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domingo, 10 de março de 2019

O Polo Automotivo Fiat está dando um passo para o futuro revela a Coluna Mecânica Online. Veja como



COLUNA
MECÂNICA ONLINE®

10 | MARÇO | 2019 



Indústria 4.0: máquinas e seres humanos 
trabalhando de maneira colaborativa
         

Passadas as folias do carnaval voltamos com a sua coluna Mecânica Online®. Publicada todos os dias 10, 20 e 30 do mês, só tivemos duas edições no mês de fevereiro e agora voltamos com nossa programação normal.

Por esses dias tive oportunidade de conhecer “in-loco” a evolução da indústria brasileira no tocante a produção de veículos e caminhões.

Estive em Betim, Minas Gerais, para conhecer a evolução dos processos na busca pelo aumento da qualidade e competitividade no Polo Automotivo Fiat.


Depois foi a vez da fábrica da Mercedes-Benz para conhecer na prática a tecnologia digital, conectividade, dados na nuvem, Big Data e Internet das Coisas que já estão presentes na Linha de Cabinas na fábrica de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

A Indústria 4.0 nada mais é que a 4ª Revolução Industrial.
Um conjunto de tecnologias que se beneficia da redução dos limites ou barreiras entre as pessoas e os mundos digital e físico, permitindo que as máquinas e os seres humanos trabalhem e se comuniquem de maneira colaborativa, o que promove a eficiência, minimiza a ociosidade e o desperdício, além de possibilitar a criação de processos e mercados.


Ela chegou para ficar. Essas mudanças foram impulsionadas pelo acesso maciço da sociedade ao mundo digital, que passou a influenciar todos os mercados. Pode-se dizer, portanto, que essa evolução partiu das necessidades da sociedade para o mercado, atingindo os meios produtivos e de serviços.

No contexto da Indústria 4.0, esse conjunto de tecnologias, chamadas habilitadoras, possibilita que as linhas de produção sejam ágeis e atendam o consumidor final de maneira personalizada, sem prejudicar sua produtividade.


Do ponto de vista do consumidor, a Indústria 4.0 adequa sua linha de produção para a customização em massa com bens ou produtos que atendam aos desejos e necessidades de cada consumidor, com custos semelhantes aos dos produtos não customizados e com prazo de entrega relativamente curto.

Por exemplo, por meio de um menu no site da empresa, o consumidor escolhe as configurações de um veículo, como motorização, acessórios, pintura, tipo do acabamento, cores internas, entre tantas outras. A empresa monta o veículo personalizado e entrega em poucos dias ao consumidor.

É uma nova indústria automotiva que nasce conectada a sistemas como Internet das Coisas, Realidade Aumentada, Big Data, entre outras soluções.


Outro diferencial desse modelo, agora do ponto de vista da empresa, é a rastreabilidade que possibilita acompanhar um produto, desde a fabricação até a entrega ao consumidor.
Permite, ainda, que a empresa analise o comportamento dos produtos durante o uso pelo consumidor e implemente, automaticamente, melhorias decorrentes desta análise, por meio de um processo ágil.

A grande utilização de sensores nos equipamentos e processos produtivos alavanca a produtividade porque as informações geradas pelos sensores permitem que a empresa identifique e corrija desvios e até erros de processos, o que impacta a qualidade do produto, o custo de produção, e a credibilidade da empresa.


O Polo Automotivo Fiat é a maior fábrica de veículos da América Latina e uma das maiores do mundo, com capacidade para produzir 800 mil unidades por ano.

O Polo Automotivo Fiat está dando um salto para o futuro, em direção à Indústria 4.0, em um processo que teve como marco inicial a instalação da planta de motores FireFly, em 2016. 

Os processos para o desenvolvimento de novos produtos também foram redesenhados, com a criação de novas estruturas para conectar pessoas e processos das mais diferentes áreas da FCA, em sinergia com fornecedores, para expandir a capacidade de identificar oportunidades de inovação. 


São elas:
Development Center: integra em um único espaço áreas de desenvolvimento como engenharia, manufatura e qualidade.
Component Center: mensuração e testes de componentes com tolerância zero para defeitos.
Value Optimization Center (VOP): reúne áreas estratégicas de FCA com fornecedores, para aumentar o valor do produto, por meio de qualidade, custo e time-to-market.

Se em 1976, grande parte das operações era manual, hoje, é uma fábrica inteligente e conectada, com sistemas modernos e eficientes. Processos e equipamentos padrão 4.0 foram instalados para produzir o Fiat Mobi e avançaram para viabilizar a produção do Fiat Argo.

