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quinta-feira, 21 de julho de 2016

SEGURO, VELOZ, CONFORTÁVEL, ESPAÇOSO E GOSTOSO DE DIRIGIR. ISTO É O QUE POSSO DIZER DO CITROËN AIRCROSS TESTADO PARA OS LEITORES DO BLOG. SEU MOTOR DE 122 CV SE DESENVENCILHA MUITO BEM NA ESTRADA E NA CIDADE, ONDE O SUV FRANCO-BRASILEIRO, DE IDENTIDADE FLUMINENSE, SE MOSTRA BEM ADEQUADO. UM DOS PONTOS ALTOS DESTE CARRO É A BOA VISIBILIDADE NA DIREÇÃO, SEJA PELA EXCELENTE ALTURA DO BANCO DO MOTORISTA, OU PELOS VIDROS LATERAIS COLADOS NO PARA-BRISA À MODA XSARA PICASSO.



Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Poder oferecer aos leitores do Blog informações e as impressões sobre o Citroën Aircross 1.6 de câmbio manual é algo prazeroso. O carro tem uma dirigibilidade muito agradável. 



O banco do motorista, é confortável, fica bem alto, a direção, elétrica, é bem leve, e o volante tem a espessura certa para uma pegada firme. Os instrumentos do painel, com ponteiros e números brancos são de fácil leitura.


O desempenho do Aircross, graças ao motor transversal, de quatro cilindros, de 1.587 cm3, 16 válvulas, duplo comando, flex, com 122 cv, com etanol - gasolina cai para 115 cv - se comporta muito bem na estrada e na cidade aproveitando bem o torque 16,3 kffm - 15,5 kgfm, com gasolina -, oferecendo arranques rápidos, com a transmissão de cinco velocidades (a automática, tem quatro marchas).


Este Citroën, com cara de SUV, e cujo painel, embora mais curto, nos remete ao excelente Xsara Picasso, até nos utilíssimos vidros laterais dianteiros colados no para-brisas, asseguram uma visibilidade nas manobras extraordinária.


Na minha opinião, o carro tem um bom espaço interno - entre-eixos de 2,54m -, inclusive na altura e na traseira, acomoda três pessoas, mesmo as mais altas, mas bem confortáveis duas. 


Neste banco senti a falta do encosto de cabeça para o passageiro do meio.


A estabilidade do Aircross é confiável, garantindo curvas seguras, o que deve à suspensão independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, mas nas ruas e estradas de piso irregular a suspensão torna-se um pouco ruidosa


Este, aliás, é o único reparo que faço a este SUV da Citroën, que tem um porta-malas de 403 litros capacidade que chega aos 1.500 litros, com os bancos traseiros rebatidos.



O ar condicionado, com saídas no meio e nas extremidades do painel central do carro (embora quadradas, lembram o desenho das turbinas de avião) e direcionadores totalmente móveis evitando que o ar vá direto para a cara dos ocupantes dos bancos da frente, é manual, na versão testada, e gela com eficiência o habitáculo.


Na versão testada, a tela de sete polegadas, no painel vem preparada para receber central multimídia com tela touch screen e sensor de estacionamento traseiro. 


Por trás do volante, um controle remoto fixo permite a troca de estações do rádio e escolha dos itens do menu.


O Aircross, que é fabricado em Porto Real, no interior sul do Estado do Rio de Janeiro, trás rodas de 16" e grafismo lateral com a nova tipologia AIRCROSS, além de barras no teto e na traseira lanternas com máscara negra e para-choque atualizado com novas luzes de neblina e o pneu foi recolhido ao porta-malas, abaixo do assoalho.




quarta-feira, 20 de julho de 2016

CONCESSIONÁRIAS VOLARE PROMOVEM TEST-DRIVE DO NOVO VOLARE CINCO PARA CLIENTES CONHECEREM AS DIFERENÇAS COM OS PRODUTOS DA CONCORRÊNCIA. PARA REALIZAR O TESTE É SÓ SE DIRIGIR A UMA LOJA DA VOLARE

Foto: Ronaldo Santos

Caxias do Sul (RS), 20 de julho de 2016
– As concessionárias da Volare em todo o Brasil iniciaram um programa de test-drive para os clientes em potencial para divulgar os diferenciais e vantagens do novo modelo Volare Cinco. 

Para participar, os interessados devem procurar as concessionárias da marca em suas cidades e agendar para dirigir e conhecer melhor as características do veículo.

