Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sábado, 17 de junho de 2017

Um em cada quatro carros, novos, seminovos, ou mais usados, vendidos em Portugal é importado de outros países da Europa, e diversos carros de alta cilindrada e esportivos de alta performance, devido ao preço mais baixo, na maioria dos casos, por cobrança menor de impostos sobre o veículo, nos países de origem. Quem desejar, no entanto, um desses carros tem de se submeter a uma bateria de exigências que descrevemos aqui em nove passos


Um BMW 320d Touring, de 2011, adquirido da Alemanha, vai, este ano, permitir uma poupança de 2.520 euros, em relação ao preço do mesmo carro em Portugal.

Esta matéria é útil e oferece dicas não apenas para os portugueses, como para os inúmeros brasileiros que estão deixando seu país para viverem em Portugal - em 2016, 480 famílias deixaram o Brasil para residirem no país de Camões, autor dos famosos "Lusíadas".

A compra pelos portugueses de carros seminovos em outros países da Europa, principalmente na Alemanha, França, Belgica e Espanha há muitos anos que passou a ser um hábito em Portugal. Em 2016, um em cada quatro carros vendidos foi importado, o que representou a importação de 59 mil veículos.

Os motivos de tal preferência são basicamente os impostos menores que incidem sobre os carros nos diversos países e os compradores podem recorrer a agências especializadas na venda de carros importados ou então tratar pessoalmente de todo o processo.

Apesar das alterações fiscais adotadas em 2017 que resultaram em aumento do imposto sobre os veículos de cilindrada mais alta e com emissões mais elevadas, comprar um carro importado ainda compensa, de acordo com pesquisa, publicada em fevereiro pelo "Dinheiro Vivo".

Inclusive, a disponibilidade é tão grande que, em certas marcas e modelos, mesmo tratando-se de veículos usados, o consumidor pode escolher cor e equipamento como em um veículo novo. 

Pode também ser uma opção se quiser adquirir um veículo que não exista em Portugal, como, por exemplo, veículos do mercado americano ou asiático, ou também os clássicos que, apesar de poderem existir em Portugal, poderão ter um preço elevado ou não reunirem as condições pretendidas

No entanto, para adquirir um veículo importado, o interessado é obrigado a cumprir um roteiro de nove passos que encerra exigências jurídicas, alfandegárias e de legalização do carro em Portugal.

Conheça os principais passos necessários para a legalização de um automóvel importado:





1. Transporte
Há duas formas possíveis de levar o carro para Portugal. Optar por levá-lo pessoalmente - que exige a contratação de um pacote de seguro temporário e de matrícula - ou recorrer aos serviços de uma transportadora.




2. Documentos essenciais para legalizar o automóvel
É necessário portar os seguintes documentos: a fatura do stand ou a declaração de venda particular; certificado de matrícula estrangeira ou documento equivalente; certificado de conformidade europeu (COC) emitido pelo fabricante e a guia de transporte e respetiva fatura (se o veículo viajar em transportadora).


3. Inspeção)
O automóvel terá de passar por uma inspeção para se verificar a conformidade das características do automóvel com o documento que trouxe.


4. Número de homologação nacional 
Terá ainda de obter o número de homologação nacional junto do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e para isso tem de preencher o modelo 9, do IMT. Este procedimento é gratuito.



5. Declaração aduaneira de veículos 
Deverá de seguida dirigir-se à alfândega onde irá preencher a Declaração Aduaneira de Veículo (DAV). Para isso, tem de apresentar a fatura ou declaração de venda, o certificado de matrícula estrangeira, o COC e a guia de transporte, se aplicável. É neste passo que ficará a saber o valor do Imposto Sobre Veículos (ISV) que terá de pagar.





6. Imposto sobre Veículos (ISV) 
Pode ser pago nas Finanças (Receita Federal) ou em qualquer caixa Multibanco. 




7. Matrícula (Emplacamento) 
Depois de pago o ISV, é atribuída uma matrícula nacional à viatura, impressa na Declaração Aduaneira de Veículos e entregue ao proprietário.




