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domingo, 16 de novembro de 2014

MAIS DUAS DAS QUASE 40 FÁBRICAS DA GENERAL MOTORS NO MUNDO RECEBERAM A CERTIFICAÇÃO CORPORATE LANDS FOR LEARNING CONCEDIDA PELAS WILDLIFE HABITAT COUNCIL, PELO TRABALHO EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE NAS UNIDADES DE JOINVILLE E SÃO CAETANO DO SUL

As fábricas da General Motors do Brasil de São Caetano do Sul e de Joinville foram reconhecidas pela Wildlife Habitat Council (WHC), organização internacional sem fins lucrativos dedicada à conservação da natureza. 

Os dois complexos industriais receberam a certificação Corporate Lands for Learning (Propriedades corporativas para aprendizado) por engajar parceiros da comunidade na promoção da educação ambiental nas áreas de preservação situadas nas suas localidades.

Este programa de certificação do WHC reconhece esforços extraordinários de educação ambiental que oferecem oportunidades de ensino na prática ao usar as áreas de preservação localizadas em propriedades empresarias para ensinar conceitos de ecologia e o papel do homem na sua preservação.

“Frequentemente convidamos escolas locais para visitarem nossas instalações e para compartilharmos nosso conhecimento sobre preservação dos recursos naturais e como os estudantes podem ajudar a cuidar do meio ambiente”, disse Nelson Branco, gerente de Meio-Ambiente e Sustentabilidade da GM América do Sul. 

“Dessa forma, proporcionamos aos convidados a oportunidade de conhecer de perto o processo de manufatura sustentável e como o nosso modelo de negócio contribui para a redução de resíduos e à preservação da energia”, acrescentou.

As duas fábricas realizaram uma série de atividades educacionais:
- São Caetano do Sul recebeu um workshop de um turno com escolas públicas locais sobre o desenvolvimento da boa cidadania e as práticas de reciclagem para a juventude brasileira. 

Os estudantes criaram os seus próprios brinquedos de material reciclado e aprenderam como as fábricas utilizam os restos de comida para compostagem.

- A fábrica de Joinville recebeu 110 estudantes em junho para um tour pelo processo produtivo e pela área externa de preservação. 

Os estudantes aprenderam sobre as zonas úmidas e sobre o lago usado para o tratamento orgânico do esgoto, bem como sobre a fauna e flora locais que dependem dessas águas.

- A fábrica de Joinville estendeu o seu programa de educação ambiental para os adultos também. 

Um dos membros da equipe foi convidado a dar uma palestra em um evento sobre iniciativas sustentáveis e certificação em Liderança em energia e design ambiental na indústria automobilística.

A fábrica ganhou, no início deste ano, o Leadership in Energy and Environmental Design (LEED) na categoria Gold, o mais importante título entregue pelo U.S. Green Building Council (GBC), um dos principais conselhos sobre meio ambiente do mundo.

Brasil em destaque
As exigências para certificações do programa Wildlife Habitat Council são rígidas e requerem uma renovação periódica. 

A unidade de fabricação de componentes de Mogi das Cruzes foi recertificada neste ano, tendo mostrado evoluções contínuas em seu programa de educação ambiental e de sua área de preservação. 

As unidades de manufatura em Gravataí e São José dos Campos receberam a certificação em 2013.

Essas fábricas da GM do Brasil e as de Joinville e São Caetano do Sul se juntam a 36 outras no mundo todo com programas de preservação certificados pela WHC – mais do que qualquer outra montadora. 

A empresa gerencia ativamente quase 5.000 acres de área de preservação globalmente, representando mais de 22% das suas emissões de gases certificadas.

A GM acredita que os recursos naturais possuem valor corporativo e atua para protegê-los. 

Essas áreas de preservação ambiental também possibilitam aos empregados a participarem dos esforços de preservação, além de ajudar a fortalecer os vínculos com a comunidade.

Sobre o Wildlife Habitat CouncilCriado em 1988, o Wildlife Habitat Council (WHC) promove e certifica áreas de preservação e gerenciamento em propriedades empresariais através de parcerias e educação.

Os programas do WHC traduzem os objetivos e metas de sustentabilidade das companhias em ações tangíveis e mensuráveis. 

Com o foco na construção da colaboração para preservação em conjunto com os empregados, outras organizações ambientais, agentes do governo e membros da comunidade, os programas do WHC são focados em ecossistemas saudáveis e comunidades interligadas. 

Os programas de vida selvagem assistida e educação ambiental do WHC podem ser encontrados nos EUA e em mais 12 outros países. Para saber mais, visite www.wildlifehc.org.

MITSUBISHI RALLIART BRASIL É CAMPEÃ DO BRASILEIRO DE RALI CROSSCOUNTRY COM GLAUBER E MANAE, PILOTANDO UMA TRITON L200 ERS


Mais um título para entrar para a história. Em meio a muita terra, poeira, lama e saltos nas mais diversas regiões do Brasil, a dupla Glauber Fontoura e Minae Miyauti levou a L200 Triton ERS para o lugar mais alto do pódio e conquistou, pela primeira vez, o título do Campeonato Brasileiro de Rally Cross-country, na categoria Super Production, destinada a carros de produção, com poucas modificações para as provas de rali.

Minae, que compete há apenas três anos como navegadora no rali cross-country, comemorou a conquista. "Foi sensacional. Batalhamos o ano todo para chegar até aqui", disse.

