Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

A COMPLEXA LEGISLAÇÃO QUE ENVOLVE O INOVAR-AUTO, QUE FERNANDO CALMON SEMPRE TRATA COM TANTA MAESTRIA, ESTÁ MAIS UMA VEZ EM PAUTA PARA LEMBRAR QUE AS MONTADORAS TERÃO DE ATENDER PELO MENOS À META MÍNIMA DE REDUÇÃO DE 12,08% NO CONSUMO DE ETANOL E GASOLINA. POR AQUI CARROS ELÉTRIOS E HÍBRIDOS SÃO EXAGERADAMENTE CAROS. ENTRETANTO, A FORD ANUNCIA O MOTOR DRAGON SUPER ECONÔMICO E A CHERY APOSTA NA PRODUÇÃO DE SUVS



Alta Roda 

Nº 867 — 17/12/15

Fernando Calmon

ECONOMIZAR TEM CUSTO


O Inovar-Auto é o exemplo puro de excesso de intervenção governamental em geral e na indústria automobilística em particular. 

Pode ter havido intenção de fortalecer o setor ao criar obstáculos para quem não produz localmente, mas a estratégia acabou por produzir uma legislação complexa e difícil de implementar. 

O marco legal começou em 2011 e incluiu incentivos para inovação. Foi preciso editar duas leis, quatro portarias e um decreto ao longo de quatro anos para um programa que teoricamente termina em 2017.

Apesar do viés protecionista e questionado por organismos internacionais, sempre é bom lembrar que o México tem uma lei mais direta: só pode importar quem produz localmente. 

Mas se sabe que o “jeitinho” mexicano também apareceu por lá e o número de acordos comerciais multilaterais ajudaram. 

Aos poucos atraiu várias fabricantes – a última foi a Kia – para se tornar o maior produtor de veículos da América Latina. 

Em razão da crise atual, o Brasil verá o México (com o mercado dos EUA escancarado para eles) ainda mais à frente por muitos anos, apesar de nosso grande mercado interno potencial.

Exigência de eficiência energética, embutido no Inovar-Auto, é realmente um ponto indiscutivelmente positivo. 

Os fabricantes terão que demonstrar, a partir de outubro de 2016, que atendem a meta mínima de redução de 12,08% no consumo de etanol e gasolina sobre a média dos veículos à venda de cada marca, tendo como referência 2011. 

As multas em caso de descumprimento são altíssimas e, assim, todos deverão se ajustar.

Com a fase atual de preços altos de combustíveis essa é boa vantagem para os consumidores na hora de abastecer. 

Também exigirá das fábricas, especialmente as que produzem modelos de maior porte (picapes e SUVs médios), um acerto fino da produção para se manterem dentro da média obrigatória de economia. 

Vendas adicionais de modelos menores terão que compensar eventuais desajustes. Talvez signifique um crescimento na procura por motores de 1 litro de cilindrada.

Há um problema adicional nessa adequação. A indústria domina várias tecnologias para menor consumo, mas tem que manter preço competitivo em momento de forte recessão no mercado. 

A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou um estudo recente, feito na Austrália, que compara os valores de custo de cada recurso técnico com o respectivo potencial de economia de combustível. 

A análise inclui não somente motores, mas itens de carroceria (aerodinâmica, peso), acessórios (direção, pneus) e tipos de caixas de câmbio.

A pesquisa demonstra uma equação bastante complexa e cada fabricante monta um verdadeiro quebra-cabeça. 

Considera o dólar australiano em R$ 2,67, a preço de custo (sem impostos ou margem de lucro) e não de venda. 

Um veículo híbrido consegue 45% de economia por menos de R$ 10.000. Um elétrico compacto economiza 100% de combustível, mas seu custo é de R$ 35.000 ou 250% mais caro de produzir sem incentivo fiscal. Esta é uma das maiores dificuldade para aceitação do carro elétrico.

A diferença de custo entre um motor turbo simples com 7% de economia e um turbo com todos os recursos para economizar 20% chega a 450%.

RODA VIVA

FORD prepara ampliação da família de motores de três cilindros no Brasil, segredo bem guardado. 

Inteiramente novo e batizado de Dragon, tem 1,5 litro de cilindrada e se destaca pela economia. 

Estreia aqui (sem versão turbo, de início) na renovação do EcoSport em novembro de 2016. Já o motor de 1 litro turbo para o Fiesta deve sofrer atraso pelas condições atuais.

