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sexta-feira, 22 de março de 2013

PORSCHE ABRE DIA 2 DE ABRIL CONCESSIONÁRIA EM BRASÍLIA E ESTIMA VENDER ESTE ANO 100 CARROS NA REGIÃO CENTRO-OESTE. CONHEÇA A HISTÓRIA DA PORSCHE NO BRASIL QUE A STUTTGART SPORTCAR REPRESENTA, E A SUA PARTICIPAÇÃO EM IMPORTANTES CORRIDAS. E VEJA QUANTO CUSTA UM PORSCHE


Novo Porsche Cayman apresentado na inauguração.

Depois de 15 anos de instalada no Brasil, a  Porsche inaugurará no próximo dia 2 de abril,  a primeira concessionária Porsche na região Centro-Oeste, na capital do País. 

Eurobike Brasília será a oitava representante da famosa marca de carros esportivos alemães e deverá vender 100 Porsche, em 2013, os preços do novo modelo são de R$ 319 mil o Cayman e R$ 399 mil, o Cayman S .

O luxuoso e ao mesmo tempo sóbrio interior do Cayman.
O evento de inauguração da Eurobike, em Brasília, serão as duas versões do novo SUV Cayman e Cayman S, que começarão a ser vendidas no Brasil. Com 382 m² de área construída, a nova concessionária  conta com salão  showroom, oficina e estoque de peças.

“Com a abertura da Eurobike, em Brasília, concretizamos nosso plano de abrir uma concessionária Porsche para atender ao público do Centro-Oeste”, afirma Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar, para quem 
região tem grande potencial para gerar novos negócios.


O Cayman deve se tornar um campeão de vendas da Porsche

Atualmente, a Porsche tem endereços em São Paulo (dois), Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Além do Distrito Federal, a nova Eurobike deverá atender também os clientes do Estado de Goiás. 

Tabela de preços
Boxster - R$ 299.000,00
Boxster S - R$ 379.000,00
Cayman - R$ 319.000,00
Cayman S- R$ 399.000,00
911 Carrera S Coupé - R$ 549.000,00
911 Carrera S Cabriolet - R$ 609.000,00
911 Carrera 4S - R$ 609.000,00
911 Carrera 4S Cabriolet - R$ 669.000,00
Cayenne V6 - R$ 299.000,00
Cayenne S - R$ 399.000,00
Cayenne GTS - R$ 499.000,00
Cayenne Turbo - R$ 599.000,00
Cayenne Turbo S - R$ 799.000,00
Panamera V6 - R$ 399.000,00
Panamera S - R$ 559.000,00
Panamera 4S - R$ 599.000,00
Panamera GTS - R$ 649.000,00
Panamera Turbo - R$ 769.000,00
Panamera Turbo S - R$ 949.000,00
História
Em outubro de 2012, a Stuttgart Sportcar completou 15 anos de atividade como representante oficial da Porsche no Brasil. O ano de 2013 é simbólico para a marca, que fará uma série de ações especiais para celebrar uma década e meia no País. 

Nesse período, a Stuttgart Sportcar vivenciou um crescimento sem precedentes e tornou-se referência em Porsche no Brasil. Hoje, a imagem da empresa está associada à qualidade dos serviços de venda e pós-venda e também à velocidade das pistas de corrida.

“Completar 15 anos de trabalho junto a uma marca como a Porsche é resultado de um trabalho estruturado e de um crescimento sustentado em metas audaciosas, mas ao mesmo tempo realistas”, comenta Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar.

No caso do Cayman, quem vê caras, vê corações.
“Muitas vezes, os desafios tornam-se oportunidades de crescimento. A Stuttgart Sportcar sempre teve essa capacidade de se reinventar, mesmo quando surgiam novos desafios, e isso é fundamental para se manter em atividade durante tanto tempo.”

A história da Stuttgart Sportcar começou em 1994. A empresa foi nomeada pela Dacon (importadora oficial da Porsche no Brasil entre 1968 e 1996) para abrir concessionárias autorizadas da marca no Rio de Janeiro e em Curitiba. 



Frente agressiva do Cayman, nova sem perder as linhas tradicionais
Nessa época, a Stuttgart Sportcar era dirigida por Regis Schuch e Jauneval de Oms, que deixaria a sociedade no final da década de 1990. 

Em 1996, a Dacon encerrou suas operações e a Stuttgart Sportcar abriu, em agosto, sua loja em São Paulo, na avenida Europa e pouco mais de um ano depois, em 10 de outubro de 1997, passou a ser a importadora oficial da Porsche no Brasil, alavancando as vendas da marca de 15 veículos, em 1996, para 87, em 1998. 


O painel do Cayman mostra perfeita harmonia de instrumentos com o piloto

Nessa época, a linha Porsche tinha apenas dois produtos, o Boxster e o 911. Com a entrada na Stuttgart do novo sócio Marcel Visconde. em 2002, a importadora preparou-se para atender às expectativas geradas pela chegada do Cayenne, lançado, em setembro, desse ano no Salão de Paris.

O carro foi exposto no Salão do Automóvel de São Paulo apenas um mês depois e gerou um aumento significativo das vendas da Porsche, inclusive dos modelos esportivos. 


O Macan é o mais novo SUV da Porsche e deverá chegar ao Brasil ano que vem.
No final de 2005, com o lançamento do Cayman, e em 2009, com o surgimento do Panamera, as vendas registraram aumento significativo e, hoje, a Stuttgart Sportcar prepara-se para a chegada, em 2014, do Macan, um novo SUV, que custa na Alemanha, 45 mil euros.

O Cayman inspira confiança, mesmo em altas velocidades.

Entre 2009 e 2011, a Stuttgart Sportcar tornou-se a maior importadora Porsche na América Latina, chegando a superar a barreira de 1.000 unidades vendidas, em 2011.


Ao longo de uma década e meia, a Stuttgart Sportcar ampliou instalações (incluindo a abertura em São Paulo de uma oficina especial para a linha Cayenne, inédita no mundo). Com estrutura de primeira linha, o Centro Técnico da Stuttgart Sportcar é frequentemente requisitado pela Porsche Latin America para treinamentos e cursos de atualização.

A tradicional corrida de Daytona conta sempre com carros Porsche.

A Stuttgart, também se tornou protagonista vitoriosa nas pistas, com participação expressiva em corridas internacionais de longa duração (como a 24 Horas de Daytona) e vitórias em provas como Mil Milhas Brasil e os 500 Quilômetros de Interlagos.


