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quarta-feira, 10 de maio de 2017

BMW Group Brasil lança novos modelos de miniaturas originais colecionáveis 10 novas miniaturas originais serão comercializadas exclusivamente na rede de concessionárias autorizadas. Portfólio inclui desde modelos clássicos até esportivos.


Colecionadores de veículos em miniatura e entusiastas das marcas BMW e BMW Motorrad já podem comemorar. 


Depois do sucesso alcançado pela coleção de miniaturas originais anterior, lançada em março do ano passado e que teve mais de 1.400 unidades vendidas, o BMW Group Brasil acaba de ampliar o portfólio com o lançamento de mais 10 novos modelos nas escalas 1:10 e 1:18, ambas certificadas pelo Inmetro. 


Produzidas sob rigorosos padrões de qualidade do BMW Group, as miniaturas estão disponíveis exclusivamente nas concessionárias autorizadas BMW e BMW Motorrad no País e com preço sugerido a partir de R$ 539.


"Os modelos em miniatura da BMW e BMW Motorrad são cobiçados no mundo todo, inclusive no Brasil. Eles reproduzem fielmente um automóvel em tamanho real, nos mínimos detalhes, e são uma forma lúdica de estimular o relacionamento e a aspiração dos nossos clientes, consumidores potenciais e fãs", comenta Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas do BMW Group Brasil.


Entre os destaques desta nova seleção estão o mítico BMW M1, da coleção Heritage, oferecido na tradicional cor laranja e capaz de abrir as portas, o capô e a tampa traseira; o BMW i8, na nova cor Azul Protonic; três versões do BMW M4 que disputou a temporada 2015 da DTM (Deutsche Tourenwagen Masters), o campeonato alemão de carros de turismo; o BMW Série 3 (F30), nas cores Prata Glacier, Bronze Frozen ou Preto Safire; e os modelos da Linha M – M4, M5, M6 e X6M, nas cores Azul Long Beach, Cinza Donington e Preto Safire –, além da motocicleta esportiva BMW S 1000 RR, disponível na escala 1:10.


Para encontrar os preços sugeridos de todas as miniaturas, basta acessar os sites de Pós-Vendas: http://www.bmw.com.br/pt/topics/offers-and-services1/lifestyle/miniaturasbmw.html




segunda-feira, 8 de maio de 2017

JEEP® É FINALISTA DO PRÊMIO NACIONAL DA BIODIVERSIDADE


O Programa de Biodiversidade Jeep® é um dos finalistas da segunda edição do Prêmio Nacional da Biodiversidade, na categoria Empresas. 

O PNB é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de reconhecer o mérito de projetos que se destacam por buscarem a melhoria do estado de conservação das espécies da biodiversidade brasileira. 

O vencedor será escolhido por votação popular realizada por meio do link http://pnb.mma.gov.br/juri_popular/

A votação vai até o próximo dia 22, quando serão anunciados os vencedores das sete categorias, numa cerimônia do Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.


O Programa de Biodiversidade Jeep resgata e conserva a área por meio do replantio de 208 mil mudas nativas (sendo 22 mil produzidas trimestralmente em viveiro próprio), da criação de 304 hectares de área verde e da formação de corredores ecológicos para atração da fauna local. 

O Polo Automotivo Jeep foi construído numa região dominada pelo cultivo da cana-de-açúcar, em Goiana, Pernambuco. Durante séculos, esse cultivo substituiu a vegetação nativa.


Em parceria com as universidades federais de Pernambuco e Rural de Pernambuco, o programa realizou um estudo inédito, que resultou na identificação de 618 espécies de plantas originalmente nativas da Mata Atlântica local, muitas delas em processo de extinção. 

Hoje, com apenas três anos do início do programa, o Polo Automotivo Jeep já comemora a marca de 60 mil mudas replantadas, de 289 espécies diferentes. Este é um projeto pioneiro na Região Nordeste.


“A conservação das condições climáticas está ligada diretamente à conservação da biodiversidade”, diz Cristiano Felix, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina. 

“Assim, tivemos a iniciativa de inovar e criamos em nossa fábrica uma grande reconstrução dos biomas da região”, explica. 

Esse esforço já é reconhecido. O programa já venceu premiações importantes, como o X Prêmio AEA de Meio Ambiente e o Prêmio Ozires Silva.

