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sábado, 6 de junho de 2015

BMW COMEMORA OS 40 ANOS DO PRIMEIRO BMW ART CAR COM EXPOSIÇÃO ITINERANTE NA FRANÇA, ITÁLIA, CHINA, ESTADOS UNIDOS.


Design único e exclusividade são conceitos que têm muita sinergia com os produtos BMW e há quarenta anos, esses elementos se uniram à arte para dar início a um projeto que se tornou referência em todo o mundo. 


Em maio de 1975, concorreu pelas 24 horas de Le Mans o primeiro BMW Art Car, idealizado pelo piloto francês Hervé Poulain e pintado por Alexander Calder, em um projeto idealizado junto à BMW Motorsport na época.

Após a primeira experiência ter sido um sucesso, novos modelos receberam pinturas exclusivas, produzidas por artistas renomados, como Frank Stella, Roy Lichtenstein, Andy Warhol, entre outros (confira a lista de artistas e modelos no final do texto).


"O projeto dos BMW Art Cars é um marco em que carros, tecnologia, design, arte e esporte a motor se encontram“, afirma Maximilian Schöberl, vice-presidente sênior de Relações Governamentais e Corporativas do BMW Group.

Para celebrar este projeto, o BMW Group vai expor os modelos em diversos locais ao redor do mundo, como Hong Kong (China), no Centre Pompidou, no BMW Museum (em Munique) e no Concorso d’Eleganza, realizado em Lake Como (Itália). 


Também estão previstas outras mostras em Nova York, Miami e Xangai.

BMW Art Cars e artistas
Alexander Calder (BMW 3.0 CSL, 1975), Frank Stella (BMW 3.0 CSL, 1976), Roy Lichtenstein (BMW 320 Group 5, 1977), Andy Warhol (BMW M1 Group 4, 1979), Ernst Fuchs (BMW 635CSi, 1982), Robert Rauschenberg (BMW 635CSi, 1986), Michael Jagamara Nelson (BMW M3 Group A, 1989), Ken Done (BMW M3 Group A, 1989), Matazo Kayama (BMW 535i, 1990), César Manrique (BMW 730i, 1990), A. R. Penck (BMW Z1, 1991), Esther Mahlangu (BMW 525i, 1991), Sandro Chia (BMW M3 GTR, 1992), David Hockney (BMW 850CSi, 1995), Jenny Holzer (BMW V12 LMR, 1999), Ólafur Elíasson (BMW H2R, 2007) and Jeff Koons (BMW M3 GT2, 2010).


FORD LANÇA ETAPA BRASILEIRA DO “DESAFIO DE MOBILIDADE” PARA BUSCA DE SOLUÇÕES NO TRÂNSITO. OS PRÊMIOS VÃO DE R$7 MIL A R$30 MIL PARA OS VENCEDORES. VEJA COMO PARTICIPAR E INSCREVA-SE DE 5 DE JUNHO A 8 DE SETEMBRO


A Ford lança no Brasil o seu programa global “Innovate Mobility Challenge”, que propõe a busca de soluções para melhorar a mobilidade nas grandes cidades.
O Desafio São Paulo de Mobilidade tem como objetivo incentivar a criação de aplicativos que favoreçam a integração no uso dos carros e do transporte público
Para os três primeiros colocados, haverá, respectivamente, os prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 7 mil.

A Ford lança no Brasil o seu programa global “Innovate Mobility Challenge”, que propõe a busca de soluções para melhorar a mobilidade nas grandes cidades. 

A etapa brasileira, chamada Desafio São Paulo de Mobilidade, tem como objetivo incentivar a criação de aplicativos que favoreçam a integração no uso dos carros e do transporte público na maior metrópole do País.

Com cerca de 12 milhões de habitantes e 8 milhões de veículos, São Paulo é hoje uma das mais de 25 megacidades globais que enfrentam o desafio de oferecer meios de transporte eficientes e sustentáveis.

Essa iniciativa da Ford é apresentada em um vídeo (veja o link) especialmente criado para explicar a proposta do desafio. As inscrições serão abertas no dia 5 de junho e vão até 8 de setembro. 

Para os três primeiros colocados, haverá, respectivamente, os prêmios de R$ 30 mil, R$ 20 mil e R$ 7 mil.

“Com o Desafio São Paulo de Mobilidade a Ford está trazendo para o Brasil a estratégia que vai nos ajudar a criar o transporte urbano do futuro”, diz Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Corporativos da Ford América do Sul. 

A proposta da Ford é avançar na discussão da mobilidade, conhecer a evolução dos hábitos e tendências dos usuários de transporte e desenvolver novas soluções com o uso de sistemas inteligentes e tecnologias de conectividade. 

“As soluções de mobilidade do futuro virão da combinação de várias tecnologias, geradas por diferentes setores e conectadas com a infraestrutura das cidades. Por isso, estamos buscando ampliar nosso leque de parcerias com os desenvolvedores”, completa Golfarb.

Com o “Innovate Mobility Challenge”, a Ford tem convidado inovadores e desenvolvedores a criar soluções para desafios específicos de mobilidade nas principais cidades do mundo – como Londres, Lisboa, Los Angeles, Xunquim, Xangai, Bombaim e Johanesburgo. A expectativa para 2030 é que haja 40 megacidades no mundo.

Como participar
Os aplicativos serão selecionados por um júri formado por especialistas da área e haverá também uma eleição pelo voto popular, que dará ao vencedor um prêmio adicional de R$ 2 mil. 

Como critérios de escolha, serão considerados a qualidade da ideia, principalmente criatividade e originalidade, a implementação do projeto e potencial de impacto.

Tanto as inscrições como a votação serão feitas por meio do site ChallengePost (acessado neste link). Para participar do Desafio São Paulo de Mobilidade é preciso ter no mínimo 18 anos e residir no país.

O concurso está aberto também a organizações. Além do app, junto com a inscrição é preciso apresentar um vídeo que demonstre suas funcionalidades e características principais.

