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domingo, 17 de julho de 2016

ADRIANO RABELO, DA CORDOVA MOTORSPORTS VENCE A QUINTA ETAPA, DE CASCAVEL, DA MERCEDES-BENZ CHALLENGE. A QUINTA ETAPA ACONTECERÁ NO DIA 11 DE SETEMBRO, NO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS


A quarta etapa da sexta edição do Mercedes-Benz Challenge que aconteceu neste domingo (17) na cidade de Cascavel (PR), contou com um cenário de céu aberto, temperatura muito baixas e trouxe o público da região para assistir o certame que teve largada às 11 horas, no Autódromo Internacional Zilmar Beux. 

Na corrida da categoria monomarca brasileira, os pilotos da Rsports Racing, Renato Braga completou na 7ª posição na CLA AMG Cup e Beto Rossi ficou com a 5ª posição na C 250 Cup e o 2ª lugar no pódio na Master.

Na pista mais veloz do automobilismo brasileiro, entre os 20 e 30 minutos da corrida houve a parada obrigatória nos boxes (janela de 2min30seg em Cascavel) para os carros da Mercedes-Benz Challenge. 


Depois disso, Renato Braga avançou no pelotão e chegou bem próximo da sua meta que era ficar entre os cinco primeiros ao final da etapa.
Max Mohr largou bem, mas foi obrigado a abandonar a corrida logo na segunda volta, depois de ter sido atingido por um concorrente. 

Já Romualdo Magro não teve chances de largar e revezar o carro #99 com Bruno Alvarenga.


A equipe Rsports Racing conta com patrocínio do Grupo Max Mohr, Cifarma, Dream Route, Academias Primatas CrossFit e Motul.

Resultado da corrida em Cascavel (PR)1) 33 Adriano Rabelo, Cordova Motorsports, CLA, 33 voltas, a 46min34s730
2) 16 Marcelo Hahn, Blau Motorsport, CLA, M, a 0s513
3) 77 Arnaldo Diniz Filho, Comark Racing, CLA, a 1s123
4) 19 Luiz Carlos Ribeiro, Ourocar Racing, CLA, a 3s208
5) 60 Betão Fonseca, Center Bus Sambaiba Racing, CLA, M, a 3s647
6) 10 Pierre Ventura, CKR Racing, CLA, a 8s869
7) 555 Renato Braga, RSports Racing, CLA, a 9s492
8) 37 Lorenzo/Paulo Varassin, Cordova Motorsports, CLA, a 14s759
9) 32 Fernando Fortes, Mottin Racing CLA, a 14s936
10) 21 Peter Michel Gottschalk, Paioli Racing, C250, a 17s606
11) 55 Fabio Escorpioni, Ensite Racing Team, C250, a 18s666
12) 20 Roger Sandoval, Mottin Racing, CLA, a 1 volta
13) 3 Cristian Mohr, WCR, CLA, a 1 volta
14) 18 Fernando Poeta, Sul Racing, CLA, M, a 1 volta
15) 166 Vinicius Simão, Center Bus Sambaiba Racing, C250, a 1 volta
16) 26 Flávio Andrade, Hot Car Competições, C250, M, a 1 volta
17) 13 Beto Rossi, RSports Racing, C250, M, a 1 volta
18) 111 Marcos Paioli/Peter Gottschalk, Paioli Racing, C250, M, a 2 voltas
19) 45 Paulo Totaro, Mottin Racing, CLA, M, 3 voltas
20) 64 C.A.Guilherme/S.Kuba, Center Bus Sambaiba Racing, C250, M, 4 voltas
21) 41 João Lemos, Ensite Racing Team, C250, M, 4 voltas
22) 46 Carlos Kray/J.H.Assunção, CKR Racing, CLA, M, a 6 voltas


Não completaram 75% da prova:23) 65 Cláudio Simão, Center Bus Sambaiba Racing, C250, M
24) 6 Fernando Júnior, WCR, CLA
25) 11 Neto De Nigris, L3 Motorsport, CLA, M
26) 225 Max Mohr, RSports Racing, C250, M
27) 90 José Vitte Cordova, Motorsports, CLA, M
28) 99 Bruno Alvarenga/Romualdo Magro, RSports Racing, C250
Excluído
29) 88 Fernando Amorim, Sul Racing, CLA, M



Calendário do Mercedes-Benz Challenge 2016:
Etapa 4 - 17 de julho - Cascavel/PR
Etapa 5 - 11 de setembro - São Paulo/SP
Etapa 6 - 06 de novembro - Goiânia/GO
Etapa 7 - 20 de novembro - Curvelo/MG
Etapa 8 - 11 de dezembro - São Paulo/SP

Mais informações:
Site: www.rsportsracing.com.br
Facebook: RSports Racing
Twitter: @RsportsRacing

sábado, 16 de julho de 2016

LINDA JACKSON, CEO DA CITROËN, É DUPLAMENTE PRESTIGIADA NO REINO UNIDO: FOI ELEITA A MULHER DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA BRITÂNICA E ESTÁ EM SEGUNDO LUGAR NO RANKING DOS 50 EXECUTIVOS INGLESES DO SETOR