Venda de carros importados retrai 28,4% em abril - Em abril, com 2.044 unidades comercializadas, setor registra baixa de 28,4% em relação a igual período de 2016. No acumulado, retração de 36,1%.


08/05/2017 – As 18 marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.044 unidades, anotaram em abril último queda de 28,4% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 2.856 unidades. 


Com esse resultado, associadas à entidade fecharam o primeiro quadrimestre do ano também com queda, de 36,1%. 


No período foram licenciadas 8.128 unidades contra 12.716 veículos nos primeiros quatro meses de 2016.

Comparado ao mês de março deste ano, o volume de vendas de abril representou uma queda de 16,7%. As vendas diárias, no entanto, cresceram. 

Assim como o mercado interno, total registrou vendas diárias de 8.465 unidades, em abril, contra 7.993 unidades, em março, as marcas associadas à Abeifa anotaram 113 veículos diários. em abril, ante 106 unidades em março.


“Voltamos a indagar por que manter os 30 pontos percentuais no IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados até o final do ano, impedindo a recuperação do setor de veículos importados e, por consequência, a sobrevivência da rede autorizada de concessionárias. Se não é possível extinguir o Inovar-Auto nesse quesito, por que não liberar as cotas não utilizadas em 2016”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Na avaliação de Gandini, “a recuperação comercial do setor de importados, além de salvar a rede de concessionárias, vai contribuir efetivamente com o recolhimento de impostos, fator essencial ao Governo e ao País, já que a venda de importados está represada há pelo menos cinco anos. 

Sem levar em consideração que o aumento da importação de veículos automotores em nada vai afetar a balança comercial, hoje extremamente favorável ao Brasil. 

Aliás, as exportações brasileiras de autoveículos vêm aumentando mês a mês. Por isso, não há qualquer sentido em frear as importações”.

Participações
Em abril último, com 2.044 unidades licenciadas, a participação das associadas à Abeifa foi de 1,34% do mercado total de autos e comerciais leves (152.383 unidades). 

No acumulado do primeiro trimestre, o market share foi de 1,33% (8.128 unidades, do total de 612.220 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em abril, por 11,93% (2.044 unidades, do total de 17.135 unidades importadas). 

No acumulado, 11,94% (8.128 unidades, do total de 68.090 veículos importados).

Produção local
Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de abril com 1.128 unidades emplacadas, total que representou queda de 8,3% em relação ao mês anterior. 

Comparado a abril de 2016, o aumento de 34,1%, quando foram emplacadas 841 unidades nacionais. 

Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 4.184 unidades emplacadas, alta de 54,6% ante as 2.706 unidades (agora, já com a produção da Jaguar Land Rover).

Downloads, acesse:Emplacamento por marca Abril 2017 (PDF) 
Emplacamento por modelo Abril 2017 (PDF)
Emplacamento nacional Abril 2017 (PDF)

Um dos mais exclusivos lançamentos da história da BMW Motorrad, a HP4 Race vai ser vendida no Brasil. Produzida com grande parte de fibra de carbono, a moto vem com um amplo pacote de sistemas eletrônico, de controle e assistência. Serão somente 750 unidades.


São Paulo, 8 de maio de 2017 – A BMW Motorrad acaba de confirmar a venda no Brasil da superesportiva HP4 RACE, um dos lançamentos mais exclusivos da história da marca. 

Apresentado no Salão de Motos de Milão 2016, onde surpreendeu o público e a imprensa especializada, o modelo traz o que existe de mais avançado em termos de engenharia e eletrônica. 


Além do uso extenso de fibra de carbono, ele oferecerá um amplo pacote de sistemas eletrônicos de controle e assistência. 



O processo de fabricação também é único: cada unidade será montada individualmente por um grupo reduzido de engenheiros altamente especializados. 


Não por acaso, a superesportiva, que chega em breve ao País, terá sua produção limitada a 750 unidades.


