Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sábado, 4 de agosto de 2012

O MUNDO AINDA CONVIVERÁ UNS BONS ANOS COM OS AUTOMÓVEIS MOVIDOS A GASOLINA E DIESEL, NÃO OBSTANTE AS AÇÕES EM DEFESA DA ADOÇÃO DO CARRO ELÉTRICO PURO. ESSA É A OPINIÃO DE NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON, QUE ACHA QUE O TEMPO ATÉ 2020 É O DO USO DE CARROS HÍBRIDOS E DE REDUÇÃO DE CONSUMO DOS MOTORES A COMBUSTÃO



SOLUÇÕES FLEXÍVEIS

Por Fernando Calmon 

Apesar do futuro mais remoto apontar a mobilidade elétrica como a solução prevalente, a médio prazo, o uso combinado de motores elétricos e de tradicionais a combustão interna otimizados para consumo de combustível até 30% menor terá espaço garantido.


Segundo o grupo alemão Schaeffler, em processo de fusão com a Continental para formar o maior conglomerado mundial de fornecedores da indústria automobilística, no mínimo 90% dos veículos produzidos em 2020 estarão equipados com motores a combustão interna. 

No entanto, os estudos também apontam que metade destes modelos receberão motores elétricos que vão interagir de formas diferentes dentro dos conceitos de hibridização.

Entre os avanços que a empresa tem trabalhado, nos motores convencionais, estão otimização da termodinâmica, minimização de perdas por bombeamento e atrito, uso de dispositivos auxiliares controlados por demanda, gerenciamento térmico direcionado, downsizing/downspeeding (sobrealimentação para reduzir cilindrada e obter torque a rotações mais baixas), além da função desligar-ligar o motor.

Um programa específico, em conjunto com a Porsche, levou a expressivos 10,1% de redução de consumo de gasolina em um Cayenne, trabalhando tanto no motor V-8 como no veículo. Desse total, 5,8% de economia vieram do motor, 1,1% nos rolamentos dos dois diferenciais e 3,2% nas barras estabilizadoras hidráulicas das suspensões.

O conceito híbrido da companhia nasceu de um balcão de ideias que não necessariamente será transposto na totalidade para um carro de grande produção. Além do motor de combustão interna (MCI) e um motor elétrico central, há outra solução que inclui dois motores elétricos acoplados aos cubos de roda. 

O MCI pode trabalhar em paralelo ou em série, neste caso para estender a autonomia da bateria. O motor elétrico central e a caixa de câmbio automatizada de duas embreagens, unidos por correia dentada, movem as rodas dianteiras.

Quanto à tração totalmente elétrica, o veículo de testes é uma perua Skoda Octavia Scout 4x4. Nele foi aplicado o conceito de diferenciais elétricos ativos, nos eixos dianteiro e traseiro. Nestes diferenciais há motores elétricos síncronos de magneto permanente, refrigerados a água, que ajudam a aumentar a potência total disponível. 

Trabalham com o conceito de vetorização de torque, distribuindo-o entre as rodas do lado direito e esquerdo de forma mais imediata e precisa, em qualquer tipo de superfície, de asfalto molhado até terra enlameada. Há grande ganho em dirigibilidade, segurança e conforto.

A combinação de todas essas pesquisas e aplicações práticas levou a empresa a propor um carro-conceito que batizou de eSolutions. Na realidade, o objetivo é desenvolver para os fabricantes de veículos soluções de chassi e trem de força, baseadas em eletricidade, sem preocupação com forma da carroceria, estilo ou configuração interna. 

Trata-se de uma plataforma flexível que pode evoluir, qualquer que seja o ritmo imposto pela realidade econômica de infraestrutura na implantação da mobilidade futura.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O CHERY S-18 É O PRIMEIRO CHINÊS BI-COMBUSTÍVEL A CHEGAR AO BRASIL. O COMPACTO CUSTA R$ 31.990,00. VEM DE SÉRIE COM UMA BOA QUANTIDADE DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E CONFORTO QUE HABITUALMENTE NOS CONCORRENTES BRASILEIROS SÃO ADICIONAIS


Criado para o uso urbano, o chinês Chery S-18 bi combustível, com motor 1.3 de 91 cv, já está à venda no Brasil. O interessante nesse compacto são diversos itens de série: airbag duplo, freios ABS com EBD, luz de neblina traseira, ar condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos, painel digital, desembaçador traseiro, volante e farol com regulagem de altura e rádio AM/FM com CD player MP3 com porta de entrada USB, localizada no interior do porta-luvas, iluminado. Tudo isso, por R$ 31.990,00.


Concebido pelo Estúdio Italiano Torino, o design do Chery S-18 representa a mais nova tendência de carros compactos no mundo. Com forte apelo esportivo, o S-18 integra linhas suaves e dinâmicas, o que garante um design agradável e moderno ao veículo.

No Brasil, o S-18 recebe o mesmo nome de sua plataforma e inaugura a chegada do primeiro modelo bi-combustível da Chery no País. A companhia está desenvolvendo outros modelos flex para o mercado brasileiro que devem desembarcar em breve no País.

Design

Uma das características marcantes do veículo é o conjunto de faróis. A superfície das lâmpadas em forma de elipse é acentuada, exibindo o estilo adotado no design tridimensional.

Na dianteira, duas linhas marcam o centro do capô em direção ao logotipo da marca. A “boca grande” no para-choque dianteiro e na grade em frente ao compartimento do motor forma um rosto sorridente. 


Nas laterais, os traços mostram firmeza e efeitos de movimento. Em sintonia, as lanternas e as maçanetas traseiras, posicionadas na vertical, harmonizam os traços esportivos do modelo.

Os retrovisores externos e as maçanetas das portas na cor preta integram as seis opções de cores do S-18: preto, prata, cinza, dourado e dois tons de vermelho. A alça interna de abertura das portas foi desenvolvida em forma de lua crescente e os tecidos das portas foram projetados para apoiar confortavelmente os cotovelos.