A prova que consagrou a dupla foi o Rally Rota Sudeste, realizado neste fim de semana na região de Lençóis Paulista, no interior de São Paulo.

A partir de 2015, as L200 Triton ER que disputaram a Mitsubishi Cup pelo sistema de locação sit&drive, estarão disponíveis para os pilotos, que poderão correr as provas do Brasileiro e Rally dos Sertões, além da Mitsubishi Cup.

Acompanhe as novidades da Equipe Ralliart Brasil
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Mais informações sobre vendas e locação de veículos:
Telefone: (19) 3818-8888
E-mail: mitsubishicup@mmcb.com.br


PILOTOS DO RALLY ROTA SUDESTE VOLTAM Á PISTA HOJE, ÀS 10 HORAS, PARA DISPUTAR A COMPETIÇÃO NAS CATEGORIAS DE QUADRICICLOS E UTVS., EM LENÇÓIS PAULISTA


Jérémy Dubois, da Equipe SAT Racing, garantiu o segundo lugar entre os quadriciclos, neste sábado, 15, no VIII Rally Rota Sudeste, em Lençóis Paulista (SP). 

A bordo de um KTM 525 XC, o piloto francês, radicado em Taubaté (SP), completou o trecho cronometrado de 131 quilômetros imprimiu um bom ritmo e ficou entre os primeiros da modalidade. 


Já Alain Jean-Marie Dubois, pai de Jérémy, que compete pela categoria UTV (Production Aberta) com um protótipo experimental, fechou o dia na 11ª posição.

Entre os 34 UTVs que largaram, neste sábado, estava o protótipo experimental SAT Racing 001, desenvolvido pela equipe. 

Alain Dubois ficou satisfeito com os testes realizados com o novo projeto e as informações que pode colher durante o percurso com diversas variações de terrenos.

O Rally Rota Sudeste reúne competidores de vários estados nas categorias motos, quadriciclos, UTVs, carros e caminhões. 

A prova é válida pela penúltima etapa do calendário de competições dos campeonatos Brasileiros de Rally Baja e última etapa do Brasileiro de Cross Country.


A competição prossegue neste domingo (16) com a segunda parte do Rally Rota Sudeste, a cerimônia de premiação está prevista para às 18h, no Facilpa, em Lençóis Paulista (SP).

A equipe SAT Racing conta com o patrocínio da Circuit Equipment, Buffalo, Pronal, Bieffe e SAT. Apoio da Fine Art Studios.

Resultado (sábado 15/11)

Quadriciclos
1) 40 Leonardo Milesi, 01:58:47
2) 39 Jérémy Dubois, 02:01:05
3) 37 Gabriel Varela, 02:04:34
4) 38 Osmar de Mendonça Junior, 03:10:00


UTVs
1) 132 Gabriel S. Paiva/Eder M. Modesto, Uspd / 1, 01:56:06,700
2) 102 Rodrigo Varela, Uspd / 2, 01:56:40,800
3) 112 José Hélio Rodrigues Filho, Upda / 1, 01:58:22,400
4) 103 Fábio Wolf Campos, Uspd / 3, 01:59:10,900
5) 117 Wander Manoel Garcez Ribeiro, Upda / 2, 02:02:48,200
6) 107 Gilberto Mayorga/Ricardo Mayorga, Uspd / 4, 02:02:51,300
7) 128 Fábio Citro, Upda / 3, 02:02:57,600
8) 121 Roberto Prado Sampaio, Upda / 4, 02:03:31,800
9) 122 Luiz Sidnei Azevedo, Upda / 5, 02:03:51,300
10) 118 Dimas De Melo Pimenta III, Upda / 6, 02:04:10,800
11) 134 Pedro Luiís Ferreira Queirolo, Uspd / 5, 02:04:30,600
12) 127 Édson Tuzino Nole, Upda / 7, 02:06:13,800
13) 131 Vinicius Gomes Da Silva, Upda / 8, 02:07:50,000
14) 114 Luiz André Saade Rodrigues, Uspd / 6, 02:07:54,200
15) 115 Cesar Augusto Herwig, Umar / 2, 02:09:18,800
16) 136 André Macedo Corrêa, Umar / 3, 02:10:07,900
17) 119 Reinaldo Cangueiro, Upda / 9, 02:12:56,100
18) 110 Leandro Torres/Idali Bosse, Uspd / 7, 02:13:10,400
19) 126 Diego de Azevedo Pizzo, Umar / 4, 02:15:03,600
20) 129 Erik Evandro Donatto, Upda / 10, 02:15:23,600
21) 137 Alain Dubois, Upda / 11, 02:20:18,500
22) 133 Luiz Claudio Ahrends Rodrigues, Upda / 12, 02:22:52,300
23) 104 Nuno Fojo, Uspd / 8, 02:53:59,800
24) 101 Denisio Casarini Filho, Uspd / 9, 03:04:08,700
25) 116 Helena Deyama, Umar / 5,03:04:34,000
26)108 Richard Schulz Carida, Uspd / 13, 03:10:00,000
27) 109 Rafael Braga Pinho, Uspd / 11, 03:10:00,000
28) 105 Paulo Rugna, Uspd / 10,03:10:00,000
29)106 Tiago Larrossa/Ádila Larrossa, Uspd / 14, 03:10:00,000
30) 130 Marcelo Handel Mistrorigo, Upda / 14, 03:10:00,000
31) 120 Renato Meinberg, Uspd / 12, 03:10:00,000
32) 123 Joao Francisco Da Costa, Umar / 6, 03:10:00,000
33) 124 Bruno Varela, Upda / 13, 03:10:00,000



