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sábado, 24 de dezembro de 2016

Se tem um setor da economia que, em 2016, não deixará boas lembranças, a não ser pelos belos lançamentos ocorridos no ano, principalmente no segundo semestre, é o automotivo, afinal, as vendas voltaram aos níveis ruins de 2015 e pioraram 19% nos automóveis e entre 50 e 70% nos veículos de trabalho. As exportações foram o único alívio, mandando para fora 500 mil veículos. Esperanças em 2017 são poucas, mas pode haver um crescimento mínimo de 10%. Dos males, o menor.


Coluna n º 5216 - 24 de Dezembro de 2016
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2016. Sem saudades, porém educativo

Quais tenham sido suas experiências no cruzar dos dias de 2016, boas, sofríveis, más, com ganhos, a sensação de tempo apenas passado, ou perdas aferíveis, a todos nós terá ficado a certeza de termos vivido período único. 

O processo politico/econômico recheado pelo impedimento da ex-presidente; sua pífia lembrança; o fim do ciclo polularesco, trocando a esperança pela estrutura de assalto ao País, a surpresa do deficit público; os processos de punição transformando-se na questão do dia pela variedade e agentes; as condenações e prisões; a teatralidade exibida por réus ou por condutores do processo; o patinar pela busca de terreno firme para a retomada do desenvolvimento; a desarmonia dos poderes, tudo ficará marcado em nossas experiências.

Tomara a massa dos pagantes de Imposto de Renda, os leitores de jornais, formem consciência de mudanças, passando tratar política e seus agentes como coisas de seu universo, com preocupação de participar, desde o saber passado dos candidatos, ligações, interesses, até ficha penal e folha corrida. 

E pós-voto assumir postura de cobrança de ética no comportamento, a começar por rever e dar ao país estrutura proporcional para impedir o mal feito. 

E isto só ocorrerá se o mecanismo de educação da sociedade, a punição aos desvios de comportamento, tiver estrutura para funcionar e atender ao universo da população. 

Polícia e Judiciário precisam ter volume proporcional às demandas. Policia que não apura e Justiça que não julga, não geram estabilidade social.

Sem mudar a base apenas estaremos pagando cada vez mais para recompor as contas dos cíclicos métodos de assalto ao país – que vão do descontrole dos super salários, ao varejo dos gastos desmesurados dos Legislativos e do Judiciário, à indicação do assessor sem qualificação, das compras públicas superfaturadas e sem qualidade, tantas mazelas.

O País não pode continuar esquecendo o escândalo de ontem pela novidade do escândalo de hoje. 

Esta farra que vai do pequeno município aos palácios brasilienses, tem que acabar - ou nosso futuro sempre será o de país do inatingível futuro. 

Exemplo pode se iniciar com a revogação das inexplicáveis vantagens concedidas à ex-presidente varrida do poder. 

Meu imposto seria mais útil com escolas, hospital e polícia que pagando as contas da defenestrada dona Dilma. RN

Sobre rodas, como foi 2016
Teve de tudo, mas com certeza a maior referência setorial terá sido o insólito: executivos da indústria automobilística processados, presos e condenados pela busca de vantagens oficiais por caminhos espúrios. 


Fora do registro a merecer estudo de risco para explicar tal noção de superioridade à lei, no geral e numericamente o ano não foi bom. 

Ao contrário, ante previsão de estabilização aos maus níveis de 2015, o País piorou 19% em consumo de veículos. 

Mau indicador, veículos de trabalho como caminhões e ônibus tiveram queda de 50 e 70%, mesmos índices de ociosidade industrial. 

Setor de auto peças com resultado semelhante, e a rede revendedora se desmilinguiu – investiu para vender 5M de veículos e o volume caiu abaixo da metade, inviabilizando operações. 

Expansão apenas nas placas de Vende-se, Aluga-se, Passa-se o ponto, e distribuição de currículos…

Indústria manobrou rápido e desvalorização da moeda fez crescer exportações, mandando 500.000 veículos portos afora.

Negócio

Investimentos mantiveram-se aplicados e novos foram anunciados, ante a certeza de bons dias e da estratégia de ter produtos novos para surfar quando a onda aparecer. 


Fábricas com olhos puxados, sempre imunes a crises, proceder diferente: chinesa JAC não levantou paredes para fábrica, em meio a intensas mudanças, de sociedade a projeto. 

Deixa a dúvida se terá operação industrial, ou limitar-se-á às importações. Chery, primeira a se instalar, tem operação mercurial, traçada pelo humor do sindicato de metalúrgicos de Jacareí, SP. 

No tema dificuldades de relacionamento com representação sindical, a HPE, ex-Mitsubishi, enfrentou greve. 

Sindicato ainda não entendeu ser para valer o aviso dado ao estado de Goiás no princípio do ano: empresa ameaçou mudar-se e governo tremeu. 

Fábrica é o esteio do pequeno município de Catalão, e a responsabilidade pelo desemprego de 4.500 pessoas periclitará para o lado dos líderes sindicalistas.