Porsche nos 500 km de Interlagos.



quinta-feira, 21 de março de 2013

VOCÊ SABIA QUE...

... muito em breve haverão mais Onix no mercado?


A General Motors do Brasil confirmou o início do terceiro turno de trabalho na unidade de Gravataí para a próxima segunda-feira, dia 25/03. 

O anúncio foi feito pelo presidente da GM América do Sul, Jaime Ardila, durante visita ao Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag).


“A GM investiu R$ 5,3 bilhões no Brasil nos últimos cinco anos, renovando o portfólio de produtos da Chevrolet, modernizando e ampliando nossas fábricas", disse o presidente.

Segundo Ardila, o Complexo Industrial de Gravataí é hoje o maior da América do Sul e o sucesso do Celta e do Onix nos permite antecipar uma trajetória vitoriosa para o novo Prisma, que acaba de ser lançado.

A unidade de Gravata, de acordo com o presidente da GM, tem confirmado ao longo dos últimos doze anos sua vocação para o crescimento sustentável. 


 “A operação industrial em Gravataí é modelo para a GM em todo o mundo. Estou muito satisfeito em anunciar o início do terceiro turno, que gerou 2.450 novos empregos, em uma demonstração inequívoca do nosso compromisso com o Brasil”, destacou o executivo.


Mais investimentos e novos empregos
Inaugurada em 20 de julho, de 2000, a unidade recebeu somente nos últimos três anos investimentos da ordem de R$ 1,4 bilhão, visando não somente ampliação de sua capacidade instalada de produção - que passa de 230 mil unidades/ano para 380 mil unidades/ano –, mas, também, a fabricação de uma nova família de veículos. No desenvolvimento dos modelos Onix e Prisma foram investidos mais R$ 600 milhões.


Com os investimentos, a fábrica da GM ampliou sua estrutura operacional em 74 mil novos metros quadrados, selecionando e qualificando 1.450 trabalhadores para novos postos de trabalho criados para atender o terceiro turno. 


De forma proporcional, as empresas 19 Sistemistas - fornecedores instalados nas dependências do Ciag - também foram responsáveis pela geração de outros mil novos empregos.


Atualmente a fábrica produz os modelos Chevrolet Onix, Prisma e Celta ao ritmo de 63 carros por hora, índice que a posiciona como a quarta fábrica mais produtiva da GM no mundo. Operando em três turnos, a fábrica atinge seu limite máximo de produção.


A HISTÓRIA DA IMPLANTAÇÃO DOS CARROS FLEX NO BRASIL É UM VERDADEIRA EPOPEIA E UMA GANGORRA EM QUE O CONSUMIDOR É QUEM MENOS É RESPEITADO. FERNANDO CALMON LEMBRA A "SAGA DOS MOTORES FLEX". NA COLUNA "ALTA RODA", ELE REVELA NOVIDADES DA ABEIVA, DA KIA E FALA DO NOVO DURANGO



Alta Roda 

nº 725 - 19/3/13

Fernando Calmon


SAGA DOS MOTORES FLEX

Em 23 de março de 2003 surgiu o primeiro automóvel fabricado no Brasil,  cujo motor usava o sistema flexível etanol e gasolina de forma viável. 

Foi o Volkswagen Gol 1,6 litro, lançado simultaneamente à comemoração de 50 anos da empresa no Brasil, com a presença de diretores mundiais do grupo alemão e do presidente da República. 

Alguns meses depois de completar uma década em produção, a Anfavea projeta que, em meados deste ano, 20 milhões de veículos popularmente chamados flex terão sido fabricados, marco muito relevante.

Nada menos de 92% dos automóveis e comerciais leves com motores de ciclo Otto, vendidos em 2012, tinham motores flex, incluídos nacionais e importados. 


Ao acrescentar os de ciclo Diesel, a participação cai para 87%. Nenhum mercado no mundo apresenta esse cenário.

Na realidade, flexibilidade de abastecer o mesmo tanque com combustível de origem fóssil, de origem vegetal ou mistura dos dois remonta ao início do século passado, por volta de 1910. Ford T e alguns concorrentes podiam usar um ou outro combustível. 


Preço da gasolina caiu e a experiência, abandonada. Ainda nos EUA, voltou em 1991, com metanol em pequenas frotas. O primeiro carro flex de série já com etanol surgiu em 1996, um Ford Taurus.

No Brasil, depois da crise de escassez de etanol, em 1989/90, a Bosch apresentou um Chevrolet Omega, de 2 litros, com a tecnologia flex, mas, o sistema de reconhecimento de combustível era caro e lento. 


O projeto só avançou depois de quatro anos, ao se descobrir que a sonda lambda (sensor de oxigênio) servia bem para identificar e gerenciar o tipo de combustível. 

A Volkswagen decidiu apostar na tecnologia. Motores de 1 litro representavam quase 70% das vendas à época e, assim, a fábrica escolheu o de 1,6 l por precaução. 

Como a Bosch fornecia sistemas de injeção para os motores VW de menor cilindrada, a Magneti Marelli acabou por receber a primazia.

Apelo do motor flex diminuiu quando o preço dos dois combustíveis se aproximou. Opção pelo etanol caiu drasticamente depois de 2009 e o governo ainda bate cabeça sobre a estratégia futura de preços relativos e carga fiscal diferenciada. 


Sem isso, só o apelo ambiental atrairá poucos compradores. Por outro lado, as fábricas têm sido lentas na evolução técnica dos motores. 

Partida dos motores sem auxílio de gasolina em dias frios, por exemplo, só surgiu em produção seriada no ano passado e em alguns modelos.

Graças ao novo regime automobilístico Inovar-Auto e seus objetivos de menor consumo de combustível haverá avanços até 2017. 


Meta compulsória é de cortar o consumo médio da frota à venda de cada fabricante em 12,5% sobre 2012. A meta incentivada (até dois pontos percentuais a menos de IPI) chega a quase 19%. 

Alcançar essa referência, equivalente à da Europa em 2015, obrigará a investir além dos motores. 

Grande passo, a injeção direta de combustível em motores flex apresenta potencial de corte de consumo em até 10%. 


Com uso eventual de turbocompressor, ganho será maior com etanol. Significa que mesmo que o combustível vegetal custe 75% (talvez até 80%) do preço da gasolina, ainda será viável sua escolha na hora de abastecer. Hoje, referência é de 70%.

RODA VIVA

ABEIVA deve revisar, no final deste mês, sua previsão de importação de 150.000 unidades em 2013, provavelmente para menos. 

