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quinta-feira, 14 de abril de 2022

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.196 — 14/4/22

 


NOVO VISUAL E MOTOR TURBO

DÃO FÔLEGO À RENAULT OROCH

 


Depois de sete anos no mercado, a picape Oroch (antes Duster Oroch) exigia mudanças. Embora não se trate de nova geração, o resultado ficou bom em estilo e mecânica.

As modificações concentram-se na parte frontal com uma solução mais estética para os faróis auxiliares (na versão de topo Outsider), além de grade e para-choque novos. Destaque para o ângulo de entrada de 27,6 graus. 

Novas rodas de liga leve de 16 pol., apliques nos para-lamas, retoques nas lanternas traseiras, o nome Oroch estampado na tampa da caçamba e um “santantônio” de desenho parrudo completam as mudanças.

Interior traz novos materiais, quadro de instrumentos modernizado, ar-condicionado digital, central multimídia flutuante de 8,4 pol. posicionada em posição elevada que permite desviar menos o olhar do trânsito à frente e conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. 

Carregador de celulares por indução é acessório nas concessionárias. Há câmera e sensores de ré. Houve melhoras ainda em segurança ativa. São de série sistema anticapotagem e controles de estabilidade e de partida em rampa. O volante é novo, porém permanece sem regulagem de distância.

A Oroch se posiciona em dimensões entre Strada e Toro, mas é concorrente mesmo da primeira ao oferecer maior espaço interno, porém distante da segunda neste aspecto, principalmente no banco traseiro. 

A picape da Renault dispõe agora de um motor turbo flex de 1,3 L, 170 cv (E)/162 cv (G) e 27,5 kgf.m (o mesmo torque da Toro, mas esta entrega potência 15 cv superior).

Em primeira e breve avaliação com o novo motor exclusivo da versão de topo e caixa automática CVT de oito marchas as acelerações e retomadas impressionaram muito bem pela favorável relação peso-potência. Aceleração declarada de 0 a 100 km/h: 9,9 s. Supera nitidamente a Strada que só tem motores de aspiração natural e é até um pouco melhor que a Toro (por seu porte maior pesa 238 kg mais). Suspensão independente nas quatro rodas muito boa em curvas. Mas a direção eletro-hidráulica é um pouco pesada, em especial ao estacionar.

Preços da Oroch vão de R$ 105.800 a R$ 137.100.  


Renovação de frota pode sair do papel

Criado por medida provisória, o programa Renovar inicia por caminhões e ônibus de 30 anos ou mais de uso. Caminhoneiros autônomos entregariam o veículo numa empresa de reciclagem (desde que cheguem rodando) e receberiam pelo valor da sucata. Poderão adquirir outro caminhão usado com menos anos de fabricação e ajuda de um fundo específico subsidiado de financiamento.

Entretanto faltam regulamentações para se concretizar. Será possível a inclusão de táxis, porém ainda se definirá um parâmetro sobre idade do veículo. Mais adiante carros particulares também estariam elegíveis, embora essa possibilidade pareça bem distante.

Renovação de frota traz benefícios ambientais, segurança de trânsito e economia de combustível. Para isso deveria se criar antes a Inspeção Técnica Veicular (ITV). O problema é que tudo depende de a economia do País crescer a um ritmo maior que daria sustentação à ampliação do mercado automobilístico e à implantação da ITV.

ALTA RODA

PRODUÇÃO de veículos recuou 17% no primeiro trimestre deste ano frente ao mesmo período de 2021. Anfavea informou que os números ficaram abaixo de suas previsões. Os estoques totais subiram de 24 dias em fevereiro para 25 em março (normal entre 35 e 40 dias). Apesar de dificuldades para aumentar a produção pela falta de componentes, manteve sua previsão de crescimento de 8,5% das vendas ao final de 2022 sobre 2021. A entidade acredita em pequena redução adicional do IPI em abril. Isso deixa alguns compradores em compasso de espera por menor que seja eventual repasse aos preços praticados ou possibilidade de reajuste abaixo do esperado.

Tiggo 7 Pro tem no interior refinado um dos melhores predicados. Espelho interno convexo amplia a retrovisão e há até alerta de ponto cego também para passageiros do banco de trás. O sistema multimídia é de 12,7 pol., mas a área visível não ocupa toda a largura da tela. Motor turbo (apenas a gasolina, 187 cv e 28 kgf.m) e o câmbio automatizado de 7 marchas entregam o melhor desempenho entre os SUVs médios-compactos graças à boa relação peso-potência de 8 kg/cv facilmente notada na avaliação. Outro destaque: porta-malas de 476 litros. Entre itens de segurança ativa faltam frenagem automática de emergência e leitor de faixa de rodagem.