Em situação assemelhada porém de origem diferente, o Grupo Volkswagen enfrentou mundialmente problemas com fornecedor de bancos. 


De pensamento soviético o fabricante de tal componente resumiu e sustou o fornecimento, forçando parar a produção.

Fornecedor tem filiais no Brasil, problema se repetiu, e Volkswagen daqui patrocinou surgimento de novos fornecedores para reatar a produção após de enormes prejuízos pela fabricação suprimida.

Crença
Honda mantém instalações 0 Km fechadas, em Itarapina, SP, à espera do aumento de demanda no mercado, e Toyota investe para aumentar capacidade de fazer motores na também paulista Porto Feliz. 


Hyundai surpreendeu apresentando o SAV Creta; Mercedes-Benz e Jaguar Land Rover inauguraram fábricas para cumprir os acordos com o programa Inovar-Auto. 

Regra oficial foi responsável por investimentos para tornar motores antigos mais econômicos, lançar nova geração marcada por engenhos 1.0 e três cilindros, e o uso do turbo como novo caminho para motores mais leves e menores. 

Balanço do programa ao final de 2017 dirá se o caminho furcado entre investimento e punição aos importados mais baratos, valeu a pena ou apenas favoreceu algumas marcas. 

Assuntos liderados pelo então ministro e hoje indiciado governador mineiro Fernando Pimentel exigem cautelas e cuidados. Dentre montadoras CAOA está envolvida em processo com o citado.


Mercedes feita em Iracemápolis, SP


Varejo
No varejo, País experimentou mais de 100 lançamentos de produtos e versões, incluindo produtos importados, com utilitários esportivos definindo a pauta de investimentos. 


Tal morfologia é a queridinha do mercado, e novidades não faltam: Renault capitaneia o negócio com lançamento de três SAV neste ano. 

Do pequeno Kwid, ao médio Captur – apresentação 17 de janeiro -, e o importado Koleos como mais luxuoso da linha.

Como definição para os próximos anos, carro híbrido, endotérmico/elétrico mostra o futuro próximo, e BMW, Ford e Toyota buscam ampliar presença de seus modelos no mercado. 


Primeira leva de Prius surpreendeu e a marca aumentou volume de importação com novo modelo.


Novo híbrido Toyota Prius.


Grande festa setorial, Salão Internacional do Automóvel deixou as desrespeitosas instalações do Anhembi e ocupou área particular. 

Foi para o São Paulo Expo - Rodovia dos Imigrantes. Disposição mais racional e o conforto do ar condicionado, do restaurante respeitável, das vagas cobertas para estacionamento.

Política da gasolina tornou-se mais clara, como exibida ficou posição dos operadores de postos sem repassar redução de preço no combustível.


Em torno

Na atividade de Imprensa especializada, surgimento de sem números de blogs e portais, muitos sem vocação ou conhecimento, entretanto, festejados por fabricantes, montadoras e importadores. Incentivam grandemente a superficialidade, desconsideram o conteúdo. 


Lado oposto, foi-se antes do combinado o culto, bem humorado e polêmico JR Mahar. Liderança sensível, seu blog permanece.

No cenário dos veículos antigos, preços subiram, negócios caíram. No panorama, hobby antigomobilístico em expansão, surgimento de clubes, realização de eventos, mas o negócio continua sem a filosofia básica da originalidade, contrariando o restante do mundo, onde ser original é a base definidora de qualidade e valor. 


Praticamos o Antigomobilismo do B. Coerente, Federação Brasileira de Veículos Antigos exibe o retrato dos colecionadores brasileiros: diretoria foi reeleita sem cumprir projeto de gestão.

Automóvel como tema cultural, mau ano. O acervo do antigo Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas transferido ao município de Caçapava, SP, teve cuidados desacelerados. 

Não foi prioridade da Prefeitura. Espera-se, novo Alcaide tenha cabeça mais aberta. Ao final do ano, duas notícias em direções opostas. 

Patrícia Matarazzo, gestora do Museu Eduardo Matarazzo, em Bebedouro, reabriu após obras e notificou prefeito e Câmara de Vereadores: ou a Prefeitura cumpre o prometido, assumindo manutenção do prédio oficial, ou o acervo será transferido para fazenda da família, e o Museu, fechado após 49 anos. 

Sem museu de automóveis, em Caçapava e Bebedouro, cidades se restringem aos seus limites geográficos. 

Museu as coloca no mundo. Processo eletivo necessita ser mudado. Prefeitos devem ter curso de gestão governamental para entender-se com as exigências da administração municipal, onde Cultura, bem preservada na Constituição, deve ser respeitada.

Lado oposto, em Brasília, fim do ano para salvar o Museu Nacional do Automóvel, surgiram três propostas oficiais para viabilizar o único espaço museal no mundo dedicado à história da indústria automobilística de um país.



Museu Nacional do Automóvel em Brasília. Esperanças no fim do ano.


Exceção em más notícias, o filme Nutz, por Dino Dragone, a respeito do colecionismo.


Esperança

2017 será melhor. Preveem-se mínimos 10% de crescimento mensurável a partir do segundo trimestre. 

