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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

“Road show” Troca bem com César Urnhani, da YPF chega a SC, dia 11 de Setembro




A temporada 2018 do circuito Troca Bem com César Urnhani prossegue rumo ao Sul do País. O piloto, comentarista automotivo da televisão e embaixador dos lubrificantes YPF no Brasil, apresenta palestra para os clientes da marca na cidade de São José, em Santa Catarina.

O encontro faz parte da quarta etapa do tour batizado de “Troca Bem” que o embaixador da YPF no Brasil vem realizando junto com empresas distribuidoras dos lubrificantes da marca.

O evento de São José, em parceria com a MACIEL DISTRIBUIDORA, será no dia 11 de setembro, às 19 horas, no Empresarial Terrafirme, na Rua Domingos André Zanini, 277 – São José, Santa Catarina.

A YPF acredita na partilha e no contato pessoal para expressar os valores da marca. A palestra do César Urnhani reúne informação qualificada e a sua vivência profissional e pessoal, que tanto agrega ao dia a dia dos nossos clientes e parceiros” diz Giovanna Grassi, gerente de marketing da YPF Brasil.

Os proprietários de oficinas de troca de óleo interessados em participar do evento em São José podem se inscrever pelo telefone (48) 3034-8400 ou (48) 99911-9527.

Durante o evento os clientes participarão de noite especial com direito a palestra do piloto, promoção e brindes exclusivos.
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Sobre a YPF - A YPF é a empresa líder em exploração e produção de hidrocarbonetos na Argentina. É a maior empresa do país e lidera o mercado de lubrificantes com 40% de market share. É também a 3ª maior petrolífera das Américas e soma mais de 1500 postos de combustíveis. Sua planta de lubrificantes, em La Plata, é uma das mais modernas da América, com excelência em qualidade e as certificações ISO 9001, 14001 e TS 16496. Atuando no Brasil desde 1998, a YPF tem de sede e fábrica em São Paulo e distribuidores nos principais centros consumidores do país. www.ypf.com.br

Sobre Cesar Urnhani – 30 anos piloto de teste da indústria automobilística, detentor de 3 títulos Brasileiros (Mil milhas de 2001, Capacete de ouro de 2007 e Maserati de 2008), piloto de testes do programa AutoEsporte, Comentarista do CBN Motor e Palestrante.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Ford equipa modelo Ka com câmbio automático e segue essa tendência do motorista brasileiro que se firma no País



O Ford Ka passou a oferecer pela primeira vez a opção do câmbio automático na nova linha 2019, tanto no modelo hatch como no sedã, a partir da versão SE – veja o vídeo. Sinal claro da evolução dos carros de entrada, a caixa sem pedal de embreagem é um equipamento cada vez mais desejado pelos consumidores brasileiros.


Com seis marchas e conversor de torque integrado, o câmbio automático do Ka 2019 utiliza engenharia avançada para otimizar tanto o desempenho como a economia. Seu sistema de trocas é feito por controle eletrônico, com sete solenóides e acionamento hidráulico. Conta também com um sistema de aprendizado adaptativo que se ajusta ao estilo de condução do motorista para definir o momento ideal das trocas.


O resultado é o funcion

amento eficiente e silencioso, que aumenta o prazer de dirigir e contribui para popularizar os carros automáticos no mercado brasileiro. Outra característica importante da nova transmissão é a durabilidade: por usar óleo de ultrabaixa viscosidade, não requer troca durante todo o período de vida útil estimada do veículo, de 240.000 km.


Para os motoristas que gostam de comandar as trocas manualmente, o câmbio dispõe da função SelecShift, que pode ser acionada por meio de botões na alavanca tanto no modo Drive (D) como no modo Sport (S). 

“No modo D, ele permite mudança manual temporária e volta instantes depois ao automático. No modo S, além de manter a rotação mais alta para garantir desempenho mais vigoroso, aproveitando os 136 cavalos de potência do motor 1.5 Ti-VCT, o motorista assume o comando de trocas, o que facilita as ultrapassagens e reduzidas”, diz Gilberto Geri, chefe de Engenharia Veicular da Ford.

sábado, 25 de agosto de 2018

Giuliana Salvini Morgen vence etapa paulista da CiMTB na sub-19 feminina Resultado deste sábado mantém a jovem petropolitana na liderança da competição. Próximo compromisso é a última etapa da Maratona Estrada Real, em Itabirito, no próximo final de semana.