Uma fábrica de 42 anos, com mais de 15,5 milhões de veículos produzidos, completamente integrada à era digital.
Para conectar máquinas, sistemas e pessoas, a Indústria 4.0 tem diversos pilares de atuação, entre eles:
  • Análise de Dados: grande volume de dados de cada etapa do processo produtivo é processado, gerando informações que são essenciais para um processo seguro de tomada de decisões.
  • Robótica: na indústria 4.0, os robôs incorporam novas capacidades.
  • Simulação: processos produtivos são replicados de forma idêntica no mundo virtual. São realizados testes e aperfeiçoamentos na linha de produção virtual antes de qualquer mudança real, com melhor qualidade e eficiência.
  • Sistema de Integração: sistemas são integrados em uma plataforma única onde todos têm acesso.
  • Internet das Coisas (IoT): sensores enviam dados em tempo real, como o smartwatch nas linhas de montagem.
  • Computação em Nuvem: servidor integrado permite o acesso aos dados em tempo real, de qualquer lugar da fábrica.
  • Manufatura Aditiva: impressora 3D cria peças a partir de modelos digitais, otimizando processos.
  • Realidade Aumentada: integração do mundo físico com o virtual.
  • Segurança Cibernética: as áreas da manufatura estão conectadas, por isso a cibersegurança é fundamental para proteger sistemas e informações de possíveis ameaças.
  • Inteligência Artificial: sistemas que simulam uma inteligência similar à humana, baseada em padrões de banco de dados.
O ecossistema da Indústria 4.0 está inserido na cultura da inovação da empresa, de forma transversal e consistente, por meio da capacitação das pessoas para o desenvolvimento de novas habilidades e competências.

Nesse contexto, um espaço-chave para o desenvolvimento do capital humano é o FCA Industrial Innovation Center (IIC), estrutura que faz parte do World Class Center (WCC), centro de excelência que integra outras duas áreas:
Metodologia Word Class Manufacturing (WCM): desenvolve processos do sistema de produção, abrangendo aspectos como posto de trabalho, qualidade, manutenção e logística.

WPI (Work Place Integration): integra a planta aos setores de desenvolvimento e processos dos novos modelos que chegarão às linhas de produção.

O IIC é um laboratório criado para a realização de provas de conceito (PoCs), que são plataformas dedicadas aos experimentos de novas tecnologias, em um ambiente que reproduz em escala um cenário real.

Tem o propósito de apontar as tendências mais relevantes do futuro da Indústria 4.0, além de promover treinamentos.
Quando a tecnologia é aprovada, a partir das análises de aplicabilidade e viabilidade econômica, o próximo passo é a aplicação na manufatura. Em 2018, foram desenvolvidas 88 PoCs.

Desse total, 41 foram implementadas. 19 PoCs serão aplicadas na linha de produção do próximo lançamento da Fiat.

Em 2019, a expectativa é de que cerca de 100 novas provas de conceito sejam realizadas. 12 já estão em andamento.
O IIC promove a conexão da FCA com fornecedores (otimizar a cadeia produtiva), startups (participar de projetos conjuntos), academia (universidades parceiras) e governo (políticas públicas e legislação), tornando a Indústria 4.0 uma realidade com bases sólidas.

Para não ficar cansativo, na próxima coluna, dia 20 de março, espero contar com sua visita em nossa página para descobrir como os pilares da Indústria 4.0 já são realidade na produção de cabinas na Mercedes-Benz. 
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Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

sábado, 9 de março de 2019

A fábrica chinesa de automóveis Lifan anuncia que devido à queda das vendas no Brasil e Argentina decidiu manter paralisada a fábrica no Uruguai e continuará a importar seus modelos da China, pretendendo lançar no País o SUV X70



A queda nas vendas da Lifan nos mercados do Brasil e Argentina levou a direção da empresa a manter a produção parada em sua fábrica no Uruguai. 

A unidade teve a produção suspensa em meados de 2018, após o lançamento do SUV X80, e os cerca de 109 funcionários permanecem em lay off (licença remunerada com auxílio do governo uruguaio) desde então, prática já utilizada em dezembro de 2015 nesta unidade fabril.

Sob a direção do novo presidente, Kevin Lau, que também comanda a fábrica do Uruguai, a Lifan pretende retomar a produção no país vizinho assim que as vendas voltarem a crescer. 


Nesse momento, a opção para continuar abastecendo os mercados locais é a importação direta da China. “A nossa fábrica no Uruguai só é viável economicamente com volume e estabilidade de produção, o que infelizmente não acontece desde o segundo semestre do ano passado”, explica Lau.

“Mesmo com a implementação do novo programa Rota 2030, que traz a possibilidade estratégica da importação de veículos diretamente da China, a nossa fábrica no Uruguai ainda é a melhor opção”, enfatiza o novo presidente da Lifan. 


No Brasil a operação da Lifan segue regularmente, com sua rede de concessionárias ativa, com serviços e venda de peças aos clientes da marca, bem como a comercialização de veículos novos e seminovos. Diante desta fase transitória de operação, a Lifan trabalha fortemente para lançar primeiramente o SUV X70 este ano.

Sobre a Lifan
Fundada em 1992 e presente no Brasil desde 2012, a Lifan é um grupo empresarial privado que fabrica automóveis, motocicletas, motores e máquinas, com investimentos também em fontes de energia alternativas e no setor imobiliário. 