O júri será composto por David Borges, supervisor de Soluções em Conectividade da Ford América do Sul; Marcio Nigro, fundador do Caronetas, site de caronas escolhido como uma das 100 inovações para o próximo século pela Rockfeller Foundation; Lincoln Paiva, fundador da Green Mobility e do Instituto Mobilidade Verde; Ciro Biderman, chefe de gabinete da SPTrans; e Rick Ribeiro, do portal Mobilize – Mobilidade Urbana Sustentável.

O cronograma do desafio seguirá as seguintes datas: verificação de elegibilidade – 9 a 16 de setembro; avaliação do júri e votação do público – 17 a 28 de setembro; e anúncio dos vencedores – 7 de outubro.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

ATENÇÃO MOTORISTAS E CANDIDATOS A PILOTO, O CENTRO DE TREINAMENTO DE SUZANE CARVALHO ESTÁ COM VAGAS ABERTAS PARA DIVERSOS CURSOS, COMO DIREÇÃO DEFENSIVA/EVASIVA, PILOTAGEM DE KART, E CATEGORIAS TURISMO E FÓRMULA, EM SÃO PAULO, PARA TURMAS DE JUNHO E JULHO


PSA PEUGEOT CITROËN PREMIA OS MELHORES FORNECEDORES NO SEU "SUPLLIER AWARDS LATIN AMERICA 2015", PROMOVIDO PELO DEPARTAMENTO DE COMPRAS DA ALIANÇA

Os fornecedores premiados
A PSA Peugeot Citroën realizou, ontem, em São Paulo, o seu “Supplier Awards Latin America 2015” (Prêmio Fornecedores do Ano América Latina). 

Esta foi a quarta edição do evento, que é organizado pela diretoria de Compras América Latina da PSA Peugeot Citroën e visa reconhecer e incentivar os seus fornecedores na região. 

O evento contou com a presença de executivos do Grupo PSA, entre eles Yannick Bézard, diretor Mundial de Compras e German Mairano, diretor de Compras América Latina, além de fornecedores e convidados.

A premiação foi dividida em seis categorias e contou com um Prêmio Especial do Júri. 

Os critérios avaliados no “Supplier Awards Latin America 2015” seguem o padrão mundial do Grupo PSA. 

Yannick Bézard, German Mairano, além de outros Diretores da PSA Peugeot Citroën entregaram as placas comemorativas para os representantes das 21 empresas vitoriosas da edição deste ano.

Uma nova premiação para as “Melhores Plantas de 2014” foi entregue a 10 unidades de produção na América Latina, em reconhecimento à sua performance em excelência de manufatura, o que permite ao Grupo PSA atingir seus padrões de qualidade, desde a produção do veículo até a entrega das chaves.

“A integração local é um dos nossos principais objetivos na região, dentro do plano “Back in the Race” e os nossos fornecedores são fundamentais para a conquista desse objetivo. Reconhecemos hoje o seu excelente desempenho durante o ano de 2014, garantindo o desenvolvimento de produtos com um alto nível de qualidade, inovação, competitividade e custos. Esta parceria é muito importante para nós, pois nos permite alcançar uma maior satisfação do nosso cliente final”, afirmou German Mairano.

Abaixo, as categorias, o resumo dos critérios de avaliação e os premiados:

“Quality” (Qualidade): Desempenho excepcional no domínio de qualidade de peças automotivas: qualidade na fase de desenvolvimento, qualidade em zero km e qualidade em clientela.
Premiados: MAXION WHEELS (Coporate) e MAHLE (Corporate)

“Cost Savings” (Economia de Custos): Desempenho excepcional em matéria de economias técnicas, com propostas de redução de custos para 2015 alinhadas com os objetivos do Grupo.
Premiado: TREVES Brasil

Logistics” (Logística): Performance de entregas das quantidades programadas nas janelas e ausência de impacto logístico.
Premiados: DURA Brasil e FAURECIA Escapamentos Argentina

“Services and Industrial Equipment Performance” (Performance em Serviços e Equipamento Industrial): Prestação de excelente nível nos domínios qualidade e custo (competitividade), cumprindo os objetivos de tempo/capacidade de resposta e a perpetuação destes resultados.
Premiados: HAVAS Argentina e Brasil e VERZANI & SANDRINI Brasil

“Aftersales Delivery Performance” (Performance de Entrega Pós-Venda): Nível de excelência na taxa de serviço, mantendo absoluto respeito nas entregas, tanto em prazo quanto em quantidades.
Premiados: SOGEFI Argentina e Brasil

“Best Plants” (Melhores Plantas): Desempenhos excepcionais em termos de excelência industrial, em qualidade, logística, industrialização e qualidade dos lançamentos, desempenho e melhoria contínua no processo de manufatura.
Premiados: Brasil: FASTPLAS (Usina Caçapava); MANN HUMMEL (Usina Indaiatuba); MUBEA (Usina Taubaté); NEMAK (Usina Betim); PLASTIC OMNIUM (Usina Porto Real), SIMOLDES (Usina Caçapava); TREVES (Usina Caçapava) e VALEO (Usina Campinas). Argentina: FAURECIA Bancos (Usina Escobar). Uruguai: YAZAKI (Usina Las Piedras).

Um Prêmio Especial do Júri foi concedido nesta edição do evento:
EXCELÊNCIA GLOBAL: Resultados expressivos nos domínios de Inovação, Redução de Custos e Integração Local.
Premiado: BOSCH (Corporate).

SCANIA CONQUISTA ESPAÇO NA REPÚBLICA DOMINICANA PARA ONDE EXPORTA CAMINHÕES


De janeiro a abril de 2015, a Scania, referência mundial na fabricação de caminhões pesados, ônibus, motores industriais e marítimos, já superou em 84% o volume de negócios realizados no ano passado na República Dominicana. 

“Estamos alavancando o volume de vendas aproveitando o ritmo de crescimento do país, que segundo relatório da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), deverá chegar a 5% em 2015, um dos maiores das Américas”, diz Luciano Piccirillo Neto, gerente de Negócios da Scania Latin America. 



A venda mais recente foi de 12 caminhões-betoneira para a Concredom, empresa do segmento de concreto que está presente nas principais obras de desenvolvimento da República Dominicana.
O veiculo é um Scania G460 CA6x4 implementado com rodotrem semirreboque 3 PBTC de cana-de-açúcar de 160 toneladas.

