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quarta-feira, 4 de maio de 2022

Grupo Volkswagen Argentina anuncia novos investimentos no país hermano: US$ 250 milhões no país entre 2022-2026, renovação da picape Amarok, início da produção de motocicletas Ducati em Córdoba e projeto de localização de peças para Taos.



General Pacheco - 4 de maio de 2022. O Grupo Volkswagen Argentina recebeu em seu Centro Industrial Pacheco o Secretário de Indústria, Economia do Conhecimento e Gestão Comercial Externa da Nação, Ariel Schale; o embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli; o embaixador da República Federal da Alemanha na Argentina, Ulrich Sante; o Prefeito de Tigre, Julio Zamora, e o Secretário Geral Adjunto da SMATA, Mario Manrique. Os funcionários foram recebidos por Pablo Di Si, Chairman Executivo da Volkswagen América Latina e Thomas Owsianski, presidente e CEO do Grupo Volkswagen Argentina. 


O Grupo Volkswagen Argentina anuncia um investimento de US$ 250 milhões para a Argentina no período 2022-2026. O investimento será destinado à renovação da picape Amarok que é produzida na fábrica General Pacheco, ao início da montagem das motocicletas Ducati em Córdoba e a um projeto de localização de peças para Taos. 


Nos últimos anos, o Grupo VW investiu mais de US$ 1 bilhão na Argentina, o que permitiu a modernização da tecnologia e infraestrutura de suas plantas produtivas e uma nova planta de pintura com tecnologia única no país. Alinhado ao processo de transformação que a Volkswagen está vivendo com investimentos de mais de US$ 1,2 bilhão para a região entre 2022 e 2026, o que impulsionará a digitalização e a descarbonização na América do Sul.

 

“A Argentina é um pilar importante para a Volkswagen América Latina. Com este novo investimento, continuaremos fortalecendo nossa marca na região, com modelos cada vez mais adaptados às necessidades de nossos clientes”, disse Pablo Di Si, chairman executivo da Volkswagen América Latina. “Iniciar a montagem das motocicletas Ducati em Córdoba é uma grande alegria, pois o Grupo Volkswagen Argentina será a primeira subsidiária do Grupo VW no mundo a fazê-lo”.

 

“É um orgulho ver o crescimento e o compromisso do Grupo Volkswagen com a Argentina. Temos realizado vários dos projetos anunciados nos últimos anos que contou com investimentos na ordem de US$ 1 bilhão no país: a modernização da infraestrutura e tecnologia em nossos centros industriais, a produção e exportação da nova caixa de transmissão MQ281 em Córdoba; a nova planta de pintura com tecnologia única no país e o início da produção e exportação do novo SUV Taos em Pacheco, e o novo Centro Logístico de Fátima”, disse Thomas Owsianski, presidente e CEO do Grupo Volkswagen Argentina. “Hoje continuamos investindo no futuro do país, com renovações em nossa icônica picape Amarok que faz tanto sucesso na Argentina e em toda a região; a montagem da Ducati em Córdoba, o desenvolvimento da cadeia de valor com o projeto de localização Taos. Tudo isso é resultado do grande esforço de toda a nossa equipe de trabalho e reflexo do compromisso que temos no Grupo Volkswagen Argentina com produção, exportação e emprego nestes 41 anos que estamos presentes no país.”

 

Graças a este novo investimento, a Amarok apresentará alterações no design, segurança e tecnologia da icônica picape que a Volkswagen produz há mais de 10 anos no Centro Industrial Pacheco, tendo sido selecionada entre 60 unidades de produção do mundo para fabricar a primeira picape do Grupo a nível global. Atualmente, mais de 600 mil unidades da Amarok já foram fabricadas, sendo o modelo com maior número de unidades produzidas em Pacheco.

 

Da mesma forma, o Grupo VW Argentina iniciará a montagem de motocicletas Ducati no Centro Industrial de Córdoba, sendo a primeira subsidiária do Grupo Volkswagen no mundo. O modelo Scrambler Icon começará a ser produzido no final de 2022 para abastecer o mercado local. Este importante marco reflete o grande profissionalismo e competitividade do Grupo Volkswagen Argentina, fruto do esforço e empenho de todas as pessoas que trabalham na empresa, seus representantes e parceiros de negócios.

 

O Grupo Volkswagen Argentina está em processo de transformação graças à implementação de investimentos anunciados de mais de USD 1 bilhão para a modernização de seus dois Centros Industriais na Argentina e a renovação de seus produtos, com foco claro nas exportações. Em Pacheco, a nova plataforma global MQB A já é uma realidade, onde é produzido o novo SUV Taos, e foi inaugurada uma nova fábrica de tintas à base de água, a primeira e única fábrica do país que conta com a tecnologia Primerless + à base de água, o que permite uma economia média de 80% no consumo de água e energia e uma redução substancial nas emissões de partículas.

