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sábado, 20 de junho de 2015

NOVO DODGE DURANGO, 2015, EVOLUI EM TODOS OS SENTIDOS E CHEGA AO BRASIL NO CENTENÁRIO DA DODGE, COM CÂMBIO AUTOMÁTICO DE OITO VELOCIDADES, SETE LUGARES, MUITO LUXO, CONFORTO E SEGURANÇA E UM MOTOR PENTASTAR V6, DE 3,6 L E 294 CV, MAIS ECONÔMICO E COM MUITA DIVERSÃO A BORDO. O SUV JÁ PODE SER COMPRADO NAS CONCESSIONÁRIAS DODGE DE TODO O PAÍS





Ao fechar o ano de seu centenário, a Dodge apresenta no Brasil o modelo 2015 do Durango. 

Maior SUV do grupo FCA – Fiat Chrysler Automobiles, o novo Dodge Durango foi desenvolvido sobre os pilares da marca: desempenho, estilo e inovação, oferecendo uma série de evoluções. 


Entre elas, estão o câmbio automático de oito marchas, os redesenhados conjuntos óticos com LEDs e a alta dose de tecnologia a bordo, onde se destacam o sistema Uconnect com tela central de 8,4 polegadas, a tela multifuncional de TFT de sete polegadas à frente do motorista e o kit de entretenimento traseiro com leitor de Blu-ray e dois LCDs de alta definição de nove polegadas.

Lançado oficialmente no País, em 2013, em duas versões (Crew e Citadel), o Dodge Durango agora passa a ser importado em configuração única, Limited, com um amplo conteúdo de segurança, conforto e tecnologia. 

Com linhas imponentes e proporções “musculosas”, excelente dirigibilidade e espaço para sete ocupantes e bagagem, o utilitário-esportivo grande é produzido nos Estados Unidos, na fábrica de Jefferson North, em Detroit, mesmo berço do SUV mais premiado da história, o Jeep Grand Cherokee, modelo com o qual compartilha a plataforma.

Estilo
O design do Durango sempre se destacou, ao exibir muita força e personalidade – características intrínsecas da Dodge. 

Para o modelo 2015, esses pontos continuam dando o tom, com ainda mais elegância. 


A grade e o para-choque dianteiro foram retocados, completando o visual dos novos faróis do tipo projetor, com luzes diurnas de LED. 

As rodas de 20 polegadas de alumínio polido exibem uma esportividade clássica, que combina bem com os arcos dos para-lamas inspirados no Dodge Charger. 


Na traseira, o que brilha (também literalmente) é a nova lanterna, com 192 LEDs, que ocupa toda a largura da tampa e avança pelas laterais.

Por dentro, o refinamento
 é a palavra de ordem. 


A começar pelo novo volante, com aletas para trocas de marchas do câmbio, e muitos comandos, como os do som, telefone, tela multifuncional e controle de velocidade de cruzeiro. 

Ainda à frente do motorista, o cluster foi reformulado, com destaque para o monitor colorido de sete polegadas. 

Também inteiramente nova 
é a parte central do painel.



Não apenas por conta da tela de toque de 8,4 polegadas do sistema multimídia Uconnect, mas também pelos novos comandos de áudio e do ar-condicionado.

Conjunto mecânico
A aplicação da moderna e comprovada transmissão de oito marchas elevou o padrão do powertrain do Dodge Durango, que continua com a eficiência do premiado motor Pentastar V6 de 3,6 litros, agora com 294 cavalos-vapor, 8 cv a mais do que na versão anterior. 


O torque também cresceu 
de 35,4 para 36 kgfm. 

Com mais força e, especialmente, com o novo câmbio, o rendimento do conjunto mecânico melhorou significativamente.

A economia de gasolina, por exemplo, teve uma evolução de 9%, o que faz o Durango poder atingir 791 km de autonomia com um tanque de gasolina. 

Um dos novos recursos que contribuem para isso é o Eco Mode, uma programação que busca a melhor eficiência energética possível, passando as marchas em rotações mais baixas e reduzindo a sensibilidade do pedal do acelerador, entre outras ações. 


O Eco Mode sempre se ativa ao ligar o motor, mas pode ser desativado a qualquer momento, pressionando um botão no centro do painel.

O desempenho também foi beneficiado, pois o excelente escalonamento das oito marchas aproveita melhor a potência e o torque, gerando acelerações e retomadas muito rápidas e pouco perceptíveis - sempre com suavidade e progressividade. 


A excelência da caixa de câmbio também se apresenta quando se explora a esportividade extra proporcionada pelas trocas de marchas manuais, por meio das aletas atrás do volante - outra novidade do Durango 2015. 

As mudanças são sempre imediatas, tanto para subir como para reduzir.


Comportamento dinâmico
Mesmo sendo um veículo de vocação familiar, o Dodge Durango é capaz de oferecer emoção ao motorista, com muita estabilidade, além de segurança e conforto. 


A suspensão é independente nas quatro rodas (braços curtos e longos na frente e braços múltiplos atrás) e conta com subchassi na dianteira e na traseira. 

Isso, combinado à distribuição de peso ideal entre os eixos (50/50), transmite uma sensação de condução sólida e prazerosa.

O Durango se comporta de modo preciso, com taxas de amortecimento agressivas e grandes barras estabilizadoras para lidar com as oscilações da carroçaria em manobras rápidas. 

Direção eletro-hidráulica, acertos de cambagem e cáster exclusivos, juntamente com controle eletrônico de estabilidade, também são fatores importantes. 

Já o sistema de tração integral (AWD) aumenta ainda mais a aderência, gerando uma experiência de condução suave em uma ampla gama de condições

Conectividade e diversão
O novo painel apresenta área central redesenhada que abriga o novo sistema multimídia Uconnect com display de 8,4 polegadas, navegador GPS integrado e conexão Bluetooth, entre outros recursos. 

Abaixo desta ampla tela sensível ao toque estão botões para funções de áudio e climatização. 


A tradicional alavanca do câmbio foi trocada por um seletor giratório, livrando espaço entre os bancos. 

Isso facilita na hora de aproveitar o porta-objetos central, uma verdadeira central de mídia, com entradas USB, de cartão SD e auxiliar (analógica).

O quadro de instrumentos também recebeu tratamento de alta tecnologia e agora exibe uma tela colorida de sete polegadas de TFT. 


Nela o motorista encontra inúmeras informações desde a pressão de cada um dos pneus até indicações do navegador, passando por dados da viagem, a exemplo do consumo instantâneo e autonomia. 

A apresentação desse vasto conteúdo pode ser personalizada em dezenas de formas. 

Tudo comandado por botões no raio esquerdo do novo volante, onde também estão os controles do sistema de voz e do telefone. 


No raio esquerdo estão os comandos do controlador de 
velocidade de cruzeiro.



Na parte de trás dos assentos dianteiros há um sistema de entretenimento de primeira classe. 


Ele é formado por duas telas de nove polegadas de alta resolução. 

Cada tela oferece quatro vezes melhor resolução quando comparados aos modelos anteriores e possibilita assistir seus filmes em Blu-ray ou DVD ou jogar um videogame conectado via entrada HDMI ou RCA – disponíveis para ambas as telas. 

Fones de ouvido sem fio e controle remoto estão incluídos. 

Para completar, a qualidade de som é garantida pelo sistema de áudio da renomada marca Alpine, com nove alto-falantes, um subwoofer e amplificador de 12 canais e 506 watts.