O painel de instrumentos integra todas as informações do modelo e sua localização ao centro adota um design inovador. Em forma de arco, o painel multifuncional harmoniza com o design arredondado das saídas de ar e a luz azul da tela LCD, no mesmo formato, simula a velocidade do veículo.


O interior do S-18 é composto em tons de cinza claro e escuro e o design dos botões de controle do ar-condicionado é original, arrojado e oferece fácil manuseio, embora não tenha o encosto de cabeça para o passageiro do meio no banco traseiro.

Mecânica

Equipado com motor 1.3L ACTECO Flexfuel, 16V e 1.297 cc, o Chery S-18 produz potência máxima de 91 cv (etanol) e 90 cv (gasolina) a 5.600 rpm e torque de 129 Nm (etanol) e 128 Nm (gasolina) a 4.600 rpm.

Com transmissão manual de cinco marchas, rodas de liga leve e pneus 175/60 R14, o S-18 garante ao motorista toda praticidade e conforto indispensáveis na hora de dirigir.

Conforto e comodidades
De série, o Chery S-18 traz ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos, painel digital, desembaçador traseiro, volante e farol com regulagem de altura e rádio AM/FM com CD player MP3 com porta de entrada USB, localizada no interior do porta-luvas do veículo.


Para proporcionar mais conforto ao motorista, o S-18 oferece porta-objetos abaixo da coluna de direção, porta-copos entre o câmbio de marchas e a alavanca de estacionamento e apoio de descanso para o pé esquerdo ao lado do pedal de embreagem. Além disso, a abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível pode ser acionada internamente pelas alavancas localizadas à esquerda do banco do motorista.


Dimensões
O S-18 possui dimensões de 3.601 mm de comprimento, 1.587 mm de largura e 1.527 mm de altura. A distância entre eixos é de 2.330 mm e o peso em ordem de marcha é de 1.028 kg.


A capacidade do tanque de combustível é de 43 litros e a do porta-malas de 160L, que pode ser ampliada para 492L com o rebatimento dos bancos traseiros.

O Chery S-18 acelera de 0 a 100 km/h em 16 segundos e atinge velocidade máxima de 150 km/h.


Segurança
Compacto e elegante, o S-18 é equipado com vários diferenciais em segurança, como airbag duplo, freios ABS com EBD, luz de neblina traseira, brake light, barra de proteção lateral e cintos de segurança dianteiros e laterais traseiros de 3 pontos com pré-tensionador e central de 2 pontos.

Além disso, os retrovisores externos, em forma circular, proporcionam um amplo campo de visão para o motorista, o que contribui para uma condução mais segura.


Com suspensão dianteira independente tipo Mcpherson, barras estabilizadoras, molas espirais, amortecedores pressurizados e eixo rígido com braços arrastados na parte traseira, o Chery S-18 torna o dia a dia suave, seguro e agradável.

Para completar, o modelo traz ainda alarme antifurto com travamento das portas à distância, luz de aviso de porta aberta e de cinto de segurança desatado e trava de segurança infantil para abertura das portas e vidros traseiros.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

FERNANDO CALMON REVELA QUE 3,2 MILHÕES DE CARROS PASSARAM PELA INSPEÇÃO TÉCNICA AMBIENTAL E PÕE EM DÚVIDA A EXISTÊNCIA DE 7 MILHÕES DE VEÍCULOS EM SÃO PAULO. ESSE E OUTROS TEMAS SÃO ANALISADOS PELO JORNALISTA NA SUA COLUNA "ALTA RODA"



Alta Roda 

Nº 692 — 2/8/12

Fernando Calmon


POLUIÇÃO NÃO É IGUAL PARA TODOS

Ao entrar no quarto ano de inspeção técnica ambiental para toda a frota da cidade de São Paulo, pode-se afirmar que se trata de uma ação bem sucedida. Em 2011, cerca de 3.200.000 veículos passaram pelas linhas de inspeção, incluindo automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus.

A partir das estatísticas da concessionária do serviço, Controlar, um mito já pode ser desfeito. A maior cidade do País está longe da frota “monstruosa” de sete milhões de veículos que lhe é atribuída pelos dados distorcidos do Denatran. 

A empresa estima a evasão – veículos antigos que poluem muito, mas rodam relativamente pouco – em 30%. A frota real estaria, portanto, em torno de 4,5 milhões de unidades. Simplesmente, o Denatran não pondera o sucateamento natural de veículos ao impor regras complicadas ao último proprietário.

O controle da frota é fundamental para qualquer planejamento viário, análise de poluição do ar, inspeção de segurança e incidências de mortos e feridos no trânsito. Números artificialmente elevados de veículos em circulação mascaram as taxas de acidentalidade. Se o divisor fosse próximo da realidade, os 40.000 mortos por ano colocariam o Brasil em posição ainda mais vexaminosa no quadro mundial.

Hoje, apenas a cidade de São Paulo e o Estado do Rio de Janeiro fazem inspeções regulares. No segundo caso, além de emissões, há checagem de poucos itens de segurança, de forma superficial e tarifa muito cara. Uma verdadeira e confiável inspeção técnica veicular (incluindo a ambiental) ainda está esquecida no Congresso Nacional. 

O que existe é a obrigatoriedade de inspeção de emissões, imposta pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) a todos os Estados sob critérios discutíveis e desconectada da realidade.

Uma inspeção unificada permitiria tarifas menores e atacaria o problema maior, os riscos de acidentes por falta de controle de manutenção. Não se trata de menosprezar a qualidade do ar e seus reflexos na saúde. Clama-se por racionalidade. Afinal, São Paulo e uma cidade à beira-mar no Nordeste mostram cenários bem distintos de poluição.

A Controlar, depois de muita insistência, abriu alguns de seus números e se esforçou para tentar provar a importância de inspecionar automóveis de até três anos de uso. Em 2011, o índice de reprovação na primeira vistoria para carros fabricados em 2010 foi de ridículo 1%; em 2009, 2%; em 2008, 3%. Nesses percentuais se incluem táxis e veículos de frota que, por rodarem bastante, ficam mais sujeitos a desconformidades e devem ser inspecionados em intervalos menores.