O caminhão vai operar diariamente em um trajeto que liga as cidades de San Pedro de Macoris até o terminal de coleta Central Romana Corporation, em uma estrada sem pavimentação. 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

SISTEMA DE CONTROLE AUTOMÁTICO NOS CARROS AJUDA MUITO A EVITAR ACIDENTES E ALGUNS MODELOS DE DIVERSAS MARCAS JÁ POSSUEM O EQUIPAMENTO QUE FREIA O CARRO SEM A INTERFERÊNCIA DO CONDUTOR E MANTEM UMA DISTÂNCIA PREVENTIVA DO CARRO QUE CIRCULA À FRENTE




ACC é evolução dos 

sistemas de piloto automático



As pesquisas revelam que o fator humano é a causa principal de 95% dos acidentes de trânsito. 

Já o ambiente em que se trafega (ruas e estradas) contribui em 30% e as condições dos veículos representam 10% dos fatores que resultam em acidentes. 

Enquanto o veículo autônomo ainda não é uma realidade, os sistemas de assistência estão cada vez mais presentes para ajudar o motorista na condução do veículo.


E um dos sistemas de segurança que merece destaque é o ACC (Piloto Automático Inteligente ou Active Cruiser Control ou Controle de cruzeiro adaptável), que representa uma comodidade para o motorista e o ajuda a manter-se a uma determinada distância/intervalo de tempo do carro à frente. Essa distância pode ser configurada pelo motorista.

Durante viagem na Alemanha à convite da Bosch, aproveitei para esticar alguns dias entre as cidades de Frankfurt, Sttutgart e Munique. 

Cerca de 460 quilômetros de boas estradas, indo e voltando e em alguns momentos sem velocidade limite, nas famosas autobahns.

No início, a sensação de acelerar modelos da Porsche, BMW, Mercedes e Volkswagen é tudo que se deseja, mas após alguns quilômetros começa a bater o cansaço, sem falar que nas laterais das estradas alemães só temos árvores fechando a visão.

O foco na via é constante, mas o carro pode ajudar a tornar a condução mais fácil.

Em todos os modelos que avaliei estava lá o sistema ACC. A tecnologia que começa a crescer no Brasil já é uma realidade na Europa. 

Ele deve seguir a mesma trajetória dos airbags e freios ABS, que inicialmente eram caros e hoje são uma realidade. 

Com o tempo e com o volume de vendas, a tendência é o preço baixar bastante e tornar acessível para mais clientes, em diversos modelos.


O sistema funciona de 0 a 160 Km/h e mantém o automóvel numa distância pré-programada do carro da frente, reduzindo e freando automaticamente caso veículos mais lentos entrem na frente. 

Caso o carro da frente pare, o Golf Variant, por exemplo, irá parar o carro totalmente, e só vai andar quando o carro da frente acelerar novamente. 

Tudo de forma automática, sem intervenção do motorista.

Infelizmente, no Brasil não é apenas o fator humano que precisa ser mais controlado, mas com as vias que encontramos fica difícil utilizar o ACC, pois o motorista em qualquer momento pode ser surpreendido por um buraco. 

Então, antes de qualquer coisa, não adianta apenas ter o ACC, mas um motorista atento para tentar manter o veículo nas precárias vias brasileiras, de um modo geral.


Entenda o funcionamento do ACC- O piloto automático adaptativo funciona com um radar instalado na dianteira do veículo que emite um sinal de ultrassom;

- Quando o sinal encontra um objeto ele volta e com essa resposta o computador calcula a distância e velocidade do veículo à frente;

- O ACC permite que o motorista escolha níveis de distância (geralmente são três) para o veículo da frente. 

Os comandos ficam, geralmente, no volante, e as indicações de distância aparecem no painel de instrumentos;

- Se o veículo da frente desacelerar, o carro com ACC ligado também irá diminuir a velocidade, mantendo sempre aquela distância mínima que o condutor determinou;

- O sistema pode, inclusive, frear totalmente o carro, caso o outro pare. Quando o veículo à frente voltar a acelerar, o ACC vai aumentar a velocidade;

- Caso a pista esteja livre, o sistema também é capaz de calcular e acelerar até a velocidade programada pelo piloto automático;

- Se um veículo da faixa ao lado muda para a faixa onde o veículo equipado com ACC trafega, o sistema detecta esse movimento e o repentino aparecimento de outro veículo no sinal do radar, freando o veículo e mantendo a margem de segurança;

- E se o semáforo ficar vermelho? Aí você terá que acionar o pedal de freio e parar o carro. O ACC (ainda) não detecta sinais fechados;

- Devemos lembrar que apesar da eficiência deste, o motorista continua tendo total autonomia para acelerar ou frear o veículo normalmente nos pedais, independente do funcionamento do ACC. A decisão sempre será do condutor.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

AUDI INAUGURA NOVA CONCESSIONÁRIA NO RIO GRANDE DO SUL E CENTRO DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO EM SÃO PAULO, QUE CUSTOU R$10 MILHÕES


A Audi, marca do setor premium de maior crescimento no País, inaugurou sua 2ª concessionária no estado do Rio Grande do Sul, chegando a 41 revendas no Brasil. 


A Audi Center Caxias do Sul reforça a presença da marca e oferece mais uma opção para atender o público do estado, que busca os diferenciais dos veículos e o atendimento da empresa alemã. 

A loja conta com o portfólio completo para vendas e atende ainda com os serviços de pós-vendas.

“O Estado do Rio Grande do Sul tem grande potencial, por isso decidimos nos aproximar ainda mais do consumidor gaúcho. Com a Audi Center de Caxias do Sul o público pode ver de perto os modelos da Audi, além de contar com a excelência do serviço Audi de pós-vendas”, avalia Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.

Os clientes de Caxias do Sul podem adquirir no showroom todo o portfólio da marca, do A1 ao R8. 



Para 2015, além da continuidade dos investimentos em várias frentes, que darão suporte ao crescimento sustentável da Audi no País, a montadora dará início no segundo semestre à produção local do A3 Sedan em São José dos Pinhais, no Paraná, com aportes de R$ 500 milhões.