Kia (Grupo Gandini) continua a liderar entre marcas sem produção local, associadas àquela entidade. 

Grupo brasileiro fez contas e decidiu não aderir ao Inovar-Auto, ao contrário dos demais. Cotas são baixas para seu volume de importação. 

CAIXAS de câmbio (transeixos) manuais de seis marchas serão produzidas na nova fábrica de motores da GM, em Joinville (SC), mais voltada à exportação, assim que mercado europeu se recuperar da atual queda. Parte de produção ficará aqui para o Cruze e outros modelos. 


No exterior, empresa desenvolve uma caixa “híbrida”: automática convencional e de dupla embreagem.

DURANGO, novo SUV da Dodge (de R$ 179.900 a salgados R$ 199.900), oferece sete lugares e mais espaço interno que Journey/Freemont. 


Mesmo com dois bancos da última fileira em posição normal, porta-malas é muito bom: 490 litros (até o teto; usáveis uns 35% menos). 

Chassi é igual ao do Grand Cherokee, com maior balanço traseiro. Motor V6/286 cv dá conta do recado.

PRESIDENTE da Magneti Marelli volta a ser brasileiro. Lino Duarte está à frente do segundo maior fabricante de autopeças aqui instalado. 


Ele destacou que a matriz italiana, além de fornecer motor elétrico para o híbrido LaFerrari, desenvolveu o Superlift: atuadores hidráulicos elevam em quatro cm o vão livre, ideal para carros esporte em rampas e lombadas.

TENDÊNCIA de desnacionalização em autopeças parece irreversível. Fabricante de correias e tensionadores Dayco, dos EUA, com fábricas em São Paulo e Minas Gerais, comprou a brasileira Nytron. 


As marcas conviverão por tempo indeterminado. Aumentará exportações para Europa e América do Sul com integração dos produtos. ____________________________________

fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

NOVOS FILTROS DE COMBUSTÍVEL E DE ÓLEO PARA MOTORES RENAULT, CITRÖEN, PEUGEOT, TOYOTA, OS PRODUTOS SÃO DA KS E JÁ ESTÃO À VENDA NO MERCADO. OS FILTROS PARA CARROS VW ABRANGEM GOL, PARATI E SAVEIRO A PARTIR DE 2003 E MUITAS OUTRAS MARCAS, COMO VOLVO


A marca KS, do Grupo KSPG Automotive, lançou no mercado de reposição nacional 14 novos filtros de ar, 3 novos filtros de combustível e 15 novos filtros de óleo, incluindo-se os refis dos elementos filtrantes, para aplicações que abrangem quase uma centena de veículos movidos a gasolina, flex ou a diesel.

O lançamento de filtros de combustível abrange os motores flex da Renault, Citroën, Peugeot, Toyota e VW com destaque para VW Gol 1.6 flex e VW Fox (motores 1.0 e 1.6 flex) produzidos a partir de 2003, e VW Parati 1.6 flex e picape VW Saveiro 1.6 flex fabricados de 2004 em diante.

Os filtros KS para os veículos a diesel incluem diversas motorizações e anos de produção da Ford Ranger (Maxion), Ford F1000 (Maxion), Ford F1200 (MWM); Volvo FH12 380, FH12 400, 440 e 480; do VW8150E, VW9150E, VW3170E e VW15170E – todos com motores Cummins – e do VW 7100, 8100 e 14150 (MWM); Chevrolet S10 e Blazer da GM (MWM); Nissan Frontier (MWM); e Volvo FH12420, FM12340, FM12420, NH10 e NH12; e Mercedes-Benz 1634LS, 0371UL e 0400R.

Já o filtro de óleo lubrificante KS inclui as aplicações: Renault Clio (1.0 e 1.6), Twingo D7F, Kangoo (1.0), Logan (1.0) flex, Nissan Sentra (2.0 16V); Toyota Corolla (motor importado a partir de 1999), Paseo (1.5) e Camry (motor de 6 cilindros), Corolla/Fielder (1.8 16V flex), Corolla nacional (1.8 16V); Ford EcoSport 1.0 Supercharger, EcoSport XL, XLS e XLT (1.6 8V), Ford New Fiesta nacional (1.6) e Fiesta Supercharger (1.0 - compressor).

Também estão na reposição os elementos filtrantes para ar: aplicações em caminhões Mercedes-Benz, Agrale e Volkswagen, e aplicações em veículos leves da General Motors (ex.: Vectra), Peugeot (206 nacional), Volkswagen (Gol 1.6 flex), Renault (Clio 1.0 nacional), Fiat (Punto 1.4), Ford (New Fiesta 1.6) e Citroën (C3 1.4).

* Os produtos da marca KS são comercializados no mercado brasileiro de reposição pela MS Motor Service Brasil, divisão do Grupo KSPG AG responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o aftermarket.


Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.kspg.com – (19) 3484-1312
Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda
Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis – MTb 9.473/SP - 28lellis@uol.com.br –      (17) 8119-384

RENAULT REALIZA UM FEIRÃO DE FÁBRICA - O ÚLTIMO COM IPI REDUZIDO - NO PÁTIO DA FÁBRICA EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, PERTO DE CURITIBA, NESTE FIM DE SEMANA. OS FINANCIAMENTOS SERÃO SEM JUROS.


A Renault do Brasil vai realizar nos dias 23 e 24 de março seu último feirão de fábrica com IPI reduzido. Preços promocionais e condições facilitadas de pagamento estarão esperando pelos clientes no Complexo Industrial Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, no Paraná.

Entre as ofertas, destaque para o Novo Clio, que além de ser o mais econômico (possui o Selo A do Inmetro), tem também o motor mais potente da categoria, com 80cv. O modelo será oferecido a partir de R$ 21.990, à vista, ou com taxa 0 de juro nos planos de 24 meses. 


Já o utilitário esportivo Duster, o mais robusto da categoria, equipado com ar condicionado, direção hidráulica e freios ABS, estará disponível a partir de R$ 49.850 à vista, ou financiado no plano de 18 meses, também com taxa 0.

O hatch Sandero e o sedã Logan também estarão em promoção. Nada de juros nos financiamentos de 24 vezes. O Sandero estará à venda a partir de R$ 26.990; e o Logan, a partir de R$ 25.990.

Quem passar pela fábrica para aproveitar o Feirão deste final de semana poderá conhecer toda a linha Renault e fazer testes em sucessos comerciais da marca, como o utilitários esportivo Duster e o sedã médio Fluence, modelo que se destaca por sua sofisticação, tecnologia, segurança e ampla lista de itens de série.

