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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Mercedes-AMG GT 63 S 4 portas inspira a criação de barco de luxo. O 41’ AMG Carbon Edition é o 11º barco da parceria Mercedes-AMG e Cigarrete Racing. Construído por uma mistura otimizada de materiais leves que inclui fibra de carbono



Affalterbach/Miami - A Mercedes-AMG e a Cigarette Racing apresentaram o "41’ AMG Carbon Edition" na feira internacional de barcos de Miami. O 11º barco desenvolvido nessa parceria de longa data estabelece novos padrões em termos de desempenho e versatilidade. Seu design e construção foram inspirados no cupê de 4 portas Mercedes-AMG GT 63 S, que passou a ser vendido no Brasil desde outubro de 2018.

“Por 12 anos, temos elevado os limites de desempenho em terra e no mar com a Cigarette Racing. Inspirado no incrível cupê de 4 portas Mercedes-AMG GT 63 S, o 41’ AMG Carbon Edition impressiona com seu altíssimo desempenho e design expressivo", diz Tobias Moers, Chairman da Mercedes-AMG GmbH.

Para obter performance dinâmica e versatilidade, a equipe de engenheiros da Cigarette Racing focou em uma meta durante o trabalho de desenvolvimento: a redução do peso. Comparado ao modelo apresentado pela parceria em 2017, o GT R Perfomance, os engenheiros conseguiram reduzir cerca de 250 quilos, graças a otimização de materiais leves que inclui fibra de carbono. 


O casco de 41 pés (12,5-metros) de comprimento apresenta uma construção rígida inovadora, com laminados de fibra de carbono estrutural em ambos os lados. Além disso, o deque, o leme, o revestimento do teto e a capota rígida do barco também são feitos de fibra de carbono. Essa construção leve também garantiu a diminuição do centro de gravidade, melhorando a condução nas manobras em alta velocidade.


Alto desempenho na água
O barco é movido por quatro motores externos Mercury Racing 400R. Juntos, geram 1.600 cv, que proporcionam uma velocidade máxima de 142 km/h. Estes números de desempenho são extraordinários neste segmento de barcos. 

O luxuoso espaço interior permite que grupos de passageiros maiores sejam acomodados. Por exemplo, ele pode transportar oito passageiros em velocidade máxima ou até 20 passageiros em velocidade de cruzeiro.

O design do 41’ AMG Carbon Edition
O design expressivo do barco é o resultado da parceria dos designers das marcas. O casco é pintado com a tonalidade cinza grafite magno, com um acabamento desenvolvido exclusivamente para o cupê de 4 portas.

Estas características centrais de design continuam no interior, onde criam um ambiente genuinamente Mercedes-AMG. Por exemplo, o estofamento do banco customizado tem sua cor em armonia com os padrões exteriores, projetados exclusivamente para essa edição, que apresenta outra novidade: a tecnologia inovadora "Cigarette Cool", que consegue refletir até 30% do calor absorvido, tornando possível a escolha de cores mais escuras para o interior.

Já o cockpit é equipado com três telas sensíveis ao toque de 17 polegadas, full-HD Garmin. A tela mostra as coordenadas do GPS, gráficos de navegação e dados sobre o motor e operação. Ela também pode ser usada para controlar a iluminação ambiente a bordo.



Parceria entre a Mercedes-AMG e a Cigarette RacingA Mercedes-AMG e a Cigarette Racing têm trabalhado juntas desde 2007, acima de tudo com clientes conjuntos e atividades de marketing. Seja na água ou em terra, a Mercedes-AMG e a Cigarette Racing compartilham do mesmo DNA. 

Ambas as empresas têm suas raízes nas corridas, inspiradas pelos mesmos valores e, juntas, estão redefinindo os limites do design e do desempenho. Esses barcos motorizados estão entre os mais rápidos e exclusivos do mundo. 

Os clientes contam com qualidade e acabamentos feitos à mão que foram testados em condições extremas – tanto pela Mercedes-AMG quanto pela Cigarette Racing.

Coluna do Fernando Calmon analisa o fechamento da Ford Caminhões no Brasil. O reflexo da realidade




Fernando Calmon      

Nº 1.033 — 21/2/19




REFLEXO DA REALIDADE


Era notícia esperada, contudo não deixa de causar tristeza. Há cerca de um ano havia fortes rumores de que, depois de anunciar o encerramento da produção do Focus na Argentina, a Ford tomaria a decisão de fechar a fábrica de São Bernardo do Campo (SP).

