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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Jeep, famosa marca americana a que os brasileiros, até há uns anos, tinham pouco acesso por ser um carro importado e de custo alto, mas a Fiat resolveu esse problema: comprou a montadora, instalou uma fábrica em Goiana, no litoral de Pernambuco, e logo lançou o primeiro Jeep nacional, o Renegade, mas o consumidor brasileiro exigia mais e chegou o Compass, maior, mais confortável, um SUV elegante, simpático, de bom desempenho e ótimo conforto. E custa R$ 101.990,00. Vale a pena fazer um test-drive, o "perigo" é se apaixonar


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Depois de andar uma semana com o Jeep Compass 2.0 Tigershark, flex, com câmbio automático de seis marchas, um elegante SUV, prata, que chamou a atenção por onde passei, tenho de confessar que gostei muito do carro, pelo design moderno, conforto e desempenho. 



Sua dirigibilidade agrada, pela elevada posição privilegiada de conduzir (ótima na saída da garagem), à confortabilidade dos bancos e ao bom nível de silêncio no habitáculo, desse simpático pernambucano.



Destaca-se, também, a fácil leitura dos instrumentos no painel e a central de multimídia, com acesso ao telefone, reprodução de músicas e GPS, num monitor de 5" sensível ao toque, e com câmera de ré.



O volante é multifuncional com botões de control do piloto automático, controle da central de multimídia UBnnect e controle do computador de bordo com dados de consumo e quilometragem médios e instantâneos.




O conforto e espaço do Jeep Compass, são de muito bom nível. Os efeitos do piso irregular das ruas do Rio de Janeiro, pelo isolamento acústico do carro, são muito bem absorvidos pela suspensão independente McPerson nas quatro rodas.



A conhecida e desagradável pancada seca quando o carro passa num buraco, sentida em diversos modelos, no Compass é muito menor, o que torna o carro mais confortável.
Nos quebra-molas a boa altura do solo evita que o carro arraste no chão. 



Já o espaço interno é privilegiado na frente e no banco traseiro, onde o assento do meio conta com cinto de segurança de três pontos e encosto de cabeça. E os passageiros mais altos não têm problemas com o teto.



O que não falta também no Compass são os porta-trecos, porta-copos, que se localizam no console central e também no encosto de braço quando este é rebatido, e tem ainda um box sob o banco do carona. 



Desempenho
Com 20,5 kgfm de torque, e 159 cv, abastecido com etanol, e 19,5 kgfm, e 166 cv, com gasolina, o motor Tigershatck 2.0, de 16 V, do Compass não nos deixa na mão tanto numa ultrapassagem na estrada quanto em uma eventual manobra rápida necessária na cidade, graças à resposta rápida do câmbio automático de seis velocidades, que no modo sport reduz o delay (demora na passagem de marca) quase a zero.



Levando em conta o peso e o tamanho do Compass (veja valores, abaixo, na Ficha Técnica) pode-se considerar um carro de consumo normal entre os carros comercializados no Brasil, de acordo com valores fornecidos pelo InMetro:

GasolinaEtanol
Aceleração de 0 a 100 km/h 10,9 s10,6 s
Velocidade máxima [km/h]188192
Consumo em cidade [Km/l]8,15,5
Consumo em estrada [Km/l]10,57,2
Autonomia (Estrada)630432



O carro vem equipado com controle de estabilidade, controle eletrônico de anticapotamento, controle de tração, monitoramento de pressão de pneus, volante com regulagem de altura e profundidade e um ar condicionado bem eficiente, entre outros.




Custa R$ 101.990,00



Ficha técnica
Motor 2.0L Tigershark, quatro cilindros em linha, 16 válvulas 
Cilindrada total 1.995 cm³, 
Diâmetro x Curso 88 x 82 mm, 
Taxa de compressão 11,8:1, 

Gasolina
Potência máxima ABNT 159 cv a 6.200 rpm, 
Torque máximo ABNT 19,9 kgfm a 4.000 rpm

Etanol 100%
Potência máxima ABNT 166 cv a 6.200 rpm, 
Torque máximo ABNT 20,5 kgfm a 4.000 rpm.

Transmissão
Tração dianteira, 
Número de marchas seis à frente e uma à ré, 
Relações de marcha 1ª 4,459, 2ª 2,508, 3ª 1,556, 4ª 1,142, 5ª 0,852, 6ª 0,672, Ré 3,185. 

Direção: Sistema Pinhão e cremalheira com assistência elétrica progressiva, 
Diâmetro mínimo de giro: 11,3 m, 

Suspensões 
Dianteira: 
Tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes inferiores com geometria triangular e barra estabilizadora, amortecedores Hidráulicos e pressurizados; 

Traseira: 
Tipo McPherson com rodas independentes, links transversais/laterais e barra estabilizadora com amortecedores hidráulicos e pressurizados. 

Rodas 
7J x 18" - liga de alumínio, sobressalente 4J x 17", 

Pneus 
Tipo 225/60 R17. 