Veículos com motor a diesel, incluídos picapes e SUVs, tiveram índices elevados de reprovação inicial: 15%, 16% e 14%, respectivamente. Motocicletas: 4%, 7% e 18% para os mesmos anos de fabricação (2010, 2009 e 2008).  

As frotas problemáticas são essas e não os carros com motores a gasolina, etanol ou flex com três anos de uso. Os movidos a GNV foram os piores por falta de controle sobre a instalação de kits de adaptação. A melhora do ar na cidade ocorre com ajuda da inspeção, mas fatores atmosféricos aleatórios também influenciam.

A concessionária insiste em inspecionar carros seminovos pelo equilíbrio financeiro do seu negócio, pois a evasão é baixíssima. Se fossem dispensados, como a regra nos demais países, a renovação de frota poderia se acelerar. Haveria estímulo para troca de automóvel e se livrar, a cada ano, do maçante processo burocrático (agendamento, boleto e inspeção).

Tarifa cobrada pela Controlar baixou para R$ 44,36, mas deveria ser menor para automóveis recentes. Estes dispõem de sistema de diagnose a bordo, mais confiável e que encurta o tempo de inspeção.

RODA VIVA

AUMENTA a fila de marcas que querem instalar fábricas no Brasil, mas pedem uma solução ao governo para o adicional de IPI para quem hoje é apenas importador. A JAC jogou a toalha e está à espera, como BMW, Land Rover, Habin Hafei e Changan, de uma abertura de “sobrevivência” com cotas de importação até o início da produção.

GRUPO Caoa confirma o início da montagem do SUV compacto Hyundai ix35, no final do ano, em suas instalações de Anápolis (GO). Mas não marcou data para encerrar a produção do Tucson, que no exterior foi substituído pelo ix35. Pelo jeito, a convivência de duas gerações de um mesmo modelo é vírus disseminado no mercado brasileiro.

EQUILIBRAR bem esportividade e acabamento de alto padrão é a fórmula que a Citroën achou no DS3. O compacto de duas portas conta com motor turbo 1,6 l/165 cv, de estirpe BMW, e acerto de suspensões bem firme para aproveitar ao máximo a emoção nas curvas. Opção única de câmbio manual de seis marchas está adequada ao espírito do modelo, na faixa dos R$ 80.000.

INVERNO é tempo de não esquecer de ligar ar-condicionado, no ciclo frio, uma vez por semana. Mantém lubrificados componentes do sistema e evita gastos com manutenção. Também ajuda a eliminar odores e fungos nas tubulações, em razão do longo período sem utilização.
____________________________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

VENDA DE VEÍCULOS CRESCE 3,1% NO BRASIL, EM JULHO. REDUÇÃO DO IPI PELO GOVERNO ALAVANCOU AS VENDAS.

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil subiram 3,1% em julho na comparação com junho, ao totalizar 364.157 unidades, informou nesta quarta-feira a associação de concessionários de veículos, Fenabrave.

A entidade avalia que as medidas de incentivo às vendas, estabelecidas pelo Governo Federal em maio, foram determinantes para a recuperação das vendas. O governo reduziu as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), chegando a zerar a alíquota para modelos equipados com motores de 1.0 litro.

Considerando apenas os automóveis e comerciais leves, o total emplacado chegou a 351.0410 unidades, um recorde para julho, segundo a Fenabrave. O número mostra crescimento de 3,15 por cento ante junho e de 22,04 por cento ante julho de 2011.

"Até as medidas, o resultado era negativo e os números atuais mostram a importância da soma de esforços entre governo, iniciativa privada e instituições financeiras", afirmou o presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, em comunicado.

Na comparação com o mesmo mês em 2011, o total de unidades emplacadas elevou-se em 18,92 por cento. Considerando o acumulado do ano, a Fenabrave registrou aumento de 1,84 por cento em relação ao totalizado nos sete primeiros meses de 2011, para 2,081 milhões de unidades.

Somando os emplacamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários, o total de unidades em julho foi 5,35 por cento superior a junho, ao fechar o mês com 506.987 unidades.

Comparando-se com junho, a alta foi de 7,47 por cento maior, enquanto que no acumulado do ano, a Fenabrave verificou queda de 1,85 por cento ante o período janeiro-julho de 2011, com 3,098 milhões de unidades emplacadas.

A redução de IPI é válida até o dia 31 de agosto. Além da redução das alíquotas, o Banco Central liberou 18 bilhões de reais em depósitos compulsórios para financiamento de automóveis .

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

COPA FIAT COMPLETA A SEXTA ETAPA, EM CURITIBA, ONDE CHRISTIAN FITTIPALDI CONSEGUIU MANTER A LIDERANÇA DA COMPETIÇÃO. A CORRIDA FOI MARCADA PELO CAPOTAMENTO DE CACÁ BUENO A MAIS DE 200 KM/H. ASSISTA O VÍDEO DO ACIDENTE CLICANDO NO



O piloto Christian Fittipaldi (carro na frente, na foto acima) manteve a liderança do campeonato nas três corridas da Copa Fiat realizadas no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais. Pela terceira vez na capital paranaense, a Copa Fiat teve, no último fim de semana, vitória de Cacá Bueno na disputa de sábado e na primeira etapa de domingo. 


O acidente começou com um toque de Édson do Valle que causou o capotamento espetacular de Cacá Bueno. Veja no vídeo clicando no endereço abaixo.
Na segunda corrida, Cacá capotou após Édson do Valle ter encostado em seu carro. Assista vídeo do capotamento que aconteceu após o Linea de Cacá Bueno sofrer um toque de Edson do Valle a mais de 200 km/h, causando o capotamento espetacular do piloto carioca:


http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&vid=44442a74-d429-4fe8-93c4-83cf76c32061&from=sharepermalink&src=v5:share:sharepermalink:



Christian Fittipaldi, que havia conquistado a terceira e segunda posições nas provas de sábado e da manhã de domingo, teve problemas com o carro e abandonou a terceira corrida.

