monitoramento de mudança de faixa, que representam mais um passo rumo à condução autônoma. 


O controle de estacionamento remoto também é outro dispositivo disponível no novo BMW Série 5 Touring, assim como recursos de conectividade inteligente e que incluem, entre outros serviços, o inovador On-Street Parking Information, que auxilia o motorista a encontrar o local ideal para estacionar o carro.

Design mais puro
O BMW M4 Coupé e sua versão conversível agora contam com lanternas traseiras em full-LED, que foram redesenhadas recentemente e exibem apelo mais tecnológico.


Além disso, diversos retoques de estilo foram agregados à mais esportiva das versões do BMW Série 4 para dar à sua cabine um visual ainda mais sofisticado. 

As duas variantes do BMW M4 também contam com uma opção mais atualizada do sistema de navegação Professional, além de outros recursos ConnectedDrive.

O BMW M4 Coupé e o BMW M4 Cabrio oferecem a alta performance de um carro esportivo aliada à praticidade para o dia a dia. 

Ambos contam com o motor de seis cilindros com a tecnologia M TwinPower Turbo, com potência de 431 cv, que garante uma performance excepcional.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse:
www.bmw.com.br


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

A venda de carros no Brasil este ano não será muito diferente à de 2016. A Anfavea prevê que o desempenho do setor automotivo doméstico será 4% melhor que no ano passado e a GM aposta num aumento em torno de 10%. O que salvou os resultados de janeiro foram as exportações, mas os estoques hoje chegam a 38 dias. Não custa nada Cruzar os Dedos



Alta Roda 

Nº 927 —  9/2/17
Fernando Calmon


DEDOS CRUZADOS

Sinais ambíguos nesse começo de ano quanto à evolução do mercado brasileiro. Em janeiro passado, comparado ao mesmo mês de 2016, as vendas internas caíram 5,2% (147,2 mil unidades entre automóveis e comerciais leves e pesados). 

Número desanimador para quem acreditava que o País parou de cavar o fundo do poço. No entanto, a produção, puxada por crescimento expressivo de 56% no número de veículos exportados, subiu 17%.

Exportações não explicam todo o crescimento da produção. O número de veículos em estoque passou de 36 para 38 dias, mas existe um pormenor interessante. 

Os dois dias a mais em relação a dezembro de 2016 (normalmente um mês bom para comercialização) estão nos pátios dos fabricantes, depois de vários meses de esforço da indústria para diminuir a produção e controlar o estoque.

Se o número de veículos nos pátios das concessionárias ficou estável de dezembro para janeiro, pode significar alguma sinalização de aumento das encomendas para os fabricantes. 

Fatores sazonais também influenciaram as vendas de janeiro. O consumidor talvez tenha resolvido esperar mais um pouco para verificar se a redução da taxa primária de juros (Selic) alteraria as condições de financiamento ao longo do ano. 

Juros no financiamento de veículos dependem mais da inadimplência do que da Selic, embora algum benefício sempre venha.

Fato incontestável é a dificuldade de entender o que ocorre agora no mercado automobilístico e as tendências para o resto do ano. 

Sondagem da Fundação Getúlio Vargas aponta uma subida de 6,2 pontos percentuais no índice de confiança do consumidor em geral. 

Até a proporção de famílias endividadas, segundo a Confederação Nacional do Comércio, atingiu o número mais baixo desde meados de 2010. 

Continuam, ainda, as incertezas políticas e se o esforço pelas reformas econômicas para tirar o Brasil da recessão, mesmo em médio prazo, se transformaria em leis no Congresso.

Produção recorde da agricultura brasileira é a única certeza de que dinheiro novo irá irrigar a economia nos próximos meses, ajudando a manter a inflação cadente.

Há outro fato novo e positivo. A partir de março próximo o dinheiro de contas inativas do FGTS – montante mais do que generoso de R$ 40 bilhões – será liberado parceladamente. 

Servirá para pagamento de dívidas, aumento de poupança e até de consumo. Quanto caberá a cada destinação fica difícil de prever, segundo analistas. 

Quem cogita de, finalmente, depois de três anos de abstinência forçada, trocar de carro por um zero-quilômetro, talvez queira colocar a mão naquele dinheiro inesperado para aumentar o valor da entrada e gastar menos com juros de financiamento.

Se essa última hipótese prevalecer, o primeiro trimestre do ano continuará fraco. Em compensação os trimestres seguintes tenderiam a ser melhores. 

Por enquanto, a Anfavea não mudou sua previsão: 2017 teria números 4% melhores no mercado interno do que 2016. 

A General Motors, atual líder de vendas e primeira a vislumbrar o enorme tombo ocorrido em 2015 e 2016, espera recuperação de até 10% do mercado brasileiro em 2017. Mantenhamos os dedos cruzados.

RODA VIVA

HONDA revelou o interior do seu crossover WR-V e todas as modificações estruturais em relação ao Fit. 