Comodidade interna


O Dodge Durango cumpre o que promete: ser um SUV com cabine de verdade para sete pessoas. 

Os dois assentos retráteis da terceira fileira entregam boa amplitude até para adultos de estatura média. 

O ar-condicionado é de três zonas: para motorista, passageiro dianteiro e passageiros traseiros, sendo que as regulagens destes últimos podem ser feitas pelos próprios ocupantes, por meio de controles no teto, acima da segunda fileira, ou remotamente, pela tela do Uconnect. 


Todos os sete lugares contam com saídas do ar, e os bancos da primeira e segunda fileira contam com aquecimento.

Dividida em 60/40, a segunda fileira do Durango também oferece reclinação do encosto de 18 graus. 


A praticidade não acaba aí, pois até os assentos desses bancos se dobram totalmente para frente, facilitando muito o acesso à terceira fila, cujos apoios de cabeça podem ser rebatidos com um simples toque no display do sistema multimídia. 


Esse recurso é extremamente útil para aumentar a visibilidade traseira quando não há ninguém nesses lugares.

Deixando os assentos da terceira fileira montados, ainda sobram 490 litros no compartimento de bagagem. 

Rebatendo a segunda fileira, o volume disponível para carga é de 2.390 litros – números relativos à área até o teto. Com os bancos preparados para cinco pessoas, o porta-malas chega a 1.350 litros. 

O pacote de assistência ativa ao motorista inclui também os controles de rolagem da carroceria (ERM) e de oscilação do reboque (TSC). 


Desse modo, é possível levar, por exemplo, um sofá de 1,80 metro com espaço para uma mesa de canto.

Segurança
O novo Dodge Durango oferece dezenas de itens de segurança, incluindo controles eletrônicos de tração e de estabilidade (ESC), que mantêm o veículo sempre na condição ideal de rodagem. 



Em relação à segurança passiva, a cabine do Durango dispõe de sete air bags (dois frontais de múltiplos estágios, dois laterais nos bancos dianteiros, dois de cortina cobrindo todas as fileiras e um para os joelhos do motorista). 

Na hora de estacionar, os sensores traseiros ParkSense e a câmera de ré ParkView fazem toda a diferença.

DODGE DURANGO LIMITED

Principais itens de série:
2 entradas traseiras independentes HDMI e RCA 
2 portas remotas para carregamento tipo USB 
3ª fileira de bancos retrátil 
5 pontos de fixação de cadeirinhas infantis (Latch) 
9 alto-falantes premium com subwoofer – sistema da Alpine Abertura remota por botão ou proximidade 
Air bag para os joelhos do motorista 
Air bags frontais avançados de múltiplos estágios 
Air bags laterais suplementares nos bancos dianteiros Air bags tipo cortina para todas as fileiras de bancos Alarme perimétrico 
Alerta de cinto de segurança do passageiro não afivelado 
Alerta de frenagem de emergência (RAB) 
Aletas de mudança de marcha montadas no volante Amplificador de 506 Watts 
Antena barbatana na cor da carroceria 
Antena GPS 
Ar-condicionado automático com três zonas de temperatura 
Ar-condicionado traseiro com aquecimento 
Assistente de partida em rampas (HSA) 
Bancos revestidos em couro 
Bancos da 2ª fileira com aquecimento 
Bancos dianteiros ajustáveis eletricamente em oito direções e com aquecimento 
Barras longitudinais de teto brilhantes 
Barras transversais de teto integradas 
Bocal de abastecimento sem tampa 
Bússola digital e marcador de temperatura externa Buzina bitonal 
Câmbio com comando rotativo 
Câmera de auxílio ao estacionamento 
Central de entretenimento traseiro com 2 LCD de 9" Central de informações do veículo em LCD de 7" Central de mídia (SD, USB, Aux.) 
Cinzeiro removível 
Cobertura da área de carga 
Coluna de direção ajustável em altura e profundidade Comando de voz com Bluetooth integrado 
Comandos de áudio montados no volante Compartimento de carga revestido em carpete 
Console de assoalho completo 
Console de teto 
Controle de estabilidade (ESC) 
Controle de oscilação do reboque 
(TSC) Controle de tração (TC) 
Controle de velocidade de cruzeiro 
Desembaçador do vidro traseiro 
Direção hidráulica tipo pinhão e cremalheira 
Estepe tamanho normal 
Faróis halógenos 
Freios anti-travamento (ABS) com discos FNC Ganchos para amarração de carga Iluminação da entrada 
Iluminação ambiente em LED 
Lanterna recarregável e removível 
Lanterna traseira "Racetrack" em LED 
Limpador e lavador do vidro traseiro 
Limpadores do para-brisa com intermitência variável Luzes de circulação diurna (DRL) em LED 
Luzes de leitura em LED 
Luzes de neblina dianteiras 
Memória para ajustes do banco do motorista 
Memória para as estações do radio 
Memória para a posição dos retrovisores externos Monitoramento da pressão dos pneus 
Navegação GPS 
Partida remota 
Parassóis com espelhos iluminados 
Partida por botão 
Pneus 265/50 R20 
Porta-copos iluminados 
Porta-luvas iluminado 
Porta-objetos com tampa no porta-malas 
Rebatimento remoto dos apoios de cabeça da 3ª fileira Rede porta-objetos na área de carga 
Regulagem elétrica em 4 direções do suporte lombar Retrovisor interno eletrocrômico com microfone Retrovisores externos elétricos e rebatíveis com luzes de direção e desembaçador 
Rodas em alumínio polido 20” x 8” 
Sensor crepuscular 
Sensores de estacionamento traseiro Parksense® Sistema de travamento central antifurto 
Soleiras brilhantes nas portas dianteiras com moldura Suporte para frenagem em dias chuvosos (RBS) Tapetes dianteiros e traseiros de luxo 
Tapetes para a 3ª fileira de assentos 
Tela central sensível ao toque de 8,4” 
Teto solar elétrico com acionamento um-toque 
Tomada auxiliar de 12V no console central 
Tomada auxiliar traseira de 12V 
Tração nas 4 rodas - AWD
Transmissão de áudio por Bluetooth 
Travamento elétrico da tampa de abastecimento Uconnect 8,4” com comandos do áudio e do veiculo e comando de voz por Bluetooth 
Unidade leitora de mídia Blu-Ray /DVD/CD remota Vidros elétricos dianteiros tipo um-toque 
Vidros laminados nas portas dianteiras 
Volante com aquecimento e revestido em couro


sexta-feira, 19 de junho de 2015

JAC T8 GANHA ACESSÓRIO QUE AUMENTA 37% A CAPACIDADE DO PORTA-MALAS. O EQUIPAMENTO UTILIZA OS MESMOS PONTOS DE FIXAÇÃO DO BANCO TRASEIRO E AUMENTA O VOLUME PARA 1.330 LITROS E ESTÁ DISPONÍVEL NAS CONCESSIONÁRIAS DA JAC MOTORS DE TODO O BRASIL POR R$ 1990,00


Apesar de contar com uma generosa capacidade no porta-malas, mantendo-se sete pessoas confortavelmente sentadas em suas poltronas, o JAC T8, que vem sendo largamente apreciado no transporte executivo de passageiros, poderia carecer de maior volume no compartimento de bagagem em uma condição bem específica: quando precisava transportar malas de porte elevado de todos os passageiros.

