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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Os carros-conceito mais marcantes da MINI. Os principais protótipos revelados pela marca britânica entre 2010 e 2018. – Parte 2



Assim como ocorreu entre meados dos anos 1990 e 2010, período em que o BMW Group assumiu o controle da MINI, os oito anos posteriores mostram-se férteis para o designers e projetistas da fabricante britânica, tanto em termos de novas tecnologias, recursos e variantes inéditas do icônico MINI Cooper, quanto para o desafio de preservar as diretrizes tradicionais da marca. Confira, abaixo, os carros-conceito mais importantes da MINI da segunda década do Século 21.

MINI Paceman Concept (2010)


Revelado no Salão de Detroit de 2011, nos Estados Unidos, em comemoração aos 10 anos da chegada da MINI à terra do Tio Sam, o Paceman Concept foi definido como o primeiro cupê de atividades esportivas (SAC) do segmento premium compacto. 


De porte viril e dinâmico, o protótipo usava a mesma arquitetura do MINI Countryman, que acabara de ser lançado, e combinava características diferentes, que ressaltavam sua esportividade e robustez, como o teto branco, as rodas de 19 polegadas, a suspensão elevada e as linhas de cintura ascendentes. 


Com 4,110 metros de comprimento, 1,789 m de largura e 1,541 m de altura, o Paceman Concept era impulsionado pelo mesmo motor usado no MINI John Cooper Works, na época: um quatro cilindros, 1,6 l, turbo, com 211 cv e que vinha acoplado a uma tração integral.

MINI Rocketman Concept (2011)


Se o conceito MINI Crossover (2008) tinha como referência o número 4, por conta das quatro portas, dos quatro assentos e da tração nas quatro rodas, o MINI Rocketman saudava o número 3: media pouco mais de três metros de comprimento, vinha com três portas e três assentos individuais, e seu consumo médio era de 3 litros de combustível para cada 100 quilômetros rodados (cerca de 33,3 km/l). 


Apresentado no Salão de Genebra, na Suíça, em fevereiro de 2011, o Rocketman tinha chassi feito de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP) e sua carroceria chamava a atenção pela grande área envidraçada e que exibia o desenho da bandeira do Reino Unido no teto – e que se iluminava no escuro. 


Para facilitar o acesso à cabine, as portas contavam com um mecanismo inédito de abertura: elas se destacavam da carroceria com a ajuda de dobradiças fixadas a placas móveis de fibra de carbono. 


O acesso ao porta-malas também era inusitado: a tampa se dividia em duas partes. A peça superior, feita de vidro e de forma triangular, abria-se para cima; enquanto a de baixo deslizava horizontalmente como uma gaveta. 


Em 2012, a MINI lançou uma versão personalizada do Rocketman pintada com as cores da Grã-Bretanha para celebrar os Jogos Olímpicos de Londres.

MINI Paceman Adventure (2014)


A MINI também chegou a ter uma picape e ela atendia pelo nome de Paceman Adventure. 


Chamava-se assim, pois o projeto, desenvolvido por jovens aprendizes supervisionados por instrutores das fábricas do BMW Group de Munique e Dingolfing, na Alemanha, era baseado na arquitetura do MINI Paceman. 


A carroceria do veículo foi cortada atrás das portas dianteiras e a cabine deu lugar a uma pequena caçamba. Na transformação, o protótipo ganhou ainda chassi modificado, suspensão elevada, snorkel, pneus off-road e um rack no teto para acomodar o estepe e faróis auxiliares. 


Já o conjunto mecânico do Paceman foi mantido: um motor quatro cilindros, 1,6 l de 184 cv, com câmbio manual de seis marchas e tração integral nas quatro rodas.

MINI Superleggera Vision Concept (2014)


Desenvolvido em colaboração com a Touring Superleggera, um estúdio de design com sede em Milão, na Itália, o carro-conceito MINI Superleggera Vision combinava características clássicas e esportivas em um roadster com elegantes detalhes artesanais. 