Com isso, André Bragantini, que ficou em segundo lugar no primeiro grid do fim de semana e em terceiro na segunda corrida, conseguiu a vitória na sexta etapa da Copa Fiat 2012, voltando à briga pelo título com 63 pontos. Bragantini, que mora em Curitiba, fez a alegria da torcida. Cacá fechou com 69 pontos, dois pontos atrás do líder Fittipaldi. Ulisses Silva e Cesinha Bonilha, paranaense de Cambé, ficaram em segundo e terceiro lugar, respectivamente, completando o pódio da última prova de domingo.

A próxima etapa da Copa Fiat acontecerá no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 18 e 19 de agosto.


Resultado da 5ª etapa
1º Cacá Bueno, 18 voltas em 27:18.169
2º Christian Fittipaldi, a 2.086
3º André Bragantini, a 2.433
4º Leonardo Nienkotter, a 3.794
5º Ulisses Silva, a 21.698
6º Cesinha Bonilha, a 22.408
7º Popó Bueno, a 25.409
8º Edson do Valle, a 31.685
9º Betinho Sartório, a 42.695
10º Mauri Zaccarelli, a 59.333
11º Fábio Carvalho, a 1 volta
12º Fernando Nienkotter, a 3 voltas


Não completaram

José Vitte, a 6 voltas
Luir Miranda, a 10 voltas
Antônio Jorge Neto, a 11 voltas
Wellington Justino, a 12 voltas
Giuliano Losacco, a 16 voltas
Rogério Castro: excluído por atitude antidesportiva


Resultado da 6ª etapa:
1º André Bragantini, 17 voltas em 27:29.942
2º Ulisses Silva, a 2.629
3º Cesinha Bonilha, a 4.141
4º Giuliano Losacco, a 6.307
5º Luir Miranda, a 7.779
6º Wellington Justino, a 8.179
7º Fernando Nienkötter, a 10.474
8º Betinho Sartório, a 15.266
9º Fábio Carvalho, a 16.525
10º José Vitte, a 18.553
11º Mauri Zaccarelli, a 25.800
12º Popó Bueno, a 26.101
13º Leonardo Nienkotter, a 38.192
14º Serafin Jr., a 4 voltas


Não completaram:

Cacá Bueno, a 9 voltas
Christian Fittipaldi, a 11 voltas
Antonio Jorge Neto, a 14 voltas
Rogério Castro, a 15 voltas
Edson do Valle: excluído por atitude antidesportiva


A nova classificação do campeonato
1º Christian Fittipaldi, 71;
2º Cacá Bueno, 69; 
3º André Bragantini, 63; 
4º Giuliano Losacco, 36; 
5º Ulisses Silva, 31; 
6º Popó Bueno, Wellington Justino e Cesinha Bonilha, 24; 
9º Edson do Valle e Leonardo Nienkotter, 16; 
11º Luir Miranda, 12; 
12º Alam Khodair, 6; 
13º Mauri Zaccarelli, 5; 
14º Rogério Castro e Betinho Sartório, 4; 
16° Antônio Jorge Neto, José Vitte e Fernando Nienkotter, 3.

ROBERTO NASSER ELOGIA O TRABALHO DA CITROËN NA MELHORIA DO C3 ENTENDENDO QUE O CARRO TEM UMA CLARA EMPATIA COM O PÚBLICO FEMININO E QUE ESTÁ MAIS ECONÔMICO. NA COLUNA "DECARROPORAÍ", ELE GARANTE QUE A ALFA ROMEO VOLTARÁ AO BRASIL COM O MODELO GIULIETTA QUE SERÁ VENDIDO NAS REVENDAS CHRYSLER. O COLUNISTA COMENTA DIVERSOS TEMAS COMO A A REDUÇÃO DO IPI PARA OS IMPORTADOS, MAS NÃO DECIDIU NADA, AÍ ENTRA O INTERESSE DO GOVERNO DA BAHIA EM NÃO PERDER A FÁBRICA DA JAC MOTORS




End eletrônico: edita@rnasser.com.br - Fax: 55.61.3225.5511

Coluna N° 3112 01 de 1 agosto de 2012

Novo C3, maior e melhor
Trabalho a sério, a Citroën mudou quase todo o novo C3: plataforma, linhas, nome das versões de decoração, agora Origine, Tendance e Exclusive, adotou os motores modificados por sua controladora PSA. O 1.4 evoluiu para 1.45 e o 1.6 mantendo a cilindrada mas ganhando operação mais solta, disposta e econômica.

Bom trabalho nestes tempos em que legisladores e computador criam os parâmetros definidores dos automóveis e, ao final, quase todos se parecem e se confundem. Não é o caso. Apesar de utilizar a base mecânica comum com os Peugeot, o C3 mantém individualização e personalidade, e a clara empatia com o público feminino – importantíssima fatia do mercado.

Estilo desenvolvido no Brasil, responsabilidade para manter ascendente a curva de vendas como produto mais demandado da marca, as novas características de tamanho, forma, conteúdo e aprimoramento mecânico devem manter a individualidade e bons resultados.

O casamento entre as novas características resultou em produto evoluído. A plataforma maior permite mais conforto interno e habitabilidade, o desenvolvimento dos motores 1.45 enfatizou a redução de atritos internos, oferece mais torque em rotações menores, aumentou a potência a 93 cv quando operando com etanol. 

O 1.6 passou por ganhos assemelhados, agregou sistema de abertura variável das válvulas, evolução gerando resultados idênticos em queda de consumo e gerando maior disposição, produzindo 122 cv com etanol. Exibe o sistema de partida Bosch, com pré aquecedor, dispensando o anacrônico tanquinho de gasolina para partida a frio – em engenharia é a vanguarda do atraso!