NISSAN entrou no clube das fabricantes que resolveram investir mais no mercado brasileiro. A empresa encolheu nos últimos anos sua linha de produtos aqui produzidos (March, Versa e transferiu Frontier para a Argentina). Ficou apenas com o SUV compacto Kicks, que vende bem. Agora anunciou aporte de US$ 250 milhões (R$ 1,1 bilhão) para modernizar a fábrica de Resende (RJ). Um novo SUV está nos planos. Teria tamanho e preço acima do Kicks. Arquitetura seria compartilhada com a Renault, apesar de a aliança com Nissan-Mitsubishi passar, no momento, por novas rusgas, segundo agências de notícias do exterior.

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www.fernandocalmon.com.br




A Renault abriu um novo capítulo na história da mobilidade do Brasil, com o início da pré-venda do Kwid E-TECH Electric, o veículo mais acessível da gama elétrica da marca.

 


A Renault do Brasil quer tornar a experiência do veículo elétrico cada vez mais próxima do cliente e para isso oferece soluções para que o consumidor tenha tranquilidade para ingressar nessa revolução elétrica.

Por isso, o Kwid E-TECH Electric também estará disponível no Renault on Demand, inovadora solução de mobilidade da marca para o mercado brasileiro, que oferece diversos planos de assinatura de longa duração customizáveis. Todos os planos incluem os serviços de revisões preventivas, gestão de documentos e taxas relacionadas ao veículo como IPVA e licenciamento, além de seguro. 

Com uma motorização elétrica, totalmente desenvolvida de acordo com o gosto do consumidor brasileiro, o Kwid E-TECH Electric é ágil no trânsito urbano. Para uma aceleração de 0 aos 50 km/h, são necessários apenas 4,1 segundos. 

Além disso, o Kwid E-TECH tem o melhor índice de eficiência energética, de 0,44 MJ/km, entre todos os elétricos do Brasil, de acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro (tabela publicada em 10 de fevereiro de 2022). 

A autonomia é de 298 quilômetros no uso urbano, segundo a norma SAE J1634, utilizada pelo Inmetro. Valor mais do que suficiente para a jornada diária média nas grandes cidades.

Outra vantagem é a economia do quilômetro rodado, natural nos veículos elétricos, que no Kwid E-TECH é também resultado do peso de apenas 977 kg. Traduzindo em valores: considerando R$ 7,30 o preço médio da gasolina em capitais do Sul e Sudeste, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP), e o valor médio de 1kWh a R$ 0,66, o custo de um quilômetro rodado do Kwid E-TECH é de R$ 0,06. Esse mesmo quilômetro rodado custa R$ 0,48 em um veículo térmico equivalente.  

Outro destaque inovador do Kwid E-TECH é a facilidade para recarregar a bateria, que possui capacidade 26,8 kWh e que pode ser carregado até em uma tomada doméstica 20A aterrada.

Completo, o Kwid E-TECH traz seis airbags, controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios ABS com BAS (Braking Assist System), assistente de partida em rampa (HSA), câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro, sistema multimídia Media Evolution e direção elétrica, entre outros itens de segurança e conforto. 

O Kwid E-TECH Electric é oferecido em única versão e tem preço sugerido de R$ 142.990. Os pedidos tanto para a venda como na modalidade Renault on Demand podem ser feitos a partir de hoje no site  www.renault.com.br e www.renaultondemand.com.br, com sinal de R$ 999. O carro será entregue a partir de agosto. 



“A gama Renault E-TECH conecta inovação e tecnologia a um mundo mais sustentável e o Kwid E-TECH chega para ampliar essa oferta para o consumidor brasileiro”, afirma Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil. 

Há cinco anos, a Renault inovou o segmento de entrada ao lançar o Kwid, um compacto com design SUV, maior porta-malas da categoria, baixo consumo de combustível e único do segmento com quatro airbags de série em todas as versões. 

Em janeiro, o Kwid chegou à linha 2023 mantendo todas essas características e com evoluções no design e tecnologia, como luzes de circulação diurna (DRL) em LED em todas as versões, sistema Start&Stop, controle de estabilidade (ESP), assistente de partida em rampas (HSA), entre outros itens de conforto e segurança. 


O prazer da mobilidade elétrica

A motorização 100% elétrica de 48 kW (equivalente a 65 cv) é associada a uma bateria de 26,8 kWh e possibilita uma experiência de vida a bordo capaz de combinar conforto e performance. E isso é sentido pela pronta resposta da aceleração, ausência de ruído e a não necessidade de troca de marchas. Durante o uso não há emissão de poluentes ou CO2. 