 

Graças a esses novos investimentos anunciados, o Grupo VW Argentina continuará a desenvolver a indústria com um ambicioso projeto de localização para o Taos, que promove um maior conteúdo local de peças e um maior compromisso com toda a cadeia de valor. Tudo isto implica um salto tecnológico ao nível do produto e do processo de produção que oferece maior flexibilidade para a produção de novos modelos, o que garantirá a sustentabilidade das nossas fábricas para os próximos anos. Após 41 anos de presença no país, a Volkswagen segue reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da indústria automotiva nacional.











Venda de importados anota em abril alta de 3,3%. Produção nacional, de 2,1%. Emplacamento de veículos importados registrou aumento de 3,3% em abril ante março de 2022; em relação a março de 2021, drástica redução de 33,2%; Já o emplacamento de veículos de produção nacional das associadas cresceu 2,1% no mês. E queda de 2,1% em relação a abril de 2021

04/05/2022 – As onze marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 5.033 unidades, das quais 1.500 importadas e 3.533 veículos de produção nacional, anotaram em abril último aumento em suas vendas de 2,5% ante março de 2022, quando foram comercializadas 4.911 unidades. Comparado a abril de 2021, a redução é de 14,1%: 5.033 unidades contra 5.856 veículos.

 
Na importação, as 1.500 unidades vendidas significaram alta de 3,3% ante as 1.452 unidades de março de 2022 e redução de 33,2% ante abril de 2021; enquanto na produção nacional – com 3.533 unidades – o aumento de vendas foi de 2,1% ante as 3.459 unidades do mês anterior e redução de 2,1% em relação a abril de 2021.
 
Com esse desempenho de abril, as marcas associadas à Abeifa fecharam o primeiro quadrimestre com total de 19.304 unidades licenciadas, 7,7% inferior às vendas dos quatro primeiros meses do ano passado. Ao separar os números de importados e unidades de produção nacional, no entanto, a disparidade ainda é marcante. Enquanto os importados amargaram baixa de 34,6% (5.405 unidades este ano x 8.264 veículos em 2021), a produção nacional apresentou performance positivo de 9,9% (13.899 x 12.649 unidades).
    
Participações – Em abril último, com 5.033 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 3,7% do mercado total de autos e comerciais leves (136.338 unidades). Se consideradas somente as 1.500 unidades importadas, as associadas à entidade responderam por apenas 1,1% do mercado interno brasileiro, enquanto as unidades nacionais, com 3.533 veículos, significaram marketshare de 2,6%.
   

Downloads, acesse:
Emplacamento por marcas - Abril 2022 (PDF) - Download
Emplacamento por modelos - Importados Abril 2022 (PDF) - Download

Emplacamento por modelos - Nacionais Abril 2022 (PDF) - Download

terça-feira, 3 de maio de 2022

Qstomize é o novo nome da Renault Tech que revela nova estratégia de pós-venda desde janeiro de 2021. Já presente com 12 unidades nas fábricas do grupo na Europa, Oriente Médio e África), a Qstomize está expandindo sua presença para 7 novos países

 


Um novo nome para representar a evolução da empresa

A Renault Tech passa a se chamar Qstomize, dando início a uma nova era. Mais internacional, o novo nome vai permitir uma expansão da divisão para além do perímetro geográfico atual, além de remeter ao seu negócio principal de expertise de transformação, personalização e customização. A nova denominação da empresa permite ampliar sua área de atuação para todas as marcas do Renault Group, da Aliança e de seus parceiros e até mesmo além do grupo.


Reafirmando o propósito de oferecer soluções automotivas 

sob medida a todos os públicos

Ao desenvolver, produzir e comercializar transformações de veículos, a Qstomize  oferece serviços associados para atender as necessidades tanto de clientes pessoa jurídica como física, respeitando os padrões de qualidade do grupo.


A Qstomize atua em quatro segmentos:

  • Veículos de passeio, tendo como foco principal os furgões, autoescolas e séries limitadas;
  • Veículos comerciais leves, com transformações pesadas como caçambas, cabines estendidas ou ainda a instalação de equipamentos profissionais;
  • Frotas de empresas, com capacidade para atender diferentes especificações técnicas;
  • Transporte de pessoas com mobilidade reduzida (PCD), uma atividade histórica que permite tornar a mobilidade acessível a todos.

 

Ampliação da linha de transformações complexas

A Qstomize vai ampliar seu catálogo de produtos, com transformações mais complexas e com ainda mais valor agregado. A Qstomize vai atuar em suas próprias unidades instaladas dentro das fábricas da Renault. Essa estratégia permite reduzir tanto os prazos de entrega dos veículos aos clientes como os custos de transporte e o impacto ambiental, como no caso do desenvolvimento de uma versão chassi-cabine do Kangoo ou ainda veículos customizados com oficinas móveis.

