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terça-feira, 7 de maio de 2019

Na coluna Minas Turismo Gerais, Sérgio Moreira anuncia a exposição e venda de cachaças na Expocachaça, em junho, e denuncia o fechamento de museus em Tiradentes



Coluna 
Minas Turismo Gerais

Jornalista Sérgio Moreira 


A EXPOCACHAÇA 2019




Centenas de marcas de cachacas estarão em exposição

As Terras Altas de Minas Gerais produzem, em seus quase nove mil alambiques, a mais apreciada cachaça do Brasil. Os valores de uma cachaça estão hoje, por obra de contribuições apaixonadas e abnegadas, preservados em espaços de consumo, de promoção, de memória e também em trabalhos de resgate cultural, arte e ciência, que poderão ser apreciados nesta obra, a qual pretende trazer à luz e congelar no tempo, para registro e referência, um pouco da cachaça. 

Um produto que pela sua importância é hoje patrimônio cultural de Minas Gerais por Lei Estadual e bebida nacional do Brasil por Decreto Federal . Belo Horizonte será a capital da cachaça de 06 a 09 de junho, quando acontece, a 29ª Expochaça e a 13ª Brasilbier, no Expominas, a maior e mais importante e conceituada vitrine mundial da cadeia produtiva e de valor da cachaça, no formato consagrado B2B-FEIRA e B2C-FESTIVAL. 

Hoje ela é um evento que nasceu em Minas Gerais em 1998, há 21 anos e ganhou a liderança no Brasil e visibilidade mundial. A Feira será realizada em conjunto com a 13ª Brasilbier unindo as duas cadeias produtivas de bebidas artesanais a cachaça e as cervejas artesanais.

A Expocachaça foi a principal responsável pela visibilidade atingida e pelo status de destilado nobre retirando a cachaça do gueto a que esteve relegada por muitos anos, dando promoção e divulgação à bebida nos mercados interno e externo.

FORMATO DO EVENTO: SUCESSO DO EVENTO ESTA EM SEU FORMATO DE FEIRA: B2B E FESTIVAL: B2C, UMA PROPOSTA ABERTA COM UMA PROGRAMAÇÃO MAIS ECLÉTICA E COMPLEMENTAR, ONDE NEGÓCIOS, LAZER, ENTRETENIMENTO, GASTRONOMIA, TURISMO, CULTURA E ESPETÁCULO INTERAGEM E CONVIVEM HARMONICAMENTE, DANDO O MOLHO NECESSÁRIO PARA O ENCANTAMENTO DO PÚBLICO, O SUCESSO NA COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS E A VISIBILIDADE JUNTO AOS PATROCINADORES E A MÍDIA. 

UM EVENTO DE NEGÓCIOS B2B BUSINESS 2 BUSINESS : Feira e B2C: BUSINESS 2 CONSUMER Festival: POIS NÃO HÁ COMO FORMAR NOVOS CLIENTES E CONSUMIDORES E ELIMINAR PRECONCEITOS SEM O FESTIVAL, SEM A DEGUSTAÇÃO, SEM O CONSUMO.

2 CADEIAS PRODUTIVAS A DA CACHAÇA COM A EXPOCACHAÇA E A DA CERVEJA COM A BRASILBIER SÃO REALIZADAS JUNTAS DESDE 2007 COM GRANDE SUCESSO.

Expocachaça é o evento pioneiro criado em 1998 , sendo a maior e mais importante feira e festival do agronegócio da cadeia produtiva e valor da cachaça do mundo, são 22 anos de atividades e 28 edições realizadas, com o público de 2.242.000 visitantes, movimentando R$ 110 milhões em mídia expontânea, R$ 400 milhões em negócios realizados na feira e no pós-feira . Em 2018 foram 13.750 m2 de montagem entre estandes e espaços de expositores e eventos.



Os segredos de fazer a boa cachaça estarão em exposição

Utilizar a força e o pioneirismo do evento e a sua posição de maior e mais conceituada Feira e vitrine da cadeia produtiva da cachaça do mundo, para fomentar negócios, promover e divulgar os produtos, serviços, equipamentos e insumos da cadeia produtiva e de valor da cachaça e produtos afins.

Promover ações estratégicas de modo a ter influência nos ambientes politico, institucional da mídia e do mercado, gerando impactos significativos nas tomadas de decisões em prol da promoção, divulgação e desenvolvimento do setor.


