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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Os segmentos de reposição e reparação de veículos escaparam à crise que varreu e varre o setor automotivo. Sem dinheiro sobrando, os donos de carros passaram a tratar melhor deles e isso lotou as oficinas.


Alta Roda 

Nº 939 — 4/5/17

Fernando Calmon


BALANÇO OTIMISTA

Se existe segmento do setor de veículos que sentiu menos o enorme tranco da recessão brasileira foi o de reparação e de peças de reposição. 

Sem recursos, financiamentos e medo de perder emprego, os motoristas cuidaram melhor de seus carros. 

Fabricantes que tradicionalmente têm forte atuação nesse mercado não estão reclamando da vida graças a um salto no faturamento.

Os reparadores espalhados por todo o País tiveram procura maior por seus serviços. Estima-se em mais de 120.000 as oficinas de mecânica, funilaria, pintura e elétrica. 

Mão de obra bem treinada que perdeu emprego na indústria pôde reforçar os quadros técnicos dessas oficinas, o que está sendo bom para os clientes.

Nesse ambiente positivo a 13ª Automec – Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços – organizada de terça a sábado da semana passada pela Reed Alcântara, no São Paulo Expo, superou expectativas. 

O número de cerca de 1.000 expositores cresceu quase 40% em relação à edição de 2015. 

O público passou de 74.000 visitantes do Brasil e de mais 60 países, ótimo para uma feira técnica com acesso apenas por convite. Estiveram em exposição aproximadamente 1.500 marcas.

Um dos temas recorrentes durante aquela feira bienal foi a inspeção técnica veicular. Prevista no Código de Trânsito Brasileiro de 1997, espera-se há 20 anos sua regulamentação. 

A previsão era de que fosse estadualizada, mas agora se comenta que talvez ocorra a federalização. 

Em outros termos, as discussões ainda não terminaram, embora o consenso aponte para o modelo descentralizado por Estado como o melhor pela experiência de outros países.

Algumas novidades bem interessantes se destacaram. A Bosch apresentou o E-call Retrofit, dispositivo para serviço de chamada de emergência. 

Trata-se de concorrente para o OnStar, da GM. Semelhante a um plugue de recarga para celulares, mas com chip próprio, é conectado na tomada do carro. 

Um sensor de aceleração detecta a colisão e ativa a chamada de emergência. Por meio de aplicativo de smartphone, posição do carro e gravidade do impacto chegam à central de monitoramento.



A Delphi exibiu dispositivos para carros autônomos. Câmeras, sensores, radares e programas compatíveis com o conceito V2E (veículo se conecta com tudo em volta). 

A empresa banca sozinha as pesquisas e tem interessados que ainda não pode revelar. Também decidiu entrar no segmento de velas de ignição com um, dois e três eletrodos, mercado altamente competitivo.

Primeira pastilha de freio com tecnologia cerâmica produzida no Brasil foi apresentada pela Federal Mogul. 

Batizada de Ferodo Top Premium, suporta temperaturas mais altas e tem vida útil até 30% maior que as convencionais. 

A catarinense Zen, que atua com grande desenvoltura no mercado externo, disse estar pronta para acompanhar a evolução dos componentes de motores a combustão. Fornece polias, tensores e impulsores de partidas entre outros.

A Philips apresentou lâmpadas de LED para os faróis principais. Apesar do preço bastante elevado, o aumento da potência iluminante, sem risco de ofuscamento, significa grande avanço na segurança das viagens noturnas.

RODA VIVA

AINDA sem cronograma exato de lançamentos – começa este ano e termina em 2019 – a renovação de modelos da VW começa em setembro próximo com o Polo. 

Pode ocorrer de o Virtus (Polo sedã maior e estilo próprio) ser apresentado ainda este ano, porém, vendas só em 2018. 

Depois, virão SUV T-Cross (segundo semestre) e picape (primeiro semestre de 2019).

CAPTUR tem desempenho bom na versão de 1,6 litro. Além de suavidade no funcionamento (mais que no motor de 2 litros), não deixa impressão de falta de potência para o seu porte. 

Câmbio manual, agora, é de fácil manuseio (automático CVT chegará em pouco mais de um mês). Já o motor mais potente casa bem com o câmbio automático, mesmo de quatro marchas.

MOVIMENTO Maio Amarelo, ação coordenada entre Poder Público e sociedade civil em prol da segurança de trânsito, este ano tem como tema “Minha escolha faz a diferença”. 

Alerta para todos estarem muito atentos a atitudes corretas (inclusive pedestres e ciclistas). Cerca de 90% dos acidentes no país ligam-se a falhas humanas (imperícia, imprudência, entre outros).

FEBRE de aplicativos para serviços em tempo real, como Uber e outros, ganhou nova opção. 

Ituran, fabricantes de rastreadores, criou o Guincho 55 para localização de reboques, troca de pneus, carga de bateria e chaveiro. Implantado na Grande São Paulo e planejado para se expandir no Estado e no País em etapas. Disponível na loja para aplicativos Android.


ALGO realmente irritante é serviço de recapeamento que deixa tampas de bueiros desniveladas. 

Além de ser comum uso de asfalto de menor qualidade, cria-se uma armadilha. Satisfeito em rodar por pavimentação sem buracos ou piso irregular, o motorista se surpreende com depressões inesperadas. Muitas vezes sem tempo de desviar. Pneus, rodas e suspensão sofrem.