Feirão de fábrica Renault:
Dias 23 e 24 de março, das 9h às 18h.
Local: Pátio da Renault do Brasil – Complexo Ayrton Senna – BR 277 – km 73
(Av. Renault, 1300 – São José dos Pinhais – PR)

RENAULT ANTECIPA-SE À OBRIGATORIEDADE DE ITENS DE SEGURANÇA E EQUIPA LOGAN 2013, TORNANDO-O MAIS SEGURO E ELEVA COMPETITIVIDADE DO MODELO INSTALANDO PRODUTOS QUE ANTES ERAM OPCIONAIS. VEJA AS NOVAS TABELAS DE PREÇO. GARANTIA É DE 3 ANOS



O Renault Logan 2013/2013 chega às concessionárias com alterações na gama. O objetivo é tornar a linha mais enxuta e ainda mais competitiva, com vantagens aos consumidores, entre elas, a incorporação de novos itens de série, que antes eram opcionais.



A versão Expression 1.6 8V Hi-Power, por exemplo, já passa a vir equipada com freios ABS, airbags duplos e CD-player integrado ao painel com MP3 e comando satélite na coluna de direção. 

O motorista pode controlar o sistema de áudio sem precisar tirar as mãos do volante. Ponto positivo para o conforto e para a segurança.

O equipamento, além de rádio AM/FM e CD-Player, reproduz músicas nos formatos MP3, WMA e WMV e ainda oferece a tecnologia Bluetooth, que possibilita conectar um telefone celular ao sistema de áudio do veículo.



Na linha 13/13, a versão Expression 1.6 16V Hi-Flex com câmbio automático passa a vir de fábrica com rodas de liga leve aro 15’’, alarme, retrovisores elétricos, vidros traseiros elétricos e o sistema Media NAV, um completo sistema multimídia com tela de sete polegadas integrada ao painel.




“O Logan é o modelo com caixa automática entre os mais acessíveis do seu segmento”, diz o vice-presidente Comercial da Renault do Brasil, Gustavo Schmidt.



Com a reformulação, a linha passa a ser comercializada em quatro versões:

Authentique 1.0 16V Hi-Flex – R$ 27.400,00
Expression 1.0 16V Hi-Flex – R$ 29.700,00
Expression 1.6 8V HI-Power – R$ 36.380,00
Expression 1.6 16V Hi-Flex (automático) – R$ 40.900,00


Com 2,63 metros de distância entre-eixos, o Logan tem no amplo espaço interno um de seus pontos fortes. Apesar de ser um sedã compacto, o modelo da Renault pode transportar com conforto três adultos no banco de trás.


Espaço para bagagem também não é problema. O porta-malas tem capacidade de 510 litros, maior do que o de muitos sedãs de categorias superiores.




Sandero mais seguro
A linha 13/13 do Sandero, o modelo mais vendido da Renault, também foi alterada. Freios com sistema ABS e air bags duplos estão presentes em todas as versões (exceto Authentique).

A mesma estrutura da gama que fez sucesso ao longo de 2012 foi mantida.



Com isso, o Sandero está disponível nas seguintes versões:
Authentique 1.0 16V Hi-Flex – R$ 28.050,00
Expression 1.0 16V Hi-Flex - R$ 34.850,00
Expression 1.6 8V Hi-Power – R$ 38.060,00
Privilége 1.6 8V Hi-Power - R$ 40.470,00
Privilége 1.6 16V Hi-Flex (automático) – R$ 42.410,00
GT Line 1.6 8V Hi-Power – R$ 40.680,00
Stepway 1.6 8V Hi-Power –R$ 44.580,00
Stepway1.6 16V Hi-Flex (automatic) – R$ 48.780,00.




Garantia de 3 anos
Tanto Logan quanto Sandero são vendidos com garantia total de fábrica de 36 meses ou 100.000 quilômetros (o que ocorrer primeiro).

Este benefício foi possível devido a sua característica de construção, marcada pela simplicidade aliada à durabilidade, à robustez e à facilidade de manutenção.

CHEGOU A HORA DA VELOCIDADE NAS PISTAS DE TERRA E LAMA PARA O RALI CROSS COUNTRY DE VELOCIDADE MITSUBISHI CUP. OS CARROS ENFRENTAM. NESTE FIM DE SEMANA, AS TRÊS PROVAS DA 1ª ETAPA EM RIBEIRÃO PRETO. ESTE ANO O VALOR DOS PRÊMIOS SUBIU PARA QUASE R$ 600 MIL


A 14ª temporada do Rali Cross Country de Velocidade Mitsubishi Cup começa, neste sábado, 23 de março, em Ribeirão Preto (SP). "Apesar do destino conhecido, a pista é completamente nova, com partes rápidas e bem técnicas, terra batida e cascalho em alguns pontos", explica Corinna Souza Ramos, diretora de Projetos Especiais da Mitsubishi.

Assim como nos outros anos, cada etapa da Mitsubishi Cup contará com três provas. Em Ribeirão Preto, a pista terá aproximadamente 30 quilômetros. 


"Nossa equipe técnica especializada trabalhou para explorar novos trajetos. É por isso que a Mitsubishi Cup tem a tradição de ser um campeonato de rali muito competitivo e disputado", diz.

Entre os pilotos confirmados, os irmãos Marcos e Cristian Baumgart devem protagonizar mais uma temporada emocionante. 



Em 2012, os dois chegaram à última etapa com apenas um ponto de diferença - Cristian levou a melhor e garantiu o posto de campeão da categoria L200 Triton RS. 

"O gride da Mitsubishi Cup está melhorando todos os anos e a intenção é sempre buscar o máximo, fazendo o que eu gosto, com muita vontade e garra", afirma Marcos Baumgart. 

Rafael Cassol também estará presente, agora correndo com uma L200 Triton ER - ele foi campeão na categoria TR4 ER Master em 2012.


Premiação
A Mitsubishi Cup oferece uma das maiores premiações do automobilismo brasileiro. Em 2013, o prêmio total será de mais de R$ 555 mil reais, que serão distribuídos aos vencedores no decorrer de sete etapas.

A Mitsubishi Cup tem patrocínio do Itaú, Gol, Pirelli, Castrol, Magneti Marelli, Clarion, Mapfre, Transzero, Unirios e Columbia. Mais informações no site: www.mitsubishimotors.com.br.