SITE inglês just-auto.com antecipou: fabricante indiano Mahindra acertou a compra de uma das casas de estilos mais importantes, a Pininfarina. 

Nada de oficial ainda se anunciou. Ícone italiano do desenho automobilístico (Ferrari e outras marcas), fundado em 1930, venderá 76% de seu capital. Tata, também indiana, é dona da Jaguar Land Rover desde 2008.

RENAULT Duster Oroch começa a ultrapassar Montana para garantir o terceiro lugar em venda entre as pequenas compactas. 

Espaço interno, acesso por quatro portas e comportamento exemplar (suspensão traseira independente) são pontos fortes. 

Motor 1,6 L até vai bem no uso urbano, mas o de 2 L aproveita melhor todo seu potencial, apesar do consumo elevado.

SUPERDOSE de crossovers anunciada pela Chery. Além do Tiggo 5 e sua geração anterior Tiggo 3 para produção em Jacareí (SP), a marca chinesa também produzirá o Tiggo 1, baseado na arquitetura do compacto Celer. 

Os planos são para 2016 e 2017. Antes, chega o sub-compacto QQ em março próximo. É preciso fôlego para manter uma linha tão diversificada.

LOBBY dos extintores de incêndio para automóveis tenta reverter decisão correta tomada pelo Contran. 

Comissão de Viação e Transporte da Câmara dos Deputados deu apoio ao decreto legislativo que traz de volta os extintores sob argumento falacioso de 40.000 desempregados. 

Falta passar por outra comissão e pelo Plenário. Assim, ainda há esperança de rejeição.
____________________________________

fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

SUBARU MODERNIZA SEUS MODELOS CROSSUV OUTBACK E SEDAN LEGACY QUE JÁ ESTÃO À VENDA NO BRASIL.



Coluna nº 5115 - 17 de dezembro de 2015 
_________________________________________________________________________

Subaru, japonês para ser lembrado

Quem conhece automóvel, sabe: qualquer hipotética relação de qualidade forçosamente inclui a Subaru nas primeiras linhas. 

Marca pouco divulgada, é de amplo agrado a seus usuários, seja por projeto com motor dianteiro de quatro ou seis cilindros, gasolina ou diesel, turbo ou não, cilindros opostos, com o virabrequim na mesma altura do eixo de transmissão, invejável equilíbrio e estabilidade, pouco gasto de pneus. 

Faz sucesso em mercados onde se exige confiabilidade em situações extremadas, como o gelo nas estradas e ruas canadenses, nos desertos australiano e chileno, seus mercados referenciais.

No Brasil, a marca veio ao início dos anos ’90 trazido pela importadora dos Lada, e chegou à CAOA, representante de Hyundai importados. Mas gerida por humores, não decolava. 

Novo presidente, o eng. Antônio Maciel Neto, convidou Flávio Padovan, ex-diretor da Ford, ex-vice presidente comercial da VW, e ex-presidente da Jaguar Land Rover, para ser diretor-geral da marca.

Surpresa do mercado, Padovan aceitou o desafio, negócio pequeno ante sua experiência, mas apoio e visão deram nova cara à operação: ampliou-se de 12 para 20 lojas, a de produtos a 7 para ampliar leque de clientes. Em 2015 cresceu 55% nas vendas entre janeiro e novembro.

Mais
Estilo pouco arejado era problema dos Subaru, exceto por projeto, ao final dos anos ’80, por Giogetto Giugiaro, esportivo estradeiro sobre o station wagon Outback. 

Não era esportivo, mas um 2+2 com estilo e os marcantes vidros de motorista e passageiro formados por duas partes. 

É o SVX, 3,3 litros, 245 cv, 0 a 100 km/h em 7s, final de 248 km/h, rápido, confortável, importados apenas 50 unidades.

Há anos, cooptou o número dois da equipe de Walter De Silva na Fiat e no projeto de Alfas 145, 146 e 166. 

Andreas Zapatinas, grego formado na Califórnia, na Subaru traçou parâmetros, assinatura estética e filosofia da linha. 

Saiu, substituído por Osamu Namba, mas os conceitos gerais se mantém, tornando produtos mais atrativos.

Novos

A CAOA trouxe a sexta geração do sedã Legacy e do station wagon Outback. Novos produtos, nova plataforma, entre eixos ampliado a 2,75 m, mais 4,1 cm no comprimento e 1,5 em altura. 

Aos olhos brasileiros, com 4,79m de comprimento o Legacy é considerado grande – para comparar é um palmo maior que o novo Ford Focus Fastback. 