Os problemas financeiros graves que a VW sofreu no mundo ao burlar a lei de emissões de CO2 usando subterfúgios eletrônicos que escondiam a verdadeira taxa de emissões dos motores Diesel, está fazendo com que a montadora tenha de se desfazer de ativos para fazer dinheiro para enfrentar multas e e indenizações e se dedicar à produção de carros elétricos. Nisso podem ser vendidas a Ducato, a Scania, Bugatti e a MAN/VW. E lançou um novo motor. Em breve, veremos!



Coluna nº 1.817 - 4 de maio de 2017
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Volkswagen vende Ducati 
e também MAN/VW, Scania e Bugatti?

Os recém-iniciados gastos com multas e indenizações à conta do escândalo das emissões superiores aos limites legais, e o grande projeto de imediata aplicação de recursos para desenvolver e produzir veículos elétricos, provocou matriz da Volkswagen a vender ativos. 

Primeiro, a italiana fábrica de motocicletas Ducati. Após, entrariam na lista a teuto-brasileira MAN/VW caminhões e a sueca Scania. 

O grupo possui 12 empresas e, aparentemente, inicia o processo cortando os extremos. 

Pela base, italiana fábrica de motocicletas Ducati em 2012 comprada pela Audi, empresa VW, por US$ 935 milhões. 

Por explicações da época, tratou-se de meio prático, embora caro, de absorver e aplicar em automóveis tecnologia motociclística para a construção de motores com melhor relação entre peso e potência, e fusão de metais leves. 

Audi e Porsche devem ter aproveitado o know how, pois seus produtos tiveram sensível incremento na substituição de partes em ferro por outras em liga leve, em especial nas suspensões. 

No período, Audi aplicou na Ducati cerca de US$ 1,3 bilhão mudando operações, produtos, obtendo ótimos resultados operacionais.

Aparentemente, a VW entende, no reduzido círculo de atividades, não há interessados na aquisição, indo ao mercado para encontrar capitais externos. 

Contratou nos EUA consultoria Evercore, especializada no aconselhamento a bancos para investimento em negócios, para tratativas de vendas, formação de consórcios para a compra. 

Boatos de passá-la à frente correm desde o fim do ano passado, e ex presidente da empresa no Brasil, ao despedir-se afirmou ser a Ducati a pérola da VW, e por isto não seria vendida. 

Aparentemente, as condições mudaram, e num ditado nacional a VW prefere perder as pérolas para manter os dedos...

Mais
Se a negativa quanto à Ducati se transformou em definição de vendas, parte dos caminhões exige, como se diz no Goiás, Café no Bule. 

Negócio de valores exponencialmente mais elevados ante o não divulgado e pedido pela Ducati. 

A produtora de motos Premium – quantidade reduzida, preço e lucro unitário elevados – não divulgou lucros do exercício passado, mas creem-se próximos as resultados de 2014 – 55.000 unidades vendidas e lucro de 55 milhões de Euros. Em 2016, repetiu número de vendas.

MAN é das mais antigas empresas de mecânica no mundo, operando na Alemanha. 

No Brasil, assumiu a Volkswagen Caminhões e ônibus, tipo sub multinacional brasileira com operações de montagem no México. Scania, espécie de bilhete de primeira classe em caminhões. 

Interessantemente, Brasil é único o País com operação industrial das duas marcas. Ducati não tem fabricação local, comprando serviços de montagem à Dafra, em Manaus.

Consultada, MAN respondeu taticamente por Danielle Ritton, de Relações Públicas: A Volkswagen recentemente reafirmou que não tem intenções de vender suas marcas de caminhões. 

Pela Volkswagen, André Senador, diretor, disse saber do assunto através da Imprensa. 

Scania não respondeu à consulta e Maristela Ramos, pela Ducati informou não comentar pois a empresa desconhece tal disposição.

Caminho

Quem do ramo sugere decisão fundada em questões de convivência política – os acionistas não querem ir a bancos tomar empréstimos e fazer capital necessário às penas do escândalo Dieselgate, e investimentos em eletrificação de seus modelos. 

Também desconcordam de outra fórmula, participar de chamada de capital para entesourar a companhia, assim como emitir ações. 

Dado paralelo, há política familiar. Houve sério abalo de convívio entre os ramos Pïech e Porsche, juntos comandando a Porsche SE, a holding controladora da Volkswagen. 

A saída do primo Ferdinand e a ascensão do primo Wolfgang exibe poder do novo mando, com personalização nos caminhos para conduzir a companhia: as aquisições mais recentes – MAN, Scania, Bugatti, Lamborghini, Ducati - foram realizadas sob a gestão de Ferdinand, em seu processo de salvar, expandir, obter lucros recordes, colocá-la em crescimento ascensional atingindo a liderança mundial. 

Mas, agora, sob o comando supremo de Wolfgang, e ante a necessidade de reunir recursos superiores ao lucro operacional, aparentemente comanda as ações para vender e fazer capital com as empresas adquiridas por seu primo e fora do caminho fulcral da marca.

Válido o raciocínio, a Bugatti, dos esportivos de performance e lendária nomeada, mas como empresa, de compra e operação nunca entendidas, deve ser também descartada.