Centro de treinamento
Nessa linha, a Audi inaugurou, em São Paulo, seu novo Centro de Treinamento e Competência Tecnológica. 

Os investimentos de R$ 10 milhões até 2016 contemplam obras no novo prédio e implantação dos programas de treinamento. 

“Este é mais um sinal da importância do Brasil como mercado estratégico para o crescimento internacional da Audi”, afirma Jörg Hofmann, Presidente e CEO da Audi do Brasil.

A nova unidade de Audi faz parte da estratégia 360 graus da empresa, criada para suportar seu plano de crescimento no País. 


No local funcionarão três importantes áreas da empresa: o Centro de Treinamento, o Centro de Suporte Técnico para a América Latina, e o Centro de Desenvolvimento Técnico.

Mais de quatro vezes maior que o espaço anterior, o novo Centro de Treinamentos já capacita funcionários de vendas e técnicos dos concessionários. 


O espaço comporta até cinco treinamentos simultâneos, o que irá dobrar a capacidade de participantes, chegando a 1.800 treinamentos anuais. 

As aulas são ministradas por instrutores capacitados e certificados pela Audi AG da Alemanha, garantindo o padrão de excelência internacional da marca.


“Nosso objetivo é chegar a 30.000 unidades vendidas por ano no Brasil até 2020. Inauguramos 13 novas concessionárias em 2014 e este ano serão outras 10 e não vamos parar por aí. Com o aumento das nossas vendas e da nossa rede de concessionárias, temos que aumentar e melhorar nossa estrutura de treinamentos. Ela é a peça fundamental para termos os clientes mais satisfeitos”, explicou Jörg Hofmann a jornalistas durante o evento de inauguração par a imprensa.

Já o Centro de Suporte Técnico, que passa a ter base no Brasil, contará com uma equipe de engenheiros para oferecer suporte avançado aos mercados da América Latina, englobando um total de 29 países. 


O Technical Support Center LATAM é o representante oficial do departamento de Serviços Técnicos da matriz da empresa, na Alemanha, e realizará serviços técnicos investigativos, suporte e monitoramento de qualidade para as importadoras e subsidiárias da Audi na América Latina.

Além disso, um time de engenheiros da Audi AG passa a atuar no Brasil, 
integrando o Centro de Desenvolvimento Técnico. 

Trata-se de uma extensão da área de desenvolvimento de produto da Audi AG no Brasil, focado no desenvolvimento de produtos adequados às necessidades do mercado nacional.

“Nosso objetivo é ser a marca premium líder até 2020 no mundo – e isso vale também para o Brasil. Nossos resultados no País demonstram que estamos no caminho certo e a inauguração do Centro de Treinamento e Competência Tecnológica demonstra a seriedade com que estamos trabalhando” concluiu Jörg Hofmann.

NISSAN MOSTRA SEUS VEÍCULOS 100% ELÉTRICOS NA FINAL DA LIGA DOS CAMPEÕES DA UEFA, DE 3 A 7 DE JUNHO, EM BERLIM, ONDE SERÃO INSTALADAS 129 ESTAÇÕES DE CARGA PARA ATENDER OS 100 VEÍCULOS ELÉTRICOS QUE SERÃO CEDIDOS À UEFA










A Nissan, líder mundial na produção e comercialização de veículos elétricos, vai levar seus modelos ao coração da final da UEFA Champions League, no próximo dia 6 de junho. 


Como parte de sua inovadora parceria com a mais prestigiosa competição de futebol da Europa, a Nissan busca enriquecer a experiência dos torcedores no torneio e deixar um legado para a população de Berlim.

Serão fornecidos mais de 100 veículos elétricos à UEFA e a patrocinadores associados para transportar convidados e autoridades antes do início da final, na capital alemã. 


Além dos veículos, serão instalados 129 estações de carga elétrica no entorno do Aeroporto Internacional de Tegel, em vários hotéis em Berlim e no Olympiastadion, palco da Final. 

Os carregadores serão um legado que a Nissan deixará para a cidade.

Bastien Schupp, Vice-Presidente de Marketing da Nissan Europa, diz que “a Final em Berlim vai marcar o clímax do primeiro ano da parceria da Nissan com a UEFA Champions League. 


Esta parceria nos permitiu demonstrar nosso comprometimento com os veículos elétricos e trazer à vida os valores da nossa marca relacionados aos lemas “Innovation” e ”Excitement”. 

Estou especialmente feliz com o nosso ótimo relacionamento com a UEFA, que também nos permitiu fazer algo positivo para a população de Berlim”.

Em Berlim, de 3 a 7 de junho, a Nissan também promoverá diversas experiências com torcedores no UEFA Champions Festival. 


Os torcedores presentes terão a chance de disputar um 2x2 na jaula interativa Football Cage, testar suas habilidades no Nissan Performance Maze e recriar momentos históricos do futebol na Test Area.

A energia criada em uma ação pelos torcedores na UEFA Champions Festival será convertida em quilowatts para ajudar a levar o troféu da UEFA Champions League até o centro do Olympiastadion, palco da Final. 


Os participantes que gerarem a maior quantidade de energia vão ganhar ingressos para a Final e a oportunidade exclusiva de acompanhar a taça na sua jornada até o estádio a bordo da van e-NV200, 100% elétrica, customizada para o evento.



Marco Van Basten, lenda do futebol mundial, se juntará à Nissan como embaixador nas atividades da marca para a Final da UEFA Champions League. 


Vencedor de duas edições do torneio durante sua brilhante carreira, Marco compartilhou seus pensamentos sobre a experiência que os torcedores vão viver: “é fantástico ver que a Nissan mantém os torcedores no centro das suas atividades e celebrações em relação à UEFA Champions League. 

São várias atividades e jogos envolvendo os torcedores e isso vai ajudar a ‘eletrificar’ a atmosfera da Final”.

Em sua primeira temporada como parceira da UEFA Champions League, a Nissan trabalhou ao lado da UEFA para desenvolver uma série de atividades de engajamento de torcedores que incluem a competição “Goal of the Week” e a oportunidade de levar torcedores e parceiros a sessões de treinamentos dos times participantes um dia antes das partidas.

