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domingo, 28 de outubro de 2018

Fiat adota um conceito totalmente inovador na produção de seus cocept car que irá revelando até a abertura do Salão do Automóvel de São Paulo



Faltam poucos dias para a apresentação do novo concept car da Fiat no Salão do Automóvel de São Paulo. Após os desenhos, modelos matemáticos e o clay (argila) na escala 1:1, o modelo, em tamanho real, ganha forma. As linhas e curvas nascem pela ação da fresa, esculpidas em resina, exatamente iguais ao modelo virtual.

Na sequência, toda a estrutura é lixada. Os acertos são feitos manualmente pelos modeladores e designers, para a conferência das proporções e de cada detalhe. 

“Nessa fase, já temos a sensação do volume e das linhas, trazendo o que estava no desenho para o modelo físico”, destaca Celso Morassi, supervisor de Modelação do Design Center FCA Latam.


Paralelo a esse trabalho, as rodas de liga leve são usinadas nas fresas. Com braços mais estruturados e superfícies precisas, o design das rodas transmite segurança e robustez. 

Diversas peças, como a grade frontal e as molduras do farol, são preparadas em impressoras 3D. O conjunto óptico, todo em LED, promete um novo olhar, característico da personalidade deste modelo que reúne esportividade e elegância, com autenticidade.

Projetado no Design Center Latam, localizado no Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG), o concept car vai nortear os futuros lançamentos da marca. 

A Fiat é a única no Brasil com oito carros conceito em seu portfólio, sempre antecipando tendências e indicando o futuro. Com o objetivo de comunicar os bastidores da criação do modelo, a Fiat irá publicar teasers até a abertura do Salão do Automóvel de São Paulo, no início de novembro.

sábado, 27 de outubro de 2018

Fernando Calmon - aborda a "falta de sensatez"





Fernando Calmon           

Nº 1.016 — 27/10/18




FALTA DE SENSATEZ



Começou a temporada de previsões para o próximo ano. As apostas dos principais executivos da indústria automobilística são de um ano de 2019 melhor que o de 2018. Mas, pelo demonstrado em um seminário semana passada em São Paulo, há certa dispersão sobre os percentuais de crescimento. 

Todos os executivos do setor estão otimistas, alguns mais, outros menos. Não se percebeu nenhuma grande preocupação sobre os resultados das eleições e os reflexos sobre a economia brasileira. Em 2019, o PIB do País deve crescer 2,5%, embora algumas consultorias apostem em até 3%.

Anfavea acredita em vendas superiores à casa de dois dígitos “baixos”, isto é, algo em torno de até 12%, segundo o presidente da entidade Antônio Megale. Nessa mesma linha, segue o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, que estimou algo entre 12 e 13%. 

Pablo Di Si, principal executivo da Volkswagen, acredita que 10% seriam um bom número. Vice-presidente da Ford, Rogelio Golfarb, preferiu apontar uma faixa entre 5% e 10% de crescimento. Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota, foi o mais comedido ao imaginar avanço no mercado interno de 4,4% sobre este ano.

Essas estimativas apresentam algumas variações, pois a Anfavea considera o mercado total, incluindo caminhões e ônibus. Outros executivos colocam em suas contas apenas automóveis e veículos comerciais leves que representam 95% das vendas totais. Veículos pesados poderão crescer acima da média, porém influenciarão apenas alguns décimos no resultado final.

Possivelmente em janeiro esses números sofram revisão. Afinal, já se saberá mais sobre mudanças econômicas estruturais, que não devem ser pequenas, pelo observado nas pesquisas em relação ao resultado da eleição presidencial.


Outra expectativa, com potencial de influenciar resultados futuros, é a aprovação pelo Congresso Nacional do programa Rota 2030. Há embates políticos sobre estímulos à produção no Nordeste que colocam em lados opostos Ford e FCA. A primeira defende o ano de 2020, como previsto, para o fim dos incentivos fiscais (IPI). A segunda garante investimento adicional na região, se puder contar com suporte fiscal até 2025.