A partir de uma solicitação de alguns operadores, a Engenharia da marca desenvolveu um kit de instalação rápida. 


Composto por uma chapa aparafusada no chassi, que utiliza os pontos originais de fixação do último banco, e é dotada de ganchos suplementares para permitir seu deslocamento em 30 cm, o dispositivo ampliou o volume do compartimento de 1.330 litros para 1.821 litros. 

 À esquerda, a posição original do banco do T8 permite 1.330 litros de capacidade do porta-malas. Com o kit, esse volume sobe para 1.821 litros (à direita)”

Deste modo, na prática, até quatro malas de grande porte (a mais) passam a caber no novo espaço criado.

Dependendo da posição definida pelo trilho das poltronas individuais centrais, a distância para o último banco varia de 15 cm a 58 cm, o que mantém um amplo espaço para as pernas de quem viaja lá atrás. 

Com preço de R$ 1.990, o kit está disponível em toda a rede autorizada JAC Motors, bem como pode ser encomendado pelo frotista já no ato da compra.

AUDI INICIA EM SETEMBRO A PRODUÇÃO DO SEDAN A3 NA SUA NOVA FÁBRICA NO PARANÁ. A MARCA ALEMÃ QUE INICIARÁ EM 2016 A COMERCIALIZAÇÃO DO Q3, COMEMORA O PRÊMIO CONQUISTADO PELO MOTOR 2.5 TFSI ELEITO O MELHOR PROPULSOR DO ANO EM SUA CLASSE, DE 2015

Da esquerda para a direita, Peter Will, diretor de Manufatura da planta; dr. Georg Richartz, diretor de Produção Internacional da marca; prof. dr. Ing. Hubert Waltl e dr. Bernd Martens, membros do board da AUDI AG para produção e compras; e Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil

São Paulo, 19 de junho de 2015 - Durante a visita que fizeram, hoje, à fábrica da marca em São José dos Pinhais, no Paraná, os membros do board da AUDI AG para compras e produção, respectivamente, dr. Bernd Martens e prof. dr. Ing. Hubert Waltl, confirmaram o início da produção, em setembro, do A3 Sedan, com motor 1.4 TFSI. 

Será o primeiro veículo da marca no mundo com motorização flex. 

Os executivos da Audi, que comemora a vitória do motor 2,5 litros TFSI eleito o Motor Internacional do Ano de 2015, na categoria de 2,0 litros a 2,5 litros no concurso "International Engine of the Year", participaram da cerimônia de colocação do logotipo da Audi no prédio principal da planta.


O CEO da Audi do Brasil, Jörg Hofmann, que também acompanhou a visita com Peter Will, diretor de Manufatura da planta, e dr. Georg Richartz, diretor de Produção Internacional da marca 
destacou que a linha está em fase final de implementação e adequada aos padrões internacionais de qualidade da Audi Production System (APS).


A capacidade de produção total do A3 Sedan e do Q3 (que será fabricado no Brasil a partir de 2016) será de 26 mil unidades por ano.

Motor vencedor
Um painel de especialistas, formado por 65 jornalistas automotivos de 31 países, escolheu o 2.5 TFSI como vencedor em sua classe. 

O júri justificou as razões que levaram à decisão: "A qualidade confiável da Audi e o excelente acerto fazem desse motor um genuíno prazer ao dirigir. Nenhum som criado sinteticamente pode substituir a apaixonante sonoridade deste magnífico motor com cinco cilindros em linha."

Segundo o prof. dr. Ulrich Hackenberg, membro do conselho de direção para o Desenvolvimento Tecnológico, "motores de cinco cilindros têm uma longa tradição em nossa empresa. Foram eles que tornaram a Audi uma marca esportiva na década de 1980" 

O 2.5 TFSI que equipa o novo Audi RS 3 Sportback "é a expressão máxima da paixão pelo automóvel com seu torque imenso, uma voraz capacidade de desempenho esportivo e um som muito especial", considerou o dr. Ulrich. 

Este prêmio é uma importante ratificação para nossa política de desenvolvimento estratégico avançado deste motor."


No novo Audi RS 3 Sportback, o motor 2.5 TFSI com injeção direta e turboalimentado produz 367 hp, tornando o modelo o mais potente do mundo na categoria compacto premium. 

Seu torque máximo, 465 Nm, é disponibilizado já a 1.625 rpm e permanece constante até 5.550 rpm. 

O carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e pode chegar a uma velocidade máxima de 280 km/h.


No Audi RS Q3, o motor entrega 340 cv e 450 Nm de torque. O motor de cinco cilindros acelera o modelo topo de linha da série Q3 de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, a caminho de uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h.

Esta é a 11ª vez que a Audi é premiada no concurso "International Engine of the Year". 

Entre 2005 e 2009, a marca recebeu a ambicionada premiação cinco vezes consecutivas com o 2.0 TFSI na categoria de 1,8 a 2,0 litros. Esta foi a sexta vitória seguida do 2,5 litros TFSI.

NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE BUENOS AIRES, DE HOJE (19) A 28 DE JUNHO, A PEUGEOT MOSTRA OS NOVOS MODELOS 308 E 408, AMBOS EQUIPADOS COM UM PACOTE COMPLETO DE ITENS DE SÉRIE. OS CARROS SERÃO VENDIDOS NO BRASIL NO FINAL DESTE ANO


A PEUGEOT apresenta em avant-première, no Salão de Buenos Aires, de 19 a 28 de junho, os novos 308 e 408. 

Os modelos médios fazem parte da terceira etapa do reposicionamento da marca no Brasil. 

Assim, a exemplo do PEUGEOT 2008 e do 208 modelo 2016, os novos PEUGEOT 308 e 408 chegarão ainda mais equipados e serão destinados a consumidores que buscam refinamento, qualidade e tecnologia.

Além da ampla oferta de equipamentos de série, política que tem sido aplicada em toda a gama PEUGEOT comercializada no país, os novos 308 e 408 passaram por uma profunda reestilização e tiveram a plataforma totalmente retrabalhada em conforto, segurança e tecnologia. 

Por fora, passam a ter um estilo ainda mais esportivo, em linha com a nova identidade visual da marca em todo o mundo. Ambos os modelos serão comercializados no Brasil no final de 2015.


PEUGEOT terá uma dupla oferta no segmento: consumidores brasileiros poderão escolher entre o 308 produzido na Argentina e o 308 importado da Europa

A PEUGEOT vai oferecer ao consumidor brasileiro uma dupla oferta no segmento dos hatches médios com a opção de escolha entre o 308 produzido localmente (fabricado em Palomar, na Argentina) e o 308 importado da Europa.

Vale destacar, ainda, que o 308 europeu não substituirá o 308 nacional: ele terá nomenclatura e posicionamento distintos. 

Assim, a oferta da PEUGEOT no segmento dos hatches médios seguirá o novo posicionamento da marca, sem versões de entrada, começando com o 308 nacional e fechando com o 308 Europeu. 

Os dois modelos serão complementares e muito competitivos em suas faixas de preços. O PEUGEOT 308 importado da Europa também será comercializado no final de 2015 no Brasil.