E, embora o desenho aerodinâmico e o motor elétrico proporcionassem uma condução distintamente moderna, sua estética minimalista remetia à emoção das pistas em sua forma mais pura. 


E para favorecer a esportividade, o protótipo usou materiais leves em sua construção. A carroceria de duas portas, por exemplo, era de alumínio e os difusores fabricados em CFRP. 


Na dianteira, os faróis arredondados e a grade hexagonal se encarregavam de preservar a identidade visual da marca. 


No interior, o estilo minimalista é ressaltado pelo painel esculpido em uma chapa de alumínio, pelo quadro de instrumentos, que se resumia a um único mostrador redondo instalado sobre a coluna da direção; e pela transmissão operada por um discreto interruptor cromado situado no console central.  

MINI VISION NEXT 100 (2016)


Lançado em 2016, em comemoração ao Centenário da BMW, a marca originária do BMW Group, o revolucionário MINI VISION NEXT 100 representou a proposta da fabricante britânica para os automóveis urbanos do futuro, tanto em termos de design quanto em recursos e funcionalidades. 


O protótipo exibia as mesmas dimensões externas do Mini clássico, lançado em 1959, além de quatro portas deslizantes e totalmente integradas à carroceria, ampla área envidraçada e design minimalista. 


O ambiente interno, no entanto, era muito maior, graças ao aproveitamento do espaço proporcionado por tecnologias inteligentes e capazes de suprimir áreas de absorção de impacto em colisões; e ainda abrigava duas fileiras de assentos. 


O MINI VISION NEXT 100 vinha equipado com um motor compacto e livre de emissões e permitia dois modos diferentes de condução: uma totalmente controlada pelo motorista e que permitia desfrutar as qualidades dinâmicas de um MINI convencional e outra absolutamente autônoma e perfeitamente alinhada às necessidades de mobilidade compartilhada do futuro; bastava apenas que o condutor movesse o volante para o centro do painel. 


Para a MINI, o VISION NEXT 100 seria um automóvel compartilhado, mas que atenderia às necessidades e gostos de cada usuário para ele que pudesse utilizá-lo como se fosse exclusivamente seu. 


A carroceria ostentava cor prateada como padrão, mas que poderia mudar de tonalidade dependendo do humor de quem estivesse ao volante. 


A cabine também teria capacidade de alternar o padrão de iluminação e dos gráficos das telas que mostram dados do veículo. 


Um dos recursos de interação do protótipo, chamado "Ispire-me", tinha a função de colher informações do usuário e propor atividades para realizar durante o deslocamento. 


A construção do carro-conceito considerou materiais altamente sustentáveis, como plástico reciclado, alumínio, basalto e celulose.

MINI Electric Concept (2017)


Apresentado em agosto de 2017, o MINI Electric Concept adiantou alguns detalhes do primeiro modelo de produção totalmente elétrico da marca, a ser lançado em 2019. 


Além de exibir o design icônico da MINI, o carro-conceito elevou a outro patamar o legado de veículo urbano e a tradicional sensação de estar a bordo de um kart, desta vez, inserida à era da mobilidade eletrificada. 


O potente motor elétrico do protótipo resultava em uma condução divertida e, ao mesmo tempo, completamente adequada para o uso diário e isenta de emissões. 


Por se tratar de um veículo elétrico, o design do conceito trazia elementos que favoreciam à aerodinâmica e à maior autonomia das baterias. 


Os faróis arredondados e a grade hexagonal frontal, itens emblemáticos visuais da MINI, ganharam nova interpretação para ressaltar as tecnologias livres de emissões e que são identificadas pelas cores prata, de acabamento fosco, e amarela. 


Outro destaque do MINI Electric Concept eram os componentes produzidos por meio de impressão em 3D, caso dos equipamentos voltados para aprimorar a aerodinâmica do veículo: spoilers, difusores e detalhes das rodas.