Nos estandes, o público prova a cachacinha e pode levar para a casa as famosas amarelinha e branquinha 

Permanecer como a maior, a mais conceituada e representativa vitrine da cadeia produtiva da cachaça do mundo, mantendo a seu desenho de Feira - B2B e Festival – B2C e o seu foco em negócios, entretenimento, diversão, lazer, turismo, gastronomia e cultura, que tanto sucesso faz junto aos seus expositores, público e mídia. 

Atender com eficiência e excelência e com visão de futuro, toda a cadeia produtiva da cachaça, seu público expositor, fornecedores, visitantes e mídia, cumprindo a sua função com inovação e responsabilidade social, de modo sustentável.


Museu de Sant'Ana, em Tiradentes, e do Oratório, 

em Ouro Preto, fecham as portas temporariamente



Museu de Sant'Ana é um dos principais pontos turísticos de Tiradentes 

Dois dos mais importantes museus de Minas Gerais, o de Sant'Ana, em Tiradentes, e o do Oratório, em Ouro Preto, vão fechar as portas temporariamente. 

Um comunicado divulgado pelo Instituto Flávio Gutierrez, mantenedor das instituições, informa que desde o dia 6 de maio, as equipes que atuam nos dois museus entrarão em férias coletivas até 5 de junho na expectativa de nesse período viabilizar captações para a manutenção dos mesmos.


Acervo de 291 imagens no casarão do museu

O Museu de Sant'Ana foi aberto em setembro de 2014 e funciona no prédio que abrigou a antiga cadeia pública de Tiradentes. É um dos museus que mais recebe visitantes no estado e conta com um acervo de 291 imagens da santa que é a mãe de Maria e a avó de Jesus Cristo. 


Já o do Oratório, inaugurado há mais de 20 anos, reúne 162 oratórios e 300 imagens que datam do século 17 ao século 20. O museu se localiza num casarão histórico na antiga Vila Rica, anexo à Igreja de Nossa Senhora do Carmo.



Museu do Oratório em Ouro Preto foi fundado em 1998 

Em janeiro, a presidente do Instituto Flávio Gutierrez, Angela Gutierrez, informou as dificuldades de se manter os espaços e já cogitava fechá-los, devido as mudanças na Lei Rouanet, o principal mecanismo de fomento à cultura do Brasil.


Oratórios de várias épocas guardam a história religiosa


"A gente não sabe ainda se a lei será modificada. É grande a desinformação e, claro, houve quem fez mau uso dela. Muitos patrocinadores temem investir porque estão confusos. Sem contar que o Ministério da Cultura se transformou em secretaria. Nosso instituto sempre captou por meio da Lei Rouanet, mas agora não sei como vai ser”, declarou na época Angela Gutierrez.


Isenção de vistos já reflete 

no número de reservas no Brasil
O interesse de visitantes estrangeiros pelo Brasil aumentou consideravelmente após isenção de vistos para Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, segundo dados divulgados pelo Grupo Amadeus, uma das maiores empresas de tecnologia e viagens do mundo. 


A alta expressiva no número de reservas para destinos brasileiros ocorre justamente entre cidadãos dos quatro países beneficiados pelo anúncio da isenção de visto, assinada em 18 de março pelo governo federal. 

Só nos Estados Unidos, foi registrado um crescimento de 53% nas reservas para junho na comparação com 2018, enquanto para julho alcançou 97%.

Já no Canadá, o crescimento foi de 86% para junho, 54% para julho e expressivos 135% para agosto deste ano. Para as reservas já realizadas pelo Japão, o crescimento em junho deste ano será de 150% em relação ao mesmo mês em 2018. 


A alta segue nos meses seguintes, com 60% em agosto e 158% em setembro. Na Austrália, o crescimento foi de 86% em junho, 54% em julho e 135% em agosto.

Os dados mostram ainda que as pesquisas dos Estados Unidos pelo Brasil como destino turístico aumentaram 31% por dia. 


Em abril, o crescimento foi de 76% e, em março, de 58%, sempre relativos aos mesmos períodos em 2018. No Canadá e na Austrália, as pesquisas, em abril, cresceram 37% e 36%, respectivamente, e no mês de março, 44% e 53%, respectivamente.

Demanda antiga da cadeia produtiva do turismo, a medida de facilitação de entrada no país, que contempla quatro países considerados estratégicos para o turismo no Brasil, pretende ampliar o número de visitantes estrangeiros, gerando divisas e criando empregos no país. 