BUENOS AIRES É CENTRO DE EXPOSIÇÃO AUTOMOTIVA DA AMERICA LATINA DE HOJE ATÉ DIA 28. RECEBE NOVIDADES COMO O FUTURO CRUZE 1.5 TURBO DE 160 CV E A VERSÃO GT2 DO RENAULT FLUENCE, COM MOTOR 2.0 DE QUASE 200 CV. A MERCEDES-BENZ MOSTRA O VITO, UMA VAN, E A AUDI ABRE O APETITE DO MERCADO COM UM SEDAN A3, COM 300 CV, CONCORRENTE DO MERCEDES CLA 45 AMG. ESTARÃO NO SALÓN AINDA AS CHINESAS LIFAN E CHERY, ATRAÇÃO ESPECIAL É O MERCEDES ASA, DE JUAN MANOEL FANGIO,



Coluna nº 2515 - 19 de junho de 2015

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Salón, mais novidades na Argentina


Salão do Automóvel em Buenos Aires, 19 a 28, novidades tanto em veículos lá produzidos, quanto para os a ser fabricados em nosso País. 

Dos primeiros, futuro Chevrolet Cruze, com motor 1.5 turbo, 160 cv, geração perdida pelo Brasil pelas abrasões e dificuldades de relacionamento da empresa com o sindicato de metalúrgicos do Vale do Paraíba. 

O Cruze será produzido ao final do ano em corajoso plano de exportações continentais. Linha tem toques ocidentalizados, lembrando partes do novo Malibu. 

Outro argentino, Renault Fluence em versão GT2, é evolução com mudanças visuais no spoiler frontal e rodas com novo desenho. Motor 2.0 turbo – 16V injeção indireta -, potência elevada a cerca 200 cv. Transmissão mecânica 6 marchas.

Da marca, Sandero RS ainda produzido no Brasil – será transferido à Argentina a junto com Logan. 

Versão esportivada por engenheiros de ambos os países, ajustado ao motor 2.0, 16V, e 140 cv – potência modesta para a cilindrada.

Apresentação do picape Oroch, produzido no Brasil sobre plataforma do Duster.



Oroch, brasileiro, porém lançado na Argentina


Mercedes exporá o Vito, multi utilitário, abaixo do Sprinter, único na categoria. 

Produzido na Argentina, será lançado no Salón. Após, mercado brasileiro.



Vito, da Mercedes


Ainda importado, porém reunindo porcas e parafusos para produção no Paraná, 

Audi terá sedan A3 em versão estelar: motor 2.0, quatro cilindros, 16 V, injeção direta, turbo e invejáveis 300 cv de potência, transmissão sequencial com seis velocidades e tração total Quattro. 

Carro de prestígio, concorrente de Mercedes CLA 45 AMG. É um sinal. Tal versão poderá ser montada no Brasil. 

Duas chinesas melhor estruturadas na região, Lifan e Chery se apresentam, e japonesa Nissan chega com impacto – no stand no qual circula pelo circuito mundial de salões. 

Implantar-se-á na Argentina, distribuirá Nissans mexicanos, os nacionais March e Versa, e o cenário é para anunciar produzir localmente. 

Leitor da Coluna soube por antecipação, fará base rolante de picape, fornecendo-a a Mercedes e Renault, cada uma criando seu produto final. 

Também exposto o conceito Kicks, esportivo atlético sobre plataforma March/Versa, e de próxima produção no Brasil – será o carro oficial das Olimpíadas 2016.

Volkswagen não exporá o up! TSI, versão turbo, a ser lançado em julho.

Menor em espaço pela recessão e crise econômica argentinos, o Salón tem atrações antigas e, nestas, exposição de acervo pertencente ao cultuado Juan Manuel Fangio, penta campeão mundial nos anos ’50. 

Carros de corrida com destaque ao Maserati 250F; carretera Chevolet 1940, o a nós desconhecido Simca Gordini, e o Mercedes 300SL, o Asa de Gaivota, de seu uso pessoal. 

Estes e objetos pessoais vieram do museu Fangio, em Balcarce, sua cidade natal – a salvo de vendas por herdeiros, como ocorridas recentemente.



Mercedes Asa, de Fangio


Presença adicional, o sítio Autohistoria, especializado em automóveis históricos argentinos, terá exposição para comemorar os 60 anos de fundação da IKA – Indústrias Kaiser Argentina -, a gêmea da Willys-Overland do Brasil. Levará exemplares marcantes da história.

Dia 24, Alfa

Efeitos de marketing, ou da paixão em torno da marca Alfa Romeo, um dos eventos mais comentados no mundo do automóvel é o anúncio da volta da marca ao mercado. 

Novos projetos – automóvel médio, utilitário esportivo e automóvel grande –, primeiros de uma renca (quantidade) de oito, todos com tração traseira. 

Nova imagem de qualidade e tecnologia, um Audi italiano, exemplificam. Novas pretensões: somente no mercado dos EUA quer vender 150 mil unidades, em 2018 – hoje vende traços. 

Novas instalações industriais, alteradas para o projeto de qualidade. Parece, esta será a base, a partir do fato que Sergio Marchionne, o CEO da FCA, controladora da marca, autorizou contratar 800 engenheiros para aumentar o time dos dedicados à Alfa. 

Até agora, o projeto consumiu US$ 2 bilhões e a projeção é de absorver o dobro.

O primeiro produto deverá ser mostrado em protótipo – a FCA, boa em marketing, quer obter muita divulgação agora, e outra daqui a meses quando fizer o lançamento. 

Dele sabe-se porte e foco: concorrer com Mercedes Series C, BMW 3, Audi 3 e 4. Jaguar XE. 

Linhas desconhecidas, pois todos os testes têm sido feitos com carroceria Maserati, sócia na plataforma. 

Nome indefinido, protótipo é dito Giorgio. Terá motor longitudinal, tração nas duas ou quatro rodas. 

Motores em palpites livres, incluindo versão mais barata com 4 cilindros, e diesel, e topo de linha, novo V6 3.0. 

As versões de performance Quadrifoglio concorrerão com os AMG, M e S.

Alfas serão italianos, como acordado com o governo do país e, apesar de tudo ser possível na grande fábrica da FCA em Goiana, PE, não há planos para descentralizar a produção. 

No Brasil, haverá distribuição, entretanto sem previsão de data –, a Fiat dedica-se a renovar seus produtos, poupando-se de expender (gastar) energias para montar a operação de importar, vender e assistir.

Anúncio dia 24, em Milão, Itália, tendo como segundo evento a reinauguração do museu da marca.

Motores. Os melhores do mundo
Júri internacional de jornalistas especializados – a Coluna faz parte -, por votação secreta separou motores por categoria – cilindrada e combustível – e escolheu os nove melhores para o International Engine of the Year 2015, 

1. BMW 1,5-litro, três cilindros, híbrido elétrico-gasolina. Equipa o BMW i8. 274 pontos.



2. Ford 999 cm3, três cilindros turbo – em breve opção no Brasil para Fords Ka e Fiesta. 267 pontos;


3. PSA Peugeot Citroën 1,2 litro três cilindros turbo – (em breve aplicado em Peugeot 208, 308, Citroën C3, C3 Picasso). 222 pontos


4. Ferrari 4,5 litros V8 (Ferrari 458 Italia, 458 Speciale) 221 pontos


5. Mercedes-AMG 2-litre turbo (MB A45 AMG, CLA45 AMG, GLA45 AMG). 177 pontos


6. Tesla elétrico (Tesla Model S) 157 pontos – não vendido no Brasil


7. BMW M 3 litros twin-turbo seis cilindros (BMW M3, M4) 133 pontos


8. McLaren 3,8 litros, twin-turbo V8 (McLaren 675LT, 650S, 625C).93 pontos


9. Audi 2,5 litros, cinco cilindros turbo (Audi RS3, RS Q3) 81 pontos. 


Resultado indica novo desenho tecnológico no ar. 