O País tem um Norte e o ministro da Fazenda não é um enganador posando de intelectual.

Compass começou bem
Com auxílio do Compass em soma com os resultados do Renegade, marca Jeep superou registro de vendas de 50 mil unidades, em 2016, assinalando situação difícil de imaginar há pouco tempo: há três meses assumiu a liderança de vendas no segmento dos utilitários esportivos.


Compass vendeu mais de 2.500 unidades em novembro – cinco vezes mais ante concorrente mais próximo - e mostra boa fórmula: liderança tecnológica pelo uso de motores Tigershark 2.0 flex, e a exclusividade da opção Multijet II, 2.0, diesel transmissão automática com nove marchas, permitindo rapidez e economia. 


O DNA Jeep e a predisposição do sistema de tração 4x4 para o uso em terrenos ruins o diferencia. 

Outros itens exclusivos em tecnologia fazem parte do pacote: o ACC, controle adaptativo de velocidade; alerta de colisão; monitoramento de mudança de faixa; assistente para estacionamento, o Park Assist.

Embora para o Compass o mês de novembro tenha tido 25 dias, resultado já o colocou como um dos 20 mais vendidos. 


Volume de vendas quase iguala a soma de todos os concorrentes, e surpreendeu projeções da Jeep para comercialização de 2.000 unidades/mês. 

No varejo de balcão proporções de vendas coincidiram com projeção da marca: 70% com versão Flex, e 30% diesel com tração nas 4 rodas.

Compass e Renegade estão entre os três primeiros SUV mais vendidos do mercado doméstico, mas há reflexos institucionais fora do País. 


Marca Jeep, ausente do Brasil desde 1968, lidera segmento. Renegade e Compass são produtos globais e foram lançados pioneiramente no Brasil. 

No mercado dos EUA, Compass substitui dois produtos: a geração anterior do Compass e o Patriot.



Compass, bem chegado.
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O futuro da mobilidade parece ser a direção autônoma, mas até chegarmos ao ponto em que as pessoas entrarão nos carros e estes as levarão ao destino sem o comando de um motorista. Diversos acidentes graves, inclusive com vítimas, já aconteceram durante os testes realizados pelo mundo, que podiam ter sido evitados se os "motoristas" tivessem intervido. E ainda as novidades do Roda Viva



Alta Roda 

Nº 920 —  24/12/16

Fernando Calmon


FUTURO AUTÔNOMO

O avanço da direção semiautônoma e, em futuro não distante, da condução autônoma completamente conectada a outros veículos e à infraestrutura parece mesmo irreversível. 

Isso, a despeito de incidentes graves de percurso, ambos nos EUA, um fatal ocorrido com um Tesla; outro, mais recente, envolvendo um Volvo XC90 do Uber ao varar um semáforo vermelho (um pedestre aguardava na faixa, sem chegar a atravessar). Em ambos os casos, os motoristas poderiam ter intervido, mas não o fizeram.

Recursos semiautônomos de hoje atuam por apenas 10 segundos. Quem está ao volante precisa tocá-lo ou o sistema se autodesliga. 

“Os carros como os conhecemos agora em breve se tornarão história”, afirmou o presidente do conselho da Robert Bosch S.A., Volkmar Denner, em recente seminário na capital alemã Berlim. 

Estimativas da empresa, a maior do mundo no setor de autopeças e componentes, indicam que entre 2017 e 2022 o mercado mundial de mobilidade conectada crescerá 25% ao ano.

Automóveis serão parte integrante da IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas), aptos a se comunicar com outros modais de transporte conectados e até mesmo com a chamada casa inteligente. 

Por ora, as pessoas ainda pensam em seus veículos individuais, mas nos próximos anos o foco mudará em direção ao modo mais conveniente de alcançar o destino. 

Poderão lançar mão do seu carro e em seguida de trem, ônibus, veículo elétrico e até bicicleta. 

Ou mesmo fazer reserva em um hotel e se conectar com um entregador para deixar uma encomenda em sua casa sem ninguém para recebê-la.

Um veículo será o assistente pessoal do motorista, que se tornará apenas passageiro, caso assim o deseje. 

Um simples aplicativo poderá planejar, reservar e pagar um deslocamento de porta a porta. 

O potencial de economizar tempo ainda nem foi de todo avaliado. Contudo, as grandes de empresas telecomunicações e, em especial, as gigantes de tecnologia da conectividade como Google e Apple não terão a vida fácil esperada. 

Essa coluna já opinou antes sobre as imensas dificuldades que as empresas do Vale do Silício californiano teriam em se aventurar na produção de veículos próprios. 

Apple foi a primeira a desistir, mesmo sem nunca confirmar de forma oficial suas intenções.

Google estuda carros autônomos desde 2009. Chegou a construir um pequeno modelo, até sem volante e pedais. 

No começo deste ano houve conversas com a Ford, sem prosperar. Agora acaba de anunciar que desistiu de qualquer aspiração sobre veículo próprio. 