Esta unidade fabril foi construída pela Willys-Overland, fundada em agosto de 1952. A produção se iniciou dois anos depois com o utilitário Jeep CJ-5, seguido pela perua Rural (precursora do que seria, hoje, um SUV), uma picape, além do sedã Aero-Willys (1960) e sua versão de luxo Itamaraty. 

A empresa também fabricou sob licença da Renault os compactos Dauphine e Gordini e, ainda, o Alpine A108, pequeno carro esporte rebatizado aqui de Interlagos, com mecânica Renault, nas versões berlineta, cupê e conversível.

A Willys apostou muito no Projeto M, tendo por base o médio-compacto Renault 12. Porém, dificuldades financeiras levaram à venda para a Ford de toda a operação brasileira, em 1967, incluindo as instalações às margens da Rodovia Anchieta. 

O Projeto M se transformou no Corcel, em 1968, cuja carroceria era completamente diferente do modelo francês, só lançado um ano depois na Europa, e também produzido na Argentina pela IKA.

No ano em que a Ford completa o centenário de sua fundação no Brasil, encerrar as atividades em uma unidade com tanta história é especialmente doloroso para os cerca de 2.800 empregados entre horistas e mensalistas. 

Toda a linha de montagem dos caminhões médios e pesados Cargo, dos caminhões leves F-350/F-4000 e do Fiesta hatch será interrompida de imediato. A marca não produzia caminhões na matriz há mais de uma década e o lançamento do Ka enfraqueceu muito o Fiesta com qual compartilha arquitetura.

A empresa reservou US$ 460 milhões (R$ 1,7 bilhão) para indenizar funcionários, concessionárias e fornecedores. Prejuízos financeiros na região da América do Sul foram de quase US$ 700 milhões (R$ 2,6 bilhões) em 2018. 

Estima-se que cerca de 60% originaram-se nas operações brasileiras, que incluem fábricas de veículos e motores em Camaçari (BA), motores e câmbios em Taubaté (SP) e campo de provas em Tatuí (SP). Atividades nessas cidades continuarão.

Há quem lembre a Ford contabilizar 24 trimestres consecutivos de lucro de 2007 a 2012. Apenas isso não garante a uma empresa manter-se saudável e gerar caixa suficiente para investir, em especial se o mercado local minguar quase 50%, como aconteceu aqui. Opção pode ser encolher ou, em caso extremo, sair de um país.

É bastante provável que a GM tenha chegado a um acordo em São José dos Campos (SP) porque estava próximo o anúncio sobre o encerramento das atividades de outro fabricante no mesmo Estado. Tais informações vazam nos bastidores e a preservação dos empregos falou mais alto aos sindicalistas.

Precisa ficar claro: produzir veículos no Brasil com a carga fiscal insana sobre os produtos, baixa produtividade, alta burocracia e deficiências graves em infraestrutura, só para citar alguns entraves, é um fato, apesar de oportunidades poderem surgir no futuro. Diminuir investimentos ou fechar uma fábrica são alternativas dolentes, incontornáveis. Não se trata de vã ameaça, porém reflexo do mundo real.

ALTA RODA

Volkswagen confirmou preços do T-Cross, seu primeiro SUV nacional: R$ 84.990 (motor 1-L turboflex) a R$ 109.990 (1,4-L, idem). Versões superequipadas passarão de R$ 125.000. Série zero começou a ser produzida em São José dos Pinhais (PR), mês passado. Nas vitrines em março (motor mais potente, de início); primeiras entregas em abril, como previsto pela coluna.

Versão híbrida flex do novo Corolla, primeira desse tipo no mundo, chega às concessionárias em outubro próximo. Unidades convencionais da quinta geração do modelo, no início daquele mês. Toyota ainda não confirma, mas SUV a partir do Yaris é dado como certo para 2021. Ela tem R$ 1 bilhão a receber do governo paulista em ICMS atrasado.

Dos três modelos Nissan, em sua ofensiva elétrica, mais interessante para o Brasil é o do Note e-Power. Tração totalmente elétrica, mas fica longe de tomadas: gerador a combustão carrega uma bateria de porte pequeno. Autonomia até 1.200 km. Avaliado no autódromo de Interlagos mostrou-se silencioso e ágil. O conjunto estará no Kicks, em 2020.