Os veículos de test-drive estão sendo entregues em todas as concessionárias e, neste momento, estão à disposição na Marco Veículos, Sobral (CE), Shopbus, Goiânia (GO), Metrobus, Porto Alegre (RS), Sulpremium, Lajeado (RS), Agritech, Caxias do Sul (RS), Ricci, Passo Fundo (RS) e Sobre Eixo, Pelotas (RS).

O Volare Cinco tem nova
 concepção, destacando-se o desenho, a estrutura e, o mais importante, a definição e a configuração do espaço interno. 

E, por isso, oferece o nível desejado de ergonomia, conforto, segurança e eficiência para o motorista e para os próprios passageiros.

O veículo reúne as principais características e vantagens de uma van, como agilidade, dirigibilidade, manobrabilidade, baixos consumo de combustível e custo de aquisição, com os atributos de um ônibus pequeno (quantidade de lugares, poltronas confortáveis, robustez, durabilidade, custo de manutenção, visibilidade, rede de pós-venda, preço de revenda e imagem da marca).

Por se tratar da concepção de um veículo totalmente novo e que envolveu o projeto integral (carroceria e chassi), a realização do test drive é muito importante para os operadores de transporte, por poderem verificar todos os diferenciais que oferece.

O Volare Cinco tem três diferentes configurações, entre 13 e 20 passageiros, e também incorpora conceitos construtivos de automóveis. 

O veículo possui dimensões reduzidas (comprimento de 6.700 mm, altura externa de 2.740 mm, largura de 2.010 mm, altura interna de 1.930 mm e largura interna de 1.908 mm). 

Com maior espaço interno e configuração diferenciada, oferece muito mais conforto, segurança e espaço.

É equipado com motorização Cummins ISF 2.8, com 150 cv de potência e torque de 360 Nm a 1.500 rpm, transmissão mecânica Eaton FSO 4505 C de cinco marchas e direção hidráulica. 

O modelo possui tração traseira, o que garante melhor resposta em terrenos íngremes ou em aplicações severas. 

O posicionamento do motor na frente possibilita fácil acesso aos componentes mecânicos e rapidez de manutenção preventiva e diária.

Outro importante diferencial do Volare Cinco é o bagageiro. O modelo oferece até 1,57 m3 de espaço para bagagens em um compartimento exclusivo e separado do salão de passageiros, com maior facilidade de acesso.

SERVIÇO DE TÁXI-LOTAÇÃO DE PORTO ALEGRE RECEBE MICRO-ÔNIBUS SENIOR QUE VAI OPERAR NA FROTA DA VIAÇÃO PELICANO


Foto: Ronaldo Santos


A Marcopolo acaba de fornecer um micro-ônibus Senior Urbano para a Viação Pelicano Ltda., que vai operar no serviço de Táxi-Lotação de Porto Alegre.
Este é o primeiro veículo deste modelo fornecido para o sistema seletivo licitado e que permite oferecer transporte diferenciado, com conforto, segurança e total acessibilidade para os passageiros.

Segundo
Paulo Corso, diretor de Operações Comerciais e Marketing da Marcopolo, o novo micro-ônibus Senior Urbano possui configuração diferenciada para oferecer  mais conforto e segurança, com sistema de GPS e controle de velocidade via satélite, poltronas reclináveis, sistema de ar-condicionado, vidros colados e total acessibilidade, como elevador, espaço exclusiva para cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida. 

Com 8,7m de comprimento, o veículo tem capacidade para transportar 21 passageiros em poltronas do tipo Executiva 910, espaço para cadeirante e preparação para gravador de imagem.

terça-feira, 19 de julho de 2016

JEEP® COMEMORA 75º ANIVERSÁRIO COM CONCEITO COMEMORATIVO WRANGLER 75TH SALUTE. DESIGN DO WANGLER APRESENTA A FUNCIONALIDADE E A ROBUSTEZ DO JEEPPIONEIRO, O WILLYS MB, FEITO PARA O COMBATE NA ii GUERRA MUNDIAL. ASSISTA O VÍDEO MOSTRANDO OS PROCESSOS FINAIS DA MONTAGEM DO WRANGLER



Desde 1941, o nome Jeep® tem simbolizado uma família única de veículos que vão a qualquer lugar e fazem qualquer coisa. 

Esses veículos, inicialmente desenvolvidos para uso militar, depois de 1945 foram sendo adaptados para uma ampla variedade de aplicações civis. 

A Jeep está celebrando seu 75º aniversário em 2016, e para destacar a ocasião, o conceito comemorativo Wrangler 75th Salute foi criado como um tributo à trajetória e à tradição militar da marca.

