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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

HOJE, INEXPRESSIVO NO BRASIL, DEVIDO AO SEU ALTO CUSTO FINANCEIRO, O LEASING PODERÁ VIR DENTRO DE ALGUNS ANOS E SER ADOTADO PARA AQUISIÇÃO DE CARROS AUTODIRIGIDOS, OS QUE FUNCIONARÃO COM O VERDADEIRO PILOTO AUTOMÁTICO, MAS COM CERTEZA ISSSO AINDA DEMORARÁ MUITOS ANOS. AS DIFICULDADES IMPOSTAS PELO MERCADO E SEU COMPORTAMENTO, AFINAL É QUE DITARÃO O FUTURO DAS VENDAS E SUA FORMA




LEASING FAVORECE 
CARROS AUTÔNOMOS



Por Fernando Calmon




Em momentos de grande dificuldade no mercado é natural que se procurem novas formas de estimular as vendas, principalmente as financiadas. 


Além do Crédito Direto ao Consumidor e dos consórcios, o leasing é outro instrumento,
mas sua participação é quase simbólica no Brasil. Estima-se que ocupe menos de 5% do total de financiamentos de veículos leves.


No exterior, em especial nos EUA, o leasing na modalidade operacional – que funciona de modo semelhante a um aluguel de longo prazo – tem participação bem maior. 

Ultimamente vem ocorrendo forte migração dos financiamentos comuns para o leasing por parte de compradores mais jovens. 

Essa nova geração, nascida na era do “débito direto” na conta bancária, no cartão, em computadores, tabletes e até telefones, prefere e já se acostumou ao pagamento mensal por uso do bem, sem ter sua efetiva propriedade.

Entretanto, quando os veículos de direção autônoma começarem a chegar no final desta década é muito provável que
acelerem a tendência de maior participação do leasing nas vendas totais. 

Em mercados maduros os motoristas poderão dar preferência a pagar um aluguel ou optar pela utilização compartilhada de um veículo específico e até de uma frota pública, como já ocorre em algumas cidades europeias. O pagamento seria pelo tempo de uso ou quilometragem percorrida.

Alguns especialistas acreditam que os próprios fabricantes de veículos prefeririam reter a propriedade do veículo por
toda sua vida útil e alugá-los individualmente para pessoas ou grupo de pessoas em áreas urbanas. 

Automóveis autônomos representam tecnologias relativamente novas e em diferentes estágios de evolução que os deixariam obsoletos em curto e médio prazo.

O grande ponto de interrogação é se esses veículos se tornarão disponíveis para o mercado de usados em seu sentido 
amplo, dos particulares aos lojistas. 

A fábrica talvez simplesmente opte por ir até o processo final de desmontagem, reciclagem ou sucateamento. 

O longo processo de desenvolvimento é um complicador para se estabelecer um cenário 
previsível desde agora. 

Ainda existem incertezas sobre se os motoristas vão se entusiasmar mesmo por carros em que o verdadeiro “piloto
automático” os conduziria ao destino final. 

Há sinais de uma parcela de clientes bem interessados nos países centrais. 


Recentemente, o diretor do Google responsável pelo programa de veículos autônomos afirmou que seu filho de 11 anos
não terá necessidade de treinar e obter uma carteira de motorista obrigatoriamente, quando atingir a idade permitida para tal (em alguns países, 16 anos).

Otimismo exagerado à parte, já se sabe que de cara o alto preço será um sério limitador à escalada dos carros que se
autodirigem. 

Eles não aumentarão sua presença da noite para o dia em ruas e estradas. O processo consumiria bastante tempo – sem contar implicações legais e mudanças na legislação de trânsito – e sempre existirão motoristas que vão querer manter seu automóvel sob seu próprio controle.

Afinal, mal entramos nesse mundo turbulento de novidades e valorização da segurança preditiva. Mas que o leasing tem
grande potencial de facilitar o processo há poucas dúvidas.

sábado, 15 de agosto de 2015

O RENAULT SANDERO R.S. 2.0 CUSTARÁ R$ 58.880,00 E COMEÇARÁ A SER VENDIDO EM SETEMBRO. TEM MOTOR DE 150 CV, CAIXA DE SEIS VELOCIDADES E FAZ DE 0 A 100 KM/H EM 8 SEGUNDOS. O NOVO ESPORTIVO FOI CRIADO NA FRANÇA


O Renault Sandero R.S. 2.0 começará a ser vendido na primeira quinzena de setembro. Completo, o modelo que é o topo de linha da gama terá preço sugerido de R$ 58.880 – o único opcional ficará por conta das rodas de 17 polegadas (calçadas em pneus 205/45) que custa R$ 1.000.

A versão R.S. 2.0 traz importantes mudanças mecânicas e estéticas. 


Desenhado e desenvolvido pela Renault Sport, na França, em conjunto com o Renault Design América Latina e com Renault Tecnologia Américas, o Sandero R.S. 2.0 é um legítimo esportivo.

Com motor 2.0 aspirado que entrega 150 cv, associado a uma caixa de câmbio manual de seis velocidades com relações curtas para maior esportividade, o hot hatch atinge a velocidade máxima de 202 km/h e vai de 0 a 100 km/h em apenas 8,0 segundos. 

O Sandero R.S. 2.0 se destaca por sua capacidade de proporcionar sensações esportivas desde o primeiro toque no acelerador, além de muito prazer na utilização diária.


14ª FESTA DO JAPÃO QUE ACONTECE NESTE FIM DE SEMANA NO PARQUE DO FLAMENGO, NO RIO DE JANEIRO, TEM O APOIO DA NISSAN, NA CELEBRAÇÃO DOS 120 ANOS DA AMIZADE NIPO-BRASILEIRA





Uma das maiores empresas japonesas em todo o mundo e com seu Complexo Industrial de Resende (RJ) inaugurado em 2014, a fabricante de automóveis Nissan apoia a 14ª Festa do Japão do Rio de Janeiro. 

