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domingo, 17 de setembro de 2023

No Velopark, Casagrande é primeiro piloto a marcar duas poles em 2023 na Stock Car. Campeão de 2021 repetiu o feito do ano passado, quando marcou a pole position em Nova Santa Rita (SP), e quebrou a escrita até aqui de poles inéditos no ano


Casagrande conquistou sua segunda pole na temporada e a oitava na Pro Series
(Duda Bairros/Stock Car)

Gabriel Casagrande vai vivendo um grande fim de semana até agora na Stock Car Pro Series. Com contrato renovado com a A.Mattheis Vogel para a temporada 2024, o paranaense de 28 anos brilhou na sessão classificatória para a oitava etapa do campeonato, no Autódromo Internacional do Velopark. 

Sempre entre os mais rápidos na quente tarde deste sábado (16 de setembro) em Nova Santa Rita, o campeão de 2021 registrou 56s319 em sua volta mais rápida no Q3 para alcançar um feito até então inédito neste ano: Casagrande é o primeiro piloto a marcar a pole em mais de uma etapa do atual campeonato.

Com tempo idêntico ao de Ricardo Maurício, Daniel Serra larga em 13º
(Duda Bairros/Stock Car)

Agora dono de oito poles na carreira, Gabriel conquistou a posição de honra neste ano pela primeira vez em Interlagos, na segunda etapa, em abril, quando também venceu a Corrida 1. E assim como o lendário autódromo paulistano, o Velopark também é uma pista de bom retrospecto para Casagrande: no ano passado, mesmo com 30 kg de lastro, o piloto do Chevrolet Cruze #83 marcou a pole no traçado gaúcho e triunfou na primeira prova da quinta rodada do campeonato.

Além da conquista por si só neste sábado, Casagrande marcou mais dois pontos no campeonato em razão da pole e encostou na liderança. Gabriel soma agora 173 pontos, seis a menos que o líder da tabela, Daniel Serra (Eurofarma RC).

“Muito feliz e muito satisfeito com a pole. Contente demais com o carro e só tenho a agradecer ao nosso time por me dar um equipamento excepcional mesmo depois do grande susto que a gente sofreu lá em Goiânia, entregando um carro capaz de conquistar a pole. Conseguimos! Então dedico essa primeira posição a eles.

Repetimos o feito do ano passado ao marcar a pole e espero que amanhã possamos repetir também com a vitória e marcar o maior número de pontos na etapa”, salientou o piloto.

O fato de ser o primeiro piloto do ano a marcar mais de uma pole na Stock Car também foi destacado por Casagrande. “Mostra a competitividade da categoria e também reflete a qualidade do nosso carro. Ainda enfrentamos dificuldades em algumas etapas, mas sempre que estivemos rápidos conseguimos lutar pela pole. Só agradecer à nossa equipe, e espero poder lutar por mais momentos assim”.

Gabriel Casagrande ao lado de Fernando Julianelli, CEO da Vicar
(Duda Bairros/Stock Car)

Como foi a classificação no Velopark — Casagrande foi o grande protagonista de um sábado que também teve outros bons nomes. Um deles foi o de Cesar Ramos (Ipiranga Racing), que conquistou a segunda posição no grid de largada no Velopark. 

Embalado pela pole e vitória em Goiânia há três semanas, o gaúcho foi o mais rápido do Q1 ao marcar 56s199, o tempo mais rápido da sessão classificatória desta tarde. Como nova prova do grande equilíbrio na Stock Car, os 22 primeiros ficaram separados por menos de meio segundo.

Embalado por vitória em Goiânia, Átila Abreu larga em quinto neste domingo
(Duda Bairros/Stock Car)


A segunda parte da sessão teve outro vencedor da etapa passada na primeira posição. Dono do triunfo na corrida 600 da história da Stock Car, Átila Abreu (Pole Motorsport) foi o mais rápido do Q2 e cravou 56s251. 

A definição dos demais pilotos que avançaram para a fase final da classificação foi nos milésimos: meros 0s102 separaram os cinco primeiros da tabela de tempos. Além de Átila também passaram para o Q3: Casagrande, Cesar Ramos, Guilherme Salas e Rodrigo Baptista (ambos da KTF), além de Felipe Fraga (Blau Motorsport).
Uma marca curiosa no Q2 envolveu os dois pilotos da Eurofarma RC. 

Felipe Fraga conquistou um lugar entre os primeiros do grid no Velopark
(Duda Bairros/Stock Car)


Os tricampeões Ricardo Maurício e Daniel Serra viraram exatamente o mesmo tempo: 56s536. Com o carro reconstruído depois do forte acidente na sexta-feira, Ricardinho levou a melhor sobre o companheiro de equipe por ter feito primeiro a marca e, assim, vai largar em 12º, logo à frente de Serra.


Casagrande viu sua estrela brilhar no momento decisivo e confirmou a pole no Velopark depois de fazer volta 0s065 mais rápida na comparação com seu concorrente mais próximo, Cesar Ramos. Com muito boa performance, Salas obteve o terceiro lugar do grid e vai formar a segunda fila com Fraga. Rodrigo Baptista ficou em quinto no Q3, mas o paulista vai abrir a etapa deste domingo em oitavo depois de perder três posições no grid por excesso de velocidade no pit-lane. Desta forma, Átila Abreu fecha o top-5.

Bruno Baptista (RCM Motorsport) larga da sexta posição, com Gianluca Petecof (Full Time Sports) em sétimo e Rodrigo Baptista em oitavo. Lucas Foresti (A.Mattheis Vogel) e Thiago Camilo (Ipiranga Racing) completam a relação dos dez melhores posicionados no alinhamento para a Corrida 1 em Nova Santa Rita.

Cesar Ramos lutou pela pole, mas garantiu um lugar na primeira fila
(Duda BairrosStock /Car)

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Agenda e transmissão — Em fim de semana que traz também no cronograma a quarta etapa da categoria de acesso Stock Series e a sexta rodada da Copa Shell Hyundai HB20, a Stock Car volta a acelerar no Velopark neste domingo, que tem na programação a aguardada visitação aos boxes, momento em que os fãs podem interagir com os pilotos e ganhar brindes. 