A expectativa é de que a medida permita ao Brasil atingir a marca anual de 12 milhões de visitantes estrangeiros até 2022, meta prevista no Plano Nacional de Turismo 2018-2022.
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sergio51moreira@bol.com.br

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O C3 WRC CHEGA AO CHILE PELA PRIMEIRA VEZ - A sexta rodada da temporada, terceira em cascalho depois de México e Argentina, introduz o C3 WRC no Chile, que hospeda um evento de campeonato mundial de ralis pela primeira vez. Com Sébastien Ogier - Julien Ingrassia e Esapekka Lappi - Janne Ferm, o Citroën Total World Rally Team está bem equipado para enfrentar com sucesso este novo desafio.



Sempre muito à vontade ao experimentar uma pista pela primeira vez, Sébastien Ogier e Julien Ingrassia vão tentar conquistar o quinto pódio da temporada nesta nova rodada, depois de terem conquistado as vitórias gerais em Monte Carlo e México e o pódio na Córsega (2º) e Argentina (3º).

Embora eles ainda estejam ajustando certos pontos com a equipe à medida que se adaptam ao C3 WRC, a vitória no México e o pódio na Argentina, juntamente com as dez etapas conquistados nestes dois eventos, confirmam que eles já estão confortáveis ​​como carro no cascalho. 

Atualmente ocupando o segundo lugar na classificação do campeonato, eles estarão largando na segunda colocação no primeiro dia. 

Esta posição deve oferecer a dupla uma ideia geral de como seguir na competição, se as condições estiverem secas, além de oferecer uma vantagem significativa se chover.


Enquanto isso, Esapekka Lappi e Janne Ferm ainda precisam acumular mais milhas no C3 WRC nesta superfície, e é por isso que a abordagem deles será diferente, com a intenção de construir o ritmo durante o evento e ao mesmo tempo mostrar gradualmente toda a extensão de seu inegável potencial. 

Pela primeira vez, o par finlandês, que é uma das tripulações menos experientes do campeonato, não estará em desvantagem em relação aos seus rivais no que diz respeito ao conhecimento das estradas. 

Começando em oitavo na etapa de sexta-feira - desde que o tempo permaneça seco - também significa que as estradas serão varridas de cascalho solto e poeira por aqueles mais acima na ordem de marcha, permitindo que possam manter seus rolamentos em alta velocidade.


Como a realização de testes é proibido fora da Europa, a rápida transição da Argentina para o Chile descartou a possibilidade de realizar mais treinamentos. 

No entanto, a equipe do Citroën Total World Rally também se preparou para o Chile durante os quatro dias de testes realizados em Portugal, antes das rodadas sul-americanas. 

As superfícies da estrada são um pouco diferentes entre Argentina e Chile, então os engenheiros da Citroën usaram todas as informações disponíveis para adaptar a configuração básica do C3 WRC. 

Eles também vão procurar usar o shakedown, que será realizado em estradas representativas, para confirmar a direção tomada.


O que eles disseram

Pierre Budar, diretor da Citroën Racing Team“Sempre há algo empolgante em competir em um rali pela primeira vez. Este parece que vai ser realizado em algumas grandes estradas, o que deve contribuir para uma corrida altamente imprevisível, com as equipes em pé de igualdade no que diz respeito à experiência. O reconhecimento será fundamental, assim como nossa capacidade de ajustar nossa configuração básica. E depois há o clima, que pode desempenhar um papel fundamental. Mas estamos determinados a fornecer as tripulações com o melhor C3 WRC possível para que possamos conquistar nosso sexto pódio consecutivo do ano no Chile”.

Sébastien Ogier, piloto Citroën Total WRT
“Pelo que posso ver assistindo alguns vídeos disponíveis, as estradas parecem bem diferentes das que tínhamos na Argentina. Os estágios parecem ser bastante fluidos e rápidos, um tanto remanescentes dos que você recebe no País de Gales (Wales Rally GB) com todas essas seções através da vegetação rasteira. Espero que tenhamos um desempenho um pouco melhor aqui. Ainda há uma camada significativa de cascalho fino na superfície da estrada, o que pode complicar a vida dos primeiros corredores. Teremos que ver se a chuva que caiu recentemente limita a extensão em que as estradas estão limpas ou não ”.


