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USE SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA, INCLUSIVE, NO BANCO DE TRÁS DO CARRO. CIRCULE TAMBÉM DE DIA COM OS FARÓIS BAIXOS LIGADOS. SE BEBER, NÃO DIRIJA. ULTRAPASSAGENS IRREGULARES SÃO A GRANDE CAUSA DOS ACIDENTES NAS ESTRADAS. NÃO ULTRAPASSE NUNCA COM FAIXAS CONTÍNUAS. PODERÁ CAUSAR A MORTE DE OUTRAS PESSOAS, A SUA E A DE QUEM FOR NO CARRO COM VOCÊ. TENHA PACIÊNCIA. VIAJE SEMPRE E MUITO E VISITE E CONHEÇA AS BELEZAS TURÍSTICAS DO BRASIL
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(19/07/2024) – O BYD Dolphin Mini, um mês após sua estreia, em fevereiro deste ano, virou o carro elétrico sensação do Brasil e figura entre os 10 compactos mais vendidos do país, entre todas as marcas, reafirmando o desejo dos brasileiros de ter acesso a um veículo sustentável com tecnologia de ponta, conectividade, design, autonomia de 280 km e com um preço acessível.
O modelo chegou para ser o primeiro carro elétrico de muitos brasileiros e, agora, para completar a família, estreia no mercado a configuração de 5 lugares. Atualizando o status de carro “game-changer”, o BYD Dolphin Mini ganha uma nova versão para atender às necessidades dos consumidores, mantendo o preço competitivo, de R$119.800.
Além disso o mais novo estreante da linha BYD no mercado nacional também traz consigo um dos itens de tecnologia avançada da marca mais aclamados pelos consumidores: a câmera 360º. São diversas câmeras instaladas pelo veículo que, em sua tela de multimídia podem ser visualizadas ao mesmo tempo, dando ao motorista mais segurança e conforto ao dirigir, em manobras e ao estacionar – uma comodidade oferecida pela greentech e que caiu no gosto dos brasileiros.
O mais novo membro da família BYD Dolphin Mini é construído na mesma plataforma do seu irmão de 4 lugares, a e-platform 3.0. O modelo está disponível nas cores verde Sprout Green com interior azul claro, preto Polar Night Black com interior azul escuro, Peach Pink com interior também rosa e branco Apricity White, com opção de acabamento interno azul escuro ou rosa.
48 HORAS ELETRIZANTES
Os consumidores já podem encontrar o BYD Dolphin Mini de 5 lugares nas mais de 100 concessionárias da marca em todo o Brasil. O novo 100% elétrico chega ao mercado com taxas especiais de 0,99% exclusivas da quarta edição da campanha “48 Horas Eletrizantes” que acontece nos dias 19 e 20 de julho.
Coluna Fernando Calmon
Nº 1.310 — 19/7/2024
Vendas sobem, porém
importações bem mais
O Brasil está
perdendo a batalha da balança comercial entre exportações e importações de
veículos. Nos últimos anos, desde 2015 o País sempre alcançou superávit com
destaque em 2017. Mas este ano o crescimento das importações vai superar as
exportações, segundo projeções da Anfavea. Trata-se de uma combinação
deletéria. Para manter o nível de empregos na indústria automobilística é
necessário que exportações compensem importações. Se o balanço for
superavitário, melhor ainda.
No fechamento do
primeiro semestre deste ano na comparação com igual período do ano passado a
produção total de veículos leves e pesados subiu apenas 0,5%. Passou de 1,132
para 1,138 milhões de unidades. De janeiro a junho de 2024 as exportações caíram
28,3% e importações subiram bem mais: 37,7%. O resultado pífio deu-se em
contraste com o firme aumento de vendas internas (varejo e atacado; leves e
pesados), na soma de veículos nacionais e importados, que subiram 14,6%.
Na realidade o aumento das importações — nada contra isso,
contudo de forma prudente — deu-se em razão de carros elétricos e híbridos,
além de concentradas em marcas chinesas. Híbridos convencionais e plug-in (somados
4,5%) e elétricos (2,9%) ainda representaram parcela muito pequena das vendas
de veículos leves no primeiro semestre deste ano.