Charme, atrevimento estético, conforto no rolar, características de décadas nos Citroën estão presentes nos novos C3. Visual e operacional das versões intermediária Tendance e superior Exclusive, chamam atenção pela iluminação frontal em LED e pelo teto Zenith. É longo para brisas curvado no teto. Dentro, revestimento com comando manual e, sendo recuado, faz entrar a paisagem. 

As sensações de direção macia e precisa, melhor atuação dos freios, o ânimo dos motores com o câmbio mecânico de 5 velocidades – há automático revisto, 4 marchas, comando no volante –, e o bom entendimento do corpo com o veículo respondem às demandas do comprador e cumprem o buscado pela Citroën, fazer um veículo agradável, evoluído, sem perder o charme.

Em resumo, tudo para cumprir sua missão de vender bem, mais, salvar a matriz em crise.

Novo Citroën C3, sem perder a tradição

Furo:
Alfa voltará ao Brasil, de Giulietta, nas revendas Chrysler
Carro rápido, processo lento. Mas a Fiat ligou o motor para o retorno da marca Alfa ao Brasil: acerta, adequa, - tropicaliza, como disse um dos responsáveis pelo projeto de homologar a Giulietta no Brasil.

É primeiro passo preparar o produto enquanto acerta os detalhes para mesclar a rede de revendedores com a Chrysler, seguindo experiência mundial. A Fiat entende haver mais identidade com produto, clientela, vendedores Chrysler. Mas a rede ainda não começou a ser formada, explicou Luiz Tambor, diretor comercial da Chrysler no Brasil.

Parece certa a produção em 2014 de um Alfa nacional, nas novas instalações industriais que a Fiat implanta em Pernambuco. Será produto com estrutura mecânica idêntica, dividindo a linha de montagem e a rede de distribuição. Não é sonho e já existe. Nos EUA foi chamado Dodge Dart. Na China, Fiat Viaggio. Para ser Alfa, mudanças estéticas e afinamento para sensações de conduzir, como gostam os usuários da marca, os Alfistas.

Giulietta, primeiro Alfa a ser homologado
Novidades Renault, o Sandero GT Line e motor revisto
Nada de mexer no Duster, mas apenas retocar o resto da linha sobre a mesma plataforma, o Logan e o Sandero. Intervenções superficiais, estéticas, maquiagem nova. Dentro, atualização fina dos motores 1.6 e 8 válvulas. Para o consumidor, versão adicional do Sandero, a GT Line. Fim do ano, o Clio revisto, em produção na Argentina, e lá chamado Live.

As alterações do motor foram acertos mecânicos – nada de eletrônica, como comandos variáveis. Alívio de dimensões e peso nos pistões, válvulas, itens para reduzir atrito. Com o trabalho, ganho de potência para atingir 100 cv e torque da ordem de 10% este ocorrendo em rotações inferiores, oferecendo andar mais agradável, sem necessidade de mudar marchas, especialmente na cidade, redução de consumo e emissões. Fim do mês.

Roda-a-Roda
Mercosul - A entrada da Venezuela no Mercosul, sagrada em Brasília com presidentes dos países do grupo, forma bloco econômico com 2/3 do PIB da América do Sul. Grande abertura comercial a produtos brasileiros e argentinos, pois o modelo industrial do cel. Chavez baseia-se apenas em petróleo.

Nada - De veículos, nada. Os de lá, como a Coluna mostrou, são antigos e não competitivos. Os da Argentina e Brasil, mais atuais, lá não são bem vindos.

País - A apreciação das acusações aos réus do Mensalão promete agitar o país, com protestos para defender o indefensável, e a divisão entre mocinhos e bandidos. Qual é o seu lado? O que paga a conta? Ou o que usufrui e nisto, por advogados caros e de nomeada, não vê crime no recebimento, independentemente da origem dos recursos?

Por pensar - Qual é o limite para a atuação do advogado criminal? Defender o cliente de eventual injustiça? E se o perdão ao réu ameaça a sociedade? Será zeloso defensor da liberdade, ou tão nocivo quanto os réus que defende?  

Freio – A JAC Motors, joint venture baiana entre a chinesa e o empresário Sérgio Habib, sustou projeto e ampliação da rede de revendedores. O governo federal prometeu baixar regra de IPI para as empresas com planos de instalação no Brasil, mas nada decidiu. A Land Rover e a BMW pararam os projetos pela mesma ausência.

Argumento – A JAC, ao contrário dos importadores com quem o governo federal sequer dialoga, tem como aliado o governador da Bahia, Jacques Wagner, que não quer perder a fábrica, e tem peso ponderável junto ao poder.

Origem – A marca finlandesa Valmet, conhecida no Brasil pelos tratores, montará, entre 2013 e 2016, 100.000 dos novos Mercedes-Benz Classe A, no projeto de ser a marca Premium mais vendida até 2020.

Estranho?Curioso a finlandesa de tratores e máquinas agrícolas montar automóveis Mercedes ? Coisa antiga, já montou Porsches permitindo à empresa poupasse investimentos fixos e aplicasse em produto e produção.

Situação – Projeções da Renault: mercado automobilístico mundial crescerá 5%; Europa reduzirá 6 a 7%; França, pior, 10 a 11%. Aposta nos mercados extra-europa, Mercosul em especial, para contornar a queda de faturamento. A margem operacional, 3% sobre faturamento em 2011, caiu a 2,3%.

Smart 2013 - Mantendo carimbo de ícone urbano em tecnologia, operação, ecologia e charme, o Smart 2013 tem pequenas mudanças – grade, rodas, pneus mais largos. Mantém bom pacote de segurança, incluindo corte do motor a 145 km/h.

Ícone – Junto ao Mini e Fiat 500 forma a categoria de charme, em versões com aspiração normal e turbo, potência entre 71 e 84 cv. Transmissão automatizada de 5 velocidades, personalidade e habilidades urbanas. De R$ 52.500 a R$ 72.900 conversível, turbo. Já vendeu 4.000 unidades no Brasil. 