São Paulo (SP) – Um mês depois de conquistar o Campeonato Brasileiro XCO, na categoria juvenil, Giuliana Salvini Morgen, da Sense Factory Racing, volta à São Paulo e vence a terceira etapa da Copa Internacional de Mountain Bike (CiMTB Levorin), na categoria sub-19 feminina, que aconteceu no início da tarde deste sábado nos arredores da São Paulo Expo, na Capital Paulista, como parte da programação do Festival Bike Brasil, o maior encontro de bicicletas da América Latina. 

Giugiu completou as duas voltas da pista XCO de 5.876 metros, montada em sua novíssima Impact Carbon Evo 2019 em 38min43seg. Com o resultado, ela se mantém a frente do ranking da competição e, de quebra, arremata mais pontos no ranking brasileiro da categoria, o qual lidera no momento.


“Foi bem emocionante no início. Dei uma apertada maior e larguei na esquerda e tive que vir fechando, pois o lado direito da pista era melhor para as curvas. O piso hoje estava muito diferente em relação a ontem durante os treinos, com muita lama e escorregando muito. Minha estratégia foi intercalar aceleração, no início, com momentos mais desacelerados nos trechos técnicos, e voltando a acelerar no final. Tô muito feliz com o resultado e motivada para a próxima etapa”, revela a jovem mountainbiker brasileira, que acaba de renovar seu patrocínio com a Sense Factory para a temporada 2019.

O próximo desafio de Giuliana Salvini Morgen será a terceira e última etapa da Maratona Estrada Real, que acontece em Itabirito (MG) no próximo final de semana (2 de setembro). Dentro da CiMTB, a próxima etapa, que encerra a competição, acontece em Congonhas (MG), entre os dias 24 e 25 de novembro. A CiMTB Levorin conta para o ranking mundial, da União Ciclística Internacional (UCI), fazendo parte do ciclo Olímpico Tóquio 2020, além do ranking Brasileiro.

Sobre Giuliana Salvini Morgen
Giugiu, como é conhecida no universo MTB, apesar do DNA, só começou a competir em 2017. A jovem de 15 anos, já no seu calendário de estreia, faturou, na sua categoria, a CIMTB – Copa Internacional de MTB –, na categoria sub 19; a Maratona Internacional Estrada Real – Percurso reduzido; o Campeonato Estadual do Rio de Janeiro, Taça Brasil – Maricá -RJ (Infanto Juvenil), e o vice-campeonato brasileiro de XC. 

Em março passado, tornou-se campeã Panamericana de Mountain Bike, na categoria Cadete B, título conquistado em Pereira (Colômbia). Em julho, sagrou-se Campeã Brasileira de Mountain Bike, categoria juvenil, em prova oficial da Confederação Brasileira de Ciclismo. Giuliana Morgen faz parte do casting da Sense Factory Racing.

Giuliana Salvini Morgen, da equipe Sense Factory Racing conta com o patrocínio da LM Bike, Shimano, ASW, DT, Swiss, Schwalbe, Sentec, Exceed, SuperB Tool Excellence, High One, Pedal.com.br, Fi’zi:k.


CiMTB Levorin XCO 2018 – São Paulo/SP - 25 de agosto de 2018
Sub19 Feminino– resultado final

1 – Giuliana Salvini Morgen, Equipe Sense Factory Racing, 38min43seg
2 – Luiza Cocuzzi, Lar/Scott/Vzan/Mauro Ribeiro, 42min12seg
3 – Sabrina Oliveira da Silva, Lar/Scott/Vzan/Mauro Ribeiro, 43min00seg
4 – Camila Assumpção, Time Raiza Goulão, 44min13seg
5 – Ana Laura Oliveira de Moraes, Time Raiza Goulão/ Família Vilela, 48min53seg

Rally dos Sertões: Com determinação e saldo positivo, Geison Belmont completa a edição 2018 Bicampeão Brasileiro de Cross Country da modalidade conquistado durante o evento, piloto da Meikon Rally Team, finaliza os 200 quilômetros da última especial da segunda maior competição off road do mundo na 4ª posição



Fortaleza (CE) – A 26ª edição do Rally dos Sertões chegou ao fim neste sábado depois de sete etapas e 3.600 quilômetros, 2.043 de trechos cronometrados, o que representa 56% do total. 