A Nissan é parceira automotiva global oficial da Supercopa da UEFA e da UEFA Champions League com um acordo que cobre o período de 2014/2015 a 2017/2018. Como patrocinador oficial, a Nissan está envolvida na mais importante competição de clubes de futebol do mundo com uma série de produtos e serviços.

DESDE 2014 QUE A FROTA BRASILEIRA DE VEÍCULOS VEM ENVELHECENDO, DEPOIS DE EXPERIMENTAR ALGUNS ANOS DE RENOVAÇÃO. AS VENDAS VÊM CAINDO TANTO NO SEGMENTO DOS LEVES QUANTO NO DOS PESADOS. A IDADE MÉDIA DOS CARROS E CAMINHÕES QUE CIRCULAM NO PAÍS, EM TORNO DE 41,5 MILHÕES, É DE QUASE NOVE ANOS. JÁ O NÚMERO DE HABITANTES POR VEÍCULO REGISTROU UMA LIGEIRA QUEDA DE 5 PARA 4,9 PESSOAS POR VEÍCULO, ÍNDICE MUITO DIFERENTE DO REGISTRADO HÁ 50 ANOS, QUANDO HAVIA UM CARRO PARA CADA 20 HABITANTES


Alta Roda 

Nº 839 — 4/6/15

Fernando Calmon



FROTA PAROU DE REJUVENESCER

Nos últimos anos a frota brasileira de veículos, além de aumentar pela grande expansão do mercado interno, passou por rejuvenescimento. 

Mas essa tendência começou a ser revertida no ano passado, quando as vendas declinaram 9%, incluídos veículos leves e pesados. 

Segundo estudo do Sindipeças, a idade média de toda a frota circulante de 41,5 milhões de unidades (não confundir com os números irreais do Denatran) passou de oito anos e seis meses, em 2013, para oito anos e oito meses, em 2014. 

Em 2007, por exemplo, os veículos em circulação tinham em média 9 anos e dois meses.

Em um país que não implantou um programa nacional de inspeção técnica veicular uma frota mais nova ajuda em termos de segurança, pois teoricamente compensa, em parte, as falhas por falta de manutenção regular. 

A taxa de motorização do Brasil também parou de subir como antes. 

Desde 2004, o número de habitantes por veículo vinha melhorando entre 0,2 e 0,5 indivíduo por carro, anualmente.

No entanto, o índice de cinco habitantes/veículo de 2013 passou para 4,9, em 2014, indicando praticamente estagnação. 

Mesmo em países como Argentina e México esse índice fica em torno de 3,5 habitantes/veículo, o que comprova que ainda estão bem à frente em termos de população motorizada. 

Em termos globais estima-se que o planeta tenha, hoje, cerca de seis habitantes/veículo. 

Nos EUA, esse indicador é de apenas 1,2 habitante/veículo.

Com o forte recuo da comercialização de veículos novos em 2015 – estimada entre 13% e 19% – o Brasil, além de continuar a ter sua frota envelhecendo, vai dar marcha à ré em termos de população motorizada. 

Assim, mesmo com índice de natalidade em baixa, mas ainda positiva (o País terá cerca de 205 milhões de habitantes no fim deste ano), nossa taxa de motorização deve piorar em vez de melhorar. 

Projeções otimistas feitas anos atrás indicavam que, em 2015, se alcançariam quatro habitantes/veículo, mas o cenário aponta que o Brasil sofrerá um retrocesso para pouco mais de cinco habitantes/veículo.

O número de brasileiros com carro evoluiu extraordinariamente nos últimos 50 anos, quando existia apenas um veículo para cerca de 20 pessoas. 

E isso se deu pela combinação de aumento de poder aquisitivo e diminuição dos preços. 

Aliás, sempre que se reabre a velha discussão ao comparar preços no Brasil e no exterior, levanta-se argumento de que o carro lá fora é barato porque o comprador precisa de menor número de salários mensais para adquiri-lo. 

Isso é óbvio e se aplica a qualquer produto, sem influenciar na formação de preço porque qualquer bem tem um custo a ser coberto pela venda. 

Numa comparação extrema, um automóvel teria que ser vendido por um quinto do seu preço original em um país pobre da África, por exemplo.

No entanto, há outra comparação que pode ser feita. 
Em 1965, um Fusca 1200, automóvel mais barato à época, custava o equivalente a 83 salários-mínimos. 

Nos últimos 20 anos houve recuperação salarial importante, mas os preços caíram muito mais em razão do crescimento da escala de produção e da concorrência. 

Hoje, com o valor de um Fusca de 50 anos atrás dá para comprar quase um Corolla básico, por exemplo, cujo preço de tabela é pouco maior do que 83 salários-mínimos.

RODA VIVA

GENERAL MOTORS já resolveu a incompatibilidade entre sistemas operacionais para automóveis dos gigantes da telemática.

Sua estratégia de integração total (inclusive Waze) com telefones inteligentes pelo MyLink já permite comunicação tanto com Car Play, da Apple quanto Android Auto, do Google. No Brasil chega ainda este ano.

ALGUÉM AINDA tem dúvida sobre o avanço dos motores de 1 litro de cilindrada e três cilindros? 

Na linha Fox 2016, lançada esta semana, motor de quatro cilindros de 1.000 cm³ foi substituído pelo três-cilindros/82 cv (etanol). 

No novo Gol, no início de 2016 também será assim e ainda no substituto do Mille, no próximo ano, a ser produzido em Betim (MG).

MERCEDES-BENZ seguiu a estratégia da BMW de antecipar motores turboflex para os atuais importados Classes A e B, além do GLA e do CLA. 

Motor de 1,6 litro entrega 156 cv e 25,5 kgfm, gasolina ou etanol, para melhorar o consumo relativo do combustível renovável. 

Sistema desligar-religar o motor em paradas funciona com etanol (nos BMW, não).

MAIS OPÇÕES de motores estão disponíveis no Audi Q3, 2016. 

Além do 1,4 L turbo de 150 cv (será flex quando a versão nacional for lançada dentro de um ano), são duas escolhas no 2 L turbo: 180 cv e 220 cv. 