Programação da 1ª Etapa da Mitsubishi Cup - Ribeirão Preto (SP)
22 de Março - Sexta-feira
Vistoria e Briefing: Hotel JP - Rod. Anhanguera km 308, Ribeirão Preto-SP / (WP -21 12' 41,19" / -47 45' 28,87")

9h às 13h: Vistoria (Pajero TR4ER Master, Pajero TR4ER e Pajero TR4R)
Apoio e Pista - Fazenda Santa Francesca: Rod. Via Anhanguera km 286, Cravinhos -SP / (WP -21 22' 49,30" / -47 41' 44,29")
19h - Briefing para pilotos e navegadores

23 de Março - Sábado
Apoio, Pista e Lounge - Fazenda Santa Francesca: Rod. Via Anhanguera km 286, Cravinhos - SP / (WP -21 22' 49,30" / -47 41' 44,29")

08h00 - 1ª Largada 
10h30 - 2ª Largada 
13h00 - 3ª Largada 
16h30 - Início da Premiação

Credenciamento de Imprensa
O credenciamento de imprensa para a Mitsubishi Cup pode ser feito por meio doimprensa@mmcb.com.br. Os interessados devem enviar o nome do veículo e os dados completos do jornalista. As confirmações serão feitas via e-mail.



EXPEDIÇÃO DE KARINA OLIANI AO EVEREST TEM PATROCÍNIO DA MINI


"MINI no Topo do Mundo" é a mais recente iniciativa da MINI Brasil que consiste em patrocinar a expedição rumo à montanha mais alta do planeta pela aventureira Karina Oliani. 

A atleta, que já esteve por duas vezes na Cordilheira do Himalaia e já escalou 3 das 7 maiores montanhas do mundo (Elbrus, Kilimanjaro e Aconcágua), se prepara para a realização de um sonho e para a sua próxima aventura: ser a primeira brasileira a escalar o topo do Everest.

Sem a ajuda de um guia, apenas acompanhada por seu cinegrafista, Karina cumprira 55 dias de expedição, a qual tem como um dos seus objetivos mostrar como os sherpas (habitantes locais adaptados às altitudes do Himalaia) sobrevivem as dificuldades e às situações extremas da montanha.

A expedição "MINI no Topo do Mundo" será oficialmente apresentada a imprensa na data de hoje, 20 de março, no Shopping Iguatemi. 


Na ocasião, a atleta e médica de formação contara sobre suas experiências anteriores nas montanhas do Himalaia e reforçará a sua parceria com a MINI Brasil.

Há quatro anos no Pais, a marca tornou-se referência no segmento de veículos compactos premium. A irreverência em sua comunicação, linguagem e iniciativas de suas ações de marketing possibilitam a sua participação em eventos relacionados à esportes radicais, moda, design, arquitetura e cultura. 

A campanha internacional atual da marca - intitulada "NOT NORMAL“ - é focada na celebração do espírito de criatividade, individualidade e espontaneidade que existe dentro de cada um.

Com base nessa premissa, MINI apoia projetos e pessoas com ideias e talentos inusitados, que explorem a criatividade, a personalidade, a liberdade, fugindo do convencional, ou seja, de tudo que e normal. 

Todas essas características correspondem também as sensações ao dirigir um MINI, um veiculo completo, compacto e personalizado de acordo com o gosto e necessidades dos seus clientes.

Assim como o MINI, a atleta Karina também faz uso do conceito "NOT NORMAL" em sua vida pessoal. Médica de formação, ela se arrisca nas hora livres, praticando esportes nada convencionais, que envolvem aventura e adrenalina, desde escaladas, MotoCross e paraquedismo a mergulho com animais exóticos e perigosos, como tubarões branco.

"Estamos muito contentes em patrocinar a expedição da Karina, pois acreditamos que esse estilo de vida faz parte do posicionamento da marca, além de transmitir perfeitamente o conceito da nossa mais nova campanha mundial "NOT NORMAL“ também para o nosso mercado nacional. Estamos confiantes e com grandes expectativas para ver a nossa bandeira MINI no topo da montanha mais alta do planeta", diz Paulo Manzano, diretor da marca no Brasil.

OBRIGADA A DESISTIR NO RALLY DAKAR DO ANO PASSADO QUANDO O CARRO FOI ENGOLIDO POR UMA ENXURRADA, A EQUIPE MITSUBISHI PETROBRAS PREPARA-SE JÁ PARA O DAKAR 2014, EM QUE COMPETIRÁ COM O MESMO CARRO, O SUV ASX. A PRIMEIRA ETAPA SERÁ NO DIA 5 DE JANEIRO, SAINDO DE ROSÁRIO E CHEGANDO VALPARAÍSO


Assista o vídeo do carro ilhado pelas águas do rio:
http://youtu.be/48bCnEJiRmY

Troca do Perú pela Bolívia
O anúncio do calendário e trajeto do Rally Dakar 2014 fez com que a Equipe Mitsubishi Petrobras começasse a acelerar ainda mais fundo na preparação para sua próxima participação no maior rali do mundo. Pelo sexto ano consecutivo, a competição será em solo sul-americano.

"Acredito que o perfil do Rally Dakar mudará um pouco em relação à edição de 2013. Aparentemente, a maior parte do deserto estará no Chile, mas podemos ter menos areia do que tivemos este ano", avalia Guilherme Spinelli, piloto da Equipe Mitsubishi Petrobras.


A grande novidade do Rally Dakar 2014, que será realizado entre os dias 5 e 18 de janeiro, será a passagem pela Bolívia e não mais pelo Peru, que esteve presente na última edição. Além disso, a organização divulgou que Rosário, na Argentina, será o ponto de largada e Valparaíso, no Chile, o ponto de chegada.

"Não sabemos muita coisa ainda, mas, pelo desenho do mapa, a Argentina será o país em que teremos mais etapas. Já estamos pensando na logística para a competição, mas só definiremos o roteiro completo quando forem divulgadas todas as cidades", explica Guiga.