A largada da Corrida 1 da Pro Series em Nova Santa Rita acontece às 12h10, enquanto a segunda prova tem início previsto para 12h50. Cada uma das disputas terá 30 minutos mais uma volta de duração.

A Stock Car é transmitida ao vivo pela Band (TV aberta), canais SporTV e BandSports (emissoras por assinatura), canais oficiais da categoria no YouTube, Facebook e TikTok, Canal GB, do narrador Galvão Bueno (YouTube), Motorsport.tv — atingindo mais de 150 países em cinco idiomas diferentes a cada etapa —, Tribo do Gaules (Twitch) e a plataforma YouCast (para 100% dos clientes Americanet).

A Stock Car larga para a etapa do Velopark neste domingo, às 12h10
(Duda Bairros/Stock Car


Stock Car Pro Series, etapa 8, Velopark, Corrida 1, grid de largada:
1º - Gabriel Casagrande (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), 56s319
2º - Cesar Ramos (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), 56s384
3º - Guilherme Salas (KTF Racing/Chevrolet Cruze), 56s490
4º - Felipe Fraga (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), 56s528
5º - Átila Abreu (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), 56s634
6º - Bruno Baptista (RCM Motorsport/Toyota Corolla), 56s421
7º - Gianluca Petecof (Full Time Sports/Toyota Corolla), 56s438
8º - Rodrigo Baptista (KTF Sports/Chevrolet Cruze), 56s588*
9º - Lucas Foresti (A.Mattheis-Vogel/Chevrolet Cruze), 56s469
10º - Thiago Camilo (Ipiranga Racing/Toyota Corolla), 56s503
11º - Allam Khodair (Blau Motorsport/Chevrolet Cruze), 56s518
12º - Ricardo Maurício (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), 56s536
13º - Daniel Serra (Eurofarma RC/Chevrolet Cruze), 56s536
14º - Felipe Baptista (KTF Racing/Chevrolet Cruze), 56s561
15º - Rafael Suzuki (Pole Motorsport/Chevrolet Cruze), 56s586
16º - Cacá Bueno (KTF Sports/Chevrolet Cruze), 56s547
17º - Rubens Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), 56s549
18º - Ricardo Zonta (RCM Motorsport/Toyota Corolla), 56s571
19º - Dudu Barrichello (Mobil Ale/Toyota Corolla), 56s611
20º - Marcos Gomes (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), 56s653
21º - Denis Navarro (Cavaleiro Sports/Chevrolet Cruze), 56s673
22º - Julio Campos (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), 56s692
23º - Gaetano Di Mauro (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), 56s765
24º - Sergio Jimenez (Scuderia Chiarelli/Toyota Corolla), 56s796
25º - Enzo Elias (Crown Racing/Toyota Corolla), 56s921
26º - Tony Kanaan (Texaco Racing/Toyota Corolla), 56s922
27º - Felipe Massa (Lubrax Podium/Chevrolet Cruze), 56s960
28º - Nelson Piquet Jr. (Crown Racing/Toyota Corolla), 57s012
29º - Lucas Kohl (Hot Car Competições/Chevrolet Cruze), 57s124

Programação no Velopark
Domingo, 17 de setembro
08h50 – Copa Shell Hyundai HB20 – Corrida 2 (25 minutos + 1 volta)
10h10 – Visitação aos boxes
12h10 – Stock Car Pro Series – Corrida 1 (30 minutos + 1 volta)
12h50 – Stock Car Pro Series – Corrida 2 (30 minutos + 1 volta)
14h20 – Stock Series – Corrida 2 (20 minutos + 1 volta)
15h00 – Stock Series – Corrida 3 (25 minutos + 1 volta)

Classificação do campeonato após sete etapas:
1º - Daniel Serra, 179 pontos
2º - Gabriel Casagrande, 173
3º - Ricardo Zonta, 168
4º - Thiago Camilo, 168
5º - Rubens Barrichello, 165
6º - Rafael Suzuki, 159
7º - Cesar Ramos, 153
8º - Felipe Baptista, 127
9º - Gianluca Petecof, 125
10º - Nelson Piquet Jr., 124
11º - Felipe Fraga, 122
12º - Matías Rossi, 121
13º - Guilherme Salas, 120
14º - Gaetano Di Mauro, 107
15º - Bruno Baptista, 105
16º - Lucas Foresti, 102
17º - Ricardo Maurício, 99
18º - Felipe Massa, 94
19º - Allam Khodair, 94
20º - Julio Campos, 79
21º - Átila Abreu, 78
22º - Dudu Barrichello, 78
23º - Marcos Gomes 77
24º - Cacá Bueno, 75
25º - Denis Navarro, 73
26º - Sergio Jimenez, 50
27º - Enzo Elias, 39
28º - Lucas Kohl, 37
29º - Rodrigo Baptista, 20
30º - Tony Kanaan, 17
31º - Arthur Leist, 9
32º - Rafael Martins, 4
33º - Antônio Junqueira, 4
34º - Raphael Teixeira, 4
35º - Diego Nunes, 2

Mitsubishi Cup 2023: Accert Competições mantém boas posições na classificação da Outlander. Próximo desafio será no dia 21 de outubro, em São João da Boa Vista (SP)



Ribeirão Preto (SP) – Cristiano Rocha e Minae Miyauti passaram por alguns dissabores durante a quinta etapa da Mitsubishi Cup, disputada em Cravinhos, município que faz parte da Região Metropolitana de Ribeirão Preto, no interior Paulista. A Outlander Sport R da dupla da Accert Competições teve problemas mecânicos no final da primeira prova do dia e que também tirou o conjunto da largada segunda corrida. Com as intercorrências sanadas, piloto e navegadora seguiram para a terceira bateria no qual conquistaram a quarta posição.