O evento, que celebrará também os 120 anos de amizade entre Brasil e Japão, acontece no Parque do Flamengo entre os dias 15 e 16 de agosto. 

Entre as atrações, estão programadas apresentações de música, dança e artes, além de estandes com elementos da culinária japonesa e oficinas de ikebana e origami.

A festa é organizada pela Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira do Estado do Rio de Janeiro (RENMEI), pela Associação Nikkei do Rio de Janeiro (NIKKEI), pelo Instituto Cultural Brasil Japão (ICBJ) e pela Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Rio de Janeiro (CÂMARA), com o apoio do Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro e da Nissan do Brasil.

Serviço
14ª Festa do Japão no Rio de Janeiro

Data e Horários: 15/8 (sábado), das 17h às 23h e 16/8 (domingo), das 10h às 18h.

Local: Parque do Flamengo (em frente à Praia do Flamengo, 98, altura da Rua Corrêa Dutra).

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

CHEVROLET MONTANA 2016 CHEGA COM NOVO ACABAMENTO E MAIS ACESSÓRIOS: SUPORTE PARA BICICLETA, TAPETE DE CAÇAMBA. VEM DE SÉRIE COM DIREÇÃO HIDRÁULICA E CAPACIDADE DE CARGA DE 768 KG, MAIS 10% DO QUE AS CONCORRENTES.


São Caetano do Sul – Picape conhecida pela ampla capacidade de carga e por ter o maior conteúdo de itens de conveniência da categoria, a Montana chega à linha 2016 com novidades, entre elas o novo revestimento dos bancos na versão LS e a opção de carroceria na cor metálica Cinza Graphite.

Novos acessórios também foram desenvolvidos especialmente para o veículo, como o suporte de bicicleta, o tapete de E.V.A. para caçamba e a capa automotiva. 


Assim como o módulo para ativação da função Tilt Down do retrovisor externo direito -ao engatar a marcha ré, o espelho inclina-se para baixo, melhorando a visualização nas manobras de estacionamento.

Sensor de estacionamento, santo antônio e capota marítima são alguns dos outros itens disponíveis para o modelo na rede Chevrolet, com aproximadamente 600 concessionárias no país.


A Montana também se destaca por sua capacidade de carga. São até 768 kg, cerca de 10% superior à das principais concorrentes. 

A caçamba comprida e alta transporta com segurança até objetos grandes, como uma motocicleta.

Para preservar o assoalho e assegurar o valor de revenda, o modelo vem com protetor de caçamba, dez ganchos para amarração de cordas e o degrau side step, que facilita o acesso ao compartimento pela lateral. Já a tampa traseira possui trava antifurto com chave.

“Estas características reforçam a imagem da Montana como a picape de cabine simples com a melhor relação custo-benefício do mercado brasileiro”, destaca Rafael Santos, diretor de Vendas da General Motors do Brasil.


O habitáculo da picape da Chevrolet utiliza-se do conceito MaxCab e comporta bagagens de mão na parte posterior dos bancos.

Direção hidráulica de série
No quesito conveniência, a Montana diferencia-se de suas principais rivais por trazer direção hidráulica desde a versão de entrada (LS). 


Banco do motorista e cinto de segurança com regulagem de altura, alerta para o esquecimento dos faróis ligados, painel de instrumentos na cor “Ice Blue e as sombreiras com espelho são outros itens de série do modelo.

Engrossam a lista os para-choques na cor da carroceria, as lanternas escurecidas e os freios ABS com assistente de frenagem de emergência (EBD). 


A picape Chevrolet ainda pode ser equipada com ar-condicionado, grade de proteção do vidro traseiro e comando elétrico dos vidros, das travas e dos retrovisores externos.

A Montana possui ainda a versão Sport, voltada principalmente para o consumidor que procura um automóvel versátil de dois lugares para o dia a dia e para o lazer.

Além de vir completa de série, essa configuração se destaca ainda pelo acabamento visual mais sofisticado. 


Rodas de liga leve aro 16, faróis com máscara negra, luzes de neblina, rack de teto e adesivo de coluna estão entre os diferenciais.

Por dentro, há sistema de acendimento automático dos faróis, coluna de direção regulável em altura, controle de velocidade de cruzeiro, computador de bordo e sistema de som com Bluetooth e entrada USB.


A versão Sport também é caracterizada pelos apliques decorativos na cor cinza “Midnight” na cabine.

A Montana é equipada com o motor 1.4 litro mais potente da categoria. O EconoFlex da Chevrolet desenvolve até 99 cavalos e 13 kgfm de torque, garantindo elevado nível de desempenho mesmo com o carro carregado. 


A transmissão é a manual de cinco velocidades F1X de segunda geração, com engates curtos, precisos e ré sincronizada. Um conjunto desenvolvido para proporcionar alta eficiência energética e resistência mecânica.

Além da opção Cinza Graphite, a picape Chevrolet está disponível nas cores Branco Summit, Vermelho Pepper, Cinza Astec, Prata Switchblade e Preto Carbon Flash.

Conheça mais sobre os novos acessórios



Suporte de bike – Transforma a caçamba da picape em um carregador versátil de bicicleta de aro 20 até 29; sistema de fixação dispensa furações e parafusos, mantendo a originalidade do veículo.

Tapete de E.V.A. para caçamba – Removível e de fácil instalação, o item ajuda a reduzir substancialmente a movimentação e o ruído de objetos transportados no compartimento de carga do veículo.