No entanto a Anfavea defende uma volta imediata do imposto
de importação de 35% para veículos elétricos e híbridos, sem o escalonamento em
curso de 2024 a 2026. Será difícil o governo voltar atrás sobre o estabelecido.
A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes
de Veículos Automotores (Abeifa) reúne hoje 10 marcas entre as 50 que atuam no
mercado brasileiro de veículos leves, pesados e máquinas, sem incluir motos.
Marcelo de Godoy, presidente da Abeifa, afirma que “medidas protecionistas ou
barreiras alfandegárias artificiais são sempre ineficazes e prejudiciais a toda
a cadeia automotiva”. Mesmo discurso simplista de sempre. Ele tem razão num
ponto: “Além disso, poderá prejudicar as relações com um parceiro comercial
importante para o Brasil como a China”.
A BYD é, de longe, a
maior associada da entidade em vendas, no primeiro semestre: 32.572 unidades, 71%. GWM vendeu menos, porém não se
associou. Mas o otimismo extrapola. A chinesa já previu comercializar 120.000
unidades este ano e depois corrigiu para 100.000. Só que a Abeifa projeta 94.000
veículos emplacados das 10 marcas em 2024. Uma das duas estará errada.
Novo lançamento da GM incluirá versão híbrida básica
O primeiro dos
produtos incluído no plano de investimentos de R$ 1,2 bilhão para modernização
da fábrica de Gravataí (RS) será, como esperado, um SUV compacto inédito que terá
como base o Onix, ou seja, menor do que o atual Tracker. O novo modelo está
previsto para 2026. O que se antevê é uma versão híbrida flex básica com
alternador e motor de arranque integrados, além de uma pequena bateria
auxiliar.
A GMB se convenceu,
ao sondar clientes, que passar direto para carros elétricos no Brasil vai
demorar em razão do preço alto e de uma rede de recarga incompleta. Um híbrido
pleno para veículos maiores, a exemplo de Tracker, Montana, S10 e Trailblazer, deve
chegar numa segunda etapa.
Fábio Rua, vice-presidente
da GM, afirmou que o novo produto (não adiantou que se tratava de um SUV) está
sendo desenvolvido pela engenharia da empresa, líder mundial para este projeto.
Será exportado para países da América do Sul e México. No Brasil vai mirar,
principalmente, no Kardian, Pulse e, em breve, no modelo equivalente da VW.
Outra atualização
esperada, segundo o site Autos Segredos, é a injeção direta de combustível no
motor a combustão interna. Até agora a Chevrolet era uma das poucas marcas a manter a injeção
multiponto no duto de admissão por achá-la uma solução de menor custo e
suficiente. Porém, o tempo mostrou que se trata de uma mudança viável e
necessária aos olhos do mercado. Deve estrear já neste novo SUV.
No total a empresa
americana investirá R$ 7 bilhões no Brasil entre este ano e 2028 na renovação
de seus modelos, introdução de tecnologias avançadas e agregação de novos
negócios.
BYD avança com híbrido plugável Song Pro
SUV de porte médio da fabricante chinesa tem a seu favor o estilo
atraente e o conjunto motriz. O sistema híbrido plugável a gasolina também é um
recurso vantajoso que se reflete em baixo consumo de combustível. Todavia, o
alcance médio declarado de até 1.100 km refere-se à antiga norma europeia NEDC
abandonada por pouco refletir a realidade e caiu em desuso a partir de 2017.
Sem sentido continuar a citá-la.
Pela norma brasileira NBR 7024, revista e utilizada pelo Inmetro, o
alcance médio é de 780 km, mas na prática pode ser um pouco melhor com bateria
totalmente carregada e tanque de 52 litros cheio.