Foi mais um marco especial na carreira do piloto Geison Belmont radicado em Niterói (RJ), pois foi nesta edição que o piloto da Meikon Rally Team conquistou o título de bicampeão Brasileiro de Cross Country, nos quadriciclos.

Belmont completou a última etapa, no trecho cronometrado de 200 quilômetros em 05h41min00seg, o quarto tempo do dia entre os quadriciclos e a sexta colocação no acumulado da categoria.

O atleta da equipe Meikon Rally Team fez sua quinta participação no Rally dos Sertões e contou como foi a disputa da última etapa. 

“O dia foi bem longo em deslocamento, apesar de ter sido a especial menor também teve seu nível de dificuldade. Começou em trechos com trial bem sinuoso e estreito, com muitas pedras, exigindo muita atenção. Cruzamos o sertão central, mesclando velocidades médias e baixas, repleto de barragens estreitas, rios secos e muitos obstáculos”, disse Belmont que leva também as cores da cidade de São Gonçalo (RJ) sua cidade natal.


“Foi um rali diferente, comecei com um grande prejuízo logo na primeira etapa, com um imprevisto na caixa de transmissão. Não desisti, o suporte da equipe foi essencial, estava determinado a chegar em Fortaleza. Todas as etapas sofremos com novos problemas mecânicos”, explicou o piloto do quadriciclo #101.

“De qualquer forma, o Sertões foi novamente sinônimo de superação e cumprimos com o principal objetivo que era o bicampeonato no Brasileiro. Esse título não é só meu, é de todo o time. Agora vamos comemorar, pois o Rally dos Sertões era um dos objetivos da Meikon e essa conquista me deixa muito feliz!”, concluiu emocionado Geison Belmont.

A chegada com passagem pela rampa e cerimônia de premiação aconteceu na tarde deste sábado, 25, no Aterro da Praia de Iracema, em Fortaleza (CE). Antes de chegar à capital do Ceará, a competição passou também por Formosa (GO), Posse (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA), Barra (BA), São Raimundo Nonato (PI) e Juazeiro do Norte (CE).

Meikon Metalúrgica, e têm apoio de Quadrijet, Compass, Corona Racing, Motobiu, Race Tech e Arisun.



1) #106 Wescley Dutra, Girao Racing, 03h46min35seg

2) #102 George Ximenes, Yamaha Raptor 700, 03h48min57seg

3) #105 Giovanni Filho, Yamaha Raptor 700R, 03h49min41seg

4) #104 Hélio Pessoa, Yamaha Raptor 700, 04h15min01seg

5) #101 Geison Belmont, Meikon Rally Team, Can-Am Renegade 1000, 05h41min00seg

6) #107 Cival Alves, Yamaha Protótipo, 10h00min00


Classificação (após sete etapas) – Quadriciclos:
1) #106 Wescley Dutra, Girao Racing, 35h07min34seg

2) #105 Giovanni Filho, Yamaha Raptor 700R, 35h25min48seg

3) #102 George Ximenes, Yamaha Raptor 700, 36h13min49seg

4) #104 Hélio Pessoa, Yamaha Raptor 700, 63h00min46seg

5) #107 Cival Alves, Yamaha Protótipo, 65h08min54seg

6) #101 Geison Belmont, Meikon Rally Team, Can-Am Renegade 1000, 69h45min50seg


Nem dois pneus furados, ao mesmo tempo, tiram liderança de Facco/Ribeiro na Protótipos T1 FIA Brasil. Dupla supera a "Especial do Inferno" como foi chamada pelos competidores, entre Barra (BA) e São Raimundo Nonato (PI), com areião, trial e muitas pedras e segue para reta final do Rally dos Sertões





Após cinco etapas Luiz Facco e Humberto Ribeiro #310 estão entre os Top 5 da geral dos carros no acumulado E para chegar a esse resultado houve até aqui superação, estratégia, técnica, habilidade, experiência e também sorte. 


A dupla da Acelera Siriema passou por um sufoco na Especial de 401 quilômetros que ligou Barra (BA) a São Raimundo Nonato (PI), na 5ª etapa, e o piloto conta como foi: “Imagine um inferno com 200km areia fofa, subidas grandes com areia bem fofa, um calor intenso e de repente você pega um toco e perde dois pneus ao mesmo tempo e tem de fazer 340 km de uma Especial muito dura sem estepe.” 