Preferiu acertar colaboração com a FCA, a menos capitalizada das chamadas Três Grandes de Detroit, que por isso se atrasou quanto à conectividade e ao desenvolvimento de tração elétrica ou mesmo de híbridos.

A indústria automobilística sabe de suas limitações sobre crescimento futuro e dos riscos inerentes ao negócio. 

Há enorme exigência de capital para investimento e uma taxa de lucratividade que na média mal chega a 8%. 

Tem de atender a normas cada vez mais rígidas de segurança e de emissões. Até mesmo preparar infraestrutura de carregamento elétrico rápido em rodovias. 

Dinheiro suado, porém empresas de smartfones e aplicativos costumam ganhá-lo sem muito esforço. Quem sabe isso muda um pouco.

RODA VIVA

FIAT confirmou sua estratégia de lançar modelos de maior valor agregado. Haverá dois novos em 2017: hatch para o lugar do Punto e do Bravo (feito em Betim – MG); sedã substituto do Linea e em um segundo momento, do Grand Siena (produzido em Córdoba – Argentina). Empresa busca lucratividade perdida com superposição de modelos de projeto antigo.

CHERY retomará produção em Jacareí (SP), após quase seis meses de paralisação para ajuste de estoques. 

Foco, a partir de agora, será em SUVs e crossovers (Tiggo 2, 7 e 9) e em menor escala sedãs (Arrizo 3 e 5) ao longo de 2017/2018. 

Preocupação da marca chinesa é recompor rede de concessionárias. Chegou a negociar com Grupo Caoa, sem definição.

AUTOMÓVEL feito para o motor e vice-versa. Golf 1.0 TSI traz o melhor propulsor flex da atualidade ao aproveitar o etanol da forma mais eficiente na relação desempenho-consumo. 

No dia-a-dia, destacam-se baixo nível de ruído, “pegada” em baixas rotações e câmbio manual de seis marchas. 

Ótimos bancos dianteiros. Passa também impressão de solidez construtiva.

PROIBIDO comercializar e instalar comando elétrico de vidros um-toque sem proteção contra esmagamento, a partir de 1º de janeiro próximo, por decisão do Contran. 

Outra exigência, dessa vez descabida, é obrigar carros com pneus que podem rodar vazios a portar aqueles tubos de spray emergenciais. Fabricantes de pneus desaconselham o uso, mas Contran insistiu...

RESSALVAS: Renault corrigiu consumo informado do novo motor 1-litro, 3-cilindros. Sandero, cidade (gasolina/etanol), 14,2 km/9,5 km/l; estrada, 14,1/9,6 km/l. 

Câmbio curto quase iguala dados de cidade e estrada, a exemplo de carros híbridos, o que não deixa de ser curioso. No Cruze Sport6, eixo traseiro é 10% mais rígido e não as molas.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

O Ford Shelby FP 350S é o novo Mustang especialmente criado para as pistas e será vendido apenas a pilotos profissionais de corridas. Tem um motor V8 5.2, mas a Ford não revela demais características do novo carro


A Ford Performance apresentou uma nova versão do Mustang nos Esta
dos Unidos, o Shelby FP350S, destinado exclusivamente a pilotos profissionais de corrida. 

O novo carro tem motor V8 5.2 de quatro válvulas por cilindro e faz parte de uma seleta linhagem de modelos de competição da marca, como FR500C, BOSS 302R e 302S e Shelby GT350R-C e GT4, com um amplo retrospecto de vitórias em diferentes categorias.

O Shelby FP350S tem cárter e resfriador de óleo de alta performance e transmissão manual Tremec 3160, com bomba de óleo integrada e relação final de 3,73. 


A suspensão especial conta com calibração elétrica da direção e o sistema de freios é de ultra-alta performance.

Externamente, o puro-sangue tem divisor e asa traseira ajustável de fibra de carbono da Ford Performance, rodas dianteiras de 19x10,5 polegadas e de 19x11 polegadas na traseira – com a opção de rodas forjadas de corrida de 18x11 polegadas. 

Grafismos personalizados Shelby FP350S e escapamento especial de competição completam o pacote do esportivo, que tem chassi integrado na carroceria com solda especial “seam welding”.

A cabine conta com gaiola de proteção de seis pontos e banco de competição, ambos padrão FIA, volante de liberação rápida e sistema MOTEC de aquisição de dados.

“O Shelby FP350S é o mais novo exemplo do nosso objetivo de fornecer equipamentos para aqueles que gostam de competir e vencer”, diz Dave Pericak, diretor Global da Ford Performance.



sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Nuevo MINI John Cooper Works Clubman. Tras la conquista de la clase de vehículos de pequeñas dimensiones, la última generación de la familia de modelos John Cooper Works hace lo propio con la clase premium compacta. El nuevo MINI John Cooper Works Clubman es, gracias a sus dimensiones exteriores y su espacio en el habitáculo, hasta ahora el atleta de élite más destacado de la historia de la marca británica



Presentación del primer modelo John Cooper Works del segmento de los vehículos compactos Premium; el nuevo MINI John Cooper Works Clubman combina sensación deportiva y los máximos niveles de espacio, conducción diaria e idoneidad para largas distancias ofrecidos por un modelo de la marca; la tecnología de propulsión y suspensión desarrollada con los conocimientos adquiridos en la competición, el sistema de tracción a las cuatro ruedas ALL4 de serie y el versátil interior del vehículo permiten una flexibilidad única en lo que respecta tanto a las cualidades de marcha como a la funcionalidad.