Para download de fotos do novo smart 2013, acesse o site www.malagrine.com.br. Clicar em Banco de Imagens. Login: smart2013 / senha: smart2013

Mercosul – A Socma, do argentino Grupo Macri, associado à chinesa Chery no Uruguai, quer mudar-se para a Argentina. Entende melhores condições para ser atividade complementar à fábrica em instalação pela Chery no Brasil.

Hermano – O Paraguai também consome carros flex.

Definição – Contado pelo presidente da VW Argentina: o VW UP! a ser produzido no Brasil em 2014 terá adequações ao uso local: caber três pessoas no banco traseiro; levar mais carga; tanque de combustível para 50 litros.

Mais – Ferramenta para maiores vendas do novo picape Ranger, o motor 4 cilindros, 2.5, 16V a etanol, gasolina, flex e álcool, é o mais potente da categoria: 168 cv com gasálcool e 173 cv a etanol. Cabine simples, com ar, direção, almofadas de ar, ABS e EBD, alarme, rodas 17” liga leve, R$ 61.900.

Negócio – Ainda sem produto, o HB20, concessionários nomeados pela Hyundai participaram semana passada da primeira convenção da marca. Iniciam vendas em outubro e ouviram promessa de rápido lançamento de versões para fomentar negócios e viabilizar investimentos.

Divisão – Deu na Coluna, a marca Hyundai terá duas redes de revendedores. Uma, nova, da montadora, venderá o novo HB20. Outra, antiga, criada pelo representante CAOA, os carros montados em Anápolis, GO, e importados.

Dúvida – Dentre as dúvidas da GM no Brasil, uma é o nome a ser utilizado para o pequeno utilitário esportivo mexicano, o Trax. Aqui não deve ser aplicado, pois Traxx, com dois “x” é registrada marca de motocicletas.

Telhado – A VW Parati passeia à beira do telhado. Próximos dias sairá de produção por encolhimento de demanda. Virou carro de frota.

Outra – CN Auto terá fábrica em Linhares, ES, estado de seu principal acionista. Colocará a marca nos pequenos utilitários chineses Harbin Hafei, e a indicação de modelo Towner – mas nada a ver com o produto original trazido ao Brasil pela coreana Asia nos anos ’90.

Limpeza - Diz a CN Auto, Washington Armênio Lopes deixou a empresa. Era o então importador dos Asia Towner e Topic, aproveitou incentivos regionais, não cumpriu acordo, lançou duas pedras fundamentais, não fez fábrica. Deu em prisão de seu sócio na Coréia, e atrasou a vinda para o Brasil da Hyundai, controladora da Asia.

Confusão – Da Hafei eram os Effa montados no Uruguai. A Effa encontra problemas, e perdeu a representação da Linfan, que operará só.

Desencontro – Parece, a falta de experiência comercial dos chineses permite más avaliações de e com sócios ocidentais.

Moto – Comemorando 110 anos de fundação, a inglesa marca de motocicletas Triumph volta ao Brasil, desta vez por filial. Acabou a representação com a Izzo Motos, importará e produzirá em Manaus a partir de outubro.

Expansão - Inicia trazendo a nova Tiger Explorer – três cilindros, 1.215 cm3, 12v, 135 hp, 6 velocidades, discos de freios nas duas rodas, chassi em treliça de aço, sólido, mas apta a pisos ruins. Expansão internacional.

Triumph Tiger Explorer, street resistente

TecnologiaA fim de trato colorido nas rodas de sua moto ? A catarinense Riffel produz aros em alumínio aeroespacial 7000, em diversas cores e medidas.

Ching Ling – Na China a associação entre a alemã Daimler AG e a chinesa Foton, deram os primeiros caminhões Auman. A Daimler, no Brasil a marca Mercedes-Benz, entra com sociedade, tecnologia, know how técnico e o motor OM 457, padrão Euro IV, superado no Ocidente.

Ranger – Felipe Carrijo, funcionário público em Brasília, venceu o Global Ranger Challenge, concurso para exibir qualidades do novo picape. Colocou mudas, terra, adubo, água e subiu morro filmando equipamentos e habilidades do carro. Nada spielberguiano, mas crível, ganhou 34% dos votos.

Parceria – A Petrobrás patrocinará a equipe Mitsubishi de rallies. Boa soma de competências.

Antigos – Mais elegante semana do antigomobilismo mundial, agosto, 16 a 19, na península de Monterrey, Ca, dito Pebble Beach, pois liderado por este Concours d’Elegance. No programa leilão da Russo and Steele com 250 veículos entre esportivos europeus, american muscle, hots e custom cars, a opção dos lances à distância. Inscrição US$ 100 e informações www.russoandsteele.com

Retífica RN
Derrapagens da Coluna passada
++++ O Voyage 1.6 Comfortline custa R$ 40.890 e se automatizado, R$ 43.490. 
++++ O título correto da música onde o marqueteiro Milton Nascimento diz que o artista deve ir onde o povo está, é Pelos Bares da Vida
++++  Entre o preciosismo e a ironia, o editor JR Mahar alerta: o primeiro 16 válvulas brasileiro foi o motor Ford V8, em 1958. Assim, a Fiat fez para o Tempra o primeiro motor com quatro válvulas por cilindro. 

GenteBeatrice Foucher, 48, engenheira, mestra em qualidade, ascensão. OOOO De planejamento de produto tocará a área de veículos elétricos, menina dos olhos da Renault. OOOO Eleita em 2008 uma das 25 líderes femininas da indústria automobilística mundial, fará o lançamento do Zoe elétrico, crucial, investimento de 4B de euros. OOOO Repõe Thierry Koskas, promovido presidente da Renault Argentina, positivo mercado da marca. OOOO Anísio Campos, 80, designer, refeito. OOOO Virose deu susto. OOOO

EQUIPE MITSUBISHI PETROBRAS QUE CORRE NO RALLY DOS SERTÕES, EM AGOSTO, É APRESENTADA EM SÃO PAULO. A PARCERIA REPRESENTA A CONTINUIDADE DO PROGRAMA ESPORTE MOTOR DA PETROBRAS, GARANTE O GERENTE DE PATROCÍNIOS DA ESTATAL, CLÁUDIO THOMPSON. EQUIPE CORRERÁ COM UM LANCER


A noite desta terça-feira (31) foi de festa para a Equipe Mitsubishi Petrobras. Guilherme Spinelli e Youssef Haddad receberam amigos e convidados para a apresentação da equipe que disputará o Rally dos Sertões, a partir do dia 18 de agosto. A dupla estará a bordo do Mitsubishi Lancer Racing, que agora carrega as cores do Brasil e da Petrobras.