O júri da revista britânica Autocar, composto por peritos e jornalistas do setor automobilístico, elegeu, entre as 100 mulheres britânicas mais influentes do setor, 
Linda Jackson, CEO da Citroën, a mulher mais influente, graças à qualidade de sua liderança que permitiu que a marca Citroën destacasse seu espírito inovador, audácia e seu novo posicionamento «Be different, feelgood»

Além disso, Linda Jackson ficou em segundo lugar no ranking dos 50 executivos britânicos da indústria automobilística, segundo a revista Auto Express, publicada, em junho.

A Autocar teve como objetivo destacar o papel das mulheres da indústria automobilística e recompensá-las pela trajetória delas.

 O júri, composto por executivos da revista e parceiros do setor automobilístico, recompensou a visão da diretora-g
eral da Citroën pelo plano de produtos que a marca está pronta a lançar.

Formada pela Universidade de Warwick (MBA), da Grã-Bretanha, Linda Jackson começou sua carreira na indústria automobilística, em 1977, na MG Rover Europa, onde foi a diretora-geral, na França, durante 3 anos. 

Ela ingressa na Citroën como diretora financeira da Citroën UK, em 2005. Em 2010, Linda Jackson torna-se diretora-geral da Citroën UK e Irlanda, e, finalmente, diretora geral da marca em 1º de junho de 2014.









sexta-feira, 15 de julho de 2016

FATOS E CURIOSIDADES DOS 75 ANOS DA JEEP QUE NASCERAM QUANDO O EXÉRCITO DOS ESTADOS UNIDOS ASSINOU UM CONTRATO COM A WILLYS-OVERLAND PARA PASSAR A FORNECER O VEÍCULO COM EXCLUSIVIDADE. O NOME JEEP TORNOU-SE UMA MARCA E ACABOU SENDO A INVENÇÃO DO CONCEITO DE UTILITÁRIO-ESPORTIVO, O CONHECIDO SUV. O BRASIL, QUE FABRICOU O FAMOSO CJ-5 AGORA PRODUZ O NOVO E MODERNO RENEGADE. ESTA É A PRIMEIRA DAS TRÊS PARTES QUE SAIRÃO NAS DUAS PRÓXIMAS SEXTAS-FEIRAS




São Paulo, 15 de julho de 2016 - Há exatos 75 anos, o exército dos Estados Unidos assinava o contrato com a Willys-Overland para ser a principal fornecedora do novo veículo leve de reconhecimento, que já era conhecido pelo apelido de Jeep. 


O nome acabou sendo registrado e o pequeno 4x4 militar passou a ser vendido para o público civil, originando uma linha de veículos que depois se tornaria uma marca.

Por isso, a partir de hoje (e nas próximas duas sextas-feiras), começaremos a listar 75 fatos e curiosidades (em três blocos de 25) retiradas da rica história da Jeep. 


Afinal, a marca é responsável por várias primazias, como a criação do segmento de veículos 4x4, invenção do conceito de utilitário-esportivo (SUV) com tração nas quatro rodas, do SUV de luxo, ou ainda a reinvenção da categoria de SUVs compactos, logo com seu primeiro representante no segmento, o Renegade.

1) A pedido do exército dos Estados Unidos, que havia encomendado um novo veículo leve de reconhecimento, o primeiro Jeep foi desenhado e criado para testes em apenas 49 dias pela pequena montadora American Bantam Car Company. 

Com papel fundamental na Segunda Guerra Mundial, onde foi utilizado para inúmeras funções, o veículo definitivo acabou sendo o Willys MB (M de militar e B por ser o segundo projeto), que teve 645 mil unidades produzidas entre 1941 e 1945.

2) Para o General Dwight Eisenhower, “o Jeep, o (avião C-47) Dakota, e o porta-aviões foram as três ferramentas que venceram a Segunda Guerra Mundial”. 

O General George C. Marshall foi ainda mais longe e considerou o Jeep como “a maior contribuição da América à guerra moderna”.

3) Alguns argumentam que o nome Jeep derivou da pronúncia inglesa das letras GP, a sigla para General Purpose (uso geral). 


Mas a teoria mais aceita é que o veículo tomou o nome de um personagem de histórias em quadrinhos chamado “Eugene the Jeep”, da turma do Popeye. Criado em 1936, ele podia fazer qualquer coisa e ir para qualquer lugar.

4) Em 1937, o protótipo de um avião bombardeiro YB 17 havia sido apelidado de "Jeep" por sua boa performance, numa das primeiras citações militares da palavra.