Máxima diversión y exclusividad gracias al armonioso paquete, característico de los modelos John Cooper Works, de motor, suspensión, exterior aerodinámicamente optimizado y estilo deportivo en el puesto de conducción; el carácter propio del vehículo se destaca especialmente con el equipamiento de serie específico que incluye faros LED, modos de conducción MINI, Control de Distancia de Aparcamiento, acceso confort, Radio MINI Visual Boost volante multifunción y control de crucero con función de frenado.


Es la primera vez que se combina el motor de gasolina de 2,0 litros desarrollado para los modelos John Cooper Works con la nueva generación de la tracción a las cuatro ruedas ALL4; motor de 4 cilindros con tecnología MINI TwinPower Turbo y 231 CV; 39 CV más de potencia del motor que en el MINI Cooper S Clubman; nueva variante del sistema ALL4 optimizada con regulación electrohidráulica para ahorrar peso y mejorar la eficiencia; cambio manual de 6 velocidades de serie, cambio deportivo Steptronic de 8 velocidades (opcional); consumo de combustible promedio UE: 7,4 l/100 km (automático: 6,8l/100 km, emisiones promedio de CO2 UE: 168 g/km (154 g/km).


Nuevo MINI John Cooper Works Clubman con prestaciones únicas, características sorprendentes y un sonido potente y emocional; transmisión de la fuerza de tracción a las cuatro ruedas optimizada; aceleración de 0 a 100 km/h en 6,3 segundos (automático: 6,3 segundos); sistema de escape deportivo, sistema de frenos deportivos Brembo, llantas de aleación ligera John Cooper Works Black Grip Spoke de 18 pulgadas y Control Dinámico de Estabilidad (DSC), con Control Dinámico de Tracción (DTC), Bloqueo Electrónico del Diferencial (EDLC) y Performance Control de serie; Control dinámico de la suspensión y llantas de aleación ligera de 19 pulgadas (opcionales).


Innovador concepto Shooting-Brake único en la clase compacta con un desafiante carácter deportivo; silueta dinámica alargada con una línea del techo prolongada; cuatro puertas laterales; zaga inclinada con las típicas Split Doors (doble puerta trasera); sistemas Air Curtain y Air Breather y otras características de diseño de John Cooper Works para optimizar las propiedades aerodinámicas, parte delantera del vehículo con entradas de aire de refrigeración especialmente grandes a los lados en lugar de faros antiniebla y luces de estacionamiento; estriberas laterales específicas del modelo; ancho faldón trasero con tubos de escape dobles cónicos; spoiler trasero John Cooper Works; parrilla del radiador hexagonal en forma de panal y elemento transversal en color Chili Red; logotipo John Cooper Works en la parrilla, las molduras para los intermitentes y la zaga; acabado exterior en Rebel Green, acabado de contraste en rojo para el techo y las carcasas de los retrovisores, y franjas deportivas en rojo o negro (opcionales) en exclusiva para los modelos John Cooper Works.


Cinco asientos completos; capacidad del maletero: 360 litros; abatiendo el respaldo trasero en la proporción 40: 20: 40 (opcional), la capacidad del maletero puede ampliarse hasta 1.250 litros; apertura de la puerta doble trasera sin contacto de serie; paquete de compartimentos, barra de techo y enganche para remolque con cabezal esférico extraíble (opcionales).


Display y concepto de manejo de gama alta; cuadro de instrumentos en la columna de dirección; instrumento central típico de la marca con pantalla a color de 6,5 pulgadas de serie y de 8,8 pulgadas (opcional); conmutadores, incluido botón Start/Stop para arrancar y parar el motor sin llave; consola central con reposabrazos (opcional), controlador MINI, botón de freno de estacionamiento eléctrico, portaobjetos y dos portabebidas; MINI Head-Up-Display (opcional) con contenidos de visualización John Cooper Works.


Diseño característico del interior con carácter deportivo; asientos deportivos John Cooper Works con diseño Dinamica/tela y Carbon Black con reposacabezas integrados; molduras de entrada John Cooper Works; guarnecido interior del techo en antracita; volante de cuero John Cooper Works multifunción con levas y caja de cambios deportiva Steptronic de 8 velocidades (opcional); palanca de cambios o palanca selectora y displays del puesto de conducción en diseño específico para el modelo; pedales y apoyo para el pie del conductor de acero inoxidable.