Espera-se um acordo para destravar a votação, cuja data fatal é 14 de novembro. Muito lamentável se aquele programa atrasar, quando mais se necessita dele, a fim de garantir metas duras de consumo de combustível, emissões reguladas e segurança veicular para os próximos 15 anos. Só dá para entender esse impasse como puro oportunismo de bancadas de Bahia e Pernambuco. Há ainda dois anos pela frente para resolver diferenças dentro de uma mesma região.

Fica sem sentido deixar caducar a medida provisória do Rota 2030, amplamente discutida por mais de um ano, em razão de discussões menores. Sensatez tem de prevalecer.

ALTA RODA

REVITALIZAÇÃO de meia geração do Jeep Renegade deixou-o com o mesmo aspecto do fabricado na Itália. São novos: grade, moldura dos faróis (em LED, nas versões mais caras), para-choque dianteiro (permite, agora, ângulo de entrada de até 30°), rodas de liga leve (até 19 pol.), tela multimídia de 8,4 pol. (a maior do segmento) e maçaneta para tampa do porta-malas.

ESTEPE provisório aumentou volume para bagagem em 47 litros, mas essa modificação foi feita no começo do ano. Dinamicamente continua muito bom, mesmo com rodas de maior diâmetro. Mas ainda falta fôlego ao Renegade com motor flex em razão de seu peso. Versão de entrada ficou mais em conta: R$ 78.490. A mais cara (Diesel 4x4 automático): R$ 136.990.

FORD surpreenderá no Salão do Automóvel de São Paulo (8 a 18/11) com a exibição do Territory. Este SUV médio está sendo lançado na China, resultado de parceria com a JMC local. Empresa indica se tratar apenas de sondagem junto ao público. Precisa, porém, de um modelo desse porte entre EcoSport e Edge. Se bem aceito, é produto para sua fábrica argentina.

OUTRA novidade da Ford no Salão é o EcoSport Titanium, sem estepe externo. Há dois anos a Coluna havia antecipado o lançamento. Como esperado, o SUV compacto terá pneus run-flat (rodam vazios por até 80 km) e um reparador emergencial de pneus que estenderia o uso, em caso de furo, por mais 200 km. Ka sedã aventureiro estreia e se chamará Urban Warrior.

VOLVO XC40 surpreende por preço competitivo para o que oferece em equipamentos e itens de segurança. Desempenho é ponto alto graças ao motor turbo a gasolina de 252 cv e 35,7 kgfm, tração 4x4 e câmbio automático de oito marchas. Largura da coluna traseira atrapalha a visibilidade. Muito eficiente o sistema de prevenção de invasão, por distração, da faixa de rolagem oposta.

CAOA CHERY antecipa, mas sem anunciar preço, o sedã compacto “anabolizado” Arrizo 5. Distância entre eixos (2,65 m) é igual à do VW Virtus. Motor 1,6-L turboflex entrega 150 cv (etanol) e 19,5 kgfm (potência e torque poderiam ser um pouco maiores). Estilo bem atual e longa lista de equipamentos de série indicam se tratar de um produto competitivo no segmento.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Cruze Black Bow Tie aposta na personalização de fábrica. Modelo é a principal novidade da linha 2019 e traz pacote inspirado em customizações feitas por consumidores; chancela da originalidade e da exclusividade agregam valor ao produto Chevrolet



São Caetano do Sul – A Chevrolet está lançando a linha 2019 do Cruze no mercado brasileiro. A principal novidade é a série exclusiva Black Bow Tie, que traz um conjunto de acessórios originais alinhado com uma nova proposta de customização para o veículo.


Baseado na configuração intermediária LT, a série Black Bow Tie do Cruze está disponível para as versões Sedã e Sport6. 



Diferencia-se pela gravata Chevrolet com fundo preto, rodas aro 17 e emblema “Cruze” escurecidos além de tapete em carpete. O modelo também pode ser equipado com o sistema de som premium da JBL especialmente projetado para o veículo, assim como outros acessórios já disponíveis.


