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terça-feira, 15 de julho de 2025

Coluna Minas Turismo Gerais do Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira



Stock Car será em Curvelo


Os hotéis, pousadas, restaurantes e toda cadeira produtiva do turismo de Curvelo estão reunindo para receber na semana da corrida que movimenta a cidade e a região com as equipes e pilotos da Stock Car, além do grande número de turistas que acompanham as corridas pelo Brasil.

Após ser retirada de Belo Horizonte e transferida para Cascavel, a quinta etapa da Stock Car Brasil 2025 voltou para Minas Gerais.  A Vicar, organizadora da competição, anunciou que as provas agendadas para os dias 16 e 17 de agosto serão em Curvelo, região Central do estado, a 150 Km da capital mineira.

Circuito dos Cristais

Conforme a empresa, a decisão foi tomada durante reunião dia 11 de julho com as equipes da categoria. Segundo a Vicar informou em comunicado, a ideia é manter a variedade de locais que recebem a BRB Stock Car

"Após ponderações nesta sexta-feira, visando manter a diversidade de circuitos no calendário, equipes e organizadores consideraram que Curvelo seria o local ideal para a rodada dupla — com provas no sábado, dia 16, e domingo, 17 de agosto. A etapa de abertura do TCR Brasil Banco BRB e a sétima rodada do TCR South America Banco BRB também serão realizadas naquelas datas em Curvelo", informa o comunicado da Vicar.


A Stock Car BH 2025 foi cancelada no dia 7 de julho. A informação foi divulgada pela Vicar, organizadora da Stock Car Brasil, por meio de comunicado oficial. O BH Stock Festival afirma que a não realização da Stock Car BH 2025 nos dias 15, 16 e 17 de agosto em BH se deve a uma ação do Ministério Público Federal (MPF). O órgao enteou com um processo pedindo a suspensão da corrida no entorno do Mineirão,

"Apesar de não haver evidências de impactos ambientais relacionados à realização do BH Stock Festival 2024, o Ministério Público Federal permanece pedindo a suspensão das vendas de ingressos no processo judicial movido", afirmaram os organizadores do evento, em nota.

"Além de sua importância cultural, o BH Stock Festival traz benefícios significativos para Belo Horizonte: impacto socioeconômico; geração de empregos, renda e novos investimentos; estímulo à economia local; atração de turistas e fortalecimento de negócios regionais; Belo Horizonte como destino turístico; consolidação da cidade como referência nacional e internacional; projeção global; visibilidade internacional de Belo Horizonte, com transmissão ao vivo para 157 países, destacando o Mineirão e a Pampulha – patrimônio da UNESCO", argumentou.

Também segundo o BH Stock Festival, "os ingressos adquiridos serão válidos para a nova data que será anunciada. O reembolso será assegurado aos que não puderem participar do evento e a política de devolução do valor pago será publicada nas redes sociais do BH Stock Festival em breve".

Vale do Peruaçu é reconhecido pela UNESCO  como Patrimônio Natural Mundial da Humanidade



                                foto:Marcelo Barbosa

O Vale do Peruaçu, localizado no Norte de Minas Gerais, foi oficialmente reconhecido como Patrimônio Mundial Natural da Humanidade pela Unesco no dia 13 de junho, com essa conquista, Minas Gerais passa a ser o estado brasileiro com o maior número de bens reconhecidos pela Unesco, totalizando seis títulos mundiais: Ouro Preto, Congonhas, Diamantina, Conjunto Moderno da Pampulha, o Queijo Minas Artesanal e agora, o Vale do Peruaçu.


                                               foto:Marcelo Barbosa

O estado abriga ainda a Reserva da Biosfera da Cordilheira do Espinhaço, a cidade de Belo Horizonte como Cidade Criativa da Gastronomia, o Geoparque de Uberaba, e os sistemas tradicionais de cultivo de Sempre-Vivas no Vale do Jequitinhonha, reconhecidos como Patrimônio Agrícola Global.

                                   foto: Leo Bicalho


Para celebrar essa conquista, o Governo de Minas Gerais realizou, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, no domingo festivo em  homenagem à região que se consagra pela importância global de um território onde natureza, ancestralidade e cultura se entrelaçam em formações geológicas monumentais, arte rupestre milenar e modos de vida profundamente conectados à terra.

                                       foto: Leo Bicalho


“O título da Unesco é um reconhecimento ao valor universal do Peruaçu e ao trabalho conjunto do povo mineiro. Hoje, o mundo reconhece a grandiosidade de um território que sempre foi sagrado para nós, mineiros”, afirma o governador Romeu Zema.


                              foto:Marcelo Barbosa

Ações integradas de promoção turísticas - O Governo de Minas já desenvolve um plano integrado para a promoção do turismo na região, com foco em turismo de base comunitária, realização de press trip, participação em feiras, capacitação de turismo de natureza, formação de guias locais, incentivo à economia da criatividade e preservação ambiental participativa.

A conquista do título fortalece ações como o projeto Caminhos do Norte de Minas, o Afromineiridades, o programa TEM – Turismo, Experiência e Mineridade, e a integração à Estrada Cênica da Cordilheira do Espinhaço.

                  foto: Leo Bicalho

“A consagração do Peruaçu como Patrimônio Natural da Humanidade é um marco civilizatório para Minas e para o Brasil, e é também a oportunidade de ampliar o turismo sustentável e transformar o Norte de Minas num destino internacional de natureza e ancestralidade”, ressalta o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

                                                foto: Leo Bicalho


Minas: liderança nacional na proteção do patrimônio - O título internacional reconhece também o esforço de Minas Gerais na preservação ambiental e valorização de seus territórios culturais. Em 2024, foram investidos R$ 150 milhões para reestruturar sete parques naturais, com destaque para o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. As ações incluíram sinalização ecológica, sistemas de energia solar e comunicação, além de reforço nas trilhas, centros de visitantes e fiscalização.

Essa conquista soma-se a outras recentes lideradas pelo Governo de Minas, como o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade para o Queijo Minas Artesanal, consolidando o estado como referência global em cultura, natureza e sustentabilidade.

                                              foto:Marcelo Barbosa


“Essa conquista é fruto de uma política ambiental séria e integrada, que alia preservação da biodiversidade, valorização dos povos tradicionais e compromisso com o futuro.

                                              foto: Leo Bicalho


O Peruaçu é exemplo mundial de conservação e educação ambiental, e agora também será símbolo de orgulho e desenvolvimento para a região”, acrescenta a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, Marília Melo.

O presidente da Associação dos Sindicatos Rurais do Norte de Minas, Astério Itabayana Neto, também destaca a importância do reconhecimento para a região.