Sempre respondendo aos padrões de qualidade do Renault Group, o catálogo de produtos da empresa será aumentado com novas transformações, que poderão ser encomendadas pelos clientes na rede comercial das marcas do Renault Group, permitindo oferecer uma experiência completa em um único ponto de venda.

A Qstomize tem a ambição de produzir 30 mil transformações completas anualmente até 2025, contra as atuais 15 mil anuais.


Ampliação da área geográfica atendida

Atualmente, a Qstomize está presente em 12 unidades localizadas em fábricas da Renault na França, Espanha, Eslovênia, Turquia, Marrocos e Romênia. Agora, a marca vai levar sua expertise e profissionalismo aos centros logísticos de importação de países com forte potencial, com a utilização de kits de transformação prontos para montagem antes da entrega dos veículos nas concessionárias. Esta expansão internacional permitirá realizar transformações nos próprios países, atendendo as especificidades dos clientes locais segundo os padrões de qualidade do Renault Group. Até 2025, a Qstomize será capaz de atender à demanda local de conversão de sete novos países.

“Este é um dia importante para a Qstomize. O novo nome representa uma grande mudança para a divisão de pós-venda do Renault Group. Ao ampliar a área geográfica atendida e os serviços oferecidos com transformações mais complexas, vamos contribuir ainda mais tanto para a performance do grupo como para a satisfação dos nossos clientes”, declarou Hakan Dogu, Vice-presidente Mundial Sênior de Pós-Venda do Renault Group.

 

Qstomize – Números-chave

360 colaboradores

14 unidades em 6 países

213.000 veículos transformados em 2021

Cobreq leva novidades e linha premium para Autopar. Tradicional fabricante de pastilhas e lonas de freio, apresentará itens para as linhas leve, moto e pesada



Conhecida no mercado original e de reposição, a Cobreq, empresa do grupo multinacional TMD Friction e especializada em itens de fricção para veículos, nas linhas leve, utilitários, moto, pesada, estará presente mais uma vez na Autopar - Feira de Fornecedores da Indústria Automotiva, em Curitiba no estado do Paraná.

O evento, que retorna de forma presencial após a suspensão das atividades por conta da pandemia de Covid-19, acontecerá entre os dias 11 e 14 de maio, no Expotrade Pinhais, terá aproximadamente 600 expositores e a exemplo de sua última edição em 2019, deve receber a visita de mais de 56 mil visitantes.

A Cobreq aproveita a grande oportunidade de retomada de negócios e relacionamentos, levando para esta décima edição da Autopar itens para as linhas leve, moto e pesada.

Na linha leve, a novidade fica por conta de sua linha de pastilhas cerâmicas, um produto com qualidade “Premium” da marca. O diferencial dessas pastilhas é seu material de fabricação: ela é produzida em cerâmica, tecnologicamente inovadora e ecologicamente moderna, pois não possui amianto em sua composição. Já em termos de uso, sua aplicação oferece melhor desempenho, combinado com baixo desgaste de pastilhas e discos, e ainda garante melhor limpeza das rodas, sem acumulo de resíduos. Todos os itens da linha vêm com uma placa antirruído, minimizando ruídos e vibrações em todas as aplicações.

A empresa também destaca sua maior eficiência, proporcionando uma resposta mais rápida e em menor tempo na distância de parada do veículo além de estabilidade de atrito, independente da velocidade e ou temperatura.

Ainda para esse segmento, a Cobreq também terá em seu estande a linha Max Performance, especialmente projetada para oferecer pastilhas diferenciadas, com vida útil prolongada e alto desempenho em aplicações severas ou contínuas. É ideal para veículos de transporte de passageiros de cargas e longas jornadas de trabalho.

Já na linha moto, a marca levará seu portfólio dividido em quatro linhas diferentes: Street, Racing, Racing Extreme e Custom com pastilhas e patins para freios, cubos de roda, espelhos de freio, flanges de roda, discos de freio, kits e discos de embreagem, cabos de comando e fluidos para freios.

Terá também o recém-lançado Kit de Transmissão, composto por coroa, pinhão e corrente, com alta resistência ao desgaste e a corrosão. Produzidos em aço 1405, oferecem o melhor desempenho para motos até 300cc. Certificados pelo INMETRO, as peças possuem rendimento maior do que o esperado, em comparação ao requerido pela norma.