“O Cruze Black Bow Tie foca na crescente demanda de consumidores por veículos com acabamento diferenciado, mas que prezam pela originalidade, por agregar valor ao veículo”, atenta Rogério Sasaki, gerente de Marketing do produto.


O modelo conta com motor flex turbo de 153 cavalos e 24,5 kgfm de força além de boa posição de guiar, que tornam a condução extremamente prazerosa sem abrir mão de alta eficiência energética e do silêncio a bordo. A transmissão é automática, de seis velocidades, com opção de trocas manuais sequenciais para quem busca mais esportividade.


Além dos itens de conforto e segurança comuns a modelos de sua categoria, o Cruze Black Bow Tie traz acabamento premium para bancos, volante e painel, câmera de ré com sensor de estacionamento, multimídia MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay e o exclusivo sistema de telemática avançado OnStar.


Controle eletrônico de tração e de estabilidade, freios ABS com EBD (distribuição da força de frenagem) e PBA (frenagem de emergência), direção elétrica progressiva, controle de cruzeiro, abertura e fechamento dos vidros por controle remoto, sistema isofix para fixação de cadeirinha infantil, assistente de partida em rampas e sistema de monitoramento da pressão dos pneus também fazem parte do pacote.


O Cruze Black Bow Tie vai estar disponível inicialmente na cor Preto Ouro Negro a partir do fim de outubro. Os itens exclusivos presentes nesta série, como a gravata preta e os tapetes em carpete, podem ser encontrados na rede Chevrolet como acessórios originais e montados em carros de outras cores também.


Máxima sofisticação
No pódio dos veículos mais vendidos do segmento e um dos que mais crescem em participação de mercado, o Cruze Sedã e Sport6 também são ofertados na versão topo de linha LTZ.


Esta configuração soma, entre outros itens, airbags laterais e de cortina, luz de condução diurna em LED, sensor de estacionamento dianteiro, sensor de chuva, sensor crepuscular, abertura das portas por sensor de aproximação na chave e partida por botão no painel.


Conta ainda com acionamento da ignição por controle remoto, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, retrovisor interno eletrocrômico, multimídia MyLink com tela de 8 polegadas e GPS integrado, além de acabamento cromado para grade e maçanetas externas.


Outro diferencial é a opção de um pacote altamente tecnológico que se destaca pelos seguintes itens:

• Assistente de permanência na faixa
• Alerta de colisão frontal
• Alerta de ponto cego
• Sistema de estacionamento automático
• Farol alto inteligente
• Carregador de celular sem fio
• Banco do motorista com ajustes elétricos


DE CARRO POR AÍ, de Roberto Nasser. Teremos um Ford chinês?



DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser



Coluna nº 4.318 - 27 de outubro de 2018
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Ford Territory. Protótipo para pesquisa (foto Divulgação)



Versões, importações, e
um chinês, parte dos planos da Ford

Se você estiver no Salão Internacional do Automóvel – S. Paulo, 8 a 18 de novembro, e for convidado a votar numa pesquisa no estande da Ford, exerça seu direito. Farei o mesmo. Se der resultado positivo, serão grandes as chances de a empresa no Brasil importar – ou construir o utilitário esportivo da foto acima, o Territory.

Olhando bem, não é um Ford, mas projeto de seu sócio chinês JMC – Jiangling Motors. Entretanto, as linhas e proporções sugerem, para fazê-lo deram uma boa olhada no EcoSport II. O automóvel traz inequívoca certeza: quando a Ford nadava de braçada nos volumosos lucros deixados pelo Eco 1ª geração, deveria tê-lo crescido – pelo menos para o mercado brasileiro. 

O Eco II foi projetado para ser carro mundial e em mercado como o dos USA, onde Ford tem o Escape, um Eco maior em um palmo na distância entre eixos. Houvesse aumentado seu porte, venderia melhor no segmento.