Ducati. Após comprar e transformá-la em fazedora de lucros, VW quer vende-la. Fazer caixa.

Novo motor VW a gasolina e gás
Aproveitando evento de tecnologia de motores, o Vienna Motor Symposium, na capital austríaca, VW mostrou serviço para desviar-se do foco do Dieselgate, cominações e prejuízos. 

Juntou propostas sob o dístico Juntos - Estratégia 2025. De maior realce, emissão Zero por otimização de motor elétrico e soluções a motores endotérmicos para uso imediato – aplicação deve ser apresentada no Polo, Salão de Frankfurt, 14 a 24. setembro. 

Sob o capô do Golf TSI BlueMotion, o motor tricílindrico de 1,5 litro TSI em dois meses. 

Dita tecnologia Micro Híbrida permite ao motor, ao ser desacelerado até 130 km/h avance por inércia até desligar-se completamente.

A outra tecnologia de aplicação imediata é motor tri cilíndrico, 1.0, turbo, produzindo 90 cv, mas capaz de otimizar o uso de gás metano, de origem fóssil ou laboratorial. 

Não se trata de iniciativas amalgamadas em protótipo, mas produtos para venda. Significa tal tecnologia chegará por aqui.

Novo motor VW

Roda-a-Roda

Poder – Ele é considerado o esportivo de melhor equilíbrio entre custar e oferecer, em primorosa construção pela AMG, agora fabricante sob a centenária árvore da Mercedes. É o AMG-GT.

Pré – Vendas se iniciam em maio com entrega a partir de agosto, a R$ 1,2 milhão. Construção em alumínio, motor V8, entre eixos frontal, 4.000 cm3, biturbo, 585 cv, acelerando por tração traseira aos 100 km/h, em 3,6s.

DNA - Marca-o a grade inspirada nos protótipos 300 SL levados à Carrera Pan Americana em 1952. 

A cor verde metálica é para lembrar a floresta do circuito alemão de Nurburgring onde foi desenvolvido, e onde a seção norte é hoje cenário e referência para indicar comportamento esportivo.

AMG-GT, mas pode chamá-lo Diabo Verde

Vestibular – Maserati comemorou centésima milésima unidade produzida, um sedã quatro portas, o Quattroporte Grandsport, em chocante branco, interior tan, rodas leves em aro 21”, contrastantes pinças de freio em vermelho. Cem mil unidades leva-a a patamar de credibilidade.

Vária – Maserati, até chegar ao comando da Fiat, após salva e saneada pelo eng Eugenio Alzatti, tem história rica e variada. 

Dos irmãos fundadores, à OSCA, e sociedades diversas, incluindo Citroën. 

Chegou à mão da Fiat, há três anos administrando projeto de grande crescimento mundial.

Curiosidade – Festa foi no Salão de Shanghai, China, onde a marca vende 30% de seu volume, e é o maior mercado mundial para o modelo.

Prioridade – Citroën apresentou na Argentina brasileiros modelos C3 e Aircross em demandada combinação do motor 1,6 litro, 115 cv com transmissão automática moderna de seis marchas.

Clarificando – 1.6 + automático existe no mercado brasileiro, mas emprega velha transmissão hidráulica com quatro marchas. A novidade está em atualização tecnológica utilizando-se unidade da japonesa Aisin.

Pacote – Transmissão com seis marchas aproveita muito melhor o motor, oferece mais disposição, velocidade, menor consumo, e aumenta o conforto, elevando nível de C3 e AirCross.

Quanto – Diferença de preço na Argentina para o novo opcional é 20 mil pesos – uns R$ 3.900. 

Citroën não se manifestou quanto à chegada ao mercado brasileiro, mas se há para lá, haverá para cá.

Citroën C3, conjunto desejado: motor 1.6 aspirado, câmbio automático seis marchas

Alemão – Novo sedã BMW Serie 5 iniciou vendas no país nas versões Sport 530i e 540i, a respectivos R$ 315 mil e R$ 400 mil. 

Não pense ser a cilindrada indicada pela dezena. Já foi assim quando a engenharia era respeitada como referência de matéria técnica. 

Hoje, 530 indica 2 litros de capacidade deslocados por motor L4 e, 540 é um L6 de 3 litros, potências respectivas em respeitáveis 252 cv e 350 Nm de torque, e 340 cv com 450 Nm.

Fica – DS, marca surgida em 2014. Esclarece ante suspensão de importações de seus carros, estar desenvolvendo novo modelo de negócios. 

Quer ter a marca separada, em ambiente Premium para produtos e clientes. Pelo visto, terá distribuidores próprios.

Mais up! – VW criou versão cross do up!, seguindo mania nacional. Baseia-se na carroceria de quatro portas, motor turbo TSI com 101/105 cv, vindo em quatro níveis de decoração e equipamentos. 

Alcança a evolução de estilo, focando em tecnologia, como iluminação em LEDs, mudança na instrumentação e interconectividade.

Mercado – Na prática aproveita o bom projeto de marketing do carro, com o motor forte disponível em várias versões, aplicando detalhes e confortos não usuais em sua classe. Adicionalmente, está ainda mais econômico.

Mais – Ampliando oferecimentos em sua linha de picapes Saveiro, VW oferece versão Robust para trabalho, agregando cabine dupla e mais três passageiros. 