No total, cinco versões de acabamento. Há retoques nos para-choques, novos faróis de xenônio e lanternas traseiras com LEDs.

A PARTIR de outubro de 2016 (dessa vez não deve ter adiamento...) todos os pneus à venda no Brasil deverão ser etiquetados. 

Haverá anotações de eficiência energética para menor consumo de combustível, aderência em piso molhado e ruído de passagem. 

Fabricantes de pneus, porém, adicionam critérios próprios que chegam a 60, informa a Goodyear.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O NOVO AUDI RS 3 SPORTBACK, UM VERDADEIRO CARRO DE CORRIDA, COM TRAÇÃO INTEGRAL QUATTRO, MAIS RÁPIDO QUE O MODELO ANTERIOR COMEÇARÁ A SER VENDIDO NO BRASIL NO ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2015. COM MOTOR 2.5 TFSI, DE CINCO CILINDROS, COM 270 KW, VAI DE 0 A 100 KM/H EM 4,3 S E VELOCIDADE DE PONTA QUE PODE CHEGAR A 280 KM/H, DE ACORDO COM O FREGUÊS, É O MAIS POTENTE DA HISTÓRIA DOS RS FAZ CURVAS COM EXTREMA PRECISÃO E ATÉ DERRAPAGENS CONTROLADAS. DETALHAMOS O RS PARA OS FÃS DOS RS.


Sonoridade quente e profunda, excitante aceleração e muita potência - os motores cinco-cilindros da Audi são legendários. 


Potência de 270 kW (367 hp) e 465 Nm de torque - a Audi apresenta o novo RS 3 Sportback, o carro compacto mais potente do segmento premium

Com seu poderoso motor turbo de cinco cilindros, o modelo de cinco portas acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e sua velocidade máxima pode ser elevada até 280 km/h, a pedido do cliente.

O multipremiado motor 2.5 TFSI do novo RS 3 Sportback gera 270 kW (367 hp) e 465 Nm de torque. 


O motor turbo de cinco cilindros acelera o modelo de cinco portas de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e sua velocidade máxima pode ser elevada até 280 km/h, mediante solicitação.

A transmissão S tronic de sete velocidades, que realiza trocas de marchas ainda mais rapidamente que na versão anterior, direciona a força do 2.5 TFSI para o sistema quattro de tração integral. 


O sistema quattro conta com vetoreamento de torque baseado em software moderno e foi projetado, em todos os aspectos, para proporcionar o máximo de diversão ao dirigir. 


O novo Audi RS 3 Sportback faz curvas com extrema precisão. 

Em superfícies de baixa aderência, se desejar, é possível até realizar derrapagens controladas.

O chassi do modelo de cinco portas também estabelece novos parâmetros. 


Em comparação com o Audi A3 Sportback, a carroceria é 25 milímetros mais baixa. 

A direção progressiva, a suspensão esportiva RS específica e o controle adaptativo dos amortecedores opcional Audi magnetic ride foram projetados especialmente para o RS. 

Caso desejado, a Audi pode instalar discos de freios de cerâmica por trás das rodas de 19 polegadas - uma novidade no segmento dos compactos premium.


O pacote completo do Audi RS 3 Sportback é complementado pelo preciso detalhamento interno e externo e uma generosa relação de equipamentos.

Motor agressivo
O 2.5 TFSI do novo Audi RS 3 Sportback é uma garantia de emoção com seu imenso poder de impulsão, respostas agressivas e sua experiência acústica única. 


O profundo rugido, respaldado pelo ritmo da sequência 1- 2 - 3 - 4 - 5 da ignição dos cinco cilindros, compõe a clássica trilha sonora da Audi. 

Dois flaps nos condutos de exaustão, após o silenciador, controlam o fluxo de escapamento para proporcionar uma experiência sonora ainda mais intensa, que varia com a solicitação e rotação do motor. 


O motorista pode controlar esses flaps através do sistema Audi drive select. 

O sistema de escapamento RS foi projetado para facilitar o fluxo de gases. 

Pela primeira vez neste segmento, a Audi oferece um sistema de escapamento esportivo como opção.

Motores de cinco cilindros com muita potência têm uma longa tradição na Audi. 


Durante a década de 1980, eles equiparam os carros da Audi que lideraram nos ralis, campeonatos de turismo e modelos de série. 

O primeiro modelo RS, o RS de 1994, também contava com este motor. O cinco-cilindros retornou em 2009 no Audi TT RS. 

Ele passou para o RS 3 Sportback, em 2011, e, dois anos depois, para o RS Q3. 

O motor de 2,5 litros foi eleito "Motor Internacional do Ano" em sua categoria por cinco anos seguidos, desde 2010.

A unidade de cinco cilindros produz 270 kW (367 hp) e tem 2.480 cm³ de cilindrada: uma impressionante potência específica de 108,9 kW (148 hp) por litro. 



Dirigibilidade impressionante 
O torque máximo, de 465 Nm é disponibilizado já a 1.625 rpm e permanece constante até 5.550 rpm. 

A retomada entre 60 e 100 km/h em quarta marcha toma apenas 4,1 segundos. 

São necessários apenas 5,8 segundos para ir de 80 a 120 km/h em quinta marcha.

O 2.5 TFSI catapulta o Audi RS 3 Sportback de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos - a melhor aceleração em sua classe. 


 A velocidade é bloqueada eletronicamente em 250 km/h. 

A velocidade máxima pode ser elevada opcionalmente para 280 km/h, uma opção única no segmento dos carros esportivos compactos. 

Quanto ao consumo, o novo modelo é cerca de 10% mais econômico que o anterior. 

Um sistema de recuperação, uma bomba de óleo controlada sob demanda e um novo sistema start-stop que desliga o motor pouco antes do carro parar completamente contribuem para isso.

Com apenas 49 centímetros de comprimento, o motor de cinco cilindros é muito curto. 


Ele pesa aproximadamente 180 quilogramas. Seu virabrequim é feito de ferro fundido com grafite vermicular, um material extremamente forte, mas também leve. 