É bem conformado, cuidado externa e internamente. À venda na China como JMC, mas o exemplar apresentado à imprensa brasileira numa prévia de sua presença no Salão, é protótipo da, digamos, Fordização. 

Porta os códigos de estilo, a composição entre grade e faróis frontais, e motor da marca, L3, tri cilíndrico 1.5 EcoBoost, a maneira besta da empresa chamar os turbos.

Se pesquisas e clínicas vitoriarem, Territory em versão final poderá estar no mercado sul-americano. Importado ou instalado em algum espaço industrial, item sobrante na Ford, uma empresa em estado de dúvida.

Recém declarou encerrar a produção do Focus na Argentina, e tomará decisões sérias quanto à produção no Brasil: ou desmobilizando a fábrica em São Bernardo do Campo, SP, a remanescente e pioneira instalação industrial abrindo vocação e transformando o município, encerrando a produção do caminhão Cargo e movendo o Fiesta para a fábrica de Camaçari, Ba, agora com incentivos elevados até 2025.

Mais
Para dar uma espécie de Sossega, Madalena – frear dúvidas, botar ordem no mercado – quanto às dúvidas e o futuro de seus produtos, empresa repetiu a Chrysler ao seu surgir, em 1924. 

Produto revolucionário a exibir, o Salão de Nova York negou-lhe espaço – ele ainda não tinha a marca. Daí, expôs no Commodore Hotel, onde se hospedavam os banqueiros financiadores da operação automobilística e o entorno do mercado. Viabilizou a companhia. 

No caso da Ford, a exposição pré-Salão ocorreu no Palácio dos Tangarás, hotel da moda em S. Paulo. Festa cara: serviço de recepção impecável, hotel da moda, jantar estrelado, exposição de informações e produtos. 

Afastou as nuvens negras quanto ao futuro do Ranger, garantindo duas novas versões, e atualização estética. Exibiu o Eco sem estepe – usa pneus Michelin capazes de andar vazios -, opção, como a Coluna contou aos 5 de setembro.

E levou um Ka sedã chamado guerreiro urbano, urban warrior – onde estes fordistas têm a cabeça com estes nomes distantes? Características? Decoração e maior altura do solo. Terá, igualmente, outro utilitário esportivo,  o Edge ST, agradável canadense preferido por senhoras, de má lembrança por sua usuária mais famosa, a cassada e não eleita Dilma Roussef. 

Preço será definido a partir do interesse aferido no Salão Exibiu seu comportamento: não investir, daí importar, combinar produtos com a Volkswagen e a indiana Mahindra, criar versões. 

Carro novo, como disse o presidente Lylle Watters, somente se der lucro. Assim, podendo, vote. O Territory será um refresco para fãs e revendedores da marca na América do Sul. Os sete centímetros mais em distância entre eixos de 2,73m, ante o Compass, rentável líder de mercado – palavras de música para a Ford, podem torná-lo bem aceito.


Arrizo 5, chinês paulista

Arrizo 5, um novo chilista
Caoa Chery, sociedade braso-chinesa para construir veículos em Jacareí, SP, apresentou próximo produto, o Arrizo 5. Já havia sido mostrado pela Chery, quando sob comando chinês. 

Constantemente adiado e inviabilizado pelas rusgas com o sindicato local dos metalúrgicos, entrará em fabricação aparentemente depois de um cachimbo da paz e/ou argumentos sensibilizantes.

Algumas características importantes, como o motor L4, 1.5 turbo, flex, 150 cv, câmbio CVT simulando 7 velocidades e, imponentes 2,65m como distância entre eixos – mesma do VW Virtus – medida de bom espaço interno. 

Contra o produto, a ser vendido pós-Salão do Automóvel, em novembro, torque de 19,5 mkgf, inferior ao oferecido por outro famoso turbo, o TS 1.4 TSI da Volkswagen, com 24,5; porta-malas restrito, não combinando com a morfologia de sedã. São reduzidos 430 litros de capacidade, igual ao do hatch Toyota Prius.