“Essa é uma conquista de muitas mãos que pode servir de estímulo ao diálogo construtivo entre todas as partes interessadas, sempre em busca da aliança entre a proteção do patrimônio natural e o respeito aos direitos legítimos de quem vive e produz nesta terra. Que ela traga mais visibilidade, desenvolvimento sustentável e respeito à nossa gente e à nossa história”.

                          foto: Leo Bicalho

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva, reforça a oportunidade que o título “O reconhecimento da Unesco aumenta a visibilidade local, coloca nosso estado em um novo patamar e fortalece ainda mais a oferta de experiências e empreendimentos turísticos na região”, destaca também o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.

Alerta para regras de bagagem de mão no avião



 A cena é mais comum do que se imagina: a fila para o embarque se forma, os passageiros colocam seus pertences nas bandejas, mas algo interrompe o fluxo. Uma mala é barrada no raio-x por conter um item proibido, o que faz o processo levar mais tempo do que o previsto.

Com a chegada das férias de julho e a previsão de mais de 1 milhão de passageiros circulando pelo BH Airport, situações como essa ganham ainda mais importância.

Para garantir a segurança e a fluidez no atendimento, o aeroporto reforçou equipes, implementou um embarque rápido para viajantes com apenas um item, mas também faz um alerta aos passageiros: atenção ao que pode e não pode levar a bordo é essencial para uma jornada tranquila.


De janeiro a maio deste ano, já foram mais de 3 mil toneladas de itens recolhidos nos canais de inspeção do BH Airport. São objetos cortantes ou perfurantes, como canivetes e facas; explosivos e inflamáveis, como aerossóis; ou contundentes, como martelos, pesos de ginástica e até pedras. 

Outro item muito comum no BH Airport é a cachaça artesanal, produto típico de Minas Gerais e levado com frequência como uma lembrança do estado. Mas, muitas vezes, ela não atende aos critérios da Anac para o embarque doméstico: deve estar em recipiente lacrado, com até 1 litro e teor alcoólico entre 24% e 70%. Já produtos como o queijo, por exemplo, são permitidos no embarque nacional.

O COO do BH Airport, Rodrigo Côrtes, destaca a importância de os passageiros conhecerem a lista de itens proibidos na bagagem de mão. Isso é possível por meio da consulta junto às companhias aéreas ou, ainda no site da Anac.

“Temos trabalhado continuamente para tornar a experiência do passageiro cada vez mais fluida. Hoje, 99% dos nossos passageiros passam pela inspeção de segurança em até 5 minutos, um desempenho que nos coloca como referência em eficiência no país. Mas é essencial que os passageiros façam sua parte: seguir as regras e preparar corretamente a bagagem é um passo importante para manter esse ritmo ágil e seguro”, afirma.

Ele lembra que, embora o processo possa parecer rigoroso para alguns, são exatamente esses cuidados que fazem da aviação um dos meios de transporte mais seguros do mundo. “Cinco minutos na fila representam muito pouco diante da segurança que garantimos aos passageiros no nosso terminal”, completa. Segundo o COO, o embarque rápido implementado no terminal também já está fazendo a diferença: o fluxo prioritário para passageiros com apenas um item torna o fluxo ainda mais dinâmico e diminui o tempo de espera no procedimento.

Principais itens proibidos na bagagem de mão

  • Armas de fogo ou similares: pistolas, revólveres, rifles, réplicas, airsoft, paintball, bestas e estilingues.

  • Objetos cortantes ou perfurantes: facas com lâmina maior que 6 cm, tesouras grandes, estiletes, navalhas, lâminas soltas, espadas, instrumentos multifuncionais com lâmina.

  • Ferramentas e instrumentos contundentes: martelos, pés-de-cabra, furadeiras, serras, tacos esportivos, porretes, bastões.

  • Aerossóis e inflamáveis: sprays, isqueiros tipo maçarico, líquidos como gasolina, etanol e derivados.

  • Substâncias químicas e tóxicas: alvejantes, cloro, baterias com líquido corrosivo, venenos, material radioativo ou infeccioso.

  • Explosivos ou itens de risco: munições, fogos de artifício, réplicas de explosivos, granadas, detonadores, botijões de gás.

Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende a cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pelo Grupo CCR, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil. 


O café, que por séculos esteve intrinsecamente ligado à história e à economia do Brasil, segue firmemente enraizado no cotidiano dos brasileiros, mantendo seu peso tanto nas exportações quanto no consumo interno.

Em Minas Gerais, essa paixão se traduz em um mercado de cafeterias que não apenas prospera, mas se consolida como um vibrante espaço de convivência e interação social.

Após um período desafiador, o setor de cafeterias demonstra uma notável recuperação. Em 2023, 51% dos brasileiros voltaram a frequentar esses estabelecimentos, um salto significativo em relação aos 9% registrados em 2021.

Essa retomada reforça a relevância das cafeterias no hábito de consumo da bebida, posicionando-as como o terceiro principal local de consumo de café. Os dados são da Pesquisa de Hábitos e Preferências do Consumidor de Café - 2023, do Instituto Axxus e da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

"As cafeterias são hoje muito mais do que apenas um local para tomar café", afirma o economista Henrique Monteiro Braga. "Elas se tornaram verdadeiros pontos de encontro, onde as pessoas buscam não só a qualidade da bebida, mas também o ambiente agradável, o modo de preparo diferenciado, a possibilidade de interação social e comodidades como Wi-Fi e energia. Essa busca por uma experiência completa impulsiona o crescimento do setor", completa.

Cafeterias em Minas Gerais: Um setor em plena efervescência 

Em Belo Horizonte, essa tendência é ainda mais evidente. Em 2024, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais – Rais, do Ministério do Trabalho e Emprego sobre o ano de 2024, a capital mineira já conta com uma ampla e variada rede de cafeterias, acompanhada de perto essa onda de valorização.

Com 7.582 estabelecimentos registrados e ligados ao setor, as cafeterias estão na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) como “lanchonetes, casas de chá, sucos” ou “restaurantes e similares”. Com base nessas categorias, é possível analisar informações sobre a remuneração média, o número de vínculos formais de trabalho e a quantidade de estabelecimentos.

A força do mercado de cafeterias mineiro se manifesta também na geração de empregos. O setor emprega uma quantidade relevante de pessoas, tendo experimentado um aumento consistente de vagas formais nos últimos anos, com destaque para o período de 2021 e 2022, que marca a retomada das atividades pós-pandemia.

A remuneração média no setor em Belo Horizonte também tem crescido consistentemente, com um pico em 2022, ano da retomada, seguido de um ajuste no ano seguinte e novo crescimento no último ano, atingindo R$1.565,55 em 2024, demonstrando a valorização dos profissionais da área.