MINI John Cooper Works GP Concept (2017)


Em 2017, a MINI celebrou o cinquentenário do triunfo no Rali de Monte Carlo e os 20 anos da apresentação do carro-conceito MINI ACV 30, considerado do protótipo que inspirou a atual identidade visual dos modelos MINI. 


Para comemorar esses dois marcos históricos, a fabricante britânica apresentou o protótipo John Cooper Works GP, que irradiava o purismo da esportividade da MINI por meio do design claramente influenciado nas pistas de corrida. 


Resumidamente, o MINI John Cooper Works GP Concept reunia em um único veículo, visual particularmente intenso, tecnologia de motores turbo, suspensão projetada para uso em circuitos fechados e equipamentos voltados para um desempenho emocionante e irretocável. 


O protótipo também combinava todos os atributos que contribuíram para a carreira vitoriosa do MINI clássico no automobilismo; entre eles, dimensões compactas, balanço curto, bitolas largas, peso otimizado, baixo centro de gravidade e distribuição equilibrada de carga por eixo. 


E o estilo extremamente esportivo, evidenciado pela presença de grandes difusores de ar, na frente e atrás, para-choques alargados e volumosas caixas de roda, era reforçado por acabamentos de CFRP, e outros materiais leves, e pelas cores preta, vermelha e laranja que estampavam a carroceria. 


Por dentro, o cockpit trazia apenas o essencial para uma condução radicalmente dinâmica: gaiola de proteção, volante esportivo multifunção, bancos tipo concha e cintos de quatro pontos de fixação. 


As tecnologias de última geração estavam representadas pelo Head-Up Display, para manter a atenção do piloto na pista, e pelos controles de suspensão que podiam ser ajustados por meio da tela sensível ao toque do instrumento central do painel.

Mini Classic Electric (2018)


A MINI surpreendeu os visitantes do Salão de Nova York, nos Estados Unidos, no início deste ano, com a apresentação de um protótipo movido exclusivamente com eletricidade, mas inusitadamente trajado com a carroceria de um Mini clássico. 


Este modelo extraordinário foi a concretização do desejo da fabricante britânica de valer-se da condução puramente elétrica como uma nova forma de abordagem de um ícone. 


O Mini Clássico Elétrico combinou o visual mítico do carro compacto mais querido do mundo com a tecnologia inovadora que impulsionará a mobilidade urbana do futuro. 


Com este protótipo único, a MINI demonstrou claramente o seu compromisso de preservar a tradição inconfundível da marca enquanto passa a adotar a inovadora tecnologia de emissões zero. 


O Mini Clássico Elétrico foi o resultado de uma viagem imaginária no tempo, em que a história do modelo clássico avança para um próximo capítulo. 


Com isso, o modelo original, surgido na segunda metade do século 20, passou a tornar-se um simpático embaixador da consciência ambiental e de uma forma de mobilidade sustentável cujo futuro acabava de começar. 


O Mini Clássico Elétrico, apresentado em Nova York, permanecerá como um modelo único e que foi desenvolvido a partir de um exemplar antigo do Mini Cooper, alvo de uma cuidadosa restauração. 


A pintura externa, na cor vermelha, foi adornada pelo teto branco e pela tampa do motor decorada por listras brancas. O logotipo em amarelo, que identifica os modelos eletrificados da MINI, podia ser visto na ponta do capô e nos cubos das rodas. 


Além da aparência, o MINI Clássico Elétrico seguiu fiel à marca em termos de comportamento dinâmico. O poder espontâneo de seu novo motor elétrico permitiu uma nova interpretação da inconfundível sensação go-kart que alçou o pequenino carro britânico à fama mundial.


sábado, 7 de julho de 2018

Kia Motors anuncia recall da Grand Carnival



A Kia Motors do Brasil convoca os proprietários do veículo Grand Carnival, ano/modelo 2016 a 2019, com finais de chassi entre 113707 e 437433, a agendarem o comparecimento a uma das concessionárias Kia para que seja atualizado o software da unidade eletrônica do comando das portas deslizantes automáticas. A campanha é sem qualquer custo aos clientes.