Espaço bem aproveitado, confortável ao uso nas duas fileiras de bancos, visual com elegante linha lateral sugerindo um cupê. Faróis com projetores em LEDs, rodas leves em 18”, e na traseira outra moda, as saídas de escapamento opostas.

Mecânica comum aos dois: motor boxer seis cilindros opostos 3 a 3, 3,6 litros de deslocamento, 24 válvulas, 256 cv e 35,7 m/kgf de torque. 

Configuração permite colocá-lo em posição baixa, uma das bases para o excelente comportamento, oferecendo muita estabilidade. 

Transmissão automática tipo polias variáveis, com sete marchas definidas, chamada pela Subaru de Lineartronic, alusão à distribuição de torque pelas quatro rodas, e capacidade de regulagem de motor, suspensões e direção em três padrões diferentes – Intelligent, Sport e Sport Sharp. 

Ou seja, conforto econômico; rendimento esportivo; radicalidades. Outro auxílio eletrônico, o Active Torque Vectoring, controle eletrônico de estabilidade acionando freios na roda interna à curva para permitir melhor controle. 

Automóvel completo – sete almofadas de ar, controles de estabilidade e tração, bancos em couro com os dianteiros reguláveis eletricamente, câmera de ré, teto solar.

No Outback, de plataforma é igual, mecânica e conteúdo também o seguem. A Subaru o descreve com classificação própria, um curioso CrosSuv, cruza de Crossover com SUV, utilitário esportivo. 

Mantém o bom espaço interno, a mesma dotação de equipamentos, e tem tentativas formulações a uso especial. 

São a maior altura do solo – 21,3 cm - favorecendo melhores ângulos de entrada e saída em terrenos irregulares, e dotação eletrônica dita X-mode na transmissão, e o sistema de freio eletrônico para descidas muito inclinadas, além de controlador de velocidade reduzida para trechos muito irregulares. Mesmas rodas com aro de 18 polegadas e pneus de uso misto.

Vêm completos, sem opcionais.

Em uso

Considere o leitor as impressões sobre o Legacy, pois o trecho utilizado foi em ruas paulistanas, avenidas marginais e rodovia pedagiada, esta de condições quase europeias. 

O Outback foi aplicado à mesma situação. São agradáveis, confortáveis, silenciosos, inerente transmissão de segurança – uma das boas características da marca. 

Apesar das condições do trecho utilizado, há desnecessários ruídos de protesto das suspensões, indicadoras de não terem recebido tratamento adequado ao uso de rallye urbano, oferecido por nossas ruas e estradas. 

Na prática um excesso de confiança à competente construção do automóvel e do CrosSuv. Ou seja não foram adequados ao país, acreditando na boa constituição para suportar nossas mazelas.

Custam, Legacy R$ 152.900 e Outback R$ 159.900, garantia de cinco anos.

Legacy e Outback, novos Subaru



Roda-a-Roda

Meio termo – Mercedes passa a vender um misto quente, o C 450 AMG 4Matic. Mescla carroceria C com motor 3,0 V6 biturbo e 367 cv de potência, tração integral para melhor dirigibilidade e segurança no acelerar de 0 a 100 km/h em 4,9s. Preparação AMG.

Na prática – Transmissão automática com 7 velocidades, mudanças extra rápidas. É confortável sedã em versão de comportamento esportivo, rico em conteúdo de mecânica, eletrônica e infodivertimento. A R$ 309,900. Degrau superior, o C 63 arranha os R$ 700 mil.


C 450 AMG 4Matic



Fim – Fim triste de referência em estilo e de era da indústria automobilística: a mítica e quase secular Pininfarina (1930) será assumida pela indiana Mahindra & Mahindra. 

Ex-empresa grande, construindo suas criações, deu prejuízo em 10 dos últimos 11 anos, e sobrevivia como escritório de design.

Negócio – 185 milhões euros por 76% das ações, dispondo-se a comprar os demais. Indianos se espraiam: adquiriram a coreana Ssangyong e o negócio de ciclomotores Peugeot. 

É o fim da era das carrocerias personalizadas, determinado pela globalização, insana luta pela sobrevivência no mercado de automóveis. 

Global – Jaguar Land Rover, controlada pela indiana Tata, iniciou construir fábrica na Eslováquia: 150 mil unidades anuais, um terço da atual capacidade industrial da companhia. Quer participar do mercado mundial.

Onde
– País cresce como base produtora. Lá VW faz Touareg e Audi Q7; Kia mais de 300 mil unidades/ano; PSA Peugeot Citroën 255 mil anuais. Tem boa estrutura logística e de fornecedores.