Na tabela do campeonato, no entanto, a dupla mantém boas posições. Sem considerar descartes, Cristiano Rocha está na vice-liderança da Outlander Sport R PRO, com 429 pontos, a três pontos do primeiro lugar. Minae Miyauti detém a mesma pontuação, mas está na liderança dos navegadores da categoria. Se jogar os descartes no cálculo, a dupla da Accert fica na liderança, com 397 pontos, sendo que a diferença para a segunda colocação é de 45 pontos para a dupla em segundo lugar.

O percurso da quinta etapa contou com pisos arenosos de terra vermelha e que, devido ao clima seco, levantou muita poeira no caminho. O canavial baixo, no entanto deu condições melhores de visibilidade aos competidores.

“Quase no final da primeira prova tivemos uma queima de fusível que fez o carro apagar e não voltar a funcionar. Na segunda bateria, nós não conseguiu largar, justamente para encontrar o problema, que estava num chicote que encostava no cano de escape, dando curto no sistema. Assim que a equipe detectou e consertou, seguimos para a largada da terceira corrida. Nesta estávamos com boas parciais, andando relativamente bem, até que encontramos um outro competidor a frente que estava com problemas no rádio e, por isso, não podíamos ultrapassar e nos atrapalhando muito. O que importa é que conseguimos pontuar na etapa, com o quarto lugar, e seguramos condições para voltar a briga pela liderança. Nós temos os descartes que servem pra isso mesmo”, comenta o piloto Cristiano Rocha.



Para Minae, o dia foi difícil, mas não menos emocionante. “A prova foi divertida, muito boa e muito técnica. O objetivo daqui para frente é não perder o foco”, destaca a navegadora.

A sexta etapa do calendário da Mitsubishi Cup está marcada para o dia 21 de outubro em São João da Boa Vista, seguindo os regulamentos estabelecidos pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Todas as sete etapas da competição (três provas em cada uma) são realizadas no Estado de São Paulo. De acordo com o calendário, a competição já passou por Pirassununga, Indaiatuba e Termas de Ibirá. A fazenda do Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu, abrigou a etapa de abertura e será sede da finalíssima, prevista para o dia 25 de novembro.

Em 2023, a Mitsubishi Cup está dividida em oito categorias, de acordo com o carro e a experiência dos competidores – Outlander Sport R, Outlander Sport R Pro, L200 Triton ER, L200 Triton ER Pro, L200 Triton Sport R, L200 Triton Sport R Pro, L200 Triton Sport RS e L200 Triton Sport RS Pro.

A equipe Accert Competições, com sede em Goiânia (GO), recebe o patrocínio da Accert Transportes e Logística, Atvos Positivo, Yokohama, Omnilink, Lamesa, Ferragens Negrão, Sementes Oilema, Worker, Fueltech, Lavanderia Suprema, Café Rancheiro, Kisy Perian Moda Fitness e Audiovolks.



MITSUBISHI CUP 2023

Tabela do Campeonato Outlander Sport R Pro

(Pontos totais e pontos com descarte, respectivamente)

Até 5ª Etapa - Extraoficial

Pilotos:

1) Filipe Miranda, 432, 348

2) Cristiano Rocha, 429, 397

3) Andrey Iltis, 417, 343

4) Luis (TATO), 404, 352

5) Emerson Destro, 384, 362

6) Henry Grosskopf, 302, 254

7) Erick Sharpey, 266, 258

8) Rodrigo Noll , 245, 245

9) Gustavo Streiff, 232, 222

10) Felipe Marçal, 210, 210



Navegadores:

1) Minae Miyauti, 429, 397

2) Filipe Felix Cançado, 419, 343

3) Cadu Sachs , 404, 352

4) Sergio Avallone, 384, 362

5) Jorge Diener, 306, 256

6) Rodrigo Faiad, 269, 269

7) Erley Lemos dos Santos, 268, 260

8) Humberto Rocha, 249, 249

9) Leo Magalhaes , 206, 206

10) Jose a F Miranda, 193, 193



CALENDÁRIO 2023 – MITSUBISHI CUP

ETAPA 1 – 18/03 – Mogi Guaçu/SP

ETAPA 2 – 29/04 – Pirassununga/SP

ETAPA 3 – 27/05 – Indaiatuba/SP

ETAPA 4 – 01/07 – Termas de Ibirá/SP

ETAPA 5 – 16/09 – Ribeirão Preto/SP

ETAPA 6 – 28/10 – São João da Boa Vista/SP

ETAPA 7 – 25/11 – Mogi Guaçu/SP

sábado, 16 de setembro de 2023

Expo ABAV volta ao Riocentro e 50ª edição pode receber 40 mil profissionais de turismo de todo o mundo nos dias 27 a 29 de setembro



A partir da esq.: Daniele Maia, secretária de Turismo do Rio de Janeiro, Magda Massar, presidente da ABAV Nacional, Antônio Florêncio de Queiroz Jr., presidente da Fecomércio RJ, Gustavo Tutuca, secretário de Turismo do Estado do Rio de Janeiro e Luiz Strauss, presidente da ABAV RJ. 


Texto: Arnaldo Moreira

A ABAV Nacional comemora este ano no Rio de Janeiro, meio século de sua Feira Internacional de Turismo. Depois de 11 anos de eventos itinerantes, a 50ª edição da Expo Abav volta à cidade onde nasceu, em 2003 e pode receber 40 mil pessoas.

“A ABAV Expo é repaginada a cada ano para oferecer experiências únicas e imersivas. Para 2023 estamos construindo um fluxo de visitação inteligente, onde o visitante poderá se beneficiar da lógica no caminho que percorrerá ao longo da sua jornada pelo evento e conhecer mais e melhor.  Através desse percurso o nosso objetivo é o fomento do Turismo, tanto para quem expõe quanto para quem visita” , explica Magda Nassar, presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagens. 