Leve e compacto, o Kwid E-TECH Electric oferece uma autonomia de 265 km em ciclo misto e 298 km em ciclo urbano, segundo a norma SAE J1634 utilizada pelo Inmetro. A frenagem regenerativa permanente recupera energia a cada vez que se deixa de exercer pressão sobre o pedal do acelerador e, também, quando freia.  

A autonomia da bateria pode ser otimizada por meio do modo de condução ECO acionado facilmente através de um botão no console central. Este modo limita a potência de 33 kW (em vez de 48kW), velocidade máxima a 100 km/h e torna a frenagem regenerativa mais atuante. 

O Kwid E-TECH é recarregado por meio de um conector localizado atrás da grade frontal, na altura do logo. O destravamento do compartimento de recarga é feito por meio de um comando localizado internamente, sob o volante.

A recarga pode ser feita em tomada comum, em Wallbox de corrente alternada (AC) de 7 kW e em carregadores de corrente contínua (DC). Por exemplo, para carregar dos 15% até 80% da carga da bateria em DC são necessários 40 minutos, em um Wallbox de 7kW são 2h54 e em uma tomada doméstica de 220 volts são 8h57.   

Enquanto o Kwid E-TECH está carregando, o painel de bordo exibe o indicador de recarga e também mostra a autonomia disponível em quilômetros com o nível de carga atual. 

Para facilitar ainda mais o dia a dia dos clientes, a Mobilize, marca de soluções de mobilidade inteligente, energia limpa e dados do Renault Group, fechou parcerias com as empresas WEG e Schneider. Esses carregadores poderão ser adquiridos nas concessionárias ou por assinatura por meio do Renault on Demand. 




Segurança a bordo

Os itens de segurança de série incluem freios ABS com BAS (Braking Assist System), controle eletrônico de estabilidade (ESP), assistente de partida em rampa (HSA), seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois de cortina) e alerta de pressão de pneus, entre outros.

Além disso, o Kwid E-TECH traz o sistema AVAS (Acoustic Vehicle Alert System) que emite um sinal sonoro de alerta aos pedestres até o veículo atingir 30 km/h, velocidade comum em áreas urbanas. Esse som é uma assinatura exclusiva a todos os modelos elétricos do Renault Group. 

Visual imponente 

O Kwid E-TECH não passa despercebido. Sua frente ostenta uma personalidade forte com um capô vincado, um grande para-choque, além de um conjunto óptico separado com luzes de circulação diurna (DRL) em LED que se prolongam até a grade fechando o conjunto visual

Marca registrada dos veículos elétricos, a grade frontal do Kwid E-TECH é inteiriça. Contemporânea, ela também tem a função de alojar a tampa de recarga cuja abertura é acionada através de um comando interno no painel no lado do motorista. 

A traseira é marcada por um robusto para-choque, que traz elementos como protetor (skid plate) pintado na cor prata e refletores integrados. 

A identidade E-TECH está presente nas faixas laterais e na tampa traseira com a inscrição E-TECH Electric. 

Espaço a bordo e bem equipado

Com dimensões externas compactas, o Kwid E-TECH oferece quatro lugares para os passageiros adultos. Com um generoso espaço para cabeça e uma área livre para os joelhos de 100 mm, os lugares traseiros acomodam facilmente as estaturas maiores. 

O porta-malas oferece a melhor capacidade de carga da categoria: 290 litros, um tamanho digno do segmento superior. Para ainda mais modularidade, o banco traseiro pode ser rebatido, aumentando a capacidade de carga para 1.100 litros. 

Com um painel com detalhes em prata combinados com preto brilhante, a cabine do Kwid E-TECH é funcional. A alavanca de marchas é substituída por um comando rotativo cromado, com simples utilização em três posições: D (drive/marcha à frente), N (neutro/ponto morto) e R (ré).

Os itens de série incluem a direção 100% elétrica com assistência variável, ar-condicionado, travamento centralizado das portas por botão, vidros elétricos dianteiros e traseiros, ajuste de altura dos faróis, limitador de velocidade (com acionamento no volante), sistema multimídia Media Evolution e regulagem elétrica dos retrovisores. 

O sistema multimídia Media Evolution oferece uma tela touchscreen de 7”, espelhamento de smartphone compatível com Apple CarPlay e Android Auto, Bluetooth, entradas USB e AUX. 