"A parceria com a Mitsubishi representa a continuidade do foco principal do Programa Petrobras Esporte Motor, que é desenvolver e testar produtos que possam trazer benefícios para os consumidores. Agora associados a uma equipe oficial de uma das maiores montadoras do mundo, vamos testar nossos produtos em condições extremas de uso", disse Cláudio Thompson, gerente de Patrocínios Esportivos da Petrobras.


O presidente da Mitsubishi Motors, Robert Rittscher, destaca a importância dessa nova relação: "Fazia tempo que a Mitsubishi buscava uma aproximação junto a Petrobras. Entendemos que temos vários objetivos em comum e acreditávamos que se as empresas estreitassem sua relação somariam uma força muito grande. Estamos muito satisfeitos."

Estiveram presentes representantes do patrocínio esportivo da Petrobras e da área de desenvolvimento de produtos da Companhia, mais nova parceira da equipe, diretores do banco BTG Pactual, que há três anos apóia a Equipe Mitsubishi nos principais desafios off-road do mundo, além dos executivos da URacer, especializada em roupas esportivas, e que fornece o uniforme da equipe e todo o equipamento para piloto e navegador da marca Pulman.

Guiga e Youssef ao lado dos atletas patrocinados pela Mitsubishi
"Para nós, é uma grande honra poder carregar a marca de uma empresa brasileira como a Petrobras, ao lado de companhias de grande destaque, como a Mitsubishi, BTG Pactual e URacer. Sem dúvida, irão agregar muito valor à nossa equipe e é uma tranquilidade a mais para superarmos os maiores desafios no Rally dos Sertões e Rally Dakar. E podermos reunir todos eles nessa festa, é motivo de muita alegria", ressalta Guilherme Spinelli, que é o piloto com maior número de títulos nos carros no Rally dos Sertões.


Atletas 4x4
Muitas personalidades e atletas estiveram presentes no lançamento da equipe, e fizeram questão de parabenizar e desejar "boa sorte" para Guilherme Spinelli e Youssef Haddad. Dentre os presentes estavam o medalhista olímpico Torben Grael, o montanhista Rodrigo Raineri, o velejador Beto Pandiani, o paraquedista Luigi Cani e os pilotos Felipe Maluhy e Chico Serra.

Youssef, Guiga, Torben Grael, Robert Rittscher, Rogério Gonçalves e Thiago Luz
"Reunimos em uma só noite diretores de grandes empresas e nomes de peso do esporte nacional, para celebrar uma parceria muito importante e promissora entre a Mitsubishi e a Petrobras, que renderá ótimos frutos", comemora Fernando Julianelli, diretor de Marketing da Mitsubishi Motors.


Rally dos Sertões 2012
A maior prova off road do país completa 20 anos e terá uma das maiores quilometragens da história, com 4.840 quilômetros entre São Luiz (MA) e Fortaleza (CE), de 18 a 28 de agosto. "O Rally dos Sertões deste ano será muito exigente, tanto para os carros, quanto para as duplas. Teremos muita areia e piso ruim", lembra Youssef. "Será uma disputa intensa o tempo, todos andando no ritmo de Mitsubishi Cup. Vai elevar o nível das disputas e será muito bom", completa ele, referindo-se à competição monomarca da Mitsubishi, onde as etapas são tão intensas que o vencedor é definido até por centésimos de segundo.


Lancer Racing
Guiga e Youssef estarão a bordo do Lancer Racing, um veículo projetado para as mais duras provas off-road do planeta.

"Correr no Lancer é sempre um prazer. O carro é muito veloz, resistente e tem um conforto ímpar em veículos de rali cross country. Só me dá ainda mais confiança e vontade de que a prova comece logo", anima-se Youssef.

Para acompanhar de perto a Equipe Mitsubishi Petrobras com Guilherme Spinelli e Youssef Haddad, acesse o site www.mitsubishipetrobras.com.br e siga a equipe no Twitter @eqpmitsubishibr e pelo Facebook: Equipe Mitsubishi Brasil.

A equipe Mitsubishi Petrobras tem o patrocínio de Mitsubishi, Petrobras, BTG Pactual e URacer.

terça-feira, 31 de julho de 2012

GRUPO FIAT FECHA TRIMESTRE COM 21,5 BILHÕES DE EUROS DE RECEITAS

O Grupo Fiat fechou o segundo trimestre de 2012 com receitas de 21,5 bilhões de euros. Excluindo a Chrysler, as receitas totalizaram 9,2 bilhões de euros, um decréscimo de 7,5% em relação ao primeiro trimestre, refletindo principalmente as quedas de volume na Europa, onde continuam difíceis as condições comerciais para automóveis e comerciais leves, particularmente na Itália, devido ao clima econômico.

O lucro de gestão ordinária alcançou cerca de 1 bilhão de euros, sendo que a região NAFTA registrou 717 milhões de euros, a América Latina respondeu por 238 milhões de euros e a Ásia-Pacífico somou 64 milhões de euros, enquanto a Europa fechou o trimestre com perdas de 138 milhões de euros. 

As marcas de luxo e esportivos e o setor de componentes e sistemas de produção contribuíram, respectivamente, com 104 milhões de euros e 47 milhões de euros. O lucro de gestão ordinária para a Fiat, excluindo a Chrysler foi de 144 milhões de euros, em comparação com 375 milhões de euros no segundo trimestre de 2011, refletindo os volumes mais baixos na Europa e, em menor escala, na América Latina, que foram parcialmente compensadas por ganhos de eficiência industrial, ações de contenção de custos e outras ações de sinergia do grupo.