A fabricante sul-coreana Kia Motors Corporation detectou que, ao ser acionado, o comando de fechamento da porta deslizante automática da minivan pode não obedecer ao sistema de reversão, mesmo em caso de eventual obstáculo na rota do trilho. Embora não haja conhecimento de quaisquer falhas que acometeram os veículos no País, a Kia Motors do Brasil optou por promover, gratuitamente, a atualização deste software nas unidades afetadas.

Para realizar o serviço, os clientes devem agendar a inspeção do componente em qualquer unidade da Rede Autorizada de Concessionárias. 

Os endereços e contatos de todas as lojas podem ser obtidos no site www.kia.com.br e pelo telefone 0800 77 11011. O tempo previsto de reparo é de aproximadamente uma hora.

Com esta medida, a Kia Motors do Brasil tem o objetivo de garantir a satisfação de seus clientes, assegurando a qualidade, a segurança e a confiabilidade dos veículos da marca.

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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Rota 2030: um caminho sinuoso, longo, para melhorar produtos, meio ambiente, negócios



O Rota 2030

 Por Roberto Nasser


Projeto demorado, negociado, contestado, oficialmente o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e ao Desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, sinteticamente dito Rota 2030, foi assinado pelo Presidente Temer. 

É continuação do Inovar-Auto, de poucos resultados práticos ao país, exceto redução de consumo e de emissões – e marcha a ré em nacionalização de produtos, onde alguns tem participação idêntica à obtida no governo Vargas.

Dificuldade para a aprovação sempre esteve na forma do Governo remunerar os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento, em especial por incluir renúncia fiscal em período de déficit público. 

Entretanto, ao dar como pronto, Governo exibiu invulgar dureza na negociação, impondo seu ponto de vista: a compensação na dedução dos impostos somente ocorrerá sobre o Imposto de Renda e na Contribuição Social sobre Lucro Líquido. Ou seja, empresas aderentes devem produzir lucros para ter acesso ao incentivo, à base de 1/3 do investimento.

Programa contempla três medidas: compromissos para venda de veículos; o Rota 2030; e mecanismos para desenvolvimento tecnológico de autopeças.

Objetiva estimular pesquisa e desenvolvimento; redução de consumo, emissões, valorização dos biocombustíveis; evolução da segurança veicular; aumento de competitividade da indústria automobilística.

É uma misturada de medidas e conceitos, com assinatura forçada na data limite da legislação eleitoral. Será publicada como Medida Provisória, mas poderá ser modificada pelo Congresso. 

Concretamente, a medida mais prática é a redução do IPI para veículos elétricos e híbridos para 7%. Quanto às outras, possivelmente enfrentarão discussão, desde a forma jurídica de MP e de incentivos para obter ganhos de redução de consumo e emissões, quando o Executivo pode regular isto por norma inferior, sem precisar fazer renúncia fiscal. 

A parte de segurança não impõe parâmetros, similaridade ou adoção imediata de equipamentos já tornados ou que venham a ser adotados em países com maior preocupação com segurança, cabendo ao CONTRAN listá-las e definir prazo – como hoje ocorre em inequívoca marcha lenta.

Produtores de autopeças poderão aderir e terão isenção de impostos para trazer partes de seus produtos. Por obviedade, todas as marcas e produtos vendidos no País terão que seguir as regras de consumo, emissões e segurança vigentes à época. Há, também, como justificativa, o chavão Segurança Jurídica.

A impressão deixada é de um caminho sinuoso, longo, para melhorar produtos, meio ambiente, negócios. E de muitas vertentes para emendas durante o curso no Congresso Nacional.

BMW Motorrad celebra 40 anos de Rider Equipment. Linha de roupas e equipamentos é concebida para atender às necessidades dos motociclistas.