Não se trata de um carro todo novo e sim uma opção interessante entre seu modelo de entrada e o HR-V. 

O preço só será anunciado em meados de março. Desenvolvimento meticuloso feito no Brasil atenderá à procura crescente de veículos com esse porte e visual.

ENCERRADAS as tratativas entre a chinesa Chery e o Grupo Caoa para que a empresa brasileira assumisse a comercialização total ou parcial dos produtos da marca oriental. 

Conversas até avançaram, sem chegar a bom termo. Caoa, além de produzir veículos Hyundai, importa estes modelos sul-coreanos e os japoneses da Subaru. Situação ruim do mercado foi uma das razões.

ALEMANHA é o primeiro país a regulamentar a circulação de carros autônomos, abrindo espaço para circulação em vias públicas. 

O motorista continuará responsável por intervir em situações emergenciais, monitorado por dados armazenados no veículo. 

Não se sabe, porém, se os fabricantes de veículos aceitarão o risco jurídico associado ao mundo real.

POR sua vez, o Ministério dos Transportes dos EUA decidiu que a partir de 1º de setembro de 2019 todos os novos veículos elétricos ou híbridos de até 5 t. de peso bruto total (inclui picapes e furgões) terão de emitir sons audíveis para alertar pedestres sobre a sua aproximação. A exigência será para velocidades de até 30 km/h, tanto em marcha à frente quanto à ré.

MAIS um aplicativo para telefones aproxima, sem intermediários, quem quer vender e comprar veículos seminovos e usados. Segundo a Car4Sale “ofertas dos compradores são progressivas, a partir de preço inicial definido pelo algoritmo do aplicativo com base no cruzamento de informações de carros do mesmo modelo vendidos na própria plataforma e em sites”.
____________________________________

fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


Ford insiste em manter o câmbio automático Power Shift, no Focus - que vem dando sérios problemas para os donos do modelo -, mas amplia as opções de cor do carro, que é sem dúvida um dos modelos mais bem equipados tecnologicamente e bonito do mercado brasileiro, com o novo vermelho Toscana perolizado.

A Ford realiza uma pesquisa global para incrementar suas opções de cores, que mostrou o crescimento do vermelho na tendência de preferência dos consumidores de veículos. 

Em sua linha 2017, o Focus Hatch e Fastback acabam de ganhar o vermelho Toscana perolizado, atualizando o leque de escolha. 

“Essa nova tonalidade une sobriedade com esportividade, além da elegância do acabamento perolizado, que cria uma distinção especial no Focus”, diz Fernando Pfeiffer, gerente de Produto da Ford.

A linha Focus é disponível agora nas cores sólidas branco Ártico e vermelho Bari, na metálica prata Geada e nas perolizadas azul Aurora, cinza Ubatuba, cinza Moscou e preto Gales, além do novo vermelho Toscana. 


Essas cores são as mais representativas na preferência encontrada na pesquisa mundial que a Ford realiza periodicamente para definir e introduzir novas cores na configuração de seus produtos.

Como ocorre no resto do mundo, a cor preferida do brasileiro hoje na linha Focus é o branco (com cerca de 50% das vendas), seguida do prata (com cerca de 20%) e do preto (em torno de 14%). 


Mas há um aumento de consumidores que buscam outras opções, com tonalidades que são definidas pelas equipes especializadas da Ford de acordo com as características de cada veículo e dos mercados onde será vendido.

Nessa pesquisa são consideradas várias referências, que vão desde o vestuário e arquitetura até escultura, acessórios e artigos esportivos. 


O vermelho Toscana é inspirado na região da Itália central famosa pelo seu pôr do sol, considerado um dos mais belos do mundo. 

Além da capital Florença, ela abrange cidades históricas como Pisa, San Gimignano e Lucca, ligadas por estradas pitorescas em meio a paisagens de campos, plantações de vinho e oliveiras. 


 A região é conhecida ainda por ser o berço de mestres da Renascença e artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo Buonarroti, Maquiavel, Galileu Galilei, Dante Alighieri e Puccini.

Líder em design, o Focus, nas suas versões hatchback e fastback, tem um histórico de inovação na área da tecnologia embarcada. Introduziu no mercado de carros médios no Brasil itens como controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis e sistema de conectividade SYNC com comandos de voz e acesso a aplicativos de smartphones


É também o único que oferece tecnologias como frenagem autônoma contra acidentes, estacionamento automático em vagas paralelas e perpendiculares e faróis bi-xenon adaptativos.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Depois do sucesso de vendas, em 2016, e em janeiro deste ano, do seu modelo Onix, a Chevrolet não perde tempo e produz uma versão com visual esportivo ainda para o primeiro semestre.




São Caetano do Sul – A Chevrolet prepara uma versão com visual esportivo do Novo Onix.

O modelo terá itens de acabamento exclusivos e será equipado com a recém-lançada transmissão manual de seis marchas da linha.

O lançamento do produto está previsto para acontecer ainda neste semestre.