Ainda para o setor das duas rodas, a Cobreq tem como novidades as Embreagens Primárias Completas 0017-KE (Honda C100 Dream e Biz 100) e 0018-KE (Honda Biz 125), e o complemento da linha de Kits de Embreagem 0015-KE (Honda CB300 e XRE300) e 0016-KE (Honda NX4 Falcon), ainda para esse segmento de motocicletas até 400cc. Outra novidade demonstrada é a gravação do “Q” de Cobreq em baixo relevo na parte metálica dos patins, cubo, espelhos e flanges de freio, atestando definitivamente toda a tecnologia e qualidade envolvida e aplicada em todo o processo de produção do item.

Para a linha pesada, a empresa levará lonas e pastilhas de freios para caminhões, ônibus e veículos agrícolas. Desenvolvidas com tecnologia europeia e aplicadas nas principais montadoras, o amplo portfólio das pastilhas de freio para a linha pesada garante um excelente desempenho atendendo 90% do mercado brasileiro.

Os materiais aplicados na fabricação de lonas Cobreq estão preparados para atender o mercado nacional e global, são ecologicamente corretos e livres de substâncias nocivas como amianto e outros metais pesados.


Linha Textar

Além de todos esses itens, ainda será possível encontrar no estande para complementar os produtos oferecidos para a manutenção do sistema de freios, três novidades da TEXTAR, outra empresa do grupo TMD Friction: o Hydra Tec, o Cera Tec e o Fórmula XT, produtos importados, fabricados na Alemanha.

Hydra Tec é uma graxa de complexo de lítio totalmente sintética à base de óleo e de poliglicol. Foi desenvolvida para lubrificação de longa duração/vida útil de pares de metal/plástico ou plástico/plástico. A Hydra Tec é usada como lubrificante de montagem em aplicações automotivas em geral, como na lubrificação de superfícies deslizantes (superfície de trabalho do cilindro ou pistões na área das pinças de freio), que são conectadas a vedações e/ou materiais sintéticos.

Cera Tec é um lubrificante antirruído não metálico para sistemas de frenagem, altamente resistente (suporta até 1.000°C) que facilita a instalação dos freios reduzindo o ruído de atrito e protegendo contra arranhões e corrosão. Pode ser aplicado em superfícies de contato metal/metal.

Já o Fórmula XT é um limpador para o sistema de freios, que remove óleo, graxa e sujeira sem deixar nenhum resíduo. Pode ser aplicado para limpar componentes de freio, embreagem e engrenagem, motores de partida e alternadores, bombas de combustível e componentes do motor além de superfícies de vidro e metal antes da colagem.

“Estamos ansiosos para essa Feira, pois é um momento de retomada não somente do mercado mas também dos relacionamentos presenciais. Poder receber nossos clientes, distribuidores, reparadores, parceiros e amigos em nosso estande será um fator especial nesse momento. Será muito bom apresentar todas as novidades mas também rever e ter esse contato humano novamente fará toda diferença, com certeza.”, declara Raulincom Silva, Coordenador da Assistência Técnica da TMD Friction.

A Cobreq aguarda a visita de todos no estande AV5 na Rua L, com a presença da equipe de Gestores dos segmentos para atender ao público, tirando dúvidas e esclarecendo sobre produtos, serviços e aplicações.

Serviço

10ª Autopar – Feira de Fornecedores da Indústria Automotiva

Data:11 a 14 de maio de 2022

Local: Expotrade Pinhais

Rodovia Deputado Leopoldo Jacomel, 10454 - Vila Amelia, Pinhais, região metropolitana de Curitiba/PR

Horários: De Quarta à Sexta-feira das 14h às 21h

               Sábado das 9h às 16h

Entrada gratuita para profissionais do setor.

“Rio - e o Brasil - precisam de política de mobilidade para veículos elétricos”, diz associação das locadoras. Somente 1,5% do total de veículos elétricos emplacados pelas locadoras no País estão no estado



Em 2021 as locadoras superaram a marca de 3.519 mil veículos híbridos e elétricos na frota do setor (somando autos, comerciais leves, caminhões, ciclomotores, ônibus, motos e outros). Atualmente o Estado do Rio de Janeiro possui aproximadamente apenas 1,5% do total de veículos híbridos e elétricos emplacados pelas locadoras no Brasil, conforme estatísticas da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA).
 

O diretor da associação no Rio, Daniel Bittencourt, aponta que a criação de projetos que incluam o aluguel de automóveis elétricos nas frotas públicas e privadas é essencial para fazer com que, não só o estado, mas o País avance na massificação de elétricos. “Seria um passo inicial importante para o objetivo de popularizar a eletrificação”, diz.
 

Para o diretor da ABLA, se trata de uma tendência natural do uso de carros elétricos por meio de aluguel. “Não será possível uma expansão em massa sem envolver locadoras e grandes frotistas”, afirma.
 