Aqui – No Brasil constrói pequena unidade em Itatiaia, RJ, para 17 mil/ano. 

Padrão – Porsche acrescentou aos Boxter e Cayman – ambos com motor entre eixos – o prefixo 718. 

Número indica plataforma vencedora em corridas, derivada da 550, a primeira entre eixos traseira e motor boxer de 4 cilindros.

BMW X1 – Pré lista de inscrições para comprar o X1 BMW, com montagem em janeiro nas instalações de Araquari, SC. 

É SAV – Sport Active Vehicle –, com jeito de valente, mas limitado à tração nas rodas traseiras. 

Terá versões sDrive 20i, X-Line. Exceção é o xDrive25i Sport, com tração integral. 

Como
- Dois primeiros com motor 2,0 turbo, 192 cv, 280 Nm de torque. No 25i, respectivos 231 cv e 350 Nm. Em todos transmissão automática de 8 marchas. Preços, R$ 166.950; 179.950; e 199.950.


BMW X1, nacional em janeiro



Dezembro – Mercedes-Benz liderou mercado Premium até novembro com 15.620 unidades, por renovar linha e ampliar rede de concessionários. Neste mês, grande disputa entre Audi, BMW e Mercedes para fechar em liderança. 

Exemplo - BMW, tentando voltar ser líder após cair à terceira posição – e motivar mudança de presidente -, passou estoque do modelo 320GT à Localiza.

É agora – A fim de importado O km? A hora é agora. Os importadores, em especial Audi, BMW e Mercedes praticam preços com valor antigo para o dólar. 

Em janeiro, BMW subirá mais de 20% no 320 Sport, e Mercedes entre 6 a 10%. Assim, querendo, decida-se enquanto há estoque a preço histórico.

Por exemplo – Audi lançou o A3 sedan nacional, motores 1.4 e 2.0, mas liquida o estoque antigo, ainda importado, hoje mais barato que o nacional.

Ponto de vista – Coluna estranhou em edição anterior, a defesa pessoal da presidente Dilma frente ao Tribunal de Contas da União, pelo Advogado Geral da União. O processo não é contra o país, mas contra a Presidente. 

Óptica – O objeto da recusa das contas, ditas Pedaladas, não são de iniciativa da União, mas da ocupante da Presidência. 

Assim, sua defesa deveria ser feita por advogado privado, por ela contratado, enquanto o Advogado-Geral da União deveria estar em posição contrária, a favor da União e de nós contribuintes. O PSDB questionará em Juízo tal procedimento.

Prêmios – Fim de ano, muitos júris indicam melhores veículos em seus segmentos. Apenas dois organizados por jornalistas do ramo: o Abiauto, da associação destes profissionais, e o recente e bem estruturado Carsughi L’Auto Preferita, liderado por um decano da atividade, o italiano Claudio Carsughi.

Abiauto – 51 associados da entidade elegeram o Volkswagen Up! TSI Melhor Carro 2015 e Melhor Compacto; Peugeot 2008 Melhor Minivan/ Monovolume; Jeep Renegade Melhor Utilitário Esportivo; Renault Oroch Melhor Picape, e Audi com Melhor Importado com Audi TT, e Melhor Nacional com A3 Sedan.

L’Auto – Júri formado por 19 profissionais de destaque, liderados pelo próprio Carsughi, indicou VW up! TSi Carro 1.0; Audi A3 sedan; Carro entre 1,3 e 1,6; Renault Sandero RS Carro com motor 1,8 a 2,0; Subaru WRX STI, acima de 2,0.

Mais - Audi TT Carro Luxo/Premium; Jeep Renegade como SUV/Crossover pequeno; Honda HR-V SUV/Crossover médio; Ford Edge SUV/Crossover grande.

Picape pequeno foi Renault Duster Oroch e médio Toyota Hilux. Prêmio socioambiental o Parque Eólico Honda.

O cara – Mais premiado nos diversos certames, o up! em versão turbo, a TSi.

Furou – Presidente eleito da Argentina Maurício Macri desejou ser conduzido em sua posse pelo Cadillac 1952 conversível, doado pela General Motors ao governo Juan Domingo Perón, presidente à época. Não deu. 

A equipe em final de governo de Cristina Kirchner, negou. Desfilou em VW Touareg conversível.