O volante traz o botão “push to talk”, que aciona o comando para reconhecimento de voz (via smartphone), permitindo ativar e comandar o assistente iOS ou Google do smartphone.

O veículo estreia uma nova cor de carroceria, verde Noronha, exclusiva do modelo, e também estará disponível em branco Glacier Polar e prata Diamond. 

Renault on Demand 

Visando dar tranquilidade ao cliente que busca ter a experiência de um carro elétrico sem se preocupar com valor de revenda, manutenção, vida útil da bateria, entre outros aspectos, a Renault oferece a opção de assinatura com o Renault on Demand. Essa inovadora solução de mobilidade da marca para o mercado brasileiro oferece diversos planos de assinatura de longa duração customizáveis. 

O Kwid E-TECH estará disponível nos planos de 12, 24, 36 ou 48 meses.  No momento da adesão o cliente também pode escolher os planos de quilometragem, com opções de 1.000, 2.000 e 3.000 quilômetros mensais. A contratação pode ser feita 100% on-line no www.renaultondemand.com.br

Por exemplo, no plano padrão de 48 meses com 1.000 quilômetros por mês, a mensalidade do Kwid E-TECH é de R$ 3.339. Esse valor pode ser reduzido para R$ 2.999, caso o cliente opte por fazer um primeiro pagamento de R$ 9.990. 

Todos os planos Renault On Demand incluem os serviços:

  • Manutenção: todas as revisões preventivas do veículo estarão inclusas no pacote de assinatura.

  • Gestão de documentos: todos os documentos e taxas relacionadas ao veículo como IPVA e licenciamento são gerenciados pelo Renault On Demand.
  • Seguro Auto: proteção contra roubo, furto, incêndio e terceiros.

  • Assistência 24 horas: serviços de reboque, chaveiro, retorno ao domicílio, hospedagem, modalidade reserva, e outros serviços emergenciais disponíveis por meio do 0800-8881500.

 

Pionerismo na mobilidade elétrica

A Renault é pioneira e está na vanguarda em mobilidade elétrica, com mais de 10 anos de experiência na concepção, desenvolvimento, fabricação e comercialização de veículos elétricos. São mais de 450 mil veículos elétricos Renault circulando no mundo.

O Kwid E-TECH Electric chega ao Brasil como o veículo mais acessível da gama Renault E-TECH e se soma aqui aos outros veículos 100% elétricos da marca: Zoe E-TECH, Kangoo E-TECH e Twizy. E ainda neste ano será lançada também a Master E-TECH. Já são mais de 500 veículos elétricos da marca circulando no Brasil. 

Só em Fernando de Noronha são 46 elétricos e o know-how de outras “smart islands” está sendo aplicado na ilha brasileira. Além disso, a Renault tem vários outros projetos de mobilidade, como o VEM DF e o VEM PR, que disponibilizam veículos elétricos da Renault para uso compartilhado por servidores em órgãos públicos.

Honda fala dos negócios de automóveis elétricos e apresenta seu progresso em direção à eletrificação e transformação de negócios para o futuro

 

 

  • A Honda se esforçará para transformar seu portfólio de negócios mudando o foco do negócio de vendas não recorrentes de hardware (produto) para negócios recorrentes nos quais a Honda continua a oferecer vários
    serviços e valor a seus clientes após a venda por meio de produtos Honda que combinam hardware e software.
  • Nos próximos 10 anos, a Honda alocará aproximadamente 5 trilhões de ienes na área de eletrificação e tecnologias de software para acelerar ainda mais sua eletrificação, incluindo despesas de Pesquisa &
    Desenvolvimento (P&D) e investimentos separados. As despesas gerais de P&D da Honda orçadas para este período serão de aproximadamente 8 trilhões de ienes.

    A Honda está planejando lançar 30 modelos de veículos elétricos (EV) globalmente até 2030 com volume de produção de mais de 2 milhões de unidades anualmente.
     
  • A Honda construirá uma linha de demonstração para a produção de baterias em estado sólido com um investimento de aproximadamente 43 bilhões de ienes e acelerará ainda mais a pesquisa com o objetivo de iniciar a produção de demonstração em 2024.
     

Tóquio, Japão, 12 de abril de 2022 -- A Honda Motor Co. realizou uma coletiva de imprensa sobre suas iniciativas no negócio de eletrificação de automóveis com a participação dos seguintes executivos da marca:

Toshihiro Mibe, Director, President and Representative Executive Officer

Kohei Takeuchi, Director, Executive Vice President and Representative Executive Officer

Shinji Aoyama, Senior Managing Executive Officer

 

1. Iniciativa da Honda para eletrificação

A Honda está dedicando esforços para ser uma empresa que serve como uma fonte de “energia” que apoia pessoas ao redor do mundo que estão tentando fazer coisas com base em sua própria iniciativa e que ajuda as pessoas a expandir seu próprio potencial. Para isso, a Honda se esforça para realizar “a alegria e a liberdade da mobilidade”, buscando uma “pegada ambiental zero”.