São Paulo, 6 de julho de 2018 — O lançamento da lendária BMW K 100, em 1978, tornou a BMW Motorrad pioneira em um segmento inédito no mercado: a primeira fabricante a apresentar uma gama de roupas e equipamentos concebidos especialmente para atender às necessidades dos motociclistas. 

Era o início da linha Rider Equipment. A primeira coleção foi referência em termos de design e agregou itens de segurança que já atendiam aos mais altos padrões de exigência do período, criando as bases para uma história de sucesso.

Desde então, as coleções Rider Equipment ditam tendências e refletem o que há de mais moderno em termos de estilo, conforto e proteção em cada época. Para celebrar o aniversário, a marca apresentou a "Coleção 40 anos" da BMW Motorrad, que remete aos anos 70 e traz itens como capacetes e jaquetas de couro. 

Uma vez que não havia padrões definidos para testes e certificações, a BMW Motorrad idealizou a certificação C.A.R.E. (Concept of Advanced Rider Equipment), em 1999, para os produtos Rider Equipment. Assim, eles passaram a ser submetidos a rigorosos testes a partir de cinco critérios: segurança e funcionalidade, inovação, qualidade e durabilidade, sustentabilidade e design.

Além disso, todo o vestuário e equipamentos desenvolvidos pela BMW Motorrad agrega o conhecimento e as habilidades técnicas de especialistas da indústria de motocicletas e os padrões de qualidade dos produtos são garantidos por múltiplos testes realizados em laboratório. 

No que se refere à inovação, o objetivo é oferecer a solução adequada para atender às diferentes necessidades dos motociclistas por meio de pesquisas, desenvolvimento e uma obsessiva busca por melhores materiais e produtos.

Mas não basta ser seguro, o equipamento também precisa atender aos requisitos ergonômicos, já que os itens de Rider Equipment se tornam, muitas vezes, companheiros de longa data por incontáveis quilômetros. É por isso que a durabilidade e qualidade dos produtos são critérios fundamentais de toda a linha de equipamentos para o motociclista.

Link para texto original em inglês:
https://www.press.bmwgroup.com/global/article/detail/T0282763EN/bmw-motorrad-celebrates-40-years-of-rider-equipment

Novo BMW Série 8 Coupé começa a ser produzido na planta do BMW Group em Dingolfing. Tecnologias inovadoras foram aplicadas na produção, na mesma unidade que produz os BMW Série 7 e Série 5.




Dingolfing, 6 de julho de 2018 — A fábrica do BMW Group em Dingolfing, Alemanha, começou nesta semana a produção em série do novíssimo BMW Série 8 Coupé, modelo que será uma nova opção do BMW Group no segmento de super luxo. 


Um robusto investimento foi feito na fábrica bávara para sua produção, que ganhou inovações como os sistemas de auto condução e dispositivos inteligentes, wearables (luvas que auto detectam mudanças de padrão, por exemplo), entre outros. 


Pela primeira vez, óculos de realidade virtual foram usados no treinamento da produção, permitindo aos colaboradores uma adaptação mais rápida aos novos processos.


A planta de Dingolfing é também a responsável pela produção do Série 7 e tem a expertise mais do que necessária para a produção de veículos do segmento de alto luxo. Com o alto nível de flexibilidade do sistema de produção da BMW, a produção do novo BMW Série 8 Coupé começou de acordo com o planejamento. 


Uma mistura inteligente de materiais leves e estruturas de produção flexíveis, incluindo aço, plástico, alumínio e fibra de carbono, serão usados no corpo do novo carro esportivo. 


Além das estruturas de suporte em outros componentes, como o teto, portas e capô, que serão produzidas em alumínio. Pela primeira vez em um modelo BMW de produção em série, o teto será disponibilizado em fibra de carbono (CFRP) - que também é fabricado em Dingolfing.



Para texto original em inglês, acesse:
https://www.press.bmwgroup.com/global/article/detail/T0281744EN/the-all-new-bmw-8-series-coupe

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