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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Ninguém há alguns anos acreditava e os da Mercedes negavam, mas Nasser deu mesmo um furo de respeito. A alemã não resistiu ao sucesso das picapes pelo mundo e produziu também a sua Classe que por enquanto se identifica como X. A Nissan Kics é fabricado em Resende e vai enfrentar concorrentes fortes. O processado governador de Minas do PT foi o responsável pelo problema que envolve os importados, com sérias dificuldades



Coluna nº 2.717 - 10 de julho de 2017


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Picape Mercedes Classe X


Mercedes Classe X está chegando

Há alguns anos, boa fonte me garantiu o aparentemente impossível: Mercedes-Benz fabricaria picapes. E seria na Argentina. 

Fui conferir com empresa no Brasil e acharam sonho de noite de verão. Usei minha rede de intrigas mundo a fora. Pensavam igual, exceto o confiante Carlos Cristófalo, na Argentina.

Tive sorte de, numa véspera da Autoclasica, o melhor encontro de veículos na América Latina, ir a uma apresentação no Teatro Colón, em Buenos Aires. 


Mais sorte, o anfitrião era Roland Zey, então presidente da marca na Argentina. Perguntei-lhe de passagem e ele confirmou. Quando publiquei, o comentário dentro da Mercedes no Brasil foi uno: surtou.

A história começou a se desdobrar e ao final, por conta destes pouco conhecidos contratos de interesses entre empresas grandes, o desenho industrial apareceu: a Renault, aliada da Nissan, cederia espaço a ela dentro de sua fábrica em Córdoba, Argentina. 


Ali, a nipônica construiria galpão para fazer um picape, a nova – a atual – geração do picape Frontier. Usaria a sua marca e, com poucas modificações seria vendido como Renault. 

A Mercedes tem acordo com a Nissan – leitores da Coluna sabem, por ter lido sobre a possibilidade do Mercedes Classe C ser montado pela Nissan na nova fábrica em Resende, RJ. E por conta disto a Nissan também faria versão personalizada como Mercedes.

A história se esclarece: a Nissan lançou o novo Frontier; constrói galpão e escritórios para tê-los operacionais em 2018. 


Renault deu ajeitada superficial e o expôs no Salón del Automóvil, em Buenos Aires, junho. Chama-o Alaskan.

Mercedes exibiu sua interpretação na Suécia, outubro de 2016. Era o X Concept, Conceito X. Virou Classe X, e o levou como protótipos à mostra argentina.

Ver
Mês passado, recebi convite. Ir a cidadezinha, uma hora da sede da empresa, em Sttugart, Alemanha, para ver o produto em versão final. 
Havia condição: embargo, nada conversar ou publicar até data 19 de julho. Topei.

Evento de alemães, hora certa. Éramos apenas sete jornalistas de mídia impressa e dos mercados pretendidos pela empresa: Alemanha, África do Sul, Argentina, Brasil. 


Fui com o Boris Feldman, mineiro, multimédia. Haviam umas cem pessoas para atender a tão poucos, tipo cruzeiro de ultra luxo.

Em Münsingen, numa floresta, área de testes de veículos militares, e em tenda enfeitada, assinatura dos documentos de confidencialidade e, para inibir tentações, aposição de selo sobre a lente da câmara dos celulares.

Exposição estática e explicações dos líderes do projeto: dr. Stephan Mengel – doutor alemão tem doutorado e não apenas diploma de curso superior -, chefe da engenharia; Kai Sieber, autor do design de personalização mercediana; Christian Pohl, responsável pelo produto e marketing; colegas de comunicação das áreas de Imprensa e Marketing


Explicações gerais sobre produto, constituição, versões, mercados, e carro exibido: a versão final é elegantemente conformada, com trato de automóvel.

Após, em duplas representando cada país, transporte até o centro da preservada mata, onde estavam duas picapes ainda com adesivos para disfarçar linhas. 


Quer-me parecer, talvez o apelido pelo qual se conhece o jornalista mineiro, o Judeu a Jato, inibiu a Mercedes. 