Os motores Ferrari e Mc Laren, obras primas do baixo peso, da alta potência, e da identificação esportiva, perderam para os pequenos, com 1.0 e 1,2 turbo. 

Iluminam o futuro: baixa cilindrada, pequenos volume e peso, potência de motores maiores.

Idem, o mais votado é híbrido, e o totalmente elétrico ficou em sexto lugar.


Roda-a-Roda 


Poder - Contrariando a filosofia vitoriosa de reduzir tamanho, cilindrada e peso de seus motores, compensando a produção de cavalos com a aplicação de turbos alimentadores, os EcoBoost, Ford criou novo motor V8 cilindros.

Detalhes - Alumínio à vontade, virabrequim plano, 32 válvulas, produz iniciais 533 cv. Produção contida para versões do esportivo Shelby GT350 e Mustang GTR 350. 

Quem o ouviu diz, o ronco parece de Ferrari.

Efeito – A árvore de manivelas plana diferencia-se por ter contrapesos a 180 graus – motores comuns, a 90. 

Obtém giros mais elevados, tem berro personalista. É o propósito da Ford, diferenciar-se desde a exaustão sonora do motor.

Rótulo - Nasce carimbado: o mais potente dos V8 Ford de aspiração normal, com a maior potência específica, em torno de 102 cv/litro de deslocamento. 

Gira alto: pico de potência a 7.500 rpm, faixa vermelha a 8.250 rpm, e elevado torque de 429 Nm, com 90% a partir de 3.750 rpm.

Quadratura – Diâmetro dos pistões quase igual ao curso, 94x93 mm; taxa de compressão a 12:1. 

Vai preso a caixa de seis marchas manual Tremec, carcaça em alumínio, diferencial Torsen. Freios Brembo, 394 e 380 mm, seis e quatro pistões. Rodas em aro 19” e pneus Michelin.

Para os do ramo, virabrequim plano

Ajuda – Com as vendas de veículos novos em declínio, e havendo no mercado nada menos que 240 mil cartas de consórcios contempladas, entidades do setor e marcas se reuniram para promover trocas: carta p’ra cá, carro p’ra lá.

Prazo – Ação das entidades de produtores, distribuidores e consórcios, Festival do Consorciado Contemplado vai até dia 31. 

Além de carros de várias marcas, motos Honda e a curiosidade da Mahindra, recém encerrando operação no Brasil, quer passar à frente o estoque restante.

Mercado – Fechadas as vendas nos cinco primeiros meses, dado oculto: as quatro grandes já não estão tão grandes. 

Há dez anos eram 82% no mercado. Ao iniciar 2015, se reduzia a 63%. E neste exercício caiu abruptamente a 59%.

Extremos – Causas de mercado e econômicas. Marcas japonesas e coreanas têm bons resultados durante a crise de vendas, ao contrário das com origem em outros países. 

E os carros 1.0, nelas presente, têm sido penalizados em vendas. 

Seus compradores engasgam com a explicativa onda presidencial.

Desdobramento – O encolher das quatro grandes e o inflar das outras pode instar mudança em conceito antigo: o critério de rotação na presidência da Anfavea, a associação dos fabricantes. 

Hoje, é um giro de Volkswagen, Ford, GM, Fiat e Mercedes, mas a ascensão das outras marcas pode mudar a regra, como demandado há décadas.

Desafio – No atual período de pasteurização e perda de identidade no desenho dos automóveis, Mitsubishi apostou alto: cooptou Tsunehiro Konimoto, 64, designer, 40 anos na Nissan. 

Lá, criou o conceito Z, o icônico esportivo. Missão, dar cara aos Mitsubishi.

Na fonte – Para atender ao crescente mercado colombiano de ônibus após o sucesso do projeto TransMillenium, organizando o transporte coletivo nas cidades do país, a Mercedes-Benz deu passou importante: montou fábrica de ônibus nas beiradas de Bogotá. 

Mercedes nacional fornecerá os chassis. Marca é o maior produtor de veículos comerciais na América Latina.

Preferência – Pesquisa da Postenak-Ifop sobre imagem das companhias francesas deu Citroën e Michelin em primeiro lugar, à frente de 30 outras empresas de todos os segmentos. 

Mudança total da linha, atrevimento em design e comunicação foram os responsáveis pela simpatia do público.

Pega – A exemplo da corrida em ruas, como Bullit, em San Francisco, e Ronin em Nice, detentores da franquia James Bond atrevidos, em terra de Ferrari, Lamborghini e Maserati, locaram em Roma disputa entre o famoso agente 007 e seu inimigo do grupo Spectre. Bond andará em Aston Martin DB 10, e Mr Hinx, com Jaguar C-X75.

Especialíssimo – O Aston DB 10 com motor V8, possivelmente Mercedes AMG, chegará ao mercado ainda este ano. 

Mas o C-X75, vedete da marca no Salão de Paris 2010, nunca produzido, teria sido o mais rápido dos Jaguar – de 0 a 100 km/h em menos de 3s, final acima de 320 km/h.

Jaguar C-X75, protótipo, pega contra James Bond em Roma.


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quinta-feira, 18 de junho de 2015

AS FUSÕES, AUTOMOTIVAS QUE COMEÇARAM EM 1986, COM UMA JOINT VENTURE ENTRE A VOLKSWAGEN E A FORD, A RENAULT JUNTOU AS ESCOVAS DE DENTES COM A NISSAN, A PEUGEOT SE UNIU À CITRÖEN E A ÚLTIMA FEZ A FIAT DONA DA CHRYSLER, CRIANDO UMA ZONA DE CONFORTO. AOS 15 ANOS DE IDADE, AINDA ADOLESCENTE, O CELTA SAI DE LINHA E ANO QUE VEM SERÁ O CLASSIC, JÁ COM 20 ANOS DE RODAGEM. ENTRE OS MAIS VELHOS AINDA ESTÁ EM LINHA O PALIO FIRE


Alta Roda

Nº 841 —  18/6/15

Fernando Calmon




ZONA DE CONFORTO




Muitos talvez já tenham esquecido, mas entre 1986 (ano do anúncio) e 1995 (separação final de todos os ativos) o Brasil protagonizou na indústria automobilística uma tentativa de consolidação – jargão para processo de fusões e aquisições em determinado setor da economia. 

Naquele período, as filiais da Volkswagen e da Ford anunciaram uma joint venture (associação com objetivos definidos) chamada Autolatina. 

Na época, chegou-se a pensar que se tratava de uma experiência para fusão das duas empresas, negada por ambas.

O “casamento” não resistiu aos fatídicos sete anos. As operações começaram efetivamente em 1987 e a assinatura do “divórcio”, sacramentada em 1994. 

Financeiramente, a Autolatina funcionou ao gerar bons lucros, mas carros produzidos em conjunto não convenceram e as duas marcas perderam participação. 

A briga aconteceu quando a VW, que tinha 51% do consórcio, negou ceder o Gol de segunda geração para um modelo equivalente da Ford.

Nessa fase, diminuiu o nível concorrencial e foi ruim para o consumidor no mercado nacional. 