<Solidificando os negócios existentes>

Ao longo dos últimos anos, a Honda vem realizando várias iniciativas no sentido de “solidificar os negócios existentes” e “preparar-se para um novo crescimento” e essas iniciativas começaram a mostrar resultados positivos nas áreas de produtos, negócios e novas tecnologias.

  • A estrutura do negócio de automóveis da Honda tem melhorado constantemente. Nesse momento, o número total de variações de versões e graus de opções para modelos globais foi reduzido para menos da metade do número em 2018 (Meta: redução para um terço até 2025).
     
  • Quanto ao custo associado à produção mundial de automóveis, a Honda está a caminho de atingir sua meta de redução de 10%, em relação ao custo registrado em 2018.

A Honda continuará acelerando seus esforços para gerar recursos, solidificando os negócios existentes e investindo esses recursos na eletrificação e na preparação para um novo crescimento.

 

 

Como o maior fabricante de motores do mundo, com vendas anuais de aproximadamente 30 milhões de unidades de produtos de mobilidade, incluindo motocicletas, automóveis, produtos de força, motores de popa e aeronaves, nosso objetivo é alcançar a neutralidade de carbono para todos os produtos e atividades corporativas em que a Honda está envolvida até 2050, esforçando-nos para eliminar as emissões de carbono de fontes de energia de uma ampla variedade de produtos. Para isso, a Honda acredita que é necessária uma abordagem multifacetada e multidimensional, não apenas a substituição de motores por baterias.

 

Incluindo a utilização de baterias intercambiáveis e hidrogênio, bem como a eletrificação de automóveis, a Honda oferecerá uma variedade de soluções para todos os seus produtos de mobilidade de acordo com a utilização dos clientes em vários países e regiões.

 

Além disso, com a plataforma conectada, que une todos esses elementos, a Honda aumentará a conveniência e a eficiência da sociedade como um todo.
 


 

 

No passado, a Honda dividia sua operação por produtos, ou seja, motocicletas, automóveis e produtos de força. No entanto, a partir deste ano fiscal, as áreas de tecnologia, que se tornarão o núcleo da futura competitividade da Honda, foram transferidas de suas respectivas organizações baseadas em produtos e combinadas sob a recém criada área de Operações de Desenvolvimento de Negócios. As áreas centrais são: produtos e serviços eletrificados, bateria, energia, Mobile Power Pack, hidrogênio e software/tecnologias conectadas que integram todas as áreas centrais. Com essa mudança, a Honda irá acelerar a velocidade com que pode se mover e aprimorar a sinergia entre domínios cruzados de seus produtos. 

 

2. Iniciativa para a eletrificação no negócio de automóveis


Estratégia de aquisição de baterias

O principal desafio na era dos EV é a aquisição global de baterias. A Honda tem duas abordagens básicas para sua estratégia de aquisição de baterias:

 

1) No momento atual:

A Honda garantirá a aquisição estável de baterias de íon de lítio líquido em cada região, fortalecendo a parceria externa.

  • América do Norte: Honda comprará baterias Ultium da GM. Separadamente, além da GM, a Honda está explorando a possibilidade de criar uma joint venture para a produção de
    baterias.
  • China: A Honda fortalecerá ainda mais a colaboração com a CATL.
  • Japão: A Honda adquirirá baterias para mini-EVs da Envision AESC.

2) A partir da segunda metade da década de 2020:

A Honda acelerará ainda mais sua pesquisa e desenvolvimento independente de baterias da próxima geração. Para as baterias em estado sólido, que está atualmente em desenvolvimento, a Honda decidiu construir uma linha de demonstração, investindo aproximadamente 43 bilhões de ienes, com o objetivo de torná-la operacional em 2024. A Honda pretende adotar suas baterias de próxima geração para os modelos a serem introduzido no mercado na segunda metade da década de 2020.

 

Os planos específicos para a introdução no mercado de modelos EV são:

 

1) De agora até a segunda metade da década de 2020:

A Honda apresentará produtos adaptados às características de mercado de cada região.