Capa automotiva – Confeccionada sob medida para o modelo, ajuda a proteger a carroceria contra a ação do tempo, poeira e sujeiras indesejadas; material macio não risca ou danifica a pintura.

GOIÂNIA RECEBE NESTE FIM DE SEMANA A 5ª ETAPA DO CAMPEONATO BRASILEIRO DE TURISMO, QUANDO ACONTECE A FAMOSA CORRIDA DO MILHÃO, GANHA NO ANO PASSADO POR RUBENS BARRICHELO. A STOCK CAR VAI FAZER GOIÁS TREMER COM O RONCO DOS BÓLIDOS E A ADRENALINA DOS PILOTOS PARA LEVAR R$ 1 MILHÃO PARA CASA


Primeiro treino da Stock Car aconteceu nesta sexta-feira, às 9h25, de reconhecimento da pista, de 3.835 km e amanhã, dia 15, será disputado o classificatório pela manhã e a primeira corrida, às 14h25. No domingo, será o grande dia com a segunda prova da rodada às 8h25, tudo isso no Autódromo de Goiânia, na disputa da 5ª etapa da temporada 2015 do Campeonato Brasileiro de Turismo e da Corrida do Milhão em que o vencedor da prova levará R$ 1.000.000 para casa. 


A etapa será no formato de rodada dupla, com uma corrida no sábado, às 14h25 e outra no domingo, às 8h25. 

Sexta-feira
Resultado do primeiro treino:
1) 128 - Dennis Dirani, Voxx Racing, 1min31s8
2) 66 - Felipe Guimarães,W2 Racing, 1:32.074
3) 31 - Marcio Campos, Motortech Competições, 1:32.395
4) 23 - Marco Cozzi, W2 Racing, 1:32.399
5) 99 -  Édson Coelho, J. Star Racing, 1:32.527
6) 111 - Lukas Moraes, RR Racing, 1:32.620
7) 28 -  Danilo Dirani, Bravar, 1:32.644
8) 69 -  Gustavo Myasava, J. Star Racing, 1:32.934
9) 9 -     Felipe Donato, Nascar Motorsport, 1:33.266
10) 79 - Adibe Marques, Voxx Racing, 1:33.478
11) 86 - Gustavo Frigotto, R K L Motorsports, 1:33.586
12) 33 - Antonio Matiazi, R K L Motorsports, 1:33.842
13) 36 - Flávio Matheus, Hitech Racing, 1:33.963
14) 11 - Pedro Boesel, Rsports Racing, 1:34.073
15) 2 -   Mauri Zacarelli, Rsports Racing, 1:34.162
16) 55 - Renato Braga (R K L Motorsports, 1:34.441
17) 25 - Renato Jader David, Hitech Racing, 1:40.375
18) 52 - Victor Amorim, Rsports Racing, 1:48.816
19) 35 - Gabriel Robe, Motortech Competições, 1:51.150

Resultado do segundo treino:
1) 66 Felipe Guimarães, W2 Racing, 1:30.797
2) 128 Dennis Dirani, Voxx Racing, 1:31.199
3) 23 Marco Cozzi, W2 Racing, 1:31.212
4) 111 Lukas Moraes, RR Racing, 1:31.590
5) 28 Danilo Dirani, Bravar, 1:31.639
6) 99 Édson Coelho, J. Star Racing, 1:31.888
7) 31 Márcio Campos, Motortech Competições, 1:32.164
8) 79 Adibe Marques, Voxx Racing, 1:32.288
9) 25 Renato Jader David, Hitech Racing, 1:32.299
10) 9 Felipe Donato, Nascar Motorsport, 1:32.321
11) 35 Gabriel Robe, Motortech Competições, 1:32.432
12) 69 Gustavo Myasava, J. Star Racing, 1:32.484
13) 2 Mauri Zacarelli, Rsports Racing, 1:33.333
14) 11 Pedro Boesel, Rsports Racing, 1:33.447
15) 36 Flávio Matheus, Hitech Racing, 1:33.547
16) 33 Antônio Matiazi, R K L Motorsports, 1:33.573
17) 55 Renato Braga, R K L Motorsports, 1:34.113
18) 86 Gustavo Frigotto, R K L Motorsports, 1:35.222

A categoria de acesso à Stock Car tem calendário composto de oito etapas, passando por sete cidades brasileiras. 

Após intervalo de 50 dias desde última etapa, em Santa Cruz do Sul (RS), os pilotos falam sobre as suas expectativas para a disputa.
"Gosto muito de estar em Goiânia, me identifico com o traçado e com a cidade. É uma pista de boas memórias para mim e acredito na chance de ser o palco da minha primeira vitória na categoria. A expectativa é dar continuidade na evolução que temos experimentado desde o início do ano e conquistar mais um ótimo resultado!", declara Édson Coelho.



"A pista é de alta velocidade e muito técnica. Após as recentes reformas, trata-se sem dúvidas de um dos melhores autódromos do Brasil, com características que me agradam bastante", ressalta o piloto de Minas Gerais.

Édson chega à metade final do campeonato em uma excelente condição, ocupa a 3ª posição na tabela, a um ponto do vice-líder.

"Estamos, a cada etapa, mais rápidos e competitivos. Esses fatos me levam a acreditar muito na possibilidade de conquistar o título este ano, e com certeza lutaremos bastante para concretizar esse desejo de sermos campeões brasileiros de turismo", enfatiza.