CAOA CHERY ampliou gama de SUVs: Tiggo 7, cinco-lugares e 4,50 m de comprimento. Pontos fortes, estilo e equipamentos de série. Motor 1,5-L turboflex, 150 cv/21,4 kgfm e câmbio automatizado de dupla embreagem, os mesmos do sedã Arrizo 5, reclamam um pouco do peso extra de um SUV. Preços competitivos, mas não de arrasar: R$ 106.990 e R$ 116.990.

SUV médio-grande, T80 completa a linha JAC na faixa de R$ 139.990 a 145.990. Espaço é ótimo para cinco adultos e duas crianças na última fileira. Motor turbo 2-litros, 210 cv/30,6 kgfm e caixa automatizada de duas embreagens dão conta do recado, embora não passe sensação de mais de 200 cv. Tela multimídia tem 10 pol. Há câmeras de ré e com visão de 360 graus.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Parceria pioneira CEP-Inteegra cria ferramenta de gerenciamento on-line de carros, vans e micro-ônibus no WTC Golden Hall. Fernando Carvalhedo e Roberta Nobis darãopalestra dia 25


A CEP Transportes e a Inteegra MICE firmaram parceria para distribuição de conteúdo on-line de transfer de carros, vans e micro-ônibus em todo Brasil. O acordo será firmado na LACTE 2019, encontro da indústria de eventos e viagens corporativas da América Latina, 25 e 26 de fevereiro, no WTC Golden Hall, em São Paulo.
O CEO da empresa de tecnologia, Rogério Miranda (foto acima), destacou o pioneirismo da ação, com a entrada do gerenciamento de transporte on-line em seu sistema de gestão de eventos. 
No ano passado, a empresa alcançou a marca de 42 mil gerenciamentos em todo o país. “Em muitos casos, já vínhamos usando os serviços da CEP em nossos eventos. A integração na plataforma foi uma consequência da parceria já em desenvolvimento”, explicou.

Para Fernando Cavalheiro, CEO da CEP Transportes, a ferramenta proporciona ao gestor de eventos uma precificação rápida e eficiente, com total transparência. 
“É uma grande ajuda no planejamento de custos, além de agilizar os processos. É tudo feito on-line. Há um controle maior inclusive com as distâncias a serem percorridas, o tempo de deslocamento e facilidade de acesso a outras informações”, afirma. “Estamos aprimorando o aplicativo e, em breve, vamos acrescentar ainda mais funcionalidades”, finaliza Cavalheiro.

Durante o LACTE, Fernando Cavalheiro, CEO da CEP Transportes, e Roberta Nonis, presidente da MPI (Meeting Professionals International), conduzirão palestra sobre "Transparência e Diferentes Perspectivas de Precificação em Eventos", no dia 25/02/2019, às 10h. 

Endereço: WTC Events Center, Avenida Nações Unidas, 12.551. As vagas são limitadas. 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

JAC ataca mercado dos SUVs com o T80 de sete lugares e motor turbo com 210 cv. Preço R$ 140 mil

JAC T80


Na semana passada foram apresentados à Imprensa automotiva, em São Paulo, no mesmo dia 14/2, dois novos SUVs fabricados na China, o Chery Tiggo7 montado e vendido pela Caoa no Brasil em duas versões T, por R$ 107 e TXS por R$117 mil, e o JAC Motors T80 um carro de sete lugares motor 2.0 turbo de 210 cv e cerca de 30 kgfm de torque, transmissão automática de seis marchas vendido por R$ 140 mil. O alto nível de acabamento e design torna o T80 elegante e robusto. A grande grade cromada domina a dianteira, e é acompanhada por faróis com luzes diurnas em LED e de conversão. 

O capô traz vincos que realçam a musculatura do SUV equipado com rodas de liga leve de 18 polegadas. Na traseira, destaque para as grandes lanternas vermelhas ligadas por uma faixa também cromada e para o duplo escapamento.


No interior, bancos de couro, volante multifuncional com regulagem de altura e sistema de partida sem chave. O painel tem tela de 12,3 polegadas em LCD com três configurações. A tela multimídia de 10 polegadas no centro do console traz diversos controles do veículo, incluindo espelhamento com Android e IOS.