“Criamos o Jeep Wrangler 75th Salute para festejar a história lendária da marca e para demonstrar que, 75 anos mais tarde, o icônico Jeep Wrangler é imediatamente reconhecível e claramente ligado ao original Willys MB”, diz Mike Manley, presidente e CEO mundial da Jeep. 

“Desde que eles foram produzidos pela primeira vez em 1941, os veículos Jeep têm sido a referência mais autêntica para capacidade off-road, tendo conquistado mais terreno, liderado mais aventuras e proporcionado mais liberdade aos motoristas do que qualquer outro veículo”, acrescentou.

O lema “a função define a forma” dos primeiros Jeep militares é evidente neste conceito. 

Interpretação moderna do Willys MB, o Wrangler 75th Salute é baseado em um Wrangler Sport duas-portas, e destaca a funcionalidade rústica e a herança do design do pioneiro, incluindo a ausência das colunas B e das portas. 

A pintura verde-oliva, vista pela primeira vez em veículos militares há 75 anos, está presente por todo o conceito.

Vários itens remetem aos veículos militares originais da Jeep:rodas inteiriças de aço de 16 polegadas, pneus militares de 32 polegadas com banda de rodagem não-direcional (para o rastro não mostrar o sentido de rodagem), travas do capô, estepe na traseira, assentos traseiros de lona, para-choques de aço (o traseiro com ganchos de reboque). 

Outras características incluem os aparadores de madeira no capô (para proteger o para-brisa quando rebatido), os espelhos laterais especiais e o emblema comemorativo nos para-lamas dianteiros.

Ao contrário da maioria dos carros conceituais, produzidos artesanalmente, o Jeep Wrangler 75th Salute foi construído na mesma linha de montagem em Toledo, no estado de Ohio, que tem produzido o Wrangler por décadas. 

Seu conjunto mecânico é formado pelo motor Pentastar V6 de 3,6 litros, de 284 cv, acoplado ao câmbio manual de seis marchas.

Clique aqui e acompanhe os processos finais da montagem do Jeep Wrangler 75th Salute.

AUDI ESTÁ VENDENDO SEUS MODELOS COM DESCONTOS E FACILIDADES NO FINANCIAMENTO.


CHEVROLET INICIA VENDA DO NOVO ONIX, MODELO 2017, EM ALGUMAS SEMANAS. TRAZ ALTERAÇÕES NA CARROCERIA, ESPECIALMENTE, NA FRENTE, E NOS FARÓIS E HÁ ESPERANÇA DE VIR COM UM MOTOR 1.0 TURBINADO DE TRÊS CILINDROS. SERIA ÓTIMO

O Onix 2017 surge com nova frente, mais robusta, oferecendo nova presença ao modelo, mas um pouco diferente do modelo da foto mostrado no começo do ano.
São Caetano do Sul – Em poucas semanas estreia mais uma novidade da Chevrolet no Brasil. 


Depois do Novo Cobalt, da Nova S10, do Novo Trailblazer e do Novo Cruze, vem aí a linha 2017 do modelo mais vendido do País.

Novos faróis e leds de presença, que atendem à exigência de circulação nas estradas com faróis ligados durante o dia.
O produto chega para estabelecer um novo padrão para a categoria, começando pelo seu design, que passará a adotar a atual linguagem global da marca.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

ANAC DECIDIU EXPLORAR MAIS AINDA QUEM VIAJA DE AVIÃO E REAJUSTA EM 9,5¨% AS TAXAS DE EMBARQUE. QUEM EMBARCAR EM GUARULHOS VAO PAGAR QUASE R$ 20 NOS VOOS DOMÉSTICOS E R$ 110,78 PARA VOOS INTERNACIONAIS




A partir de agosto, embarcar nos principais aeroportos internacionais de São Paulo ficará mais caro. 

A taxa de embarque para os terminais de Viracopos e Guarulhos sofrerão reajuste a partir do próximo mês. 

O aumento, previsto nos contratos de concessão, se refere à taxa repassada pelas companhias aos consumidores. 

Porém, ao contrário do que muitos imaginam, essa taxa pode ser ressarcida, caso o consumidor não embarque e não utilize as instalações do aeroporto.

Taxa reajustada de acordo com a inflação
Reajustado de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o aumento teve como base a inflação acumulada no período de 2015 e 2016. 

A medida, adotada gradativamente nos aeroportos privatizados do país, segue os critérios firmados nos contratos de concessão. 

Os novos valores vigentes para o embarque nos terminais de Guarulhos e Viracopos devem afetar milhões de usuários: somente no último ano esses aeroportos receberam mais de 48 milhões de pessoas e estão entre os seis terminais aéreos mais movimentados do Brasil.