"É um período longo sem atividade para um piloto que almeja chegar a categoria principal, enfim, são regras do jogo. Mas, espero poder repetir ou melhorar o resultado da primeira etapa realizado em Goiânia", diz Gustavo.
Myasava do carro #69 espera avançar no trabalho realizado ao lado do time no final de semana. "Estamos evoluindo muito a cada etapa, mas temos que melhorar o acerto para a essa pista", destaca o piloto paranaense que está em busca de sua primeira vitória na categoria. 

"Temos que primar pela nossa segurança, e a pista de Goiânia apresenta essa característica de muita área de escape, mas nada que não possa ser melhorada ainda mais, pois a pista é muito seletiva", lembra Gustavo.


"A equipe J. Star trabalhou bastante neste intervalo para deixar o carro nas melhores condições possíveis em Goiânia. Todo o conjunto foi revisado e remontado observando os mínimos detalhes. Assim, esperamos concretizar mais uma evolução e ter um veículo muito rápido e consistente nesta rodada dupla", conclui Coelho do carro #99.

A equipe J.Star Racing conta com patrocínio da IPQ Instituto de Psiquiatria, PPG, IbPré, DMP Sistemas, MADIS, Yuny, Unitalo - Centro Universitário Ítalo Brasileiro, Malas Cruzeiro, TELEMABI Contac Center, Atua Construtora, Colonial Rodas, Benfica, Drugovich, Noma, EMC Sistemas e Neide Buffet.

Confira a programação completa do Corrida do Milhão e do 

BR de Turismo em Goiânia (GO):

Sexta-feira, 14 de agosto:
08h00 - 08h10 - Shakedown Copa Petrobras
08h20 - 08h55 - 1º treino (Grupo 1) Copa Petrobras
09h00 - 09h35 - 1º treino (Grupo 2) Copa Petrobras
09h45 - 10h30 - 1º treino Brasileiro de Turismo
10h40 - 11h15 - 2º treino (Grupo 1) Copa Petrobras
11h20 - 11h55 - 2º treino (Grupo 2) Copa Petrobras
12h05 - 12h50 - 2º treino Brasileiro de Turismo
13h00 - 13h10 - Classificação Copa Petrobras
13h20 - 14h20 - 1º treino MB Challenge (CLA AMG)
14h30 - 14h40 - Shakedown (Grupo 1) Stock Car
14h45 - 14h55 - Shakedown (Grupo 2) Stock Car
15h05 - 15h45 - 1º treino (Grupo 1) Stock Car
15h50 - 16h30 - 1º treino (Grupo 2) Stock Car
16h40 - 17h40 - 1º treino MB Challenge (C250)

Sábado, 15 de agosto:
08h00 - 09h00 - 2º treino (Grupo 1) Stock Car
09h05 - 09h15 - Shakedown Brasileiro de Turismo
09h20 - 10h20 - 2º treino (Grupo 2) Stock Car
10h30 - 10h50 - Classificação Brasileiro de Turismo
11h00 - 12h00 - 2º treino MB Challenge (CLA + C250)
12h10 - 13h10 - Classificação Stock Car
14h25 - Largada (Corrida 1) Brasileiro de Turismo
15h15 - 15h35 - Classificação MB Challenge (CLA)
15h45 - 16h05 - Classificação MB Challenge (C250)
16h55 - Largada (Corrida 1) Copa Petrobras

Domingo, 15 de agosto:
08h25 - Largada (Corrida 2) Brasileiro de Turismo
09h15 - 09h55 - Visitação aos boxes
10h43 - Largada Stock Car - Corrida do Milhão
12h25 - Largada MB Challenge
14h10 - Largada (Corrida 2) Copa Petrobras

Classificação do campeonato

Pilotos
1-) Márcio Campos - 103 pontos
2-) Dennis Dirani, 80
3-) Edson Coelho, 79
4-) Marco Cozzi, 75
5-) Danilo Dirani, 67
6-) Felipe Guimarães, 60
7-) Pedro Boesel, 60
8-) Gabriel Robe, 55
9-) Gustavo Myasava, 50
10-) Adibe Marques, 46
11-) Felipe Donato, 45
12-) Renato Braga, 38
13-) Renato Jader David, 35
14-) Mauri Zacarelli, 32
15-) Lukas Moraes, 31
16-) Tito Morestoni, 31
17-) Antonio Matiazi, 25
18-) Marco Tulio, 17
19-) Gustavo Lima, 11
20-) Flavio Matheus, 10
21-) Wilson da Costa Jr, 4

Equipes
1-) Motortech Competições, 158
2-) W2 Racing, 135
3-) J Star Racing, 129
4-) Voxx Racing, 126
5-) Rsports Racing, 91
6-) Bravar Motorsport, 67
7-) RKL Competições, 63
8-) Hitech Racing, 62
9-) Nascar Motorsport, 49
10-) RR Racing, 31
11-) Motortech, 22
12-) C2 Team, 5

Calendário Campeonato 
Brasileiro de Turismo:

Etapa 1 - 21 e 22 de março - Goiânia/GO
Etapa 2 - 25 e 26 de abril - Velopark/RS (rodada dupla)
Etapa 3 - 31 de maio - Curitiba/PR (rodada dupla)
Etapa 4 - 27 e 28 de junho - Santa Cruz do Sul/RS (rodada dupla)
Etapa 5 - 15 e 16 de agosto - Goiânia/GO (rodada dupla)
Etapa 6 - 29 e 30 de agosto - Cascavel/PR
Etapa 7 - 07 e 08 de novembro - Tarumã/RS
Etapa 8 - 12 e 13 de dezembro - São Paulo/SP

PSA PEUGEOT CITROËN RECEBEU PELA 11ª VEZ, EM 14 ANOS DE OPERAÇÃO INDUSTRIAL NO BRASIL, O PRÊMIO RIO EXPORT, NA CATEGORIA "DESTAQUE MERCOSUL", PELO VOLUME DE EXPORTAÇÃO EM DÓLARES OBTIDO EM 2014, NA FÁBRICA DE PORTO REAL, NO INTERIOR FLUMINENSE

Fernanda Villas-Bôas, diretora de Comunicação e Relações Externas - América Latina da PSA Peugeot Citroën, recebeu a premiação pela empresa.