Para Luiz Strauss, presidente da Abav-RJ, um lutador ferrenho para a Expo ABAV voltar ao Rio de Janeiro, numa data tão significativa para a entidade que firma e enaltece a força da cidade para o turismo, a força da união das iniciativas, privada e pública, no processo de captação da feira, além da importância do Rio para o fortalecimento do evento". 

“É um momento único, onde conseguimos ter todas as entidades reunidas em um único objetivo. A realização da Abav Expo no Rio fortalecerá não só o turismo da nossa cidade, mas também o evento, uma vez que somos o segundo maior estado que mais recebe turistas", frisou.

Expo ABAV com 100% vendida ocupará 37 mil m² do Riocentro

Um evento da magnitude e importância da Expo ABAV injeta no Rio de Janeiro uns largos milhões de reais gerados pelos cerca de 50 mil a 60 mil participantes da maior feira de turismo da América Latina. 

Na 49ª edição, em Recife, a cidade foi financeiramente beneficiada pela movimentação dos mais de 26 mil participantes do evento que gerou R$ 84,5 milhões para os cofres públicos.

A Expo ABAV carioca ocupará mais de 37 mil m² dos pavilhões 3 e 4 do Riocentro por onde deverão passar em torno de 40 mil pessoas, número que lotará a hotelaria da cidade. 

A feira da ABAV foi responsável pelo salto que o Rio de Janeiro teve em 2012 na capacidade hoteleira da cidade, quando foram criados 38 novos empreendimentos hoteleiros na Barra da Tijuca, garantindo um aumento de 12 mil novos quartos. A receita gerada pela Expo deste ano poderá chegar perto dos R$ 100 milhões.








sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Coluna Fernando Calmon





Coluna Fernando Calmon


Nº 1.268 —15/9/23




Carros básicos enfrentam

problemas para sobreviver


Desde os anos 1990 era fácil avaliar o percentual reservado a cada segmento quando um carro novo chegava ao mercado: 30% de versão básica, 50% na intermediária e apenas 20% para a versão mais cara da linha. Esses percentuais foram se alterando com o tempo e passaram para outra distribuição, consolidada a partir de escassez de semicondutores durante a pandemia de covid-19.


Agora apenas 10% são básicos, 40% a 50% intermediários e 50% a 40% de topo. Na realidade os 10% de entrada são para frotistas e locadoras. Esse cenário já não pode ser explicado pela falta de componentes. Há uma razão mais evidente. Os apertos nas legislações de segurança e emissões estão inviabilizando as chamadas versões de entrada e até a oferta de modelos mais em conta.


No mercado brasileiro só há duas opções de subcompactos no chamado segmento A: Fiat Mobi e Renault Kwid, por cerca de R$ 70.000. Várias linhas de produtos de maior porte simplesmente suprimiram a versão básica. Fenômeno agravado pelo avanço dos SUVs e crossovers, modelos mais caros e rentáveis para as marcas.

Na Europa, estudo recente da consultoria LMC Automotive mostrou a mesma tendência. 


O relatório assinado por Sammy Chan indica: “Estamos vendo uma queda acentuada no número de modelos de entrada à venda, pois os fabricantes vêm optando por não produzir carros pequenos que dão retornos financeiros menores.”


Até mesmo os SUVs que dominam o mercado europeu sofrem. Os modelos intermediários e de maior porte deixam uma margem de lucro bem melhor, o que não acontece com SUVs e crossovers compactos. E o crescimento dos VEB (Veículos Elétricos a Bateria) agrava esse cenário.


Um modelo do segmento A deixa pouco espaço para uma bateria maior. O alcance hoje já é menor que o ideal para a maioria dos usuários, agravado pelos efeitos do clima frio. Serve bem para dirigir na cidade e em viagens curtas. 


Porém desencoraja compradores que precisam de um carro pequeno para cobrir todos os tipos de uso, incluindo viagens ocasionais de longa distância com bagagem pesada.


O consultor conclui que sempre haverá demanda por modelos básicos. No entanto, pode não atrair os fabricantes para redesenvolver esse segmento, se a lucratividade não for atraente.


Por coincidência ou não o presidente da BMW, Oliver Zipse, afirmou no recém-encerrado Salão de Munique: “O segmento de automóveis básicos desaparecerá ou não será feito pelos fabricantes europeus.”


Civic Type R: caso sério de pura emoção

Não é sempre que se pode desfrutar de uma semana inteira com um automóvel tão desafiador quanto prazeroso ao volante. Embora o conservadorismo exagerado da Honda continue reinante e lá do distante Japão tenha feito um corte de 7% na potência original do motor turbo 2-litros de 320 cv para 297 cv (torque inalterado de 42,8 kgf·m), ainda sobra bastante o que apreciar neste Civic. 


Aqui a marca não revela o desempenho na aceleração de 0 a 100 km/h, mas na Europa informa 5,8 s.


Arranquei de 0 a 105 km/h (para compensar eventual erro no velocímetro) em 6 s, a melhor de três tentativas. A sensação é incrível e basta puxar a alavanca uma única vez de primeira para segunda marcha. Um engate seco e preciso, a exemplo das quatro outras marchas que se sucedem. 


O ronco instigante do motor está no nível correto ajudado por alto-falantes, como se fosse necessário. O volante forrado de camurça preta e ótima sensação tátil contrasta com o vermelho do banco concha que garante firmeza lateral e dureza aceitável para a proposta do modelo. 


Atrás o espaço é para dois passageiros.

Não há dificuldade em manter o hatch de tração apenas dianteira na trajetória correta mesmo em curvas no limite de aderência. Para isso a seleção do modo +R é a mais indicada: sacrifica o conforto de rodagem por uma boa causa. E nas reduções do câmbio manual de seis marchas (uma ode aos saudosistas) surge a providencial aceleração interina para que a operação seja livre de trancos.


As alterações não se restringem às suspensões como uma do tipo multibraço atrás. As rodas de 19 pol. foram especialmente projetadas com borda invertida que exigiram pneus específicos Michelin Pilot Sport 4S 265/30 ZR19. 