Esapekka Lappi, piloto Citroën Total WRT“Depois de um começo difícil para a temporada, estou determinado a voltar ao caminho certo no Chile e sair com um resultado decente para poder recuperar a confiança ao volante, passo a passo. Espero que o tempo seja bom para nós na sexta-feira. Se permanecer seco, as estradas provavelmente serão limpas. Isso nos permitiria aproveitar ao máximo a ordem de descida e sair para o começo ideal. Os palcos parecem muito legais e interessantes. As superfícies da estrada parecem boas, ou pelo menos o fizeram quando foram filmadas para os vídeos fornecidos pelos organizadores do rali. ”

F
iguras-chave
16 etapas cronometradas, cobrindo um total de 304,81 km

30,72 km em El Puma, a etapa mais longa do rali, realizada duas vezes na perna de sexta-feira

32º Chile é o trigésimo segundo país anfitrião na história do campeonato mundial de rali

63 o alto número de inscrições, comparado com 23 e 25 respectivamente no México e na Argentina este ano

Programação 
Embora o rali seja baseado na cidade costeira de Concepción (mais de 220.000 habitantes), as etapas serão realizadas principalmente nas florestas localizadas ao sul, entre a costa do Pacífico e o Rio Biobio, o segundo maior rio do país.

É provável que as estradas limpem, se o tempo permanecer seco em cujo caso os estágios cronometrados deverão ser razoavelmente fluentes e rápidos. 

No entanto, o clima pode - como aconteceu na Argentina - atrapalhar o assunto, sendo o mês de maio tipicamente um dos mais chuvosos nessa parte do Chile.

A ação começa na sexta-feira, com a etapa mais longa do fim de semana, a uma distância competitiva de 125,27 quilômetros e com duas corridas em El Puma, o maior estágio do rali.

Ainda mais do que o habitual, o reconhecimento e o trabalho feito posteriormente usando as imagens a bordo podem ser cruciais. 

Precisando fazer anotações para cada um dos 305 Km cobertos durante o fim de semana, os pilotos devem manter a concentração máxima para descrever as estradas com precisão e consistência, em apenas duas corridas a velocidade limitada. 

As equipes que conseguirem fazer isso e que, na verdade, forem capazes de fazer isso nas primeiras corridas competitivas, podem criar lacunas ainda maiores do que o normal.

domingo, 5 de maio de 2019

Hospedagem em Gramado - A dica de hoje é em uma das mais tradicionais pousadas localizada na Avenida das Hortências, 677, com uma localização privilegiada e um café da manhã famoso: a Vovó Carolina


Ônibus sobre trilhos em vias elevadas é mais uma solução para a complicada e densa mobilidade no Brasil com as grandes cidades enfrentando dificuldades para atender de uma maneira decente os milhões de pessoas que se deslocam, principalmente das periferias para os grandes centros. A Marcopolo Rail está empenha em contribuir para minimização desses problemas


A Marcopolo Rail apresentou no Metrourbi 2019 (Seminário Metropolitano de Mobilidade Urbana e Inovação), realizado em Lauro de Freitas, município da região metropolitana de Salvador, a nova marca da Marcopolo S.A. apresentou, de maneira inédita e em parceria com a empresa Aeromovel, as vantagens dos sistemas metroferroviários de vias elevadas.

De acordo com Petras Amaral, Head de Inovação da Marcopolo, além das novas soluções de mobilidade que a Marcopolo Rail está desenvolvendo, foram expostos para visitação dos participantes do evento uma cabine do modelo Aeromóvel A200, como exemplo de novo modal para linhas troncais, além de um micro-ônibus da marca Volare, que funcionaria como um veículo alimentador do sistema.

A Marcopolo Rail foi lançada no último mês de março, como uma nova marca focada no desenvolvimento de soluções de mobilidade de forma sustentável. 


O objetivo é utilizar o know-how adquirido na produção de carrocerias de ônibus para o transporte de passageiros, como nos sistemas BRT (Bus Rapid Transit – modernos corredores de ônibus em vias exclusivas), para os modais de vias elevadas (People Movers e similares - sistemas de transporte de pessoas totalmente automatizados em vias separadas e acima da superfície do solo) e Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs).

Segundo Petras Amaral, a Marcopolo Rail vai se dedicar ao desenvolvimento de soluções e tecnologias para as cabines (carrocerias), o que incluiu inovações em sistemas de aberturas, climatização, layout, assentos, materiais e design relacionado ao setor.

A atuação da Marcopolo no segmento metroferroviário teve início em 2015, com a parceria firmada com a Aeromovel Brasil para o desenvolvimento e fornecimento de cabines (carrocerias) para os veículos Aeromovel. 

O resultado alcançado neste projeto reforçou o posicionamento de ingressar neste novo segmento de maneira forte, não somente por intermédio de projetos isolados ou pontuais, mas com visão de negócio. 