  • América do Norte: Em 2024, a Honda apresentará dois modelos EV de médio a grande porte atualmente sendo desenvolvidos em conjunto com a GM. (Marca Honda: SUV Prologue totalmente novo, marca Acura: um
    modelo EV SUV).
  • China: Honda apresentará um total de 10 novos modelos EV até 2027.
  • Japão: No início de 2024, a Honda apresentará pela primeira vez um modelo mini-EV de uso comercial na faixa de preço de 1 milhão de ienes. Então, a Honda está planejando fazer a introdução oportuna de mini-EVs e
    SUVs EV de uso pessoal.
     

 



2) A partir da segunda metade da década de 2020:

Assumindo que se tornará o momento da popularização dos EVs, a Honda começará a apresentar os melhores EVs a partir de uma perspectiva global.

 

  • Em 2026, a Honda começará a adotar o Honda e: Architecture, uma plataforma EV que combina a plataforma de hardware e a plataforma de software.
     
  • Por meio da aliança com a GM, a Honda planeja introduzir EVs acessíveis em 2027, com custo e alcance tão competitivos quanto os veículos movidos a gasolina, começando na América do Norte.

Por meio dessas iniciativas, a Honda planeja lançar 30 modelos EV globalmente até 2030, com uma linha completa, desde mini-EVs de uso comercial a modelos topo de linha, planejando um volume de produção de mais de 2 milhões de unidades anualmente.
 


 



< Produção EV>

Quanto às operações de produção de EVs, na China, a Honda planeja construir uma fábrica dedicada em Guangzhou assim como em Wuhan.

 

A Honda também está planejando uma linha de produção de EV dedicada na América do Norte.

 

3. Fortalecimento das áreas de tecnologias conectadas/software

A Honda está dedicando esforços para oferecer maior valor não apenas com cada um de seus produtos, mas também quando vários produtos Honda se conversam e realizam uma conectividade além de seus domínios.

 

A chave para alcançar tal conectividade são as tecnologias e estruturas, nas quais a Honda posiciona seus produtos eletrificados como “terminais” e conecta a energia e as informações armazenadas em cada produto com seus usuários e a sociedade. Portanto, a Honda trabalhará no estabelecimento da plataforma conectada entre domínios cruzados, que criará um novo valor para seus clientes.

 

Nas áreas de tecnologias de eletrificação, incluindo baterias, bem como software e tecnologias conectadas, para acelerar seus esforços de desenvolvimento, a Honda se esforçará para um aprimoramento significativo das capacidades de desenvolvimento, que incluirá o fortalecimento do recrutamento de recursos humanos fora da Honda.

 

Além disso, nessas áreas, a Honda buscará proativamente a colaboração e alianças inter-industrias, bem como investimentos em startups.

 



4. Estratégias financeiras que apoiam a transformação dos negócios da Honda

Ao mesmo tempo em que avança na eletrificação, a Honda mudará o foco dos negócios de vendas não recorrentes de hardware e se esforçará para transformar o portfólio da Honda combinando hardware e software para expandir as conexões com seus clientes e o alcance de seus negócios. Além disso, após 2030, a Honda fortalecerá seus negócios de soluções combinadas e também negócios em novas áreas. Para concretizar essa transformação do portfólio de negócios, a Honda vem se esforçando para solidificar seus negócios existentes.

 

< Melhoria da estrutura de lucros

Além de seus esforços constantes para solidificar os negócios existentes, a Honda se esforçou para reduzir custos em todas as direções, ao mesmo tempo em que enfrentava um ambiente de negócios difícil devido a questões como a pandemia e escassez de semicondutores. Como resultado, a estrutura de negócios vem melhorando e a Honda está confiante de que seus esforços contínuos permitirão alcançar adequadamente o retorno sobre vendas (ROS) de mais de 7%, que era a meta de médio a longo prazo da Honda. Além disso, o saldo líquido de caixa foi de 1,9 trilhão de ienes (no final do terceiro trimestre encerrado em 31 de dezembro de 2021), mantendo um nível saudável.

 

  • A Honda orçará aproximadamente 8 trilhões de ienes para suas despesas de pesquisa e desenvolvimento. De todas as áreas de P&D, a Honda está planejando investir aproximadamente 5 trilhões de ienes nas áreas de eletrificação
    e software (aproximadamente 3,5 trilhões de ienes para despesas de P&D e aproximadamente 1,5 trilhão de ienes para investimentos).
     
  • Para a preparação de um novo crescimento, incluindo novas áreas de tecnologia e circulação de recursos, a Honda investirá aproximadamente 1 trilhão de ienes nos próximos 10 anos.
     