Conforme a associação, entre os usuários, a aceitação é surpreendente. “É visível o desejo por mais sustentabilidade e isso se aplica também ao transporte, mas as locadoras precisam de volume para que possam investir com ênfase e mais rapidamente em modelos do gênero”, acrescenta o diretor.
 

Rota 2030
 

No Brasil, o Programa Rota 2030 tenta fomentar os carros eletrificados desde 2018. Mas ainda há poucos benefícios para veículos do tipo no País. “Ainda há muitos entraves. É necessário ter uma política de mobilidade específica a se seguir. Assim como incentivos para estimular a adesão. Nem tudo é questão de dinheiro, mas boa vontade em encontrar soluções”, diz Bittencourt.
 

A padronização dos conectores outro fator que, segundo o diretor da ABLA, é crucial para a massificação do carro elétrico no Brasil. “Há uma tendência natural ao padrão europeu T2, mas o mais próximo que temos hoje em dia de algo oficial é que os órgãos federais têm uma normativa que, na compra de carro elétrico, ele tem que ser nesse padrão”, explica.
 

“Contudo, carros chineses, principalmente os mais simples, que não são comercializados na Europa, utilizam um padrão chamado GB/T. E há ainda o padrão japonês, que faz necessário o uso de um adaptador”. De acordo com Bittencourt, outro ponto essencial é com relação a necessidade de eletro-postos em ambientes externos e em grande quantidade, já que o abastecimento deste tipo tende levar mais tempo que os combustíveis. “Precisa fazer parte da rotina do usuário de carro elétrico, para não atrapalhar o dia-a-dia”, finaliza o diretor da ABLA.


segunda-feira, 2 de maio de 2022

Homenagem póstuma merecida: Gilson Campos, o famoso Xerife do Galeão. Momentos marcantes de sua vida


Com uma carreira profissional brilhante, Gilson Campos passou por grandes veículos de comunicação, entre eles o Correio da Manhã. Inúmeros ex-funcionários da Infraero, parentes e amigos estiveram presentes no velório para prestarem suas últimas homenagens. Outros ainda nem souberam de seu passamento.

Casado com Dona Itália, já falecida, que participou muito de sua carreira profissional, nos deixou aos 91 anos. Era, além de um bom texto, um excelente fotógrafo, o que no jargão da imprensa, era um jornalista completo.

Gilson foi muitos anos assessor de Imprensa da ARSA, depois da Infraero, onde ganhou a alcunha de “Xerife do Galeão”, pela seriedade com que exercia sua função em todo o País.

Entre suas grandes amizades, junto a centenas de profissionais deste segmento, está o estimado e famoso jornalista Azis Ahmed.

Dona Itália e Gilson Campos. Eternas saudades no mundo da aviação e do turismo

Gilson Campos e o empresário Modesto Lopes, seu grande amigo, entregando um dos troféus Destaques do Turismo

Amigos e parentes falaram sobre o grande Gilson Campos:

Dr. Mota, advogado e amigo, Eliane, sua secretária por muitos anos e a sobrinha Joanita, que orou e falou sobre Gilson

O fotógrafo e amigo de Gilson Campos, Maurício Seidl, que veio às pressas para o velório


• Terezinha Santos – Presidente do Clube de Comunicação e conselheira do Conselho Deliberativo da ABI

“Gilson Campos está em um lugar muito especial, estou muito triste e meu coração está doendo. Desejo muita luz e sou grata por ter participado de sua jornada. Deixo aqui minha homenagem pública.
Gilson Campos, fundador do CLUBE DE COMUNICAÇÃO foi atuante até onde sua saúde permitiu. Paramos de nos ver em 2020, depois que a Itália, mulher dele, partiu. Era atuante também na ABI – Associação Brasileira de Imprensa e no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, sempre presente para contribuir com seu voto e um bom conselho. Um homem elegante e doce, muito inteligente na forma de argumentar. Não sei quantas vezes o acompanhei nas tardes para bebericar no Villarinho, onde tinha a foto dele com famosos, no mural daquele restaurante. Saíamos da ABI e caminhávamos até avenida Presidente Wilson, para encontrar os amigos. Os encontros do Clube de Comunicação, antes da pandemia, aconteciam no Beduino, onde Gilson Campos tinha amizade com a família do dono. Gilson Campos virou estrelinha. Vou sempre vê-lo cada vez que olhar para o céu! Descanse em paz, querido amigo!”

• Jornalista Arnaldo Moreira, 2º vice-presidente (Comunicação) do SKÅL Rio
“Convivi muito com Gilson, grande jornalista e um excelente assessor de Imprensa e um amigo fantástico.”

• Jornalista Adolfo Martins, empresário de comunicação
“Que notícia triste. Tive  pouco com ele, mas sempre me passou a melhor impressão de uma pessoa correta e dedicada. Estou fora do Rio, senão teria ido lá. Abraço fraterno, Adolfo.”