A PSA Peugeot Citroën recebeu o Prêmio Rio Export na categoria “Destaque Mercosul” como a maior exportadora do Estado do Rio de Janeiro para a região que integra o Brasil, a Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. 


Esta é a 11ª vez – sendo a sétima vez consecutiva – que o Grupo PSA recebe o prêmio nesta categoria em seus 14 anos de implantação industrial no Brasil. 

Assim, a empresa confirma sua posição de forte geradora de divisas para o Estado do Rio e para o País, exportando produtos de grande valor agregado fabricados por brasileiros no Polo Industrial Brasil, em Porto Real.

O Prêmio Rio Export foi entregue em cerimônia realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no centro da cidade do Rio. 


A premiação leva em conta o volume de exportação em dólares referente ao desempenho registrado no fechamento do ano anterior, de acordo com o comportamento retratado nos números oficiais da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 

A PSA Peugeot Citroën exporta veículos, motores e peças fabricados no seu Polo Industrial Brasil (PIBR), em Porto Real, na região Sul Fluminense, com o padrão mundial de qualidade do Grupo PSA e que ajudam a gerar receitas e a promover o desenvolvimento social da região.

A PSA Peugeot Citroën recebeu o Prêmio Rio Export pela 7ª vez consecutiva.

O Prêmio Rio Export, promovido pela Firjan e pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, foi criado em 1998 para valorizar o esforço e o desempenho exportador das empresas do Estado do Rio de Janeiro. 

“É um orgulho receber este prêmio, que é o resultado do empenho de nossas equipes para continuarmos fabricando e exportando veículos da mais alta qualidade e apreciados por nossos consumidores no Mercosul. Apesar das dificuldades atuais em alguns destes mercados, o objetivo é o de termos produtos cada vez mais competitivos e poder exportar do Brasil para outros mercados da região, que hoje importam da nossa matriz”, comentou Fernanda Villas-Bôas.

“Os custos logísticos/de infraestrutura, matérias-primas, energia e os devidos à burocracia em geral são alguns exemplos de itens que afetam nossa competitividade. Os setores público e privado devem se unir ainda mais para encontrar maneiras de reduzi-los”, completou a executiva.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

HACKERS PODEM INTERFERIR NOS COMPUTADORES DE BORDO DOS AUTOMÓVEIS, DESLIGAR O MOTOR E MUDARAM A MÚSICA DO RÁDIO, O QUE FIZERAM NUM CHEROKEE, E HÁ SUSPEITAS QUE OS ACIDENTES COM OS TOYOTAS, CAUSADOS POR ACELERAÇÕES INESPERADAS E DESCONTROLADAS NOS EUA POSSAM TER SIDO CAUSADAS POR ESSES VIOLADORES DA PRIVACIDADE, QUE NÃO POUPARAM SEQUER SEDÃS ELÉTRICOS TESLA. TUDO ISSO ESTÁ EXIGINDO ATENÇÃO AOS VULNERÁVEIS



Alta Roda 

Nº 849 — 13/8/15

Fernando Calmon



ATENÇÃO AOS VULNERÁVEIS


Uma nova fonte inesperada de problemas para a indústria automobilística surge à medida que aumenta o número de carros conectados à internet por vários aparelhos, do telefone inteligente às centrais de multimídia. 

Interferências eletromagnéticas há muito são monitoradas em exaustivos testes até se alcançar blindagem contra elas. 

Quando automóveis Toyota nos EUA se acidentaram em razão de acelerações descontroladas, uma das hipóteses, sem comprovação, foi de frequências exóticas de bases militares. 

Telefones celulares, em aviões, ainda têm restrições de uso.

Em veículos terrestres esse parece assunto superado. Porém, interferências reais por meio de hackers – especialistas em programação de computadores – geram preocupações nos EUA. 

Os chamados hackers do bem, que descobrem vulnerabilidades em sistemas, demonstraram ser possível controlar um automóvel à revelia do motorista.

Fizeram brincadeiras como colocar o som no máximo volume e até desligaram o motor em um Jeep Cherokee, de cobaia. Parecia coisa de ficção, mas não era.

Situação ficou séria, pois levou a FCA a convocar 1,4 milhão de unidades para mudar programação do sistema multimídia. 

A fábrica optou pelo envio de um pen drive de atualização. O órgão de segurança veicular do governo americano (conhecido pela sigla NHTSA) investiga se outros fabricantes poderiam igualmente ser afetados. 

Anomalias semelhantes, mas sem perdas nos controles de motor, direção e freios, já tinham sido detectadas e solucionadas pela BMW e suas subsidiárias MINI e Rolls-Royce.

Até mesmo a Tesla, marca americana de sedãs elétricos de luxo, sofreu um ataque planejado em baixa velocidade. 

A empresa se vangloriava de ser mais competente que os outros, mas dois especialistas em segurança cibernética demonstraram a ação. 

A Tesla reconheceu a vulnerabilidade e corrigiu o problema, embora alegasse que o teste fora executado a bordo e não a distância. Desculpa fraquinha.

Metade dos 75 milhões de veículos leves vendidos em todo o mundo este ano terá algum grau de conectividade. 

E daqui a 10 anos acredita-se que serão até 250 milhões, desde os convencionais até os de condução autônoma. 

Automóveis também deverão receber programas antivírus como os computadores pessoais de hoje? 