Link com vídeo do modelo acelerando na pista:
https://www.press.bmwgroup.com/global/tv-footage/detail/PF0005335/the-new-bmw-hp4-race


        
Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse: 
www.bmw.com.br

Ford aperfeiçoa o desempenho do motor de três cilindros, até agora limitado ao propulsor EcoBoost de 1 litro, de 80 cv, elevando a sua capacidade para 1,5 l. com 137,2 cv e torque de 158,5 Nm, igualmente flex. A montadora usa na Europa esse novo motor 1.5, porém turbinado no Fiesta ST, que entrega 200 cv de potência e 29,5 kgfm de torque, permitindo que o carro chegue de 0 a 100 km/h em 6,7 s, porém, muito econômico, pois além do turbo, ainda desliga um dos cilindros quando o pé fica bem leve no acelerador, economizando combustível. O 1.5 veio substituir o 1.6 de quatro cilindros. Ou seja, este motor parece ser o mesmo do Fiesta ST, porém, sem a turbina. Seria ótimo que este novo propulsor fosse turbinado também no Brasil


A Ford promoveu uma festa que contou até com o 
ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira para apresentar no Brasil o seu novo motor de três cilindros, 1.5 Flex.

O novo motor, que estreou mundialmente no Brasil, traz tecnologias inéditas e segue a tendência conhecida como “downsizing”, de diminuição da cilindrada e aumento da potência específica, com menor consumo de combustível e emissões.

O novo motor, segundo a Ford, traz tecnologias inéditas e segue a tendência conhecida como “downsizing”, de diminuição da cilindrada e aumento da potência específica, com menor consumo de combustível e emissões.
A Ford tem uma longa tradição no desenvolvimento de motores. “O Brasil será o primeiro mercado a lançar o novo 1.5 de três cilindros, que traz soluções avançadas para oferecer benefícios reais aos consumidores”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul.

Novo motor
Entre outras vantagens, o novo motor 1.5 tem uma potência de 137,2 cv e torque de 158,5 Nm com etanol, um desempenho que supera inclusive motores de quatro cilindros com maior cilindrada e conta com a classificação A de eficiência energética do Inmetro/Conpet.

O projeto de três cilindros permite tamanho e peso compactos, qualidades que são reforçadas pelo uso de bloco de alumínio. 

Suas soluções técnicas incluem coletor de escape integrado, eixo balanceiro com mancais hidrodinâmicos, bomba de óleo variável, correia imersa em óleo e duplo comando variável e independente de válvulas (tecnologia TiVCT).

Tem ainda bobinas de ignição individuais para cada cilindro, velas de ignição centralizadas na câmara de combustão, tuchos hidráulicos com balancins roletados, virabrequim deslocado da linha de centro e sistema de partida a frio eletrônica Easy Start.

Tendência de mercado
Os motores de três cilindros já demonstraram a sua eficiência e foram bem recebidos pelos consumidores, tanto que equipam hoje os veículos mais vendidos do mercado. 

As opções atualmente disponíveis com essa configuração, porém, estão limitadas a propulsores de 1 litro. 

A Ford é a primeira a desenvolver um motor de três cilindros com 1,5 litro, ampliando o seu potencial de aplicação em veículos que vão além do segmento de entrada.

A Ford deu uma contribuição significativa para firmar mundialmente o prestígio dos motores de três cilindros, com o lançamento do 1.0 EcoBoost – disponível hoje na linha New Fiesta no Brasil. 

Ele conseguiu o feito inédito de vencer por três anos consecutivos o prêmio de Motor Internacional do Ano, e cinco anos seguidos na categoria abaixo de 1 litro (2012, 2013, 2014, 2015 e 2016).

No Brasil, o primeiro três cilindros da Ford foi o 1.0 TiVCT 12V Flex. Lançado com o novo Ka, ele combina alta potência (85/80 cv) com economia e é um dos pilares do sucesso da linha.

sábado, 6 de maio de 2017

A JAC Motors comemora a venda de 80.000 carros, com a compra de um SUV T5 CVT pela mineira Alessandra Coutinho, de Belô. A marca foi atingida em pouco mais de seis anos de sua atividade no País. Sérgio Habib anunciou para o dia 3 de julho o começo da venda no País do novo SUV T40, super completa, na faixa de R$ 60 mil e a abertura de 15 novas concessionárias


Com pouco mais de seis anos de atividade no mercado brasileiro, a JAC Motors acaba de atingir a marca de 80.000 unidades no Brasil, com um T5 CVT, cor vermelha, vendido em Belo Horizonte, para a cliente Alessandra de Souza Coutinho. 