Com seus produtos presentes em 117 países em diferentes regiões do mundo, a empresa mantém sua base de operações em Chongqing e sua capacidade de produção de automóveis é de 200 mil veículos por ano.


Lançado há pouco mais de um ano e meio, o Fiat Argo vende mais de 100 mil unidades, garante seu espaço no mercado e faz sucesso entre o público e se posiciona entre os modelos mais comercializados no Brasil

Colecionador de prêmios, aclamado pela crítica e sucesso entre os consumidores, o Fiat Argo reúne equilíbrio nas proporções, elegância nos detalhes, inovação no design, comportamento dinâmico surpreendente e qualidade no acabamento aliado a sofisticação. 

Atributos que contribuíram para que o seu excelente desempenho também fosse comprovado nas vendas, superando a marca de 100 mil unidades emplacadas, número atingido pouco mais de um ano e meio após a sua chegada ao mercado, com o fechamento das vendas de fevereiro.
Lançado no fim de maio de 2017 e produzido na planta de Betim (MG), o hatch fechou seu primeiro ano com quase 30 mil unidades vendidas. Em 2018, foram mais 63.017 Fiat Argo comercializados e, em fevereiro com 6.700 carros emplacados, atingiu o excelente resultado de 3,5 % das vendas de todo mercado nacional. 

O modelo terminou o ano passado em nono lugar, entre os mais vendidos do mercado. Neste inicio de 2019, o Argo se posiciona entre os cinco carros mais vendidos do País.
Desenvolvido no Brasil, o hatch da Fiat acumula façanhas desde que foi lançado. O Argo foi o veículo que mais ganhou comparativos e um dos mais premiados do ano de seu lançamento, quando conquistou importantes títulos como “Melhor Compra até R$ 50 mil” da revista Quatro Rodas, vencedor geral e na categoria Hatch da eleição "Melhores de 2018", do Jornal do Carro, melhor hatch médio do prêmio "Os Escolhidos 2017"; melhor automóvel entre 1.1 e 1.6L do prêmio Carsughi L’Auto Preferita e melhor hatch do prêmio "The Best", da revista Car and Driver.
Ao unir o design clássico dos modelos italianos com um toque urbano, o hatch premium se destaca pelo estilo e autenticidade, além de ampla lista de equipamentos que inclui: airbags laterais, câmera de ré com linhas dinâmicas, sensores de estacionamento, direção elétrica, Start & Stop, ar-condicionado digital, banco traseiro com ISOFIX para melhor fixação de cadeiras infantis, controle eletrônico de Estabilidade (ESC), controle de tração (TC), Hill-Holder e transmissão automática de seis velocidades, entre outros.
Confira a gama completa: Argo 1.0, Argo Drive 1.0, Argo Drive 1.3, Argo Drive 1.3 GSR, Argo Precision 1.8, Argo Precision 1.8 AT6, Argo HGT 1.8 e Argo HGT 1.8 AT6.

McLaren Senna GTR é revelado: a última e mais completa experiência de dirigir nas pistas. Todas as 75 unidades da versão de corrida já foram vendidas. Modelo é equipado com motor V8, que oferece 825 cavalos de potência e cerca de 800 kgfm de torque, e tem performance e aerodinâmica inigualáveis, com suspensão de carro de corrida. Custa R$ 5,5 milhões mais impostos




Menos de um ano após ser apresentado como protótipo no Salão Internacional do Automóvel de Genebra, em março de 2018, o McLaren Senna GTR, o carro de corrida mais radical da McLaren Automotive, é apresentado em sua forma final e completa.

Esta é a versão de corrida do superesportivo que leva o nome do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna e que foi apresentada pela marca SENNA em outubro, no Salão do Automóvel de São Paulo, sendo a maior atração do evento brasileiro.



Evolução do McLaren Senna GTR Concept 2018, apresentado em Genebra, o atual modelo é mais rápido, leve e potente que a versão de rua, levando o dinamismo do McLaren Senna a novos patamares de desempenho nas pistas fora da Fórmula 1.

O motor V8 de 4.0 litros e dois turbocompressores gera 825 cavalos de potência máxima. Com peso de 1.188 kg, tem relação peso/potência de inacreditáveis 694 cv por tonelada.

As 75 unidades do mais novo e exclusivo modelo da Ultimate Series da McLaren já foram vendidas em poucas semanas e começam a ser entregues a partir de setembro para felizardos proprietários que poderão correr ou apenas se divertir nas pistas.

Serão fabricadas sob encomenda em Woking, no Reino Unido, com preço de £ 1,1 milhão de libras esterlinas mais impostos (equivalente a R$ 5,5 milhões mais impostos).



O modelo cumpre a promessa de oferecer a potência de um hipercarro aliada ao manuseio acessível, com aerodinâmica e chassi de um puro-sangue.

O resultado é uma máquina capaz de rodar em circuitos com mais rapidez do que qualquer McLaren fora da Fórmula 1, proporcionando aos seus proprietários, de todos os níveis de habilidades, uma experiência de direção inigualável.