  • A Honda estará ativa no investimento em startups com tecnologias avançadas e de alto potencial de escala do modelo de negócio em uma escala de 10 bilhões de ienes por ano, o que expandirá a gama de tecnologias e negócios da
    Honda.
     
  • Com base em sua política de utilizar métodos de financiamento externo conforme a necessidade, a Honda emitiu Títulos Verdes totalizando US$ 2,75 bilhões em março deste ano. Ao alocar os recursos desses Títulos Verdes para o
    desenvolvimento e produção de veículos de emissão zero, como EVs e FCVs, a Honda acelerará ainda mais nossas iniciativas para a realização de uma sociedade que visa o impacto ambiental zero.

 

5. Modelos esportivos

Ao enfrentar desafios em direção à neutralidade de carbono e eletrificação, a Honda sempre tem a paixão de oferecer DIVERSÃO para seus clientes. A “alegria de dirigir” será transmitida aos nossos modelos mesmo na era da eletrificação, e a Honda apresentará globalmente dois modelos esportivos, um modelo especializado e um modelo flagship, que incorporarão a mentalidade esportiva universal e as características distintivas da Honda.

 

 


Nissan adquire a escuderia e.dams e assume controle total de suas operações de Fórmula E

 


Yokohama, Japão – A Nissan anunciou hoje a aquisição da escuderia e.dams, assumindo o controle total de sua participação no Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E. Atualmente, a equipe é baseada na cidade de Le Mans, na França, e continuará competindo na atual Temporada 8 conforme previsto.

A participação da Nissan no campeonato de Fórmula E se insere no compromisso de longo prazo da empresa com a eletrificação e a sustentabilidade definido no plano Ambition 2030 da Nissan. Esta aquisição configura uma evolução nos planos da montadora japonesa de assumir total controle de seu projeto na Fórmula E.



A Nissan entrou para a categoria em 2018. Por meio de uma parceria com a e.dams, ambas as empresas corriam juntas no campeonato de corridas 100% elétrico sob o nome de equipe Nissan e.dams de Fórmula E. Em março de 2021, a montadora japonesa anunciou seu compromisso com a era da 3ª Geração (Gen3) da Fórmula E, que terá início na Temporada 9 (2022/2023) e se estenderá até o final da Temporada 12 (2025/2026) do campeonato.

A mudança no controle do capital da escuderia e a nova estrutura organizacional passam a ter efeito imediato. Tommaso Volpe, gerente-geral da Nissan Fórmula E, também será diretor-geral da e.dams.


"Este é um momento incrível tanto para nós na Nissan, como para nossos fãs e clientes em todo o mundo", disse Ashwani Gupta, COO da Nissan Motor Co. "Estamos presentes no grid das corridas há mais de 85 anos e nosso desejo de vitória nos faz acelerar ainda mais. Quanto mais competimos, mais aprendemos e o ritmo incansável dos avanços tecnológicos que propulsionam o campeonato de Fórmula E nos proporcionará ainda mais oportunidades de transmitir estes aprendizados para o desenvolvimento de carros ainda melhores para os nossos clientes".

"A aquisição da equipe e.dams reconfirma nosso compromisso de longo prazo não apenas com a Fórmula E, mas também com o mundo dos esportes a motor como um todo. Entretanto, nossa paixão não se resume apenas às competições. Também temos paixão por proporcionar experiências inovadoras e emocionantes ao volante, demonstrando nosso compromisso com zero emissão de poluentes e soluções sustentáveis. Esta aquisição nos fortalece ainda mais em relação aos objetivos estratégicos de eletrificação do nosso negócio".


A Nissan está competindo neste campeonato mundial 100% elétrico para levar a emoção e a diversão dos veículos elétricos de emissão zero a uma plateia global e diversa. Como parte de sua meta de atingir a neutralidade de carbono em todas suas operações e no ciclo de vida de seus produtos até 2050, a Nissan pretende eletrificar todos os novos veículos comercializados até o início da década de 2030, nos principais mercados. A fabricante japonesa quer usar sua expertise na transferência de know-how e tecnologia entre as pistas de Fórmula E e as ruas, para oferecer veículos elétricos ainda melhores aos seus clientes.

"É muito bacana o fato de a Nissan assumir o controle da e.dams e isso nos faz pensar em Jean-Paul Driot que, junto com a Nissan, definiu a visão de futuro da equipe e ajudou a desenvolver nossa parceria", disse Volpe. "Desde que ele faleceu, em 2019, Olivier e Grégory Driot assumiram a direção da equipe para dar continuidade ao legado de sucesso de seu pai. Foi um prazer trabalharmos juntos e eu gostaria de agradecer pelo compromisso e apoio que eles nos deram".