Equipe Mitsubishi Petrobras
Acompanhe de perto todas as novidades da Equipe Mitsubishi Petrobras com Guilherme Spinelli e Youssef Haddad no Rally Dakar:

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quarta-feira, 20 de março de 2013

A PEUGEOT DECIDIU EDITAR NO BRASIL O 208, EM TRÊS VERSÕES, FLEX E SEM O TANQUINHO - QUE A GENTE SÓ LEMBRA DE ABASTECER QUANDO SURGE O SINAL LUMINOSO E FELIZMENTE ESTÁ DESAPARECENDO - CÂMBIO AUTOMÁTICO. E, IMPORTANTE, A MAIOR DISTÂNCIA ENTRE EIXOS DO SEGMENTO... ESSE ASSUNTO É UM DOS TEMAS DA COLUNA DO NO0SSO QUERIDO ROBERTO NASSER QUE COMENTA A TROCA DO PRESIDENTE DA MERCEDES E A QUEDA DO DESEMPENHO DO MERCADO AUTOMOTIVO, E LEMBRA A HISTÓRIA DA DIFICULDADE QUE A FIAT TEVE PARA SE INSTALAR NO BRASIL, HÁ 40 ANOS. O GOVERNO NÃO PERMITIA. HOJE A ITALIANA ESTÁ ÀS VÉSPERAS DE PRODUZIR QUASE UM MILHÃO DE VEÍCULOS, POR ANO



Coluna Nº 1213  - 20 de Março de 2013


A Peugeot, com o 208, de volta
Correndo para recuperar espaços e vendas, a Peugeot começa a vender seu novo modelo, o 208. 

Agressivo em estilo, detalhista em construção, bem equipado, virá em três versões de decoração e equipamentos, duas motorizações locais, flex, sem tanquinho, 1.5 e 1.6, neste, a opção do câmbio automático, de quatro velocidades. 

Bem situado na categoria, lançado há um ano na Europa multi premiado em design, atualizado, tem boa capacidade de porta-malas e a maior distância entre eixos no segmento, superando o Hyundai HB20, atual referência.

O design é confortável aos olhos e detalhes simpáticos, como lanternas que lembram partes do leãozinho da logomarca ou as luzes de LED em trilhos, a assinatura da marca em placa cromada na tomada de ar frontal e na tampa do porta-malas, os elementos que se combinam no teto, como a larga faixa cromada, com elemento central com o mesmo formato dos letreiros, denotam cuidados.

A Peugeot equipou-o para diferenciá-lo. A versão intermediária contém equipamentos de segurança – almofadas de ar, ABS com EBD, sistema de navegação em tela confortável, muita eletrônica para confortos. 


Não é apenas mais um concorrente no disputado segmento B Hatch, mas opção diferenciada e das principais opções.

A base é a plataforma utilizada no novo Citroën C3 mas a Peugeot acertou-o fina e competentemente. A reatividade da suspensão está exatamente no ponto de equilíbrio de rolagem confortável, sensação e performance em estabilidade. 


Nestes porte e preço será, possivelmente, o comportamento mais harmônico, desde o motor 1.5 8V, com 14 quilos de torque, com 80% ocorrendo em baixa rotação, ao acerto entre as engrenagens do câmbio, freios e direção. O trabalho será referência.

A mescla de design, espaço interno e formulação do automóvel exibe a competência histórica e familiar da Peugeot, marca secular. 


Em crise, talvez a montadora com maiores perdas em vendas e prejuízos, bancou investimentos no criar um grande e perceptível diferencial no 208 – deu resultado prático, tendo vendido quase 300 mil em seu primeiro ano de produção europeia.

Na prática, quando você se acomoda, ajusta o volante em altura e profundidade, os bancos, a posição dos pedais, encontra a alavanca de marchas, olha para a frente e descobre que o painel está na fímbria inferior do para-brisas, aspergindo informações sem necessidade de mexer os olhos para procurá-las, você tem a sensação de grande conforto e habitabilidade. E se pergunta porque todos os carros não são assim. Ergonomia é um dos pilares do projeto.

Mercado
Frédéric Drouen, diretor-geral da Peugeot, larga experiência na marca e no País, diz que a produção inicial será de 3.000 unidades mensais. 


Paralela ao modelo 207, atrativo por preço inferior em R$ 10 mil à versão de entrada, Allure, R$ 39.990. Bem composta, Allure mais GPS e o teto em vidro, com 1 m2 de superfície, R$ 45.990. Acima, Griffe, motor 1.6. Câmbio mecânico de cinco marchas, R$ 50.690. Opção automática, quatro velocidades, R$ 54.690.

Em resumo, análise curta, impressiona aos olhos e aos sentidos. Peugeot e revendedores deveriam criar atrativos para os interessados dirigir. 


Surpreende, agrada, e andando não parece carro francês. Parece o pico da tecnologia de adaptação à realidade da dicotomia automobilística brasileira: impostos suecos, pisos africanos. 


A experiência será bem adotada no 2008, com lançamento em 2014, dentro do nacional padrão Adventure, jeito brasileiro de prometer aventuras sobre rodas.

Peugeot 208. Recomeço bem acertado. 
Muda o presidente da Mercedes
Mudanças em comando de empresas grandes são como pedra atirada em águas plácidas: provocam círculos concêntricos. 


Dieter Zetsche, CEO da Daimler teve seu contrato renovado para cumprir o projeto de fazer os automóveis Mercedes liderar o segmento Premium.

Um destes anéis envolve o Brasil. Philipp Schiemer, agitado, economista, 48, vice presidente de Marketing de Automóveis na matriz será o novo presidente da Mercedes-Benz daqui. Substituirá Jürgen Ziegler, engenheiro, asceta, 55, especialista em BRICS, fez bom trabalho na Índia. No Brasil, corajoso, mudou toda a linha de comerciais, exumou a jovem fábrica em Juiz de Fora, trocou a vocação automobilística pela de caminhões, incluindo a produção do Actros, o maior e de maior tecnologia - caminhão é o que paga a operação da Mercedes, viabilizou o maior pacote de investimentos locais em veículos comerciais. Ainda não tem posto definido na estrutura mundial.

Aqui 

Função importante do novo CEO da Mercedes Brasil a partir de 1º. de julho. Comandar 14 mil colaboradores; fábrica de motores, transmissões – é mais fábrica que montadora; gerir a mudança operacional na Argentina, onde fará veículos de transporte de passageiros, muito ampliando seu leque e exportações; recuperar mercado para seus caminhões; ampliar as vendas de automóveis; definir onde e como será produzido o novo CLA, grande ferramenta para expandir presença marca no segmento inferior.

De fato
Salão de Genebra há uns 15 dias, o Philipp Schiemer se dirige a três jornalistas brasileiros no stand da ..... Volkswagen. Cumprimentos rápidos, vai-se, comentei com o jornalista mineiro Boris Feldman – Eu, heim ? E ele respondeu, - De Fato.

Entendemos ser o Schiemer adepto dos filmes do John Ford, onde não há cena à toa. Daí, o passar não era para ver, mas para ser visto. Aí, tinha.