Facco continua, “terminamos a prova com muita cautela porque não poderíamos correr riscos, sobretudo no final com muitas pedras e trial, foi difícil mais chegamos.”

Depois desta quinta-feira complexa e cheia de adrenalina, a dupla fechou o dia em 2º na Protótipos T1 FIA Brasil e com no 8º tempo da geral (5h09m38s) e, o mais importante, segue na liderança da categoria no acumulado.

Ribeiro que chegou ao seu Estado, reside em Teresina (PI), respirou com mais tranquilidade ao final do dia. “Era um dia importante para prova e para mantermos a liderança. Foi um dia difícil mas com um roteiro do jeito que gostamos, obviamente não esperávamos perder dois pneus ao mesmo tempo. Mas deu tudo certo e seguimos, agora, focados para reta final do Sertões”, diz o navegador.


Após algumas temporadas competindo na Pró Brasil e também de conquistarem os principais títulos, como o do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country e o do Rally dos Sertões na categoria, Facco e Ribeiro resolveram encarar um novo desafio. 

Nesta temporada, estrearam na Protótipos T1 FIA Brasil e também o novo carro, o Mitsubishi ASX Racing. A dupla testou os limites do carro, pela primeira vez, em uma prova internacional, o Desafio Guarani, que abriu a temporada 2018 do Campeonato Sul-Americano de Rally Cross Country, em março no Paraguai, e desde então, tem feito ajustes para disputar o Rally dos Sertões. 

Carro aprovado e, agora, a dupla está na liderança na categoria na maior prova off-road do país, e brigando para subir ao pódio nesta edição que termina neste sábado, 25, em Fortaleza, no Ceará.


Resultados completos da etapa no link: http://www.chronosat.com.br/2018/sertoes/ss.php?db=1&trecho=5

Mais informações sobre a equipe no site www.acelerasiriema.com.br e nas mídias sociais Facebook: @acelerasiriemarally, Instagram: @acelerasiriema e Twitter: acelerasiriema.

A equipe de Barueri/SP conta com o patrocínio da Gonçalves S/A Indústria Gráfica, Yokohama e Acelera Siriema Rally e apoio da Mitsubishi Motors e Spinelli Racing.

Roteiro 26ª edição - Rally dos Sertões 2018

Sexta (24/08)
6ª Etapa: São Raimundo Nonato (PI) – Juazeiro do Norte (CE)
Total do dia: 603 km (226 km trecho cronometrado)

Sábado (25/08)
7ª Etapa: Juazeiro do Norte (CE) – Fortaleza (CE)
Total do dia: 654 km (200 km trecho cronometrado)

Total geral: 3.607 km

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

De carro por aí, coluna de Roberto Nasser. O Astron Martin de 007 está de volta


DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser



Coluna nº 3.418 - 23 de agosto de 2018
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O britanicamente belo Aston DB5 1964 terá série especial


De volta, o Aston Martin DB5 de James Bond

Inglesa fábrica de esportivos Aston Martin se reergue dos riscos de desaparecimento, e com produtos novos e sociedade com a Mercedes-Benz busca tempos mais tranquilos. Dá-se a devaneios promocionais: anunciou produzirá 28 réplicas do mais famoso dos automóveis utilizados pelo personagem James Bond.

No caso o Aston DB5 apareceu em Goldfinger, 1964, onde deu tremenda panca numa das cenas, e ressurgiu em Skyfall transformado em peneira por rajadas de metralhadora.

Carro de aura, motivou a feitura de incontáveis réplicas em escala, e agora por acordo entre a Aston, a EON, detentora dos direitos da franchise James Bond, com consultoria de Chris Corbould, vencedor de Oscar por efeitos especiais, e a Aston’s Q, piada com o inventor das complicações mecânicas de James Bond, produzirão as réplicas.

28 unidades, com mecânica replicando a original, seis cilindros em linha, 4.000 cm3 de deslocamento, três carburadores horizontais Weber, 270 cv capazes de levá-lo da imobilidade aos 100 km/h em 8s e cravar velocidade final em torno de 250 km/h, como então. Pintados na cor da época, a Silver Birch, com alguns implementos técnicos atuais, como os freios e direção. 