Guarulhos, a principal porta de entrada do país, teve sua taxa de embarque reajustada em aproximadamente 9,5% enquanto o aeroporto de Campinas sofreu acréscimo de quase 8%, tanto para voos nacionais quanto internacionais. 


Agora, o passageiro que embarcar em Guarulhos deverá arcar com a taxa de até R$28,63 para destinos domésticos e até R$110,78 para viagens ao exterior. 

Já em Viracopos, o valor corresponde à R$27,67 para viagens nacionais e R$109,05 para internacionais. 

A taxa, variável de acordo com o terminal, pode ser reembolsada quando há desistência ou cancelamento de voo, neste caso, a medida desobriga a cobrança ao passageiro que não embarcar.

O que muda para o passageiro
No último mês, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) enviou um comunicado às companhias aéreas reiterando o direito dos passageiros de terem a taxa de embarque integralmente restituída em caso de desistência do voo. 

Com a medida, a associação pretende facilitar o reembolso propondo facilidades para que essa devolução ocorra, inclusive, estabelecendo um prazo para tal. 

Veja quais foram as mudanças:
Antes: não havia obrigatoriedade de prazo para a restituição e ela poderia ser feita apenas em dinheiro ou, caso a passagem tenha sido comprada em cartão de crédito, de acordo com as determinações da operadora do cartão.
Depois: A partir de agora as companhias são obrigadas a resolver a questão em 30 dias a partir da solicitação do cliente. 

Uma nova modalidade oferecida por essa resolução é, inclusive, a opção de conversão em créditos nos programas de fidelidade das companhias e outras vantagens.

Independente: O direito é válido para os passageiros que compraram bilhetes para voos domésticos e internacionais com origem no Brasil. 

Se a passagem aérea for financiada no cartão de crédito e possui parcelas a vencer, o reembolso obedecerá às regras da administradora do cartão.

É importante ressaltar: a empresa aérea não é obrigada a reembolsar a tarifa caso o passageiro tenha interrompido sua viagem no aeroporto de conexão nos casos onde o voo não é direto, afinal, se refere somente ao usuário que não efetua nenhum embarque; e a taxa não pode compor eventuais multas no momento de cancelamento de voo pelo passageiro. 

Esse valor é pago a fim de remunerar os serviços, instalações e outras facilidades disponibilizadas pelas concessionárias aeroportuárias.

Reembolso pode 
ser 
feito em milhas aéreas
Uma das novas alternativas oferecidas pela resolução do reembolso da taxa de embarque é a conversão dos valores em milhas aéreas aos associados dos programas de fidelidade das companhias. 

As novas regras preveem que para tal procedimento deve haver um acordo entre a prestadora e o cliente fidelizado. 

Na opinião do especialista Francisco Lobo a medida é extremamente benéfica: “A conversão pode ser vantajosa tanto para o passageiro quanto para a companhia aérea” para o diretor da Cash Milhas “em muitos casos, o valor a ser resgatado é relativamente baixo e pode não ser tão interessante ao consumidor quanto a facilidade do acúmulo de milhas, tornar a passagens mais acessível através desse benefício ajuda o consumidor a programar uma nova viagem e beneficia a companhia pois este cliente terá que fazer uso desses pontos em algum momento”.

Vale lembrar que se o direito do usuário não for atendido, ele poderá encaminhar a demanda à ANAC, aos órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário.

Cabe à agência da aviação analisar caso a caso e autuar a companhia, se a irregularidade for comprovada. 

 Abaixo, segue algumas informações sobre como recorrer aos órgãos:
ANAC: telefone 163 (funciona 24 horas por dia 7 dias por semana) e também o canal de comunicação na internet, Fale com a ANAC;
Núcleos Regionais de Aviação Civil (NURAC): localizados nos principais aeroportos do país, também atendem a essas reclamações.

A abertura do procedimento administrativo não prejudica ou impede o passageiro de buscar eventuais indenizações por danos morais ou materiais que ocorreram em consequência do descumprimento do contrato de transporte aéreo perante os órgãos de defesa do consumidor e ao Poder Judiciário, uma vez que a ANAC, como agência reguladora, pode punir apenas de forma administrativa, com aplicação de multas.

domingo, 17 de julho de 2016

DIEGO FAUSTINO LARGA EM ÚLTIMO E VENCE CORRIDA DO SUPERBIKE BRASIL, EM INTERLAGOS

Diego Faustino, piloto da Equipe Honda, viveu todas as emoções possíveis neste domingo (dia 17), em Interlagos. Foto: Bruno Miani/Vipcomm.