Neste período, a SNS Importadora Ltda, filiada ao Grupo SHC, e responsável pela atuação da marca no Brasil, promoveu o lançamento de 18 modelos no nosso mercado, enfatizando o segmento de SUV´s. 

A JAC Motors já possui três versões neste nicho, que é o que mais cresce no mercado brasileiro (e mundial) e se prepara para o quarto lançamento. 


No próximo dia 3 de julho, a empresa apresenta, em São Paulo, o JAC T40.

Sendo uma das três marcas que mais cresceram em 2017 frente a 2016 (10,8% de aumento), a marca comemora neste 2017 a liderança do T5 nas vendas de importados em abril (e a vice-liderança no acumulado do ano). 

Mas não vai parar por aí. A JAC Motors terá outro lançamento neste ano, precisamente em setembro, no segmento de comerciais leves. 

Para 2018, a marca está preparando uma agenda mais recheada. Serão seis novos modelos no mercado brasileiro, sendo que três deles ocuparão segmentos ainda não preenchidos pela marca.

“Apesar da retração do mercado nos últimos anos, a qual a JAC também foi atingida, jamais abandonamos nossa vocação de entregar uma família completa de produtos ao consumidor brasileiro. Teremos 10 modelos diferentes à disposição no ano que vem”, antecipa Sérgio Habib, presidente da JAC Motors.

Rede autorizada e a fábrica Em paralelo ao plano de lançamento de produtos, a JAC Motors também trabalha arduamente na expansão da rede de concessionários da marca, com a abertura, já em 2017, de nove novos pontos de vendas – Santo André, Sorocaba, Ribeirão Preto e Campinas, no Estado de São Paulo, além de Caxias do Sul (RS), Manaus (AM), Natal (RN), Aracaju (SE) e Vitória (ES). Para 2018, a marca tem o plano de abrir outras 15 concessionárias.

Quanto à fábrica no Brasil, a JAC Motors sustenta que permanece trabalhando junto às autoridades, no sentido de viabilizar o projeto de investimento de R$ 200 milhões para a produção anual de 20 mil unidades. 

“Demos um primeiro passo importante, que foi a reinscrição no Inovar-Auto. O governo tem compreendido nossas demandas e a necessidade de um novo cronograma para nosso projeto de produção no Brasil. Estamos otimistas e muito próximos de uma definição”, garante Habib.


JAC T40
O JAC T40 não terá dimensões modestas quando equiparado aos concorrentes: o carro possui 4,135 metros de comprimento, 1,75 m de largura, 1,568 m de altura e 2,49 m de distância entre-eixos. 

Equipado com motor 1.5 16V VVT JetFlex, que desenvolve 125/127 cv (gasolina/etanol) de potência, o T40 será totalmente recheado de equipamentos de segurança e conveniência, dentre os quais controle eletrônico de tração e estabilidade, luzes diurnas em LED, hill assist (assistente de partidas em rampas), rodas de liga leve aro 16, cruise control, sensor de estacionamento e muito mais.


Um de seus maiores diferenciais, entretanto, residirá no kit multimídia, com tela de oito polegadas, sendo que as dimensões dessa tela não são adotadas por nenhum outro SUV desse segmento – exceto o JAC T5. 

Trata-se do item que mais irá se destacar aos olhos do consumidor, pois é totalmente intuitivo e em português, possui conexão Bluetooth, leitor de MP3, entradas USB, SD Card e auxiliar. E ainda trará uma novidade completamente inédita no mercado brasileiro.

Com todo esse pacote, o JAC T40 deverá criar novos paradigmas na relação custo/benefício para o segmento, à medida que será posicionado na faixa de R$ 60 mil.

As motos Ducati, BMW, Aprilia e Yamaha agora têm pastilhas de reposição da Cobreq



A TMD Friction do Brasil colocou, no mercado nacional de reposição, pastilhas de freio Cobreq dianteiras para 24 modelos de motocicletas das marcas Ducati, BMW, Aprilia e Yamaha. 


Com a referência Cobreq N-1790 são atendidas 13 motos Ducati, 6 BMW e 3 Aprilia, enquanto a referência N-1791 apresenta 2 aplicações para a Yamaha.