Improvável que aconteça. Fabricantes de veículos e de sistemas de informática já estão bem entrosados contra ações de hackers do mal. 

Atualizações poderão se tornar eventuais nas linhas de montagem, nas concessionárias ou mesmo por meio remoto e de forma automática, sem necessidade de recall. Mas, nunca se sabe...

O fato é que nada vai parar os avanços de conectividade. 

Nem o primeiro acidente com feridos leves do modelo de condução autônoma da Google nos EUA, apesar de provocado por um veículo comum. 

Uma prova do interesse crescente nesta tecnologia foi uma rara união de três grandes marcas rivais, Audi, BMW e Mercedes-Benz, para comprar por US$ 3 bilhões a plataforma de mapas digitais Here, da Nokia. 

Precisão e confiabilidade de rotas são essenciais em um veículo que se autodirige e, também nesse caso, atualizações são cruciais para segurança e sucesso deste recurso.

RODA VIVA


ENQUANTO o índice de confiança dos compradores não melhorar – só no segundo trimestre de 2017, segundo analistas – vendas de veículos continuarão deprimidas. 

Julho teve dois dias úteis a mais que junho e mesmo assim estoques diminuíram de 46 para 45 dias apenas. 

Exportações reagiram 11%, mas produção total até julho ficou 18% abaixo de igual período de 2014.

NISSAN chegou a cogitar e desistiu de trazer do México o Note para não prejudicar cota de importação do Sentra. 
Também não vai produzi-lo, em Resende (RJ), pela má fase do mercado brasileiro, apesar da mesma arquitetura do March. 

Guarda forças para o crossover Kicks. Fit manterá, então, domínio de 50% dos monovolumes pequenos, embora pareça mais um hatch de teto alto.

RENEGADE está próximo em vendas do líder HR-V, mas luta permanece indefinida. SUV compacto da Jeep tem vantagem de oferecer sete versões, dois motores (flex e diesel) e três câmbios (manual de cinco marchas e automático de seis e nove marchas). 

Suspensões são inigualáveis pela relação conforto/estabilidade, confirmada no uso diário. Materiais de acabamento interno, também muito bons.

REFORÇOS estruturais para desempenho fora de estrada levam o Renegade a pesar mais do que o ideal. 

Dessa forma, motor flex (principalmente com câmbio automático) é pouco e versão a turbodiesel de preço elevado até sobra, mais pela grande diferença de torque do que de potência. 

Espaço no habitáculo impressiona bem, porém porta-malas de 260 litros perde para concorrentes.

PORSCHE acaba de instalar filial própria no País. Passo natural para a marca que vê um mercado em expansão, como demonstram as vendas do segmento premium e, mais que isso, o potencial. 

O fabricante alemão atingiu 200.000 unidades/ano no mundo, crescimento assombroso. Há duas décadas vendia apenas 18.000 carros/ano.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


DEPOIS DE TESTAR O RENAULT DUSTER 4 X 4, O NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER FAZ ELOGIOS AO SAV NASCIDO NA ROMÊNIA, CONSIDERANDO-O UM CARRO CONFIÁVEL E ECONÔMICO, MAS SUGERE QUE SEUS DONOS NÃO DEIXEM DE LER O MANUAL, POIS NEM TODOS OS VEÍCULOS SÃO IGUAIS E DEIXA CLARO QUE FALTAM NESTE 4 X 4 FREIOS A DISCO NO EIXO TRASEIRO E AINDA PODIA, PELO PREÇO QUE CUSTA TER CÂMERA DE RÉ E TV NA TELA DO GPS. OUTRA NOVIDADE, É A INSTALAÇÃO DA PRIMEIRA LOJA PRÓPRIA PELA PORSCHE NO BRASIL E A LIFAN ATUALIZOU SEU PRODUTO MAIS VENDIDO, O X60, QUE CUSTA A PARTIR DE R$ 59.990,00



Coluna nº 3.315 - 12 de agosto de 2015 

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Duster 4x4 em bom ponto de equilíbrio


O Duster chegou tarde às vendas no segmento aberto pelo Ford EcoSport. Mas se demorou, não perdeu. Logo disputou a liderança no setor. 

Fórmula adotada pela Renault para fazer este SAV – Sport Athletic Vehicle – é melhorada em relação à receita da Ford, vestir a plataforma do Fiesta com o Eco. 

A Renault alterou a base do Logan, muito reforçada, coisa de projeto antigo para país jogo duro em estradas e assistência, como a Romênia, onde se originou. 

É resistente e sem intimidades com mecânicos, como seus irmãos Logan e Sandero. 

Não sei porque os taxistas não o adotam, maioria submetendo os clientes a carros sub dimensionados ao serviço.

Estética vende a imagem de volume e altura, demandada pelos compradores destes veículos. Opções de motor 1.6 nacional e 2.0 importado. 

O automóvel motivador deste texto é versão superior, 2.0, 16V, 143/148 cv de potência, 20,9 m.kgf em torque, tração nas quatro rodas e transmissão manual com seis velocidades. Não há 4x4 automático.

Por partes

Bem arrumado, bem finalizado. Bancos revestidos em elegante combinação de couros, laterais em material sintético. 

Motorista se ajeita bem aos comandos, boas regulagens de banco e da posição do volante.

Espaçoso, recebe com conforto os passageiros do banco posterior e o porta malas as abriga em quantidade de viagem. 

Tem 4,39m de comprimento total e 2,67 m de entre eixos. Na unidade testada, tela com GPS, computador, equipamentos eletrônicos pró-estabilidade.

Agradável em uso – se o usuário souber utilizá-lo. Tem peculiaridade construtiva, dimensionada a eventual necessidade da tração total em situações de difícil superação, coisa rara, relação de marchas especial. 