Daí terem resolvido nos transformar em test-drivers-de-banco-de-passageiro... Minha avó mineira, sábia macróbia dizia, do saco a embira; e da embira, um pedaço. Ou seja, contente-se com o que você tem. Fomos nós. 

O piloto a quem acompanhei, um certo Timo, era do ramo. Curvas, e para mostrar estabilidade e dirigibilidade, slalon rápido – talvez efeito remanescente do Teste do Alce, associada ao primeiro Classe A, por capotar, cortar lucros e empregos -, freadas viris. 

Após uso na terra, subidas, descidas para provar conteúdo eletrônico, habilidades, isolamento acústico, habitabilidade.

No misto de retas em asfalto, trechos sem pavimentação, subidas, descidas, slalon, uma amostra da possível vida dos picapes Classe X, impressionou bem, mostrou-se coerente com a proposta.

Há mais, porém por acordo, não conto. Só na Coluna 2.917. RN

Ps: quer ver um pouco? 

Vídeo da Mercedes: http://autoblog.com.ar/2017/07/06/mercedes-benz-clase-x-primer-video-oficial/


Sobre picape Mercedes Classe X, calado até dia 19.


Nissan Kicks, agora nacional






Nissan Kicks, anti EcoSport, Renegade, Hyundais, Captur, Duster 


Agora fabricado no Brasil, Resende, RJ, capaz de atender à demanda Nissan Kicks porta mudanças quanto ao modelo mexicano: aumentam as versões – S, simples, com câmbio mecânico; idem transmissão CVT; SV, SI, e PcD especial para táxis e pessoas com necessidades especiais, fatia de mercado na qual a Nissan quer nadar de braçada. 

Exceto S, todas terão a transmissão de polias variáveis, automática. Para rebater a crítica de um conduzir pasteurizado, sem emoções ou percepção da mudança de marchas, empresa provê sistema eletrônico – acelerado com fé, simula a passagem.

Tem missão. Com ele Nissan quer cumprir exigência do ex-mandão maior Carlos Ghosn, 5% do mercado nacional para a marca. Intenta ser o produto de maior venda e, sob gestão local do economista Marco Silva, encerrar a alta rotatividade de executivos e produtos, dando tranquilidade ao comprador.

Mudanças
Se você conhece o Kicks notará diferenças. Do preço, R$ 1 mil mais caro na versão de topo. 


Agride a lógica, pois a economia com a supressão da cara logística de tirar um carro da fábrica no México, cruzar o oceano, fazer algumas paradas e chegar ao pátio do concessionário no Brasil, deveria reduzir o custo. 

Mudanças na suspensão recebendo calibragens e componentes tipo jogo duro para suportar irregularidades do asfalto nacional. 

Apesar da dedicação urbana, é tratado indevidamente como SUV, sigla para utilitário esportivo, capaz de sair do asfalto e ir a endereços sem CEP. Não é SUV nem SAV, no máximo crossover.

Outra curiosidade, Nissan diz ter aperfeiçoado o motor. Sua associada Renault o produz em configuração idêntica, 1.6, 16 válvulas, com mais potência e torque, sendo inexplicável não utilizar engenho comum – em especial o mais forte. 


Em consumo, está na primeira faixa do Inmetro, ajudado pelo contido peso do conjunto, pouco acima de 1.100 kg. Concorrente Renegade registra 300 kg mais.

O foco de ampliar vendas passa não apenas pelo abrir o leque de versões, com preços e conteúdo menores, mas igualmente por aumentar opções de cores e de revestimentos internos, em tecido ou couro preto, marron e creme.


Há implementos como insólitos redutor das sensações e irregularidades do piso; bancos construídos em Gravidade Zero, coisa especial, dita perceptível por não cansar após uso em viagens longas. 


Mais palpável, câmera de ré com adicional para 360os e tela sabida, encontráveis apenas na versão de topo.

Quem e quanto

Todas as versões são equipadas com obrigatórios sistemas de ABS nos freios e duas almofadas de ar. 