5) O termo Jeep foi relacionado ao veículo pela primeira vez publicamente por Katherine Hillyer no jornal Washington Daily News, em 16 de Março de 1941, quando relatou que ao final de uma demonstração à imprensa, alguém perguntou ao piloto de teste da Willys Irvin Hausmann como ele chamava aquele veículo e ele respondeu: "It's a Jeep!”

6) O nome “Jeep” foi convertido em um acrônimo por soldados americanos na Coreia. 

Eles brincaram com a simplicidade do carro, dizendo que significava: “Just Enough Essential Parts” (numa tradução livre, “o mínimo de peças essenciais”).

7) Após a guerra, milhares de Jeep's foram deixados para trás em diferentes países do mundo. Isso contribuiu para que a marca ganhasse presença global instantaneamente.

8) Com pouquíssimas modificações, a Willys transformou o MB no CJ-2A, lançando ainda em 1945 o primeiro veículo liberado pelo Exército dos EUA para produção civil. A sigla CJ significa “Civilian Jeep”.

9) O maior símbolo da marca Jeep, sua grade frontal com sete aberturas verticais, surgiu em 1945 com o CJ-2A, o primeiro modelo civil. 

O modelo militar MB tinha nove fendas frontais. O motivo da mudança foi o tamanho dos faróis, que ficaram maiores e, para isso, foi preciso diminuir a grade dos carros.

10) A banda de rodagem dos pneus do Jeep MB foi feita de forma simétrica, para que quem olhasse o rastro deixado não soubesse para qual direção o carro estava seguindo - uma herança do berço militar. Porém, a característica foi repassada para o CJ-2A.

11) Logo após se tornar um carro civil, o Jeep foi muito usado por fazendeiros em virtude de sua versatilidade e durabilidade.

12) O veículo também era conhecido como AgriJeep, pois com a utilização da tomada de força (power take-off) era possível, por exemplo, compartilhar o movimento do sistema de transmissão a um implemento agrícola.

13) Ainda na década de 1940, a concessionária Gastal, do Rio de Janeiro, começou a importar os primeiros CJ-3A para o Brasil.

14) A família Jeep ganhou em 1947 a primeira picape, que teve produção brasileira entre 1961 e 1982. 

Outras caminhonetes viriam posteriormente, como a FC (de Forward Control, por conta da cabine sobre o eixo dianteiro), de 1957 a 1965, e a Gladiator, com duas fases no período de 1963 a 1987.

15) Baseado no CJ-3A, o MC, mais conhecido pela sigla militar M38, foi o primeiro Jeep “fardado” depois da Segunda Guerra Mundial. 

Fabricado entre 1950 e 1952 para as Forças Armadas do EUA, tinha suspensões e chassi reforçados, sistema elétrico de 24 volts, entre outras alterações.

16) O modelo CJ-3A foi atualizado para o CJ-3B, o Universal. A carroceria recebeu capô e grade dianteira mais altos, por causa do novo motor; maior e mais forte. Por esse motivo, aqui no Brasil o carro recebeu o apelido de “Cara de Cavalo”.

17) Logo após a Segunda Guerra Mundial, era difícil produzir novas estamparias. Por isso o Willys Wagon, surgido em 1946, foi desenhado para que as chapas da carroceria pudessem ser feitas por fornecedores de estamparias de geladeiras. 

O tamanho das estampas e a quantidade de curvaturas e de profundidade foram limitados. Além disso, o painel das portas era oco.

18) O Willys Wagon foi o primeiro SUV 4x4 da história, e o primeiro SUV com a carroceria feita inteiramente de aço, em 1949.


19) Em 1952, surgiu outro modelo militar, o M-38A1 (ou MD), cujo design seria empregado pouco tempo depois no Jeep civil, na geração CJ-5.

20) O CJ-5 se tornaria extremamente popular em todo o planeta, com mais de 600 mil unidades entre as décadas de 1950 e 1980, sendo produzido em vários países, incluindo o Brasil.

21) Em 1953, Mark A. Smith organizou o primeiro passeio para donos de modelos da Jeep pela antiga trilha Rubicon, nas Montanhas Rochosas do norte da Califórnia. 

Foi o embrião da Jeep Jamboree, uma empresa que realiza passeios pelas principais trilhas off-road dos Estados Unidos e se tornou uma instituição do turismo de aventura.

22) Em 1954, o Jeep CJ-3B começou a ser montado pela Willys-Overland do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP).

23) A capacidade multiuso do Jeep era tamanha que a Willys criou nos EUA, em 1955, o DJ (de Dispatcher Jeep), apenas com tração traseira e destinado a uso profissional, como serviços de entregas e correios.

24) A Willys Wagon, aqui chamada de Perua Jeep, que originaria a Rural, começou a ser montada no Brasil em 1956, com o design do modelo americano.


25) Em 1956, a cantora Inezita Barroso fez uma grande expedição com um Jeep cedido pela Willys-Overland do Brasil. De São Paulo até à Bahia, foi recolhendo material para um trabalho etnográfico. 