Janeiro foi um bom mês para a Ford diante do desempenho da venda do modelo KA, chegando a 13,2% de participação do mercado. O Ka Hatch é disponível com dois motores, o 1.0 TiVCT Flex, de 85 cv, e o Sigma 1.5 16V Flex, de 110 cv, ambos com nota A de eficiência energética, nas versões SE, SE Plus e SEL


O Ford Ka atingiu em janeiro a sua maior participação de mercado desde o lançamento, com 13,2% do segmento de hatches compactos, que oferece mais de 20 opções de modelos para o consumidor. 

Considerando apenas a motorização 1.0, versão de acirrada disputa pelo custo-benefício, ele foi o vice-líder de mercado e continuou a figurar entre os três mais vendidos da indústria junto com a versão 1.5. 


Com 7.079 unidades emplacadas em janeiro, a linha foi o principal destaque da Ford, que no mercado total aparece em quarto lugar no ranking das marcas.

“Num mercado em que os consumidores pesquisam e são cada vez mais criteriosos e exigentes, a combinação de design moderno, bom espaço interno, motores potentes e econômicos, conectividade e preço atraente tem feito a diferença para o Ka”, destaca Fernando Pfeiffer, gerente de Produto da Ford. 

“Os compradores estão também muito atentos em relação ao custo de manutenção e seguro, em que o nosso modelo tem uma oferta vantajosa.”


O Ka Hatch é disponível com dois motores, o 1.0 TiVCT Flex, de 85 cv, e o Sigma 1.5 16V Flex, de 110 cv, ambos com nota A de eficiência energética, nas versões SE, SE Plus e SEL. 

Já vem de série com direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, limpador e desembaçador traseiro, abertura elétrica do porta-malas e rádio com USB, Bluetooth e comandos de voz para celular. 

Além dos equipamentos de assistência de dirigibilidade e conforto, tem um diferencial de segurança no segmento com o cinto de segurança traseiro central de três pontos e apoios de cabeça para todos os passageiros. A flexibilidade de uso é destacada pelo banco traseiro bipartido na proporção 60/40.


Na versão SE Plus e SEL, o hatch oferece também sistema de conectividade SYNC com tela de 3,5 polegadas, controles de áudio e telefone no volante, sistema AppLink para acesso a aplicativos de smartphones e Assistência de Emergência, que faz uma ligação para o SAMU em caso de acidente com acionamento dos airbags ou corte de combustível. 

A topo de linha SEL traz ainda controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, alarme volumétrico, computador de bordo e faróis de neblina.

Novo R8 alcança a lua em novo filme da Audi. O filme integra uma série de ações previstas para comunicar o lançamento do R8 Coupé V10 Plus no Brasil Herlander Zola, diretor de Marketing da Audi do Brasil: “O filme Commander mostra a emoção de se dirigir um carro de alta performance, capaz de transmitir uma sensação similar à de estar em um foguete”. O R8 leva míseros 3,2 s para ir de 0 a 100 km/h e chega aos 330 km/h




São Paulo, 8 de fevereiro de 2017 – Para comunicar a chegada do R8 Coupé V10 Plus ao mercado brasileiro, lançado pela Audi no último Salão do Automóvel, a marca está veiculando o filme ‘Commander’. 


Com trilha de "Starman", de David Bowie, o comercial conta a história de um astronauta aposentado que redescobre a emoção da vida quando pilota o supercarro.


O filme da Audi é um sucesso mundial, que impactou o mercado publicitário quando foi exibido pela primeira vez no ano passado, no Super Bowl. Ele chegou agora ao Brasil, como parte das ações de lançamento do R8. 

Adaptado no Brasil pela Almap BBDO, o comercial mostra um velho astronauta deprimido em meio às suas memórias e conquistas. 


Seu filho, então, faz um convite que o faz redescobrir a vida e as emoções: dirigir o R8. No caminho até o carro, o comandante tem flashes de memória, e imagens de um foguete se misturam às do veículo. 

O painel super tecnológico, o mesmo impacto de uma arrancada e a potência do motor transmitem ao astronauta a sensação de estar partindo para o espaço.


“O comercial é parte da estratégia de lançamento do carro, que teve início no Salão do Automóvel 2016. Teremos ainda uma série de ações para comunicar o modelo no país. O filme Commander mostra a emoção de se dirigir um carro de alta performance, que acelera de 0 a 100 km/h em 3,2 segundos e chega à velocidade de 330 km/h, um verdadeiro foguete. O comercial faz alusão a toda esta potência do R8”, destaca Herlander Zola, diretor de Marketing da Audi do Brasil.


Além do canal ESPN, o filme é veiculado em canais de TV paga. A campanha também conta com anúncio sobre o modelo, que já está circulando, e peças digitais, com post nos canais sociais da marca e banners e displays que direcionam o consumidor para a plataforma Audi Sport

Outras grandes ações para comunicar o lançamento do R8, com influenciadores da marca, estão previstas para o final de mês.


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.