Dimensões
Comprimento - 4.416 mm, 
Largura da carroceria - 1.819 mm, 
Largura entre retrovisores - 2.033 mm, 
Altura - 1.635 mm, 
Distância entre eixos - 2.636 mm, 
Bitola dianteira - 1.540 mm,
Bitola traseira - 1.540 mm, 
Ângulo de entrada - 15,8°,
Ângulo de saída - 30,8°, 
Ângulo de rampa - 21,8°, 
Altura mínima do solo - 206,8 mm, 
Compartimento de bagagem - 410 litros. 
Capacidade com banco traseiro rebatido: 1191 litros, 
Tanque de combustível 60 L (incluindo reserva de 8 L).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Para os leitores apaixonados por antigomobilismo, oferecemos dicas de compra, com respectivos preços e dados completos dos veículos

CHEVROLET C10 1975
Linda pick-up, restaurada com todo critério
Camaro Type LT 1974
Escort XR3 Conv. 1985
Jeep CJ3A 1951
Gordini 1968
Suzuki Vitara 1994
Chevrolet Bel Air 1951
Opel Olympia 1968
DeSoto Roadster 1930
Taxi Inglês Fairway 1976
DKW Belcar 1963
Opala SS 1976
Ádamo GTM C2 1983
Karmann Ghia 1967
Cadillac Eldorado 1968
Escort Guarujá 1992
NOVIDADES DOS CLASSIFICADOS
Mercedes 450 SLC 1975
Caravan Comodoro 1992
Fusca 1300 1969
Cadillac Fleetwood 1994
Fusca 1300 L 1976
Belina 1975
Caravan Comodoro 1983
Passat 4 Portas 1975
Passat TS 1982
Outros 150 clássicos, em nossos Classificados!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Campeã de vendas no País, a Chevrolet S10 e a Trailblazer atingem 1 milhão de unidades produzidas no Brasil. Feitos no país desde 1995, tanto a picape como o SUV da Chevrolet são pioneiros em seus respectivos segmentos



São Caetano do Sul — Em meados dos anos 90, a produção de utilitários era polarizada no país. Tinha de um lado os veículos compactos e no outro extremo, os grandes. 


Foi então que a Chevrolet começou a produzir no Brasil sua linha de utilitários de porte e preço intermediários: a picape S10 e o SUV Blazer, que logo caíram no gosto do consumidor.

A maior prova desse sucesso está na marca de 1 milhão de unidades produzidas no complexo industrial de São José dos Campos (SP), atingida neste mês de fevereiro. 

Desse volume, cerca de 85% vem da S10 e 15% da Blazer, que passou a se chamar Trailblazer em sua segunda geração.

“Um milhão de unidades é um marco histórico para o segmento de utilitários fabricados no país e mostra o reconhecimento do consumidor pelos produtos Chevrolet, marca que historicamente mais inova conceitualmente em picapes e SUVs no mundo”, destaca Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul.

Além da robustez e potência, a linha 2017 da S10 e da Trailblazer passou a se destacar também pela conectividade total. 


Os dois modelos são os únicos em seus respectivos segmentos a oferecer sistema multimídia (MyLink) com Android Auto e Apple Carplay mais tecnologia de telemática avançada (OnStar), que permite ao usuário comandar diversas funções do veículo pelo smartphone.

Como gesto de agradecimento a seus clientes, a Chevrolet convidou fãs e clientes dos produtos para participarem da produção da unidade de número 1 milhão, representada pela S10 High Country, versão mais sofisticada da picape.

Evoluções tecnológicas da picape:
1995 – Em março, a Chevrolet lança a S10 (2.2), a primeira picape média nacional; em outubro chega a versão cabine estendida e o motor Maxion HST 2.5 turbodiesel.

1996 – É apresentada a S10 Cabine Estendida e a opção de motorização 4.3 V6.

1998 – A linha passou a oferecer opção de cabine dupla e tração 4x4.

1999 – A primeira alteração de estilo, concentrada na parte dianteira, com novos para-choque e grade; o modelo ganha também uma versão de luxo, batizada de Executive.

2000 – A S10 turbodisel passa a adotar o motor MWM Sprint 2.8; seis meses depois chega a série especial S10 Barretos, em homenagem ao maior rodeio do país.

2001 - Estreia a nova linha, com evoluções na dianteira, no interior e na motorização –o propulsor 2.2 é substituído por um 2.4.

2006 – Picape da Chevrolet disputa pela primeira vez o Campeonato mundial de Cross Country e conquista seu quinto título no Rally Internacional dos Sertões.

2007 – O motor 2.4 passou por evoluções e tornou-se flexível, que representou um verdadeiro marco tecnológico para a categoria.

2009 – A S10 passa por mais uma atualização visual, com mudanças na parte externa e interna do veículo.

2012 – Chega ao mercado a nova geração da S10; projetada e desenvolvida no Brasil também para outros mercados, modelo estreia como nova referência no segmento de picapes médias. Para equipar o veículo, foi criado um novo motor 2.8 Turbodiesel.

2013 – Motor 2.8 Turbodiesel e a transmissão (agora de seis marchas) receberam importantes melhorias técnicas, que possibilitaram um expressivo ganho de desempenho. 