Diz a Aston, terá algumas dos acessórios de época, como o sistema rotativo de placas de licenciamento. Não se falou nas metralhadoras sob os parachoques frontais, o assento ejetável, a capacidade de lançar óleo da pista – isto parece piada com os carros ingleses e seus hábitos de Chevrolet seis cilindros em linha ... 

Entregas a partir de 2020, produção artesanal, com intensa mão de obra, especialmente para moldar a carroceria. Um exemplar será da EON para um museu James Bond; outro para a Aston; terceiro para ser vendido por sorteio ou leilão. 

Demais 25 vendidos a tentativamente selecionados colecionadores da marca, dedicados fãs do personagem, museus. Custarão US$ 3,5M, o dobro do Aston mais caro atualmente.

‘Tás brincando ?
Há pequeno porém importante detalhe não explicado no comunicado de imprensa: não poderão circular em vias públicas, apesar de seu dimensionamento funcional. 

Questão legal: como réplicas seguindo as especificações de época, não atendem às atuais exigências legais de emissões e segurança – os itens como resistência a impactos; portar freios com ABS, suspensão com adjutório ESP, .... 

Usualmente países com maior intimidade com veículos, tem legislação de incentivo a fabricantes de pequenas séries, ás vezes dispensados de tais equipamentos atualizados. Mas não é o caso, pois a Aston não é empresa pequena necessitando empurrão de concessões. 

Assim, quem o comprar, será para tê-lo como obra de arte tri dimensional – e estática, como aconteceu com os Jaguar D feitos por este fabricante.

Anúncio gerou inesperado impacto, e bem situados senhores criaram um problema: arguem a Aston se possível comprar o carro com mecânica e itens de segurança atuais, para circular; ou como kit, para providenciar domesticamente tal agregação.

Imagem mais conhecida do DB5 com o ator Sean Connery, em Goldfinger


Roda-a-Roda

Futuro – Nos EUA Ford abandonou produzir sedãs, concentrando-se em SUVs e picapes. Destes, seu produto mais vendido, terá 9 novidades até 2023. Globalmente produtos crescerão de 20 para 23, no foco por mercados rentáveis.

Curiosidade - Detalhe interessante em época de globalização marca informou reduzir média de vida dos modelos de 5,7 anos para 3,3 anos na próxima década.

Novo Gol – Herbert Diess, presidente mundial do grupo Volkswagen, esteve no Brasil semana passada e aclarou dúvidas quanto ao futuro do Gol como carro de entrada, primeiro degrau de preços para a marca.

Pequeno – Pacote de informações: substituição em 2021 ou 2022, marcando novo ciclo de investimentos. Até 2020 VW Brasil gasta parte dos R$ 7Bi alocados para as grandes mudanças de estrutura e produtos.

Bom – Será pequeno, barato – a grosso modo e conceitualmente, uma espécie de Renault Kwid Volkswagen. Será criado a partir do conhecimento de design, construção e engenharia brasileiras, para atender mercados em desenvolvimento, iniciando pela América Latina.

O que – Mercado em desenvolvimento? Os de piso áspero, desalinhado, esburacado – se aplicável o adjetivo, asfalto sáfaro. Temos invejável know-how.

Nós - Uma vez, na California, abasteci ao lado de um Fox – o nosso Voyage exportado aos EUA. Dono disse ser o melhor carro do mundo, com mais de um milhão de quilômetros sem maiores reparos. Acreditava fosse alemão – não havia plaqueta dizendo ser brasileiro...

De novo – Uma láurea técnica para o Brasil desenvolver produto mundial.

Política – Agenda do poderoso executivo incluiu sindicalistas para encontro e promessas de empregabilidade. A VW alemã tem diretor representando os metalúrgicos, e a paz social é fundamental nestes processos.

Negócio – A VW está bem na fita, pois importante garantir emprego na ex-Meca do automóvel. O movimento sindical, em nome de promover seus dirigentes, conseguiu expulsar a expansão das fábricas de automóveis instaladas no município para outros estados, reduzindo os empregos. Os dirigentes, exceto um, preso, vão bem, obrigado. Os empregos, muito pelo contrário.