Entre as principais vantagens competitivas estariam a utilização de componentes fabricados no Brasil, a capacidade de escala e sinergia com as atuais plantas fabris, além da presença global e de ampla rede de pós-vendas no Brasil e América Latina.

O seminário Metrourbi 2019 teve foco no debate do desenvolvimento econômico, mobilidade urbana e a inovação da região, entre outros temas estratégicos. O seminário reuniu, além de autoridades, técnicos de governos municipais, estaduais e federal. O evento teve participação do vice-governador da Bahia, João Leão.

sábado, 4 de maio de 2019

Entregues em Curitiba, no 25º Salão Paranaense de Turismo, os prêmios Top Tur Profissionais do Ano do Turismo do Paraná





Em solenidade realizada em Curitiba, na noite desta sexta-feira (3), dentro da programação do 25º Salão Paranaense de Turismo, foi entregue o Top Tur | Prêmio Panorama do Turismo | Profissionais do Ano aos destaques do segmento no Paraná em 2018. 

Em sua sétima edição, a honraria homenageou nove áreas da cadeia produtiva e também a Personalidade do Ano.

Por categoria, conquistaram o prêmio: 
Meio de Hospedagem: Camila Silva – Four Ponts by Sheraton Hotel – Curitiba; 
Estabelecimento Gastronômico: Paulo Ricardo Souza – Churrascaria do Gaúcho – Foz do Iguaçu; 
Agência de Turismo Receptivo: Bibiana Antoniacomi – Special Paraná – Curitiba; 
Agência de Turismo Emissivo: Addonai Arruda Filho – Serra Verde Express – Curitiba; 
Operadora: Danielle Meirelles – FRT – Foz do Iguaçu; 
Empresa de Eventos: André Müller – Giga Eventos – Curitiba; 
Espaço de Eventos: Loreni Cristofolli – Expo Unimed Curitiba – Curitiba; 
Guia de Turismo: Ana Paula Cruz – Curitiba; 
Divulgação Turística: Michelly Correia – Plug RPC – Curitiba; 
Personalidade do Ano: in memoriam, Antonio Claret de Rezende – Diplomacia & Turismo – Curitiba.

O anúncio dos vencedores, que ocorreu no auditório do Expo Unimed, foi prestigiado por algumas das principais lideranças do setor, entre elas, João Jacob Mehl, Tatiana Turra, Antônio Azevedo, Jilcy Rink, Jean Feder, Fábio Skraba, Orlando Kubo, Luci Jacomel Kowalczuk, Paulo Iglesias (nessa ordem, presidentes da Paraná Turismo, Instituto Municipal do Turismo, Abav-PR, Abrasel-PR, Abrajet-PR, Abeoc-PR, ABIH-PR, Abgtur e do Curitiba Convention Bureau), Gilmar Piolla (secretário de Turismo de Foz do Iguaçu).

Chancela e Patrocínio
Considerada a principal distinção do turismo paranaense, nesta edição, a premiação foi desenvolvida com a participação e chancela das secionais estaduais da Abav, Abrajet, Abrasel, Abeoc e ABIH e ainda da Paraná Convention Bureaux e da Abgtur. 

Essas entidades ajudaram no trabalho de elaboração do regulamento e acompanharam as etapas de indicação de candidatos e de votação pela internet.

Igualmente importante destacar, na realização do Top Tur | Prêmio Panorama do Turismo | Profissionais do Ano | 2018, o patrocínio da Faculdade Inspirar e do Grupo Silva | Pousada Ribeirão das Flores e o apoio da Paraná Turismos, braço operacional do Governo do Estado para o setor.
        
O prêmio tem materialização em uma exclusiva escultura assinada pelo artista curitibano Luiz Gagliastri.


sexta-feira, 3 de maio de 2019

Vinicius Romero é o novo coordenador de Relações Públicas da Audi do Brasil, informa a montadora alemã em comunicado




Um comunicado assinado por Cláudio Rawicz, diretor de Comunicação da Audi do Brasil, informou a troca de comando na área de Relações Públicas da empresa, que passa a ser coordenada por Vinícius Romero. Na  montadora desde Outubro de 2018. Ele substitui, Christian Michael Marxen que deixa a montadora, depois de ocupar o cargo de gerente sênior de Comunicação quase seis anos.  


Vinícius Romero é formado em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo, com MBA em gestão de negócios automotivos pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Iniciou a carreira na área de comunicação na Edelman, em 2005 e no setor automotivo em 2007, quando atuou pela Delphi.