Traz curiosa composição do motor 1.6 EA111, antigo, rodas em chapa de aço e aro 15”, e o mimo de freios a disco nas quatro rodas.

Atual - Linha Saveiro tem sete opções, três em carroceria. No amplo portfolio há versão Cross, melhor equipada e com o motor atualizado, o EA 211, 1,6 litro e 120 cv de potência.

Saveiro Robust, cabine dupla, trabalho

Simpatia – Nissan fez filmete para homenagear pessoas que, por condições diversas, inclusive idade, tem vedada a renovação da Carteira Nacional de Habilitação. 

Chama-o A Grande Despedida e é sensibilizante. Situações reais gravadas no bom circuito Velo Cittá com o pico de performance da marca, o GT-R. Emociona. 

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=3iZWsQC2tFU

Peso Pesado – Petronas, fábrica de óleos lubrificantes, tem novidades para veículos pesados com óbvios motores diesel, agregando tecnologia ViscGuard ao seu conhecido Urania. 

Promete reduzir seriamente a manutenção pela formação de resíduos da combustão.

Caminho - Petronas sucedeu Agip e Tutela, esta a responsável pela quebra de conceitos de lubrificantes no Brasil, permitindo o largo desenvolvimento observado nos últimos 30 anos. Empresa quer ser a maior do ramo em 2019.

Lucro – Fechada análise do primeiro trimestre do ano, lucros da corporação VW subiram quase 40% - 3,13 bilhões para 4,37 bilhões de Euros, apesar de queda de vendas. Credita-se o bom resultado por severa contenção de custos.

Mais - Há surpresas: Sköda cresceu 32% em lucros, indo a 415 milhões Euro; SEAT deu um pulinho de 5%; lucros da Audi caíram e Bentley perdeu apenas 30 milhões. 

Um ganho: anteriormente perdera 54 milhões. Porsche, estrela da lucratividade, cresceu de 855 milhões para 932 milhões de Euros, no período.

Dieselgate – Para enfrentar as inquantificadas perdas com o escândalo das emissões em motores diesel, empresa separou 22,6 bilhões de Euros.

Mercado – Ante a queda de vendas seccionando o mercado à metade, fabricantes de motores e caminhões lançam-se em caminhos alternativos para fomentar negócios. 

Mercedes-Benz por seu Consórcio implantou loja virtual, acessável pelo sítio www.mercedesbenzconsorcio.com.br

Leque - Age no varejo para autônomo e no atacado para empresário, buscando tornar o consórcio alternativa de serviços financeiros para renovação de frota.

Troca – Cummins, de motores diesel, criou departamento ReCon para remanufaturar motores da marca. 

Na prática, o motor necessitando de retífica é dado como parte do pagamento de outro, refeito com peças genuínas, e garantia pela fábrica como se fora novo.

E-commerce – Volvo selecionou 250 itens de seus caminhões e ônibus e colocou-os em vitrine eletrônica para compra on line via computador, tablet ou telefoninho esperto. 

Tal tipo de vendas cresceu, no global, 11%, em 2016, e previstos 12% neste exercício. Vendedor caminha para ser atividade restrita.

Antigos
– Coisas com automóveis antigos são especiais. Fusquinha de 1980 roubado em 1994 apareceu 23 anos depois. 

Polícia foi chamada para remover sucata e descobriu haver sobre tais restos uma queixa de furto, chegando até ao dono por Roberto Cabral Medeiros, Delegado, colecionador e usuário de fusca antigo… Aconteceu em Bauru, SP.
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Roadster™ é atração especial da Harley-Davidson com condições exclusivas de compra em maio. O mais recente modelo do lineup brasileiro da marca conta com preços e facilidades válidas apenas para o período. A Roadster™ pode ser adquirida em qualquer uma das concessionárias da Harley-Davidson no Brasil, de R$ 48,6 mil por R$ 44,6 mil



A Roadster™ é a mais nova motocicleta a integrar a linha 2017 da Harley-Davidson e agrega à marca a herança das pistas de corrida e das flat tracks em cada detalhe que contribui para o seu excelente desempenho urbano. 

Com torque forte desde as mais baixas rotações, é a única pertencente à família Sportster® que conta com garfos dianteiros invertidos de 43 mm com amortecimento por cartucho, além de ter um estilo sem igual, oferecendo agilidade na pilotagem, posição agressiva por conta do guidão baixo, assento duplo e novos comandos centrais. 


A mais nova integrante Dark Custom™ – conceito utilizado para comunicação da companhia com seu público jovem – está com uma oferta exclusiva para o mês de maio.

A Roadster™ pode ser adquirida em qualquer uma das concessionárias da Harley-Davidson no Brasil, de R$ 48,6 mil por R$ 44,6 mil, com taxa de 0,99% ao mês, 30% de entrada e saldo em até 48 parcelas, além de uma valorização de até R$ 3.000,00 em uma seminova.


O modelo conquista pelos mínimos detalhes, como a traseira colada no chão no estilo fastback, com o paralama traseiro cortado, freios ABS de disco duplo, suspensão traseira ajustável e o banco duplo de perfil baixo, projetado para manter o conforto.