8. Documento Único Automóvel
Depois de obtida a declaração aduaneira e a matrícula, pode circular durante um período de 60 dias (mas não se esqueça de contratar um seguro). Durante este período, terá de requerer o Documento Único Automóvel, junto do IMT, que custa 45 euros.


9. Registo 
O último passo é fazer o registo do veículo na Conservatória do Registo Automóvel. Custa 75 euros.

Fonte: DN

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Ford lança New Fiesta, com câmbio automático, da série SE Plus AT, por R$ 55.990,00, com controles eletrônico de estabilidade e tração, chaves tipo My Key, alarme volumétrico e assistente de partida em rampa

A Ford lançou uma nova versão do New Fiesta 1.6 com câmbio automático, da série SE Plus AT, que oferece uma das melhores relações de preço no segmento premium. É oferecida por R$ 55.990 e destaca-se por ter incorporada neste valor a lista mais completa de equipamentos da categoria.

O modelo é o único na sua faixa a ter, por exemplo, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, chave de segurança My Key e alarme volumétrico. O objetivo do New Fiesta SE Plus é criar uma opção acessível entre os veículos com motorização 1.6 e câmbio automático.

Um grande diferencial do modelo no mercado é combinar design, agilidade, tecnologia e potência. Além de direção elétrica, ar-condicionado e trio elétrico, o novo catálogo traz computador de bordo, banco traseiro bipartido, cintos de segurança de três pontos para todos os passageiros e sistema Isofix para cadeiras infantis.

O sistema de conectividade é da geração SYNC da marca, que inclui CD/MP3 player, comandos de voz para áudio e telefone, conexão Bluetooth, USB e entrada auxiliar, sistema AppLink para acesso a aplicativos de smartphones e assistência de emergência em caso de acidentes.


Dicas para compra de seu novo automóvel ou caminhão. Mercedes, Volvo, e moto Harley-Davidson têm descontos especiais





Olha as ofertas!! É verdade!!
Olha as ofertas!! É verdade!!
Olha as ofertas!! É verdade!!
Olha as ofertas!! É verdade!!
Olha as ofertas!! É verdade!!
Olha as ofertas!! É verdade!!



quinta-feira, 15 de junho de 2017

Salão do Automóvel de Buenos Aires mostra lançamentos que sequer estiveram no salão de São Paulo

                         




Alta Roda 

Nº 945 — 15/6/17

Fernando Calmon



BONS ARES NESTE SALÃO



Realizado nos anos ímpares, o Salão do Automóvel de Buenos Aires alterna-se nos anos pares com o de São Paulo. Naturalmente é bem menor em área de exposição e nas edições anteriores tinha em geral poucas novidades. 

A mostra que estará aberta até o próximo dia 20 dessa vez surpreendeu. Até modelos previstos para estrear primeiro aqui e depois lá foram exibidos no centro de exposições La Rural.

Um deles era o Chevrolet Equinox, sucessor do Captiva a ser importado do México, com lançamento previsto no Brasil para novembro próximo. 

A GM pretende, de início, oferecer o SUV apenas com motor a gasolina, 2 litros turbo/262 cv e tração 4x4. O preço não foi revelado, mas vai girar em torno de R$ 150.000 por estar isento de imposto de importação. Pouco maior que o Jeep Compass, é possível que versões mais baratas cheguem depois.

Novo Ford EcoSport também não esteve em novembro passado no Salão de São Paulo, mas deu as caras sem disfarces na capital portenha. 

A versão era a de topo Titanium, com motor de 2 litros e interior totalmente renovado inclusive com tela multimídia do tipo tablete de 8 polegadas. Será lançado aqui no próximo mês e estreia o motor de 1,5 litro, 3 cilindros e 137 cv (etanol).

A Renault mostrou o novo subcompacto de suspensão elevada Kwid, agora de portas abertas (em São Paulo estavam fechadas) e surpreendeu anunciando os preços antes mesmo do lançamento aqui em julho: R$ 29.990, R$ 34.990 e R$ 39.990. 

À exceção do Chery QQ, será o modelo mais barato em produção no Brasil e trará de série airbags frontais e laterais, ampliando a estratégia quando do lançamento do Clio em 1999: primeiro compacto com airbags de série.