O novo GTR leva o McLaren Senna - modelo de rua mais radical, ousado e completo produzido, até hoje, pela fabricante inglesa - vários passos adiante no campo do desempenho final. Sem as restrições de regulamentação para rodar em estradas ou pistas des corrida, o novo carro da Série Ultimate possui incríveis 1.000 kg de downforce aerodinâmico, além de utilizar suspensão derivada do programa de corrida GT3 da McLaren.

O McLaren Senna GTR sucede os lendários McLaren F1 GTR, de 1995 (vencedor de Le Mans), e o McLaren P1 ™ GTR, de 2015, e foi inspirado no tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna.

Cada Mclaren Senna GTR oferece ao seu proprietário oportunidades virtualmente ilimitadas de personalização pelo centro de operações especiais da McLaren, que vão desde cores de tinta até pinturas exclusivas e multicoloridas.

McLaren Senna GTR em detalhes

Motorização
O McLaren Senna GTR é equipado com a versão mais extrema do motor V8 twin-turbo de 4.0 litros da McLaren. A unidade com turbocompressores twin-scroll controlados eletronicamente produz 825 cv com torque de 800Nm. 

Os 25 cavalos extras sobre o motor foram alcançados pela recalibração do controle do motor e pela remoção do catalisador secundário, para reduzir a contrapressão. A remoção do catalisador também aumenta a experiência auditiva de dirigir o McLaren Senna GTR.



O sistema de escape do Concept, que saía através de canos laterais logo à frente das rodas traseiras, foi substituído por um sistema de saída traseira mais convencional nos carros de produção e com a mesma localização do McLaren Senna. 

A mudança foi feita por motivos de engenharia: os tubos de saída traseiros fornecem a rota mais curta e rápida para os gases de escape saírem, economizando peso e reduzindo a complexidade.

Com 825 cv e um peso de 1.188kg, a relação peso/potência é 694 cv por tonelada, excedendo confortavelmente não só o McLaren Senna "regular", mas todos os outros carros da McLaren Automotive.



Três modos de “powertrain” estão disponíveis para o motorista do McLaren Senna GTR: Wet, Track e Race. O novo ajuste Wet, que fornece maior suporte dos sistemas eletrônicos ESP e ABS, é particularmente indicado para uso com pneus molhados. A transmissão, que inclui uma função de “Launch Control” é a mesma caixa de câmbio de marcha lenta reversível (SSG) e 7 velocidades e ré, já aclamada no McLaren Senna.

Aerodinâmica
O McLaren Senna GTR gera níveis surpreendentes de downforce, chegando a mais de 1.000 kg, um aumento significativo em relação aos 800kg desenvolvidos pelo McLaren Senna a 250km/h. Isso significa que o McLaren Senna GTR pode ter uma quantidade equivalente de força descendente ao McLaren Senna a uma velocidade 15% menor, enquanto ainda se beneficia de arrasto reduzido.

O pacote aerodinâmico do superesportivo GTR oferece efeitos positivos em curvas de alta velocidade, mas também em curvas de baixa velocidade e freadas, tornando o carro ainda menos sensível à inclinação e melhorando a estabilidade em todas as situações.



O novo splitter dianteiro possui uma seção central elevada para jogar o ar sob o carro de volta ao difusor traseiro reconfigurado. A eficiência do difusor foi, por sua vez, otimizada pela nova asa traseira - um design com estilo LMP1- altamente eficaz em guiar o ar ao redor da traseira do carro.

Em comparação à asa padrão do McLaren Senna instalada no GTR Concept 2018, a asa do McLaren Senna GTR foi redesenhada e realocada, sendo empurrada para trás. Esta nova posição, “livre de restrições de carros de estrada", permite que a asa seja acoplada ao difusor, fazendo o melhor uso do ar que flui na traseira do carro. A asa pode ser "paralisada" em velocidade máxima graças a um sistema automático de redução de arrasto (DRS).



Carroceria e estrutura
O domínio da fibra de carbono da McLaren combina peso leve com imensa rigidez estrutural. O McLaren Senna GTR é um dos carros mais leves que a McLaren Automotive já produziu, com apenas 1.188 kg.

A estrutura central do modelo é uma célula de segurança de fibra de carbono com gaiola integrada. Como no McLaren Senna, o chassi dianteiro e o chassi do motor são em alumínio.

Mais largo que o McLaren Senna, o GTR é 34 mm mais baixo, com 1.195 mm de altura. A dianteira aumentou 77 mm, passando a 1.731 mm; e a traseira é mais larga em 68 mm, com 1.686 mm. Os pára-lamas mais largos acomodam rodas de 19 polegadas com parafuso central.

O McLaren Senna GTR tem 10 kg a menos que o McLaren Senna, que já é bastante leve, apesar da carroceria mais larga e equipamentos de pista, como rádio, extintor de incêndio e registrador de dados. Para isso, itens de conforto do McLaren Senna foram eliminados no GTR, como tela sensível ao toque e sistema de áudio. O ar-condicionado foi mantido.