Depois trabalhou cerca de seis anos na Editora AutoData, coordenando os eventos e seminários e colaborando também na Redação da Agência AutoData e da revista. Foi ainda Gerente de Imprensa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) por seis anos.

Romero liderará a equipe de Relações Públicas da Audi constituída estagiária Larissa Maitan e o suporte da agência Index Conectada, sob a coordenação de Erika Sena e colaboração de Rafael Fiuza, Bárbara Perrupato, Giovanna Bozio e Bruna Chioro. Gerente sênior de Comunicação, Christian Marxen, deixa a Audi após quase seis anos.

Onde ficar em Gramado - Hotel Daara - Uma ótima opção de hospedagem para o Fórum Gramado de Estudos Turísticos

 

Brasil é um dos países mais perigosos para jornalistas. De 1995 a 2018, 64 profissionais da comunicação foram mortos no país. Informação consta em relatório divulgado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) nesta semana. Material traz dados sobre assassinatos de jornalistas no Brasil e em todo mundo



Relatório divulgado na terça-feira, 30 de abril, pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) revela que 64 jornalistas, profissionais de Imprensa e comunicadores foram mortos no exercício da profissão no Brasil de 1995 e 2018.

É o que mostra o documento “Violência Contra Comunicadores no Brasil: um Retrato da Apuração nos Últimos 20 Anos”. O conteúdo foi elaborado pelo Conselho Nacional do Ministério Público e pela Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública (Enasp).

“Hoje o Brasil é um dos países mais violentos no que diz respeito ao ambiente de atuação dos comunicadores – nos posicionamos em sexto lugar no ranking de nações mais perigosas para jornalistas, segundo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - Unesco. Estamos atrás apenas de países em manifesta crise institucional, política e até humanitária, como Síria, Iraque, Paquistão, México e Somália”, diz o relatório.

De acordo com a Unesco, o Brasil é o sexto país mais perigoso do mundo para os profissionais da comunicação. O relatório ressalta que a situação configura “verdadeira violação à liberdade de expressão”. 


O material também aponta “dificuldades estruturais notórias das Polícias Judiciárias”. A equipe ainda diz que “muitos dos autores intelectuais desses crimes não chegam a ser responsabilizados. A autoria por vezes sequer é identificada”.

“Essa situação de inação pode gerar a responsabilização internacional do Estado brasileiro, pela violação de compromissos internacionais voltados a proteção dos Direitos”, alerta o relatório.
Mortes
O levantamento mostra que a maior parte das mortes ocorreu em pequenas cidades e envolve jornalistas e comunicadores de pequenos grupos, entre eles blogueiros e radialistas. 

O documento detalha as mortes e o andamento dos casos em todos os estados. Rio de Janeiro, com 13 assassinatos, a Bahia, com sete, e o Maranhão, com seis, foram os três estados que mais registraram casos desde 1995. Do total de casos registrados, sete não tiveram solução e outros sete estão sem informações.

“Chama atenção a quantidade de fatos ocorridos no estado do Rio de Janeiro, que lidera como a unidade da federação mais violenta para o trabalho de comunicadores. Além de estar à frente em número absoluto de atos de violência extremada, o estado fluminense foi palco de dois casos simbólicos. Os assassinatos de Aristeu Guida e Reinaldo Coutinho”, destaca o documento.

De acordo com o relarório, o ano de 2015 representou o ápice da violência contra profissionais de imprensa. “Apesar de os anos seguintes indicarem uma tendência de diminuição da taxa de homicídios contra esses profissionais,  2018 voltou a apresentar taxas mais altas, quando foram mortos quatro comunicadores no exercício de suas funções”, indica o relatório.

Segundo o estudo, a principal dificuldade para apurar esse tipo de crime é a verificação sobre mandantes e executores. As informações foram levantadas a partir de informações do Ministério das Relações Exteriores, que envia dados sobre o tema à Unesco.


Fonte: 

FESTURIS busca no mercado internacional parceiros para a maior feira de turismo da América do Sul que acontecerá em Gramado com a realização de visitas ao Peru, Uruguai, Argentina e Colômbia


Flávio Prestes, gerente de Comunicação do FESTURIS em Punta Del Leste

O FESTURIS Gramado - Feira Internacional de Turismo, mais importante feira de negócios turísticos do Brasil, potencializa em 2019 suas relações com o mercado internacional.

Na semana passada, o FESTURIS esteve representado na Missão Internacional de Negócios ao Uruguai e na 51ª edição do evento Conversando Sobre Turismo organizado pela Noratur.