Depois de fazer a pole na Superbike Pro, a principal categoria do Superbike Brasil, e de ter um problema mecânico na volta de apresentação que o obrigou a largar dos boxes, na última posição, o paranaense de Londrina, Diego Faustino, da Honda, ultrapassou todos os adversários e na última volta passou Danilo Lewis (BMW), tomando a ponta para receber a bandeira quadriculada. Em terceiro, ficou José Luiz Cachorrão, também da Honda.

Faustino comemorou muito a primeira vitória da temporada no Superbike. “Foi com muita emoção. Quando eu fui largar, soltou o parafuso da pedaleira da minha moto e uma outra equipe me ajudou a voltar. Dei três voltas e ocorreu a bandeira vermelha (a prova foi interrompida após acidente). Larguei em último de novo e consegui a vitória. Só tenho de agradecer toda a Equipe Honda e a todos que me apoiaram”, afirmou o piloto, que na etapa anterior estava e primeiro lugar e, nos metros finais da corrida, foi atingido por um adversário.

José Luiz Cachorrão também comemorou muito a ida ao pódio. “Foi uma corrida muito emocionante, cheia de adrenalina. Tenho de dar os parabéns ao Diego Faustino. Este é o esporte que eu gosto e que quero levar aos quatro cantos do País”, declarou Cachorrão.

Maico Teixeira, que também integra a Equipe Honda, se envolveu em acidente na terceira volta da corrida. O piloto foi socorrido pela equipe médica e não largou para o complemento da prova.



Diego Faustino (Honda), no alto do pódium,  no 2º lugar Danilo Lewis (BMW) e no 3º José Luiz Cachorrão (Honda)

Demais categorias


Honda Júnior Cup
Lincoln Melo foi o vencedor da Honda Junior Cup. Ele duelou com Felipe Macan (segundo) até a bandeirada final, quando os dois pilotos cruzaram a linha praticamente juntos. 

Léo Marin foi o terceiro, Mário Salles chegou em quarto e Lucas Alvarenga completou o pódio. “Foi uma corrida muito disputada, duelei com o Macan a prova inteira e consegui passá-lo no final da prova”, resumiu o piloto.

O paranaense Léo Manella, que fez a pole, caiu ainda na primeira volta, e terminou a corrida em 11º lugar.

600cc SuperSport
Eric Granado, piloto da GST (Granado Sport Team), foi o vencedor da categoria 600cc Supersport Pro. 

Em segundo, chegou Maximiliano Gerardo, com Lucas Bittencourt em terceiro, Matheus Oliveira na quarta colocação e Pedro Sampaio em quinto. 

“Foi uma etapa extremamente difícil, principalmente pelas constantes mudanças climáticas, o que dificulta muito o acerto. Achei que teria a moto mais na mão, mas consegui me recuperar durante a prova. Gostaria de agradecer muito o trabalho da minha equipe”, afirmou Granado.

Na Pró-Amador, Márcio Ferreira Bortolini, também da GST (Granado Sport Team), foi o ganhador.

Honda CBR 500R
Disputa intensa por posições marcou a prova da Copa Honda CBR 500R. Guilherme Brito, da Team Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, foi o vencedor. 

Em segundo lugar, chegou Davi Gomide. Leonardo Tamburro, da Honda Motoschool de Talentos, foi o terceiro, com Arthur Costa em quarto e José Duarte, da Team Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, em quinto.

SuperStreet
Os irmãos Meikon e Eliton Kawakami, respectivamente, conquistaram as duas primeiras colocações da SuperStreet. Diogo Moreira, do Team Estrella Galicia 0,0 by Alex Barros, terminou em terceiro lugar.

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ADRIANO RABELO, DA CORDOVA MOTORSPORTS VENCE A QUINTA ETAPA, DE CASCAVEL, DA MERCEDES-BENZ CHALLENGE. A QUINTA ETAPA ACONTECERÁ NO DIA 11 DE SETEMBRO, NO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS


A quarta etapa da sexta edição do Mercedes-Benz Challenge que aconteceu neste domingo (17) na cidade de Cascavel (PR), contou com um cenário de céu aberto, temperatura muito baixas e trouxe o público da região para assistir o certame que teve largada às 11 horas, no Autódromo Internacional Zilmar Beux. 

Na corrida da categoria monomarca brasileira, os pilotos da Rsports Racing, Renato Braga completou na 7ª posição na CLA AMG Cup e Beto Rossi ficou com a 5ª posição na C 250 Cup e o 2ª lugar no pódio na Master.

Na pista mais veloz do automobilismo brasileiro, entre os 20 e 30 minutos da corrida houve a parada obrigatória nos boxes (janela de 2min30seg em Cascavel) para os carros da Mercedes-Benz Challenge. 