Outro mexicano em exposição, o Tiguan Allspace de sete lugares chegará no começo de 2018 e reforça a aposta da marca alemã em SUVs. 

Aproveitou e exibiu o Atlas, um SUV peso-pesado fabricado nos EUA, com intuito de testar sua aceitação nos dois maiores mercados na América do Sul.

A Argentina atravessa um período de rápido crescimento de vendas. Deve atingir 800.000 unidades este ano e um incentivo específico para picapes levou a Toyota Hilux a liderar o mercado pela primeira vez na história. 

Por isso, não se estranham tantas versões especiais de picapes como a própria Hilux Iron, Chevrolet S10 Trailboss, Nissan Frontier Attack e Fiat Toro Black Jack. VW Amarok com motor V-6 Diesel já está à venda lá, a mais potente dessa classe.

Até a Mercedes-Benz Classe X foi exibida com menos disfarces, porém o lançamento só ocorrerá em 2019. Sua produção no país vizinho aproveitará a sinergia com os modelos “plebeus” Nissan Frontier e Renault Alaskan (PSA também responderá com modelo similar de mesmo porte, mas ainda não confirmou pormenores).

Outras surpresas em Buenos Aires incluem modelos que serão importados com baixo volume: Toyota CH-R híbrido, um SUV compacto de linhas bastante audaciosas, Honda Civic Type R com enorme asa traseira e, possivelmente, o DS7 Crossback quando a PSA concluir a reformatação de sua marca de topo no Mercosul. 

A Audi discretamente apresentou o Q2, um SUV compacto sobre a base modular MQB dos novos A1 e Polo, o que pode dar asas à imaginação.

RODA VIVA

AGORA é oficial. Gol volta a ser o modelo de entrada da Volkswagen, confirmado pelo presidente da empresa, David Powels, durante o Salão de Buenos Aires. 

O up! fica colocado logo acima, apesar de se enquadrar como subcompacto, a exemplo do Mobi e Kwid. Novo SUV compacto, o T-Cross, será fabricado no Paraná em 2018. Lá se produz o Fox: será que continuará?

ANFAVEA empreende esforço para aumentar protagonismo na OICA (Organização Internacional dos Construtores de Veículos Automotores). 

Para tanto sediou recentemente e, pela primeira vez, o 174° encontro do Comitê Técnico da entidade mundial. Tudo para ter voz ativa em procedimentos de padronização, incluindo aspectos de interesse da indústria brasileira.

PARA o Denatran ainda há 94 milhões de veículos na frota brasileira, mas se trata de pura ficção. Se, em 50 anos, foram licenciados cerca de 100 milhões de veículos no total (73 milhões de autos e comerciais, mais 27 milhões de motos, arredondando), como só 6% estão sucateados? Causa fortes distorções de planejamento e até em estatísticas de acidentes.

TERCEIRO Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis organizado em São Paulo, semana passada, pela AEA (Associação Brasileira de Engenharia Automotiva) destacou a proposta de Ricardo Abreu, da Mahle, sobre a possibilidade de produção de etanol com menor teor de água (1% apenas). Possibilitaria motores flex de maior desempenho e economia.

MESMO simpósio discutiu o aumento da octanagem da gasolina, em linha com propostas estudadas nos EUA e na Europa. Com adição de etanol isso seria mais fácil no Brasil. 

O consultor Alfred Szwarc chamou a atenção para o fato de que 64 países já utilizam ou têm meta de adicionar etanol à gasolina, a maneira mais barata de reduzir emissões de CO2.
________________________________________________

fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Disputas com emoção e belas paisagens pelas trilhas da região sul de Minas Gerais, assim foi o Enduro da Mantiqueira.


A simpática e acolhedora Itajubá localizada na região sul recebeu no final de semana (10 e 11.06) equipes vindas dos estados do Maranhão e São Paulo que se juntaram aos pilotos mineiros para a disputa de mais uma etapa da Copa Sul Mineira de Enduro de Regularidade.