O pára-brisa e as janelas laterais, com abertura de correr, são de policarbonato. As portas de fechamento suave são equipadas com um mecanismo de liberação manual. O enchimento de combustível é do tipo “bump-dump”, no estilo dos carros de corrida.

Elementos exteriores em fibra de carbono têm um acabamento brilhante como padrão. O acabamento das rodas pode ser preto brilhante, prata Race ou grafite escuro. A cor dos suportes das portas e das pinças dos freios podem ser especificadas em Azul Azura, Vermelho ou Laranja McLaren sem custos adicionais.

Chassi e transmissão
A incrível experiência de condução em pista que o GTR oferece não é exclusiva para pilotos profissionais. O objetivo dos engenheiros da McLaren foi simples: garantir que 95% do desempenho do carro pudessem ser acessados por 95% dos motoristas. Isso é conseguido combinando a força aerodinâmica com a nova suspensão derivada do programa de corrida GT3 da McLaren.

O controle de suspensão variável do McLaren Senna, que possibilita diferentes alturas para estrada e pista, é supérflua para um carro só para pistas. Para economizar no peso e reduzir a complexidade, foi substituída por braços duplos em alumínio, molas, montantes e barras estabilizadoras desenvolvidas a partir da suspensão dos carros GT3 da McLaren. Amortecedores ajustáveis de quatro vias são instalados, assim como buchas sólidas e cambagem ajustável.



Por não ter que cumprir as regras do GT3, que restringem os carros de corrida às rodas de 18 polegadas, o Senna GTR recebe rodas de 19 polegadas como o Senna. As rodas de liga leve forjadas Ultra-Lightweight são também mais largas do que as atuais normas GT3 permitem, sendo 10J na frente e 13J na traseira. Os pneus de 19 polegadas são da marca Pirelli, tamanho 285/650 na frente e 325/705 na traseira.

As rodas maiores significam freios ainda maiores do que aqueles instalados em um carro McLaren 720S GT3. Baseado no sistema de freios do McLaren Senna, o Senna GTR é equipado com pinças de seis pistões monobloco de alumínio forjado na frente e quatro pistões na parte traseira, trabalhando com discos de carbono-cerâmico com camadas de 390 mm, que apresentam palhetas de resfriamento usinadas.

Como o McLaren Senna, o Senna GTR também tem uma função de freio a ar na asa traseira, que neste caso foi projetado para entregar uma desaceleração máxima 20% maior com pneus slick.

O modelo é equipado com muitos sistemas eletrônicos de auxílio ao motorista, incluindo anti-bloqueio de travamento, controle de tração e controle dinâmico de estabilidade eletrônica. Além disso, possui controle de velocidade; sistemas que monitoram a pressão dos pneus e a temperatura dos pneus; sensores de desgaste de pastilhas de freio; tecnologia de limpeza de disco de freio e radar anti-colisão.

Interior do McLaren Senna GTR



Como é um carro somente para pistas, a parte traseira não tem airbags, sistema de infotainment e outros recursos de direção. Há um acabamento acetinado para os elementos de fibra de carbono do interior, as soleiras são cobertas com carpete preto - o único carpete do carro - e o teto é em couro Alcantara®.



O painel exibe os principais dados nas formas mais simples, com uma linha de LEDs de mudança de marchas ao longo da borda superior. Uma tela central adicional, substituindo a tela touch-screen do McLaren Senna, mostra a vista da câmera traseira.



O volante de corrida é baseado no volante do carro GT3, mas com funcionalidade diferente para os botões. O volante é ajustável, pode ser retirado rapidamente e possui os paddles de troca de marcha integrados.

O Senna GTR é equipado com um rádio pit-to-car e duas câmeras on-board: uma voltada para frente e outra na cabine. Há botões on-off simples para ligar e desligar, controle de velocidade de pista e configuração dinâmica de chuva leve. 


Resultado de imagem para mclaren senna gtr motor 2019

Assim como no McLaren Senna, o botão de partida do motor é montado no teto. E quando esse grande botão vermelho é pressionado, o McLaren Senna GTR entra em ação, pronto para entregar muita emoção nas pistas.





sexta-feira, 8 de março de 2019

PEUGEOT lança gama de ferramentas eletroportáteis com design inspirado no SUV 3008



Para os adeptos mais exigentes do “faça você mesmo”, a Peugeot Outillage oferece na Europa uma gama completa de ferramentas: furadeira de impacto, martelo perfurador, serra circular, serra tico-tico, lixadeira orbital, esmerilhadeira angular, retificadora e ferramenta multifuncional. A nova linha de ferramentas foi criada pelo PEUGEOT Design Lab e se baseia no design do PEUGEOT SUV 3008 e 308 GTi. Esses itens completam a gama de ferramentas sem fio iniciada pelas furadeiras EnergyDrill. A Peugeot Outillage lança juntamente com essa linha um novo logotipo e uma nova assinatura de marca, bem como um novo website.