O objetivo final era fazer um filme contando a história de Jovita, a cearense que se vestiu de homem para lutar na Guerra do Paraguai, porém a película não chegou a ser realizada.

MUSEU DO AUTOMÓVEL DE CANELA INICIA MOSTRA DE ACERVO FAMOSO DOS IRMÃOS ROGÉRIO E RÓBERSON AZAMBUJA. ESPELHOS RETROVISORES SERÁ COISA DO PASSADO? SERÃO SUBSTITUÍDOS POR CÂMERAS, MAS ISSO VAI DEMORAR UM POUCO AINDA. FERRARI DIVULGA AS IMAGENS DA VERSÃO CONVERSÍVEL DO APERTA QUE CUSTA A MÓDICA QUANTIA DE US$ 3,7 MILHÕES (EM TORNO DE R$ 15 MILHÕES). MERCEDES CRIA CENTRO DE VANS E PICAPES NA ARGENTINA


Coluna Nº 2.916 - 14 Julho de 2016
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Automóvel: Canela, RS, ganha 
o Museu dos Azambuja 

Conhecidos pela melhor coleção de automóveis nacionais, os irmãos Rogério e Róberson Azambuja, empresário e advogado, tomaram coragem e instalaram o Museu do Automóvel no limite entre as turísticas Gramado e Canela. 

Noticiou a Coluna em 1º de outubro de 2014, adquiriram o fechado Museu do Automóvel, Arte e Cultura, do também gaúcho Carlos Eduardo Warlich, ampliaram o espaço museal a 1.700 m2 para exposição. 

Proposta é exibir acervo próprio, alternando com estoque mantido em Passo Fundo no Museu do Transporte Nacional; fomentar o interesse e o turismo antigomobilístico; incrementando a realização de eventos com clubes de marca. 

O de Simca – www.simca.com.br -, por exemplo, antecedendo a inauguração, intenta fazer, próximo ano, seu III Encontro Nacional, junto com o novo Museu. 

Vizinha Gramado tem a mais movimentada exposição de veículos antigos, pelo Hollywood Dreams, exposição majoritária em Cadillacs e conversíveis, além de motocicletas Harley-Davidson, atraindo cerca de 1.000 visitantes diários.


O foco dos Azambuja é efetivamente de história e cultura fomentados pelo museu. Seus iniciais 40 veículos são expostos em alas temáticas, alguns em Dioramas – entorno localizando o veículo em cenário de época, ou reproduzindo foto de época. 

O IBAP Democrata – um dos dois exemplares remanescentes dentre quatro produzidos – está à frente de grande reprodução de foto tomada na praia de Copacabana. 

Na primeira exposição, a partir de 15 de julho, muitas marcas representando dos anos ’20 aos ‘80: Clássico Marmon, Cadillac, Chevrolets Chevelle e Corvette, Buick, Pontiac, Rolls-Royce, Ferrari, e nacionais Puma, Simca, Brasinca 4200GT, Karmann-Ghia, citado Democrata e quase tão raro Lafer LL. 

Há memorabilia exposta, bombas antigas de gasolina, projeção de filmes, mais de 600 miniaturas, além de espaço infantil e loja de souvenirs

Se as prefeituras de Gramado, Canela e São Francisco do Sul se entrosarem poderão fomentar turismo específico pela exposição em Gramado, o novo Museu em Canela, e pelo Museu em São Francisco de Paula – a 70 km. 

Museu do Automóvel em Canela, RS. Atração e enzima temática 


Espelhos retrovisores, coisa do passado?
O órgão japonês de trânsito autorizou, a partir de 2017, licenciamento e circulação de veículos sem espelhos retrovisores internos e externos. 

Decisão se baseia na efetividade de resultados do desenvolvimento de tecnologia, e na segurança operacional de câmeras e monitores de TV. 

Apesar de ser requerimento antigo dos designers – afinal os espelhos são obstáculos à livre circulação do ar, aumentando consumo e emissões -, o argumento de maior peso foi incremento em segurança: a eliminação dos pontos cegos. 

Outro, a eliminação da influência das situações de claro e escuro variando de acordo com a iluminação do dia. 

Sistemas experimentais haviam sido tentados, o incremento das câmeras de ré e laterais deram a base tecnológica, e a busca mundial pela redução de consumo e emissões auxiliaram na decisão, a espraiar-se mundialmente. A tecnologia já existe.

Não é moda, mas tendência, e fabricantes de equipamentos eletrônicos e de automóveis disputam tecnologias e prazos para aplicação. 

Primeira variação, em caminhões, câmeras iriam num mastro. Telas grandes, aplicadas próximas ao volante – ou como no caso de Mercedes e Audi, onde se aplicam os instrumentos virtuais. 

Após décadas, saem espelhos retrovisores, entram câmeras 


Roda-a-Roda 

Aperta (aberta), La Ferrari conversível 



Marketing – Reveladas primeiras imagens da Aperta, versão conversível La Ferrari. Produção limitada, preço elevado, grande lucro unitário. 