PROGRAMAÇÃO - VIII RALLY ROTA SUDESTE:

Data: 16 de Novembro
Local: Lençóis Paulista - SP
Parque de Apoio: FACILPA - Feira Agropecuária Com. e Ind. de Lençóis Paulista
Av. Lázaro Brígido Dutra, 300

Baja/CBM
DI - 24 km
TE- 131 km
DF- 28 km
Total - 183 km

16/11 - Domingo
10h30 - Largada -motos, UTVs, quadris (Baja)
13h30 - Super Prime
17h00 - Premiação

Calendário do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2014:

01 Etapa - Ilha Comprida/SP - 29 e 30 de março
02 Etapa - Rally Cuesta/SP - 16, 17 e 18 de Maio
03 Etapa - Rota SC /Porto Belo - 14 e 15 de Junho
04 Etapa - Barretos/SP - 19 e 20 de Julho
05 Etapa - Bandeirantes/SP - 04 e 05 de Outubro
06 Etapa - Rota Sudeste/ SP - 14, 15 e 16 de Novembro
07 Etapa - Rally dos Amigos/ SP - 13 e 14 de Dezembro


Mais informações da equipe:
Facebook: SAT Racing e Jeremy Dubois ATV

sábado, 15 de novembro de 2014

BMW INICIA A PRODUÇÃO DO SEGUNDO CARRO MONTADO NA FÁBRICA CATARINENSE DA MARCA. O PRIMEIRO, FOI O SÉRIE 3 E AGORA O MODELO X1. DA PLANTA DE ARAQUARI SAIRÃO AINDA O MINI COUNTRYMAN E O BMW X3. A ESPERANÇA DOS BRASILEIROS FÃS DA BMW É PODEREM A PARTIR DA PRODUÇÃO BRASILEIRA COMPRAR CARROS MAIS BARATOS.


O BMW Group Brasil comemora o início da produção do modelo BMW X1 na nova fábrica sul-americana de automóveis do grupo instalada em Araquari, Santa Catarina. 


Este é o segundo modelo a ser fabricado na linha de produção nacional da montadora alemã, pouco mais de um mês após o início da produção na unidade fabril e a montagem do primeiro BMW Série 3 no Brasil. 


Até o fim de 2015, quando a fábrica terá suas atividades de soldagem e pintura plenamente operantes, também serão produzidos localmente os modelos BMW Série 1, BMW X3 e MINI Countryman.

Com uma área total de 1,5 milhão de metros quadrados, dos quais 500 mil metros quadrados de área pavimentada, a nova fábrica da BMW é a 30ª unidade fabril da empresa no mundo, em 14 países. 

Com investimento de mais de R$ 600 milhões, a unidade em Araquari terá capacidade para produzir até 32 mil carros por ano. 


A fábrica prevê a contratação de 1.300 profissionais – até o momento, cerca de 530 colaboradores já foram admitidos – e a geração de 2.500 vagas indiretas, incluindo fornecedores, parceiros de negócios e novos concessionários.


“Estamos bastante confiantes de que a nova fábrica terá um papel fundamental no crescimento do BMW Group no Brasil e o início da produção nacional de um dos modelos mais vendidos da BMW é mais um marco na história da companhia no mercado brasileiro. Daremos andamento a nossa estratégia de investimento no País”, afirma Arturo Piñeiro, presidente e CEO do BMW Group Brasil.

“O início da produção do BMW X1 em território nacional é mais uma conquista que atingimos com o trabalho que estamos realizando na fábrica, sempre seguindo à risca o cronograma previsto e respeitando os padrões de qualidade e tecnologia da empresa em todo o mundo”, complementa Gerald Degen, vice-presidente sênior do BMW Group Brasil responsável pela fábrica.

O BMW X1 produzido no Brasil será comercializado em toda a rede de concessionárias da marca a partir do 1º trimestre de 2015, nas versões X1sDrive20i, X1sDrive20i GP e X1sDrive20i GP Teto (todas equipadas com a tecnologia ActiveFlex).


BMW X1: para uma vida cheia de possibilidades
O BMW X1 sDrive20i ActiveFlex tem o potente e eficiente motor BMW TwinPowerTurbo 2.0 L de 4 cilindros, que fornece 184 hp de potência e torque de 270 Nm, disponível entre 1.250 e 4.500 rpm. 

Com transmissão automática de oito velocidades e a tradicional tração traseira, o modelo conta ainda com sistema Auto Start/Stop.

O SAV (Sport Activity Vehicle) oferece já em sua versão de entrada faróis de Xenon, rodas aro 17, volante esportivo com paddle shift e bancos em couro ecológico. 

O modelo conta ainda com controle de cruzeiro, ar-condicionado digital dual zone, bancos dianteiros elétricos com função de memória, sensor de chuva com acionamento automático dos faróis baixos e sensor de estacionamento traseiro.

A configuração intermediária X1 sDrive20i GP integra o sistema de navegação Professional com tela de 8,8”. 

Já a configuração mais completa X1 sDrive20i GP Teto, além do teto solar em cristal, incorpora elementos de design X Line com detalhes em alumínio satinado, como a grade frontal, rack de teto, saia lateral e para-choques, e rodas aro 18 com novo design. 