O mau exemplo não impediu, porém, uma fusão germano-americana, quando a Daimler-Benz comprou a Chrysler/Dodge/Jeep, em 1998, por US$ 38 bilhões. 

Em 2007, depois de constatar que não deu certo, os alemães venderam as três marcas por praticamente nada para um grupo investidor dos EUA.

Em perspectiva histórica, fusões e aquisições no setor automobilístico são inúmeras em um mesmo país, mas algumas não deram certo especialmente quando envolveram diferentes nacionalidades. 

Existem também alianças em diversos níveis. A mais próspera é a Renault-Nissan que mantém participações acionárias cruzadas e conseguiu avanços na economia de recursos.

A crise financeira de 2008/2009 pela quebra do banco Lehman Brothers revelou a fragilidade da indústria automobilística. 

O governo americano teve que assumir GM e Chrysler, embora por pouco tempo. 

A primeira voltou ao mercado de ações e a segunda foi entregue à Fiat para uma fusão posterior. 

Recentemente, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) também lançou ações na bolsa de valores de Nova York.

O inquieto Sergio Marchionne, presidente da FCA, sempre defendeu com razão que uma consolidação mais profunda é necessária para economizar bilhões de dólares e enfrentar os enormes desafios atuais e futuros em termos ambientais, de segurança veicular e de mobilidade. 

Semana passada sugeriu que sua empresa poderia se fundir com a GM, mas esta nem quis conversa, até pela experiência atribulada entre 2000 e 2005.

Para o grupo de mídia Automotive News, sediado em Detroit, há outras opções complicadas. Marcas orientais, como Mazda, Honda e Hyundai-Kia, não mostram interesse. 


Aparentemente restaria possível fusão com a PSA Peugeot Citroën que tem o governo francês e a fabricante estatal chinesa Dongfeng como sócios. 

Governos no meio, modelos de veículos em superposição e escala de produção insuficiente são fatos pouco animadores.

Enfim, algo paira no ar. A competição nunca foi tão dura e investimentos (inviáveis) parecem ter o céu como limite. 


Os consumidores estão na posição de esperar para ver. Se não temerosos, pelo menos falta uma zona de conforto.



RODA VIVA


VOLKSWAGEN oferece no Brasil o espelhamento de imagens do celular – Android (total) ou Apple (parcial) – no novo sistema multimídia do Fox 2016. 


É necessário um cabo, mas sem ambiente Wi-Fi, presente no novo Suzuki S-Cross. 

Este dispensa fios para conexão à internet e permite aplicativos populares, como Waze, diretamente na tela do painel central.

NAVEGADORES com redirecionamento automático para rotas menos congestionadas e mapas sempre atualizados são tendência irreversível. 


Se estiver embutido em multimídia a bordo, melhor. Pode haver interação e, assim, dúvidas de legislação de trânsito. 

Cercear o uso é impossível de controlar, pois telefones inteligentes presos ou não por suportes estão autorizados.

PEUGEOT 2008 tem atratividade no preço e bons equipamentos, mesmo faltando alguns que novos concorrentes oferecem. 


Freio de estacionamento, por exemplo, exige esforço. Suspensões, porém, muito bem acertadas. Volante pequeno permite ótima visão dos instrumentos. 

Versão de topo (motor turbo) não tem câmbio automático por ora, mas torque é tão grande que às vezes se esquece da alavanca de marchas.

FIM DE PRODUÇÃO do Celta (há estoques para três ou quatro meses de vendas) encerra carreira de 15 anos com poucas mudanças. Em 2016, será a vez do Classic, depois de 20 anos. 

Se Fiat não tirar de linha o Palio Fire no próximo ano, será único dos quatro grandes a conviver com modelos defasados. Está na hora de virar a página, termo do momento...

FALTA DE RESPEITO ao código de trânsito e de fiscalização indicam como boa parte dos motoristas chega a uma rotatória. 


Preferência lógica (e obrigatória) é de quem já está na rotatória e nunca daquele que acha ainda ter tempo para avançar. 

Certo é parar e dar passagem para quem vem da esquerda, ao contrário de esquinas comuns.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O MOTOR 2.5 TFSI QUE EQUIPA O AUDI RS3 - O MAIS POTENTE DO SEGMENTO DE COMPACTOS PREMIUM - RECEBEU O PRÊMIO DE "INTERNATIONAL ENGINE OF THE YEAR". ESTA É A 11ª VITÓRIA CONSECUTIVA DA MONTADORA NESTA CATEGORIA


O motor Audi 2,5 litros TFSI foi eleito "International Engine of the Year" (Motor Internacional do Ano) de 2015 na categoria de 2,0 a 2,5 litros. 


Com mais esta conquista, o motor de cinco cilindros acumula seis prêmios consecutivos no concurso.

Um painel de especialistas formado por 65 jornalistas automotivos escolheu o 2.5 TFSI como vencedor em sua classe. 


O júri justificou as razões que levaram à decisão: "A qualidade confiável da Audi e o excelente acerto fazem desse motor um genuíno prazer ao dirigir. Nenhum som criado sinteticamente pode substituir a apaixonante sonoridade deste magnífico motor com cinco cilindros em linha."

Segundo o prof. dr. Ulrich Hackenberg, membro do conselho de direção para o Desenvolvimento Tecnológico, "motores de cinco cilindros têm uma longa tradição em nossa empresa. Foram eles que tornaram a Audi uma marca esportiva na década de 1980".



O 2.5 TFSI que equipa o novo Audi RS 3 Sportback é a expressão máxima da paixão pelo automóvel com seu torque imenso, uma voraz capacidade de desempenho esportivo e um som muito especial. 

Este prêmio é uma importante ratificação para nossa política de desenvolvimento estratégico avançado deste motor.

No novo Audi RS 3 Sportback, o motor 2.5 TFSI com injeção direta e turboalimentado produz 367 hp, tornando o modelo o mais potente do mundo na categoria compacto premium. 


Seu torque máximo, 465 Nm, é disponibilizado já a 1.625 rpm e permanece constante até 5.550 rpm. 

O carro acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e pode chegar a uma velocidade máxima de 280 km/h.

No Audi RS Q3, o motor entrega 340 cv e 450 Nm de torque. 


O motor de cinco cilindros acelera o modelo topo de linha da série Q3 de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos, a caminho de uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h.

Esta é a décima-primeira vez que a Audi é premiada no concurso "International Engine of the Year". Entre 2005 e 2009, a marca recebeu a ambicionada premiação cinco vezes consecutivas com o 2.0 TFSI na categoria de 1,8 a 2,0 litros. Esta foi a sexta vitória seguida do 2,5 litros TFSI.


VOLVO FINANCIAL BRASIL TEM NOVO PRESIDENTE: RUY MEIRELLES ASSUMIU O CARGO SUBSTITUINDO MÁRIO PEDROSO QUE FOI NOMEADO PRESIDENTE DA VOLVO FINANCIAL DDAS AMÉRICAS COM SEDE NOS ESTADOS UNIDOS

Ruy Meirelles, que estava há seis anos à frente da Diretoria Financeira da instituição, agora será responsável por todas as atividades relacionadas ao financiamento de produtos para clientes e transportadores em todas as áreas de negócio do Grupo Volvo no País: caminhões, ônibus, equipamentos de construção e motores marítimos e industriais.