 No cenário nacional, o consumo de café continua forte. Em 2024, o Brasil bateu 21,9 milhões de sacas consumidas internamente, um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

Desde 1996, o consumo total praticamente dobrou, com alta de quase 97%, e o consumo por pessoa também subiu, em torno de 50% no mesmo período. Isso demonstra que o café continua sendo um hábito cada vez mais presente e relevante na cultura brasileira. 

foto: Lucas-Peroni_FecomércioMG


"Minas Gerais, como maior produtor de café do país, tem um papel fundamental nesse cenário", destaca Mário Arthur Brandão de Sousa, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte.

 foto: Lucas-Peroni_FecomércioMG

“O estado se destaca na produção nacional, sendo o maior produtor, com mais de 28,1 milhões de sacas produzidas no ano de 2024, segundo dados do IBGE. Minas Gerais possui uma liderança absoluta na produção de café, impulsionada por fatores como condições climáticas favoráveis, altitudes elevadas, tradição, conhecimento técnico-científico e investimento em tecnologia. A rica tradição mineira do café com o tradicional pão de queijo mineiro se une à diversidade de grãos e ao conhecimento técnico-científico dos produtores, impulsionando a qualidade e a variedade das cafeterias que encontramos por aqui."  - Mário Arthur Brandão de Sousa, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte.

 

Minas Gerais é seguido pelo estado do Espírito Santo (14,8 milhões de sacas), São Paulo (5,6 milhões de sacas), Bahia (4,1 milhões de sacas) e Rondônia (2,8 milhões de sacas) como os maiores produtores de café do Brasil. O sucesso do Brasil em relação ao café não se restringe apenas ao consumo interno. O país se consolida como líder absoluto na produção e exportação do grão no cenário global. Em 2024, o Brasil bateu recorde, exportando cerca de 50,6 milhões de sacas e movimentando mais de R$ 12,5 bilhões entre janeiro e novembro. Isso confirma o Brasil como referência mundial tanto em volume quanto em valor. Os Estados Unidos, Alemanha, Bélgica, Itália e Japão são os cinco maiores importadores do café brasileiro.


Analisando as exportações mensais de café no Brasil em 2024, é possível observar que em determinado período houve um crescimento da receita de maneira desproporcional ao aumento das exportações. Esse aumento da receita decorre de um aumento significativo no preço do café. Apesar de a maioria dos consumidores ainda adquirir café em supermercados (63%) e atacarejos (25%) para consumo em casa, a valorização das cafeterias é um movimento claro. Os mineiros, e os turistas que visitam o estado em busca da rica gastronomia local, encontram nas cafeterias um espaço que celebra a cultura do café e a experiência de consumo.

 O mercado de cafeterias em Minas Gerais está em plena efervescência, com um futuro promissor impulsionado pela paixão do brasileiro pelo café, pela busca por novas experiências e pela consolidação da cultura cafeeira como parte indissociável da vida social e econômica do estado.


Aeroservice atende mais de 11 mil clientes

Com atuação nos maiores aeroportos brasileiros e foco na excelência do atendimento personalizado, a Aero Service encerrou o primeiro semestre de 2025 com um total de 11.947 passageiros atendidos. O mês com maior movimentação foi junho, com 3.070 atendimentos, impulsionado especialmente pelo início da alta temporada de intercâmbios e férias escolares.

O crescimento expressivo no número de atendimentos é resultado direto da consolidação da Aero Service como referência em assessoria aeroportuária e transporte executivo de alto padrão.



O Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU) segue como o principal ponto de operação da empresa, concentrando a maior parte dos atendimentos, graças à sua relevância como hub internacional e porta de entrada para diversos intercambistas, executivos e passageiros que buscam uma experiência livre de burocracias.

Equipe da Aero Service

Dentre os serviços oferecidos pela empresa destacam-se a assessoria no embarque e desembarque que inclui recepção na saída da aeronave ou na entrada do aeroporto, acompanhamento até o despacho de bagagens, auxílio na obtenção de cartões de embarque e etiquetas, suporte para retirada das malas e, quando necessário, acesso à sala VIP. É uma solução ideal para intercambistas, jovens viajando sozinhos, idosos, executivos e estreantes em viagens internacionais, oferecendo segurança, agilidade e conforto em todas as etapas do processo.

A empresa também se destaca no serviço de transporte executivo. Além da excelência logística, o diferencial da Aero Service está no acolhimento humanizado e na capacidade de transformar a experiência de viagem em algo fluido, confortável e seguro. A empresa também oferece serviço “porta a porta”, unindo transporte executivo com Meet & Assist integrado, desde o embarque no carro até o embarque na aeronave — e o mesmo no retorno.



Atualmente a Aero Service está presente nos principais aeroportos do país, como Guarulhos, Congonhas, Viracopos, Galeão, Santos Dumont, Brasília, Salvador, Recife, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Florianópolis, Confins, Goiânia e Natal.

Mais informações: www.aeroservice.tur.br ou (11) 2382-6089


Voar com crianças exige atenção à documentação



 Com o aumento da movimentação durante o mês de julho, impulsionado pelas férias escolares, o BH Airport reforça a importância de atenção à documentação necessária para o embarque de crianças e adolescentes.

A expectativa é que mais de um milhão de pessoas passem pelo terminal neste mês, sendo que muitos deles são famílias que aproveitam o recesso das aulas para passearem com os pequenos.

Para viver esse momento tão esperado com tranquilidade é essencial trazer os documentos certos, que podem ser bem diferentes de acordo com o tipo de voo, a idade do passageiro e a companhia dele.

“Julho é um mês marcado por muitos embarques, seja para viagens em família, entre amigos ou coletivas das escolas. Estamos preparados para esse aumento na demanda, com reforço das equipes e estrutura adequada para atender com agilidade e segurança. Mas parte da tranquilidade do embarque depende do próprio passageiro, especialmente no que diz respeito à documentação de crianças e adolescentes. A orientação é se planejar com antecedência para evitar contratempos”, destaca Fabiano Reis, Gestor de Operações, Segurança e Experiência do Passageiro do BH Airport.

Para viagens dentro do Brasil, crianças de até 11 anos e 11 meses acompanhadas dos pais, responsáveis legais, avós ou parentes maiores de 18 anos até terceiro grau (como irmãos ou tios), podem embarcar com certidão de nascimento ou documento oficial com foto (RG ou passaporte), além de um documento que comprove o grau de parentesco com o acompanhante.

A partir dos 12 anos, só são aceitos documentos oficiais de identificação com foto, como RG ou passaporte. A certidão de nascimento não é mais válida para embarques nacionais nessa idade. Se a criança ou adolescente viaja desacompanhado ou com terceiros autorizados pelos responsáveis, é necessária uma autorização de viagem com firma reconhecida em cartório ou por meio da Autorização Eletrônica de Viagem (AEV).