É um conjunto compatível à proposta do carro e deve-se aceitar a natural aspereza, além do cuidado em evitar buracos. De qualquer forma a Honda preferiu sacrificar o volume do porta-malas e colocar um estepe convencional.


Nada foi deixado de lado no Type R. Da aerodinâmica refinada com uma vistosa e eficiente asa traseira (sem atrapalhar um milímetro da retrovisão) aos freios a disco Brembo de quatro pistões na frente e dois atrás, além do diferencial autobloqueante.


O preço é um previsível estraga-prazer: R$ 429.990 e incluído o pacote compulsório Traffic Alert o tíquete sobe para R$ 434.900.


Concorrentes da Ranger ficaram para trás

De fato, o novo produto da Ford abriu espaço no disputado e altamente rentável mercado das picapes médias de cabine dupla. Esse segmento floresceu juntamente com o agronegócio brasileiro, mas também atrai admiradores em grandes e médias cidades e usuários de SUVs de maior porte.


Primeiro reflexo está na superioridade da Ranger não apenas em estilo e acabamento interno, mas em equipamentos como a grande tela multimídia vertical de 12,4 pol. e o potente motor V-6 diesel de 250 cv/61 kgf·m. 


A começar pelo assento do banco do motorista mais baixo que melhora a postura ao volante. Nível de ruído interno e vibrações evoluiu bastante e há o indispensável freio eletromecânico de autoimobilização, além do sistema desliga-liga o motor no para e anda do trânsito. Quem senta no banco traseiro tem acomodação melhor para as pernas.


A versão de topo avaliada Limited surpreende pelo inédito (em picapes) revestimento macio nas portas dianteiras. Há conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e recarga do celular por indução. 


Quadro de instrumentos eletrônico de 12 pol. traz todas as informações pertinentes ao uso dentro e fora de estrada, inclusive leitura das placas de trânsito de proibido ultrapassar. Senti falta de regulagem de altura do cinto de segurança.


Aceleração do motor é vigorosa e a caixa automática de 10 marchas colabora tanto para o desempenho quanto para as respostas instantâneas do acelerador. Freios e direção também se destacam na grande evolução da picape. Ótimo o acerto das suspensões: menos trepidação e inclinação nas curvas que reflete o oportuno reposicionamento dos amortecedores traseiros, agora externos às longarinas do chassi.


Pontos altos no uso fora de estrada: acionamento do modo 4x4 de forma automática sem necessidade de um diferencial central, controle de descida (HDC) com representação gráfica e calibração corretas, seletor de terrenos que funciona muito bem em especial no modo escorregadio e inclusão de um clinômetro visível no quadro de instrumentos e na tela central.


Especialistas em fora de estrada com quem conversei preferem borboletas atrás do volante para controle sequencial das trocas de marchas, além de botões dedicados para o HDC e bloqueio do diferencial traseiro, agora efetuados apenas pela tela central, mesmo tendo uma tecla de atalho no console para abrir a configuração off-road.


quarta-feira, 13 de setembro de 2023

AVIAÇÃO EM PAUTA: Azul recupera demanda de viagens corporativas // LATAM recebe primeiro Boeing 787-9 da América do Sul e retoma voo para Melbourne// LATAM retoma seu voo mais longo e prevê transportar 10 mil pessoas por ano entre Brasil e Melbourne // Flybondi volta com rota a Florianópolis e Buenos Aires, com dois voos semanais e, a partir de outubro, três

 Azul recupera demanda de viagens corporativas 


 

São Paulo, 13 de setembro de 2023 – A Azul, maior companhia aérea em número de voos e destinos atendidos no Brasil, vem apresentando uma retomada consistente das viagens a negócios neste ano. No primeiro semestre houve um crescimento de 22% na emissão de passagens aéreas para viagens a negócios - a partir de empresas atendidas por agências com perfil corporativo –, na comparação com o mesmo período no ano passado


Em agosto, outro indicador importante de crescimento também foi identificado. A demanda por passagens alcançou o mesmo patamar que 2019, sendo o primeiro mês com recuperação total após a pandemia. 

 

Um dos fatores que contribuíram com o crescimento foi a expansão das operações da companhia no aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP), que saiu de 41 para 84, em abril deste ano. “Praticamente dobramos nossa operação e, desta forma, conseguimos aumentar o número de assentos ofertados e também criar novas rotas a partir de Congonhas, que é o aeroporto que mais concentra viagens para negócios no Brasil”, afirma Antônio Américo, diretor Comercial da Azul. 

 

Além disso, Azul possui a maior malha do país, com mais de 150 destinos, chegando em cidades que são atendidas apenas por voos comerciais da companhia. “Com a Azul voando para diversos locais, temos uma procura muito grande para atender viagens corporativas, por exemplo, do agronegócio, conectando grandes polos de produção da agropecuária com centros financeiros e industriais”, explica Américo. 

 

O principal hub da companhia, o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), oferece para os Clientes corporativos da região voos diretos para mais de 50 destinos, inclusive internacionais. “É um grande diferencial, pois oferecemos mais agilidade para as empresas da região, ainda mais pelo fato de a Azul ter sido a companhia aérea mais pontual do mundo, em 2022, segundo a Cirium, empresa líder em análise de dados de aviação mundial, analisa. 

  

Para Américo, a expectativa para o segundo semestre é ainda mais otimista. “Historicamente, no segundo semestre sempre temos um aumento na procura de viagens a negócios, além disso tem também uma demanda maior para viagens para participações em eventos.. 

 

A espera pelo voo pode ser muito mais confortável 

Os Clientes TudoAzul, categoria Diamante ou portadores dos cartões de crédito Azul Infinite ou Platinum, podem aguardar os voos da Azul na Sala VIP Advantage Congonhas e também no Lounge Azul, localizado na área internacional do aeroporto de Viracopos, em Campinas. Nos espaços, os Clientes esperam os voos com toda a comodidade contam com diversas opções de comidas e bebidas. 