O eng. Mario Laffitte, diretor de Relações Corporativas da Mercedes, na sala VIP da Lufthansa, aeroporto de Zurich, nada definiu - sem confirmar, confirmou.

Existirão diferenças. Desde o prazo para dar resultados - os três anos do renovado contrato de trabalho do CEO mundial, e por ter servido no Brasil por 14 anos, em automóveis, vans, ônibus e caminhões, falar a linguagem local, dão-lhe entrosamento com o desafio. Ziegler, um asceta, nada em piscina fria às 5h da manhã, é vegetariano, almoça folha de alface e rodela de tomate. Schiemer menos esportista, é da alimentação mais variada, quente e tropical.

Philipp Schiemer, novo CEO da Mercedes.



Roda-a-Roda 

Descendo – Vendas de importados, 7.185, caíram 31% em relação a fevereiro de 2012 – 10.427. No mesmo mês, mercado geral desceu 5,6%. A participação dos importados atipicamente cresceu de 2,9 para 3,2% pelo esgotar das cotas de importados mexicanos. 


Mais importante é que em cenário idêntico entre janeiro e fevereiro deste ano as vendas desceram 16,7%. Importados se dividem entre os trazidos pelas montadoras, 85% e pelas importadoras, 15%.

Caminho – Criadora nacional dos picapes pequenos derivados de automóveis, a Fiat lidera o segmento. E quer continuar. Prepara nova série: mudanças externas, atualização dos motores – sem aplicar o futuroso cabeçote Multi Air, enorme diferencial tecnológico -, e a novidade de três portas.

Assim - Busca facilitar uso do banco traseiro a merecer trabalhos para melhor acomodar os passageiros. Como usual, abrirá ao contrário, fechando contra a dianteira, com a junção formando pilar de resistência.

Lembrança – Para lembrar o 18 de março, o Dia J, ocorrido há dois anos quando a JAC iniciou operar no Brasil, a marca sorteará duas unidades do J2 entre seus interessados em homepages nos principais sítios do País.

Escoteiro – Desde 1978, o Brasil não vai à Fórmula 1 com solitário representante. No caso, Felipe Massa, na Ferrari e com bons resultados na metade final da temporada 2012. 


Difícil imaginar tal penúria em país com três campeões mundiais, mas passa pela soma de talento, articulação para se vender como produto, paitrocínio ou patrocínio.

Super Massa – O bom Massa recebe tensão adicional, sabendo que resultado na temporada 2013 definirá seu futuro na Ferrari. Se mau, o Brasil corre o risco de não estar representado, em 2014. Outro Felipe, o Nasr, é sólida esperança, porém, ainda ainda lhe falta mais vivência.

Lançamento – Para falar a linguagem e costumes locais, a Ford marcará o início da produção do Fiesta hatch com show público da cantora Cláudia Leitte.

Entrosamento – O lançamento palanqueiro é porque os moradores de São Bernardo do Campo, SP, onde fica a pioneira instalação, têm intimidade com os movimentos políticos da terra. 


Mas este é do bem: diverte e firma empregos na cidade, onde seus líderes populares se esforçam e conseguiram reduzir a atividade, expulsando montadoras e empregos a outras cidades.

 Fiesta hatch, o novo, made in SBC.


Fica – A utilização de espaço dentro da pioneira fábrica da Willys-Overland não inviabiliza, de imediato, a produção do Ka e do picape Courier. Sob o mesmo teto a Ford produz caminhões.

Segurança – Toda a linha de caminhões Cargo Ford adotou freios ABS, sistema que diminui a distância de frenagem e permite desviar enquanto freia.

Tecnologia – Para consumir e emitir menos, fabricantes pesquisam opções. Mais recente, chapas para construir plataformas e carrocerias. Após conquista da Honda prensando juntas chapas de alumínio e de aço, a Nissan desenvolveu o AHSS, aço mais leve, resistente e moldável.

Por perguntar – Projeta reduzir, em surpreendentes 17% o peso total dos veículos. Primeiro no sedã esportivo Q50 e em toda a linha até 2017.

Mas, suas partes de fixação e pontos de tensão resistirão aos esforços do rallye diário que é circular por ruas e estradas brasileiras, capazes de desmoralizar qualquer automóvel?

Vacância – Vaga a presidência da General Motors no Brasil. A eng Grace Lieblied não aguentou o repuxo e foi-se após 11 meses. Cotada ao lugar, outra engenheira, Isella Costatini, brasileira e presidente da GM na Argentina. 


Presidente da GMB é hoje o cargo de maior rotatividade da indústria no Brasil: quatro mudanças em dois anos.

Gente – Antonio Maciel Neto, engenheiro, 56, volta. OOOO Foi da então Secretaria de Indústria e Comércio, com status de ministério, onde coordenou, com brilho, as Câmaras de Competitividade. OOOO Após, presidiu o Grupo Itamaraty, a Cecrisa e a Suzano de Papéis. No CAOA dirigirá – importação Hyundai, montagem superficial em Anápolis, importação de Suzuki. OOOO Maciel, que foi o homem certo para a Ford e não fez carreira na matriz para não sair do Brasil, aparentemente, nada tem a ver com o, digamos, peculiar Dr. CAOA. OOOO Edison Lino Duarte, 56, engenheiro, desafio. OOOO Novo presidente da Magneti Marelli para o Mercosul.OOOO A MM faz larga lista de produtos, de amortecedores a injeção de combustível e o mercado da região é esperança de crescimento em faturamento e lucros. OOOO

Fórmula da Fiat no Brasil faz 40 anos
Para vir ao Brasil, a Fiat amineirou-se em caminho e local. Difícil imaginar, mas por obscura razão proibia-se instalar novas fábricas estrangeiras no Brasil. 


A Fiat tentara anos antes em associação com a nacional IBAP, Indústria Brasileira de Automóveis Presidente, mas o governo federal não deu maior atenção.

Fórmula montada pelo ex-ministro do Gabinete Civil da Presidência e então governador mineiro Rondon Pacheco, levou a montadora a Minas por sociedade entre a marca italiana e o governo mineiro. 


Escudo forte, suportou protestos, e aos 14 de março de 1973, Gianni Agnelli, neto do fundador, assinou com Rondon pelo Estado de Minas Gerais, um Acordo de Comunhão de Interesses. 

Ambos sabiam o que pretendiam. A Fiat corrigir o erro tático de não vir ao Brasil à implantação da indústria automobilística. Pacheco, dar empregos e arrecadação pela criar novas empresas fornecedoras em Minas. 