Nas viagens internacionais, os responsáveis devem apresentar o passaporte válido do menor. Caso apenas um dos pais acompanhe, é necessário levar também a autorização do outro genitor com firma reconhecida. Para viagens com terceiros, é obrigatória a autorização de ambos os responsáveis legais.


Os modelos de autorização estão disponíveis no site do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no portal da Polícia Federal. Em caso de dúvidas, o passageiro pode buscar orientações no Juizado da Infância e da Juventude, localizado no primeiro pavimento do BH Airport.

Enquanto espera o voo - O BH Airport também oferece espaços pensados para o bem-estar de quem viaja com crianças.


O terminal oferece áreas kids com brinquedos temáticos no saguão e na sala de embarque, além de um terraço panorâmico com vista para a pista, que encanta passageiros de todas as idades e traz um verdadeiro espetáculo de pousos e decolagens.

Coluna Minas Turismo Gerais @sergiomoreira63 Jornalista Sérgio Moreira informações para sergio51moreira@bol.com.br


domingo, 13 de julho de 2025

BYD avança em vendas pelo Brasil, conquista novos mercados e é líder em mais de 100 municípios em junho. Greentech mantém a liderança nacional tanto em EVs quanto nos híbridos e comprova: o brasileiro abraçou de vez a eletromobilidad






A BYD, greentech líder global e nacional em eletromobilidade, se consolidou no top 3 no varejo em municípios de todas as regiões do Brasil e chegou ao primeiro lugar em 104 localidades em junho, com destaque para capitais como Maceió (AL), Brasília (DF) e Porto Velho (RO). 

No ranking nacional, a companhia ficou na 5ª posição, com 7.685 emplacamentos e 8,7% de market share – mesmo em um cenário econômico adverso para o setor no mês.

Ao considerar a soma de varejo com as vendas diretas, a BYD continuou no top 10, na 9ª posição do ranking geral, com 8.163 carros emplacados e 4,2% de market share

Os carros mais emplacados da marca em junho foram:
BYD Dolphin Mini (1.913);
BYD Song Plus (1.619);
BYD Dolphin GS (1.240);
BYD Song Pro (1.010);
BYD King GL + GS (797).

“O fato de a BYD aumentar a quantidade de cidades em que lidera o mercado pelo interior do Brasil mostra que é acertada a estratégia de crescimento da nossa rede de concessionárias e de como o brasileiro acredita e cada vez mais aposta na nossa marca. A capilaridade é essencial para estarmos onde há demanda. A nossa meta é alcançar, até o final do ano, o marco de 250 concessionárias”, comenta Alexandre Baldy, vice-presidente Sênior da BYD do Brasil e Head Comercial e Marketing da BYD Auto.

LÍDER ABSOLUTA ENTRE OS ELÉTRICOS

A BYD já é referência nacional quando o assunto é carro elétrico e isso se deve à sua ampla linha de modelos de sucesso. Em junho, os modelos BYD ocuparam da primeira à sexta posição entre os 100% elétricos. O protagonista de vendas foi o BYD Dolphin Mini, com 1.913 unidades emplacadas no período.

Os modelos BYD Dolphin GS, BYD Yuan Pro, BYD Seal e BYD Dolphin Plus fecharam o top 5 do ranking de EVs em junho de 2025, reforçando o protagonismo da BYD e a vanguarda da marca na eletrificação da frota brasileira.

A cada dez carros elétricos nas ruas, oito são da BYD. Em junho, a participação no mercado foi de 77,2% de participação nesse segmento, com 4.475 veículos vendidos. A cada dia, mais brasileiros são impactados pela eletromobilidade.


LÍDER TAMBÉM ENTRE OS HÍBRIDOS

Entre os híbridos, de acordo com os dados da ABVE, a liderança da BYD também se consolida. No segmento PHEV (híbridos plug-in), a marca conta com três modelos no top 5. Foram 3.688 carros vendidos no sexto mês do ano, o que significa uma fatia de 37,5% ou 4 a cada 10 veículos.

Em junho, o BYD Song Plus, recém-lançado em nova versão, voltou a ocupar o primeiro lugar, posição que vinha sendo ocupada por outro SUV da família Song, o BYD Song Pro.

Agora na linha 2026, com visual e features atualizados, o BYD Song Plus emplacou 1.619 unidades e continua sendo aclamado pelos consumidores por seu design impactante e pacote completo de equipamentos. O BYD Song Pro alcançou 1.010 unidades emplacadas no mesmo período. Em 4º lugar está o BYD King, com 797 carros.

BYD: LÍDER BRASILEIRA E LÍDER GLOBAL

A BYD, além de liderar o mercado de eletrificados no Brasil, também segue isolada na liderança do mercado global de veículos eletrificados. Em junho, foram vendidos 382.585 elétricos e híbridos. O crescimento em 2025 em comparação ao mesmo período do ano passado já ultrapassa os 33%, totalizando a marca de 2.145.954 carros vendidos.

SOBRE A BYD

A BYD é líder global em carros movidos a nova energia - elétricos e híbridos plug-in. Há mais de 10 anos no Brasil, também se destaca pela produção de componentes eletrônicos, painéis solares e soluções de armazenamento de energia. 

A empresa opera fábricas em Campinas (SP) e Manaus (AM) e, em 2024, deu início à construção do Complexo de Camaçari, na Bahia, que abrigará o maior complexo fabril da companhia fora da Ásia. A BYD ainda é responsável pelo projeto do monotrilho da Linha 17 – Ouro do Metrô de São Paulo (Skyrail). 

Em 2024, a greentech vendeu 7 em cada 10 veículos elétricos e 1 em cada 4 híbridos no Brasil, conquistando a 10ª posição no ranking geral de vendas de carros de passeio no País. 

Com a missão de diminuir a temperatura da Terra em 1°C, a BYD é pioneira na transição para uma economia de baixo carbono, alinhando suas operações ao Pacto Global da ONU e liderando a revolução sustentável no setor automotivo.

VAMOS BEBER VINHO, ETC. & TAL // Confira cinco sugestões de comidas e vinhos para entrar na vibe do Dia do Rock // Guarulhos recebe a 6ª edição do Sparkling Festival Wine Experience // Vinicola Terras Altas de Ribeirão Preto lança o Cabernet Sauvignon Amplitude 25

 

[Laki Petineris/ Estúdio Gastronômico]

Confira cinco sugestões de comidas e vinhos para entrar na vibe do Dia do Rock


Sommelière do Grupo Wine fala sobre cultura gastronômica e subgêneros da música para fazer horários regulares de pratos e vinhos


Para além das guitarras e dos solos marcantes, o rock também pode ser celebrado à mesa. Em homenagem ao Dia do Rock, comemorado em 13 de julho, Thamirys Schneider, Sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo , preparou uma seleção especial de pratos e vinhos inspirados em diferentes vertentes do gênero musical, do blues nostálgico ao indie criativo, passando pelo rock clássico e até o dançante rockabilly.