Assim, a primeira marcha é muito reduzida. A cada 4,45 voltas do motor transmite apenas 1 à coroa de transmissão. 

A consequência disto no dia-a-dia é dispensar seu uso para arrancadas no plano. Sai-se em segunda e toca-se a vida. 

Quinta e sexta são multiplicadas: 0,87 e 0,67:1, para manter rotações e consumo baixos.

Estável apesar da elevada altura livre do solo de 21 cm, para as estradas de terra e cascalho permite condução rápida e segura, dependendo da qualidade da mão de obra a conduzi-lo. 

Girando o botão de comando da tração para Auto ou 4x4, este sistema e as travas eletrônicas antipatinação, as suspensões independentes se acumpliciam à segurança do condutor apressado. 

Automóveis evoluem, motoristas não. Grande maioria das pessoas sequer sabe o que e o para que quando compra um veículo novo – Mitsubishi dá curso para quem compra seus 4x4 e não tem noção de utilidade. 

Veja a nota abaixo. Alguns leem o mandatório Manual de Proprietário, o Manuel

Outros guardam no porta-luvas e conduzem os veículos como se fossem todos iguais. 

Ao devolver o automóvel na revenda Premier, proprietário de unidade idêntica comentou sobre a instabilidade nas estradas sem pavimentação. 

Perguntei qual a pressão utilizada nos pneus – não tinha ideia, nem tinha verificado -, se selecionava a tração total para andar fora do asfalto. 

Candidamente afirmou ser o 4x4 apenas para vencer trechos com lama. Não há engenharia que resista ao operador sem conhecimento. O Manuel deve ser consultado.

Consumo surpreendente, entre 10 e 11 km com um litro de gasálcool, e entre 8 e 9 km/litro com álcool, com variações de cidade e estrada.

Carro elevado, massudo, arrastando toda a tralha mecânica rotativa e abrasiva da tração no eixo traseiro, deveria consumir mais. 

Em cidades incivilizadas com certeza será muito maior. 

Para auxiliar o motorista há a função Eco, sinalizando no painel a hora de trocar de marcha de acordo com a percepção dos sensores quanto à velocidade, inclinação, condições externas.

Melhoras
Não gosto da estética traseira, mas este é assunto de comprador. 

Entendo deveria haver alguma instrução no Manuel sobre a desnecessidade de arrancar na primeira marcha e, pelo preço do conjunto, sugeridos R$ 77.600, deveria contar com freios a disco, também no eixo traseiro, incluir câmera de ré e TV na tela onde opera o GPS. 

No mais, projeto honesto, entrega o prometido – e como alguns SAV, as versões com tração simples, superam o oferecido, vistos pelos compradores como cruza de jipe Toyota com Land Rover.



Duster 4x4, honesto, bem formulado


Roda-a-Roda

Tecnologia – Salão de Frankfurt, referência europeia bienal, Audi não se resumirá a produtos, como o previsto novo R8 com motor V6, 2,9 litros, dois turbo compressores e 450 cv. 

Menor, mais leve e mais potente ante o atual V8 4,2 litro e 414 cavalos de potência.

Luz - Sensação serão as luzes Matrix OLED. Audi requer a si a liderança em tecnologia em luzes automotivas, tendo desenvolvido a OLED nos últimos anos. 

Sigla em inglês indica diodos orgânicos emissores de luz, dois eletrodos e inúmeras camadas finas de semicondutores orgânicos, e cor é gerada pela composição molecular da fonte de luz.

Criatividade - Comparativamente aos LEDs, são fontes de luz plana, em novo nível de homogeneidade, sem sombra e sem refletores. 

Nova tecnologia permitirá aos designers criar livremente. 2º passo no setor, quando os faróis deixaram de ser redondos ou retangulares e permitiram livre criação.

Expansão – Jaguar Land Rover assinou carta de intenção com o governo da Eslováquia para construir fábrica. 

Inauguração, em 2018, e produção de 300 mil unidades/ano em 2025. Motivação tarifária/comercial, no centro europeu apenas a Eslováquia integra a Zona do Euro. 

Ideia inicial é fomentar o uso de alumínio. Ou seja, novos produtos sobre a plataforma do XE.

Companhia
– Não é decisão solitária. Grupo VW lá faz Touaregs e Audi Q7; Kia já fez mais de 300 mil veículos, e ano passado Peugeot-Citroën 255 mil.

Trilha – JLR, com base na Inglaterra, controlada pela indiana Tata, em expansão mundial. 

Terá pequena fábrica no Brasil em 2016; operação chinesa em outubro; e assinou contrato com a Magna Steyr para construir Jaguar e Land Rover na Áustria.

Surpresa – Pequena, a Suzuki preparou dois jipes Jimny para o Rallye dos Sertões, um dos maiores desafios off-road. 

Melhorou a suspensão com barras reguláveis e barras estabilizadoras mais espessas, freios a disco nas 4 rodas, mantendo o pequeno motor 1,3 litro e 89 cv. 

Chegou em 5º na categoria Super Production, e 16º entre os 40 competidores.

Versão – O ganho de performance, por tecnologia brasileira mudou muito o comportamento dos jipinhos, sentido entre veículos três vezes mais potentes. 

Fará versão com tal evolução, disse à Coluna Luis Rosenfeld, seu presidente.

Mais um – BMW X3, SAV – Sport Activity Vehicle - iniciou ser montado em versões pela fábrica da BMW, em Araquari, SC. 

É o quarto, seguindo Séries 1 e 3, e X1. Até o final do ano, Mini Countryman.