O acabamento interno combina duas tonalidades em Dark Copper e Pearl Gloss. O sistema de som é HI FI, de alta qualidade, e os espelhos retrovisores são rebatíveis, aquecíveis e eletrocrômicos.

A RENAULT TORNOU-SE, COM A COMPRA DA NISSAN E DA DIVISÃO DE AUTOMÓVEIS DA SUNSUNG, UMA DAS MAIS PODEROSAS MONTADORAS MUNDIAIS, E ESTÁ JOGANDO PESADO NO MERCADO NACIONAL COM O MODELO FLUENCE, DEPOIS DE TER CONSEGUIDO FIDELIZAR DUSTER, LOGAN E SANDERO, CARROS COM LIQUIDEZ GARANTIDA. O FLUENCE NAS DUAS VERSÕES À VENDA NO PAÍS CUSTA CERCA DE R$ 67 MIL A R$ 82.490,00. ITAIPU ESTÁ MONTANDO 32 RENAULT TWIZY, ELÉTRICO.


Coluna 4.614 - 15 de Novembro de 2014
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Em briga pelo mercado,
 Renault atira para cima

Inequivocamente um bom automóvel médio. Soma competências: projeto coreano, motor 2.0 japonês Nissan, transmissão CVT – de polias variáveis – também japonês Aisin, agrupado na Argentina, vendido no Brasil.


Coisas da globalização: a Renault comprou a Samsung de automóveis aliou-se à Nissan, usa do talento local para modificar a frente do veículo com a nova assinatura da marca, para iniciar segundo ciclo do produto, ora em meia idade. 

A mudança, carimbando o rótulo de Novo, é para assumir superior postura mercadológica, sem comparar-se com Peugeot 408, Citroën C 4 Lounge, Ford Focus, Chevrolet Cruise, disputando os mesmos clientes. Agora, mira nos líderes do segmento, Toyota Corolla e Honda Civic.

Muito entusiasmo. Para fazer o Fluence competir com tais nipônicos deve multiplicar por 10 as atuais 400 unidades mensais.

Enfeixou medidas para contrapor argumentos para afinar o foco: qualidade, sinônimo de resistência, traduzindo confiabilidade, gerando conceito e valor de revenda. 

Isto, a Renault vem plantando como projeto de vida e de futuro, e no Brasil é mensurável no Logan, Sanderos, Duster, gerando clientela fiel e liquidez à hora da venda. 

São conceitos de mercado pobre, onde o automóvel não é visto como bem de consumo durável, porém, desgastável, mas investimento.

Diz Bruno Hohmann, diretor Comercial, para minguar o queixume sobre queda de valor de revenda na comparação com os japoneses, na troca do Fluence anterior pelo modelo novo a Renault bancará a diferença do percentual de preços indicados na tabela FIPE. 

Outro ponto importante é do tipo mais por menos, seus conteúdos não há nos nipônicos na mesma faixa de preços.

Como é
É o conhecido Fluence, agora modificado na parte frontal, com os novos traços da assinatura da marca. Retocou positivamente o interior, introduziu a transmissão CVT, câmbio automático sem consumir energia do motor para tocar as rodas. 

No exterior, algumas licenças poéticas como a cor preta que se torna violeta berinjela, mas na verdade é esta que se transforma naquela.

Mantém intocadas as características de rolagem, a compatibilidade de motor/câmbio, suspensão/direção/freios. 

O motor Nissan com mágicas de usinagem, ágil e girador – o grupo moto propulsor é o utilizado no Nissan Sentra. 

Anunciado como gerador de 143 cv e 20,3 m.kgf de torque, e 140 cv e 19 m.kgf respectivamente com álcool e gasálcool.

Bom isolamento termo acústico. Usuários se sentem bem acolhidos e com os sentidos de tato, visual, audição são confortáveis.

Inclui pacote de confortos de som, tela com 7”, funções operadas por toque, o atestado de modernidade do momento, a desnecessidade da chave para ligar e desligar e, no caso, ainda oferece um plus: com a chave no bolso, quando o motorista se afasta e interrompe o sinal, o automóvel se tranca. 

E amplo pacote de eletrônica de segurança diferenciando-se dos focados concorrentes.

Inicialmente apenas versões Dynamique e Privilége. GT e Turbo em alguns meses. Preços de R$ 66.890 a R$ 82.490.

Novo Fluence quer disputar com os japoneses



Mono, inglês, racional, sob medida
Tens sob o terno o animus competitio, o vírus da velocidade, és dos prazeres solitários? Chegou seu carro, o Mono, pela inglesa BAC.

Pelo menos é o imaginado pelo publicitário paulista Alexandre Gama, importador de uma unidade óbvia e publicitariamente estacionada durante o GP de Fórmula 1 para medir interesse e possível clientela. 

Calça o esforço de apresentação com distribuição de noticiário.

A mágica do automóvel com rendimento por motor pequeno é coisa antiga. Vem da fórmula criada pelos franceses nos anos ’20, aviada pela inglesa Morris Garage em seus modelos T no pré-guerra, viabilizada pelo britânico Colin Chapman em seu Lotus 7 nos anos ’60. 

Coisa milenarmente conhecida: quanto menor o peso carregado por um cavalo, mais longe e rápido irá. 

Em engenheirês é a relação peso x potência e nela quanto menor, mais rendimento.

Engenheiros, os irmãos Neill e Ian Briggs somaram experiências na Ford, Mercedes e Porsche, criaram sua empresa, a Briggs Automotive Company, construíram um carro de Fórmula 3. 