Por outro lado, uma característica bem interessante informada pela BYD é
a eficiência térmica de 43% do conjunto comparável aos melhores motores a
diesel. O Song Pro, na versão GS de topo que dispõe de uma bateria maior (18,3
kW·h), entrega 235 cv e 43,8 kgf·m ao combinar, segundo a fábrica, um motor a
gasolina de 98 cv e 12,4 kgf·m ao elétrico de 197 cv e 30,6 kgf·m. Bom lembrar
que torque combinado tecnicamente não pode ser medido em aplicações em um mesmo
eixo, embora BYD insista.
Aceleração de 0 a 100 km/h em 7,9 s comprova desempenho muito melhor do
que o Corolla Cross híbrido não plugável limitado por seu motor flex de apenas
101 cv (etanol)/14,1 kgf·m associado a um motor elétrico 72 cv e 16,6 kgf·m com
potência combinada de somente 122 cv.
Isso ficou claro na primeira e curta avaliação pelas ruas de São Paulo.
O SUV chinês tem ótimo desempenho. Mas ao partir da imobilidade há um certo
atraso na resposta do acelerador, sem aquela reação fulminante dos elétricos.
Impressiona o silêncio a bordo com os vidros dianteiros de dupla camada para
isolamento de ruído. Porém, ao rodar em asfalto irregular ou passar por
lombadas falta o acerto fino das suspensões.
Também se destaca pelo espaço interno com distância entre-eixos de 2.712 mm, pouco menor que a do Song Plus. Os passageiros no banco traseiro, além do assoalho plano, contam com regulagem do encosto. Bancos dianteiros são confortáveis e o do motorista tem regulagem elétrica (só no GS). O porta-malas oferece 520 litros, mas não inclui estepe e perde espaço devido a uma maleta contendo carregador portátil.
SÃO CAETANO DO SUL – A General Motors está preparando uma série de veículos elétricos de altíssima tecnologia. O primeiro a estrear no Brasil é o Chevrolet Blazer EV, um SUV projetado desde a sua concepção para ser um esportivo premium zero emissão.
O principal diferencial dessa geração de veículos com a tecnologia Ultium está na modularidade da plataforma, desenvolvida especificamente para veículos elétricos. Por ser flexível, pode ser aplicada em diferentes configurações de carroceria e com um conjunto customizado de motores, modos de tração e módulos de baterias.
Estas baterias, aliás, são outro grande destaque da plataforma. Elas possuem uma composição química mais avançada para maior capacidade de armazenamento de energia, proporcionando maior autonomia dos veículos, maior velocidade de recarga e maior durabilidade, permitindo assim uma experiência de recarga muito mais rápida e conveniente aos usuários.
A plataforma Ultium foi desenvolvida pela GM para eletrificar os carros do futuro ao promover um grande salto tecnológico em mobilidade sustentável, reafirmando o compromisso da empresa em acelerar a descarbonização.
Projetada para uso global, a tecnologia Ultium oferece a flexibilidade e a modularidade ideal para atender os principais mercados onde a empresa atua. No formato de placas verticais, as células ajudam a aproveitar o máximo de espaço em cada módulo, que podem ser enfileirados na horizontal para carros mais baixos (carros e crossovers) ou na vertical para carros mais altos (picapes e grandes utilitários) no assoalho da plataforma – o que traz vantagens em aproveitamento de espaço da carroceria e na distribuição mais uniforme de peso entre os eixos.
“Aqui está uma das razões pelas quais esta nova geração de veículos elétricos da GM conta com um design marcante, performance acima da média, autonomia elevada e pacote de equipamentos generoso. Outro benefício da tecnologia Ultium é a possibilidade de projetar veículos com mais de um motor, diferentes tipos de tração e eficientes sistemas de regeneração de energia”, explica Plínio Cabral, diretor de Engenharia Elétrica da GM América do Sul.
Em relação às atuais opções de propulsores, destacam-se os de 180 kW (245 cv) e de 255 kW (347 cv), que podem equipar individualmente os carros ou de maneira combinada, inclusive com um motor assistente de tração de 62 kW (84 cv) para agregar potência, dependendo da aplicação.