Novo Jimny – Suzuki japonesa está apresentando novo Jimny 4x4. Mantém o espírito de limpeza em linhas e equipamento; intocada a plataforma, incluindo distância entre eixos, mas tornou-o mais alto, largo e comprido. Na prática mantido simples, melhorando qualidade e funcionalidade.

Mudanças – São perceptíveis, as maiores, nos 20 anos de história do hábil jipinho, mantendo a filosofia da marca em conter pesos. Para melhor caracterizar chamou-o Sierra. Pesando apenas 1.070 kg, o novo motor L4, 1,5 litro, 101 cv e 130 Nm de torque muito melhorou as habilidades, incluindo velocidade média levemente aumentada. Transmissão mecânica 5 velocidades ou automática, 4.

Resultados – Motor mais leve, potente e econômico – com gasolina pura faz circa 19 km/litro, chassis 50% mais resistente em torção, e grande implemento na qualidade da rolagem e nas sensações de condução. Projeto simples, porém de extremada competência.

Mercado – Demanda elevada. Pedidos feitos hoje somente serão atendidos em janeiro. Suzuki no Brasil informa tê-lo no meio do próximo ano, mas diz, curiosamente, manterá o modelo atual em produção.

Sierra, o novo Jimny, mais leve, mais forte, mais ágil

Edição – Ford apresentou nos EUA série especial comemorativa de 50 anos do Mustang Cobra Jet, homenagem ao icônico modelo de 1968, campeão das corridas de arrancada. 68 unidades. 5,2 litros, V8, supercharger Whipple, potência não indicada, mas aposte nuns 700 cv. Nos EUA R$ 130 mil. Não virá ao Brasil.

Brinde – Mc Laren convidou 100 pessoas, tipo top pib, e proprietários de Porsches, Ferrari, Maseratis, para brinde com vinho achampanhado Chandon em sua loja paulistana. Foi o Welcome Toast by Chandon. Mostrou três modelos da marca, 570S, 570GT e o novo 540C: R$ 1,9M; R$ 1,95M; R$ 2.070.

Negócio - Representação no Brasil, declinada por Nelson Piquet, acabou sendo aceita pela Eurobike – concessionária Porsche e BMW. Empresa inglesa paralela ao time de Fórmula 1, fabrica artesanalmente e com tecnologia de ponta os super esportivos. Hoje 3.300 unidades/ano, e quer chegar a 5.ooo u/a em 2023.

McLaren 540C, de menor preço, R$ 1,9M.

Canto – Jaguar contratou cantora Dua Lipa, anglo kosovar, para lançar SUVs da linha Pace – Epace. F-Pace e I-Pace. Show em Amsterdã, 3 de setembro, 18h, vídeo no link https://youtu.be/-IacepcZNy4, webside http://www.jointhepace.com

Tapa – Nissan frustrou consumidores sendo econômica na caracterização dos March e Versa como modelia 2019. As linhas pouco atrativas estão envelhecidas, e novidade se encerra em detalhe interno, a central multimídia Multi-App com CarPlay e Androit Auto. Pouco.

P’ra cima – Mercado mundial de automóveis passou ao largo de crises latentes ou prometidas, tendo 3,6% mais vendas relativamente ao ano passado.

Mudança – Não ocidentais tomam lugar: China, Japão, India passaram mercados tradicionais. China pulou 4%: 12.234.244 unidades e abre vantagem sobre o ex-maior mundial, os EUA. Este, para alcançar o novo líder precisa crescer uns 50%. Japão, terceiro lugar, encolheu 2%, vendendo 2.691.064 veículos.

Aqui – Nos dados organizados pela Jato, consultoria mundial, Brasil cresceu 14% mas 9º, com 1.128.048. 
Governo (sic) Dilma foi âncora e marcha a ré econômica.

Cenário – Novo panorama, India ascendeu 16%, vendeu 1.982.442 unidades, o 4º Lugar, à frente de tradicionais Alemanha, Inglaterra, França e Itália.

Produto – SUVs e que-tais continuam o segmento de maior ascensão – pouco consumidos apenas no Japão – porém 15M de unidades vendidas, 14% acima do exercício passado, é argumento para seguir o caminho.

Centenário – Ágil empresa gaúcha se espraia pelo mundo ao comemorar 100 anos. É a Iochpe – nome familiar – Maxion, agregado quando assumiu produzir os tratores Massey-Ferguson. Hoje envolvida com a fabricação de 60 milhões de rodas em 31 fábricas em 14 países. Aqui tem quatro unidades, e a mais recente, em Limeira, SP inicia produzindo 800 mil unidades/ano.