• Jornalista Akiko Tanabe, ex- Editora da Revista do Turismo
“Gilson, Deus o abençoe, que descanse em paz.”

• Alexandre Oliveira, jornalista, ao receber a notícia de seu passamento
“Meus sinceros sentimentos.”

• Cleber Brisis, gerente-geral do Royal Palace Hotel Copacabana
“Gilson Campos, que Deus o receba de braços abertos e conforte sua família. Um grande Homem dedicado ao Turismo.”

• Sávio Neves, secretário de Turismo do Estado do Rio de Janeiro
“Gilson era um querido amigo. Tenho muitas fotos com ele.”

• Radialista Sônia Monte, ex-apresentadora do Programa Show de Turismo, durante muitos anos, na TV Bandeirantes
“Gostava muito dele e de sua esposa, Dona Itália. Eles eram muito animados. E se amavam muito.”

• Nilo Sérgio Félix, ex-presidente da Embratur e membro do Clube do Feijão Amigo do Brasil
“Tristeza , Gilson era um Grande homem.”

• Vagner Lopes, diretor-geral da Revista do Turismo
“Uma triste notícia. O mundo perde muito com isto.”

Equipe RT

Coluna Luís Carlos Secco. O veloz e talentoso José Carlos Pace, vencedor do Grande Prémio Brasil de F1, em 1975

 


Coluna Luís Carlos Secco

Jornalista 




Um dos mais rápidos e empolgantes pilotos de sua geração, José Carlos Pace nos brindou com atuações sensacionais, desde as categorias de base e obteve vitórias e resultados que trouxeram alegria aos apaixonados por corridas de automóveis.

 

Foi um dos melhores entre os brasileiros que chegaram à Fórmula 1 com sua facilidade de se familiarizar com os carros, assimilar as características e reações e tirar deles desempenho além dos limites.

 

Pode-se afirmar que não teve a sorte de defender uma equipe de ponta, como a Lotus de Emerson Fittipaldi, e seus primeiros times foram as pobres, na época, Williams, dirigida por Frank Williams e, em seguida, a Surtees, do ex-piloto John Surtees.

 


A Williams em que estreou na Fórmula 1 em 1972 lhe deu um carro March usado do ano anterior que, naturalmente, não incorporava os avanços das outras equipes. Sabemos que a evolução dos carros é muito veloz e que um modelo do ano anterior, fica ultrapassado, muito abaixo do nível dos novos modelos.

 

Mas, como era o que tinha à disposição para chegar à principal categoria do automobilismo mundial, aceitou o desafio. Com o pior carro do campeonato, assim mesmo, obteve o quinto lugar no Grande Prêmio da Bélgica e o sexto, na Espanha, completando três pontos no campeonato. Uma façanha!

 

No ano seguinte, recebeu convite da Surtees, equipe menos pobre que a Williams, mas ainda sem o poder das grandes equipes. Com o Surtees, José Carlos Pace conseguiu terminar 7 provas. Foi décimo terceiro na França; décimo na Suécia; oitavo na Bélgica; sétimo na Holanda; quarto na Alemanha e terceiro na Áustria, o seu primeiro pódio. 

 

Na Alemanha, deu um show em Nürburgring, por ter garantido a volta mais rápida da prova que superou cinco vezes seguidas, registrando o recorde de 7 minutos, 11 segundos e 4/10, à velocidade de 190,600 km/h. No Grande Prêmio da Áustria, classificou-se em terceiro lugar e, de sobra, também fez a volta mais rápida, com 1 minuto, 37 segundos e 29/100, com a velocidade de 218,720 km/h, comprovando talento em pistas de alta velocidade.

 


Em 1974, começou a temporada na Surtees, mas na metade do campeonato mudou de equipe, passando para Brabham, conseguindo o quinto lugar na Itália e estabelecendo a volta mais rápida da prova, com o tempo de 1 minuto 34 segundos e 2/10, à velocidade de 220,891 km/h. Nos Estados Unidos fechou o ano com o segundo lugar em Watkins Glen, onde também registrou a melhor volta da prova, com o tempo de 1 minuto, 40 segundos e 608/1.000, a 194,431 quilômetros por hora. Terminou o campeonato em 12º lugar, com 11 pontos.

 

Em 1975, mantendo-se na Brabham, fez sua melhor temporada. O principal resultado foi a vitória no Brasil, com Emerson em segundo lugar, além de quarto na África do Sul; terceiro em Mônaco; quinto na Holanda e segundo na Inglaterra.

 

Além da Fórmula 1, participou do Campeonato Brasileiro de Turismo, sagrou-se campeão e venceu também a corrida 25 horas de Interlagos, pilotando um Maverick da equipe Ford.