A base da plataforma Ultium é totalmente selada, com as baterias compondo a parte inferior da estrutura. Além de reforçar essas regiões críticas de proteção para os ocupantes, ter as células enclausuradas como parte do chassi aumenta ainda mais a segurança dos módulos e do sistema elétrico de alta tensão. Sem contar demais benefícios, como melhor dirigibilidade e estabilidade do veículo.
A nova geração de EVs da GM também tem um sistema de construção simplificado por conta da menor quantidade de componentes e conexões, aumentando ainda mais a confiabilidade do sistema. Todo o gerenciamento das baterias é feito através de tecnologia wireless, reduzindo o peso total do veículo e melhorando ainda mais sua eficiência energética.
A plataforma Ultium ainda integra tecnologias avançadas e inteligentes de software, como conectividade de dados de alta velocidade e atualizações over-the-air. Isto permite uma experiência de conexão aprimorada, incluindo atualizações remotas de software, melhorias futuras, personalização de modos de direção e recursos de segurança avançados.
Tudo isso sem abrir mão da sustentabilidade, já que as baterias Ultium podem ser recicladas, pois utilizam materiais e técnicas de construção que permitem maximizar o reaproveitamento de seus materiais e dos metais nobres, otimizando seu ciclo de vida e reduzindo muito o impacto ambiental.
Novo patamar
No caso do Blazer EV que será lançado no Brasil, a configuração de baterias do SUV da Chevrolet será a mais completa disponível para o modelo, composta por 12 módulos com capacidade total de 102 kWh. O veículo tem autonomia de 481 km, conforme medição do Inmetro – o que traz tranquilidade para viagens longas sem necessidade de carregamento durante a viagem.
As baterias Ultium são produzidas nos Estados Unidos, em fábricas com capacidade equivalente a 100 gigawatts-hora em baterias a cada ano. Os métodos produtivos e a nova composição de matérias-primas foram aprimorados de forma significativa para aumentar a carga que essas baterias podem preservar, bem como para reduzir os tempos de recarga e, inclusive, obter um custo otimizado de produção. Esses fatores agregam benefícios diretos para o cliente.
Para o Chevrolet Blazer EV, a velocidade de recarga é de até 22 kW (AC) e 190 kW (DC). Essa velocidade de recarga é 3,5 vezes maior quando comparada a veículos elétricos de gerações anteriores.
Conforme já anunciado, o Chevrolet Equinox EV será o próximo SUV elétrico equipado com a tecnologia Ultium no Brasil. Seu lançamento está previsto também para o segundo semestre deste ano. Mais detalhes sobre os dois produtos serão compartilhados em breve.
Não canso de me empolgar com o automobilismo esportivo brasileiro e acredito que, em breve, voltaremos a ter pilotos disputando o título nas principais categorias internacionais.
O esporte motor nacional volta a receber a importante, veloz e bonita categoria de esporte protótipos, a FIA WEC, com a Rolex 6 Horas de São Paulo.
Depois de uma década, 37 supercarros, 19 Hypercars, 18 LMGT3 e quase 110 pilotos estiveram em Interlagos, na quinta etapa do Campeonato Mundial de Endurance, que trouxe de volta as Ferrari e os Porsche, assim como nas Mil Milhas Brasileiras dos anos de 1970. E não foram somente as Ferrari e Porsche, mas Toyota, Alpine, Cadillac, Peugeot, BMW, Lamborghini, McLaren, Aston Martin, Lexus e tantas outras marcas que despertam o interesse a fascinam os apaixonados por carros.
Agora temos Fórmula 1, Fórmula E e FIA WEC. Falta somente voltarmos a receber uma etapa da MotoGP, mas creio que com a Liberty no comando da categoria de duas rodas, o Brasil terá mais chances de estar no calendário.
A etapa do WEC, realizada neste final de semana, em Interlagos, reuniu os protótipos de competição, denominados HyperCars, e os carros esportes, identificados como LMGT3. Os HyperCars e os LMGT3 são tão importantes como a Fórmula 1 e o brasileiro Raul Boesel é o único a conquistar um título mundial.