Corajosamente, a Fiat conseguiu mineirizar seus veículos atraindo fornecedores para a sua volta, industrializando o estado e baixando custos com as auto partistas locais.

Da fazenda ondulada, transformada em área plana, saiu uma fábrica para 200 mil unidades anos. Cresceu, ampliou-se, hoje faz 800 mil e está em obras para atingir 950 mil unidades ao ano, a maior fábrica da Fiat no mundo e líder de mercado há 11 anos. 

Transformou bucólico pasto em fábrica e a pequena e desconhecida Betim na 2ª. arrecadação de impostos em Minas.

RENAULT INAUGURA NOVA FÁBRICA E CONCLUI MAIS UMA ETAPA DE SEU PLANO DE CRESCIMENTO NO BRASIL. O FIM DAS OBRAS REPRESENTAM UM AUMENTO DA PRODUÇÃO DE MAIS 100 MIL CARROS POR ANO


A inauguração da nova fábrica de veículos da Renault representa mais um importante passo na evolução da marca no mercado e reafirma o seu compromisso com o Paraná e com o Brasil.

Nos últimos três anos, a Renault cresceu bem acima do mercado brasileiro e este resultado é fruto de uma estratégia baseada em três pilares: renovação e ampliação da gama de produtos; expansão da rede de concessionárias e aumento da capacidade produtiva.

Trabalhando em três turnos desde maio de 2011, esta inauguração é fundamental para que a Renault atinja suas metas de produção e vendas e continue a crescer nos próximos anos.

A conclusão desse projeto, que resulta de investimentos de R$ 500 milhões e fazem parte de um plano total de R$ 1,5 bilhão para o período 2010-2015, representa o compromisso assumido pelo presidente mundial do Grupo Renault, Carlos Ghosn, em outubro de 2011, de ampliar a capacidade de produção do Complexo Ayrton Senna e gerar novos empregos.

Este projeto faz parte do Programa Paraná Competitivo, uma iniciativa do governo do Estado do Paraná para incentivar os investimentos no setor produtivo da região.

A finalização da obra eleva a capacidade produtiva da Renault - do qual fazem parte as fábricas de automóveis, de comerciais leves e de motores - de 280.000 para 380.000 veículos por ano.


A fábrica de automóveis, responsável pela produção dos modelos Duster, Sandero e Logan, aumenta a capacidade de produção de 220.000 para 320.000 unidades anuais. A fábrica de comerciais leves mantém sua capacidade em 60 mil veículos por ano.

A conquista de novos patamares de produção vem acompanhada também da geração de novos empregos. Desde 2011 foram abertos 1.200 novos postos de trabalho, que conta hoje com 6.500 colaboradores.

Este número deverá continuar crescendo este ano, na medida em que o ritmo da produção aumentar para atender as demandas do mercado.

Vale lembrar que o parque de fornecedores da Renault no Paraná também gera outros 25.000 empregos indiretos.

Todas as fases do processo produtivo foram contempladas pelos investimentos, tais comoestamparia, carroceria, pintura, montagem, logística, bem como grande parte da infraestrutura interna do Complexo, como estacionamentos, restaurantes, ambulatório, entre outras áreas de suporte.

A área de Estamparia, onde se inicia o processo de fabricação, ganhou uma linha de cortes totalmente nova, com capacidade para 180 mil peças por mês.

Sua função é cortar as bobinas de aço em chapas adequadas ao uso nas prensas. Sua inauguração aconteceu em meados de 2012.


Na área de Carroceria, área onde são unidas as peças estampadas que formam as carrocerias dos veículos, foram instalados 64 novos robôs e 295 pinças de solda, além de outros equipamentos.

Entre eles, um dispositivo giratório de troca de ferramentas, cuja tecnologia permite a montagem das laterais de modelos diferentes no mesmo módulo de trabalho.
Com isso, a nova linha pode operar com duas plataformas de veículos e quatro modelos diferentes.

O processo de Pintura é totalmente novo. A área ganhou 42 novos robôs, dos quais 24 destinados à aplicação de tintas e vernizes e outros 18 para aplicação da massa de vedação e antirruído nas carrocerias.

Além disso, foi instalado mais um tanque de desengraxe das carrocerias e aumentado o de banho anticorrosão de 250 m³ para 280 m³.

A área destinada à Montagem, que representa a fase final do processo de produção, foi aumentada em 75%, ou seja, passou de 16.000 m² para 28.000 m², tornando-se, inclusive, uma das mais rápidas entre as unidades do Grupo Renault.

Totalmente novo, o sistema de transporte aéreo de carrocerias conta agora com mais de 1 km de extensão.

Foi instalado ainda um novo sistema de casamento do conjunto composto pelo motor, caixa de velocidades, escapamento, tanque de combustível e suspensão dianteira e traseira com a carroceria, gerando mais desempenho.

A área ganhou também uma moderna linha de montagem de rodas com capacidade de 330 unidades /hora.

Para garantir a estocagem, controle e movimentação peças e componentes que abastecem as linhas de produção, foi necessária a construção de um Centro de Preparação Logística (CPL)totalmente novo.

Com área de 35.000 m² e 12 metros de altura - equivalente a um prédio de 4 andares – o centro recebe peças e componentes de mais de 140 fornecedores, em um movimento médio diário de 200 caminhões e 25 contêineres.

As operações de movimentação de cargas dentro do Centro são realizadas por modernas empilhadeiras com câmeras de vídeo que permitem a visualização das prateleiras superiores e ainda realizam o gerenciamento da entrada e saída de peças enviando informações através de um sistema wi-fi. Com o controle automatizado das prateleiras é possível otimizar as operações de alimentação das linhas.

O projeto de expansão da capacidade de produção foi um verdadeiro desafio tecnológico.


Construir “uma nova fábrica dentro da fábrica”, exigiu um trabalho de engenharia de alto nível e contou com a participação de mais de 120 empresas do Paraná e de outras regiões do Brasil, envolvendo cerca de 1.500 pessoas.

Trata-se, portanto, de um projeto brasileiro, ousado e corajoso, jamais realizado em nenhuma outra fábrica da Renault no mundo e que contou com o que existe de melhor do know-how da Aliança Renault-Nissan.

“A conclusão dessa obra reafirma nosso compromisso de continuar investindo no Paraná e no Brasil, e também de oferecer produtos sempre renovados e concebidos ao estilo e ao gosto do consumidor brasileiro”, destaca Olivier Murguet, Presidente da Renault do Brasil.

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