 

O engenheiro Francisco Castejon do Couto Rosa, famoso Chico Rosa, companheiro de Emerson Fittipaldi no seu início de carreira e consultor de vários pilotos brasileiros e de outros países, ao ser inquirido sobre como analisava o piloto José Carlos Pace, justificou que seria mais respeitoso ele transmitir a definição de Enzo Ferrari, que o considerava um dos mais talentosos do mundo. 

 


José Carlos Pace sempre se destacou pela ousadia, habilidade, além da facilidade na análise das reações dos carros, que lhe permitiam transmitir as características aos mecânicos para os acertos corretos e obter o melhor desempenho. Com essas virtudes, destacou-se no Brasil, até 1967, correndo pela equipe Willys e, em seguida, da Ford onde obteve expressivas vitórias, com os berlinetas WilIys-Interlagos e depois, com os Ford Maverick.

 

Com o patrocínio da Brahma, José Carlos Pace seguiu o caminho trilhado por Emerson Fittipaldi e chegou a Londres para competir nas categorias de base, entre as quais a Fórmula 3, da qual se tornou campeão inglês, em 1970. No ano seguinte venceu o Grande Prêmio de Ímola, da Fórmula 2.

 

O primeiro convite expressivo foi da Ferrari para integrar a equipe que disputou o Campeonato Mundial de Marcas da categoria Esporte Protótipo e tive a satisfação de conviver alguns dias com José Carlos Pace e Chico Rosa com a equipe Ferrari no Autódromo de Monza.

 

Nessa convivência pude conhecer os bastidores da equipe e ouvir, do argentino Carlos Reutemann, uma crítica à decisão da engenharia da Ferrari, que os carros 312P, que pilotavam nesse campeonato, era um Fórmula 1 transformado em modelo biposto e, por ser mais leve, precisou receber a aplicação de chapas de aço como lastro para atender o peso mínimo exigido pela categoria.

 

Em dupla com Arturo Merzario, José Carlos Pace obteve a segunda posição na 24 Horas de Le Mans, a mais importante corrida do mundo na categoria. Um resultado fantástico para o Brasil pela tradição da prova.

 

Entre as virtudes de José Carlos Pace era um piloto extremamente ousado e que se destacava em pistas de alta velocidade. Por essa qualidade, mesmo com carros inferiores aos das principais equipes garantiu largada na primeira fila na África do Sul, na pole position, e também na Argentina, Bélgica, Inglaterra e Alemanha, todas pistas de alta velocidade.

 

Também estabeleceu voltas mais rápidas em corridas, como na África do Sul, Áustria, Estados Unidos, Itália e Alemanha. Imaginem o que ele teria conseguido se tivesse pilotado um carro de ponta.

 

Nossos super herois também sentem medo

 

Como repórter do Jornal da Tarde, redigi a notícia da conquista do segundo lugar em Le Mans e, em algum ponto do texto, fiz uma menção de que José Carlos Pace gostava de competir no circuito francês. Ao ler a notícia, ele ligou para mim para revelar o desconforto que sentiu em Le Mans, principalmente à noite e com chuva, para administrar um carro com velocidade próxima de 300 quilômetros por hora em meio a outros que atingem menor velocidade, exigindo muito cuidado para evitar acidente.

 

Algum tempo depois, Wilson Fittipaldi Júnior fez o mesmo comentário, mencionando a atenção que Le Mans exige na condução de um Porsche 917, ao longo de 24 horas.

 

Tenho saudade de José Carlos Pace, piloto que merecia melhor sorte esportiva. E meu filho, José Carlos guarda em suas relíquias um macacão que o Moco utilizou em suas corridas e nos presenteou como emocionante recordação.

 

Acesse nossos podcasts: https://soundcloud.com/user-645576547/o-veloz-e-talentoso-jose-carlos-pace-vencedor-do-gp-brasil-de-f1-em-1975?si=b359a35b95be4680bbb4b49219106422

 

Crédito das imagens: Arquivo da Internet

Fiat segue na liderança do mercado nacional e Pulse é o SUV mais vendido do Brasil



Pela primeira vez, marca emplaca SUV mais vendido do mês Nova Strada segue sendo o veículo mais vendido do país Fiat ocupou metade do top 10 de modelos mais vendidos do país Em mais um mês, a Fiat é líder do mercado brasileiro. Mas desta vez, conquistou um fato inédito: o Pulse é o SUV mais vendido do País, é a primeira vez que a marca conquista este feito na categoria de utilitários esportivos. Além disso, a Nova Strada segue sendo o veículo mais comercializado do país. 