Depois disso, Renato Braga avançou no pelotão e chegou bem próximo da sua meta que era ficar entre os cinco primeiros ao final da etapa.
Max Mohr largou bem, mas foi obrigado a abandonar a corrida logo na segunda volta, depois de ter sido atingido por um concorrente. 

Já Romualdo Magro não teve chances de largar e revezar o carro #99 com Bruno Alvarenga.


A equipe Rsports Racing conta com patrocínio do Grupo Max Mohr, Cifarma, Dream Route, Academias Primatas CrossFit e Motul.

Resultado da corrida em Cascavel (PR)1) 33 Adriano Rabelo, Cordova Motorsports, CLA, 33 voltas, a 46min34s730
2) 16 Marcelo Hahn, Blau Motorsport, CLA, M, a 0s513
3) 77 Arnaldo Diniz Filho, Comark Racing, CLA, a 1s123
4) 19 Luiz Carlos Ribeiro, Ourocar Racing, CLA, a 3s208
5) 60 Betão Fonseca, Center Bus Sambaiba Racing, CLA, M, a 3s647
6) 10 Pierre Ventura, CKR Racing, CLA, a 8s869
7) 555 Renato Braga, RSports Racing, CLA, a 9s492
8) 37 Lorenzo/Paulo Varassin, Cordova Motorsports, CLA, a 14s759
9) 32 Fernando Fortes, Mottin Racing CLA, a 14s936
10) 21 Peter Michel Gottschalk, Paioli Racing, C250, a 17s606
11) 55 Fabio Escorpioni, Ensite Racing Team, C250, a 18s666
12) 20 Roger Sandoval, Mottin Racing, CLA, a 1 volta
13) 3 Cristian Mohr, WCR, CLA, a 1 volta
14) 18 Fernando Poeta, Sul Racing, CLA, M, a 1 volta
15) 166 Vinicius Simão, Center Bus Sambaiba Racing, C250, a 1 volta
16) 26 Flávio Andrade, Hot Car Competições, C250, M, a 1 volta
17) 13 Beto Rossi, RSports Racing, C250, M, a 1 volta
18) 111 Marcos Paioli/Peter Gottschalk, Paioli Racing, C250, M, a 2 voltas
19) 45 Paulo Totaro, Mottin Racing, CLA, M, 3 voltas
20) 64 C.A.Guilherme/S.Kuba, Center Bus Sambaiba Racing, C250, M, 4 voltas
21) 41 João Lemos, Ensite Racing Team, C250, M, 4 voltas
22) 46 Carlos Kray/J.H.Assunção, CKR Racing, CLA, M, a 6 voltas


Não completaram 75% da prova:23) 65 Cláudio Simão, Center Bus Sambaiba Racing, C250, M
24) 6 Fernando Júnior, WCR, CLA
25) 11 Neto De Nigris, L3 Motorsport, CLA, M
26) 225 Max Mohr, RSports Racing, C250, M
27) 90 José Vitte Cordova, Motorsports, CLA, M
28) 99 Bruno Alvarenga/Romualdo Magro, RSports Racing, C250
Excluído
29) 88 Fernando Amorim, Sul Racing, CLA, M



Calendário do Mercedes-Benz Challenge 2016:
Etapa 4 - 17 de julho - Cascavel/PR
Etapa 5 - 11 de setembro - São Paulo/SP
Etapa 6 - 06 de novembro - Goiânia/GO
Etapa 7 - 20 de novembro - Curvelo/MG
Etapa 8 - 11 de dezembro - São Paulo/SP

Mais informações:
Site: www.rsportsracing.com.br
Facebook: RSports Racing
Twitter: @RsportsRacing

sábado, 16 de julho de 2016

LINDA JACKSON, CEO DA CITROËN, É DUPLAMENTE PRESTIGIADA NO REINO UNIDO: FOI ELEITA A MULHER DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA BRITÂNICA E ESTÁ EM SEGUNDO LUGAR NO RANKING DOS 50 EXECUTIVOS INGLESES DO SETOR


O júri da revista britânica Autocar, composto por peritos e jornalistas do setor automobilístico, elegeu, entre as 100 mulheres britânicas mais influentes do setor, 
Linda Jackson, CEO da Citroën, a mulher mais influente, graças à qualidade de sua liderança que permitiu que a marca Citroën destacasse seu espírito inovador, audácia e seu novo posicionamento «Be different, feelgood»

Além disso, Linda Jackson ficou em segundo lugar no ranking dos 50 executivos britânicos da indústria automobilística, segundo a revista Auto Express, publicada, em junho.