Não é ferramenta de deslocamento, apenas marketing sobre rodas. Mecânica idêntica ao GT: V12, 800 cv, mais motor elétrico de 163 cv. Quantidade não revelada; pré-vendida a colecionadores; US$ 3,7 milhões – o mais caro dos Ferraris. 

P’ra Que? – Brabus, preparadora alemã de veículos Mercedes-Benz tem nova versão, o utilitário esportivo GLE 63 Brabus 850. 

Evolução sobre o anterior pico de desenvolvimento, com 700 cv, 960 Nm de torque, atinge 300 km/h. 

...?, 2 – Ao 700 agregaram-se elementos de decoração em fibra de carbono e rodas em aro 23”. 

850 cv é a potência, 1.450 Nm de torque, indo aos 100 km/h em 3,8 s – tempo para esportivos sérios. 

Tivesse etiqueta de preços, Stille, representante, marcaria R$ 2,7 milhões. Dúvida irrefreável, quem dispõe de tanta capacidade econômica, terá competência proporcional para conduzir? 

Brabus GLE 850, camionete com ânimo de esportivo 


Vizinhos – Maurício Macri, presidente da Argentina, foi à Alemanha fomentar parcerias com Volkswagen e Mercedes. 

Pré-anunciou novo produto VW – desmentido pela administração continental através da Coluna. 

Terá investimentos para revisão de linhas no picape Amarok; versão com motor diesel V6; e reformulação do Suran, o SpaceFox. 

Sem dúvida – Coluna antecipou produção de picape Mercedes-Benz GLT compartindo chassis e parte rolante com Nissan e Renault, em Córdoba, na antiga e pioneira fábrica da IKA e seus Jeeps, picapes e Rurais, depois comprada pela Renault, agora com espaço cedido à sócia operação Nissan. 

Teorias – Órgãos da imprensa nacional indicaram produção do picape Mercedes na Espanha e exportação ao Brasil, maior comprador sul americano. 

Tese desacorçoada por perda de competitividade. Em 2018, e motor próprio. 

Evolução – Renaults Duster e o picape Oroch aditivados em versão 2017: equipamento regenerador de energia para aumentar a economia do motor 2,0 em mais de 11%, e transmissão automática de quatro velocidades. 

Insólito – FAC, Fiat Chrysler Automobiles, mandou mensagem ao mundo: precisa da ajuda de Hackers. 

Depois de ver a condução de um Cherokee assumida via note book, chegou a vez de furtos de Jeeps pelo mesmo sistema. 

Pagará de US$ 150 a 1.500 por indicação de vulnerabilidade de seus sistemas.

Saída – Toyota já envia o Etios ao Peru, após Argentina, Paraguai e Uruguai. Quer compensar queda do mercado interno. 

Ocasião – Quem deseja trocar de veículo, vento a favor. Para limpar pátios ante reduzir estoque, chegada dos modelos 2017, ou fazer recursos, revendas, fábricas e importadores oferecem descontos sensíveis sobre preços sugeridos. 

Cautela - Confira ano de produção dos veículos – alguns ainda são 2015, flexibilizando negócios. Se você vai colocar usado no negócio, veja quem o aceita pela tabela Fipe. 

Pesquise – Quase todas as marcas em promoção. Maior agressividade, Ford com sensíveis descontos; Subaru idem para modelos do ano passado; na Mitsubishi sedã Lancer 2.0, 2016, a atrativos R$ 70 mil. 

Utilidade – Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, mostra face social: campanha para enfatizar segurança veicular. Julho, mês das férias, foca nas crianças para educar os pais a não utilizar o celular ao dirigir e a importância do uso dos cintos de segurança no banco traseiro. 

Público – Em postos de combustível nas estradas paulistas, com profissionais caracterizados como patrulheiros, convidam as crianças a assistir vídeo educativo e ganhar um kit de Patrulheiro Mirim, incluindo talão de multas. 

Varejo – Grupo PSA – Peugeot-Citroën, em recuperação econômica, entrará no mercado de Pós Vendas Multi Marcas, fornecendo peças, 9.000 itens para diversas marcas. Oficinas em 13 países, 1milhão de clientes. 

Quase – ZF de caixas de marchas fará no Brasil mecanismo automatizador para transmissão manual Ecomid nove marchas. 

Atende à crescente demanda por transmissões automáticas a menor custo e facilidade de manutenção. 

Invenção – Engenheiros da Cummins Brasil, fábrica de motores diesel, criaram sala de testes de polias. Reduz tempo de avaliação de 12 peças / 50 dias para 16 peças / 25 dias. 

Atração – Ferrari 365 GT 2+2, carroceria Pininfarina, primeiro civilizado para público extra corridas, atração no leilão Russo and Steele, nas festas da semana santa antigomobilística, os eventos de Pebble Beach, Califórnia,18 a 20 agosto. 