Entre os equipamentos de série do novo JAC T80 estão seis air bags (frontais, laterais e tipo “cortina”), direção elétrica, sensor de chuva e de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré com visão 360 graus, cruise control, computador de bordo, freios ABS com BAS e BOS, assistente de partida em rampa, controle de tração e estabilidade (TCS e ESP), freio de estacionamento elétrico e ar-condicionado digital Dual Zone.


Os bancos dianteiros têm ajustes elétricos e o do motorista traz memorização, resfriamento, aquecimento e massageador. Os passageiros da segunda fileira também têm um nível diferenciado de conforto com saídas próprias de ar condicionado e USB. Além disso, o banco traseiro traz sistema Isofix e é reclinável e deslizante que facilita a entrada dos passageiros da terceira fileira.


Por fim, há um pacote de opcionais que traz o Infinity Premium Sound Sistem HI FI com 280 Watts RMS e 10 alto-falantes e teto solar elétrico panorâmico duplo Command View. Com ele, o JAC T80 sai por R$ 145.990.


O JAC T80 traz um upgrade ao conforto e à dirigibilidade dos irmãos T40 e T50. Isto, basicamente, por causa do potente motor 2.0 turbo de 210 cavalos que garante rápidas respostas em baixas e altas velocidades. Apenas em reacelerações partindo de velocidades médias o ganho não é ideal, mas nada que comprometa a performance do carro.


A economia de combustível pode ser ilustrada pelo rodar tranquilo em velocidades acima de 100 km/h com as rotações na casa dos 2.000 giros. Unido ao tamanho do carro, às vezes nem parece que a velocidade é tão alta. Não foi possível medição de consumo, pois durante o teste foram realizados testes de resposta do motor, o que compromete a média correta.



Como acontece com todos os carros chineses, o ar-condicionado também é um ponto forte do T80. Conforme foi explicado durante a apresentação do carro, a razão disso é que as dimensões continentais da China fazem com que ela tenha temperaturas altíssimas no sul, na região próxima a países como Índia, e baixíssimas no norte, na divisa com a Sibéria. Esta característica torna um ar-condicionado eficiente um item mais que obrigatório nos modelos chineses.


O espaço interno também chama a atenção no novo JAC T80, tanto para motorista e carona quanto para as duas outras fileiras. O porta-malas tem, sem a terceira fileira de bancos, 620 litros de capacidade, mas pode ser ampliado até 1.550 litros com o rebatimento também da segunda.


A JAC mais uma vez tem metas ousadas para o seu mais novo lançamento. Ela busca conquistar consumidores de fortes concorrentes do segmento de SUVs de cinco lugares como Volkswagen Tiguan, Hyundai Santa Fe, Kia Sorento e Mitsubishi Outlander com o seu grande pacote de equipamentos e seus sete lugares.


Ao final da apresentação a marca confirmou mais uma vez a chegada do iEV 40, seu primeiro modelo 100% elétrico no Brasil, para o mês de junho.

Fonte: CarPoint




Coluna Mecânica Online faz histórico da Ford no Brasil



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

20 | FEVEREIRO | 2019  




Depois de 61 anos, Ford Caminhões abandona o Brasil


O dia 19 de fevereiro de 2019 ficará marcado como um dia triste para o segmento de caminhões no mercado brasileiro.
A Ford Caminhões, que em 2019 estaria completando 62 anos de produção do primeiro caminhão nacional, o F-600, modelo pioneiro que saiu da linha de montagem da antiga fábrica da Ford no bairro do Ipiranga, em São Paulo, em 1957, com, acredite, índice de nacionalização de 40% em peso, anunciou como parte da ampla reestruturação de seu negócio global, que deixará de atuar no segmento de caminhões na América do Sul.

A fábrica instalada no complexo industrial de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, a Ford Caminhões produzia uma gama completa de modelos. 

Suas duas famílias de produtos, a Série F, com cabine convencional, e a linha Cargo, com cabine avançada, somavam 16 modelos e inúmeras possibilidades de customização, com capacidade de carga de 3,5 a 56 toneladas para diversos tipos de aplicações.

Com o anúncio a empresa encerrará as operações de manufatura na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) ao longo de 2019 e deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques.