Azul divulga voos extras para a final da Copa Sul-Americana. A empresa adicionou uma nova rota saindo de Campinas e aumentou as frequências que partem de Porto Alegre para Montevidéu

Um clube brasileiro, seja o Corinthians ou o Fortaleza, já assegurou seu lugar na aguardada final da Copa Sul-Americana de 2023. O evento está marcado para o dia 28 de outubro, em Montevidéu, Uruguai. Em resposta ao fervor dos torcedores, a Azul, a principal companhia aérea do país em número de voos diários e cidades atendidas no Brasil, adicionou novas rotas saindo de Campinas e aumentou as frequências que partem de Porto Alegre.

Entre os dias 27 e 30 de outubro, o Aeroporto de Viracopos, o hub da Azul que recebe Clientes de todo o Brasil, terá voos especiais. Na sexta-feira, os voos partirão de Campinas às 6h05 e chegarão a Montevidéu às 8h45. No sentido contrário, haverá partida às 10h e chegada às 12h40. Uma segunda frequência sairá às 15h20 e chegará às 18h. No sábado, dia do jogo, os Clientes sairão de Campinas às 5h55 e chegarão a Montevidéu às 8h35. O retorno da aeronave será às 9h50, com chegada às 12h30. Uma segunda frequência decolará às 23h25, aterrissando em Montevideo às 2h05. Voos adicionais também estão programados para domingo e segunda-feira. Todas as operações serão realizadas por aeronaves Airbus 320 e jatos Embraer E-2 e E95.

Os Clientes que saem de Porto Alegre terão, além dos voos diários já operados pela Azul, uma opção que partirá no sábado às 10h55 e outra no domingo, decolando do Brasil às 6h e no sentido contrário, às 8h40.

Para aqueles que desejam programar a viagem com antecedência, as passagens já estão disponíveis nos canais de venda da companhia, site, aplicativo e pelo telefone oficial da Azul. "A Azul está sempre atenta aos eventos que podem aumentar o fluxo de Clientes pontualmente, em determinados lugares. Incluímos voos extras no primeiro semestre durante o Carnaval, São João e férias de julho, por exemplo. Agora, estamos trabalhando para garantir que os torcedores brasileiros consigam acompanhar o time do coração nesse momento especial. Pensamos de forma estratégica, ao abrir o mercado entre Campinas e Montevidéu, porque sabemos que essa é uma oportunidade única para conectar os apaixonados pelo futebol, que poderão partir de qualquer lugar do país, com uma experiência de viagem conveniente e emocionante", afirmou Beatriz Barbi, gerente de Planejamento de Malha da Azul.


LATAM recebe Boeing 787-9 de fábrica e se consolida como única aérea a operar o modelo na América do Sul



Aeronave veio diretamente da fábrica da Boeing em Charleston (Estados Unidos) e chegou para consolidar a posição da LATAM como o único grupo a operar o modelo em toda a América do Sul (Imagem: Divulgação LATAM)

O grupo LATAM recebeu em Santiago (Chile), o seu mais novo Boeing 787-9. A aeronave veio diretamente da fábrica da Boeing em Charleston (Estados Unidos) e chegou para consolidar a posição da LATAM como o único grupo a operar o modelo em toda a América do Sul. A nova aeronave também representa mais um avanço da companhia em sua estratégia de renovação para contar com uma das frotas mais modernas e eficientes da América do Sul, com 332 aeronaves, sendo 78 Wide Body (aeronaves de duplo corredor) e 254 Narrow Body (aeronave de único corredor) até o final de 2023.

O Boeing 787-9 conta com tecnologia avançada que permite redução no consumo de combustível e emissões de CO2 em até 30% na comparação com o modelo anterior, segundo dados da fabricante. A eficiência está relacionada à sua composição de materiais leves, motores de última geração e aerodinâmica moderna. A aeronave permite que o grupo alcance o total de 37 Dreamliners - incluindo o 787-8 - até o final de 2023.

 

"A estratégia de renovação e modernização de frota da LATAM se alinha com suas metas de sustentabilidade para ser um grupo carbono neutro até 2050. Seguimos trabalhando para complementar nossa frota atual com aviões de última geração, ampliando nossa conectividade sem abrir mão do cuidado ao meio ambiente", afirma Ramiro Alfonsín, CFO do LATAM Airlines Group.

 

vice-presidente de Vendas e Marketing para América Latina e Caribe da Boeing Commercial Airplanes complementa: "O Dreamliner apoia a estratégia de sustentabilidade do grupo LATAM ao oferecer uma eficiência de combustível e rendimento inigualáveis, ao mesmo tempo em que entrega uma excelente capacidade de rotas e maior comodidade aos passageiros. Estamos orgulhosos de seguir com nossa parceria com o grupo LATAM e permitir que a companhia conecte a América do Sul com o mundo e faça grande diferença nas comunidades onde opera".

 

A nova aeronave conta com 300 assentos e capacidade para percorrer uma distância aproximada de 14 mil quilômetros. Também dispõe de janelas maiores, compartimentos superiores espaçosos, tecnologia que detecta e neutraliza turbulências para voos mais suaves, além de sistemas de diagnóstico a bordo que permitem que o avião se automonitore e reporte automaticamente os requisitos de manutenção aos sistemas em solo.


LATAM retoma seu voo mais longo e prevê transportar 10 mil pessoas por ano entre Brasil e Melbourne. Santiago-Melbourne é a segunda rota da companhia para a Austrália e conta com 11 mil quilômetros de distância


Nova opção deve permitir que 10 mil passageiros sejam transportados anualmente entre o Brasil e a principal porta da Oceania para a América do Sul. Crédito: Divulgação LATAM


 

A LATAM acaba de voltar a operar o seu voo mais longo na rota Santiago-Melbourne, com mais de 11 mil quilômetros de distância. A nova operação na Austrália, suspensa desde abril de 2020 em função da pandemia de Covid-19, deve permitir que 10 mil passageiros sejam transportados anualmente entre o Brasil e a cidade australiana. A nova rota reinaugurada em 1º de setembro é operada três vezes por semana em aeronaves Boeing 787-9 com capacidade para 300 passageiros. Até então, a LATAM havia retomado somente a rota Santiago-Auckland-Sydney.