Quase – Atração adicional ao automóvel contendo direção hidráulica, suspensão auto ajustável, motor V 12, 4,4 litros, 320 cv, três carburadores duplos Weber, é proximidade com o agente 007: foi de Albert Broccoli, diretor da franquia, e apesar da direção à esquerda, tem licença inglesa, ARB 007. 

Retífica RN – Coluna passada falou da exportação dos BMW X1 catarinense aos EUA. Digitação errada: 10 mil unidades. 

Registro – 11 de julho marcou 20 anos do fim da produção do VW sedan, ou Fusca. Renascido para se integrar ao plano do então presidente Itamar Franco em criar carros baratos para fomentar mercado, teve períodos distintos no país. 

Como foi – Montagem de 1950 a 1956 pela Brasmotor, então representante exclusiva; 1953 a 1958 pela Volkswagen em modestas instalações no bairro do Ipiranga; 1959 a 1986 pela VW na fábrica de São Bernardo; 1993 a 1996, VW, nas antigas instalações da Vemag, no Ipiranga. No total, crê-se em 3,3 milhões de unidades nos três endereços e nas três séries. 

Gente – Marcos De Bari, 53, fotógrafo de automóveis da revista 4 Rodas, passou.

OOOO Queda do equipamento de iluminação no estúdio onde fazia fotos. 
OOOO Marcio Stefani, jornalista, adequação. 

OOOO Novo editor de AutoData, com a saída dos outros sócios fundadores, seu irmão S. Stéfani e Vicente Alessi. 

OOOO José Roberto Generoso, academicamente preparado, novo secretário de Transporte e Mobilidade Urbana, Ministério das Cidades. 

OOOO Domingos Boragina, diretor comercial da Peugeot, mudança. 

OOOO Diretor de Desenvolvimento de Rede da PSA. Tem experiência. Fazia isto na rede Citroën. Trabalho duplo. 

OOOO Depurar rede e atrair interessados é o desafio do cenário. 

OOOO Frederico Bataglia, diretor de marketing na Peugeot, novo titular comercial da marca. OOOO


Mercedes fará centro de 
vans e picapes na Argentina
Fábrica alemã informou a Maurício Macri, presidente da Argentina, grandes planos para operar nesse país o Centro de Competência Regional, 9º em atividade no mundo e primeiro na América do Sul. 

Considera a capacidade do mercado continental, e quer fazer desenvolvimento, produção e distribuição. 

Mercedes já produziu na Argentina mais de 280 mil Sprinter; desde julho de 2015 iniciou fazer o versátil Vito; e Volker Mornhinweg, presidente da Mercedes-Benz Vans informou, em 2018, a operação incluirá picape da marca. 

Operação será liderada por Roland Zey, executivo, ex-diretor de vendas, implantador da operação Sprinter na Argentina, depois presidente da Mercedes local. 

Transferido à Alemanha para planificar e desenvolver o negócio de vans, retorna à Argentina como diretor-gerente do Centro, e missão específica de superintender desenvolvimento, ampliar mercados e garantir serviços de pós venda para América do Sul, Latina, Caribe, reportando-se diretamente à divisão na Alemanha. Joachin Maier continua presidente e encarregado de caminhões e ônibus. 

A operação Mercedes na Argentina foi a primeira da empresa fora do país de origem, e sua ligação com o país é densa, incluindo a presidência ter sido exercida pelo ídolo Juan Manuel Fangio, penta campeão mundial, e manter-se como principal patrocinadora do Museu montado pelo automobilista em Balcarce, sua terra natal. 

Macri (e) e Volker Mornhinweg, presidente da MB Vans 

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edita@rnasser.com.br

quinta-feira, 14 de julho de 2016

SENHOR DO BONFIM GANHA UMA CONCESSIONÁRIA DA RENAULT. A LA FRANCE VEÍCULOS É A 12ª REVENDA DA MARCA FRANCESA NA BAHIA, DAS CERCA DE 300 ESPALHADAS POR TODO O BRASIL


Renault abre as portas de sua mais nova concessionária. A La France Veículos será a primeira casa da marca em Senhor do Bonfim, na Bahia. 

Com a inauguração, a Renault passa a contar com um total de 298 concessionárias no Brasil, com cobertura de 85% do território nacional. A La France passa a ser a 12ª concessionária da marca no Estado da Bahia.

“Para a Renault, inaugurar uma concessionária em um ano de tantos desafios como 2016 é ainda mais representativo. 
A Renault tem conseguido crescer em participação de mercado no País. O atendimento ao cliente, feito nas concessionárias, é um dos pilares da nossa atuação no Brasil e desse crescimento”, afirma Gustavo Schmidt, vice-presidente Comercial da Renault do Brasil.


A Renault La France tem área de 1.060 metros quadrados, 320 deles dedicados ao show-room de veículos novos. 