Outros itens que fazem a riqueza dos detalhes são as rodas de liga de alumínio, com desenho exclusivo de cinco raios, roda dianteira de 19 polegadas e traseira de 18 polegadas e o icônico motor Evolution® de 1.200 cm³.

A motocicleta, que chega com grande tecnologia embarcada, conta com uma nova geometria de direção, que aprimora a maneabilidade e fornece rápida resposta aos comandos, além de também ter um paínel com velocímetro digital e um conta-giros analógico.


A Haley-Davidson revive na Roadster™ a sua herança das pistas e aposta no estilo custom de fábrica, tendo nela um modelo totalmente exclusivo. 

Seus grafismos são inspirados nas corridas do século passado e ela tem a tampa do distribuidor com aletas e protetores de escapamento pretos com aberturas.

Segundo Flávio Villaça, gerente de Marketing da Harley-Davidson do Brasil, essa motocicleta sintetiza, em um único modelo, o início da história da marca quando participava das competições de corrida. 

“Trouxemos para o Brasil a Roadster™ para que os nossos clientes tivessem a oportunidade de entrar em contato uma legítima motocicleta de perfil mais urbano, desenvolvida com base nas raízes de mais de 110 anos de história da nossa companhia, focando atingir, mais uma vez, o público jovem”, explica o executivo.


A Harley-Davidson convida todos os clientes e entusiastas da marca a realizarem um test- ride em qualquer uma das concessionárias da marca no Brasil e conhecerem de perto a Roadster™ e as exclusivas condições especiais para este modelo.

A nova Roadster™ é um bom motivo para não ficar em casa no mês de maio. Afinal, nada melhor que escolher um destino para queimar os pneus e rodar por aí, desvendando novos lugares na companhia dos amigos.

Com garantia de cinco anos e três versões de motores e câmbio 3.2 automática e 2.2 manual e automática, a Ford oferece aos visitantes da Agrishow um show em que a estrela é a picape Ranger, no seu gigantesco estande que conta com uma pista de test-drive, em Ribeirão Preto




A Ford montou o maior estande dedicado exclusivamente a picapes na Agrishow, em Ribeirão Preto, com exposição e condições especiais de venda para toda a linha Ranger, incluindo as versões Diesel e Flex. 


Além de facilidades para pessoa física e jurídica, a marca também tem como diferencial o chamado plano sazonal, que permite a aquisição da picape com pagamentos semestrais.


Outra atração do estande da Ford, com cerca de 5.000 metros de área, é a pista de test-drive

No local, os visitantes podem dirigir as três versões de motor e câmbio da Ranger Diesel: 3.2 automática e 2.2 com transmissão manual ou automática. 

Preparado com diferentes tipos de obstáculos, o terreno simula as condições normalmente encontradas pelos clientes que rodam com o veículo em fazendas e áreas fora de estrada.

“Preparamos uma estrutura completa na feira para os clientes poderem conhecer e comprovar por que a Ranger é a melhor picape da categoria e também conta com as melhores condições de compra”, diz Fabrizzia Borsari, supervisora de Picapes da Ford. 


“A Agrishow é uma das maiores feiras agropecuárias do Brasil e, como em outros anos, a nossa expectativa é realizar um volume significativo de negócios.”


Única picape média com cinco anos de garantia, a Ford Ranger vem de série com 7 airbags e controle eletrônico de estabilidade e tração (sistema AdvanceTrac) para enfrentar qualquer terreno com segurança e conforto. Todas as versões Diesel também têm tração 4x4 com diferencial traseiro blocante.

Chevrolet Montana fica mais completa na linha 2018. Picape ganha duas novas opções de cores para a carroceria, apêndice aerodinâmico lateral e acessórios originais adicionais. Com direção hidráulica de série, Montana 1.4 se destaca como a mais econômica e como a de maior capacidade de carga do segmento






São Caetano do Sul – A linha 2018 da Montana chega às concessionárias Chevrolet com duas novas opções de cores para a carroceria, Vermelho Chili e Cinza Satin Steel. 


A picape ganha ainda saias laterais e computador de bordo em todas as configurações de acabamento e uma gama adicional de acessórios originais que possibilitam a customização do veículo de acordo com a necessidade do usuário.

Equipada com o motor 1.4 EconoFlex de elevada eficiência energética, a Montana se destaca por ser a picape compacta mais econômica do segmento, tanto no uso urbano como no rodoviário, de acordo com dados do Inmetro. 

Outra característica relevante do modelo é sua capacidade de carga, de 756 kg, até 7% superior que as principais concorrentes.

A Montana 2018 vem equipada de série desde sua versão de entrada (LS) com direção hidráulica, protetor de caçamba, capota marítima, degrau lateral para o mais fácil acesso ao compartimento de carga, rodas aro 15, banco do motorista com ajuste de altura e sistema de luz "siga-me" (os faróis permanecem acesos por um período de tempo após travamento das portas).

Já o spoiler lateral na cor do veículo em conjunto com as demais peças aerodinâmicas na sob o assoalho ajudam a reduzir a resistência ao vento, o que colabora também para o silêncio a bordo.


Nota A em eficiência energética, a Montana é equipada com diversos itens do sistema ECO, como motor 1.4 com novo “powercell” (pistões e bielas), alternador de alto rendimento, sistema de arrefecimento com ventilador de menor atrito e a utilização de óleo de baixa viscosidade (0W20).