Quanto a preços, o chinês fabricado em terra paulista, está mais para os produtos locais, em versões RX e RTX, acreditando-se nesta, superior, sua etiqueta marque R$ 80 mil. Mais paulista que chinês

Mais incentivos no Rota 2030
Quase no fim do prazo legal, a Medida Provisória 843/2018 foi aprovada pela Comissão Mista na Câmara dos Deputados. Dita regras para o setor automobilístico até 2030. É o multi citado Rota 2030.

Quase todo o combinado foi mantido, com exigências de investimento em tecnologia voltada a consumo e emissões, e a regra de abatimento de impostos sobre Imposto de Renda e Contribuição sobre Lucro Líquido. Industriais queriam escapar de tal enquadramento, pois dela só usufruem empresas  com lucros.

Maior novidade, entretanto, foi a extensão dos incentivos regionais até 31.dez.2025 – encerrar-se-iam em 2020. Proposta pelo deputado Armando Monteiro, ex-presidente da CNI, como prorrogação dos incentivos às empresas sediadas no Nordeste, acabou esticada até Goiás. Isto veste perfeitamente FCA, Ford, CAOA, Mitsubishi. 

Polêmica
Matéria há que ser votada até 16.nov por Câmara e Senado para ter vigor a partir de 1º janeiro próximo ano, por um Congresso em fim de mandato. Há curiosidades no reinventar o prêmio já concedido para implantar indústrias em locais carentes de desenvolvimento – se os incentivos já cumpriram sua missão, para que dobrar seu vigor? 

Outra questão é, como fica para os executivos de alguns fabricantes, condenados na Operação Zelotes, por contratar o filho do presidentário Lula como especialista, para obter as mesmas vantagens, agora concedidas com o manto parlamentar? 

Curiosidade idêntica, inexplicável, foi a inclusão dos setores moveleiro, varejista de calçados e artigos de viagem na desoneração da folha de pagamentos; assegurou aos triciclos e quadriciclos igualdade de tratamento tributário igual ao das motocicletas; e do Novo Refis incluindo todas as empresas brasileiras. Fim de governo é para alarmar contribuintes.

Gentileza nipônica
Há dias, como a Coluna noticiou a seus bem informados leitores, argentinos fabricantes de veículos filiados à Adefa, a associação de classe, romperam a regra de sucessão e, em vez de passar a presidência à Toyota, deram um crossover e deram-na à Volkswagen.

Surpresa geral pelo procedimento e pelo fato de a empresa japonesa não ter se manifestado. Mas cobrada por revendedores, consumidores, e crê-se, instigada pelo governo argentino, pronunciou-se a restritos públicos.
Toyota e seus colegas de turma discrepam em alguns pontos. 

Ano passado, todas, com o escudo corporativo da entidade, foram ao governo pedir adiamento no uso do ESP, importante adjutório eletrônico para aumentar segurança de usuários, reduzir perdas e danos. Um auto estabilizador para veículos. 

Contra o bom senso, Governo dilatou o prazo, mas a Toyota contrariou o decidido e avisou oficialmente estar fora da prorrogação, incluindo-o em todos os seus produtos. E ao contrário dos outros fabricantes, apesar de ser a operação industrial mais nova na Argentina, amplia produção, turnos e postos de trabalho, mercados e volumes de exportação, além de não ir lamuriar-se das condições do mercado na Casa Rosada – a sede do governo argentino.

Sítio Autoblog recebeu o comunicado, aqui reproduzido. É peça de gentileza nipônica, e não se pode lê-la sem vir à mente a imagem de um Samurai tendo numa das mãos, o fute, pincel manejado com delicadeza para transformar escrita em arte da caligrafia, e na outra, a katana, a espada dos guerreiros, hábil ferramenta letal para defender gentes, verdades, o país. É uma aula de relações públicas, tranquilo e altaneiro como um porrete de ipê.