 Reforços perfeitamente colocados aumentam a capacidade de carga do bloco. 

Uma pequena equipe de especialistas especialmente treinados monta manualmente o 2.5 TFSI na fábrica de motores da Audi em Győr, na Hungria.

O turbocompressor, que desenvolve até 1,3 bar de pressão, tem capacidade teórica de circulação 1.100 quilos de ar por hora. 


O intercooler reduz a temperatura do ar comprimido. 

O trabalho conjunto do turbocompressor e a injeção direta de combustível permite utilizar uma taxa de compressão de 10,0:1, resultando em alta eficiência. 

 Flaps no coletor de admissão fazem o ar girar ao entrar nos cilindros. 

 Os eixos de comando de válvulas, que podem ser ajustados individualmente num ângulo de até 42 graus, otimizam ainda mais a mistura ar-combustível.


S tronic preciso
A transmissão S tronic de série, com sete velocidades, transfere a força do motor 2.5 TFSI. 


Como todas as transmissões de dupla embreagem, ela é constituída de duas caixas de câmbio em uma única carcaça. 

O processo de troca direta de marchas ocorre com a rapidez de um relâmpago e sem interrupção perceptível da força do motor, através da abertura e fechamento simultâneos das duas embreagens. 

Novas soluções para preencher as embreagens com óleo e melhorar a integração com o motor tornam as trocas de marchas mais rápidas que nunca. 

Com o sistema Audi drive select no modo dynamic, cada troca é acompanhada por uma dupla debreagem.

O condutor do novo Audi RS 3 Sportback pode escolher entre dois modos automáticos da transmissão S tronic de sete marchas ou executar as trocas manualmente, usando as borboletas posicionadas junto ao volante ou a alavanca seletora. 


O launch control permite otimizar a tração e minimizar o deslizamento dos pneus nas arrancadas. 

As marchas inferiores são esportivamente curtas. Já a sétima é alongada, para reduzir o consumo de combustível. 

Uma conexão em ângulo reto conecta a caixa de câmbio ultracompacta ao eixo de propulsão que leva o torque ao eixo traseiro - uma solução que demonstra a aplicação da construção inteligente com baixo peso até o último detalhe.


Tração quattro
O sistema quattro de tração integral transfere a força do motor 2.5 TFSI para a estrada com extrema facilidade. 


Seu componente central é a embreagem multidiscos controlada eletronicamente, com acionamento hidráulico. 

Este novo mecanismo fica montado junto ao eixo traseiro para otimizar a distribuição de pesos. 

A embreagem multidiscos utiliza software desenvolvido com exclusividade para o Audi RS 3 Sportback. 

 Ela distribui o torque disponível entre os eixos dianteiro e traseiro num piscar de olhos. 

Dependendo do estilo de condução e do coeficiente de atrito do piso, entre 50 e 100 por cento do torque disponível podem ser enviados para o eixo traseiro.

A bomba elétrica, que desenvolve a pressão de óleo necessária até um máximo de 38 bar, é altamente eficiente. 


No momento em que a aderência da estrada diminui ou quando o motorista adota um estilo de condução mais esportivo ela é ativada imediatamente. 

O peso da embreagem foi reduzido em 1,4 quilo em relação à versão anterior, graças à eliminação do acumulador de pressão. Mais um exemplo da construção com peso leve direcionada a cada detalhe do carro.

O controle da embreagem multidiscos é integrado ao sistema Audi drive select.


Com sua configuração altamente esportiva, ele utiliza todas as informações relevantes disponíveis, tais como o ângulo de esterço da direção. 


No modo dynamic e quando o Sistema Eletrônico de Controle de Estabilidade (ESC) está em modo esportivo, a força é transmitida mais rapidamente e com mais intensidade para o eixo traseiro, garantindo uma dirigibilidade ainda melhor e dando ao novo Audi RS 3 Sportback uma direção mais ágil e direta. 

Isto permite que o motorista consiga até mesmo realizar derrapagens controladas em superfícies de baixa aderência. 

O eixo dianteiro traz o carro de volta à linha reta nas saídas de curvas.

A vetorização de torque torna a condução do Audi RS 3 Sportback ainda mais perfeita. 


Em curvas rápidas, ele freia ligeiramente as rodas internas à curva, que estão sujeitas a uma carga menor. 

Isto permite que as duas rodas externas de cada eixo transmitam mais força para a estrada. 

Graças à diferença das forças propulsivas, o carro aponta ligeiramente para o interior da curva e ajuda o motorista a manter uma condução esportiva.


Chassi
O chassi complementa perfeitamente o dinamismo do trem de força. 


 Precisamente guiado por sua direção sensitiva, o novo Audi RS 3 Sportback percorre todos os tipos de curvas com rapidez e estabilidade. 

Seus limites são muito altos e negociáveis sem esforço.

A suspensão dianteira McPherson foi alargada para uma bitola de 1.559 milímetros e inclui pivôs de alumínio de alta resistência especialmente desenvolvidos. 


 A direção progressiva de série altera a redução entre 15,3:1 e 10,9:1, dependendo do ângulo de esterço. 

Seu eficiente servo eletromecânico trabalha de acordo com características especiais da série RS.

O eixo traseiro, com bitola de 1.514 milímetros, possui quatro braços de aço de alta resistência à tensão que controlam separadamente as forças longitudinais e laterais. 


Como no eixo dianteiro, essas forças são direcionadas a um subchassi. 

A rígida suspensão esportiva RS rebaixa a carroceria em 25 milímetros, em comparação com o A3 Sportback. 

O sistema Audi magnetic ride com amortecimento adaptativo é oferecido como opcional. 

Seu gerenciamento é integrado ao sistema Audi drive select dynamic handling, que inclui os modos comfort, auto, dynamic e individual.

O novo e dinâmico modelo topo de linha da série A3 roda sobre aros de alumínio fundido de 19 polegadas com design de cinco raios estilo rotor e pneus 235/35. 


A Audi oferece opcionalmente rodas polidas de 19 polegadas com visual titânio fosco ou preto antracito de alto brilho. 

Como opção, os pneus podem ser nos tamanhos 255/30 na dianteira e 235/35 nas rodas traseiras.