Os designers do PEUGEOT Design Lab renovaram a identidade visual das ferramentas PEUGEOT. O novo estilo, lançado nas furadeiras/parafusadeiras EnergyDrill, inspira-se na chamada "Coupe-Franche", a pintura de duas cores usada no PEUGEOT SUV 3008 e no 308 GTi.

O design de linhas puras destaca a robustez e a compacidade das ferramentas e contribui para a percepção de seu alto nível de qualidade. Ou seja, a ideia é agregar os conceitos que envolvem o desenvolvimento dos carros Peugeot às ferramentas.

Assim, o design ergonômico permite uma empunhadura ideal com conforto na utilização. O punho da maioria dos modelos é feito em dois materiais.

Para acompanhar esse lançamento, a Peugeot Outillage remodelou seu web site, que mudou de nome (www.peugeot-outillage.com), e reestilizou o logotipo. Ele está associado, a partir de agora, a uma mensagem destinada a todos os adeptos do “faça você mesmo” e “inventores” em busca de qualidade, estilo e engenhosidade: “ Peugeot, energia criativa”.

A Peugeot Outillage coloca o usuário no centro de suas preocupações, como a PEUGEOT coloca o motorista no iCock-pit de seus carros. Além do kit de segurança fornecido com cada artigo, a garantia Premium de 3 anos “Collect & Change” possibilita a troca do produto em três dias úteis na Europa.

Com essa nova linha de produtos, a Peugeot Outillage reforça sua presença no crescente mercado de ferramentas portáteis com bateria. Fabricante de lâminas para serras desde 1810, a PEUGEOT reafirma assim a ligação com suas raízes. A linha de ferramentas, agora disponibilizada aos consumidores finais, foi apresentada ao público nos salões de Hanover e Paris, em setembro de 2018

Ferramentas PEUGEOT para toda obra
As novas ferramentas sem fio PEUGEOT EnergyHub são compatíveis com baterias intercambiáveis de 2, 4 ou 5 Ah. A maior parte das ferramentas está equipada com o robusto motor BRUSHLESS, que permite maior autonomia de utilização. Cada ferramenta vem com um kit de segurança composto por óculos de proteção, máscara anti poeira e protetores de ouvido.

A furadeira de impacto EnergyDrill-18VPBL2 perfura madeira, PVC, metal e concreto. Seu motor BRUSHLESS possui um torque máximo elevado de 85 Nm (8,67 kgfm). Ela vem com um punho anti-vibração adicional, duas baterias de íons de lítio de 2 e 4 Ah e uma maleta de transporte. Preço: €289 (incluindo impostos).

O martelo perfurador EnergyPunch-18VBL perfura os materiais e concretos mais resistentes. Ele dispõe das funções furação, perfuração e cinzelamento. Ele está equipado com um motor BRUSHLESS, tem uma energia de impacto de 2,2 Joules, iluminação de LED e vem com um punho anti-vibração adicional. Preço: €169.90 (incluindo impostos).

A serra tico-tico EnergySaw-J18V pode ser usada para cortes retos ou curvos. A fixação das lâminas não requer ferramentas. A iluminação de LED, o punho ergonômico e a base de alumínio inclinável vão agradar até os mais exigentes consumidores. Acompanham três lâminas específicas para madeira. Preço: € 89.90 (incluindo impostos).

A serra circular EnergySaw-C18VBL corta com precisão tábuas e painéis em linha reta. Ela é equipada com um motor BRUSHLESS, um laser para cortes precisos e um punho ergonômico. Acompanha uma lâmina de 165 mm e 40 dentes para cortes finos. Preço: €149.90 (incluindo impostos).

A lixadeira orbital EnergySand-18V é indicada para trabalhos em madeira e metais. Ela pode ser empunhada pela frente ou por cima. Ela vem com um variador eletrônico de velocidade e um interruptor liga/desliga para destros e canhotos. Acompanham seis lixas. Preço: €79.90 (incluindo impostos).

A esmerilhadeira angular EnergyGrind-18VBL esmerilha peças metálicas ou qualquer outra superfície com a ajuda de acessórios adaptados. Ela é equipada com um motor BRUSHLESS, um punho anti-vibração adicional e um protetor de disco com fixação rápida. Preço: €139.90 (incluindo impostos).

A retificadora EnergyBrush-18VBL é usada para lixar, polir e escovar madeira, metal e outros materiais. Ela é equipada com um motor BRUSHLESS e vem com punho anti-vibração adicional. Acompanha escova de aço latonado para decapagem. Preço: €149.90 (incluindo impostos).

A ferramenta multifuncional EnergyTool-18V corta, talha e lixa qualquer superfície. Ela é equipada com um punho adicional anti-vibração. Acompanham os seguintes acessórios: disco para lixar, lixas, lâmina circular (para madeira) e lâminas retas (para madeira e metal). Preço: €89.90 (incluindo impostos).

Todas as informações sobre o PEUGEOT Design Lab estão disponíveis no
 site www.peugeotdesignlab.com.