A nota
“Toyota tem uma filosofia de fazer negócios diferente da maioria das automotrizes na Argentina. Por esta razão entendemos que não somos os mais indicados para representar os interesses de sua maioria. Manteremos nosso foco em nossa estratégia de longo prazo, concentrada em: incremento da produção e regionalização de componentes; aumento das exportações e busca de novos mercados; criação de mais e melhores empregos de qualidade, oferecendo a melhor opção de produtos e serviços a nossos clientes e consumidores, gerando valor econômico, social e ambiental para o desenvolvimento sustentável do país ”  

Roda-a-Roda

Gás – Ford decidiu ampliar produção de seu modelo GT, superesportivo centrado em rendimento. Atividade quase artesanal, fará outras 1.350 unidades até 2022. Receberá pedidos a partir de 8 de novembro.

Mais – É a terceira leva do produto. A atual, de 1.000 GTs, iria até dezembro de 2020. Segundo empresa, a demanda surpreendeu, tendo sido seis vezes maior.

Símbolo – O GT, re recreation de modelo da companhia feito para acachapar a Ferrari nas provas de longa duração, surgiu na crise de 2008. Era aviso de vida em meio a período terrível. Agora, quando a empresa deixa de produzir automóveis, exceto Mustang, e planta dúvidas mundiais sobre sua saúde e futuro, extensão na produção do GT é institucional transfusão de sangue.

Atual – Modelo anterior utilizava motor V8, 5.0 com turbo compressor. Novo, os recentes EcoBoost V6, 3,5 litros, bi turbo, carroceria em fibra de carbono, e convincente velocidade final de 347 km/h. A fim? www.FordGT.

De volta – Versão Way do Uno, boa ferramenta de trabalho com maior altura do solo, volta a ser vendido. Dois motores da família FireFly: 1,0 e 1,3; portam o básico do respeito ao consumidor tropical, ar condicionado, direção elétrica com sistema City – deixa-o mais leve para manobras. R$ 47 mil e R$ 52.690.

Negócio – Como anunciado Coluna passada, FCA vendeu poderosa divisão de autopeças, a Magneti Marelli – no Brasil, dentre outras marcas, detinha a Cofap.
6,2B Euros. Comprador, o fundo norte-americano de investimentos KKR através da Calsonic Kansei, japonesa também gigante de peças.

Visão – A FCA parece estar aberta a negócios, depois de trocar o foco em veículos pelo gosto em faturar. Empresa nunca fez tantos lucros como agora, em especial no mercado dos USA. Lá, aliás, mês passado superou a Ford em vendas.

99? 101? – Ford prepara comemorar 100 anos no Brasil em 2019. Conta não fecha. Se considerar o início da montagem, serão 101 anos, começando na Bahia, em 1918 por particular autorizado. Se o marco inicial foi operação da companhia com funcionários sob seu controle, importação de partes e montagem, isto ocorreu em 1920. Aí serão 99.

Agora – A fim de automóvel O Km? É a hora para comprar, pouco antes da mudança de modelia – carros há com mudanças apenas sutis. Se importado, descontos podem ser maiores pois os veículos ora vendidos foram comprados com dólar em valor inferior ao ora praticados, e fabricantes querem se entesourar para novas encomendas.

Realidade - Do jornalista Emilio Camanzi, 70, discutindo as transformações de mercado, produto, relações de consumo com colegas igualmente classificados como pós-garotões: Carro autônomo? Não dirigirei isto. E aos companheiros pensando na desnecessidade de conduzir um veículo auto comandado, explicou: Não vamos nos encontrar …
Ocasião – A fim de um bom e original Landau ? Comunhão Espírita de Brasília recebeu em doação e quer vende-lo para fazer fundo a suas atividades assistenciais. Placa Preta pelo Museu Nacional do Automóvel – inflexível no cumprimento da lei. Está nos classificados do Maxicar, sítio especializado em antigos, 
A fim? https://www.maxicar.com.br/classificados/landau-1982-p6083/

Gente – Vinicius Romero, jornalista, carreira ascendente. 