DNA – Justiça de Mar Del Plata, Argentina, confirmou Oscar Cacho Espinosa filho do penta campeão mundial Juan Manuel Fangio, produto da longa relação com Andrea Berruet, a Beba. 
Não foi surpresa, Cacho sempre integrou os times de Fangio e utilizava o sobrenome.

Andar em Cadillac. Macri quis mas não levou


Retifica RN – Coluna com notícia sobre o lançamento do multi utilitário Mercedes Vito, não esclareceu ser a versão passageiros, com motor gasolina 2.0, dotado de tração traseira. 

Aplicação de transporte, com motor 1,6 diesel - produzido pela aliança Renault-Nissan - emprega tração frontal.

Mais – O pedido ultrapassou o de Rubén Vázquez, com a mesma postulação. 

Fim – Táxi mais longevo em serviço em cidade grande, VW 1600 sedã de 1969 será proibido de prestar tal serviço. 

Funciona, desde O Km com o proprietário Edson Monteiro de Araújo, mas a Prefeitura de Niterói, RJ, limitou em 8 anos a idade máxima dos veículos em tal serviço. 

Serviço - Deveriam criar exceção para serviços turísticos, como há no exterior para os antigos táxis ingleses e as carruagens. 

O Zé do Caixão, como então chamado, desde quando lançado, integra a paisagem e é atração turística.

Fórmula 1 – Pirelli quantificou o uso de seus pneus na Fórmula 1: 35.964, sendo 6.108 para testes; restantes slick e para chuva ou intermediários. 

Todos foram reciclados. No folclore da temporada, o chef do team Pirelli cozinhou 800 kg de macarrão – coisa para umas 6.500 pessoas.

Mercado – O grande processo de valorização dos veículos antigos, puxado pelos EUA, deve arrefecer – ou cair. 

Razão econômica externa: a correção dos juros mínimos anuais pelo FED, banco central estadunidense. 

Razão - Desde a crise de 2008 o percentual dos juros foi congelado em Zero a/a, fomentando a procura por outros investimentos. 

Investidores migraram dos insossos depósitos bancários para aplicações tri dimensionais, móveis, e com emoção, como os automóveis antigos.

Gente – Virginie de Chassey, 47, comunicóloga, ascensão: diretora mundial de relações públicas da PSA Peugeot Citroën. 

OOOO Está na companhia desde 2004, trabalhou no setor e na gestão de qualidade. 


Balanço feito pela Volkswagen dentre os múltiplos júris apreciando veículos nacionais e estrangeiros à venda no mercado doméstico, o up! TSi e seu motor turbo alimentado, é o mais premiado do ano.

Na prática, foram 10 premiações nos cinco meses decorridos desde o lançamento em julho, e láureas adicionais como Compra do Ano pela revista Motorshow; Melhor Compacto e Carro Abiauto 2015; Melhor Nacional até R$ 60.990 pelo Top Car TV; Melhor Automóvel de passeio 1.0 pelo novato L’ Auto Preferita; Lançamento do Ano de acordo com a revista Carro; mais premiado no Ten Best 2016 pela revista Car and Driver; Melhor Carro Compacto segundo a Car Magazine.

Melhor formulação como carro de entrada no mercado, o up! enfrentou dificuldades e vendas desproporcionais em relação ao seu projeto e aplicação por conta do preço mais elevado que os concorrentes de formulação antiga, e pelo motor com três cilindros. 

O desenvolvimento do motor para o uso do turbo alimentador elevou seu conceito, com rendimento de veículo com cilindrada bem maior e consumo menor. 

Como disse a Coluna De Carro por Aí, “1,0, rendimento de 1,8, consumo de 0,9”. O projeto comercial bem se casou com o aprimoramento. 

A VW evitou tratá-lo com performance esportiva, e por isto não empregou as siglas RS e TS, ou a palavra turbo, indicativas de perfil operacional mais esportivo, optando pela sigla TSI, e não empregou o motor apenas em destacada versão de topo. 

Ao contrário, é um pacote a ser aplicado nas versões posteriores à básica, tentativa de atingir maior clientela.

A história do up! no Brasil é AT e DT.

up! TSI, mais premiado. Turbo mudou a história.
____________________________________

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

NOVO SUBARU OUTBACK OFERECE AMPLO ESPAÇO INTERNO, DESEMPENHO, SEGURANÇA E ROBUSTEZ. CUSTA R$ 159.900,00 E AS REVISÕES ATÉ OS 60 MIL KM, R$ 4.813,00, TRAÇÃO INTEGRAL, MOTOR BOXER 3.6 DE 256 CV, CÂMBIO AUTOMÁTICO HCVT. TEM GARANTIA DE CINCO ANOS E É CONHECIDO NO MUNDO COMO UM DOS CARROS MAIS CONFIÁVEIS: SUBARU NÃO QUEBRA!