Com isso, a potência pulou de 180 cv para 200 cv. Outra novidade é a oferta do sistema multimídia MyLink.

2014 – Picape da Chevrolet ganhou mais uma opção de motorização flex, o 2.5 Ecotec com injeção direta de combustível e 206 cavalos, e novo ajuste da suspensão, além de melhorias de acabamento e isolamento acústico.

2016 – S10 ganha quatro versões: Advantage, Freeride, Chassis Cab e a luxuosa High Country.


Elas somam às conhecidas configurações LS, LT e LTZ, ampliando o leque de opções de acabamento do utilitário de maior sucesso do segmento.

2017
- Além de mudanças visuais e de acabamento, a Nova S10 estreia com importantes evoluções mecânicas e de conteúdos que a posicionam como a mais tecnológica do segmento. 


Suspensão e motor recalibrados, direção elétrica, alerta de permanência na faixa e OnStar são algumas das novidades.


BMW Motorrad Days llegó a México para quedarse. Aproximadamente 500 motociclistas desbordaron pasión durante la primera edición de la fiesta más grande de BMW Motorrad. Vladimir Mello, director de Comunicación Corporativa para BMW Group México, Latinoamérica y El Caribe previu: Tenemos la certeza de que los asistentes regresarán el próximo año con más familiares y amigos para celebrar la pasión por la adrenalina y la sana convivencia




El pasado sábado 11 y domingo 12 de febrero, más de 1,300 personas, incluyendo miembros de los BMW Moto Clubes México, aficionados del motociclismo y fanáticos de la marca BMW Motorrad se dieron cita en el Autódromo Internacional Miguel E. Abed (AIMA) en Amozoc, Puebla, para vivir una experiencia única en la primera edición en territorio mexicano del ya tradicional festival BMW Motorrad Days, que se realiza desde hace 16 años en Garmisch-Partenkirchen, Alemania.


Desde temprano se sintió la emoción con la llegada de cientos de motores, provenientes de 14 estados, desde Durango, hasta Quintana Roo. 

En punto de las nueve de la mañana, una amplia gama de pilotos, familiares y amigos, fueron ingresando al autódromo, para vivir una de las fiestas más grandes alrededor del mundo que rinde tributo a las motocicletas BMW.


Diversión y entrenamiento para todos
BMW Motorrad, bajo la filosofía MAKE LIFE A RIDE, brindó a los asistentes más de 20 actividades que no se limitaron a las dos ruedas. 

Hubo desde tirolesa, gotcha, columpio 360°, experiencias de caída libre, y para los atrevidos, se montó un Tattoo Shop que fue visitado por los amantes de la adrenalina y el arte en la piel. 


Adicionalmente, MINI patrocinó un muro para escalar que complementó las actividades. De igual forma fueron interesantes los shows Skills Challenge del GS Trophy y la presencia del piloto Benito Guerra que hizo un show de drifting con un BMW M2, así como la demostración de todas las capacidades de la BMW R 1200 GS con Francois Dereux.


Después de varias horas de intensidad y para mantener el ánimo, BMW Motorrad invitó al público a visitar la Barber Shop y masajes Shiatsu para relajación y un momento de descanso. 

De igual forma, hubo food trucks que estuvieron disponibles para deleitar el paladar de los comensales con una carta para todos los gustos. 


En la noche del primer día los BMW Motorrad Days México concluyeron las actividades después de las palabras de bienvenida por parte de Michel Goudet, director de BMW Motorrad para México, Latinoamérica y el Caribe, seguido de una interesante plática de “Moto Turismo”, como parte del proyecto México Sobre Ruedas, así como una banda mexicana de rock, y un DJ en vivo.

Una celebración única
Para inaugurar oficialmente la celebración, Michel Goudet dio la bienvenida: “En nombre de BMW Group quiero agradecer a todos los presentes por acompañarnos en esta ocasión tan especial, así como a todos los miembros de los BMW Moto Clubes México, que nos visitan hoy. Es un honor compartir esta celebración con todos ustedes, nuestros amigos. Esta fiesta representa la filosofía y ADN de la marca, que siempre ofrece experiencias inolvidables; el traer a México una de las celebraciones más emblemáticas de BMW Motorrad en Alemania, nos permite acercar las experiencias a todos los amantes de los vehículos de dos ruedas. Bienvenidos al BMW Motorrad Days México, estamos seguros que es el primero de muchos más”.

¡Gracias, y nos vemos el próximo año México!
“Estamos orgullosos del resultado del evento, es la primera vez que se realiza en México y no hay duda que ha sido todo un éxito. Es satisfactorio ver la unificación que BMW Group ha logrado con las marcas de la compañía. Continuamos colocando a nuestros clientes en el centro de todas las actividades; en esta ocasión la comunidad motociclista de México es testigo de la primera edición de un evento que llegó para quedarse. Tenemos la certeza de que los asistentes regresarán el próximo año con más familiares y amigos para celebrar la pasión por la adrenalina y la sana convivencia”, comentó Vladimir Mello, director de Comunicación Corporativa para BMW Group México, Latinoamérica y El Caribe.



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