Primeiro semestre
No primeiro semestre de 2012 o Grupo Fiat registrou receitas de 41,7 bilhões de euros. Excluindo a Chrysler, as receitas totalizaram 17,9 bilhões de euros, um decréscimo de 6,6% sobre o primeiro semestre de 2011 refletindo principalmente as quedas de volume na Europa. 

As marcas de luxo aumentaram suas receitas em 10% (1,4 bilhão de euros) impulsionados pelo crescimento das vendas na Ásia e na América do Norte. O negócio de componentes registrou queda de 1,6% (4 bilhões de euros). O lucro da gestão ordinária foi de 1,8 bilhão de euros e o lucro líquido foi de 737 milhões.

Perspectivas para 2012
Fiat-Chrysler permanece totalmente comprometida com a direção estratégica definida nos planos quinquenais delineados em novembro de 2009 para a Chrysler e abril de 2010 para a Fiat. Tendo revisto as condições econômicas e comerciais nas quatro regiões operacionais que englobam suas atividades, o Grupo Fiat-Chrysler confirma as expectativas de desempenho na América do Norte, América Latina e Ásia-Pacífico. 

Como consequência do nível de incerteza sobre a atividade econômica na zona do euro, o grupo formulou projeções específicas de desempenho financeiro, considerando das atuais condições comerciais deprimidas na Europa até uma estabilização gradual no final de 2012. Assim, o Grupo projeta receitas acima dos 77 bilhões de euros, lucro da gestão ordinária entre 3,8 e 4,5 bilhões de euros, lucro líquido entre 1,2 e 1,5 bilhão de euros e endividamento líquido entre 5,5 e 6 bilhões de euros.

TOYOTA QUE JÁ VENDE NA EUROPA O AYGO EM PARCERIA COM A PSA PEGEOUT CITROËN, AMPLIA ACORDO PARA VENDER, A PARTIR DE 2013, UM NOVO MODELO AINDA EM ESTUDO, COM A MARCA JAPONESA

A Toyota já vende em parceria com a PSA o modelo Aygo na República Tcheca
A Toyota, por meio de sua subsidiária europeia, firmou uma nova parceria com a PSA Peugeot Citroën. No novo acordo, a PSA irá fornecer para a Toyota veículos comerciais leves para comercialização no mercado europeu. Os veículos serão vendidos sob a marca Toyota.



Com a parceria, a PSA passa a fornecer à Toyota, a partir de meados de 2013, uma van de médio porte baseada na Peugeot Expert e na Citroën Jumpy. O acordo também abrange a próxima geração do veículo, com a Toyota participando ativamente de seu desenvolvimento e investindo em equipamentos.

O Peugeot Expert e ...

“A Toyota e a PSA já fabricam um carro compacto para o mercado europeu, o Toyota Aygo, por meio de uma joint-venture na República Checa. Consideramos o mercado de veículos comerciais leve na Europa muito importante e vamos combinar nossas forças com a PSA apara atender aos anseios dos consumidores europeus”, afirma Didier Leroy, presidente e CEO da subsidiária europeia da Toyota.


... o Citroën Jumpy servirão de modelo para o novo Toyota que a japonesa venderá na Europa junto com a PSA.

TOYOTA PRODUZ NO 1º SEMESTRE DESTE ANO MAIS DE 50% DOS VEÍCULOS QUE FABRICOU DE JANEIRO A JUNHO DE 2011. FORAM QUASE 5,3 MILHÕES, MOSTRANDO TOTAL RECUPERAÇÃO DOS EFEITOS DA TRAGÉDIA QUE ATINGIU SUAS FÁBRICAS NO JAPÃO

Toyota Corolla é o carro mais vendido da marca nu mundo.
De janeiro a junho de 2012, o Grupo Toyota produziu mundialmente 5.247.777 unidades, 55,5% a mais do que o mesmo período do ano passado. No último mês de junho, foram produzidos 888.245 veículos, uma alta de 30,4% comparado ao mesmo período de 2011. A marca produziu no Japão 402.030 veículos, registrando crescimento pelo nono mês consecutivo. Fora do Japão, a produção também aumento, de 34,9%, com 486.215 veículos.

Do total de veículos, o mais produzido é o Corolla, com pouco mais de 39 milhões de unidades. O sedã, inclusive, é o mais vendido do mundo, de acordo com a revista Forbes com cerca de 36 milhões de comercializados desde que foi lançado, em 1966. No Brasil, o modelo foi líder de vendas no segmento de sedãs médios em sete dos últimos 10 anos e manteve a liderança no primeiro semestre de 2012.

A Toyota fundada em 1935, no Japão, comemora neste mês de junho, 76 anos e 11 meses de operação e atinge a marca de 200 milhões de veículos produzidos no mundo, cerca de 145 milhões deles fabricados no Japão e 55 milhões em unidades em vários países do mundo.

Vendas no Japão
No Japão, a Toyota acumula alta nas vendas nos últimos nove meses consecutivos. Em junho, vendeu 229.743 unidades o que representou aumento de 63% em relação ao mesmo mês em 2011. Neste primeiro semestre, a alta chega a 72%, em relação ao mesmo período do ano passado, com 1.319.967 unidades vendidas.

O A1 foi o primeiro carro produzido pela Toyota, em 1935.
A Toyota, localizada na cidade do mesmo nome, começou, em 1935, com a fabricação do primeiro protótipo do carro A1 e do caminhão G1 (foto abaixo), e, hoje, produz dezenas de modelos de veículos comerciais caminhões leves, picapes, sedãs grandes e médios, hatches e híbridos. 
Veja abaixo algumas marcas históricas de produção da Toyota e quanto tempo foi necessário para atingi-las:
10 milhões de unidades: Janeiro de 1972
50 milhões de unidades: Outubro de 1985
100 milhões de unidades: Janeiro de 1997
150 milhões de unidades: Janeiro de 2006
200 milhões de unidades: Junho de 2012.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.