O que me chamou a atenção, causou surpresa e, uma certa decepção, foi a participação de apenas dois pilotos brasileiros nessa importante corrida, Augusto Farfus e Nicolas Costa. Augusto Farfus pilotou o BMW M4 LMGT3, da equipe WRT, e está na luta direta pelo título mundial e ocupa o terceira colocação do campeonato, a 26 pontos do trio líder da tabela. O carioca Nicolas Costa faz seu ano de estreia no FIA WEC, já liderou corridas como em Le Mans e terminou em quarto lugar, com uma McLaren 720S Evo LMGT3, da equipe United Autosports.
Digo isso porque, pela paixão que desperta nos brasileiros, poderíamos ter mais pilotos competindo, visto que em Le Mans, realizada há um mês, foram seis brasileiros disputando e, no passado, sempre tínhamos nossos pilotos disputando as provas de Fórmula 1, Fórmula 2 e outras categorias realizadas em Interlagos.
Outra surpresa que me entristeceu foi a Ferrari. Depois de tantos anos longe das pistas nacionais nessa categoria e da recente vitória em Le Mans, esperava ver os carros vermelhos (ou mesmo o amarelo de Robert Kubica) disputando a vitória, como na prova francesa.
Pelo menos para mim, é muito mais empolgante ver uma Ferrari brigando com um Porsche do que assistir os Toyotas dominarem amplamente a prova, sem serem incomodados. Imagino como ficaram os Ferraristas que estavam em Interlagos curtindo a prova com as suas Ferraris...
Somente as quinta e sexta posições, atrás de dois Toyota e dois Porsche.
Por outro lado, um fato que me emocionou foi a conquista da pole position ou da Hyperpole pelo trio feminino de Sarah Bovy, Rahel Frey, Michelle Gatting, pilotando um Lamborghini Huracan Evo rosa, da equipe Iron Dames.
Quanta saudade não senti dos tempos de Lella Lombardi, na Fórmula 1, e de Lula Gancia e Graziela Fernandes, na época das provas de endurance e de tantas outras brasileiras como Cristina Rosito e, mais recentemente, Bia Figueiredo, Bia Martins e Bruna Tomaselli.
Esse é outro desafio que a CBA vem vencendo com maestria com o Girls on Track Brasil, programa premiado e reconhecido internacionalmente, criado para atrair e despertar o interesse de mulheres para o automobilismo. Em breve teremos também brasileiras disputando os títulos mundiais.
O FIA WEC 2024 ainda terá 3 provas este ano,- Estados Unidos, no dia 1º de setembro, Japão, em 15 de setembro, e Bahrain, no dia 2 de novembro, e a disputa está aberta nas duas categorias Hypercar e LMGT3.
Acesse nossos podcasts clicando aqui.
Crédito das imagens: Divulgação FIA WEC/Divulgação Iron Dames
O Metrô do Rio de Janeiro sugere diversos passeios em pontos turísticos da cidade usando esse transporte, mas precisa ter mais cuidado com os equipamentos das estações, principalmente as escadas rolantes que com muita frequência deixam os passageiros na mão, obrigados a usar as escadarias normalmente bem altas, o que não se justifica diante do alto custo da passagem de R$ 7,50.
Para quem está programando passar as férias na cidade do Rio de Janeiro, seja morador ou turista, não vão faltar opções de passeios gratuitos e em contato com a natureza, principalmente neste período de recesso escolar.
Com objetivo de garantir a diversão da criançada, o MetrôRio apresenta um roteiro com algumas dicas de lugares gratuitos para visitação, que vai além das praias próximas às estações da região da Zona Sul, por exemplo.
Que tal uma pedalada na Lagoa Rodrigo de Freitas ou no Aterro do Flamengo, fazer um piquenique ao ar livre na Quinta da Boa Vista ou uma caminhada pela orla do Centro, na região do Porto Maravilha?