Portam maçanetas externas cromadas, bancos em tecido. Agregação de itens de segurança e conforto eleva os números.



Versão
R$
S PcD CVT
68.940
S mecânico 5M
70.500
S CVT
79.200
SV CVT
85.600
SI CVT
94.200
+
Tela, aletas no teto

2.400      

Versões mais vendidas serão S e SV CVT. A PcD – designação Nissan para Táxis e pessoas com necessidades especiais – é incógnita. Para táxi porta-malas é muito restrito. Segunda, pela inquantificação do mercado.

Neste, a briga entre os crossovers, SAVs e SUVs é a mais acesa e de maior crescimento. Calculado valor R$ x kg, Kicks é o mais caro da categoria.

Roda-a-Roda

Mais uma – Em época de previsível contração de marcas de veículos, fusões, desaparecimento, Mercedes deu personalidade própria à divisão AMG, e inglesa Aston Martin segue caminho e anuncia desdobramento.

AMR – Nome sem charme, sigla de Aston Martin Racing, terá fornada inicial com 300 unidades: 200 com motor V8 AMG e 100 com V12 Ford. 


Decoração superior – Aston são ditos Rolls esportivos -, e itens de seus carros de corrida.

Aqui - Mais barato, Vantage Coupé V8, 98.000 libras esterlinas, uns R$ 450 mil - lá. Dificilmente, chegar algum ao Brasil, pois o representante da marca fechou o negócio por impossibilidade de sobrevivência.



AMR, o AMG da Aston Martin

Razão – Governo PT, Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior baixou norma InovarAuto, arrasando o setor dos importados ao aplicar 30 pontos sobre o IPI. 


Catapultou preços, inviabilizou concorrência entre importados e nacionais. É o hoje processado Governador de Minas.

Mudança – Desastrosa barreira liquidou centenas de revendedores, alguns importadores, incontado número de empregos. 


Deve findar em dezembro, junto com o projeto Inovar-Auto. Crê-se, o sucessor dito 2030 não o renove.

Para pensar – Criar barreira de importação é proteger a ineficiência, a baixa produtividade, afastar-se do mercado internacional.

2ª série – Fábricas e importadoras quando precisam de apelo comercial fazem duas séries no mesmo ano, antecipam o modelo/ano, ou saltam o exercício.

Ao contrário – Mercedes, no Brasil, inovou, aprimorou a modelia. Por exemplo, nos Classe C montados em Iracemápolis, SP, substituiu a caixa automática de sete para nove marchas. Nada de falar em 2017/2018 ou chamá-los 2018.

Como fica – São conhecidos, a partir dos concessionários, como 2017 2ª série para identificar a progresso. 


No pacote, como a Coluna informou anteriormente, suprimiu a versão 200. Agora, salta de 180 para 250, e arremata com 300.

Negócio – Faz promoção com revendedores para vender estoque 7 marchas: 12% de desconto e financiamento sem juros.

Parecido – BMW, sem novidades, mas para movimentar o mercado, separou 100 unidades da Série 3 e repete ação: desconto de R$ 15 mil, reduzindo preço a R$ 149.500 e financiamento de 40% em 24X sem juros.

Festa – Scania 60 anos no Brasil. Começou com escritório de representação para vender caminhões vindo em partes, montados e distribuídos pela Vemag. 


Em 1958, pressionada pelo governo passou a encomendar as peças para fazer motor, e de lá para cá teve história de pioneirismo com várias soluções. Das mais modernas, intercooler para o motor e transmissão automatizada.

Registro – 1º de julho Yamaha de motocicletas comemorou 62 anos de atividade, coragem, emoção – e 501 vitórias em Grandes Prêmios. 


Começou com instrumentos musicais e usou sua expertise em motores leves e de elevada potencia para ajudar Ford desenvolver V6 3.0 SVO; L4 Zetec; Sigma...

Lista – BMW abriu lista de reserva a interessados no modelo G 310R: 31 cv, 313 cm3, R$ 21.900. Dados maiores https://bmwmotorrad.net.br/g310r/.