Descritivo - Rico em eletrônica, motores 2,0 litros, turbo, 4 cilindros, tração nas quatro rodas e transmissão automática de oito velocidades. 

Topo de linha, x Drive35i, é o primeiro seis cilindros em ciclo Otto em veículo de passeio na atual quadra de nossa indústria. 

Preços entre R$ 211.400 e R$ 290.450. Os X3 representam 5% das vendas da marca bávara no País.

Tapa – Convivência com peculiaridades nacionais instaram a chinesa Lifan a atualizar seu produto mais vendido, o SAV X60. 

Nada de motor maior, tração nas quatro todas, ou transmissão automática, mas visual: nova grade, rodas com aro de 18”, molduras dos para lamas e lanternas traseiras. 

Preços atrativos: R$ 59.990 e R$ 63.990. O X60 é montado no Uruguai.

Mais – Outros acertos, mudança na relação da primeira marcha, agora mais curta para melhor trabalho do motor 1,8 litro e 128 cv; retoques no revestimento em plástico imitando couro; central multimídia Navtech com GPS. 

Pacto – Busca pelo pacto de apoio entre governo, parlamento, entidades sociais, podem dar sobrevida ao governo da Presidente, mas é mais do mesmo. 

Mantém-se os agentes, os métodos de acertos e compensações. Não servem ao País, nem a nós pagadores de impostos.

Opção – Circula a possibilidade do ex-presidente Lula ser indicado ministro. Erro básico de administração: não se contrata quem não pode ser demitido.

Para entender – Presidentes de sindicatos dos transportadores de veículos fizeram périplo por gabinetes em Brasília. 

Saber porquê nos últimos dias entre 500 e 1000 caminhões-cegonhas foram multados ou apreendidos.

Razões – Curiosas interpretações legais pelos policiais rodoviários: retirar lanternas originais; deter veículo por carroceria estar abaixo do teto máximo permitido; considerar peso bruto dos veículos transportados para indicar excesso de lotação dos caminhões.

Dúvidas - É esforço arrecadador do governo federal, ou pressão da Polícia Rodoviária em movimento grevista?

Situação – Cegonheiros, como chamados, são bons pagadores de multas. Não discutem porque as entregas devem ser feitas em prazo, sob pena de multas pesadas junto às montadoras para as quais transportam os carros O Km.

Esforço – Dirigentes da Abeifa, a associação dos importadores de veículos, conseguiram ser recebidos pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 

Exibiram números da queda de vendas e participação no mercado, e pediram dobrar a cota isenta do sobrepreço de 30% no IPI, aplicada aos veículos importados. Importação cobra 35% de Imposto. 

Esperança – Ministro Armando Monteiro é do ramo, ao contrário do anterior e sabe como a concorrência com o produto importado pode melhorar produto local e aumentar produtividade e competitividade. 

Atualmente, apenas 4.800 unidades/anuais podem ser importados sem o adicional no IPI.

Boa notícia – Pelo segundo mês seguido, vendas de veículos leves continuam ascendentes no Pará.

Em julho, 14.390 unidades, 6,3% superior a idêntico período em 2014, e quase 25% acima dos 7% da média nacional. Cresceram em todos os segmentos, de motos a ônibus. Fiat, VW e GM lideram.

Idem – Em Brasília, ascenderam mais, 7,1%. Magali Rossin, diretora do Sincodiv, sindicato dos revendedores, é otimista: prevê fechar 2015 com o mesmo número de vendas de 2014.

Estável – Decisão da Mitsubishi em fechar fábrica nos EUA, focando investimentos industriais no Oriente, não afeta operação da MMC Automotores, representante da marca no Brasil.

A voz – Eduardo Souza Ramos, acionista e presidente do Conselho, informou à Coluna, nada mudar. 

Razão básica, todos os investimentos de implantação e expansão de fábrica no Brasil não tem participação da Mitsubishi. Só da MMC. 

Comparação – Com produtos bons, diferenciados, ricos em equipamentos, Peugeot criou sítio para compará-los aos da concorrência – preço, motorização, transmissão, equipamentos. 

Está no:


Usufruto – Constatando enorme percentual dos seus clientes sem ideia das capacidades ou do utilizar equipamentos pelos quais pagou, Mitsubishi construiu pista de 4x4, no autódromo Velo Cittá, em Mogi Guaçu, SP.

Prática – Dará curso, o Mitsubishi 4x4 Experience, para ensinar forma correta de conduzir a valentia de seu veículo. 


Instrutores do exitoso Mitsubishi Motorsports, aulas teóricas e práticas, tudo num dia apenas, a R$ 600. 

Sem 4x4 podem se exercitar, alugando no local. 

Mais: www.mitdriveclub.com.br ou 
e-mail: 4x4experience@mmcb.com.br

Avihonda – Honda, pelo representante Líder Aviação, começou a tirar pedidos para seu pequeno jato executivo, o Honda Jet. 

Dito o mais avançado, mais rápido, maior altitude, mais silêncio, mais econômico, custa US$ 4,5 milhões.



Honda quer revolucionar no ar como o fez na terra.




Quem gosta de motorzinho, é dentista.
Exagero – Cummins South America expôs na 12ª Navalshore, RJ, novo motor diesel elétrico, o QSK 95. 

Produz 4.000 hp a 1.800 rpm, variáveis por gestão eletrônica, reduzindo consumo em até 15%. 

No ambiente de downsizing, acomoda 16 cilindros deslocando 95.000 cm3, em 3,65 m de comprimento, 1,73 de largura e 2,46 de altura. Pesa 13 t.

Gente - Mariana Romero, 32, comunicóloga, volta. 

OOOO Era número 2 na área, na BMW, agora, é a primeira na recém-instalada Porsche. OOOO
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