"Este é um passo importante em nosso projeto de Fórmula E, a categoria máxima de competições 100% elétricas, que nos oferece uma plataforma global para engajamento dos nossos clientes, permitindo demonstrar a eles que os veículos elétricos são divertidos e emocionantes de dirigir e que a Nissan se mantém na ponta da tecnologia de veículos elétricos. Foi muito legal entrar na categoria por meio da parceria com a e.dams, em 2018. Fizemos um trabalho de equipe forte e bem-sucedido e aprendemos muito com a longa experiência deles na categoria. Temos uma fantástica equipe de competição em atividade e estamos ansiosos para aumentar nosso sucesso e experiência juntos como equipe, no início deste novo capítulo de nossa participação na Fórmula E".

Olivier e Grégory Driot também comentaram: "Temos um grande orgulho de entregar o controle da escuderia e.dams a uma empresa tão comprometida e inovadora como a Nissan. Tivemos várias discussões abertas com a Nissan nos últimos meses e decidimos que essa era a hora certa para eles assumirem o comando e dar continuidade ao legado da nossa família, assegurando o futuro de longo prazo dos colaboradores".

"Tivemos a honra de trabalhar em parceria com uma marca global como a Nissan na Fórmula E desde que nosso pai faleceu e temos orgulho de tudo o que conquistamos juntos. Queremos agradecer a todos na equipe operacional da e.dams pelo seu grande trabalho e compromisso durante todos estes anos e desejamos à Nissan tudo de melhor, não só nesta Temporada 8 como além dela".

Sobre a Nissan na Fórmula E

A Nissan estreou no Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E na Temporada 5 (2018/2019), tornando-se a primeira e única montadora japonesa a participar da categoria 100% elétrica.

Na atual Temporada 8, o veterano e bem-sucedido piloto Sébastien Buemi continua com a equipe pela quarta temporada, tendo iniciado sua trajetória com a Nissan e.dams desde que a marca entrou para a Fórmula E, em 2018. O suíço tem como companheiro de equipe Maximilian Günther, uma estrela ascendente que entrou para a equipe em setembro de 2021. O piloto alemão demonstrou anteriormente um grande ritmo no campeonato, com três vitórias em corridas e um segundo lugar no pódio.

A equipe continua a associar sua presença no campeonato 100% elétrico aos veículos de produção em série da Nissan. Buemi compete novamente com seu carro nº 23 chamado de Nissan Ariya, o mesmo nome do novíssimo crossover elétrico da montadora japonesa. Já Günther corre com o carro de número 22, cujo nome Nissan LEAF presta homenagem ao conhecido veículo elétrico da marca, que foi lançado mundialmente em 2010.

A Nissan é especialista mundial no desenvolvimento e produção de veículos elétricos que entregam experiências emocionantes. Com mais de 500 mil unidades do Nissan LEAF vendidas desde que o modelo estreou, em 2010, a Nissan empregou sua atual experiência em veículos elétricos para desenvolver seu carro de corridas de Fórmula E.

As lições aprendidas nas pistas contribuem para o desenvolvimento das próximas gerações de veículos elétricos da montadora japonesa, a exemplo do Ariya, um crossover 100% elétrico, de alta performance e cheio de estilo, lançado em 2021.

Sobre a e.dams

Com três títulos no Campeonato de Equipes, a e.dams é a escuderia de maior sucesso na Fórmula E. A equipe acumulou uma grande experiência nas corridas 100% elétricas competindo desde que a categoria foi lançada. A equipe de competições e.dams foi criada em 2014 pelo fundador da escuderia DAMS, Jean-Paul Driot, para competir na Fórmula E. Trabalhando em parceria com o tetracampeão da Fórmula 1 Alain Prost e a Renault para criar a Renault e.dams, a organização conquistou três títulos de equipes e um título de pilotos, com a vitória de Sébastien Buemi na temporada de 2015/2016.

A Nissan se tornou parceira e acionista da e.dams em 2018, no início da quinta temporada, para criar a Nissan e.dams. Em sua primeira temporada de trabalho em conjunto, a parceria rendeu seis pódios, cinco pole positions e uma vitória inaugural em Nova Iorque, com Buemi.

Na sexta temporada da Fórmula E, a Nissan e.dams conquistou mais uma pole e cinco pódios, cuja participação culminou com a primeira vitória do piloto Oliver Rowland na categoria, na penúltima rodada realizada em Berlim.

Na atual Temporada 8, Buemi está competindo com seu companheiro de equipe Maximilian Günther.








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