Estructura de la carrocería optimizada en cuanto a peso y resistencia a impactos; equipamiento de seguridad de serie con airbags laterales y delanteros, airbags de cortina laterales, sistemas de fijación de sillas infantiles ISOFIX en la parte trasera y opcionalmente también en el asiento del acompañante, testigo de presión de neumáticos, llamada de emergencia inteligente y aviso de colisión con función de frenado en ciudad; faros LED con luz diurna LED, intermitentes blancos y luces traseras LED de serie; distribución de luz adaptativa y luz de giro opcionalmente.


Todos los sistemas de asistencia al conductor que se ofrecen para el nuevo MINI Clubman se encuentran disponibles también para el modelo John Cooper Works: sensor de lluvia y encendido automático de luces, Park Assistant, cámara para marcha atrás y Driving Assistant, con control de crucero activo basado en cámara, avisos de colisión y de peatones con función de frenado, asistente para luz de carretera y detección de señales de tráfico.


Equipamiento confort de serie que incluye aire acondicionado y Radio MINI Visual Boost con pantalla a color de 6,5 pulgadas, conexión USB, conexión AUX-IN y sistema de manos libres con Bluetooth; gran cantidad de opciones que ofrecen mayor diversión y confort, como climatizador bi-zona, techo de cristal panorámico, superficies de los asientos en diseño Dinamica/cuero, calefacción integrada en los asientos, paquete MINI Excitement con anillo LED para el instrumento central, luz ambiente con colores ajustables y proyección del logotipo MINI desde el retrovisor exterior del lado del conductor al abrir y cerrar el vehículo, retrovisor exterior plegable y calefactable, retrovisores interior y exteriores con función antideslumbramiento, parabrisas calefactable, sistema de altavoces Harman/Kardon Hi-Fi, sistema de alarma antirrobo con luz de estado LED roja en la aleta del techo, sistema de navegación MINI y paquete de equipamiento Wired con sistema de navegación Professional y manejo con MINI Touch Controller y pantalla a color de 8,8 pulgadas con función táctil.


Posibilidades adicionales de personalización tanto en el exterior como en el interior con un estilo MINI y John Cooper Works inconfundible: franjas deportivas, carcasas de retrovisores exteriores cromadas, línea cromada interior, paquete de iluminación, volante de cuero deportivo MINI Yours y MINI Yours Interior Styles en tres variantes.


Selección actual de funciones de info-entretenimiento en el interior del vehículo MINI Connected; llamada de emergencia inteligente y MINI TeleServices para uso con tarjeta SIM integrada en el vehículo; oferta de aplicaciones actualizada permanentemente para la perfecta integración en el vehículo con el smartphone; aplicación MINI Connected como asistente de movilidad personal con diversas funciones en el vehículo y el smartphone: recordatorio de citas, cálculo del tiempo del trayecto con los datos del tráfico actuales, navegación para peatones al aparcamiento, guía de rutas, búsqueda de gasolineras y aparcamientos, navegación Last-Mile al punto de encuentro; servicios por Internet para usar la oferta de entretenimiento, como Spotify, Stitcher, Amazon Music, Deezer, Audiobooks de Audible, Napster/Rhapsody, TuneIn, Glympse y Life360.


Motores, prestaciones, 

consumo y emisiones:
MINI John Cooper Works Clubman: motor de gasolina de 4 cilindros con tecnología MINI TwinPower Turbo (turbocompresión, inyección directa, control de válvulas completamente variable, control variable del árbol de levas),

Cilindrada: 1.998 c.c., potencia: 231 CV a 5.000-6.000 rpm,

Par máximo: 350 Nm a 1.450 - 4.800 rpm,

Aceleración (0-100 km/h): 6,3 segundos (automático: 6,3 segundos),

Velocidad máxima: 238 km/h (238 km/h),

Consumo promedio: 7,4 litros (6,8 litros) cada 100 kilómetros,

Emisiones de CO2: 168 g/km (154 g/km), norma de emisiones: UE6.
Dimensiones exteriores:

Longitud: 4.253 milímetros

Anchura: 1.800 milímetros

Altura: 1.441 milímetros

Distancia entre ejes: 2.670 milímetros

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Camaro chega à 6ª geração mais potente e deverá ser vendido no Brasil já no 1º trimestre de 2017. O superesportivo da Chevrolet, testado, hoje (20/12) pelo Blog, adota arquitetura mais leve e compacta, além de motor 6.2 V8 de 461 cavalos; 0 a 100 km/h agora é feito em apenas 4,2s. Apesar de ser completamente novo, modelo mantém o estilo “MuscleCar” que o consagrou; no Brasil, carro é o líder absoluto de vendas da categoria. Transmissão de oito marchas e Drive ModeSelector são algumas das novidades.




Fotos: Arnaldo Moreira

Começar o dia pilotando um Camaro 2017 e, logo, um Camaro amarelo, pode não ser a melhor coisa do mundo, mas com certeza é das mais prazerosas. Pisar fundo no acelerador é ouvir o ronco poderoso, grosso, emocionante e sentir os quase 63 kgfm de torque, gerados pelos 461 cv do novo motor V8, timidamente quieto sob o longo capô dessa icônica máquina, nos faz sentir por momentos numa pista da Nascar. 