Depois resolveram ampliar a aplicação do produto: em vez de circuitos, ruas e estradas. 

Nelson Piquet, pai, na edição 2002 dos 1.000 km de Brasília fez coisa assemelhada: transformou um monoposto Dallara de Fórmula 3 em carro de corridas aplicando-lhe para-lamas e faróis.

A morfologia do Fórmula exige e concede peculiaridades. 

Primeira, ser sob medida. Nele o banco é personalizado, medido e moldado em função da arquitetura do piloto – altura, cintura, tamanho de pernas e braços. Feito, é fixado, sem conceder regulagens. 

No Mono – o nome sintetiza a origem de monoposto e o fato de transportar apenas uma pessoa –, carro de corridas com roupagem tentativamente extra pista, carroceria em fibra de carbono feita em torno do usuário, e a medida do charme da exclusividade inclui o cockpit, o banco, volante e regulagem nos pedais. 

Há uma célula de segurança na treliça tubular em aço, com reforços laterais. 

Permite, para andar nas ruas e estradas, personalizada calibragem da suspensão e escolha de rodas, pneus e freios. 

O volante contém todas as funções para condução, incluindo acionamento dos faróis e, ao centro, uma tela conta do motor e da performance.

Com apenas 540 kg, o motor Ford Duratec 2.3 desenvolvido pela Cosworth faz 284 cv a 7.700 rpm, torque de aproximados 28 quilos a 6.000 rpm, e o escalonamento das seis marchas no câmbio sequencial exibem ser pró-performance. 

Para bom rendimento do motor, radiador em fibra de carbono e sistema de exaustão em aço inox e titânio. 

Na prática, acelera de 0 a 100 km/h em asfixiantes 2,8s e crava 274 km/h, em velocidade final.

Para vitoriar em sua pretensão o importador enfrentará alguns óbices, como para licenciá-lo serem exigidos, para brisas, dentre outros itens, limpador, inexistentes no veículo; para circular difícil imaginá-lo com altura livre do solo para não ancorar nos irregulares quebra molas brasileiros. Não há informação sobre as bolsas de ar e o ABS.

Outro item, custa, na Inglaterra, 100 mil libras, mais de R$ 400 mil. Para chegar aqui seu preço arranharia o R$ 1 milhão.


Mono. Difícil vê-lo nas ruas


Roda-a-Roda

Paralelo – Ao lado do início da montagem do Mitsubishi Lancer, em Catalão, GO, marca iniciou distribuir a versão Evolution X, sua décima edição. 

É personalizado em acertos para o Brasil pelo preparador inglês James Easton, ex-diretor da Rallyart, quando o Evolution foi tetracampeão mundial de rali.

Aplicação – O Evolution X é sedã construído sobre plataforma dos carros de rali, motor 2.0 turbo com 340 cv e 37,3 m.kgf de torque, transmissão de dupla embreagem, seis velocidades, tração integral e volumoso pacote de tecnologia voltada à segurança. Carro e preço de homem: R$ 219.900.

Lancer Evolution X.


De Ré - Nissan importou ferramental antigo para produzir versão anterior do March – antes importada do México e substituída pelo modelo atual. 

Quer ter produto mais barato, de entrada no mercado, veículo de frotas e serviços.

Como - Chama-o Active, 1.0, 74 cv, e não é acintosamente pelado como costumam ser os do primeiro degrau da tabela. 

Há mimos como direção elétrica, ar condicionado, vidros laterais dianteiros elétricos um toque, banco regulável para o motorista. 

Fora. maçanetas e retrovisores pintados na cor do carro. Custa R$ 30.990. Próximo degrau, quase 10% acima.

Conjuntura – Itaipu Binacional iniciou montar 32 unidades do compacto Renault Twizy, obviamente 100% elétrico. 

Exercício não é apenas o simplório agregar partes, mas identificar auto-peças nacionais existentes e aplicáveis. 

É segunda fase da operação, iniciada com Fiat Palio Adventure, então movidos por gasolina. No caso, o Twizy, elétrico desde o projeto, facilita o processo.

E, - Uso institucional, dentro da usina. Novidades avultam com novo governo.

Fim – Acabou o Citroën C4 hatch e a marca não produzirá tal versão sobre a plataforma do C 4 Lounge. Calcula para importação, assistência e preço final.

Atração – Bridgestone oferece desconto na compra de pneus novos para automóveis ou camionetes a quem entrega os usados como parte do pagamento. 

Recebe-os a R$ 35 os de aro 15”; R$ 50 os 16”. Em aro de 17” e 18”, R$ 70 e R$ 75. Até o final do ano. (www.compreeganhebridgestone.com.br)

Escola – Castrol criou o hot site Escola de Proteção, canal com conselhos e dicas sobre manutenção e proteção de automóveis e motores. 

Coisas cotidianas, informações com base técnica e parte para testar e ensinar os interessados. 
Está em www.castrolmagnatec.com.br 

Caminho – Em Belo Horizonte, BMW reinaugurou loja do grupo Euroville, após reformulação: boutique com itens ligados a automóvel, acessórios e equipamentos para BMW automóveis e motos, e marca Mini. 

Na oficina, em endereço próximo, sinal dos tempos: 14 boxes para serviços em automóveis a gasolina, e dois para BMW elétricos e híbridos.