"Assim como o vinho, o rock tem múltiplas expressões. Pense em harmonizações que combinem com a identidade de cada estilo, seja pela intensidade, pela ousadia ou pela história por trás de cada prato", comenta o especialista.



  1. Rosbife estilo Nova Orleans para amantes do Blues


O blues é um gênero musical de origem afro-americana que surgiu no sul dos EUA no final do século 19, início do século 20, e influenciou muitos gêneros musicais, como jazz, R&B, soul e o rock'n'roll. Entre suas variações, é o blues rock que mistura elementos de ambos os estilos. A escolha do Roast Beef Po'boy, um sanduíche tradicional de Nova Orleans, região do Delta do Mississippi, é uma homenagem às origens do blues. O sanduíche é feito com carne assada fatiada bem fina ou desfiada, servido em pão francês local, generosamente regada com molho espesso feito dos próprios sucos da carne, conhecido como detritos molho . Costuma vir “vestido”, ou seja, com alface, tomate, picles e maionese. Suculento e farto, é um símbolo da comida de rua da Louisiana.


Para harmonizar, opte por tintos com corpo médio, taninos sedosos e com paladar longo para acompanhar a explosão de sabores desse sanduíche, como o estadunidense Apothic Red 2021.


https://www.wine.com.br/prod29682.html


  1. Risoto ai Funghi Porcini para celebrar o estilo indie


Indie é uma abreviatura de "independente" em inglês. Esse estilo de rock caminha de forma independente da indústria musical mainstream, valorizando a originalidade e as desvantagens. Na cozinha, a pegada Indie encontra-se na criatividade e no convite ao DIY (“faça você mesmo”, em português, faça você mesmo), explorando receitas fora do convencional. A sugestão de prato para curtir este estilo de música é um risoto ai funghi porcini, um clássico da culinária italiana feito com arroz arbóreo cozido em caldo de legumes e enriquecido com funghi porcini, um cogumelo selvagem muito aromático e saboroso.


Para harmonizar com o risoto, opte por um vinho também inusitado, de projetos diferenciados e regiões pouco conhecidas, tintos com boa acidez, aromas complexos, taninos macios e toque terroso. A indicação é o italiano Tenuta Sant' Antonio Scaia IGT Veneto Corvina 2021.


https://www.wine.com.br/vinhos/tenuta-sant-antonio-scaia-igt-veneto-corvina-2021/prod30583.html


  1. Bife ancho com batata rústica para ouvir um rock clássico


O classic rock é caracterizado pelo som mais enérgico e intenso, com guitarras distorcidas e uma rítmica forte. Para uma boa harmonização rock'n'roll gastronômica, vale apostar em pratos mais estruturados, como o bife ancho com batata rústica e azeite de ervas. O prato tem tudo a ver com o estilo musical, uma vez que o bife ancho é um corte nobre de carne bovina, suculento e marmorizado, muito apreciado por sua maciez e sabor intenso. Uma refeição simples, robusta e cheia de sabor.


Para uma boa harmonização, vale apostar em tons mais intensos, com estrutura tânica marcante e grande concentração frutada. As sugestões é o chileno TH [Terroir Hunter] DO Valle del Maipo Cabernet Sauvignon 2022 .


https://www.wine.com.br/vinhos/th-terroir-hunter-do-valle-del-maipo-cabernet-sauvignon-2022/prod30793.html


  1. Bife Wellington para quem curte um bom rock progressivo


O rock progressivo é conhecido por sua complexidade musical, composições que fogem das estruturas tradicionais do rock, mesclando compassos, ritmos e texturas. O Bife Wellington é um prato que traz diferentes texturas, ingredientes, sabores e grande complexidade, além de um longo preparo - os fãs de rock progressivo entendem que o tempo é crucial para a apreciação. O Bife Wellington é um prato clássico da gastronomia britânica que combina sofisticação e sabor. Consiste em um filé mignon selado e coberto com duxelles (uma pasta de cogumelos finamente picadas e refogados), presunto cru (como parma ou serrano) e, por fim, envolto em massa folhada, que é assada até ficar dourada e crocante.


Para harmonizar, opte por tintos também complexos em aromas e sabores, mais volumosos e longos no paladar. A sugestão é o chileno Vertice Limited Edition Valle de Apalta 2021.


https://www.wine.com.br/vinhos/vertice-edicao-limitada-valle-de-apalta-2021/prod30556.html


  1. Club Sandwich para uma noite de rockabilly


Um dos primeiros subgêneros do rock and roll, o rockabilly mistura rock, R&B e música country, o que faz com que tenha ritmo forte e dançante. O club sandwich remete à época dos anos 1950, década que surgiu o rockabilly no sul dos Estados Unidos. Contém três camadas de pão de forma tostado e recheios generosos. Tradicionalmente, leva frango ou peru fatiado, bacon crocante, alface, tomate e maionese, podendo incluir também queijo.


Este prato mais leve tem tudo a ver com um vinho rosé versátil, alegre e refrescante, até porque, depois de muito dançar, nada melhor do que uma bebida refrescante. Sem contar que o rosé é um vinho curinga, com boa estrutura para acompanhar vários tipos de sanduíche. A recomendação é o espanhol Esteban Martín DO Cariñena Garnacha Rosado 2024.


Promoção exclusiva de pré-venda às cegas para o Meeting Festuris 2025



Algo começa a se revelar.

As cortinas do Meeting Festuris 2025 estão entreabertas.

Por trás delas, um novo amanhã nos espera, e você pode ser um dos primeiros a vivê-lo.

Prepare-se!

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Será inesquecível. Inspirador. Transformador.

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A pré-venda abre dia 14/07, os ingressos são limitados.














sábado, 12 de julho de 2025

Salão do Automóvel de São Paulo terá pista indoor para test drives. Em uma área de 14 mil metros quadrados, o Drive Experience deve receber mil testes por dia. A pista foi projetada para modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4X4

 

Tela de jogo de vídeo game  Descrição gerada automaticamente com confiança média

 

31ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo anuncia a estreia do Drive Experience , espaço exclusivo para test drive de veículos. Em uma pista indoor inédita com 14 mil metros quadrados, os visitantes terão a oportunidade de testar os principais lançamentos do mercado entre modelos a combustão, híbridos, elétricos e 4X4. O principal evento automotivo da América Latina está de volta e vai acontecer entre os dias 22 e 30 de novembro, no Distrito Anhembi, em São Paulo .