O gerente de Comunicação do evento, Flávio Prestes, apresentou o evento e seu potencial para imprensa, profissionais de Turismo e empreendedores de Punta Del Este e Montevideo, interessados em investir no público brasileiro e também trazer uruguaios ao Brasil.

O Festuris também foi a apresentado, por Flávio, em Buenos Aires. Na capital argentina as agendas foram com a imprensa e operadores e agentes de viagens do segmento Luxo.

O evento ocorre de 07 a 10 de novembro, em Gramado/RS, e a organização projeta um evento cada vez mais internacional não só com a participação dos mais de 60 destinos internacionais e as centenas de marcas do exterior, a ideia é trazer também ao evento cada vez mais agentes de viagens da América do Sul, além dos principais buyers de diversos segmentos.

Para atingir este objetivo as visitas internacionais já começaram em 2019. Desde janeiro já foram feitas agendas no Peru, Montevideo, Punta del Este, Buenos Aires e Colômbia.
Eduardo Zorzanello, diretor do FESTURIS Gramado no Peru


Na última semana, o evento e o destino Gramado/Serra Gaúcha foram apresentados para profissionais de operadoras, agências e hotelaria em Lima, no Peru, pelo diretor do evento, Eduardo Zorzanello. 


“Estamos em negociações avançadas para a participação do Peru no evento este ano, com a parceria de muitas empresas peruanas. O número de brasileiros que visitam o peru aumentou nos últimos anos e o fluxo de peruanos no Brasil também. Então temos uma ambiente muito propício para excelentes parcerias”, destacou Eduardo Zorzanello.




Com novidades para 2019 como uma hora a mais de Feira de Negócios, além de novos espaços como o Espaço Wedding e o Espaço Termalismo e Bem Estar, o FESTURIS terá em sua 31ª edição algumas novidades e maior participação de profissionais e agentes estrangeiros. As inscrições para os agentes de viagens são gratuitas e serão abertas ainda no mês de maio.

O FESTURIS se divide em Meeting (oferta de conteúdo no período da manhã) e Feira de Negócios (com exposição de mais de 2.500 marcas, rodadas de negócios, salas de capacitações e lançamento das principais novidades do mercado turístico mundial).

SERVIÇO
FESTURIS Gramado - Feira Internacional de Turismo
De 07 a 10 de novembro de 2019
31ª edição - Gramado/RS

Anexo fotos:
Eduardo Zorzanello, diretor FESTURIS Gramado, Heddy Vílchez (Presidenta de APOTUR),  Marisol Acosta, directora de Turismo de PromPerú e Ricardo Acosta


Flávio Prestes, gerente de Comunicação FESTURIS Gramado

Créditos: Divulgação

Rolls-Royce marks 115 yeras of excellence and innovation.

Rolls-Royce "Sweptail" - The realition of one customer's coachbuilt dream

On 4 May 1904, Charles Rolls and Henry Royce met for the first time at The Midland Hotel, Manchester; an encounter that would change the course of automotive history.
Exactly 115 years later, the marque they agreed to form that day continues to set global standards for innovation and excellence, and uphold their legacy as the originators of ‘the best car in the world’.

Charles Rolls

Rolls and Royce would doubtless be astonished at the cars produced under their names in 2019. The century (and more) that has elapsed since their first 10hp machine made its debut at the Paris Salon has seen materials, technology and manufacturing methods utterly transformed. 

Sir Henrry Royce

Yet in several key areas, Rolls-Royce Motor Cars retains unbroken links to those pioneering days; and in its approach, instincts and values, it would be immediately – and pleasingly – recognisable to its founding fathers.

A return to coachbuilding
The lines and styling of the first Rolls-Royce cars are clearly influenced by the horse-drawn carriages they replaced.
This is no coincidence, since they were handcrafted by the same master coachbuilders, who effortlessly transferred their skills and artistry from the outgoing tradition to the new technology. 

Coachbuilding at Rolls-Royce ended in the 1960s, but in 2017, the craft made a triumphant return in the form of ‘Sweptail’ – a fully bespoke, coachbuilt commission for a customer seeking ‘the ultimate grand tourer’.

‘Sweptail’ is a truly unique creation, with a never-to-be-repeated silhouette and individual interior touches, including a champagne cooler specifically proportioned to hold only a bottle of Dom Pérignon ’73. 

Nevertheless, with its Pantheon grille and rear overhang, it remains absolutely true to the Rolls-Royce brand and design language.


The Architecture of Luxury
Henry Royce began his automotive career by building an improved version of the 10hp two-cylinder French Decauville – the first car he bought when his eponymous electrical company became successful. 