Pesou – Coluna deu notícia como furo em maio de 2016, e avaliava, por se tratar de produto com peças indianas, mais baratas, teria preço competitivo com Honda e Yamaha 250, em torno de R$ 15 mil. Mas discrepou, é 40% mais cara.

Será? – Mercado dá como certa a compra da Ducati pela Harley-Davidson. Anúncio deveria ter sido feito no 1º. de julho, início do ano fiscal. 
Harley tem experiência: anos ’70 foi à Itália e comprou a Aermacchi, de motos pequenas.

Usados – Mopar, área de peças e acessórios da FCA, junção de Fiat e Chrysler rearrumou a compra e produção de partes para Fiats com mais de três anos de uso, quando já não mais frequentam as oficinas de concessionárias. 
Quer vender a oficinas externas. Chamou-as Classic Line. É o maior mercado.

Parou – Terceiro mês de crescimento de produção e vendas na indústria automobilística sinaliza fim do ciclo da irresponsabilidade peto-dilmiana. 


Em junho, vendas no mercado interno cresceram 13,2% e produção em torno de 20% - no caso a indústria acertou com as matrizes incrementar exportações.

Varejo – Mais vendido no primeiro semestre foi Chevrolet Onix. Péssimo indicativo no mercado consumidor, pois foi reprovado no choque de impacto do LatiNCAP como extremamente inseguro. Apesar da intensa divulgação, o risco de danos e morte não sensibilizou comprador.

Quem – Cinco mais vendidos: GM Onix, 83.236; Hyundai HB20, 51.149; Ford Ka, 44.650; Renault Sandero, 38.8667 e VW Gol, 36.209.

Data – Demorou, mas o Club de Automóviles Clásicos, fixou datas para o Autoclasica, maior encontro de veículos antigos na América do Sul: sexta, 13, a segunda 16, outubro. 


Mantém-se no clube hípico de San Isidro, a 50 km de Buenos Aires. Ano passado, o Best of Show foi Ferrari 250LM.

Melhor na Autoclasica 2016, Ferrari 250LM


Gente - Marcelo Cosentino, jornalista, deixou área de imprensa da Renault.


OOOO Não aguentou o vai-e-volta S. Paulo-Curitiba. 

OOOO Nova e não anunciada colocação no ramo. 

OOOO Idem para Elisa Sarti, após 17 anos deixou de articular a Fiat, em S. Paulo. 

OOOO Leandro Giometti, jornalista, novo anexo da Ogilvy PR à comunicação social da Peugeot. 

OOOO Marco Cortinovis, diretor de comunicação da Pirelli América Latina, promoção.

OOOO Diretor global da área do Prometeon Tyre Group, empresa Pirelli para pneus industriais de caminhões. 

OOOO Raquel Dodge, procuradora da República, indicada PGR. 

OOOO Tomara siga o slogan da marca nos anos ’50: Os Dodge não podem parar nem falhar... OOOO
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Gato por lebre no comércio de lubrificantes. A maioria dos donos de veículos que precisa fazer a troca de óleo de seus veículos nem sempre tem as informações necessárias para escolher o óleo mais adequado ao motor. A ANP publica mensalmente um relatório sobre a qualidade dos lubrificantes à venda no País

Por Arnaldo Moreira

Um dos problemas vividos no mercado de venda de óleos lubrificantes é o desconhecimento existente não apenas entre os consumidores como entre os frentistas. 

Estes, não raramente, sugerem, a quem vai a um posto para trocar o óleo do seu carro, lubrificantes, por vezes mais caros do que o necessário ou mesmo não exatamente o indicado para o tipo de motor do cliente. 

Mas há ainda casos mais graves como a venda de óleo pretensamente aditivado, como o indica o rótulo da embalagem, mas que não possui nenhum tipo de aditivo.

Basta dar uma olhada no relatório mensal do Programa de Monitoramento de LubrificantesANP (Agência Nacional do Petróleo) para constatar uma quantidade significativa de lubrificantes sem as especificações que os fabricantes inserem no rótulo. 