Freios de baixo arrasto, rolamentos especiais e pneus de baixa resistência a rolagem fazem parte do pacote, assim como o indicador de mudança de marcha no painel para ajudar o motorista a dirigir de forma mais econômica.

Conforme dados do Inmetro, a Montana de entrada pode percorrer com um litro de gasolina 13,4 quilômetros na estrada e 11,7 quilômetros na cidade. 


Com etanol, são 9,2 quilômetros e 7,9 quilômetros, respectivamente. Já a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em até 10,4s.

Existem duas novas opções de cores externas: Vermelho Chili (sólida) e Cinza Satin Steel (metálica). 

Elas se juntam ao Preto Ouro Negro, Branco Summit, Cinza Grafite e ao Prata Switchblade.

Pronta para qualquer situação


A picape compacta da Chevrolet se sobressai por sua capacidade de carga. Sua caçamba - comprida e alta - transporta com segurança mesmo objetos grandes, como motocicletas.

Para preservar o assoalho, o modelo vem com protetor de caçamba, 10 ganchos para amarração de cordas e o degrau side step, que facilita o acesso ao compartimento pela lateral. 

Já a tampa traseira possui trava antifurto com chave, enquanto o habitáculo da Montana utiliza-se do conceito MaxCab e comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos.

O veículo traz também direção hidráulica desde a versão de entrada, um diferencial relevante para o segmento. 


Banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura, sistema de luz "siga-me", painel de instrumentos na cor “Ice Blue” e as sombreiras com espelho são outros itens de série.

A lista soma para-choques na cor da carroceria, lanternas escurecidas e freios ABS com assistente de frenagem de emergência (EBD). 


A versão LS da picape Chevrolet pode ser equipada com ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos e computador de bordo computador de bordo com funções de consumo médio, consumo total, velocidade média e autonomia.

“A Montana continua sendo uma das picapes cabine simples mais procuradas por empresas e prestadores de serviço devido ao seu excelente custo-benefício, baixo custo de manutenção e seguro, e elevado valor de revenda”, explica Hermann Mahnke, diretor de Marketing da Chevrolet.


Existe ainda a versão Sport, pensada principalmente naquele consumidor que procura um automóvel versátil de dois lugares para o dia a dia e para o lazer.

Bastante completa de série, essa configuração difere pelo acabamento visual mais sofisticado. 


Rodas de liga leve aro 16, faróis com máscara negra, luzes de neblina, alarme antifurto ultrassônico, rack de teto e adesivos de coluna estão entre os diferenciais.

Na cabine, o usuário conta com sistema de acendimento automático dos faróis, controle de velocidade de cruzeiro e sistema de som com Bluetooth e entrada USB. 

A versão Sport também é caracterizada pelo interior com acabamento na cor cinza “Midnight”. A Montana é equipada com o motor 1.4 litro mais potente da categoria. 

O EconoFlex da Chevrolet desenvolve até 99 cavalos e 13 kgfm de torque, garantindo elevado nível de desempenho mesmo com o carro carregado. 



A transmissão é a manual de cinco velocidades com engates curtos, precisos e ré sincronizada. 

Um conjunto desenvolvido para proporcionar alta eficiência energética e resistência mecânica.

Novos acessórios
Outra novidade da linha 2018 da Montana é a maior oferta de acessórios originais. Na lista, destacam-se as rodas de alumínio aro 16 com acabamento cinza grafite, o santo antônio tubular, os adesivos para capô e teto, as pedaleiras esportivas, o sensor de estacionamento traseiro, o suporte de bicicleta e o tapete de E.V.A. para caçamba, que ajuda a reduzir substancialmente a movimentação e o ruído de objetos transportados no compartimento de carga do veículo.

Estribo lateral tubular, bolsa organizadora multiuso, rede porta-objeto para o banco dianteiro porta óculos e CD Player com Bluetooth também estão disponíveis para customizar a picape da Chevrolet.



O SUV JAC T5 CVT, com seis anos de garantia, que custa R$ 73.490,00, garante aumento das vendas da montadora no Brasil este ano. O desembarque no segundo semestre do T40 no País, segundo Sérgio Habib, a JAC Motors voltará a vender 500 carros, mensalmente.



Com 309 unidades vendidas em abril, a JAC Motors integra um pequeno grupo de marcas que não observou queda nas vendas neste último mês. 


Quando comparado ao volume de março de 2017, a JAC ampliou seus emplacamentos em 10,8% (enquanto o mercado total caiu 17,1%).

No acumulado do ano, as vendas da JAC Motors remontam a 1.109 unidades, ou 11,5% a mais do que no primeiro quadrimestre de 2016 – queda de 1,7% das vendas de todo o mercado de carros de passeio e comerciais leves.


O JAC T5 CVT, vendido a R$ 73.490, continua sendo o principal modelo a puxar essa alta nas vendas da marca, com praticamente a metade de todos os emplacamentos da marca no País. 

Está no topo da lista dos mais vendidos do país – ele tornou a liderar o segmento de modelos importados em abril e é o vice-líder no acumulado do ano.