O local conta ainda com oito boxes para reparos. Na área de pós-venda, a concessionária tem como objetivo principal oferecer agilidade e qualidade na realização dos serviços, como revisões periódicas programadas, reparos e instalação de acessórios originais, que serão executados por profissionais treinados pela Renault do Brasil.

Administração

A Renault La France será administrada por Hélcio Cardoso de Matos Sobrinho e Hélio Cardoso de Matos Filho, gestores de um grupo familiar que possui experiência no mercado de automóveis há quase 25 anos. 

Os administradores já contam com lojas de outras marcas em Senhor do Bonfim e outras cidades da Bahia. 

Atualmente, esses locais empregam 105 pessoas. A La France cria em Senhor de Bonfim 11 novos pontos de trabalhos diretos .

A La France funciona das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira, e das 8h às 13h, aos sábados.


VEJA OS CARROS MAIS VENDIDOS NO 1º SEMESTRE DE ACORDO COM OS DADOS DO RENAVAM. ESSES DADOS SÃO IMPORTANTES COMO TERMÔMETRO PARA QUEM DESEJA ADQUIRIR UM CARRO E LEVA EM CONTA OS MAIS VENDIDOS DE CADA MODELO. JÁ A ANFAVEA DIVULGADA NÚMEROS QUE REVELAM UM EQUILÍBRIO DAS VENDAS DE COMERCIAIS LEVE E PESADOS


Alta Roda 

Nº 897 — 14/7/16

Fernando Calmon


LÍDERES DO SEMESTRE


As estreias de novos produtos levaram ao aumento da competição nas vendas do primeiro semestre.

Onix manteve a liderança absoluta (mesmo sem a ajuda do Prisma). Corolla ampliou sua vantagem, pelo menos enquanto os novos Cruze e Civic não começarem a chegar às lojas no segundo semestre. 

Briga entre os SUVs compactos continua acirrada, mas o HR-V defendeu bem a posição.

Embora o mercado tenha caído 25% em relação a 2015, na amostragem dessa estatística, alguns segmentos sofreram mais. Crossovers, médios-grandes e stations são exemplos.

Já a chegada da Fiat Toro (que carrega até uma tonelada) sacudiu as picapes médias. Além de desafiar a nova líder Hilux, ajudou a manter as vendas do segmento estáveis. 

Já os SUVs pequenos tiveram aumento explosivo de vendas de 37% em razão de HR-V e Renegade.

Entre os SUVs médios-grandes e grandes houve revisão de enquadramento em razão de novo critério para distâncias entre-eixos (2,80 m é referência de corte, no caso). Os demais segmentos permanecem sem alteração.

A classificação da Coluna soma hatches e sedãs da mesma família, independentemente do nome do modelo. 

Sedãs com entre-eixos de significativa diferença classificam-se à parte (Grand Siena, Logan, Etios e outros). 

A base é a do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). São citados apenas os modelos mais representativos e pela importância do segmento. 

Dados compilados por Paulo Garbossa, da consultoria ADK.

Compacto
Onix/Prisma, 18%; 
HB20 hatch/sedã, 15%; 
Ka hatch/sedã, 8,3%; 
Gol/Voyage, 8,2%; 
Palio/Fire/Siena, 6%; 
Fox, 5%; 
Sandero, 4,9%; 
up!, 3,7%; 
Uno, 3,4%; 
Etios hatch, 3%; 
Grand Siena, 2,8%; 
Etios sedã, 2,5%; 
Cobalt, 2%; 
Logan, 1,8%;
Versa, 1,7%; 
Fiesta hatch/sedã, 1,68%; 
March, 1,65%; 
City, 1,55%; 
Classic, 1,54%; 
Clio, 1,51%; 
Mobi, 1,2%; 
C3/DS3, 1,1%. 
Dupla Onix/Prisma aumenta participação.

Médio-compacto
Corolla, 40%; 
Civic, 11%; 
Golf/Jetta, 9%; 
Cruze hatch/sedã, 7%; 
Focus hatch/sedã, 6%; 
Sentra, 5%; 
Fluence, 3,2%; 
A3 hatch/sedã, 3,1%; 
C4 Lounge, 2,8%. 
Corolla continua a acelerar.

Médio-grande 
BMW Séries 3/4, 27%; 
Fusion, 26%; 
Mercedes Classe C, 24%. 
Líder por muito pouco.

Grande
Mercedes Classe E/CLS, 37%; 
BMW Série 5/6, 25%; 
Jaguar XF, 15%. 
Mercedes volta a liderar.

Topo
Mercedes Classe S, 54%; 
Chrysler 300C, 15%;
BMW Série 7, 11%. 
Classe S reforça posição.

Esporte
Boxster/Cayman, 26%;
911, 23%; 
BMW Z4, 17%. 
Porsches dominam.

Station 
Weekend, 61%; 
SpaceFox, 24%; 
Golf Variant, 10%. 
Weekend ainda mais à frente.

SUV compacto
HR-V, 32%; 
Renegade, 27%; 
EcoSport, 13%. 
HR-V defende bem sua posição.