As pastilhas para a Ducati abrangem os modelos Hypemortard 939 (ano 2016), Hypermortard 939 SP (2016), Yperstrada (2016), Monster 821 (2015), Monster 821 Dark (2015), Multistrada (foto) 1.200 (2015), Multiestrada 1.200 Enduro (2016), Panigale 899 (14>15), Panigale 959 (2016), Scrambler 800 Classic (2015), Scrambler 800 Full Throttle ((2015), Scrambler 800 ICON (2015) e Scrambler 800 Urban Enduro (2016).

Os modelos BMW R 1200 GS (2013), R 1200 GS Adventure (2014), R 1200 Nine – T ( 2014), R 1200 N (2015), R 1200 RT (2014) e S 1000 XR (2015); APRILIA V4 1000 R Tuono APRC Abs (2014), V4 100 RR Tuono Abs (2015) e V4 1100 RR Tuono Factory Abs (2015); e as YAMAHA XT 600 E (1990) e XTZ 660 Tenere (1991>1998).

JEEP® Grand Cherokee Trackhawk 2018, com 717 cv se consagra como o SUV mais rápido e poderoso da história. É equipado com um motor V8 de 6,2 litros Supercharged com 89 kgfm de torque. Com toda essa potência o carro chega de 0 a 96 km/h (60 milhas) em 3,5 s e de 0 a 400 m, em 11,6 s, chegando a 289 km/h de velocidade máxima. A frenagem é espetacular: bastam 43,9 m para parar a 96 km/h




O SUV mais premiado e mais capaz do planeta, o
Jeep® Grand Cherokee Trackhawk tornou-se o mais poderoso e mais rápido do mundo – graças ao seu impressionante motor V8 de 6,2 litros com compressor de incomparável de 717 cv de potência e câmbio automático TorqueFlite de oito marchas.

O modelo também exibe excelente comportamento dinâmico e novos freios Brembo que proporcionam um novo nível de rendimento: aceleração de 0 a 96 km/h (60 mph) em 3,5 segundos, 0 a 400 m em 11,6 segundos a 186 km/h, velocidade máxima de 289 km/h, distância de frenagem de 96 a 0 em 43,9 metros e até 0.88 G de aceleração lateral em curva.


“Por um longo tempo, o Jeep Grand Cherokee foi reconhecido como líder entre os SUVs grandes. Agora ele é também o mais poderoso e mais rápido em seu segmento com a nova versão Trackhawk de 717 cv”, disse Mike Manley, CEO global da marca Jeep. 

“O novo Grand Cherokee Trackhawk oferece números de desempenho surpreendentes, confirmados pela renomada engenharia da SRT, combinando capacidade de handling com luxo, refinamento e grande variedade de tecnologia de ponta”, concluiu o executivo.


Avanços na transmissão
O desempenho do Jeep Grand Cherokee Trackhawk 2018 é reforçado graças a várias melhorias nos componentes de transmissão. 

Estes elementos foram concebidos para resistir ao poder adicional de torque do motor sobrealimentado. 

Um dos resultados disso aparece no câmbio automático TorqueFlite, que proporciona melhores respostas nas trocas de marchas e condução mais eficiente.

O Grand Cherokee Trackhawk tem o sistema de tração nas quatro rodas Jeep Quadra-Trac, que inclui diferencial traseiro eletrônico de deslizamento limitado e caixa de transferência ativa. 


De série, o sistema de controle de largada (Launch Control) otimiza o rendimento do Grand Cherokee Trackhawk coordenando motor, transmissão e suspensão. 

Assim, se consegue uma arrancada perfeita e aceleração consistente em linha reta.

O sistema Selec-Track do Grand Cherokee Trackhawk usa software de alto desempenho para pré-configurar e distinguir cinco modos dinâmicos, incluindo: Auto (automático), Sport (esportivo), Track (pista), Snow (neve) e Tow (reboque). 


Isso permite ao condutor escolher o tipo de configuração que melhor se adapte às suas necessidades e condições ambientais. 

Os modos de condução controlam, de maneira independente, sistema de tração, transmissão, shift paddles, suspensão e direção.

O Trackhawk também tem um modo personalizado que permite ao motorista ajustar separadamente cada sistema do veículo, gerando muitas possibilidades de desempenho e comportamento dinâmico.