No mundo – Grande salto de crescimento foi dado em 7 anos. Em 2010 empresa faturava líquidos R$ 2,2B, destes 18% provenientes de vendas externas. Em 2017 faturou R$ 7,5B – 75,5% do exterior. Processo se dá adquirindo empresas nos mercados focados. Presidente e CEO Marcos Oliveira não é da família, mas engenheiro ex-Philco, e o último presidente da Ford a apresentar lucros

Marcos Oliveira, CEO da Iochpe, crescimento no exterior

Tecnicidades – Experiência da Pirelli como fornecedora de pneus ao Campeonato Mundial de SuperBike, permeou para as motos de rua. Acaba de misturar compostos, três na dianteira e dois para a traseira, para atender a diferentes demandas: estabilidade, durabilidade, aderência em piso seco ou molhado e desempenho esportivo.

Diablo Rosso Corsa II – É o nome, e o numeral indica evolução da primeira série, lançada há oito anos. No período o intenso desenvolvimento da eletrônica permitiu enormes ganhos de torque, potência, e o Diablo II atende a tais ganhos. Seu slogan é bem descritivo: Aceite inclinações mais agressivas. Peculiaridade explica ter uma medida dianteira e seis traseiras.

Mercedes-AMG

Novos Mercedes-AMG, utilitários muito esportivos
Você gosta de utilitários esportivos, ou de cupê; dirige com brio; aprecia tecnologia desenvolvida para garantir segurança e esportividade; e seu porquinho da poupança está repleto? És um dos caras buscado pela Mercedes-Benz. 

A marca alemã homologou dois novos produtos de sua associada, a AMG, especialista em performance. São o AMG GLC 63 4Matic+ e o Coupé, únicos de porte médio com motor V8 de 4 litros e biturbo. 

Potências variam de acordo com a versão. No SUV o motor exuda 476 cv; 510 no Coupé. Aceleração impactante: o SUV acelera de O a 100 Km/h em 4,0s e o Coupé em dois décimos menos.

Mecanicamente quase iguais, transmissão automática nas 4 rodas, nove marchas, embreagem por disco submerso; trocas extremamente rápidas, suspensão por molas pneumáticas, e o eixo traseiro privilegiado com recebimento de torque mas a Mercedes aplicou um epicurismo mecânico no Coupé, o deslizamento do diferencial comandado eletronicamente – na outra versão, meio mecânico. 

Desenvolvimento com responsabilidade para ser compatível com rendimento e segurança. Externamente marcam-se pela grade frontal AMG Panamerica, apresentado no modelo GT.

Há outros refinamentos proporcionais à transformação do modelo Mercedes em AMG, como a capacidade de regular o som da exaustão do motor; revestimento em material assemelhado a couro; quatro regulagens para a suspensão, motor e câmbio – de Comfort a Race, quando se otimizam todas as capacidades dos conjuntos; rodas em liga leve com 21”.

Preços: Mercedes-AMG GLC 63 4Matic+, R$ 513 mil, Coupé, R$ 588 mil.  
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Fernando Calmon fala das trapalhadas do Denatran e do Contran





Fernando Calmon                  
Nº 1007 — 23/8/18



IDAS E VINDAS, SEM RAZÕES


Uma das trapalhadas que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) protagonizaram nos últimos anos vem da exigência de nova placa de identificação de veículos, a fim de seguir um novo padrão chamado Mercosul. A iniciativa apresenta razões técnicas, pois o atual sistema de três letras e quatro dígitos tem limitação de combinações.

O utilizado há décadas no Brasil já nasceu errado. Deveria, como proposto atualmente, estabelecer quatro letras (26, no alfabeto de português) e três dígitos. O número de combinações possíveis é muito maior do que o atual de três letras e quatro dígitos.

Em 2014 se propôs o novo padrão, já implantado na Argentina e Uruguai no ano passado. Aqui sofreu sucessivos adiamentos entre outras razões porque o custo iria subir e o cronograma original obrigava todos os 43 milhões de automóveis e veículos comerciais (picapes, caminhões e ônibus) e 13 milhões de motos em circulação a uma substituição acelerada. Agora, apenas veículos zero-km receberão obrigatoriamente o novo padrão e, para os demais, a iniciativa é voluntária.