A Autocar teve como objetivo destacar o papel das mulheres da indústria automobilística e recompensá-las pela trajetória delas.

 O júri, composto por executivos da revista e parceiros do setor automobilístico, recompensou a visão da diretora-g
eral da Citroën pelo plano de produtos que a marca está pronta a lançar.

Formada pela Universidade de Warwick (MBA), da Grã-Bretanha, Linda Jackson começou sua carreira na indústria automobilística, em 1977, na MG Rover Europa, onde foi a diretora-geral, na França, durante 3 anos. 

Ela ingressa na Citroën como diretora financeira da Citroën UK, em 2005. Em 2010, Linda Jackson torna-se diretora-geral da Citroën UK e Irlanda, e, finalmente, diretora geral da marca em 1º de junho de 2014.









sexta-feira, 15 de julho de 2016

FATOS E CURIOSIDADES DOS 75 ANOS DA JEEP QUE NASCERAM QUANDO O EXÉRCITO DOS ESTADOS UNIDOS ASSINOU UM CONTRATO COM A WILLYS-OVERLAND PARA PASSAR A FORNECER O VEÍCULO COM EXCLUSIVIDADE. O NOME JEEP TORNOU-SE UMA MARCA E ACABOU SENDO A INVENÇÃO DO CONCEITO DE UTILITÁRIO-ESPORTIVO, O CONHECIDO SUV. O BRASIL, QUE FABRICOU O FAMOSO CJ-5 AGORA PRODUZ O NOVO E MODERNO RENEGADE. ESTA É A PRIMEIRA DAS TRÊS PARTES QUE SAIRÃO NAS DUAS PRÓXIMAS SEXTAS-FEIRAS




São Paulo, 15 de julho de 2016 - Há exatos 75 anos, o exército dos Estados Unidos assinava o contrato com a Willys-Overland para ser a principal fornecedora do novo veículo leve de reconhecimento, que já era conhecido pelo apelido de Jeep. 


O nome acabou sendo registrado e o pequeno 4x4 militar passou a ser vendido para o público civil, originando uma linha de veículos que depois se tornaria uma marca.

Por isso, a partir de hoje (e nas próximas duas sextas-feiras), começaremos a listar 75 fatos e curiosidades (em três blocos de 25) retiradas da rica história da Jeep. 


Afinal, a marca é responsável por várias primazias, como a criação do segmento de veículos 4x4, invenção do conceito de utilitário-esportivo (SUV) com tração nas quatro rodas, do SUV de luxo, ou ainda a reinvenção da categoria de SUVs compactos, logo com seu primeiro representante no segmento, o Renegade.

1) A pedido do exército dos Estados Unidos, que havia encomendado um novo veículo leve de reconhecimento, o primeiro Jeep foi desenhado e criado para testes em apenas 49 dias pela pequena montadora American Bantam Car Company. 

Com papel fundamental na Segunda Guerra Mundial, onde foi utilizado para inúmeras funções, o veículo definitivo acabou sendo o Willys MB (M de militar e B por ser o segundo projeto), que teve 645 mil unidades produzidas entre 1941 e 1945.

2) Para o General Dwight Eisenhower, “o Jeep, o (avião C-47) Dakota, e o porta-aviões foram as três ferramentas que venceram a Segunda Guerra Mundial”. 

O General George C. Marshall foi ainda mais longe e considerou o Jeep como “a maior contribuição da América à guerra moderna”.

3) Alguns argumentam que o nome Jeep derivou da pronúncia inglesa das letras GP, a sigla para General Purpose (uso geral). 


Mas a teoria mais aceita é que o veículo tomou o nome de um personagem de histórias em quadrinhos chamado “Eugene the Jeep”, da turma do Popeye. Criado em 1936, ele podia fazer qualquer coisa e ir para qualquer lugar.

4) Em 1937, o protótipo de um avião bombardeiro YB 17 havia sido apelidado de "Jeep" por sua boa performance, numa das primeiras citações militares da palavra.

5) O termo Jeep foi relacionado ao veículo pela primeira vez publicamente por Katherine Hillyer no jornal Washington Daily News, em 16 de Março de 1941, quando relatou que ao final de uma demonstração à imprensa, alguém perguntou ao piloto de teste da Willys Irvin Hausmann como ele chamava aquele veículo e ele respondeu: "It's a Jeep!”

6) O nome “Jeep” foi convertido em um acrônimo por soldados americanos na Coreia. 

Eles brincaram com a simplicidade do carro, dizendo que significava: “Just Enough Essential Parts” (numa tradução livre, “o mínimo de peças essenciais”).