Detalhes de estilo
O Jeep Grand Cherokee Trackhawk 2018 é 2,54 cm mais baixo que as versões não-SRT. Além disso, ele é caracterizado por extensores dos para-lamas e das soleiras da mesma cor na carroceria e capô esculpido com extratores duplos de calor. 

A tradicional grade frontal da marca, com sete aberturas, está acompanhada por faróis adaptativos com dois refletores de xenônio e assinatura de LEDs. 

Não há faróis de neblina para otimizar o fluxo de ar tanto para a admissão como para o arrefecimento do motor.

Na traseira, se destacam as quatro ponteiras de escapamento, cada uma com 10 cm de diâmetro e na cor Black Chrome. 


As rodas de série são novas, com acabamento de titânio, de 20 x 10 polegadas. Também estão disponíveis rodas superleves de alumínio, que permitem um alívio total de 5 kg no peso. 

Os pneus são totalmente novos: Pirelli 295/45ZR20 Scorpion Verde All-Season ou o P Zero de três estações, ainda mais voltado para o desempenho.


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Praticamente inexistentes no Brasil, onde criminosamente perdeu o espaço para as rodovias, as ferrovias são em muitos países de 1º mundo o alicerce, a base do transporte de carga e passageiros. Para tratar do tema, de 19 a 22 de Setembro acontecerá na UNIP a 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e a Expo Metroferr 2017. Falta muita compreensão e sensibilidade aos governantes para que a malha ferroviária brasileira seja pelo menos recuperada. É urgente a expansão das redes sobre trilhos





A 23ª edição da Semana de Tecnologia Metroferroviária, que será realizada pela primeira vez no Campus Paraíso da Universidade Paulista - UNIP, terá como um dos seus temas base a necessária e urgente expansão das redes sobre trilhos, em seus sistemas metroviários ou ferroviários. 

Para isso, será imprescindível debater muito a indução ao desenvolvimento socioeconômico local, regional e nacional.

A Semana de Tecnologia Metroferroviária, considerada a mais importante do setor de transporte sobre trilhos no País, acontecerá num momento grave e especial. 




Está em pleno andamento o processo de renovação antecipada da chamada malha paulista, por mais 40 anos, sem critérios técnicos e jurídicos bem definidos, como o modelo de concessão e a falta de investimentos nos sistemas de Metrô-SP e na CPTM. 

As duas empresas transportam por dia mais de 4,5 milhões de pessoas na maior metrópole do Brasil.

“Hoje, 127 anos depois da inauguração da primeira ferrovia, temos apenas cerca de 25.000 km de trilhos, a mesma malha do Japão (país do tamanho do Estado de São Paulo), 14 vezes menos do que os EUA e quatro vezes menos do que a Rússia”, diz o professor e doutor, José Manoel Ferreira Gonçalves.

Segundo ele, o Brasil chegou a 2017 com um cenário preocupante, sem um marco regulatório atualizado, onde o chamado direito de passagem seja garantido, entre outros aspectos que precisam ser considerados para destravar os nós que atrapalham o deslanche do setor.


Fracasso das concessões 
do setor ferroviário
Para José Manoel, entre as causas do fracasso das concessões do setor ferroviário, contratadas há mais de 20 anos, está exatamente a inadequada modelagem que foi adotada na época. 


“Muito simplista, aproveitou apenas a divisão das malhas existentes, que a Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima-RFFSA utilizava para gerenciar seu sistema, com fortes conotações político regionais, sem verificar a particularidade do mercado de transportes, em cada região”, explica.

De acordo com José Manoel, não foi verificada, adequadamente, a aplicabilidade do mesmo modelo em todas as malhas, principalmente naquelas localizadas em regiões com baixo desenvolvimento econômico, que exigiam modelagens alternativas para se adequar às condições mais adversas.


É bom lembrar que em 1854, o Brasil inaugurou sua primeira ferrovia. O progresso chegava com 14,5 km de trilhos entre a cidade do Rio de Janeiro e Petrópolis. 

E já em 1889, o País utilizava 9.200 km de ferrovias, enquanto construía outros 9.000 km. 



Na mesma época, a cidade de São Paulo tinha sete linhas de bonde. Juntas, elas transportavam 1,5 milhão de pessoas por ano.

Por um período de 50 anos, de 1870 a 1920, o Brasil construiu um dos mais complexos e difíceis sistemas ferroviários do mundo. 