Duas Rodas – No Expo Renault Barigui, em Curitiba, PR, dentro do parque com o mesmo nome, exposição de motos novas, antigas, peças, acessórios, serviços, o Brasil Motorcycle Show -
www.brasilmotorcycleshow.com.br


Entre os dias 21 e 23. Oficina de customização Phoenix apoia.

Tecnologia – Carros da Mercedes na Fórmula 1 foram pintados com tintas criadas pela AkzoNobel e resultados geraram contrato para estender aos automóveis da marca. 

Tintas não têm VOC (componentes orgânicos voláteis), não agridem o meio ambiente, agilizam o processo de pintura secando na metade do tempo e reduzem o peso do carro. 

Na Fórmula 1, baixaram em 1 kg. Na prática ganho de 1/10 de segundo/volta.

Futuro – Ferraris no GP de Interlagos utilizaram novo óleo Shell, o Helix Ultra PurePlus. 

Novidadoso, não é feito a partir do petróleo bruto, mas do gás natural, sem eventuais impurezas contidas no óleo. 

Diz a Shell, garante melhores limpeza e proteção do motor.

Na rua – 40 anos de pesquisa e é o caminho para o futuro. O óleo básico é produzido pela Pearl GTL, joint-venture entre a Shell e a Qatar Petroleum. 

A BMW ajustou com a Shell ser o lubrificante oficial da marca.

MALLEA Negri, transferido. OOOO Da Argentina, BMW para assumir MINI, no Brasil. OOOO

Experiência importante: O Mini Countryman será montado na fábrica BMW, em SC. OOOO 

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O símbolo do Automóvel

Ideias, projetos, tentativas esparsas para fazer um veículo autopropelido marcaram o final dos anos 1800. 

Soprava um vento progressista e inventores diversos, sem se conhecer, traduziam suas ideias em porcas e parafusos. 

Entretanto, quem deu forma e função ao negócio foi Carl Benz, engenheiro alemão, inventor e construtor de motores estacionários movidos por gás. 

Benz construiu engenho monocilíndrico, com bloco e cabeçote em ferro, aplicou-o sobre a modificada estrutura de charrete – à frente trocou os varais onde se prendia o cavalo, por uma roda central. 

O motor, de 4 tempos – empregava válvulas em seu ciclo operacional -, deslocava 954 cm3 e produzia 2/3 de cavalo de força. 

Não tinha caixa de marchas, e a ligação entre o motor e rodas traseiras era por polia e cinta de couro. 

No total, a charrete e motor pesavam 300 kg. Mais dois ocupantes, na prática significava colocar um motor atual de 1.0 para deslocar um ônibus!

Sequer havia um nome para definir a invenção e as autoridades da Alemanha ao emitir o certificado de propriedade industrial, aos 29 de janeiro de 1886, chamaram-no Patent Motor Wagen – veículo patenteado a motor.

Divulgação, prova de confiabilidade, resistência e facilidade de manutenção foram feitos por sua mulher, Bertha e dois filhos Eugen, 15, e Richard, 13. 

Viajaram mais de 100 km, cruzaram a Floresta Negra, em viagem de Manheim, onde moravam, a Pforzeim, a 120 km de distância. 

Aventura serviu de teste; permitiu melhorar a refrigeração; pequenos inconvenientes sanados por Bertha; um sapateiro num dos burgos do caminho trocou o elemento frenante; e Lidoin, produto de limpeza usado como combustível, teve nome mudado para Benzina. 

E mostrou não ser uma tralha ensandecida, mas um transporte perfeitamente conduzível por uma senhora.

É o símbolo do automóvel e, para saudá-lo, a hoje Mercedes-Benz volta e meia o reproduz em contadas unidades.

Edição recente. Esta, do mineiro Rigotto Gouveia.


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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

EXPOSTO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO DESTE ANO, CHEGA AO MERCADO NO FINAL DESTE MÊS DE NOVEMBRO, O NOVO CHEVROLET SPIN ACTIV 2015. SURGE COM UM PORTA-MALAS DE 710 LITROS, EM CUJA PORTA APARECE FIXADO O ESTEPE. VEM COM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE SEIS MARCHAS DE SEGUNDA GERAÇÃO (GF6-2), MOTOR DE 108 CV, QUE FAZ 12,4 S DE 0 A 100 KM/H E VELOCIDADE MÁXIMA DE 165 KM/H. E UM DETALHE QUE AGRADA: 15,2 CM NA ALTURA DO SOLO, EVITANDO O CONSTANTE ARRASTAR DO FUNDO DO CARRO NOS QUEBRA-MOLAS URBANOS. CUSTA: R$ 62.060,00 COM MOTOR 1.8 DE 106/108 CV E CÂMBIO MANUAL DE CINCO MARCHAS E R$ 65.860,00 COM TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA DE SEIS VELOCIDADES.



Completo de série e equipado com motor 1.8, o Chevrolet Spin Activ, que simboliza a estreia da marca no pujante segmento dos automóveis de passeio de estilo aventureiro, oferece extensa lista de equipamentos, visual diferenciado pelos elementos decorativos da carroceria, e pelo interior personalizado e até maior capacidade para enfrentar terrenos acidentados


Para adaptar o modelo ao gosto do consumidor local, a Chevrolet desenvolveu uma versão específica, com estepe fixado na parte traseira e com maior vão livre em relação ao solo.


Com previsão de chegada às concessionárias da marca a partir do fim de novembro, a nova versão somará às já existentes LT e LTZ, igualmente equipadas com o motor 1.8 EconoFlex de 108 cv de potência e 17,1 kgfm de torque (força), mas com uma transmissão automática mais moderna.