7) Após a guerra, milhares de Jeep's foram deixados para trás em diferentes países do mundo. Isso contribuiu para que a marca ganhasse presença global instantaneamente.

8) Com pouquíssimas modificações, a Willys transformou o MB no CJ-2A, lançando ainda em 1945 o primeiro veículo liberado pelo Exército dos EUA para produção civil. A sigla CJ significa “Civilian Jeep”.

9) O maior símbolo da marca Jeep, sua grade frontal com sete aberturas verticais, surgiu em 1945 com o CJ-2A, o primeiro modelo civil. 

O modelo militar MB tinha nove fendas frontais. O motivo da mudança foi o tamanho dos faróis, que ficaram maiores e, para isso, foi preciso diminuir a grade dos carros.

10) A banda de rodagem dos pneus do Jeep MB foi feita de forma simétrica, para que quem olhasse o rastro deixado não soubesse para qual direção o carro estava seguindo - uma herança do berço militar. Porém, a característica foi repassada para o CJ-2A.

11) Logo após se tornar um carro civil, o Jeep foi muito usado por fazendeiros em virtude de sua versatilidade e durabilidade.

12) O veículo também era conhecido como AgriJeep, pois com a utilização da tomada de força (power take-off) era possível, por exemplo, compartilhar o movimento do sistema de transmissão a um implemento agrícola.

13) Ainda na década de 1940, a concessionária Gastal, do Rio de Janeiro, começou a importar os primeiros CJ-3A para o Brasil.

14) A família Jeep ganhou em 1947 a primeira picape, que teve produção brasileira entre 1961 e 1982. 

Outras caminhonetes viriam posteriormente, como a FC (de Forward Control, por conta da cabine sobre o eixo dianteiro), de 1957 a 1965, e a Gladiator, com duas fases no período de 1963 a 1987.

15) Baseado no CJ-3A, o MC, mais conhecido pela sigla militar M38, foi o primeiro Jeep “fardado” depois da Segunda Guerra Mundial. 

Fabricado entre 1950 e 1952 para as Forças Armadas do EUA, tinha suspensões e chassi reforçados, sistema elétrico de 24 volts, entre outras alterações.

16) O modelo CJ-3A foi atualizado para o CJ-3B, o Universal. A carroceria recebeu capô e grade dianteira mais altos, por causa do novo motor; maior e mais forte. Por esse motivo, aqui no Brasil o carro recebeu o apelido de “Cara de Cavalo”.

17) Logo após a Segunda Guerra Mundial, era difícil produzir novas estamparias. Por isso o Willys Wagon, surgido em 1946, foi desenhado para que as chapas da carroceria pudessem ser feitas por fornecedores de estamparias de geladeiras. 

O tamanho das estampas e a quantidade de curvaturas e de profundidade foram limitados. Além disso, o painel das portas era oco.

18) O Willys Wagon foi o primeiro SUV 4x4 da história, e o primeiro SUV com a carroceria feita inteiramente de aço, em 1949.


19) Em 1952, surgiu outro modelo militar, o M-38A1 (ou MD), cujo design seria empregado pouco tempo depois no Jeep civil, na geração CJ-5.

20) O CJ-5 se tornaria extremamente popular em todo o planeta, com mais de 600 mil unidades entre as décadas de 1950 e 1980, sendo produzido em vários países, incluindo o Brasil.

21) Em 1953, Mark A. Smith organizou o primeiro passeio para donos de modelos da Jeep pela antiga trilha Rubicon, nas Montanhas Rochosas do norte da Califórnia. 

Foi o embrião da Jeep Jamboree, uma empresa que realiza passeios pelas principais trilhas off-road dos Estados Unidos e se tornou uma instituição do turismo de aventura.

22) Em 1954, o Jeep CJ-3B começou a ser montado pela Willys-Overland do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP).

23) A capacidade multiuso do Jeep era tamanha que a Willys criou nos EUA, em 1955, o DJ (de Dispatcher Jeep), apenas com tração traseira e destinado a uso profissional, como serviços de entregas e correios.

24) A Willys Wagon, aqui chamada de Perua Jeep, que originaria a Rural, começou a ser montada no Brasil em 1956, com o design do modelo americano.


25) Em 1956, a cantora Inezita Barroso fez uma grande expedição com um Jeep cedido pela Willys-Overland do Brasil. De São Paulo até à Bahia, foi recolhendo material para um trabalho etnográfico. 

O objetivo final era fazer um filme contando a história de Jovita, a cearense que se vestiu de homem para lutar na Guerra do Paraguai, porém a película não chegou a ser realizada.

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