“É um grande desafio. Vou trabalhar para contribuir ainda mais com o sucesso já alcançado pela equipe da Volvo Financial Services Brasil. Nosso objetivo é manter o foco na expansão dos negócios do Grupo Volvo no mercado brasileiro apoiando a organização e a nossa rede de concessionários e distribuidores”, diz o novo presidente. 

“O mercado está sempre mudando. Por isso temos que buscar melhorias contínuas”, complementa.

O executivo está no Grupo Volvo desde 2008, tendo se destacado em posições de liderança no Brasil. 

Além da área financeira, foi responsável neste período pelo segmento de crédito e de TI (Tecnologia da Informação) da instituição. Com 47 anos, é graduado em Economia pela Unicamp, com MBA em Administração pela Fundação Getúlio Vargas (SP) e pela FIA (USP).

Meirelles ficará sediado em Curitiba e se reportará a Márcio Pedroso. Ele também representará a Volvo Financial Services no Country Management Team do Grupo Volvo América Latina.

A Volvo Financial Services é o braço financeiro do Grupo Volvo. É por meio das soluções financeiras dela que uma parte significativa dos negócios das marcas do Grupo são concretizados.

A empresa oferece ao mercado diversas modalidades para aquisição de veículos e máquinas da marca, como Finame, CDC, Leasing e Consórcio.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

PSA PEUGEOUT CITRÖEN RECEBE O PRÊMIO INTERNACIONAL "MOTOR DO ANO 2015" QUE ELEGEU O TRÊS CILINDROS TURBO PURETECH, NA CATEGORIA DE MOTORES ENTRE 1L E 1,4L. A MONTADORA JÁ PRODUZIU 100 MIL UNIDADES DESSE MOTOR QUE EQUIPA OS MODELOS PEUGEOT 108, 208, 308, 3008, E 5008, E OS CITRÖEN C1, C3, C3 PICASSO, C4 CACTUS E C4 PICASSO E AINDA OS DS3 E DS4, E AINDA OS DONGFENG PEUGEOT 308S E 408.


O 17º júri do Prêmio “The International Engine of the Year Awards” organizado pela revista britânica “Engine Technology International” atribuiu, nesta quarta-feira, 17 de junho, em Stuttgart na Alemanha, o Prêmio Motor do Ano na categoria dos motores com cilindrada entre 1L e 1.4L ao motor de três cilindros turbo PureTech desenvolvido pela PSA Peugeot Citroën.


Este prêmio vem coroar o sucesso deste motor, que já conta com mais de 100 mil unidades produzidas no centro de produção Française de Mécanique, situado em Douvrin, na França.


A família de motores de três cilindros PureTech, particularmente eficiente, inclui as versões aspiradas 1L e 1.2L fabricadas em Trémery desde 2012, com uma capacidade de 640 mil motores por ano, e as versões turbo 1,2L fabricadas desde 2014 na Française de Mécanique, com uma capacidade de 320 mil motores por ano e na China, na fábrica de Xiangyang, com uma capacidade de 200 mil motores por ano.
Para atender à forte demanda de motores turbo PureTech, que equipam os modelos intermediários de sua gama, a PSA Peugeot Citroën anunciou, em março de 2015, na presença do presidente da república François Hollande, a atribuição de uma capacidade de produção suplementar de 200 mil unidades ao centro de produção de Trémery.
A família dos motores PureTech equipa os modelos Peugeot 108, 208, 308, 2008, 3008 e 5008; os Citroën C1, C3, C3 Picasso, C4, C4 Cactus e C4 Picasso; os DS 3 e DS 4, assim como os Dongfeng Peugeot 308S e 408.

Por ocasião da premiação, Christian Chapelle, diretor de Sistemas de Tração e Chassis, declarou: “Com 110,3 gr por km, a liderança europeia da PSA em matéria de emissões de CO2 é incontestável. Esta prestigiosa distinção conferida ao nosso motor de 3 cilindros Turbo PureTech recompensa o know-how da engenharia do Grupo em matéria de motorizações a gasolina. É um belo reconhecimento dos avanços tecnológicos que a PSA conduz em termos de P&D para viabilizar consumos cada vez menores”.

RENAULT LOGAN, SANDERO E SANDERO STEPWY 2016 VEM DE FÁBRICA AINDA MAIS CONECTADOS COM O MEDIA NAV EVOLUTION. O PREÇOS DESSES MODELOS VARIAM DE R$ 37.770,00 A R$ 54.030,00.


Os Renault Logan, Sandero e Sandero Stepway chegam à linha 2016 com ainda mais conectividade. 


O trio passa a oferecer o Media NAV Evolution lançado no Novo Duster 2016, uma evolução do sistema de navegação e entretenimento que tem como principais novidades o aplicativo Aha e o sistema de informações de trânsito em tempo real.

Operado por meio da tela sensível ao toque de sete polegadas no centro do painel, o Media NAV Evolution oferece bem mais do que GPS, Bluetooth e rádio. 

O sistema acessa Facebook e Twiter por meio do aplicativo Aha, via smartphone, e oferece várias informações que facilitam o dia a dia, como opções de hotéis que constam na base de dados TripAdvisor®, opções de restaurantes na base de dados Yelp®, informações climáticas da Custom Weather e acesso a web rádios de todo o mundo.

O novo sistema também facilita a vida dos motoristas com informações do trânsito em tempo real no GPS, recurso possível por meio da tecnologia TMC (Traffic Message Channel). 

Para os usuários do aparelho celular iPhone, também é possível utilizar as facilidades do aplicativo SIRI, que capta o comando voz do motorista e permite a busca de músicas e pessoas da lista de contatos, tudo isso sem tirar as mão do volante.

O Media NAV Evolution é oferecido de série no Sandero Stepway e como opcional nas versões Expression e Dynamique dos modelos Logan e Sandero. 

Vale destacar que hoje 80% da gama Sandero e Logan é vendida com o sistema Media NAV.

Os modelos mantêm qualidades consagradas: amplo espaço interno, robustez mecânica, baixo custo de manutenção e três anos de garantia. 

Design moderno e inovação são outros destaques do trio. 

O interior tem acabamento caprichado e tecnologias como piloto automático e limitador de velocidade.

Logan e Sandero podem ser equipados com o motor 1.0 16V Hi-Power (80 cv com etanol), que recebe nota “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro. 

A dupla ainda pode receber o 1.6 8V Hi-Power (106 cv com etanol), opção única para o Sandero Stepway, o líder de vendas da categoria. 

Desde o ano passado, há ainda a opção do câmbio automatizado Easy’R de cinco marchas, que consome até 20% a menos de combustível do que um automático convencional.

Preços:
• Sandero Authentique 1.0 - R$ 37.770

• Sandero Expression 1.0 - R$ 40.060

• Sandero Expression 1.6 - R$ 43.310

• Sandero Expression 1.6 Easy’R - R$ 47.060

• Sandero Dynamique 1.6 - R$ 46.440

• Sandero Dynamique 1.6 Easy’R - R$ 50.590

• Sandero Stepway 1.6 - R$ 52.300

• Sandero Stepway 1.6 Easy’R - R$ 55.050

• Logan Authentique 1.0 - R$ 41.050

• Logan Expression 1.0 - R$ 43.390

• Logan Expression 1.6 - R$ 46.540

• Logan Expression 1.6 Easy’R - R$ 59.290

• Logan Dynamique 1.6 - R$ 49.880

• Logan Dynamique 1.6 Easy’R - R$ 54.030

terça-feira, 16 de junho de 2015

SUBARU ANUNCIA PREÇOS DO WRX: R$ 147.900,00 - E WRX STI: R$ 194.900,00, E INICIA PRÉ-VENDA NO BRASIL. A CAOA ESTÁ RECEBENDO ENCOMENDAS DOS DOIS MODELOS QUE CHEGARÃO EM AGOSTO. O WRX-803 TEM UM MOTOR 2.0, TURBO, DE 268 CV E CÂMBIO DE OITO VELOCIDADES. O WRX STI, TEM MOTOR 2.5, TURBO DE 305 CV QUE EM 5,2 SEGUNDOS DE 0 A 100 KM/H. VAI ENCARAR?