Difícil pela geografia, topografia, existência de grande quantidade de rios, cadeias de montanhas, serras, florestas fechadas, vales e platôs.

Os ingleses deram grande contribuição a esse desenvolvimento. A maior das ferrovias em extensão era a Leopoldina Railway, com 1.978 milhas em bitola de 1 metro, ligando o Rio de Janeiro com a Zona da Mata até Vitoria (ES); percorria todo o Estado do Rio, com o maior parque de material rodante do país, capaz de despachar 128 trens por dia.


Acontece que depois disso, começou o abandono gradual e continuado do trem como meio de transporte de pessoas e cargas. 

Foram fechados inúmeros trechos, ramais e linhas férreas inteiras, inclusive muitas eletrificadas. 

Mas o trem polui quatro vezes menos, pois, em média, necessita de apenas um quarto do óleo diesel consumido pelos caminhões para transportar uma mesma carga. É mais limpo e mais barato.

“Tanto prejuízo financeiro, descaso social e ambiental (basta pensarmos nos acidentes nas estradas e nas filas de caminhões para os portos brasileiros), fruto da escolha política pelo rodoviarismo, concentrou demasiadamente o transporte em cima de pneus, causando poluição, perda de competitividade e tarifas caras que aumentam o custo de alimentos e dos produtos agregados”, conta José Manoel.

Efetivamente, o predomínio absoluto do transporte rodoviário sobre os demais meios, a distribuição modal do transporte de cargas no Brasil, que é perversa e irracional, principalmente por que foi feita com baixa eficiência energética e enorme capacidade poluidora, aumentou os riscos de acidentes, exigindo maior reserva de espaços públicos e elevando substantivamente os custos.


Nesse contexto complexo e adverso, o setor metroferroviário vem procurando enfrentar as dificuldades, buscando maior organização para de forma mais eficaz exigir mudanças que possam significar a recuperação do papel importante dos trilhos na vida do País.

Por isso a próxima edição da Semana de Tecnologia, terá um enorme peso e responsabilidade. 


Será um excelente espaço para que os diversos temas sejam discutidos amplamente e com credibilidade. 

Como, por exemplo, a viabilização dos investimentos para a expansão do sistema de passageiros e cargas, com a apresentação das soluções adotadas com sucesso no Brasil e no mundo.

“Neste momento delicado, o Metrô de São Paulo, que foi o primeiro do país, e todo construído com o dinheiro público extraído do trabalhador, assim como a CPTM, estão ameaçados”, alerta José Manoel.

Segundo ele, ambos precisam ser preservados e ampliados, seja pela importância que juntos têm no funcionamento da maior cidade de São Paulo ou pelo que representam para o país. 


O mesmo vale para a malha paulista concessionada. Hoje ameaçando reduzir ainda mais as extensões de trilhos em funcionamento regular.

“Por tudo isso e muito mais, desejo que o evento deste ano, agora com a participação mais de perto da academia, através da UNIP, seja mais um sucesso como tem ocorrido todos os anos. 

E que os problemas estruturais e políticos que dificultam o desenvolvimento do sistema de transporte sobre trilhos sejam superados, para o bem da cidadania e do verdadeiro interesse público”, finaliza.

Sobre a Semana
– A Semana de Tecnologia Metroferroviária é considerada o mais importante Congresso Técnico do setor de transporte metroferroviário do País. 


Durante quatro dias de evento, técnicos das operadoras, dirigentes empresariais e profissionais do setor debatem questões importantes relacionadas à mobilidade urbana nas grandes cidades.

Sobre a EXPO METROFERR 2017 – Realizada paralelamente ao Congresso, a EXPO METROFERR reúne empresas fabricantes de equipamentos metroferroviários, fornecedores de peças e serviços, mídias especializadas, etc. que levam ao evento as inovações oferecidas ao mercado.

- Para conhecer as opções de apoio institucional, patrocínio e exposição, basta entrar em contato com Cristina Kerr, na CKZ Eventos: criskerr@ckzeventos.com.br ou telefone (11) 2387-0111.

Serviço
23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária e EXPO METROFERR 2017

Data: 19 a 22 de setembro de 2017

Local: Auditório da Universidade Paulista – UNIP – Unidade Paraíso

Endereço: Rua Vergueiro, 1.211, São Paulo (SP).


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