Os discos de freios ventilados internamente têm 370 milímetros de diâmetro na frente e 310 milímetros atrás. 


As áreas de fricção dianteiras possuem design ondulado para redução de peso e são perfuradas para permitir o máximo de dissipação de calor. 

Elas são conectadas por pinos a coberturas de alumínio e seguras por pinças fixas de oito pistões pintadas de preto (opcionalmente vermelhas) com logos RS.

Entre as tecnologias que diferenciam o novo Audi RS 3 Sportback de seus concorrentes estão os discos de freios opcionais de fibra de carbono e cerâmica para o eixo dianteiro. 


Eles também medem 370 milímetros e contam com pinças pintadas de cinza antracito. 

O Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC) dispõe de um modo esportivo e pode ser inteiramente desativado, caso desejado, bastando apertar um botão por algum tempo.


Carroceria e design exterior
Num carro esportivo, a relação peso-potência desempenha um papel fundamental. 


 No novo Audi RS 3 Sportback, cada hp tem que movimentar apenas 4,14 quilos. 

O prático compacto de cinco portas tem peso líquido (sem o motorista) de apenas 1.520 quilogramas, 55 quilos menos que seu antecessor.

A base para atingir este valor é a arquitetura modular transversal do Grupo Volkswagen (MQB), com seu estrito conceito de construção com baixo peso. 


A célula dos ocupantes contém muitos componentes de aço de ultra-alta-resistência e aço moldado a quente. O capô é feito de alumínio. 

A orientação transversal do motor, em combinação com a embreagem multidiscos e a bateria, que estão colocadas à frente e atrás do eixo traseiro, contribui para uma distribuição das cargas entre os eixos mais favorável.

O novo modelo topo de linha da série A3 revela seu potencial à primeira vista. A grade Singleframe tem moldura em alumínio fosco e grade tipo colmeia em preto com alto brilho. 


O ar flui para o interior do motor através da entrada localizada sob a moldura da placa. 

As grandes entradas de ar emolduradas laterais fornecem ar para o radiador suplementar do motor e o resfriamento do óleo da transmissão. 

A lâmina integrada ao spoiler dianteiro se estende para cima no interior das tomadas de ar, formando uma barra divisória vertical.

Visto de perfil, os para-lamas dianteiros alargados, as saias laterais cinzeladas, as carenagens dos espelhos com aparência de alumínio fosco e o grande defletor de teto traseiro do Audi RS 3 Sportback capturam imediatamente o olhar do observador. 


O para-choques saliente, um difusor preto em alto brilho destacado no para-choques com grade tipo colmeia e quatro barras, além das duas grandes ponteiras ovais compõem a ousada traseira. 


Distintivos RS 3 adornam a grade Singleframe e a tampa traseira.
Quem aprecia uma maior individualização pode solicitar itens adicionais, inclusive uma cobertura do motor em fibra de carbono. 

Os pacotes de estilo em alumínio e preto brilhante também são especialmente atraentes. 

Além dos detalhes exteriores com superfícies diferenciadas, eles também incluem um logotipo quattro em cinza titânio na entrada de ar. 

As oito cores disponíveis incluem duas novas tonalidades: Cinza Nardo e Vermelho Catalunya, metálicas. 

Esta última é exclusividade do Audi RS 3 Sportback.

Interior e equipamento
O interior do novo Audi RS 3 Sportback tem acabamento em preto esportivo, acentuado por logos RS. 


Os bancos esportivos são forrados de couro Fine Nappa, com costuras contrastantes em cinza. 

O volante esportivo RS multifuncional, forrado de couro e Alcantara, tem base achatada. 

A alavanca seletora do câmbio também tem design especialmente esportivo. 

O sistema de informação ao motorista (DIS) inclui um termômetro de óleo e um cronômetro. 

Um indicador de pressão do turbo fica no mostrador do conta-giros.

Finos detalhes complementam a atmosfera de dinamismo e o extraordinário padrão de manufatura. 


Os pedais e o apoio do pé esquerdo são feitos de aço inoxidável. Os insertos nas portas são de Alcantara. 

 Típicas dos modelos RS, as maçanetas das portas são esguias barras duplas e os insertos são em design 3D "Black" (opcionalmente, podem vir em Alumínio Race ou Carbono). 

Os mostradores do conjunto RS de instrumentos são pretos com ponteiros vermelhos e grafismo em branco. 

 Apliques em preto antracito brilhante da alta qualidade emolduram os instrumentos.

O equipamento de série do novo Audi RS 3 Sportback também inclui o sistema de estacionamento parking plus e o rádio MMI. 


As opções englobam os bancos esportivos S com padronagem diamante, logos estampados e forração clara opcional, além de, pela primeira vez no segmento dos compactos, os novos bancos RS tipo concha com airbags laterais integrados e estrutura em carbono, sete quilos mais leve do que o assento esportivo básico. 

 Outra opção atraente é o pacote de design interior RS 3 com detalhes vermelhos na almofada de joelho, entradas de ar, tapetes e cintos de segurança. 

A mesma cor também é visível através das perfurações dos bancos esportivos S.

Os sistemas de infotainment e de assistência ao condutor da série A3, incluindo o MMI navigation plus com MMI touch, são disponíveis sem restrições para o novo topo de linha. 


Os pacotes de conforto e conveniência incluem itens como bancos dianteiros aquecíveis com controles elétricos, apoios lombares com quatro regulagens, retrovisores externos com escurecimento automático e sensor para luz e chuva.

As entregas do poderoso modelo de cinco portas estão previstas para começar na metade de 2015 na Europa e no último trimestre do ano no Brasil. 


 O modelo anterior foi um grande sucesso e a Audi espera que o novo RS 3 Sportback repita o desempenho nas vendas. 

Com este modelo, a quattro GmbH, subsidiária de alta performance que desenvolve e constrói as pontas de lança esportivas do portfólio da AUDI AG, conta agora com sete modelos RS no mercado: o RS 3 Sportback, o RS Q3 e o RS 4 Avant, além do RS 5 Coupé, o RS 5 Cabriolet, o RS 6 Avant e o RS 7 Sportback.

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