Embelezamento
O maior diferencial do modelo Activ está no acabamento exterior. 
Na frente, destaca-se o para-choque totalmente redesenhado, que ganhou vincos pronunciados nas extremidades e aplique na parte inferior em tom fosco escuro.

Dessa forma, cria-se um efeito contrastante com a tinta que cobre a carroceria. 



Os faróis de neblina com molduras em preto brilhante e uma peça plástica cinza que lembra um “peito de aço” são alusivos a carros do tipo off-road.

Os faróis com superfície preta e lentes transparentes são outra novidade da versão Activ.

A sensação de que o modelo está mais encorpado deve-se sobretudo à lateral. 



Ela é marcada por rodas diamantadas de 16 polegadas, molduras de proteção nos para-lamas, soleira das portas e um largo decalque, além da barra longitudinal que se estendem sobre todo o teto.

A capa dos retrovisores externos e os adesivos que cobrem a coluna central são pintados de preto, realçando apenas a silhueta da janela das portas.




Aliás, está na parte traseira um dos grandes charmes do Spin Activ: o estepe fixado do lado de fora da tampa do porta-malas.

Por motivo de segurança, a abertura do bagageiro é feita em dois estágios: inicialmente o usuário precisa destrancar o sistema e através de uma alavanca no suporte destrava o braço que fixa o pneu sobressalente – a operação pode ser feita pelo controle remoto na chave. 


Depois, o suporte deve ser deslocado lateralmente até o final do curso de abertura, para que o compartimento de carga possa ser aberto.

“Projetamos esse sistema para que toda a dinâmica de movimentação de abertura e fechamento ocorresse de forma suave e intuitiva”, explica William Bertagni, vice-presidente de Engenharia da General Motors América Latina.


A roda do estepe é idêntica às demais e, como sistema antifurto, um dos parafusos é montado pelo lado interno do suporte e só pode ser acessado após o destravamento eletrônico do conjunto.

O para-choque posterior também foi projetado exclusivamente para o modelo, reforçando o espírito aventureiro do veículo. 


Traz moldura escura – com o nome Activ grafado em relevo -, refletores nas extremidades e um aplique cinza na parte inferior central, logo embaixo dos sensores de estacionamento. 

Enquanto as lanternas se diferenciam pela superfície interna escurecida e pelos detalhes cromados.

Já a gravata dourada que identifica os automóveis da marca Chevrolet aparece estampada na calota própria da quinta roda.



Interior requintado - Um dos grandes trunfos do Spin Activ está o amplo espaço interno. 


O veículo leva até cinco ocupantes com muito conforto e 710 litros de bagagem, sem somar a capacidade do inédito porta-objetos localizado sob o assoalho traseiro.

Rack no teto como opção de instalação de porta-bagagens externo

A cabine foi completamente personalizada para criar um ambiente mais jovial e requintado. 

A cor dos revestimentos, por exemplo, é preta, diferenciando-se do marrom predominante nas demais versões.

Uma moldura prateada no centro do painel chama a atenção para o sistema multimídia Chevrolet MyLink com tela de sete polegadas sensível ao toque e Bluetooth, que permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e acessar aplicativos, por meio do smartphone.

Adicionalmente, o equipamento permite a configuração de algumas funções do veículo de acordo com a preferência do usuário. 


Entre elas, o tempo em que os faróis permanecerão acesos após o travamento do carro ou quais portas devem ser destrancadas quando o botão de acionamento remoto da chave é pressionado.


O motorista ainda consegue alternar as diversas mídias disponíveis sem tirar as mãos do volante revestido em couro. 

Isto porque há teclas para o controle do áudio/telefone estrategicamente posicionadas na extremidade do raio, bem ao alcance dos dedos.

Este sistema é item de série, assim como o ar-condicionado, a direção hidráulica, os retrovisores e os vidros elétricos que agora são erguidos automaticamente assim que o usuário trava as portas pelo controle remoto.

O nome Activ também aparece grafado no quadro de instrumentos, que tem display digital do velocímetro e do computador de bordo - informa dados como o consumo médio e autonomia.



A nova decoração é extensiva aos bancos, que traz um revestimento especial e desenho que remete ao montanhismo. 

Como o volante e o cinto de segurança, o assento do motorista conta com regulagem de altura.

A grande área envidraçada e a posição elevada de guiar peculiar do Spin proporcionam uma visão panorâmica do trânsito.



Apesar de vir completo de série, o modelo tem à disposição uma extensa lista de acessórios, como um tablet de sete polegadas com suporte para encosto de cabeça. 

Fazem parte da relação também a câmera de ré e o módulo de TV, compatíveis com o sistema multimídia Chevrolet MyLink.

Igualmente disponível na rede de concessionárias da marca, o módulo para ativação da função Tilt Down do retrovisor externo direito faz com que, ao engatar a marcha ré, o espelho incline-se para baixo, facilitando manobras de estacionamento.


Alterações mecânicas e estruturais
O Spin Activ chega como linha 2015 e incorpora mudanças mecânicas e estruturais relevantes que acentuam o caráter de exclusividade desta versão.

A começar pela estreia da transmissão automática de seis velocidades de segunda geração (GF6-2), que proporciona trocas de marchas em tempo 50% menor e reduções duplas e até triplas.