O circuito, que vai ocupar mais de um pavilhão, conta com uma longa reta de 160 metros, projetada especialmente para sentir a potência dos motores, além de exercícios práticos como slalon, frenagem, entre outros . A expectativa da RX, empresa organizadora da exposição, é realizada 10 mil testes no percurso que foi inspirado no Salão de Detroit.

“O Drive Experience reforça o objetivo de trazer mais interatividade para o novo Salão, que se consolida como uma plataforma de inovação e relacionamento direto entre marcas e público”, afirma Thiago Braga Ferreira, gerente executivo do Salão Internacional do Automóvel. “Além de conferir os mais recentes lançamentos, o visitante pode vivenciar uma experiência automotiva sem igual”, complementa.

Projetado para receber mil testes por dia em voltas com até 10 minutos de duração, o espaço contará com cerca de 40 modelos das marcas expositoras. Totalmente modernizado para receber o evento, o Distrito Anhembi oferece um ambiente climatizado com sistemas de exaustão preparados para esse tipo de atividade. “Contratamos uma equipe para produzir um laudo preliminar atestando a eficiência do sistema de exaustão e ruído para garantir a segurança e conforto dos visitantes”, explica o gerente executivo do evento.

 

Novidades da Edição 2025

O evento terá ainda um espaço exclusivo para modelos super premium. O Dream Lounge deve receber mais de 70 carros, entre McLaren, Ferrari, Porsche, Lamborghini e Aston Martin. O espaço será organizado em parceria com a Motorgrid Brasil, considerado o maior grupo de proprietários de supercarros da América Latina e que reúne mais de quatro mil membros.

Outra atração que também estreia de 2025 é o Memória Sobre Rodas, realizado em parceria com o Complexo Dream Car de São Roque. Pensado para os amantes de carros antigos, vai exibir 10 modelos raríssimos selecionados entre os mais de 100 exemplares disponíveis no acervo do museu.

"Vem muita novidade por aí que vamos anunciar nos próximos meses. Com certeza essa edição estabelecerá um novo padrão de interatividade tanto para o público quanto para a indústria", conclui Thiago Braga Ferreira.

 

31º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo

De 22 a 30 de novembro de 2025 – Distrito Anhembi – São Paulo/SP. 

Mais informações: www.salaodoautomovel.com

Toyota celebra 3.000.000 de veículos produzidos no Brasil. Unidade histórica é um Corolla Cross XRX híbrido flex pleno fabricado em Sorocaba (SP)

 Marco histórico: Toyota do Brasil acaba de produzir o seu carro de número de 3 milhões em quase 70 anos de história no Brasil


São Paulo – A Toyota do Brasil acaba de alcançar um marco histórico: a produção de 3 milhões de veículos no país. O feito reforça a sólida trajetória da empresa, construída ao longo de quase sete décadas, e reafirma seu compromisso de longo prazo com o desenvolvimento da indústria automotiva brasileira, com a inovação tecnológica e com a geração de valor para a sociedade.
 

“O marco de 3 milhões de veículos produzidos é um reflexo direto da dedicação dos nossos colaboradores, da confiança dos nossos clientes e da parceria dos nossos concessionários e fornecedores. Esta conquista reforça a relevância da operação brasileira e o nosso compromisso contínuo com o país e com o futuro da mobilidade na região”, afirma Evandro Maggio, presidente da Toyota do Brasil.
 



A unidade histórica de número 3.000.000 é um Toyota Corolla Cross XRX híbrido flex pleno que deixou a linha de produção da unidade de Sorocaba (SP). O modelo, que combina a robustez de um SUV com a confiabilidade da Toyota, será destinado ao mercado brasileiro – lembrando que a Toyota do Brasil exporta seus modelos para 23 países.
 

A história da Toyota no Brasil começa em 1958, há 67 anos, como parte de sua estratégia de expansão global da marca. Foi aqui que a empresa instalou a primeira operação fora do Japão e iniciou a produção do lendário Bandeirante, que teve mais de 100.000 unidades produzidas no país – muitas delas continuam em operação até os dias atuais.

 

Em 1998, a Toyota iniciou a fabricação nacional do Corolla, o modelo com maior volume de unidades fabricadas no Brasil, com 1,5 milhão de carros produzidos desde então. Nos anos seguintes foram produzidos outros modelos icônicos, como o Toyota Fielder, veículo que redefiniu o segmento de peruas, e o Etios, que desempenhou um papel fundamental ao transformar a operação brasileira em um polo exportador.

 

Atualmente, além do Corolla ainda são fabricados no Brasil o SUV Corolla Cross e o Yaris hatch, este último destinado exclusivamente à exportação. Até o fim do ano, a unidade de Sorocaba iniciará a fabricação de um novo modelo compacto híbrido flex pleno, reforçando o protagonismo da marca com eletrificação.

 

O marco de 3 milhões de unidades produzidas é fruto da qualidade, durabilidade e confiabilidade dos veículos da marca, além do reconhecido pós-vendas. O cliente Toyota é servido por um amplo estoque de peças de reposição e equipe qualificada, o que possibilita a devolução para o mesmo dia de mais de 90% dos veículos que visitam as concessionárias. Além disso, a Toyota é pioneira ao oferecer garantia de 10 anos para seus veículos.

 

COMPROMISSO COM O BRASIL

O marco histórico acontece em meio a um dos momentos mais especiais da história da Toyota no Brasil: recentemente a empresa anunciou o maior ciclo de investimentos da história da marca no país, totalizando R$ 11,5 bilhões.

 

Este investimento será destinado a construção de uma nova fábrica em Sorocaba, permitindo a ampliação da capacidade de produção de veículos e motores, além da introdução de novos modelos equipados com a tecnologia híbrida flex plena da marca, visando manter seu protagonismo e liderança no país em eletrificação e exportações.

 

“Estamos muito satisfeitos em poder ampliar nossa produção local, exportar para toda a região e assim gerar e distribuir mais valor para toda a sociedade, em forma de empregos e desenvolvimento econômico”, afirma Evandro Maggio.

 

A Toyota investiu intensivamente no Brasil nos últimos anos e tem planos ambiciosos para acelerar ainda mais suas operações no país. O foco principal é impulsionar a descarbonização por meio de novas tecnologias de eletrificação adaptadas ao contexto local e às necessidades dos clientes. Com o ciclo de investimento, a empresa busca se desafiar a conquistar novos mercados e seguir crescendo sua produção nacional.