A decisão de deixar o mercado de caminhões foi tomada após vários meses de busca por alternativas, que incluíram a possibilidade de parcerias e venda da operação. 

A manutenção do negócio teria exigido um volume expressivo de investimentos para atender às necessidades do mercado e aos crescentes custos com itens regulatórios sem, no entanto, apresentar um caminho viável para um negócio lucrativo e sustentável.

Em decorrência desse anúncio, a Ford prevê um impacto de aproximadamente US$ 460 milhões em despesas não recorrentes. Cerca de US$ 100 milhões serão relacionados à depreciação acelerada e amortização de ativos fixos. 

Os valores remanescentes de aproximadamente US$ 360 milhões impactarão diretamente o caixa e estão, em sua maioria, relacionados a compensações de funcionários, concessionários e fornecedores. 

A maior parte dessas despesas não recorrentes será registrada em 2019 e é parte integrante dos US$ 11 bilhões em despesas, com efeito no caixa de US$ 7 bilhões, que a companhia prevê utilizar para a reestruturação dos seus negócios globais. 

Em 24 de abril de 1919, com capital inicial de US$ 25.000, foi criada a Ford brasileira, funcionando na Rua Florêncio de Abreu, em São Paulo, onde eram montados os carros Modelo T. Em 1º de maio, recebeu autorização de funcionamento do presidente da República, Epitácio Pessoa.
Em 1920, a empresa mudou para a Praça da República, no centro de São Paulo.

 Em 1921, passou a funcionar em sede própria, na Rua Sólon, no bairro do Bom Retiro, onde foi instalada a primeira linha de montagem de veículos do País, com 124 empregados.

Em 1953, inaugurou a moderna fábrica no bairro do Ipiranga, em São Paulo, dentro do plano de incentivo à indústria automobilística do governo JK, conhecido como GEIA.
Em agosto de 1957, saiu de sua linha de montagem o primeiro caminhão inteiramente produzido no Brasil: um F-600, com motor V8 a gasolina, de 167 hp, com alto índice de nacionalização.


Em 1958, inaugurou a Fundição de Osasco, em São Paulo, com os primeiros fornos elétricos de indução da América do Sul.


Em 1959, lançou o caminhão médio F-350, como motor V8 e 2.670 kg de capacidade de carga.

Em 1960, lançou o primeiro trator brasileiro: o Ford 8-BR Diesel.

Em 1961, ano da inauguração de Brasília, a Ford lançou o primeiro F-600 com motor a diesel, mostrando mais uma vez seu pioneirismo e tornou-se líder de vendas no mercado interno.

Em 1967, adquiriu o controle da Willys Overland do Brasil e incorporou a Fábrica de São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo – onde eram produzidos, entre outros, o Jeep Willys e o utilitário F-75.

Em 1968, a Ford já totalizava 200.000 caminhões vendidos no Brasil e lançou a F-100, primeira picape nacional.

Nos anos 70, com a crise do petróleo, os motores a gasolina perderam terreno e a marca saiu na frente apresentando o F-4000 com motor MWM a diesel.

Em 1974, inaugurou a Fábrica de Motores, Componentes e Fundição de Taubaté, no Estado de São Paulo.

Em 1977, lançou os modelos F-7000, FT-7000, F-8000 e FT-8500, o primeiro cavalo-mecânico da Ford.

Em 1978, inaugurou o Campo de Provas de Tatuí, no interior paulista, o mais moderno do gênero e o único do Brasil equipado para o desenvolvimento de caminhões.

Em 1979, apresentou a picape F-1000 a Diesel.

Em 1985, lançou a linha de caminhões Cargo, projetada pela engenharia brasileira, com cabine avançada e inovações como freios a disco.

Em 1987, passou a operar na holding Autolatina no Brasil.

Em 1991, a linha Cargo foi ampliada com o lançamento dos modelos C-1622, C-2422 6x4 e o cavalo-mecânico C-3530.

Em 1992, apresentou os novos caminhões da Série F.


Em 1993, a Série F ganhou os novos F-4000, F-12000 e F-14000.

Em 1994, a Ford Caminhões atingiu a marca de 1 milhão de veículos comerciais produzidos no Brasil.

Em 1995, a Ford desligou-se da Autolatina e anunciou um programa de investimentos de US$2,6 bilhões no País, um dos maiores da história da empresa no Brasil. Lançou os modelos Cargo C-4030, de 40 toneladas de peso bruto total, e o semipesado C-2425.