No encerramento de abril, a marca alcançou 25,1% de market share, um crescimento de 3,7 p.p. em comparação ao mês anterior. Foram 34.372 unidades emplacadas, mais de 13 mil unidades à frente da segunda colocada. Todos esses números, colocam a Fiat pelo 16° mês consecutivo na liderança do mercado 

Sucesso desde que foi lançada, a Nova Strada continua sendo o veículo mais vendido do país com 7.983 emplacamentos, 5,8% de participação total de mercado e ainda bateu o seu próprio recorde no segmento, com a impressionante marca de 99,5% da fatia da categoria. Outro destaque do mês, é um feito inédito da Fiat, que pela primeira vez emplacou o SUV mais vendido do país. 

O Pulse fechou na liderança do segmento de utilitários esportivos com 5.522 unidades comercializadas e 11,2% de participação nesta categoria. Além disso, ficou em quarto lugar do ranking nacional, sendo o seu melhor desempenho desde que foi lançado. 

“O mês de abril foi especial para a Fiat, além de seguir na liderança do mercado nacional, ter o veículo mais comercializado do Brasil e cinco modelos no ranking dos dez mais vendidos do País, também fizemos história com o Pulse, foi a primeira vez que a Fiat teve um SUV no topo do segmento. O Pulse nasceu para ser uma nova referência na categoria de utilitários esportivos e, o mês de abril corou esta vocação do modelo”, afirma Herlander Zola, vice-presidente Sênior da Fiat para América do Sul. 

A Fiat ocupou metade do top 10 de modelos mais vendidos do país. O bom desempenho da marca também se estende a outros modelos, como o subcompacto Mobi na terceira posição com 5.911 unidades emplacadas (4,3% de market share), o Argo também fez bonito garantindo a sexta colocação com 5.488 emplacamentos (4,0% de market share) e a Toro fecha em oitavo lugar com 5.108 picapes vendidas (3,7% de participação de mercado). 

Em termos de segmento de mercado, a Fiat cresceu a sua participação e ainda manteve domínio na liderança de Hatches com 32,1%, aumento de 4 p.p comparado a março. O mesmo aconteceu com as picapes, 55,8% e crescimento de 1,7 p.p em relação ao mês anterior.

Márcio de Lima Leite toma posse como novo Presidente da ANFAVEA para o triênio 2022-2025, juntamente com a nova Diretoria da entidade


São Paulo, 2 de maio de 2022 - A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) realizou hoje a cerimônia de posse da nova diretoria para a gestão 2022-2025. Márcio de Lima Leite assumiu o cargo de Presidente, em sucessão a Luiz Carlos Moraes. A Diretoria passa a contar ainda com Marina Willisch como 1ª Vice-Presidente, Gustavo Bonini como Vice-Presidente Tesoureiro e Antônio Calcagnotto como Vice-Presidente Secretário.

Márcio de Lima Leite, 51 anos, é Vice-Presidente de Assuntos Jurídicos, Tributários e de Relações Institucionais da Stellantis na América do Sul. Ele está há 21 anos nesse grupo empresarial -- denominado Fiat até 2014, depois FCA (Fiat Chrysler Automóveis) a partir da fusão com o grupo Chrysler, e Stellantis desde janeiro de 2021, com a fusão da FCA com o grupo PSA. A Stellantis reúne 14 marcas, com destaque para Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e Ram.


 

Mineiro de Belo Horizonte, Márcio de Lima Leite é advogado e contador. Tem mais de 24 anos de atuação profissional no setor e vivência por quase uma década nas consultorias KPMG e Deloitte, antes de ingressar na Fiat. É mestre em Direito Empresarial e pós-graduado em Gestão Estratégica, com especialização em Finanças. Atualmente é professor convidado de pós-graduação da PUC-MG. Já foi professor da UFMG e da Fundação Dom Cabral.

 

Nos últimos cinco anos conduziu a diretoria de desenvolvimento de novos negócios, relações institucionais e gestão tributária, diretamente envolvido com a gestão dos segmentos de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e de construção, motores e componentes.

 

Nos cargos de direção que ocupou, participou ativamente de todos os movimentos de consolidação e ampliação das empresas do Grupo, e da instalação do Polo Automotivo Jeep em Goiana, Pernambuco. Na ANFAVEA, vinha atuando como Vice-Presidente desde 2017. 


“Mais do que números superlativos, nosso setor induz o desenvolvimento e traz ao país inovações tecnológicas, conhecimento técnico e estratégico, crescimento socioeconômico e uma infinidade de conquistas intangíveis. É em nome de tudo isso e da transformação da mobilidade que queremos atuar e debater os necessários avanços com todas as esferas do poder público, do setor privado e de toda a sociedade”, completou o novo Presidente da ANFAVEA, o vigésimo em 65 anos de história da entidade.

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