Motor Boxer 3.6R, que atinge a potência máxima de 256 cv a 6.000 rpm e torque de 35.7 kgfm a 4.400 rpm, integrado ao sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive, oferece elevado desempenho, baixo nível de emissão de poluentes, tem reduzido consumo de combustível e alta durabilidade. Esse o novo SUBARU Outback que inicia sua venda no Brasil. 

Flávio Padovan, diretor-geral da montadora no Brasil, revela que “a versatilidade do novo Outback inaugura um novo segmento de mercado, chamado pela SUBARU de “CROSSUV”. Pois ele reúne e sintetiza as principais características dos modelos SUV  com as dos veículos Crossovers".


O Outback vem de série com sete air bags, teto solar elétrico, faróis de xenônio e assinatura em LED com lavador de farol, rodas esportivas de liga leve aro 18”.

O revestimento dos bancos é em couro com duas opções de cor, ar-condicionado dual zone, regulagem elétrica dos bancos com memória de ajustes para o assento do motorista.

]


Traz sistema X-MODE (Assistência em aclive e declive), sistema keyless de abertura, travamento das portas e partida do motor, câmera para auxílio em marcha à ré, controle eletrônico de velocidade com comandos no volante. 


O Outback tem pedaleiras esportivas com acabamento em alumínio, freio de estacionamento eletrônico, rádio multifunção com tela touch screen, sistema de áudio Harman/Kardon® com entrada USB/Bluetooth® para dispositivos eletrônicos externos e rebatimento dos bancos traseiros em 60/40.


O sistema de tração integral Symmetrical All-Wheel Drive do novo SUBARU Outback garante uma perfeita tração nas quatro rodas, combinada com pneus de uso misto.

A elevada posição de condução e amplos ângulos de entrada (18,6º) e saída (23,1º), permitem ao modelo rodar com desenvoltura em qualquer condição de terreno, seja asfalto ou estradas de terra.


Versatilidade. Esta é a palavra que melhor define o novo SUBARU Outback que a CAOA, importadora oficial dos modelos SUBARU para o Brasil, traz, a partir de agora, para o consumidor nacional.

Segundo Flavio Padovan, “desde a sua criação, o SUBARU Outback tem atraído a atenção de uma enorme legião de fãs em todo o mundo, pois oferece a melhor combinação entre conforto e amplo espaço interno (ocupantes e carga), com performance e segurança”.


O motor Boxer 3.6R trabalha em conjunto com o câmbio automático Lineartronic – com possibilidade de troca sequencial de marchas por paddles shifts

Ao mesmo tempo em que mantém um alto nível de desempenho, o sistema entrega, em qualquer condição de rodagem, o que há de melhor em termos de prazer de dirigir e segurança.


Crossover com o conforto de compacto
O novo SUBARU Outback possui um desenho moderno e multifuncional, que expande ainda mais o conceito “Capability mastered”, ou seja, de modelo capaz de enfrentar o dia a dia no trânsito.

De ponta a ponta, o Outback tem 4,815 mm de comprimento. A distância entre-eixos (medida entre as rodas da frente e as de trás, determinante no espaço interno do veículo): é de 2,745 mm. 


A dianteira possui um desenho legítimo dos SUBARUS. Na frente, a entrada de ar frontal em formato hexagonal ostenta o logotipo SUBARU, e os faróis dianteiros, quando acesos, lembram olhos de aves de rapina. 

Na parte inferior do para-choque dianteiro, um para-barro, que envolve os faróis de neblina, contribui para o visual agressivo, típico de um veículo projetado para enfrentar as mais adversas condições de rodagem.

Essas proteções frontais se prolongam por toda a lateral inferior do veículo e mesclam detalhes em cromado.


Para melhorar o desempenho aerodinâmico, o modelo conta com um aerofólio incorporado à tampa do porta-malas. 

No para-choque traseiro há um extrator de ar na parte inferior, que deixa a traseira ainda mais harmoniosa e robusta.

A cabine do SUBARU Outback proporciona ao motorista a sensação de dirigir um carro compacto. 


O deslocamento da coluna “A” mais para a frente, combinado com a expansão das dimensões internas, amplia ainda mais uma de suas principais características positivas, que é a de transportar, com conforto e comodidade, até cinco passageiros e acondicionar 1.048 litros de bagagens (VDA).