A Chevrolet trouxe, ontem, esse Camaro, conversível, para o Rio de Janeiro para que, hoje, jornalistas especializados do setor automotivo carioca pudessem avaliá-lo, não exatamente como os demais modelos que nos são emprestados durante uma semana, mas para uma rápida estirada suficiente, contudo, para deixar água na boca, ou coceira no pé direito. Afinal, o carro vai de 0 a 100 km/h em míseros 4,6 segundos.




Este propulsor oferece tecnologias avançadas, como a nova geração do sistema AFM (Active Fuel Management) de desligamento automático dos cilindros. 

Em velocidades de cruzeiro, como em uma viagem tranquila por uma estrada, o sistema de gerenciamento do motor desativa metade dos cilindros para poupar combustível.

O motor do Camaro ainda traz sistema de injeção direta de combustível e comando de válvulas continuamente variável, que aumenta a oferta de torque e potência dentro da faixa de rotação do motor.

Tudo para oferecer alta performance e eficiência energética – o carro está até 20% mais econômico.

Em comparação ao modelo de geração anterior, a linha 2017 do superesportivo da Chevrolet ganha 55 cavalos potência e 7 kgfm de torque. 


Ao todo são 461 cv a 6.000 rpm e 62,9 kgfm a 4.400 rpm, números surpreendentes mesmos para veículos desta categoria. A tração é traseira, como em carros de competição.



A transmissão automática também é nova. Traz agora oito marchas, com trocas extremamente rápidas e fluídas, com sistema Active Select, que permite trocas automáticas ou manuais por meio de aletas atrás do volante.

 A previsão é que o Camaro 2017 estreie nas lojas no fim do primeiro trimestre do ano que vem.

O Camaro chega no modelo 2017 à sua 6ª geração, sensivelmente mais potente do que o seu irmão mais velho, com novas dimensões e arquitetura, que lhe proporcionaram uma dinâmica realmente surpreendente, em seu estilo Muscle Car:



                               6a Geração      5a Geração
Comprimento (mm):  4.784                4.836
Largura (mm):           1.894                1.917
Altura (mm):             1.340                 1.371

Entre-eixos (mm):     2.812                 2.852

De série, na versão SS, mundo afora, os freios de alta performance da marca Brembo trazem discos ventilados de 345 mm na dianteira e 338 mm na traseira, todos com pinças de quatro pistões. 



Cabine refinada
O habitáculo do Camaro lembra o de um avião com seu painel repleto de manômetros que oferecem todas as informações que o piloto precisa:

Velocidade instantânea; odômetro parcial; consumo médio; velocidade média para duas viagens; autonomia; consumo instantâneo; vida útil do óleo; monitoramento de pressão dos pneus; média e melhor consumo nos últimos 50, 100 e 650 km; cronômetro; horas do motor; horas marcha lenta do veículo

• Informações de performance: indicador de força-g; cronômetro de desempenho; cronômetro de volta; temperatura do óleo; pressão do óleo; temperatura do fluído de transmissão; indicador de temperatura dos pneus

• Informações do áudio: navegação pelas músicas, entre estações favoritas e seleção da fonte de áudio

• Informações do telefone: realização de chamadas telefônicas; visualização dos contatos; indicador da bateria e sinal do celular pareado




• Informações de navegação: informações de rota ativa no navegador do Chevrolet MyLink

• Opções: função de aviso de velocidade; seleção das telas a serem exibidas em Informações Gerais do Veículo e Informações de Performance, por exemplo

Outra tela, de oito polegadas, posicionada na parte central do painel e sensível ao toque, exibe as funções da última geração do multimídia MyLink, com Android Auto e Apple CarPlay, comando de voz e sistema de navegação com mapas em 3D.


Outros itens integram o interior refinado do Camaro, painel customizável, Heads-up Display, multimídia Mylink com Android Auto e Apple Car Play, alto-falantes Bose, carregador wireless para smartphone, volante com aquecimento, bancos dianteiros com ventilação, ajuste elétrico e memória, ar-condicionado dual zone, além de partida remota da ignição.

Outra novidade é o intensificador de som do motor para a cabine, que torna o ronco mais envolvente à medida que o giro do propulsor sobe. 


O cupê da Chevrolet adiciona ainda seletor de modo de condução (Drive ModeSelector), sistema de vetorização do torque, freios de alta performance Brembo com assistência de frenagem de urgência, alertas anti-distração, oito airbags, faróis de xenônio e lanternas com LEDs.



Os pneus foram concebidos para oferecerem o melhor desempenho tanto em piso seco como molhado, sendo mais largos atrás, onde concentra-se a tração: 245/40 ZR20 (D) e 275/35 ZR20 (T), montados em rodas de alumínio aro 20". Por serem do tipo Run Flat, podem rodar emergencialmente mesmo furados.



Do modelo anterior, o Camaro 2017 manteve somente duas peças: a gravata dourada da Chevrolet e o emblema SS que identifica a versão luxuosa da gama.
Aproximadamente 70% dos componentes da arquitetura do Camaro foram desenvolvidas especificamente para o carro, que está estruturalmente 28% mais rígido e 83 kg mais leve. 