 

“A LATAM é a única companhia aérea da América do Sul a ter duas opções de voos entre a nossa região e a Austrália. Além da operação que realizamos diariamente para a capital australiana via Santiago e Auckland, agora teremos uma conexão Brasil-Melbourne com duração total de 22 horas”, explica Aline Mafra, diretora de Vendas e Marketing da LATAM Brasil. "Nenhuma companhia conecta o Brasil com o mundo como a LATAM e isso não é diferente no caso da Austrália, um destino multicultural muito buscado por turistas e para oportunidades de trabalho e estudo".
 

Segundo Steve Dimopoulos, Ministro do Turismo, Esportes e Grandes Eventos de Victoria, "o retorno da LATAM a Melbourne é um voto de confiança em nossa economia de visitantes, à medida que recebemos mais turistas e estudantes da América Latina e, ao mesmo tempo, impulsionamos as exportações e os empregos locais".
 

Os voos da LATAM para Melbourne decolam de Santiago segunda, quarta e sexta-feira à 0h55 (hora local) e pousam no destino às 5h30 (hora local) do dia seguinte. No sentido inverso, decolam de Melbourne terça, quinta e sábado às 12h25 (hora local), com pouso em Santiago às 11h20 do mesmo dia.

 

MAIS CONECTIVIDADE

 

Mais eficiente e competitiva, a LATAM tem investido desde 2021 para ampliar a sua conectividade de forma sustentável, e voa atualmente para o seu recorde de 55 destinos no Brasil. Desde 2021, a LATAM abriu pelo menos 11 novos destinos regionais no País: Jericoacoara (CE), Juazeiro do Norte (CE), Vitória da Conquista (BA), Petrolina (PE), Presidente Prudente (SP), Montes Claros (MG), Juiz de Fora (MG), Cascavel (PR), Sinop (MT), Caxias do Sul (RS) e Passo Fundo (RS). Em paralelo, ampliou neste ano o seu acordo de codeshare com a Voepass para oferecer em latam.com passagens aéreas para pelo menos mais 16 destinos regionais no Brasil.

 

Já no mercado internacional, a LATAM é a aérea que mais conecta o Brasil com o mundo, com voos para 90 destinos diretos e indiretos no exterior. Em 2023, a LATAM já inaugurou as rotas Brasília-Lima, Porto Alegre-Santiago, Guarulhos-Los Angeles, Santiago-Melbourne, Lima-Caracas e Guarulhos-Joanesburgo. Agora, prepara a estreia dos voos Belo Horizonte-Santiago, Florianópolis-Santiago, Lima-Aruba, Lima-Havana e Lima-Atlanta.
 

Como consequência, a LATAM lidera o setor aéreo brasileiro doméstico e internacional desde 2021, segundo a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). A companhia transporta anualmente no Brasil uma média de 30 milhões de passageiros no mercado doméstico e 3 milhões no internacional. São cerca de 700 voos por dia no Brasil, sendo 650 domésticos e 50 internacionais.





Flybondi está de volta com rota Florianópolis e Buenos Aires e já tem voos para setembro. Frequência inicial será de dois voos semanais e, a partir de outubro, de três. A low cost também conecta Buenos Aires a Rio de Janeiro e São Paulo, dois destinos de alta ocupação durante todo o ano


A Flybondi, primeira companhia aérea low cost a unir Brasil e Argentina, retomou a rota Buenos Aires-Florianópolis para setembro com dois voos semanais, aos domingos e quartas-feiras. A partir de outubro essa frequência aumentará para três voos por semana; em dezembro a conexão será diária. Já é possível encontrar passagens para voar em setembro a partir de R$ 797 e em outubro, a partir de R$ 742 - preços finais por trecho.




A Flybondi inaugurou essa rota em julho de 2019, sendo também a primeira low cost a ligar a capital de Santa Catarina à capital argentina. Graças à liberdade de voar, seu propósito fundador, mais de 120 mil passageiros já viajaram entre Buenos Aires e Florianópolis com eficiência, segurança e tarifas baixas.




“Este ano ficamos apenas dois meses sem operar a rota, o que mostra que é um destino com grande potencial além do verão. Estamos convencidos de que será uma temporada de sucesso”, disse Federico Pastori, Diretor Comercial da Flybondi.



Além de Florianópolis, a Flybondi voa para outros dois destinos no Brasil: Rio de Janeiro e São Paulo.




De acordo com o relatório da Administração Nacional de Aviação Civil da Argentina (ANAC), a companhia aérea tem uma participação de mercado regional de 5% e uma participação de mercado Brasil-Argentina de 10%.




A Flybondi possui uma frota de 13 aeronaves, 1.400 funcionários diretos e gera mais de 24 mil empregos indiretos. Voa para 17 destinos nacionais e 3 destinos internacionais, através de 23 rotas (16 domésticas de e para Buenos Aires, 4 interprovinciais e 3 internacionais).




A Flybondi em números:



Começou a operar na Argentina, em 2018, e já transportou mais de 8 milhões de pessoas


20% dos seus passageiros viajam de avião pela primeira vez na vida


Tem uma frota de 13 aviões Boeing 737-800 NG com 189 assentos de classe única


Voa para 17 destinos na Argentina: Buenos Aires, Bariloche, Corrientes, Córdoba, Comodoro Rivadavia, El Calafate, Jujuy, Mendoza, Neuquén, Posadas, Iguazú, Salta, Santiago del Estero, Trelew, Tucumán, Puerto Madryn e Ushuaia.



Atualmente voa para três destinos no Brasil: Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis


Possui market share de 21% no mercado doméstico e de 5% no mercado internacional (agosto de 2023).