Os ocupantes dos assentos traseiros possuem ainda mais espaço para ombros, pernas e cabeça. 


A distância entre os bancos dianteiros e traseiros, por exemplo, aumentou, o que se traduz em mais espaço para as pernas.

O novo Outback proporciona ao motorista uma posição elevada de condução e que privilegia a dirigibilidade e a ergonomia. 


O volante, por exemplo, agrega os controles de áudio, além dos ajustes do regulador eletrônico de velocidade.

O quadro de instrumentos possui layout  moderno, com iluminação projetada para não cansar os olhos no escuro. 

O quadro de instrumento pode ser personalizado de acordo com a preferência do condutor, que pode escolher entre 10 tonalidades de cor diferentes dos LEDs que o compõem. 


Ele é completo, com velocímetro, conta-giros, marcador de temperatura do motor e nível de combustível. 

Na parte central está instalada uma tela de cristal líquido de 3,5”, com informações sobre o consumo de combustível, distância percorrida (total e parcial), velocidade selecionada para o “regulador eletrônico de velocidade”, tempo de condução, marcha selecionada, eventuais alertas de falhas e ajustes gerais do veículo. 


No painel, forração das portas e apoio de braços no console é de materiais macios 

Outro destaque é o sistema de áudio com uma tela sensível ao toque de sete polegadas que possibilita o acesso, rápido, às diversas configurações do sistema de som, além de exibir as imagens da câmera de ré. 

A execução de músicas de dispositivos externos, como celulares e aparelhos de MP3, é realizada por meio de auxiliar (via USB) ou por tecnologia Bluetooth®. 

Além disso, o motorista poderá acessar a lista de contatos, atender a chamadas e ter acesso ao histórico de ligações, tudo com visualização pelo display.


Motor Boxer 3.6R e câmbio HCVT Lineartronic
O SUBARU Outback está equipado com o propulsor Boxer 3.6 litros, 24 válvulas, a gasolina, que gera potência de 256 cv a 6.000 rpm e torque 35.7 kgfm a 4.400 rpm. 

Este motor está acoplado a uma caixa de câmbio automática HCVT, batizada de Lineartronic, que prioriza o conforto nas trocas de marcha, sem abrir mão do desempenho.


O novo Outback traz o eficiente sistema de tração integral permanente Symmetrical All-Wheel Drive (SAWD), que distribui a tração pelas quatro rodas de maneira simples e direta, contribuindo, assim, para a segurança e o prazer de dirigir. E o freio de mão é elétrico.

O Outback também conta com a tecnologia X-MODE de controle da tração integral, desenvolvido para condições de pista irregulares ou escorregadias. 


Com esta tecnologia, motor, transmissão e VDC (Vehicle Dynamics Control - Sistema de Controle de Estabilidade) trabalham de forma cooperativa, adequando o carro à condição do solo. 

Essa tecnologia também possui um modo de controle de descida e subida, que mantém a velocidade do veículo constante, ajudando a superar os mais difíceis terrenos.


Segurança
Utilizando o que há de mais moderno em termos de tecnologia, o novo SUBARU Outback se destaca por prevenir acidentes (segurança ativa) e assegurar a integridade de todos os ocupantes (segurança passiva).

A carroceria do SUBARU Outback é moldada com aços de diferentes composições e espessuras, uma estrutura que, além de ser mais leve, oferece maior dissipação de energia em uma possível colisão. 

Em caso de impacto frontal, o conjunto formado pelo motor e câmbio é programado para se deslocar para baixo do veículo, impedindo que os componentes possam invadir a cabine.



A carroceria utilizando aço de altíssima resistência e possui barras de proteção nas portas, cinto de segurança de três pontos nos bancos dianteiros e traseiros e encostos de cabeça para todos os ocupantes, formando um completo conjunto de segurança passiva.

Além disso, o modelo conta com sete air bags de série, garantindo a máxima segurança em colisões frontais e laterais: são dois air bags frontais, dois laterais, dois duplos de cortina e um de joelho.


Garantia e serviços
O novo SUBARU Legacy está coberto pela garantia por um período de cinco anos, sem limite de quilometragem. 

O modelo também conta com revisões com preço fechado, cujo valor já engloba os custos de peças e mão-de-obra. 