Em 1996, lançou os modelos Cargo C-814 e C-4030, que ampliaram a linha para praticamente todos os segmentos de carga, dos leves aos pesados.

Em 1998, lançou a nova Série F, reestilizada com o modelo leve F-350 e o semipesado F-16000, além da picape F-250.

Em 2000, a linha Cargo foi reestilizada em todos os modelos.

Em 2001, inaugurou a nova Fábrica de Caminhões em São Bernardo do Campo, SP, com conceitos avançados de Produção e um investimento de US$ 200 milhões, e lançou o modelo Cargo C-1630, estradeiro com capacidade para 43 toneladas. 

No mesmo ano, a Ford transformou sua área de caminhões em uma unidade independente de negócios, separada de automóveis, com autonomia para o desenvolvimento de produtos e estratégias de mercado.

Em 2002, lançou seis novos caminhões Cargo, os semipesados C-1721, C-1722, C-2622, C-2626 e C-2631 e o cavalo-mecânico C-4031.

Em 2003, lançou o cavalo-mecânico Cargo 4331 MaxTon, de 43 toneladas, e os modelos MaxTruck.

Em 2005, chegaram os Cargo com motor eletrônico. O leve C-815e e os médios C-1317e, C-1517e e C-1717e foram os primeiros. 

Em seguida, vieram o médio C-1722e; os trucados C-2422e e C-2428e MaxTruck, 6x2; os traçados C-2622e, C-2628e, C-2632e, C-2932e e C-5032e, com tração 6x4; e o cavalo-mecânico C-4432e. O F-4000 e o F-350 também ganharam novo motor, mecânico, adequado à norma de emissões Euro III.

Em 2006, foi inaugurado o Mod Center, o único centro de modificação de caminhões do Brasil a funcionar dentro da fábrica, para a produção de veículos personalizados.

Em 2007, a linha Cargo foi ampliada com dois novos modelos: o leve C-712 e o cavalo-mecânico C-4532e.

Em 2009, trouxe o pesado Cargo C-6332e a linha de vans e furgões Transit.

Em 2011, apresentou o Novo Cargo 2012, com cabine totalmente nova e moderna, de conceito global, com 11 modelos de 13 a 29 toneladas, sendo cinco com opção leito: Cargo 1317, Cargo 1517, Cargo 1717, Cargo 2622, Cargo 2628 e Cargo 3132, com cabine simples; e Cargo 1722, Cargo 2422, Cargo 2428, Cargo 1932R e Cargo 1932 com cabine regular ou cabine-leito.

Em 2013, lançou os caminhões extrapesados Cargo 2042 e Cargo 2842, completando a oferta da marca para atender todos os segmentos do mercado. 

Em 2014, lançou os chamados modelos vocacionais: o leve Cargo 1119 e o Cargo 1723 Kolector para coleta de resíduos, o Cargo 2629 Mixer para betoneira e o estradeiro Cargo 2429 6x2 com transmissão de nove marchas. Apresentou também a nova Série F, com os tradicionais modelos F-350 e F-4000.

Em 2015, a Ford comemorou a produção de 400.000 caminhões na Fábrica de São Bernardo.

 Em 2016, lançou quatro novos modelos com a linha Cargo 2017: Cargo 1419, Cargo 1519 e Cargo 3129, incluindo a versão Mixer para concreto. 

No mesmo ano, chegou a linha Cargo Torqshift com transmissão automatizada, composta por seis modelos: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift.

Em 2017, lança a nova assinatura da marca com foco no pós-venda, “Seu mundo não pode parar”, apresenta os novos modelos vocacionais e o protótipo do Cargo Connect.

Em 2019 a marca anuncia que a empresa encerrará as operações de manufatura na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) ao longo do ano e deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques. Chega ao fim uma bonita história de evolução, tecnologia e capacidade humana na produção de produtos de qualidade.

Nos sensibilizamos com os mais de 3.000 funcionários da Ford Caminhões nesse momento de tristeza, de perda da sua atividade profissional, desejando que tão logo possam conquistar uma recolocação nesse difícil mercado brasileiro.