When Rolls saw and drove Royce’s machine, he knew he had found a British car that could outshine the continental competition and agreed to sell all the cars Royce could build. In its first two years, Rolls-Royce produced a mere 10 cars: in 2018, it delivered 4,107 – the highest annual total in its history – to customers in over 50 countries.

To satisfy global demand for its products, the company has developed a common platform that underpins all new models. Known as The Architecture of Luxury, it comprises an aluminium spaceframe that can be scaled to fit different applications by using different-sized floor pans and cross members: new production processes ensure stiffness and integrity, as well as delivering the company’s signature Magic Carpet Ride.

Complete portfolio Rolls-Royce Motor Cars

Black Badge
Black Badge is Rolls-Royce’s response to a small and select group of clients who have asked the marque for motor cars with specific, focused characteristics that reflect their different take on life, success and the luxury they consume. These people choose to define themselves differently from their wider social group; a subset within a subset.

For over a century such individuals, possessed of a dark and restless spirit, have been drawn to Rolls-Royce’s unique allure. Luminaries including Sir Malcolm Campbell, Howard Hughes and Muhammad Ali have all shared the marque’s founding philosophy; an uncompromising refusal to accept the status quo and a constant yearn to innovate, create and advance.

Their restless spirit was also shared by the marque’s co-founder; himself one of the great disrupters of his day. The Honourable C.S. Rolls was a man in a hurry. 

Not satisfied with fundamentally altering the road-car landscape, he sought more and pursued his appetite for advancement and adventure in the air; a passion that would ultimately lead to his untimely demise aged just 33.

It is this indomitable spirit that, since the launch of Black Badge, has captivated so many of today’s young owners, who are drawn to Rolls-Royce in the knowledge that no other luxury house is possessed of the vision and flexibility to meet their demands both in design and engineering terms. 

Indeed, Black Badge serves to amplify the inherent characteristics that have driven so many new, younger patrons of luxury to the marque.

In conceiving Black Badge versions of Wraith, Ghost and Dawn, the marque’s Bespoke designers and engineers drew upon their instinctive understanding of the unique lives of these extraordinary men and women to create both design and engineering treatments that perfectly amplify the inherent values of these great Rolls-Royces.

Black Badge models are the ‘alter egos’ of the standard models: darker, edgier, with more power and torque and enhanced driving dynamics to open up the Rolls-Royce brand to new audiences.

Styling details include a dark-chrome Spirit of Ecstasy, wheels and carbon-fibre interior components, plus the ‘inverted’ black-on-silver ‘RR’ logo: as with every other Rolls-Royce, however, customers can add whatever Bespoke elements they wish, so even a Black Badge car can be any colour you desire.

Rolls-Royce Cullinan - CO2 Emissions (combined) 341 g/km*.

Effortless, everywhere
In July 1917, a British diplomat, Hugh Lloyd-Thomas, was dining in a Cairo club with his wife, Aileen, when a man in flowing robes swept in and demanded: “Whose Rolls-Royce is this outside?”

When Aileen said it was hers, the man announced that he was commandeering it “in the name of His Majesty’s armed forces” and drove away. 

He was, of course, T. E. Lawrence, more familiar to millions as Lawrence of Arabia; both he and the car would be immortalised in one of the most famous photographs of the First World War.

A century after Lawrence’s exploits, Rolls-Royce once again produced a car capable of conquering the most hostile environments on Earth. 

The Cullinan super-luxury SUV caused an international sensation on its launch in 2018, and set the new global standard in luxury off-road motoring. 

Cullinan was engineered from scratch to enable customers to go anywhere, see anything and do everything they desire with total confidence, while cocooned in the comfort and splendour embodied in the Rolls-Royce name.

To prove its all-terrain credentials, the car completed a 12,000-mile odyssey through some of the world’s most challenging terrain, in partnership with National Geographic. 

As well as the Scottish Highlands, the Austrian Alps and the American West, Cullinan’s itinerary included the arid wastes of the Middle East, where it effortlessly confirmed Lawrence’s assertion that 'a Rolls in the desert is above rubies.'

“We are deeply conscious of our heritage: it is a tremendous privilege to be continuing and building on work that began 115 years ago,” says Torsten Müller-Ötvös, Chief Executive, Rolls‑Royce Motor Cars. 

“But we also understand that our founders were visionaries, always looking to do things in new and different ways. It’s that spirit of excellence and innovation that Rolls-Royce Motor Cars embodies and celebrates today."


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