No site www.metrorio.com.br, você pode planejar a sua viagem, conferindo opções de trajetos, entre outras informações importantes para a sua mobilidade pelo sistema metroviário carioca.
Confira seis dicas de passeios para curtir o Rio de metrô:
Boulevard Olímpico: um dos legados das Olimpíadas de 2016, o local abrange toda a orla do Centro: do Porto Maravilha, passando pela Praça Mauá até a Orla Conde. Nesse trecho há a Pira Olímpica, o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio (M.A.R), a roda gigante, o AquaRio, entre outras opções de lazer.
Para chegar à Pira Olímpica, por exemplo, os visitantes podem descer na estação Uruguaiana e seguir pela Avenida Presidente Vargas em direção à Praça da Candelária. A Tocha Olímpica, um dos símbolos dos Jogos Olímpicos, fica na Rua Primeiro de Março. Para conhecer os outros lugares da redondeza, basta fazer uma caminhada pela orla.
Quinta da Boa Vista: perfeita para um piquenique com toda a família, o espaço é um dos maiores parques urbanos da cidade. Com cerca de 155 mil metros quadrados de área verde, a Quinta da Boa Vista, localizada em São Cristóvão, foi residência da Família Real e conta com vários jardins, grutas artificiais, quadras poliesportivas, além de abrigar o zoológico do Rio e o Museu Nacional, que está em reforma.
Para chegar ao parque, desça na Estação São Cristóvão, que fica em frente ao parque. O endereço é Avenida Pedro II, sem número. O horário de funcionamento é das 6h às 18h, e a entrada é gratuita.
Parque Guinle: localizado em Laranjeiras, na Zona Sul, o espaço é perfeito para quem quer turistar. Além de ter uma área verde de tirar o fôlego, o Parque Guinle tem diversos lugares para piquenique, parquinho com vários brinquedos para os pequenos e um lindo lago com muitos patinhos.
Abriga ainda o Palácio das Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio, e fica na Rua Paulo César de Andrade, com entrada pela Rua Gago Coutinho. Para chegar ao Parque Guinle é bem fácil. É só descer na Estação Largo do Machado do MetrôRio e caminhar uns cinco minutinhos.
Lagoa Rodrigo de Freitas: com uma paisagem maravilhosa e encantadora, o cartão-postal fica às margens das avenidas Epitácio Pessoa e Borges de Medeiros, no bairro Lagoa, e reúne diversos atrativos, como o pedalinho, o Parque da Catacumba e o Parque dos Patins.
O lugar é perfeito para uma pedalada com as crianças, um piquenique ou sessões de contação de história, entre outras atividades. Para chegar à Lagoa Rodrigo de Freitas de metrô, o passageiro pode embarcar em uma composição do sistema, descer na Estação Cantagalo e caminhar em direção à Avenida Epitácio Pessoa ou descer na Estação General Osório e seguir pelo acesso E (Lagoa).
Jardim do Museu da República: localizado no bairro do Catete, o espaço é um lugar lindo e opção de passeio obrigatório para as crianças. Isso porque o Museu da República, conhecido como Palácio do Catete, transborda cultura, com cinemas, café, várias exposições e eventos literários, além de um lindo jardim com lago, esculturas, gramado e muitos bancos para ler um livro ou conversar. O museu fica ao lado da estação do Catete do metrô e muito pertinho do Aterro do Flamengo.
Aterro do Flamengo: com vista para os pontos turísticos mais famosos do Rio, como o Pão de Açúcar e o Morro da Urca, o espaço é uma ótima dica de lazer, pois há opções para todos os gostos. Entre elas piqueniques, andar de bicicleta, caminhar ou jogar bola em uma das quadras esportivas.
O parque, que abriga ainda o Museu de Arte Moderna do Rio (MAM Rio), fica na Avenida Infante Dom Henrique, sem número. Aos domingos, o trânsito é bloqueado aumentando ainda mais o espaço da área de lazer. A melhor opção para chegar ao Aterro do Flamengo é de metrô, basta descer na estação da Glória ou Largo do Machado e caminhar cerca de 10 minutos.