Link em vídeo https://youtu.be/BsMDCXma1Eg
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Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Ford encerra fabricação de caminhões Cargo F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques de São Bernardo do Campo, que fechará ao longo do ano. Meta é produzir SUVs

São Bernardo do Campo, 19 de fevereiro de 2019 – Como parte da ampla reestruturação de seu negócio global, a Ford Motor Company anuncia que deixará de atuar no segmento de caminhões na América do Sul. 

Como consequência, a empresa encerrará as operações de manufatura na fábrica de São Bernardo do Campo (SP) ao longo de 2019 e deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta assim que terminarem os estoques.

“A Ford está comprometida com a América do Sul por meio da construção de um negócio rentável e sustentável, fortalecendo a oferta de produtos, criando experiências positivas para nossos consumidores e atuando com um modelo de negócios mais ágil, compacto e eficiente”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul.


A decisão de deixar o mercado de caminhões foi tomada após vários meses de busca por alternativas, que incluíram a possibilidade de parcerias e venda da operação. 

A manutenção do negócio teria exigido um volume expressivo de investimentos para atender às necessidades do mercado e aos crescentes custos com itens regulatórios sem, no entanto, apresentar um caminho viável para um negócio lucrativo e sustentável.

“Sabemos que essa decisão terá um impacto significativo sobre os nossos funcionários de São Bernardo do Campo e, por isso, trabalharemos com todos os nossos parceiros nos próximos passos”, disse Watters. 

“Atuando em conjunto com concessionários e fornecedores, a Ford manterá o apoio integral aos consumidores no que se refere a garantias, peças e assistência técnica”, ressaltou.

Essa decisão se alia a outras iniciativas recentes que fazem parte da reestruturação em andamento na Ford América do Sul e incluem:Redução em mais de 20% dos custos referentes ao quadro de funcionários e à estrutura administrativa em toda a região.
Fortalecimento da linha de produtos, com ênfase em SUVs e picapes, cuja preferência tem crescido entre os consumidores, e encerramento da produção do Focus na Argentina.

Expansão das parcerias globais, como a recente aliança com a Volkswagen para desenvolver picapes de médio porte.

Em decorrência desse anúncio, a Ford prevê um impacto de aproximadamente US$ 460 milhões em despesas não recorrentes. Cerca de US$ 100 milhões serão relacionados à depreciação acelerada e amortização de ativos fixos. 

Os valores remanescentes de aproximadamente US$ 360 milhões impactarão diretamente o caixa e estão, em sua maioria, relacionados a compensações de funcionários, concessionários e fornecedores. 


A maior parte dessas despesas não recorrentes será registrada em 2019 e é parte integrante dos US$ 11 bilhões em despesas, com efeito no caixa de US$ 7 bilhões, que a companhia prevê utilizar para a reestruturação dos seus negócios globais.

Tecnologia MINI Driving Modes traz diferentes modos de condução, acertos na suspensão e deixa o carro mais esportivo



São Paulo, 19 de fevereiro de 2019 – A MINI é celebrada mundialmente por um design icônico, "go-kart-feeling" e muita tecnologia. Os carros são desenvolvidos para diferentes públicos e podem entregar esportividade e conforto, de acordo com a necessidade e o estilo do motorista ao toque de um botão. 

Nesse sentido, o MINI Driving Modes modula eletronicamente o motor, transmissão, direção e amortecedores de modo a proporcionar ao condutor e passageiros diferentes experiências a bordo. 

O sistema está disponível nos modelos MINI Countryman, MINI Hatch, MINI Clubman e MINI Cabrio, nas motorizações S e JCW, com exceção do MINI Cooper S Countryman.


Três modos de condução: Green, Mid e Sport.
O modo Green prioriza o conforto dos ocupantes e a eficiência na rodagem, com menores consumo de combustível e emissão de gases poluentes. Além disso, a suspensão fica com ajuste mais suave, focado no conforto de rodagem para os ocupantes.

Por meio da eletrônica, câmbio e motor são mapeados de modo a oferecer acelerações mais progressivas e direção mais suave. O ar condicionado também é programado para menor gasto energético. Neste modo, as faixas de troca de marcha têm menor amplitude.

A função Coasting aproveita a rolagem do carro para manter a sua velocidade, sem utilização da propulsão. No cluster central, há uma função que aprende o estilo de condução do motorista e, quanto mais eficiente ele dirigir, mais pontos, em formato de estrelas, ele recebe. Neste modo, o sistema start-stop interrompe o funcionamento do motor em paradas visando à economia de combustível e emissão de poluentes.