Com isso, o cliente sabe, de forma antecipada, quanto vai pagar em cada revisão programada, que realizadas em intervalos de 10.000 km.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

HONDA É ELEITA A EMPRESA QUE MAIS RESPEITA O CONSUMIDOR. A MONTADORA JAPONESA TEVE A MELHOR AVALIAÇÃO NA CATEGORIA CARROS NACIONAIS


A Honda foi eleita, nesta-terça-feira (15) "A Empresa que mais Respeita o Consumidor", na pesquisa realizada pela revista Consumidor Moderno em parceria com a Shopper Experience. 



A pesquisa envolveu 
1.470 pessoas de oito regiões do País, em 46 categorias diferentes.

Entre os principais atributos analisados estão os produtos e serviços de boa qualidade e funcionários solícitos, disponíveis e gentis no contato com o público.

Honda no Brasil
Presente no País desde 1971, quando começou a importar, e em seguida a produzir motocicletas, em Manaus (AM), a Moto Honda da Amazônia Ltda., é atualmente a maior fabricante de motos do Brasil, com mais de 20 milhões de unidades produzidas.

Desde 2001, a empresa produz, também em Manaus, modelos de motores estacionários, além de comercializar geradores, motobombas, roçadeiras e pulverizadores costais de outras unidades da marca no mundo. 

Um ano depois iniciou a fabricação de quadriciclos na unidade. Em 1992, com a criação da Honda Automóveis do Brasil Ltda., a empresa importou do Japão seus carros entrando no competitivo mercado automobilístico brasileiro, e a partir de 1997, iniciou a produção nacional de automóveis no município de Sumaré (SP).

Em 2013, anunciou sua segunda planta de automóveis, em Itirapina, interior de São Paulo. 

Em uma iniciativa inédita no segmento automotivo no País, a empresa iniciou, no mesmo ano, a construção do seu primeiro parque eólico na cidade de Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul, inaugurado em novembro de 2014. 

Para administrar as operações do parque, que supre toda a demanda de energia elétrica da fábrica de Sumaré, foi criada a Honda Energy do Brasil. 

No País, também faz parte do grupo Honda Serviços Financeiros, que reúne o Consórcio Nacional Honda, a corretora Seguros Honda, a Leasing Honda e o Banco Honda.

Na rede autorizada de todo o Brasil, oferece serviços que facilitam o acesso dos clientes aos produtos da marca. 

Em 2015, a Honda Aircraft Company, subsidiária da Honda Motor Co., anunciou a expansão das vendas do HondaJet, o jato executivo mais avançado do mundo, para a América do Sul, sendo o Brasil o representante regional.

Mais informações no www.honda.com.br e www.facebook.com/HondaBR.

O DESIGN DE UMA NOVA ERA, FIAT TORO


Traços dinâmicos e harmônicos circundam todo o carro, conferindo-lhe impressionante musculatura e, ao mesmo tempo, leveza em linhas infinitas. 

Curvilínea e com luzes horizontais, a traseira traz ao Fiat Toro um ar contemporâneo, urbano e até mesmo fashion. 

Seu impacto não deixa dúvidas: chega uma nova era, começa uma nova Fiat

O BRASIL, NESTE MOMENTO DE CRISE ECONÔMICA COMEÇA A EXPORTAR CABEÇOTES DE MOTORES 1,2 E 1 LITRO, PRODUZIDOS NA FÁBRICA DE CURITIBA, PARA A UNIDADE DE DOUVRIN. COM ISSO, A PRODUÇÃO DOBRA DE 2 MIL PARA 4 MIL CABEÇOTES POR SEMANA.



A Renault do Brasil começou a exportar para a fábrica de motores de Douvrin, na França, os cabeçotes do motor 1,2 litro, da mesma família do 1,0 litro à venda no Brasil. 

Este é um dos maiores projetos de exportação de peças da CMO (Curitiba Motores), uma das três fábricas da Renault que compõe o Complexo Ayrton Senna – as outras duas são a Fábrica de Veículos de Passeio (CVP) e a Fábrica de Veículos Utilitários (CVU).

Com o novo projeto, a unidade terá um aumento de 100% na demanda de fabricação de cabeçotes. 


A produção de cabeçotes salta de 2.000 unidades por semana para 4.000 unidades por semana. Como consequência, será mantido o terceiro turno da área de usinagem de cabeçotes.

Os motores 1,2 litro D4F equipam os modelos Logan e Sandero, além do Renault Clio europeu. 

Os motores são produzidos na “Française de Mécanique”, em Douvrin, dentro do acordo de cooperação entre os Grupos Renault e PSA - Peugeot Citroën. 

A unidade atualmente produz blocos, virabrequins, cabeçotes e outras partes para as duas empresas.


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.