Já a distribuição de peso é praticamente idêntica entre os dois eixos e o sistema de suspensão ficou 12 kg mais leve.

O conjunto dianteiro agora é multi-link McPherson com geometria específica, barra estabilizadora e pivô duplo, enquanto o traseiro é do tipo independente com cinco braços, desenhado para proporcionar controle excepcional do veículo e não deixar a carroceria empinar em acelerações bruscas.
O Camaro tem assistência antiblocante (ABS), distribuição da força de frenagem (EBD) e frenagem de urgência (PBA).

Para auxiliar o motorista em uma pilotagem orientada à performance, o Novo Camaro traz uma série de tecnologias: sistema de vetorização do torque, controle de tração e de estabilidade e um inédito seletor com quatro modos de condução (Passeio, Esportivo, Neve, Pista), que configura diversos parâmetros do veículo. 



Muda desde a sensibilidade do pedal do acelerador e do volante, passando pelo mapeamento da transmissão até a cor da ambientação da cabine.

Outro destaque é o avançado sistema de vetorização do torque (Torque Vectoring), que usa recursos do controle eletrônico de estabilidade para a máxima performance do carro em curvas, possibilitando que as rodas recebam quantidade distinta de torque, na medida exata para a otimização da tração.

Em relação às dimensões, o Novo Camaro está ligeiramente mais baixo e compacto que o anterior para otimizar a performance.


                                6a Geração      5a Geração
Comprimento (mm):  4.784                4.836
Largura (mm):           1.894                1.917
Altura (mm):             1.340                 1.371
Entre-eixos (mm):     2.812                 2.852



Visual “MuscleCar” atlético e expressivo, projetado para a máxima performance
Apesar de completamente redesenhado, o Novo Camaro manteve a identidade visual que o consagrou como ícone dos “MuscleCars”.

A sexta geração do carro deixa ainda mais acentuado o efeito dos músculos esculpidos pela carroceria, que teve todas as dimensões revistas e a aerodinâmica aperfeiçoada.


A parte frontal do Novo Camaro é marcada por um elemento retangular que, ao fundo, emoldura os faróis e a grade, como no modelo da primeira geração. 

As proporções e os traços atuais, no entanto, ressaltam força e agressividade numa linguagem extremamente contemporânea. O capô alongado reforça o porte atlético do veículo.

Os faróis ganham lâmpada de xenônio e luz diurna de LED para melhor visibilidade. À noite, quando acessos, criam uma assinatura luminosa peculiar da marca Chevrolet. 

Enquanto novas entradas no capô e no para-choque servem para refrigerar os freios e o motor V8, auxiliando ainda na função aerodinâmica.



A lateral chama a atenção pela baixa distância em relação ao solo, pelas saias esculpidas na própria carroceria e pela linha de cintura elevada, com janelas estreitas e de formas angulares marcantes. 

O perfil dinâmico de um autêntico “fastback” fica evidente nos vidros vigias envolvidos pelos para-lamas salientes, que acomodam as belas rodas negras raiadas de 20 polegadas e os repetidores do pisca, agora com superfície transparente e posicionados na vertical.



Na parte traseira do Novo Camaro há as tradicionais lanternas horizontais de dois elementos. 

Assumem aspecto futurista com o efeito dos LEDs. Já o aerofólio exclusivo do modelo SS passa a ser do tipo suspenso, sustentando por três pilares. O novo formato da peça ajudou a elevar em 50% o “downforce” traseiro.

O para-choque posterior também foi redesenhado e ganhou vincos nas extremidades, ressaltando a expressividade do conjunto. 

Na parte inferior, um aplique escuro agrupa a dupla saída de escape e a luz de ré na parte central. 



Neste conversível a capota tem acionamento retrátil completamente automático e pode ser feita remotamente pela chave ou por um botão no console, mesmo com o carro em movimento (até 50 km/h).



Interessante observar que, quando fechada, a capota traz exatamente a mesma silhueta do cupê.

O Novo Camaro permite ainda a customização da iluminação dos LEDs internos que contornam o multimídia, os painéis de porta e o porta-copos central. São 24 opções de cores disponíveis.

A cor ambiente também muda quando o motorista troca os modos de condução. Na posição “Passeio”, indicado para uma condução mais tranquila, a iluminação fica azul clara. 


No modo “Pista”, que deixa o comportamento do carro completamente arisco, a iluminação fica vermelha.

Os bancos dianteiros mais anatômicos e confortáveis ganharam sistema de ventilação interno e ajuste elétrico com três opções de memória – válidas também para os retrovisores externos; enquanto o volante redesenhado traz base reta e aquecimentos.

A linha 2017 o Camaro adiciona ampla lista de itens de série: partida remota pela chave ou por botão no painel, sistema de destravamento das portas por aproximação (keyless), carregador de celular wireless, sistema de som Bose, oito airbags, alerta de movimentação traseira, alerta de ponto cego com sensor de aproximação repentina e alerta de pressão e temperatura dos pneus, entre outros.




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