BMW Group e Daimler AG unem forças para desenvolver tecnologias de condução autônoma. Parceria estratégica de longo prazo visa desenvolver novas tecnologias que devem estar disponíveis no mercado em meados de 2020.



São Paulo, 08 de março de 2019 — O BMW Group e a Daimler AG estão unindo forças para o desenvolvimento de novas tecnologias de condução autônoma e sistemas de assistência ao motorista. 

As duas empresas assinaram um Memorando de Entendimento para formalizar a parceria, que é fundamental para a mobilidade do futuro e representa uma cooperação estratégica de longo prazo cujo objetivo é disponibilizar no mercado essas tecnologias até meados dos anos 2020.

Por meio do acordo, as empresas poderão compartilhar as suas expertises e experiências de modo a acelerar o desenvolvimento das futuras tecnologias, com ciclos de inovação mais curtos. 

Além da sinergia e pioneirismo, para ambas as empresas a segurança dos ocupantes e dos pedestres é um tema fundamental para a confiabilidade destes novos sistemas.

O trabalho conjunto seguirá diversas etapas de automação, como os níveis 3 e 4 (rodovias) ou até mesmo em áreas urbanas. O desenvolvimento das atuais tecnologias de automação não será afetado pela parceria. 

Além disso, o BMW Group e a Daimler AG seguirão realizando parcerias com outras empresas de tecnologias e fabricantes de automóveis que podem contribuir para o sucesso da plataforma.

O BMW Group vem trabalhando com direção autônoma desde 2006 e, atualmente, tem mais de 70 veículos sendo testados com essa tecnologia ao redor do mundo. Em 2021, algumas delas estarão presentes no BMW iNEXT, que mostrará o futuro da mobilidade sob a ótica do BMW Group.

Para texto original em inglês, acesse:
https://www.press.bmwgroup.com/global/article/detail/T0292550EN/bmw-group-and-daimler-ag-to-jointly-develop-next-generation-technologies-for-automated-driving

quinta-feira, 7 de março de 2019

Fernando Calmon alerta que "Erros se repetem"




Fernando Calmon        

Nº 1.035 — 7/3/19




ERROS SE REPETEM

Nos últimos tempos, principalmente entre 2014 e 2018, Contran e Denatran vêm tomando decisões equivocadas e até atrapalhadas por meio de resoluções que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), têm força de lei.
Não bastam os erros e recuos em relação a vários temas, como o das novas placas no padrão Mercosul. 

Depois de mais de um milhão de carros circulando, é inacreditável acenar com outra reviravolta só para identificar município e Estado de origem. Argumentação muita fraca: teria sido pedido pelas polícias para facilitar a identificação. 

Na União Europeia circulam mais de 250 milhões de veículos e apenas o país é reconhecido por letras. O sistema anterior de plaquetas, com nome do município e sigla do Estado, só gerava gastos desnecessários e mais burocracia.

No capítulo dos “arrependimentos”, o novo presidente do Contran, Jerry Adriane Dias Rodrigues, acaba de revogar a resolução 706, de 25/10/2017, que regulamenta aplicação de multas para pedestres e ciclistas. 

Está no CTB desde sua promulgação, em 23 de setembro de 1997. Mesmo bem difícil de cobrar os infratores, podia ser grande aliada por seu efeito educativo. As justificativas são inconsistentes e confusas.

Está ainda em discussão a extensão da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de cinco para dez anos. Antes se precisariam estudar as estatísticas, mas o bom senso indica como razoável a renovação aos 30 anos e 40 anos de idade do portador e, acima disso, voltar ao intervalo de cinco anos.

Há outra questão no campo de cogitação. Aumento da pontuação, de 20 para 40, que implique suspensão da CNH. A possível nova referência parece razoável, no caso específico de motoristas profissionais, pois rodam muito acima da média. 

No caso de amadores poderia subir para 25 ou 30 pontos, por uma simples razão: o sistema atual mistura indevidamente infrações de trânsito e administrativas.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, existe rodízio por finais de placas em dois períodos do dia, de segunda a sexta- feira, sem fins ambientais. O motorista recebe a mesma pontuação de uma infração comum. Combater engarrafamentos com multas é absurdo.

Existe ainda a intenção de dispensar o uso de simuladores de direção, nos Centros de Formação de Condutores. Há cerca de 7.000 deles instalados no Brasil. Em pelo menos 20 países são obrigatórios ou de uso facultativo. 

Completamente sem sentido desativar ou desestimular sua utilização. Funcionam como aulas pré-práticas e cumprem papel didático importante. Ajudam, inclusive, no aspecto psicológico para parte dos alunos que têm receio de guiar um automóvel pela primeira vez.

Trata-se de raciocínio simplório considerá-los apenas como jogo de computador. Tais equipamentos simulam situações adversas e/ou perigosas em um ambiente seguro, especialmente sob condições de baixa visibilidade (à noite, chuva ou neblina). 