Na manhã fria e ensolarada de domingo os participantes se reuniram no Parque da Cidade, onde ocorreu a entrega de GPS e planilhas e a partir das 09:300hs largaram para a disputa em busca do primeiro lugar no pódio através dos vales e montanhas na região de Itajubá, Wenceslau Brás e Maria da Fé. 


Durante o tempo todo, foi exigida muita técnica por parte dos pilotos para superar os desafios: Trilha da Panela de Pressão, Matinha e Zig Zag entre outras e já na segunda parte em Maria da Fé a Trilha da Jorgina definiu as primeiras colocações.


Após aproximadamente 6 horas de prova os competidores finalizaram no Parque da Cidade onde ocorreu a entrega de troféus e festa de premiação.


O piloto Allan Amaral campeão da cat. Master festeja: Parabéns aos organizadores, prova nota 10, cada trilha melhor que a outra e o barrinho ajudou bastante. Foi um show!


Gabriel Martins da organização do evento enfatiza: Agradeço a todos que participaram do Enduro da Mantiqueira, podem ter certeza que nos dedicamos para que vocês pudessem desfrutar de muita trilha boa. As críticas e elogios são muito importantes para melhorarmos nos próximos eventos. Um abraço a todos.


Os campeões:
Cat. Master: Allan A. Amaral - Divinópolis MG

Cat. Senior: Ariel O. Campos – Campos Gerais MG

Cat. Junior: Giovani dos Santos

Cat. Novato: Rogério Maiolini – Varginha MG

Cat. Over 40: Reginaldo B. Fernandes – Lavras MG

Cat. Over 45: Leildo Silva – São Jose dos Campos SP

Cat. Over 50: Noé de Oliveira – Formiga MG

Cat. Duplas: Gedair e Gilson


Para ver resultados completos acesse: www.totemonline.com.br

Texto e Fotos: Angelo Savastano /Savastano Photo Sport

Salão do Automóvel de Buenos Aires com novidades, algumas que nunca chegarão ao Brasil


Coluna nº 2417 - 15 de junho de 2017
________________________________________________ 

O Salão do Salón

Salón del Automóvil em Buenos Aires encerrar-se-á no domingo, 20. Festa na cidade, intensa divulgação, automóveis tem profunda ligação com os argentinos, apesar de o pioneirismo na importação no Continente tenha sido pelo Brasil. 

Está na 8ª edição, 2ª série, vem crescendo. Neste ano, quatro galpões, pista de testes construída no picadeiro equino, 30 mil m2 de área. Está na La Rural, particular sociedade de estancieiros, melhor área para exposições.

Apesar da proximidade e semelhanças, Argentina tem sistema industrial diferente, com menores barreiras artificiais para importação; sem utilizar álcool como aditivo à gasolina; sem exigências de adequação; mercado conta com maior quantidade de marcas e tipos, incluindo chineses. 

Alfa Romeo, por exemplo, nunca parou de comercializar no vizinho. Aqui, as necessidades de calibração, homologação, o dimensionamento continental impedem a retomada. 

Outras marcas lá presentes – e não vendidas no Brasil, os produtos ingleses Caterham – desenvolvimento do Lotus 7 -, e a marca Lotus, hoje controlada pela chinesa Geely, dona da Volvo. Retorna ao mercado por importador representante.

Presentes à mostra Chery exibiu Tiggo 2 e Arrizo 5, já conhecidos no Salão em edição paulista. Lá, como cá, promete lançamentos em poucos meses.

Citroën exibiu produtos novos, importados, distantes da realidade nacional como o Cactus 4, e o Mehari, seu antigo jipe/picape renascido e elétrico. DS, nova marca PSA em rótulo Premium, com modelos 3 e 4, além do 7 Crossback antecipado na recente posse de Emmanuel Macron, o presidente francês. 

Aqui, DS deu um tempo, mas voltará com postura e rede própria. Peugeot prometeu vender breve novos 3008 e 5008, e expôs produtos marcantes de sua história no país, os modelos 403, 404 e 504.

Honda exibiu esportivo NSX, segunda edição, sem chances de vir ao Brasil. Na primeira, atribui-se a Ayrton Senna a linha filosófica. Sob análise, Civic R e SI, este com maior possibilidade de retomada de importações.