O resultado é um veículo ágil em retomadas de velocidades e de condução extremamente suave, algo incomum neste segmento, composto na maioria por modelos automatizados. 


O Chevrolet tem ainda opção de transmissão manual, de cinco marchas com a ré sincronizada.

O vidro vigia parece um elemento independente, como nos SUVs.

A adoção de rodas maiores elevaram a altura do carro em relação ao solo em 8 mm, ante as demais versões do Spin. 

Mesmo assim, o comportamento dinâmico do novo veículo é semelhante, muito por conta dos pneus mais largos e de perfil baixo (205/60 R16).

Devido à nova redistribuição de peso da versão Activ, uma nova calibração de suspensão, com molas e amortecedores de acertos específicos, traz um comportamento dinâmico esportivo e uma atitude balanceada, reforçando o espirito aventureiro da versão.

Estruturas adicionais foram aplicadas à parte posterior do veículo para a ideal fixação do estepe na tampa traseira.



Outra peculiaridade da versão Activ é opção de cor Branco Vintage, que, apesar de ser sólida, assemelha-se a tons perolizados. 

Os metálicos Azul Macaw, Cinza Aztec, Prata Switchblade e Preto Carbon completam a lista. 

O carro custa R$ 62.060,00 com câmbio manual e R$ 65.860,00 com transmissão automática de seis marchas. A Chevrolet oferece três anos de garantia para o Spin.


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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Modelo: Spin 1.8 Econo.Flex 

Carroceria / motorização: MPV, 5 passageiros, 4 portas, motorização dianteira, tração dianteira 
Construção: Aço galvanizado nos painéis exteriores 
Fabricação: São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil 
MOTOR 
Modelo: M18XF 
Disposição: Transversal 
Número de cilindros: 4 em linha 
Cilindrada (cm3): 1.796 
Diâmetro e Curso (mm): 80,5 x 88,2 
Válvulas: SOHC, duas válvulas por cilindro 
Injeção eletrônica de combustível: M.P.F.I. (Multi Point Fuel Injection) 
Taxa de compressão: 10,5:1 

Potência máxima líquida 
(ABNT NBR 5484 – ISO 1585): Etanol: 108 cv a 5.400 rpm 
Gasolina: 106 cv a 5.600 rpm 

Torque máximo líquido 
(ABNT NBR 5484 – ISO 1585): Etanol: 17,1 mkgf a 3.200 rpm 

Gasolina: 16,4 mkgf a 3.200 rpm 
Combustível recomendado: Gasolina comum e/ou Etanol 
Rotação máxima do motor (rpm): 6.300 
Bateria: 12V, 40 Ah (40 Ah com ar-condicionado)
Alternador: 100 A (100 A com ar-condicionado) 

TRANSMISSÃO
Modelo: F17-5SR-Manual de cinco velocidades à frente, sincronizadas

Relação de marchas
Primeira: 3,909:1 
Segunda: 2,136:1 
Terceira: 1,414:1 
Quarta: 1,121:1 
Quinta: 0,892:1 
: 3,767:1 
Diferencial: 4,188:1 

Modelo: GF6 – Automática de seis velocidades com Active Select
Relação de marchas
Primeira: 4,449:1 
Segunda: 2,908:1 
Terceira: 1,893:1 
Quarta: 1,446:1 
Quinta: 1,000:1 
Sexta: 0,742:1 
: 2,871:1 
Diferencial: 3,720:1 
CHASSIS/SUSPENSÃO 
Dianteira: Independente do tipo McPherson com molas helicoidais, amortecedores telescópicos pressurizados 
e barra estabilizadora 

Traseira: Semi-independente, com eixo torção, barra estabilizadora no eixo traseiro, molas helicoidais e 
amortecedores pressurizados 

Direção: Pinhão e cremalheira com assistência hidráulica 
Direção redução: 16.0:1 
Direção número de voltas: 2,87 
Diâmetro de giro (m): 10,88 

FREIOS 
Tipo: Discos ventilados dianteiros, tambor traseiro 
Disco diâmetro x espessura (mm): 
Dianteiro: 256 x 24; 
Traseiro: tambor 230 x 45 

RODAS/PNEUS 
Rodas: 16 x 6,5J 
Pneus: 205/60 R16 

DIMENSÕES 
Distância entre eixos (mm): 2.620 
Comprimento total (mm): 4.424 
Largura carroceria (mm): 1.735 
Largura total (mm): 1.953 
Altura (mm): 1.672 (teto); 1696 (bagageiro) 

Bitola (mm):
Dianteira: 1.503 
Traseira: 1.508 

Altura mínima do solo (mm): 152 
Peso em ordem de marcha (kg): 1.316 (MT) ; 1.325 (AT) 

CAPACIDADES 
Porta-malas (litros): 710 (LT, 5 lugares) 
Carga útil (kg): 450 (MT e AT) 
Tanque de combustível (litros): 53 
Óleo do motor (litros): 3,25 (3,5 com o filtro) 
Sistema de refrigeração (litros): 5,40 
Sistema de partida a frio (litros): 0,50 

DESEMPENHO 
Transmissão Manual 
Velocidade máxima (km/h):
Etanol: 168 
Gasolina: 168 

Aceleração 0 a 100 km/h (s)
Etanol: 11s7 
Gasolina: 11s8 

Transmissão Automática 
Velocidade máxima (km/h)
Etanol:165 
Gasolina: 165 
Aceleração 0 a 100 km/h (s)
Etanol: 12s4 
Gasolina: 12s5 


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