Jornalista JOÃO MENDES lança obra que resgata meio século de histórias do motociclismo brasileiro. Livro traz bastidores da imprensa, competições, curiosidades e personagens inusitados como Pelé, Adriana Esteves e o cantor Naldo Beny



São Paulo - Rio de Janeiro - 2025 - Jornalista especializado no setor de veículos há 48 anos, João Mendes eterniza em livro sua conexão visceral com as motocicletas, que começou ainda na juventude e nunca mais parou. Responsável por levar o motociclismo à TV brasileira com a criação do programa Bike Show, que estreou há 40 anos na TV Record do Rio de Janeiro, João também fez história como piloto de motocross, supercross, motovelocidade, enduro e rally. Ao longo das décadas, tornou-se uma das vozes mais respeitadas e um dos personagens mais emblemáticos do motociclismo nacional.

Durante a pandemia, incentivado por amigos, fãs e colegas de profissão, João finalmente atendeu aos pedidos para registrar essa trajetória única. O resultado é um livro intenso, pessoal e repleto de episódios curiosos — com aproximadamente 500 fotos resgatadas de arquivos e acervos.

A obra vai além da história do motociclismo: traz personagens inesperados que cruzaram seu caminho, como o craque Pelé, a atriz premiada Adriana Esteves e o cantor Naldo Beny, com mais de 20 milhões de seguidores nas redes sociais.

Outro diferencial da publicação é o uso de tecnologia para ampliar a experiência do leitor: coleções de QR Codes permitem assistir a vídeos de competições, bastidores e imagens que complementam os relatos, aprimorando a leitura em uma verdadeira multimídia multimídia.

O livro foi produzido na IPSIS, considerado o melhor gráfico de livros de arte do Brasil, com acabamento impecável digno de colecionador. O projeto tem ainda o envolvimento de nomes importantes como o MotoStory, idealizado por Carlãozinho Coachman, reforçando o compromisso com a preservação da memória do motociclismo.


“Ao longo dessa vida atribulada de muitas produções, reportagens e competições, amigos me disseram: 'Você não tem o direito de guardar essas histórias só para você'. Fiquei com essa frase na cabeça várias, que foi uma motivação para escrever este livro. São histórias do motociclismo na TV brasileira, da minha vida como jornalista, piloto, produtor e apresentador de TV e das minhas realizações. Aproveitei para colocar também neste livro depoimento de pessoas importantes que fizeram essas histórias. Muitos me emocionam e me às lágrimas, porque eu não sabia — e através deles perceberam — que, na verdade, fiz muito mais do que pensei ter feito.” 

— João “Bike Show” Mendes, jornalista e autor

“Achei que conheceu João Mendes. João Mendes faz parte da minha história pessoal de piloto e de motociclista. Ele e o programa Bike Show são parte indelével do que sou. Minha admiração pelo que ele fez e pelo que ainda faz pelo jornalismo especializado é gigante — e eterno. Quando, em 2020, ele foi a Socorro visita a exposição Duas Rodas e Uma Nação, no Museu Municipal da cidade, me disse: 'Carlãozinho, estou escrevendo um livro sobre a minha história e do programa Bike Mostrar!' E eu imediatamente propus: 'Então fazemos juntos, pois estou realizando o meu primeiro livro, justamente Duas Rodas e Uma Nação, e o seu será o segundo.' E ele topou. E eu achei que conhecia João Mendes… até dar de cara com a história que vocês vão ler.

 — Carlãozinho Coachman, idealizador do MotoStory

A força da parceria: Yamaha acredita na memória do motociclismo

O projeto do livro também contornou o patrocínio da Yamaha do Brasil, reforçando o compromisso da marca com a valorização da cultura motociclística no país.

“A Yamaha tem orgulho de apoiar projetos que preservam a memória do motociclismo. E esse livro é uma verdadeira celebração dessa jornada. É parte do nosso compromisso promover a cultura, inspirar novas gerações e manter viva a paixão que move milhões de motociclistas”, destaca Giovana do Vale, gerente de Marca, Marketing e Racing da Yamaha Motor do Brasil

 — Giovana do Vale, gerente de Marca, Marketing e Racing da Yamaha Motor do Brasil


Alguns capítulos do livro:

  • A Moto na TV – Como tudo começou com o pioneirismo do Bike Show.

  • Primeira Competição de Motocross no Rio de Janeiro – O nascimento das pistas no Brasil.

  • Dirigindo o Pelé – Uma viagem com o rei do futebol.

  • Lançando Adriana Esteves na TV – A futura atriz global em seus primeiros passos.

  • Do Motocross Mirim ao Campeão do Rally Dakar – A evolução de talentos revelados.

  • João Mendes Substitui Kenny Roberts – Da imprensa à pista, literalmente.

  • Bike Show e o Rock Brasil – A conexão das motos com a música nacional.

  • Festa 50 Anos do Motocross no Brasil – Uma celebração histórica e emocionante.

  • História Esquecida – Bastidores e fatos que nunca foram ao ar.

  • Entre outros...

Ficha técnica:

Título: João BIKE SHOW Mendes - O motociclismo na TV - A história do pioneiro

Autor: João Mendes

Editor: Carlãozinho Coachman

ISBN: 978-65-997216-1-8

Número de páginas: 255

Editora: MotoStory

Impressão: IPISIS Gráfica e Editora

Preço sugerido: R$ 150,00

Lançamento: Julho de 2025

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon


Nº1.359 — 12-7-2025



Anfavea aponta sinais de alerta

quanto às vendas de veículos


Apesar de fechar o semestre com alta de 7,8% na produção de veículos em relação ao mesmo período do ano passado (1.226,7 mil contra 1.137,6 mil unidades), o presidente da Anfavea, Igor Calvet, destacou “sinais preocupantes” nas vendas ao mercado interno. “No acumulado do semestre, negócios realizados com pessoas físicas caíram cerca de 10%”, detalhou.

Os números consolidados de comercialização de veículos leves e pesados produzidos no Brasil mostraram crescimento de 2,6% no primeiro semestre (970,6 mil unidades). Contudo, os importados percentualmente subiram bem mais (15,8%) e somaram 228,5 mil unidades.

Juros elevados são um dos fatores que seguram as vendas. Com taxa Selic de 15% ao ano, os juros para pessoa física chegaram a 27,6% em junho. Quanto às importações até o final do ano deverão ser vendidas mais de 200 mil unidades vindas somente da China. “Isso equivale à produção anual média de uma fábrica instalada aqui”, observou Calvet.

Quanto à produção, as exportações principalmente de veículos leves para a Argentina é que estão garantindo o nível de emprego quase estável. Especificamente no mês passado 460 postos de trabalho foram fechados, mas nos últimos 12 meses os números mantêm-se positivos: 4,9 mil novos funcionários.

Anfavea sustenta posição contrária à redução do Imposto de Importação para unidades CKD e SKD (veículos demonstrados e semidesmontados) mesmo de forma provisória. A BYD ainda aguarda a decisão do governo sobre este pleito em relação à fábrica de Camaçari (BA), inaugurada, mas sem produzir com um mínimo de localização das peças.