Novidade maior da VW foi o Golf R, sem chances de vinda a nosso mercado e, na parte prática, a picape Amarok com motor V6. Será, até o surgimento da picape Mercedes com motor de igual disposição, o mais potente – e caro – da categoria. Junto, havia o suv Atlas, sucessor do Touareg, 7 lugares.

Geely, chinesa saída do Brasil, apresentou suvs X7 com preço equivalente a R$ 78 mil e R$ 100 mil. Atração maior furou expectativas.

Acima de Ferrari e Maserati, Pagani Zonta Revolución, mantido em Miami na coleção do bilionário argentino Pérez-Companq, marcou mas não foi, barrado pela alfândega dos EUA.

Honda R: importação não definida


O Brasil e o Salón
Em visão prática, mostra portenha equivale a pequeno Salão brasileiro, realizado em palco vizinho, nos anos ímpares, ocasião para apresentar novidades ao nosso mercado. 

Conclusão clara pelos lançamentos nacionais feitos fora de casa: Renault Kwid e Ford EcoSport. Categoria especial, Chevolet Equinox, importado do México para ambos os países; Fiat Argo aqui lançado há dias; e as picapes Renault e Mercedes, baseadas no Nissan Frontier a ser produzido na Argentina a partir de 2018; VW Amarok com motor V6, 3.0, mais potente ao sul do continente, já à venda na Argentina. Aqui, terceiro trimestre.

Aqui

Dos trinta lançamentos entre modelos e versões, interessam-nos diretamente:

Renault Kwid – degrau de entrada da Renault para tornar-se marca de utilitários esportivos. Embora o Kwid seja hatch, será visto pelo público na ampla e pouco definidora categoria de jipinhos, como dizem neo-jornalistas não especializados, deitando falação sobre o tema. 

Categoria é a nova queridinha da indústria automobilística, Fiat e Ford têm diretoria para tratar com os não-entendidos.

Brasileiro, feito no Paraná, três versões: Life; Zen; Intense. Desde a primeira, quatro almofadas de ar na parte frontal; duas ancoragens Isofix para cadeirinhas de criança no banco traseiro, indicador de troca de marchas, pré-disposição para som. 

Zen é progressão: direção elétrica, ar condicionado, vidros e travas elétricas. Intense é a mais agradável, acrescentando rodas leves, chave canivete, câmera de ré e tela com navegador. 

O motor 1.0 SCe 3-cilindros andou em marcha a ré. Potência anterior, 79/82 cv, e 10,2/10,5 quilos de torque foi reduzida pela supressão de um comando de válvulas, e gera 66/70cv e 9,4/9,8 quilos. Aparentemente, visa cliente a quem preço tem maior peso ante design. Vendas em agosto.

Kwid. Jipinho?


Ford EcoSport – Frustrou quem esperava ampla reformulação para habilitá-lo a galgar posição e vendas perdidas. 

O Eco foi líder no segmento e a Ford dormiu sobre os lucros, deixando-o defasado ante a agora enorme concorrência. Perdeu liderança, posições no mercado, escreve balanços com tinta vermelha.

Trato frontal para lembrar o Edge, segundo degrau nesta escala, melhores materiais no interior, novidade de tela saltando do painel, motor menor, 1,5 litro, 3-cilindros, e 2.0, 170 cv, 4-cilindros. 

Para agradar comprador do Mercosul mantém estepe externo, e o trato geral foi definido para o norte-americano, onde entrará como o primeiro Ford na categoria. Em tal postura tomou cuidados: trocou o câmbio. 

Em lugar do sistema com duas embreagens, problemático, objeto de ações de indenização por sete mil clientes nos EUA, aplicou um alemão, Getrag, automático seis marchas. No Brasil vendas em agosto.

Chevrolet Equinox – Imaginado como substituto do Captiva, foi mostrado como de convívio com o cansado sav. Sobre plataforma do Cruze, chegará com motor 2.0 turbo, 262 cv, transmissão automática 9 marchas, tração total. Quer ficar acima da dezena de Crossovers no segmento, concorrer com Honda CR-V e Toyota RAV-4.