 

Ford anuncia o lançamento do Mustang Mach-E no Brasil, 100% elétrico

 


  • O novo Mustang 100% elétrico chega em breve ao mercado brasileiro, na versão topo de linha GT Performance, como revela o vídeo teaser divulgado pela marca – veja aqui
  • O esportivo chega com a missão de ser o primeiro modelo elétrico vendido pela marca no país
  • O Mustang Mach-E já é um sucesso nos Estados Unidos e na Europa, onde conquistou importantes prêmios da indústria

 



A Ford confirmou que o Mustang Mach-E está perto de chegar ao Brasil, em outubro, por meio da divulgação de um vídeo teaser – veja aqui. 

O novo Mustang 100% elétrico é um dos dez lançamentos programados pela marca este ano no mercado brasileiro e um dos ícones do seu programa global de eletrificação.

A Ford já havia anunciado no final do ano passado a decisão de trazer o modelo para a região, sem no entanto precisar uma data. O esportivo chega na versão topo de linha, GT Performance, com a missão de ser o primeiro veículo elétrico vendido pela marca no país, ao lado da E-Transit, que já roda em um programa de testes com grandes frotistas da América do Sul, além da Maverick Hybrid, primeira picape híbrida do Brasil.



“O Mustang Mach-E não é só um veículo elétrico inovador, versátil e empolgante com emissões zero. Ele é um Mustang, um carro que incorpora o espírito de liberdade e o carisma do cupê esportivo mais vendido do mundo”, diz Daniel Justo, presidente da Ford América do Sul. “É mais um ícone que vem para ampliar nossa linha e abre caminho para a nova era de carros 100% elétricos, trazendo para o consumidor brasileiro toda a inovação e experiência global da marca.”

O teaser destaca a personalidade única do carro. “Ninguém esperava que o Mustang um dia seria elétrico. Mas, também ninguém esperava que um dia um elétrico seria um Mustang”. Sucesso de vendas nos EUA, onde foi lançado em 2021, o Mustang Mach-E é hoje vice-líder da categoria e já soma mais de 90 mil unidades. Na Europa, também foi muito bem aceito e superou o marco de 50.000 unidades em março. Além de conquistar importantes prêmios da indústria, o veículo recebeu nota máxima de segurança do EuroNCAP e do IIHS, entidades oficiais de avaliação de segurança veicular nesses dois mercados.

Marta Rossi: “O turismo é uma atividade que, até então, poderia ser um vagão na roda da economia, mas hoje nós somos uma grande locomotiva”. Marta e Eduardo Zorzanello falam para o Contur, na Fecomércio-RS

“O turismo é uma atividade que, até então, poderia ser um vagão na roda da economia, mas hoje nós somos uma grande locomotiva”, afirma Marta Rossi durante reunião do Contur, na Fecomércio-RS.

Em uma reunião-almoço com membros do Conselho de Turismo da Fecomércio e convidados, os CEOs do Festuris - Feira Internacional de Turismo de Gramado, Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, apresentaram a 35ª edição do evento na manhã do dia 12 de setembro.

O encontro, comandado pelo coordenador do Contur e vice-presidente setorial de Hospitalidade e Turismo da Fecomércio-RS, Manuel Suárez, e pelo vice-coordenador do Contur e também vice-presidente da Fecomércio-RS, Sérgio Cogoy, também teve a participação do secretário de Turismo do Nova Petrópolis, Rodrigo Santos, e da assessora econômica da Fecomércio-RS, Giovana Menegotto.

Com a preparação da 35ª edição a todo o favor, Marta relembrou fatos marcantes do evento para o desenvolvimento da atividade turística, principalmente no Rio Grande do Sul e em Gramado. “Sem pretensão alguma, preciso destacar que sim, nós nos diferenciamos das demais feiras de turismo. Acreditamos no potencial turístico da nossa terra, Gramado e fizemos muito mais”, afirma a empresária.

O Festuris foi a primeira feira a trabalhar a segmentação turística, a fazer o mercado entender que turismo não é apenas viagem de lazer; também a primeira feira a trabalhar inclusão e a acessibilidade; startou o trabalho com a comunidade LGBT, fazendo um chamamento para este segmento; alavancou o segmento de luxo que hoje está mais do que consolidado e, além disso, atua com ações de sustentabilidade ambiental e social, também, na comunidade local.

“O turismo é feito por pessoas e as pessoas produzem de forma igual. Ao longo desses anos fomos nos diferenciando no sentido de mostrar que o turismo é uma atividade que, até então, poderia ser um vagão na roda da economia. Mas hoje nós somos uma grande locomotiva, e o futuro, que é amanhã, está nos dando essa resposta dia a dia do posicionamento do turismo em termos de desenvolvimento econômico e social”, completa Marta.

E falando em capital humano como a chave da transformação, tema central desta edição do Festuris, Zorzanello enfatizou as experiências e as oportunidades que os participantes terão para aumentar o conhecimento. O evento acontece de 9 a 12 de novembro, em Gramado, e espera receber 15 mil participantes nesta edição, que terá 2,7 mil marcas em exposição e 40 destinos internacionais. 

“Entendemos que o Festuris se tornou um patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul, porque não tem como mensurar, por mais que a gente passe aqui os números e diga o impacto econômico, volume de negócios gerados, número de participantes, isso é muito pequeno, diante de tudo o que o Festuris proporcionou de novas oportunidades de crescimento, de desenvolvimento para tantos destinos, para tantas empresas, para tantas pessoas ao longo dessas 35 edições”, disse Eduardo finalizando a apresentação.



Em sua manifestação, o vice-presidente setorial de Hospitalidade e Turismo da Fecomércio-RS, Manuel Suárez, pontuou a relevância do Festuris. “Prazer imenso para nós recebê-los, pois vocês são uma referência do turismo brasileiro e internacional. 
É muito importante vocês nos mostrarem aquilo que nós conseguimos como conquistas, e aquele desafio que nós enfrentamos com muita sabedoria. Nós trabalhamos, não é por dinheiro, nós trabalhamos por reconhecimento social. E isso vocês têm atingido plenamente e cada vez fica melhor”, conclui.



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