A última data anunciada é 1º de setembro próximo. Mas deverá sofrer novo adiamento porque se questiona no Tribunal de Contas da União (TCU) a necessidade de um penduricalho ausente na proposta original. Trata-se de acrescentar um brasão do município (nada menos de 5.570 deles, hoje) onde o veículo foi registrado. 

Assim haveria necessidade de comprar uma nova placa completa (agora, só uma plaqueta) em caso de transferência de cidade apenas por esse pormenor totalmente irrelevante. Além disso, fugiria do padrão Mercosul, sem motivo.

O Detran estima que o custo do brasão não é alto, mas ele existe. Tudo indica que ocorrerá novo adiamento, inclusive por outros questionamentos. 

O Observatório Nacional de Segurança Viária oficiou ao TCU com três sugestões sobre especificações técnicas:
1. Garantia mínima de “brilho” (retrorrefletividade), igual ao atual, para melhor visibilidade noturna, possível diminuição de colisões traseiras e ainda dificultar clonagens.

2. Garantia mínima de “legibilidade” (luminância) para efeitos de fiscalização.

3. Garantia de 100% das placas com chip. Prepararia o país para uma malha viária bem monitorada em termos de segurança viária e/ou pública.

Outra ideia do Denatran, que parece pura demagogia, é a proposta recente de uma CNH (Carteira Nacional de Habilitação) emitida uma única vez. 

Exames médicos seriam feitos nos prazos regulamentares e registrados eletronicamente. Exatamente o oposto do anunciado antes, que previa uma série de exigências descabidas.

As renovações, caso bem estudadas, poderiam se transformar em algo educativo. Testes rápidos de múltipla escolha, sem efeitos de suspender a habilitação, poderiam ajudar as pessoas a reter melhor as regras de trânsito e induzir conceitos de direção defensiva.

Problema maior foi ter deixado de lado um processo de primeira habilitação, antes longamente estudado e bem mais exigente do que o atual, diminuindo o abismo de deficiências hoje observado. Sem motoristas bem preparados o trânsito é sempre menos seguro.

ALTA RODA

NOVO padrão de emissões e consumo de combustível WLTP (Procedimento Mundial Harmonizado de Teste de Veículos Leves, em inglês) provoca atrasos de lançamentos na Europa. Talvez atinja o T-Cross espanhol previsto para começar produção em dezembro. Versão brasileira começaria em 1º de janeiro (como a Coluna antecipou), mas em consequência pode atrasar.

TERCEIRA geração do Porsche Cayenne deu um salto em dirigibilidade, que já era muito boa. Pode-se guiá-lo quase como um automóvel apesar de seus 2.020 kg de massa (155 kg menos). Diferenças no desenho concentram-se no teto e na traseira. Ficou 1 cm mais baixo, 6 cm mais longo e ganhou 100 litros para bagagem. Bateria convencional substituída por uma de íons de lítio.

OUTRO refino técnico do novo Cayenne: inédito defletor de teto ativo (função também de freio aerodinâmico), pela primeira vez em um SUV. Motores com oferta de potência racional: V-6/monoturbo/340 cv; V-6/biturbo/440 cv e V-8/biturbo/550 cv. Muito interessante: 4D Chassis (ativo) e novo tipo de disco de freio. Acabamento primoroso, com
o sempre. Preços: R$ 423.000 a 733.000.

POR FALAR em SUV, Peugeot 5008 (versão de sete lugares do 3008) consegue um raro equilíbrio em termos de estilo, apesar de dimensões avantajadas. Bom de guiar, surpreende pelo pequeno diâmetro e forma do volante que dispensa qualquer período de adaptação. Motor 1,6 turbo dá conta do recado muito bem, salvo se estiver com lotação e bagagem completas.

TOYOTA Hilux 2019 segue regra de mudar a cada três anos. Exibe nova frente, mais perceptível em versões intermediária e de topo. Luz de Rodagem Diurna (DRL, em inglês) em todas. Mais equipada, há novos materiais de acabamento interno. A SRX, de topo, tem edição comemorativa dos 50 anos de Hilux, hoje na oitava geração. Preços: R$ 111.990 a 196.990.
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