Picapes, outro mundo
Fabricantes transformaram Argentina em capital sul-americana das picapes. Lá, 11% das vendas são do tipo, aqui 5%, e país produz Toyota Hilux, Ford Ranger, VW Amarok, Renault cedeu espaço na pioneira planta em Santa Isabel para a Nissan produzi-los. 

Marca japonesa iniciará processo novidadoso: uma linha de produção, três marcas: Nissan, Renault e Mercedes-Benz, duas últimas estreando no negócio.

Base é o picape NP300, no Brasil tratado como Frontier, fornecendo a base mecânica, chassi e grupo moto propulsor às marcas em aliança, Nissan e Renault devem tê-lo com pequenas mudanças estéticas. Mercedes dará trato interno e externo para caracterizá-lo como a única picape Premium no mercado.


Inicialmente, motor comum, Nissan, diesel, 4-cilindros, 2,3 litro, dois turbos, 190 cv. No Mercedes, a médio prazo, crê-se opção V6, também diesel 3.0, 262 cv, para ser mais potente na categoria. No Salón exibiu dois protótipos. Vendas 2018.

Classe X, picape Mercedes

Roda-a-Roda

Em casa – Família de Maurício Macri, presidente argentino, tem nova representação chinesa. Além da Chery, a DFSK, de pequenos utilitários, joint-
venture entre a poderosa DongFeng, sócia da PSA, e Sokon Motor.

Simples - Apesar da tradição do grupo, ex-fabricante de Peugeots e Chevrolets, na Argentina, o representar da marca será importar e assistir, sem produzir.

Futuro – Para fomentar vendas de veículos ecológicos, governo argentino reduziu impostos: 6.000 unidades, por três anos. Híbridos pagarão 5%; elétricos e por célula de combustível, 2%. Se montados no país estarão isentos.


Argen s ino – Durante 40 anos fabricando motocicletas, argentina Zanella fará caminhões pequenos, com tecnologia e partes chinesas. Será o ZTruck.

De volta – Daniel Buteler, argentino, e no Brasil ex-GM, ex-vice-diretor Comercial da Mercedes e ex-presidente da Audi, volta ao negócio. Lidera representação da Lotus.

Na mosca – Renault informou preços do seu Kwid. Ênfase na segurança, todos com quatro almofadas de ar e duas ancoragens Isofix no banco traseiro: R$ 29.990; 34.990; 39.990. Março, Coluna antecipou preço versão entrada.

Inscrição – Empresa abriu lista de interessados nos revendedores: R$ 1.000, entrega em agosto. Se compra envolver financiamento da marca, extensão da garantia a 5 anos. Vai comprar? Vá na versão superior.


Equilíbrio – Ponderou o pacote acuradamente. Daí simplificar o motor de 3- cilindros 1,0, retirando um comando de válvulas para reduzir custos e obter torque em menor rotação, facilitando deslocamento urbano.

Fórmula - Marca aposta no reduzido peso, apenas 800 kg, para obter resultado dinâmico e de consumo com 66 cv e 9,4 quilos de torque – os menores do mercado. 

Disposição de automóvel se mede pela número de quilos a ser deslocado por cada cavalo. No caso pouco mais de 11 kg/cv.

Tecnologia - Com itens de segurança o Kwid pesa menos ante o antigo Uno sem eles. Novos materiais e 80% de peças diferem do modelo indiano, barrado no teste de impacto do EuroNCAP. Renault mudou até câmbio para reduzir peso.

Além - Aparentemente, o ectoplasma do Colin Chapman, 1928-1982, criador dos Lotus e da prática da máxima redução de peso colaborou no projeto…

Corte – HPE, produtora dos Mitsubishi, no Brasil, bisou corte de 60 empregados em sua usina em Catalão, GO. Queda geral nas vendas reduziu produção exigiu adequação de pessoal e gastos. Operação é 100% brasileira, bancada pelos sócios, sem matriz para socorrer.

Social – Demissões geram problema na cidade goiana, de economia assentada em mineração e agropecuária. A HPE, motivo de orgulho local, era a melhor empregadora, e em Catalão postos com tal especialização são restritos.