Os alunos também desenvolvem primeiras noções de percepção de risco, inclusive de velocidades absoluta e relativa. Podem perceber quando devem acelerar para evitar tornar-se um estorvo no trânsito e ao mesmo tempo respeitar os limites, além de explorar aspectos de direção defensiva.

ALTA RODA

PORSCHE admitiu que a próxima geração 100% elétrica do Macan, prevista para 2022, conviverá com a versão de motor a combustão. Trata-se de recuo sobre seu comunicado da semana passada, admitido apenas depois de questionada. Não se pronunciou se fará apenas “retoques” no modelo atual. É natural clientes do Macan sentirem-se em dúvida.

CARLOS GHOSN, ex-executivo-chefe da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, pagou fiança de US$ 8,9 milhões (R$ 34 milhões) à Justiça do Japão para aguardar em prisão domiciliar o julgamento das acusações sobre desvios administrativos na Nissan. Ele deverá permanecer no país até o desfecho da ação. Ghosn reafirma sua inocência e espera poder prová-la aos juízes.

STATION Audi Avant RS 4 é para quem quer exclusividade, sem perder substância dentro da escola alemã de alto desempenho. Exemplo: 0,7 cm mais baixo que o sedã RS 4. Com 450 cv e nada menos de 61,2 kgfm, acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,1 s contra 3,9 s do cupê RS 5 (mais leve, mesmo motor V-6, de 2,9 litros, turbo). Preços de coçar a cabeça: R$ 546.990 e 556.990 (cupê).

VW T-CROSS 1,4 turbo, no uso diário, surpreende não apenas por acelerações fortes, mas pelo comportamento geral tanto em piso ruim quanto bom. Passageiros no banco de trás têm bastante espaço para pernas, além de saídas de ar-condicionado.  Posição do encosto traseiro mais ereta a fim de aumentar volume do porta-malas incomoda um pouco, em percursos mais longos.

CONTROLE de funções por gestos já não é novidade. Mas que tal utilizar IA (Inteligência Artificial) para abrir a porta do carro apenas com um sorriso? Pois a Mindtronic, de Taiwan, desenvolveu exatamente isso e mais: aprender com o humor e as preferências do motorista para criar seu perfil. Daí passa a sugerir atividades, paradas ou restaurantes no seu caminho.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Mercedes-Benz celebra o pioneirismo feminino na história do automóvel em vídeo. Assista-o, link na matéria


Há mais de 130 anos, a Mercedes-Benz vem escrevendo a sua trajetória de sucesso na indústria automotiva, contando sempre com a inspiração e colaboração de grandes mulheres. 

A primeira delas, Bertha Benz, teve um papel fundamental no desenvolvimento da patente que deu origem aos mais de 50 modelos presentes no portfólio da marca no Brasil. 

Mais que isso, ela foi, também, a mulher que inspirou a criação de um dos nomes mais admirados da história do automóvel.  

Na data em que o mundo inteiro celebra o Dia Internacional da Mulher, a Mercedes-Benz do Brasil divulga um vídeo que ressalta a importância do papel e da presença da mulher na construção de uma das marcas mais respeitadas do mundo.
Bertha Benz nasceu em 1849, em um tempo em que a educação era negada a mulheres pelo fato de cientistas concordarem que o cérebro feminino era incapaz de absorver e processar informações diversas. 

No entanto, contrariando o senso comum do seu tempo, Bertha demonstrava interesse por mecânica e ciências naturais, se tornando, anos depois, uma das pioneiras do automóvel, sendo a primeira pessoa na história a dirigir um automóvel em longa distância.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Car Of The year 2019: Alpine A110 no segundo degrau do pódio



O Alpine A110 ficou entre os sete finalistas da eleição do Car Of The Year (COTY) 2019, prêmio atribuído por um júri formado por 60 jornalistas europeus.
 
Único cupê que chegou à final da competição, o Alpine A110 conseguiu uma performance inédita na história do COTY, terminando em primeiro ex aequo, com 250 pontos contabilizados após a primeira contagem dos pontos atribuídos pelos 60 membros do júri.



 
Uma segunda rodada de votações permitiu desempatar os dois finalistas, que terminou com a eleição do Jaguar I-pace.
 
“Ter o Alpine A110 na final já era uma grande conquista, mas ter o A110 em primeiro no ex aequo após a primeira contagem de pontos é motivo de grande orgulho para as equipes da Alpine”, declarou Sébastien Erphelin, Diretor Geral da Alpine.
 
“O fato de os membros do júri terem atribuído 250 pontos ao Alpine A110 é uma comprovação que o prazer de dirigir continua sendo um grande diferencial para os apaixonados por carros”.


Sobre o Alpine A110 
O Alpine A110 é comercializado em 14 países. Disponível nas versões Pure e Légende, o A110 se mantém fiel às características atemporais que sempre foram sucesso nos modelos Alpine: compacidade, leveza e agilidade a serviço do prazer de dirigir. O prazo médio de entrega de um A110 é de nove meses.

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