Não houve alteração na divisão do mercado de autos e comerciais leves, por tipo de motorização no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2024: gasolina, 4,5%; elétrico, 2,7% (2,5%, em 2024); híbrido, 3,9%; híbrido plugável, 3,6%; diesel, 10,8% e flex, 74,8%.


GM completa 100 anos com cinco lançamentos

A fabricante americana comemora um século de atividades no País e apresentou simultaneamente cinco modelos inéditos (três nacionais e dois importados da China). Os nacionais não tiveram alterações nos preços.

Onix hatch: atualização de desenho na parte frontal, acabamento interno e conteúdo de conectividade evoluído, em sete versões. Preços de R$ 102.990 (1,0 L manual) a R$ 130.190 (RS Turbo automático).  Garantia de cinco anos.

Onix Plus (sedã): mesmas especificações do hatch e seis versões. Preços de R$ 106.790 (1,0 L manual) a R$ 136.490 (Premier Turbo automático). Garantia de cinco anos.

Tracker: além das atualizações de desenho e acabamentos, introduz o novo visual de SUVs da Chevrolet e refinamento no comportamento dinâmico. Cinco versões com preços entre R$ 119.900 e R$ 190.590.

Spark EUV (elétrico): SUV urbano traz duas opções de acabamento interno. Motor elétrico com 102 cv, 18,4 kgf·m, bateria de 41,9 kW·h e alcance de até 258 km padrão Inmetro. Em pré-venda por R$ 159.990 com lançamento ainda neste trimestre.

Captiva EV (elétrico): Compartilha o nome com um modelo a combustão, mas se trata de um SUV médio-grande (entre-eixos de 2.800 mm) a ser lançado antes do final do ano. Especificações técnicas ainda não confirmadas.


Titano 2026: evoluções surpreendentes

A mudança de local de produção do Uruguai para a Argentina pode ter sido o pretexto para mudar motor e câmbio da Titano. Mas, o fato é que o motor antigo de origem chinesa não cumpriria exigências do Proconve L8. O projeto como um todo tinha limitações, agora superadas pela engenharia brasileira

O novo motor diesel Multijet 2.2 de 2.184 cm³ entrega 200 cv, contra 180 cv do anterior e torque de 45,9 kgf·m (40,8 kgf·m antes). O novo câmbio automático, também epicíclico, agora tem oito marchas, contra seis do anterior. A versão de entrada, Endurance, tem o mesmo motor e potência, porém calibrado para menos torque (40,9 kgf·m), valor suportado pelo câmbio manual de seis marchas.

A tração nas quatro rodas é AWD nas versões de topo, com seleção automática de tração por demanda, enquanto na versão de entrada a tração nas quatro rodas é 4WD, com seleção manual. Nova caixa de direção eletroassistida e suspensões recalibradas melhoraram muito conforto e dirigibilidade em pisos irregulares. O freio traseiro agora é a disco e o de estacionamento eletromecânico (exceto na versão de entrada Endurance).

Externamente nada mudou à exceção da pintura da grade do radiador e detalhes no para-choque. O interior da versão de topo Ranch recebeu novo quadro de instrumentos de 7 pol. e central multimídia de 10 pol. agora com conexão AndroidAuto e Apple CarPlay sem fio

Nos testes de pista do circuito de Curvelo (MG) resultado foi muito bom em trilhas pesadas. Comprovaram significativa evolução do produto em pouco mais de um ano de lançamento.

Preços: R$ 233.990 a R$ 264.990 


Boa evolução marca o Territory 2026

Com novos elementos visuais e atualização de conteúdo, o SUV de origem chinesa mantém o mesmo conjunto mecânico de 169 cv de potência e 25,5 kgf·m de torque e um câmbio automático de dupla embreagem em banho de óleo de sete marchas e tração dianteira.

Comprimento foi ampliado em 55 mm, para 4.685 mm; entre-eixos, 2.670 mm; largura, 1.935 mm; altura, 1.706 mm com massa total de 1.630 kg e até 448 L (estepe temporário) de bagagem no porta-malas com abertura elétrica e comando de abertura sem usar as mãos.

Além de novos para-choques dianteiro e traseiro, há uma grade escurecida em formato octogonal, além dos faróis com assinatura em "L" invertido e horizontal. Rodas de 19 pol. e pneus 235/50. No interior, os bancos dianteiros, além de aquecimento e ventilação, permitem ajustes elétricos para motorista em 10 direções e para passageiro em quatro direções. Há duas telas de 12,3 pol. para o quadro de instrumentos e para a central de infotenimento. 

Espaço interno para todos os ocupantes muito bom para o seu porte. Há saídas de ar traseiras para climatização e teto panorâmico com abertura elétrica da cortina. Em primeiro contato de São Paulo a Itatiba (SP) destaques para silêncio em marcha, maciez ao rodar, boas características dinâmicas, trocas de marchas suaves e rápidas e atuação dos freios.

Há quatro modos de condução (Normal, Eco, Sport e Trilha). Apesar do desempenho do motor não chegar a empolgar, é adequado para uso familiar em viagens e no cotidiano. O conjunto inclui assistentes de condução com boa calibração e sistemas de segurança adequados.

Preço: R$ 215.000.


Singer: a arte de reimaginar um Porsche

A Singer, customizadora americana especializada em “restomod” (restauração com modernização) de Porsche usado, é agora representada no Brasil pela GTO Car Specialists, que já mostrou o primeiro projeto desenvolvido para um cliente brasileiro.

A Singer Vehicle Design foca em um único modelo: o 911 da série 964, fabricado de 1988 a 1994. A empresa foi fundada em 2009, na Califórnia, por Rob Dickinson, ex-vocalista da banda britânica Catherine Wheel. O nome homenageia o engenheiro da Porsche, Norbert Singer, consultor no projeto original. 

O carro apresentado semana passada em São Paulo (SP) é um dos últimos da série “Classic Study”, limitada a 450 unidades. Procura “reimaginar” o modelo alemão unindo o melhor do passado e do presente.

No processo meticuloso, a Singer só aceita carro íntegro para a transformação. O Porsche 911, ano de fabricação 1989, foi enviado do Brasil, em 2021, pela GTO para a sede da Singer. Depois de dois anos na fila de espera, demorou mais um ano para ser construído.

A estrutura básica é em compósito de fibra de carbono e, do modelo original, só foram mantidas as portas. Massa total foi reduzida para 1.200 kg. Além do interior requintado, motor de 4 litros de cilindros horizontais opostos três a três gera 390 cv e 41 kgf·m.

A transformação parte de US$ 800 mil, além de opcionais que somam US$ 300 mil. Com custos de transporte e impostos chega a R$ 10 milhões.


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