Método
– Para se fazer presente num mercado com participação das grandes marcas mundiais, YPF, argentina, implantou o Conte com YPF, linha direta a profissionais da lubrificação. 

Rápido e sem custos, tira dúvidas na hora: 0800.70.30.990, WhatsApp 011.971 885.773 ou 

Contra ponto – Tomara funcione. Quando se demandam informações em outro fabricante de óleos, a Castrol, sem resposta.

Cuore – Neste final de semana, Encontro Alfa Romeo em Caxambu, MG. Mais de centena de veículos inscritos, dos sólidos caminhões aos fluidos Spyder. 

Reunião de camaradagem. Slogan Alfa é Cuore Sportivo. Nada a ver com a grade triangular, mas com o inerente espirito performático.
_________________________________________________________________________

‘THE GREAT EIGHT PHANTOMS’ A ROLLS-ROYCE EXHIBITION ROLLS-ROYCE ANNOUNCES ‘FIELD MARSHAL MONTGOMERY’S PHANTOM III’ AS THE SECOND GREAT PHANTOM TO JOIN THE EXHIBITION. //


At the end of July, ‘The Great Eight Phantoms’, a Rolls-Royce Exhibition, will gather together the greatest Phantoms from the last 92 years in Mayfair, London. 
The Exhibition will also welcome the next generation of this most celebrated luxury item, the new eighth generation Phantom.


In the lead up to the opening of the Exhibition, Rolls-Royce is announcing which Great Phantoms will journey to London from around the world, telling the stories of these motor cars, their fabled owners and the historical events they witnessed.


It is with great pleasure that the marque announces today that the Rolls-Royce Phantom III of British Field Marshal Bernard Law Montgomery, 1st Viscount Montgomery of Alamein will join the Exhibition.



No final de julho, 'Os grandes oito Phanton', uma exposição de Rolls-Royce, vai reunir juntos os maiores fantasmas dos últimos anos 92 em Mayfair, Londres. 
A exposição também dá as boas-vindas à próxima geração deste item de luxo mais célebre, a oitava nova geração Phantom.


Na liderança até a abertura da exposição, a Rolls-Royce está anunciando que grande Phantoms viajarão para Londres e a partir de lá para todo o mundo, contando as histórias destes carros, seus proprietários lendários e os acontecimentos históricos que testemunharam.


É com grande prazer que a marca anuncia hoje que o Rolls-Royce Phantom III de britânico Marechal de Campo Bernard lei Montgomery, 1º Visconde Montgomery de Alamein integrará a exposição.




Uma parceria entre o Brasil Convention & Visitors Bureau, a UFF e a Universidade de Aveiro permitirá a realização de um curso de Desenvolvimento Gerencial destinado a gestores e empresários associados à rede C&VBX e acontecerá na cidade de Aveiro. Inscreva-se.





O Brasil Convention &Visitors Bureau promoverá no próximo mês de em outubro um curso de Desenvolvimento Gerencial Avançado em parceria com UFF-Universidade Federal Fluminense e a Universidade de Aveiro.

Durante o curso haverá visitas técnicas a cassinos, hotéis, centros de convenções, vinícolas, órgãos públicos, Convention & Visitors Bureau local, dentre outros.

Márcio Santiago, presidente do Brasil C&VB informa que “o curso é voltado para gestores e empresários associados à Rede Brasileira de C&VBx e tem como objetivo prepará-los na promoção de seus destinos e na captação de eventos internacionais.




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Audi está desenvolvendo um novo modo de aproveitamento de energia, perfeita para o Brasil, onde é péssima a qualidade das vias o que resultaria no melhor aproveitamento do sistema. O carro ao passar por um buraco gera energia cinética, quer atualmente é absorvida pelos amortecedores e se perde na forma de calor. O processo da Audi, chamado eROT, em que os atuais amortecedores seriam substituídos por amortecedores rotativos e eletromecânicos, colocando essa energia em pleno uso



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®


Conheça a eROT: a suspensão revolucionária da Audi que transforma buracos em energia


Existem algumas tecnologias que são direcionadas para determinados mercados, como foi o caso do sistema bicombustível de utilizar gasolina e etanol no Brasil. Sua aplicação aproveitou a capacidade de utilizar o nosso combustível renovável.