O modo Mid, por sua vez, oferece ajustes intermediários de motor, transmissão, direção e amortecedores. A aceleração tem uma resposta melhor e o volante fica mais firme, sem perder a suavidade do sistema. 

É a opção ideal para o motorista que prioriza o conforto sem abrir mão de uma pitada de diversão. Neste modo, os amortecedores ficam ajustados para uma condução suave e confortável reduzindo ruídos, vibrações e asperezas provindas do solo. 

Assim como o modo Green, a seleção Mid atua em conjunto com o sistema start-stop, que interrompe o funcionamento do motor em paradas visando economia de combustível e emissão de poluentes.

Por fim, o modo Sport reflete o espírito "go-kart feeling" na sua essência, extraindo o máximo de potência e dirigibilidade no veículo. 

A direção tem respostas imediatas, a suspensão fica mais rígida e esportiva, as acelerações ganham agilidade e as marchas são trocadas em giros mais elevados. Nesse modo, o veículo prioriza esportividades e dinamismo de condução.

“Sabemos que cada consumidor tem uma necessidade específica – ou várias, de acordo com seu humor. Por isso, oferecemos tecnologias que buscam atender a essas diferentes demandas, que vão desde o conforto absoluto ao máximo da esportividade ao toque de um botão”, reforça Rodrigo Novello, diretor de Vendas e Marketing da MINI Brasil.

BMW Motorrad oferece condições especiais e descontos na campanha ‘Summer Sale’. Ação de vendas se estende até o final de março e abrange modelos G 310 GS, F 750 GS, R 1200 GS e S 1000 RR.


BMW S1000 RR tem R$ 10 mil de desconto

São Paulo, 19 de fevereiro de 2019 
— A BMW Motorrad está com a ação especial de vendas a "Summer Sale" entre os meses de fevereiro e março, em comemoração aos resultados globais da marca no ano passado. A campanha oferece condições especiais para os modelos G 310 GS, F 750 GS, R 1200 GS e S 1000 RR.



Compacta e versátil, a BMW G 310 GS (18/19) está sendo vendida de R$ 25.250 por R$ 24.500 ou através do Plano Select da BMW Serviços Financeiros com entrada de R$ 9.150 + 36 parcelas mensais R$ 499 + parcela final de R$ 7.350 — valor total a prazo de R$ 34.455.


Já o novo modelo totalmente revolucionado com novo motor e mais torque, a nova BMW 750 GS (18/19) no plano Select pode ser adquirida com entrada de R$ 16.550 + 24 parcelas mensais de R$ 599 + parcela final de R$ 22.475 — valor total a prazo de R$ 53.389. À vista, o modelo está saindo com desconto, de R$ 46.950 por R$ 44.950.


Referência da família GS, a aventureira BMW R 1200 GS Exclusive (18/19) está disponível no plano Select com entrada de R$ 27.850 + 24 parcelas mensais de R$ 949 + parcela final de R$ 37.450 — valor total a prazo de R$ 88.064. No pagamento à vista, o modelo está de R$ 83.550 por R$ 74.900.


Por fim, a superesportiva BMW S 1000 RR (18/19) também pode ser financiada no Plano Select com entrada de R$ 28.260 + 24 parcelas mensais de R$ 959 + parcela final de R$ 37.950 — valor total a prazo de R$ 89.217. Neste caso, o preço promocional à vista é de R$ 85.950 por R$ 75.900.

A ação especial celebra os resultados globais da BMW Motorrad em 2018, ano em que a fabricante bateu o seu recorde histórico de vendas de motocicletas pelo oitavo ano consecutivo, atingindo 165.566 veículos comercializados no período e no Brasil, a BMW Motorrad foi a número 1 do mundo em vendas do modelo BMW G 310 GS.

 "Queremos repetir por aqui neste ano o excelente desempenho global que tivemos no ano passado. Para isso, estamos disponibilizando condições especiais em modelos distintos da nossa linha de motocicletas. É uma oportunidade interessante aos clientes e admiradores da marca adquirirem uma nova motocicleta da marca", comenta afirma Matteo Villano, gerente sênior de Vendas da BMW Motorrad.

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