“Como abril teve 18 dias úteis, podemos projetar que em um mês tradicional, com 21 ou 22 dias úteis, estaríamos com um volume de 370 a 380 unidades mensais. Com a chegada do T40, no segundo semestre deste ano, voltaremos a vender mais de 500 carros por mês”, comenta Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil.



quarta-feira, 3 de maio de 2017

“Aplicações atuais e futuras das novas propulsões” foram os temas discutidos na 3ª edição do Seminário de Propulsões Alternativas, promovida pela AEA. Técnicos de montadoras que vêm desenvolvendo mostraram e defenderam as vantagens de optar pelos veículos elétricos, a hidrogênio. Elmar Hockgeiger exibiu o conceito modular de bateria adotado nos BMW i3 e BMW i8




03/05/2017 - Com o fim do Inovar-Auto este ano e a formalização do programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, a nova política industrial a partir de 2018, as propulsões alternativas tendem a ganhar papel preponderante no setor automotivo brasileiro, assim como já é uma realidade, ainda que em proporções restritas, em mercados mais evoluídos.

Esta foi a tônica da 3ª edição do Seminário de Propulsões Alternativas, promovida pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, realizada ontem no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, que trouxe o tema “Aplicações atuais e futuras das novas propulsões”, com a participação de cerca de 140 profissionais da indústria e representantes do Governo e de universidades.

A nova célula de combustível alimentada 100% a etanol, denominada “E-Bio Fuel Cell System”, também tema da apresentação ministrada por Ricardo Abe, gerente de produto da Nissan, foi apresentada ao público presente. 


Trata-se de um ciclo neutro de carbono que emite gás limpo na atmosfera com autonomia similar a de carros com motor à gasolina e que dispensa carregamento em um posto de recarga. 

“Esta tecnologia utiliza um combustível líquido fácil de manusear que produz eletricidade carregando a bateria para alimentar o motor elétrico. O hidrogênio é produzido a partir de etanol e água por meio da reação principal e a eletricidade é gerada pela reação do hidrogênio com oxigênio do ar”, afirmou Abe.

Um projeto cujo objetivo é prover serviços baseados em tecnologias inovadoras e ecologicamente sustentáveis com foco em melhorias para a mobilidade, segurança e comodidade a trabalhadores, empreendedores, visitantes e turistas em prol da consolidação do Parque Tecnológico Porto Digital foi exibido por Ângelo Leite, da Sertell em apresentação “Fortaleza Car Sharing”. 

O negócio de carro compartilhado que utiliza aplicativo para cadastro e para abertura dos veículos elétricos, inclusive, apresentou em seis meses, segundo o palestrante, resultados como 2.374 cadastrados, 20 km distância média por viagem e 1.165 viagens.

O subsecretário de Energias Renováveis do Governo do Estado de São Paulo, Antônio Celso de Abreu, marcou presença durante o evento com apresentação “Programa Paulista de Biogás (uso veicular)”, iniciativa que traz como objetivo o aumento da participação das energias renováveis na matriz energética paulista. 

“O Plano Paulista de Energia estabelece políticas públicas capazes de estimular o crescimento econômico com um uso menos intensivo de energia, por meio da eficiência energética, da ampliação do uso de energia renováveis. Dentro deste contexto, o ‘Programa Paulista de Biogás’, por exemplo, determina a adição de um percentual mínimo de biometano ao gás canalizado comercializado no Estado de São Paulo”, disse o subsecretário.


Em palestra “BMW iPerformance: Plug-in hybrids with BMW i know-how”, o diretor de Engenharia da BMW Elmar Hockgeiger exibiu o conceito modular de bateria adotado nos BMW i3 e BMW i8 e o design bastante compacto do conjunto integrado do motor elétrico com a eletrônica de potência, também usado nos modelos de performance da montadora.




No período da tarde, o seminário apresentou quatro palestras, com trabalhos da Universidade Federal do ABC, da Itaipu Binacional, da Air Liquide e da BYD. 

Sérgio Avelleda, secretário municipal de Transporte de São Paulo, falaria sobre a “Retomada do Programa Eco Frotas”. 

No entanto, diante do iminente dia de greve nacional, Avelleda não pôde comparecer ao evento. Desde as primeiras horas desta quinta-feira, o secretário atendeu à Imprensa.

O professor Daniel de Florio, da Universidade Federal do ABC, defendeu a tese de que “é preciso acabar com o uso de combustíveis fósseis. É uma questão de saúde pública”. 

E discorreu sobre a extração de hidrogênio a partir de etanol e de gás natural, para abastecer as células a combustível como fonte energética em veículos automotores. 

Há 17 anos à frente dos estudos científicos de células a combustível na UFABC, Florio reconhece o elevado custo de produção dessa fonte energética, mas – de outra parte – mostrou cases de sucesso na Califórnia, parte da Europa e no Japão.

Marcio Massakiti Kubo, coordenador de P&D da Itaipu Binacional, falou sobre o Programa Veículo Elétrico, que nasceu em 2006 na empresa. 

Segundo Kubo, os motores a combustão, por meio de combustível fóssil, apresentam eficiência energética de apenas 15%, se considerada “do poço à roda”, enquanto os veículos elétricos 40%. 

“Trata-se de um ganho extraordinário... Nossos estudos indicam que se transformássemos toda a produção de autoveículos – 3,4 milhões de unidades, em 2011 – em elétricos, o impacto seria um adicional de apenas 3,3% na demanda por energia elétrica do País”, elucida.