Mas parece que a Audi está desenvolvendo mais uma que tem tudo para fazer sucesso em nossa região. 

O motivo é simples: a péssima qualidade de nossas vias resulta no melhor aproveitamento do sistema a ser explorado.

Já imaginou que seu carro ao passar por um buraco poderia aproveitar a energia cinética gerada pelos movimentos dos amortecedores? 

Sim! Cada buraco, cada colisão, cada curva é capaz de produzir energia cinética no automóvel. 

Atualmente essa energia absorvida pelos amortecedores hidráulicos é perdida na forma de calor.

O sistema chamado de eROT – electromechanical rotary damper - fortalece ainda mais a mobilidade futura que tem na recuperação da energia seu principal atrativo. 


Os amortecedores rotativos eletromecânicos substituem os amortecedores hidráulicos usados ​​hoje para um passeio ainda mais confortável.

"Com o novo sistema de amortecedor eletromecânico no sistema elétrico de 48 volts, colocamos essa energia para uso. 

Ele também apresenta a nós e a nossos clientes possibilidades inteiramente novas para ajustar a suspensão", disse Dr. Ing. Stefan Knirsch, membro do Conselho de Desenvolvimento Técnico da AUDI AG.

O sistema eROT responde rapidamente e com inércia mínima. Como uma suspensão ativamente controlada, ele se adapta idealmente a irregularidades na superfície da estrada e ao estilo de condução do motorista.

Uma característica de amortecedor que é praticamente livremente definível através de software aumenta o escopo funcional. 

Elimina a dependência mútua dos movimentos de rebote e compressão que limitam os amortecedores hidráulicos convencionais.

Com o eROT, a Audi configura o curso de compressão para ser confortavelmente macio, sem comprometer o amortecimento quando de um choque mais elevado.

Outra vantagem do novo sistema de amortecimento é a sua geometria. Os motores elétricos dispostos horizontalmente na área do eixo traseiro substituem os amortecedores telescópicos verticais, o que permite espaço adicional no compartimento de bagagem e que também resulta numa redução de peso de até 10 kg.

O sistema eROT permite uma segunda função além da característica de amortecedor livremente programável: pode converter a energia cinética durante a compressão e transformar em eletricidade.

Para fazer isso, um braço de alavanca absorve o movimento do suporte da roda. O braço de alavanca transmite esta força através de uma série de engrenagens para um motor elétrico, que a converte em eletricidade.

A saída da energia de recuperação é de 100 a 150 watts, em média, durante os testes em estradas alemãs - a partir de 3 watts em uma rodovia recém-pavimentada a 613 watts em uma estrada secundária áspera. 

Já imaginou aqui no Brasil? Sob as condições de condução do cliente, isso corresponde a uma economia na emissão de CO2 de até três gramas por quilômetro (4,8 g / ml) .

A nova tecnologia eROT baseia-se em um sistema elétrico de alta voltagem de 48 volts. Conforme configurado atualmente, sua bateria de íons de lítio oferece uma capacidade de energia de 0,5 quilowatts-hora e um pico de saída de 13 quilowatts. 

Um conversor CC conecta o subsistema elétrico de 48 volts ao sistema elétrico primário de 12 volts, que inclui um gerador de saída de alta eficiência e alto desempenho.

Os resultados dos testes iniciais para a tecnologia eROT são promissores, portanto, o uso nos futuros modelos de produção da Audi é certamente plausível.

Um pré-requisito para isso é o sistema elétrico de 48 volts, que é um componente central da estratégia de eletrificação da Audi. 

Na próxima versão planejada para 2017, o sistema de 48 volts servirá como o sistema elétrico primário em um novo modelo de Audi e alimentará uma unidade híbrida leve de alto desempenho. Oferecerá potencial de economia de combustível de até 0,7 litros por 100 quilômetros.

O sistema eROT foi vencedor na categoria sobre Inovação tecnológica do ano no Vehicle Dynamics International 2017, premiação que conta com a participação do Mecânica Online® entre os jurados.

=================================

Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.