OOOO Era segundo lugar na assessoria de imprensa da Anfavea, é novo Charlinhos

OOOO Aos do ramo indica seu novo CEP, no edifício da Audi, e a função de número um da área no organograma. 

OOOO Apelido se refere a Charles Marzanasco, assessor de imprensa da Audi desde o início de sua operação no país, tendo-a deixado ao início do ano. 

OOOO Na Audi Christian Marxten mantém-se gerente sênior na área. 

OOOO Recente fusão de marketing e comunicação em única diretoria trouxe mais velocidade e autonomia. OOOO

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

A Harley-Davidson divulgou a tabela de preços de venda de suas motos para 2019. A mais barata, a Iron, custará R$ 42.400,00 e a mais cara, a CVO Limited, R$ 172.900,00

Road King Classic, R$ 79.900,00


Com os preços de 2019 divulgados quem deixar para o próximo ano para comprar uma Harley-Davidson já poderá se programar para adquirir uma ou trocar a sua usada por uma moto nova.

Road King Special, R$ 82.400,00




Iron, custa R$ 42.400,00

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Vendas da Volvo CE sobem 24% no terceiro trimestre As vendas da Volvo Construction Equipment cresceram 24% no terceiro trimestre de 2018. Um aumento contínuo na Europa e nas Américas e um crescimento favorável, mas desacelerado, na China ajudam a estimular as vendas.


Ajudando o Grupo Volvo a obter os melhores resultados de todos os terceiros trimestres, a Volvo CE demonstrou, novamente, números robustos durante o período. A boa demanda por seus produtos competitivos na maioria dos mercados ajudou a impulsionar o crescimento das vendas por quase um trimestre, aliada à forte lucratividade.

As vendas líquidas no terceiro trimestre aumentaram em 24% para 18.598 milhões de coroas suecas (15.042). O resultado operacional também subiu para 2.587 milhões de coroas suecas, 2,023 milhões acima do período correspondente em 2017. 

Isso, por sua vez, gerou uma margem operacional ainda mais forte de 13,9% (13,4%). A rentabilidade foi impactada positivamente por mais vendas de equipamentos e serviços, melhor utilização da capacidade no sistema industrial e bom controle de custos.

A entrada líquida de pedidos no terceiro trimestre aumentou 22% em comparação com o mesmo trimestre de 2017. Este aumento foi, em grande parte, impulsionado por maior entrada da China e particularmente da Europa, que viu o número de pedidos aumentar em 53%, graças em parte a grandes pedidos de aluguel de máquinas compactas. 

A entrada de pedidos norte-americana também cresceu fortemente, subindo 47%, impulsionada pelas vendas de máquinas médias e grandes. 

A América do Sul também viu sua entrada de pedidos aumentar em um quinto. As entregas aumentaram 17%, para 16.861 máquinas, no terceiro trimestre.

Desenvolvimento do mercadoAté o final de agosto, o mercado europeu cresceu 11%, impulsionado pelo crescimento da Rússia e pela demanda estável na Alemanha, no Reino Unido, na França e na Itália. A América do Norte teve um aumento de 19% em relação ao ano passado, graças à demanda por escavadeiras, caminhões, carregadeiras de rodas e equipamentos rodoviários. 

A América do Sul subiu um quarto dos baixos níveis do ano passado, impulsionada por um mercado mais forte no Brasil. Na Ásia (excluindo a China) o mercado total ficou 13% acima do ano passado. O mercado chinês ficou 42% acima do ano passado, embora com uma tendência de desaceleração com o avanço do ano.

"É encorajador que tenhamos conseguido sustentar o forte desenvolvimento dos últimos trimestres, com vendas e lucratividade acima dos níveis do ano passado", comentou Melker Jernberg, presidente da Volvo CE. 

"A boa demanda na maioria dos mercados para a nossa gama de produtos competitivos nos ajudou a apresentar mais um robusto conjunto de números", finalizou o executivo.

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