SUV médio-compacto
ix35/Tucson, 44%; 
Outlander, 10%; 
Sportage, 7%. 
Liderança folgada.

SUV médio-grande
SW4, 50%; 
Pajero Full/Dakar, 14%; 
XC60, 10%. 
Sem ameaça ao líder.

SUV grande
Trailblazer, 17%; 
BMW X5/X6, 15%; 
Range Rover Sport/Vogue, 14%. 
Boa briga.

Monovolume pequeno
Fit, 46%; 
Spin, 34%; 
C3 Aircross, 12%. 
Fit não perde.

Crossover
ASX, 54%; 
Range Rover Evoque, 24%; 
Free: mont/Journey, 19%. 
Liderança inconteste. 

Picape pequena
Strada, 49%; 
Saveiro, 32%; 
Oroch, 11%. 
Strada se eterniza.

Picape média
Hilux, 27%; 
Toro, 25%; 
S10, 17%. 
Líder sob forte ameaça.



RODA VIVA



BALANÇO semestral de 2016 das vendas de automóveis e veículos comerciais leves e pesados, feito pela Anfavea, indica que a queda acentuada começa a amenizar. 

No conjunto da indústria o recuo chegou a 25% em relação ao mesmo período de 2015. 

Até o final de 2016, a entidade espera que se limite a 19% menos sobre o ano passado ou 2 milhões de unidades. Estoques baixaram de 41 para 39 dias (junho sobre maio).

COMO
parte das comemorações dos 40 anos de inauguração de sua fábrica no Brasil, a Fiat anuncia o projeto Futuro das Cidades.

A ideia é aprofundar os estudos sobre economia colaborativa, descobrir problemas que ainda possam vir e pesquisar soluções de mobilidade para as cidades brasileiras. Lançará, brevemente, uma plataforma aberta que aceitará sugestões de qualquer fonte.

TOYOTA decidiu impulsionar no Brasil a Lexus, sua marca de luxo. Aposta inicial é no RX 350, um SUV médio-grande que aproveita a mesma arquitetura do Camry. 

O estilo é audacioso, principalmente a grade dianteira em formato de carretel. Destacam-se conforto de marcha, sistema 4x4 moderno, acabamento de primeira qualidade e central multimídia de 12,3 pol. 

Preços: R$ 337.350 a 352.950. A marca acredita que terá mais espaço agora para crescer.

TROCAR o motor seis cilindros aspirado por um de quatro cilindros turbo, mantendo configuração boxer, tornou o Porsche Boxster e sua versão S um roadster ainda mais instigante para guiar. 

Além de menor peso, houve ganho de potência e torque (versão S, agora, com 350 cv e robustos 42,8 kgfm), melhora no desempenho e diminuição de consumo de combustível. Rodas traseiras têm até 10 pol. de largura. Preços entre R$ 368.000 e 466.000.

CORREÇÃO: motor Ford 1 L EcoBoost é importado de Craiova, na Romênia e não de Cracóvia, na Polônia.


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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


PEUGEOT DO BRASIL ANUNCIA NOVO DIRETOR COMERCIAL, É O BRASILEIRO FREDERICO BATTAGLIA QUE POSSUI LARGA EXPERIÊNCIA, INCLUSIVE INTERNACIONAL




O executivo de 40 anos, que ingressou na filial brasileira em 2011, atuava até então no Marketing da marca, sendo responsável por nortear todas as ações e campanhas durante esse período. 

A partir de agora ele tem a missão de fortalecer as vendas e manter a marca no caminho do crescimento.

“A Peugeot conta hoje com uma gama rica, atual e totalmente em linha com o mercado europeu, a mais moderna de nossa história. 

Sinto muito orgulho por fazer parte deste time e assumo o novo desafio com garra e prazer, em especial nessa fase de reposicionamento de nossos produtos e transformação da rede de concessionárias”, afirma Battaglia.

Ele substitui Domingos Boragina, que comandou o departamento por cerca de um ano – após 15 anos atuando na Citroën - e ocupa agora a função de Diretor de Desenvolvimento de Rede do Grupo PSA Peugeot Citroën.

Breve histórico
Frederico Battaglia nasceu no dia 25 de setembro de 1975, em São Paulo. Graduado em Engenharia Mecânica pela Escola Politécnica da USP – Universidade de São Paulo, em 1998, e Pós-Graduado em Marketing pela Universidade de Torino, na Itália, o executivo iniciou sua carreira na Metalplan, onde atuou na área de Planejamento Estratégico.

Em maio de 2000, ingressou no Grupo Fiat, passando pelas marcas Iveco, CNH e Alfa Romeo, nas quais exerceu funções distintas nos mercados da Itália e Inglaterra. 

Em 2007, passou a ser responsável pelo Marketing da marca Fiat em Portugal, onde esteve até sua vinda para a Peugeot do Brasil, em agosto de 2011.

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