Reconhecidos mundialmente como ícones da esportividade da marca SUBARU, os modelos WRX e WRX STI chegam ao mercado brasileiro a partir de agosto por R$ 147.900,00 e R$ 194.900,00, respectivamente.

Os dois modelos, apresentados ao público brasileiro durante o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, no ano passado, serão vendidos em versão única de acabamento e com uma completa lista de equipamentos de série.

De acordo com Flávio Padovan, diretor-geral da SUBARU no Brasil, “realizamos uma intensa negociação com a FHI (Fuji Heavy Industries Ltd., proprietária da marca SUBARU), levando em consideração os planos de expansão da empresa no Brasil, que resultou em uma estratégia agressiva de preços para os modelos WRX e WRX STI”.

O SUBARU WRX é equipado com motor Boxer 2.0 litros, turbo, de 268 cv de potência máxima, e câmbio automático Lineartronic de até oito velocidades. 


Já o WRX STI, que sintetiza o know-how e inovação da Subaru Tecnica Internacional (STI), divisão de alta performance da marca, é equipado com Boxer 2.5 litros, turbo, com 305 cv de potência, que o permite acelerar de 0 a 100 km/h em, apenas, 5,2 segundos.

Para os fãs, apaixonados pela marca e que querem sentir, em primeira mão, a emoção de ser dono de um WRX ou de um WRX STI, a CAOA, importadora oficial e exclusiva da marca no Brasil, iniciou, nessa semana, a pré-venda desses modelos em toda a rede de concessionárias. 

O cliente que garantir o esportivo em sua garagem antecipadamente, efetivando a compra nesse período, receberá o veículo em agosto, paralelamente ao lançamento oficial.

ALFA ROMEO ESTÁ DE VOLTA AO MERCADO. COLECIONADORES E FÃS DA MARCA COMEMORARÃO, NO DIA 24 DE JUNHO, NUM RESTAURANTE ITALIANO O ANÚNCIO DP RETORNO E A EXPANSÃO E MUDANÇA NOS PRODUTOS E NO PROCESSO DE FABRICAÇÃO. A FCA TAMBÉM PROMOVERÁ EM MILÃO EVENTO SIGNIFICATIVO DO RESSURGIMENTO DA ALFA QUE SEM DÚVIDA CONTINUARÁ A SER UMA MARCA REFINADA.


Alfisti em concentração

Alfisti, termo italiano pelo qual se tratam os admiradores da marca Alfa Romeo, se organizam em 10 capitais para jantar entre o expectativo e o comemorativo. 

Será na noite do dia 24, e em meio a comida e vinhos italianos brindarão o retorno da marca e o anúncio de novos produtos. 

À data, pela manhã, em Milão, Itália, próxima a Arese, onde foi a grande fábrica da marca, a direção da FCA, Fiat Chrysler Automobiles, controladora da Alfa Romeo, por Sergio Marchionne, CEO do grupo, anunciará os próximos passos para o reerguimento da marca: conceito, produtos e seu cronograma, investimentos, métodos industriais - a Alfa em nova fase quer ter na Itália a onda tecnológica que envolve os veículos da alemã Audi.

A Alfa Romeo busca mudar sua colocação e voltar a ser marca refinada, daí o retorno à tração traseira, ao maior porte dos automóveis e de possível utilitário esportivo, hoje produto mandatório no mercado.

A proposta da reunião disseminada entre as cidades com maior base de aficionados da marca, foi de Roberto Nasser, curador do Museu Nacional do Automóvel. 

Apresentada durante o III Encontro Alfa Romeo, em Caxambu, MG, a sugestão foi imediatamente adotada pelo Alfa Romeo Clube, e seu braço mineiro logo produziu o cartaz do evento, aqui ilustrado.

Desdobramento traçado por Túlio Silva, um dos condutores do Alfa Romeo Clube/MG, é o de coincidir o número de Alfisti com os anos de história da marca Alfa, daí o slogan: 105 anni, 105 amici - 105 anos, 105 amigos.


Curiosidade no fato, de conhecimento o Brasil é o único país onde se realiza tal evento de boas vindas ao projeto de crescimento, e com quem a Alfa tem o mesmo vínculo passional entre seus veículos e os proprietários. 

Alfa Romeo foi o primeiro caminhão montado aqui - eram os famosos e resistentes FNM -, e o Brasil, extra Itália, foi o único país com produção e desenvolvimento de produto Alfa Romeo - as versões do pioneiro JK e seu sucessor, o AR 2300. 

A marca retirou-se do país, mas os Alfisti dela cuidam, preservam os automóveis, proveem importação de peças, trocam segredos de manutenção, fazem indicações, tentam salvar e preservar as unidades representantes.

Aparentemente tal messe terá facilidades: no evento a FCA anunciará a reabertura do Museu Alfa, em Arese, por pressão do governo italiano, do estado da Emilia Romana, imprensa consciente, e de Alfisti de todo o mundo, incluindo os brasileiros, signatários de petição mundial contra o encerramento e a ameaça de venda do acervo. 

O Museu Alfa, como espaço histórico-cultural, e seguindo similares de outras marcas, é fonte de referência técnica e de facilidades de indicação de literatura e partes para manutenção.

O evento está no facebook: https://www.facebook.com/events/1440671062910196/

A expectativa dos Alfisti diz respeito ao prazo da volta da marca ao país, prazos, produtos, rede de distribuição e assistência técnica.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

CENTRO DE PRODUÇÃO DA PSA PEUGEOT CITRÖEN, EM MANGUALDE, PORTUGAL, É TRANSFORMADA PARA ACOLHER A NOVA PLATAFORMA DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE UTILITÁRIOS


A PSA Peugeot Citroën anunciou a atribuição de um módulo de produção da próxima geração de veículos utilitários leves do segmento B-VUL ao Centro de Produção de Mangualde, em Portugal, em 2018, em complemento das produções previstas em Vigo, na Espanha.

Para acelerar o incremento da competitividade e acolher esta nova plataforma, a transformação da fábrica de Mangualde está em andamento e faz parte da dinâmica definida pelo programa “Fábrica Excelente”. 

Além disso, este projeto permitirá desenvolver a integração local de novos fornecedores

Por ocasião do anúncio da atribuição do novo módulo de produção, Yann Vincent, diretor Industrial e de Cadeia Logística, declarou : “Graças aos esforços e ao rigor dos colaboradores de Mangualde, que souberam responder às exigências econômicas e organizacionais solicitadas pelo Grupo, tenho o grato prazer de anunciar hoje a atribuição desta produção. Estes volumes complementares permitirão à nossa fábrica convergir para a meta de uma taxa de utilização de 122% no horizonte de 2022, tal como definido no nosso plano Back in the Race”.

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