Kubo salienta que o Brasil não pode ficar fora do programa de mobilidade elétrica, uma tendência irreversível, em sua avaliação. 

“Se considerarmos ainda que usuário comum de automóvel percorre apenas 54 km/dia, 80% dos veículos podem ser recarregados em casa e que o custo da energia elétrica é de US$ 4 para cada 100 km rodados, o carro elétrico é mais que viável”, acrescentou.

As últimas duas palestras do seminário foram os cases de sucesso da Air Liquide e da montadora chinesa BYD. 

Em “Geração de hidrogênio sustentável a partir de gás natural renovável”, Caio Mogyca discorreu sobre a reforma de gás natural na obtenção de hidrogênio, processo utilizado na produção dessa fonte energética em mais de 80% dos casos. 

Carlos Roma, da BYD, por sua vez, falou sobre a inauguração das recentes fábricas de painéis solares fotovoltaicas e de chassis de ônibus e caminhões, elétricos, na cidade de Campinas, e também sobre o caminhão de lixo elétrico, uma realidade já na cidade de Indaiatuba.

O Seminário de Propulsões Alternativas foi encerrado por Gustavo Noronha, um dos integrantes da comissão organizadora do evento.

Lamborghini Aventador SV confirmada na Dream Route. Rally de superesportivos larga nesta quinta-feira de Florianópolis com grid de 50 carros, entre eles, o bólido mais caro em solo nacional e um dos mais desejados do mundo. E pela primeira vez com uma mulher no comando de uma das máquinas. Faça a sua inscrição, já




03/05/2017 - Muita expectativa para o início da quarta edição da Dream Route PZero Edition, o primeiro rally de luxo do Brasil e o maior evento do gênero na América Latina. 


Os 50 super carros largam nesta quinta-feira, 04/05, de Florianópolis e vão percorrer durante quatro dias 370 quilômetros rumo à Serra do Rio do Rastro - a mais sinuosa e desafiadora do Brasil – que está localizada entre os municípios de Bom Jardim da Serra e Lauro Müller (SC). 

Inscrições: por meio do site www.dreamroute.com.br ou com a comissão organizadora: Vinicius Trapani, CEO da Dream Route: 48 9934-2471 vinicius@dreamroute.com.br ou Alessandro Magno, diretor de Negócios da Dream Route: 11 97752-0008 alessandro@dreamroute.com.br


São 8 quilômetros de subida com mais de 250 curvas e muitas delas bastante fechadas. No topo, são mais de 1400 metros de altitude e um visual incrível. 

Foi eleita em 2012 por um site inglês umas das 10 estradas mais espetaculares do mundo.

Entre tantos carros espetaculares, como Ferraris, Porsches e Mercedes, destaque para a Lamborghini Aventador SV, única no Brasil. 

O Aventador SuperVeloce, que foi revelado durante o Salão de Genebra, possui motor 6.5 V12 de 760 cavalos de potência entregues a 8.400 rpm e 70,36 kgfm de torque. 

O superesportivo de luxo é 50 quilos mais leve que a versão original (ele pesa 1.525 kg) graças ao uso de muita fibra de carbono. 

Com um giro máximo de motor de 8.500 rpm, sua aceleração de 0 a 100 km/h é feita em apenas 2,8 segundos, enquanto sua velocidade máxima é de 350 km/h. 

Custa mais de R$ 4 milhões. Quem vai tocar a supermáquina é o empresário goiano Marelo Toquarto. 

“Estou muito empolgado, o carro chegou recentemente e será uma ótima oportunidade para curtir e acelerar. O evento é muito bom, grandes amigos, negócios, paisagens, participo de todas as edições”, diz.


Outra novidade é a presença de uma piloto no grid. A empresária paulistana Gisele Genaro vai pilotar uma Ferrari Califórnia, modelo italiano com motor 4.2 V8 de 460 v, câmbio F1 com dupla embreagem de 7 marchas e que atinge velocidade máxima de 310 km/h. 

Apaixonada por superesportivos conversíveis – já teve Porsche e Jaguar, entre outros – Gisele comprou a Califórnia (que também é conversível – teto retrátil) no final do ano passado. 

“As mulheres estão gastando o dinheiro errado, com bolsas e sapatos. O negócio é carro esportivo, alto giro, controle total, muita potência˜, destaca. 

“Será uma ótima oportunidade de curtir o meu carro novo em lugares maravilhosos com amigos”, finaliza.

A Dream Route Pzero Edition conta com o patrocínio da Pirelli, líder mundial na fabricação de pneus, e de empresas referência nos seus segmentos como a Eurofix, uma das maiores oficinas especializada em carros de luxo no país; Eurobike, primeira rede de concessionárias especializada em veículos premium do Brasil; e Move Your Life, empresa italiana de bikes especiais que busca revolucionar o conceito de mobilidade.

“Sermos patrocinador Master da Dream Route é especial para a Pirelli, pois o evento é composto dos carros mais desejados de grandes marcas e o nosso P Zero, em consonância, é feito sob medida para e eles”, comenta Marco Maria Tronchetti, diretor de Marketing para pneus Car da Pirelli na América Latina. 

O Pirelli PZero tem como principal caraterística o desenho de banda de rodagem assimétrico, que garante muito desempenho com segurança.

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