Muitos são vendidos fora das especificações, o que significa que não lubrificam o motor como promete o fabricante no rótulo da embalagem, ou, muito pior, o rótulo da embalagem indica que se trata de um óleo aditivado, mas a análise da ANP constata que se trata de uma fraude: o lubrificante não tem nenhum aditivo.

O presidente Brasil da YPF, Ramiro Ferrari, considera um desrespeito ao consumidor o fabricante vender um produto fraudado pelo preço de um produzido corretamente e dentro das especificações. 

“As consequências não são ruins apenas para o bolso do comprador, mas especialmente são péssimas para o motor”, comentou.

O investimento que qualquer pessoa faz ao comprar um veículo é elevado em qualquer lugar do mundo, mas particularmente no Brasil é maior ainda, em virtude do exagerado preços dos carros. 

Qualquer conserto já pesa no bolso do consumidor, mas ele ser obrigado a arcar com reparos por avarias causadas pela ganância de empresários sem escrúpulos que vendem gato por lebre é revoltante.

Por isso, sugiro que consulte o relatório da ANP no site para saber quem não o está enganando, para isso já bastam os políticos:

YPF mostra novos óleos automotivos Elaion no inverno de Buenos Aires, aquecido pelo tango. A estatal de petróleo argentina criou esses lubrificantes que melhoram o funcionamento e a durabilidade dos novos motores cada vez mais modernos e rotativos e ainda atendem às preocupações das montadoras de redução do consumo de combustível. Assista o vídeo





Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Nova gama de lubrificantes automotivos Elaion, fabricados com a tecnologia TAS, que reduz o estresse dos componentes do motor, causado pelo alto atrito entre eles, fabricados pela estatal de petróleo argentina YPF, foram apresentados à Imprensa brasileira, em Buenos Aires. 

Já à venda no País, produzidos pela YPF na fábrica de São Paulo, os novos óleos melhoram o funcionamento e a durabilidade dos novos motores cada vez mais modernos e rotativos e ainda atendem às preocupações das montadoras de redução do consumo de combustível. 




A apresentação foi feita pelo presidente da YPF do Brasil, Ramiro Ferrari, que recepcionou e acompanhou o grupo de jornalistas na visita às instalações da Refinaria YPF, em La Plata, localizada a 50 km de Buenos Aires. Ali, funciona a fábrica de lubrificantes mais moderna da América Latina. 



     Foto divulgação


A refinaria de La Plata, criada em 1920, é a 3ª maior da América Latina, detém 40% de marketshare em lubrificantes, mais de 1.500 postos de combustível, na Argentina, e um faturamento de 18 milhões de dólares/ano. 

Foto divulgação

A YPF produz lubrificantes no Brasil, desde 1998, na sua fábrica, em São Paulo e possui 
distribuidores nos principais centros consumidores do País: www.ypf.com.br.


Durante a visita às instalações de La Plata, Ramiro ressaltou que a fabricação dos lubrificantes da YPF obedecem a um rigoroso padrão de qualidade, motivo por que são usados no primeiro enchimento dos motores por grandes montadoras. 


“Temos contratos de fornecimento com a Ford, a Volkswagen, GM e Scania, que reconhecem o alto padrão dos óleos Elaion”, frisou.

O eng. Ruben Russo mostra o PI, equipamento de limpeza dos dutos de passagem dos lubrificantes.

O gerente de Operações da YPF argentina, engenheiro Ruben Russo, explicou que a refinaria de La Plata é a única no mundo com dutos autolimpantes, através de um sistema de alta pressão, o que evita a mistura dos diversos tipos de lubrificantes que passam pelos dutos para serem embalados. 



A petroleira investe fortemente no controle de qualidade, no seu laboratório dotado com modernos equipamentos. Nele, são realizados testes em todos os lotes de óleos embalados, o que para Ramiro Ferrari é outra garantia de excelência do padrão da marca Elaion. 

Ramiro Ferrari chamou a atenção para o fato mais importante que o consumidor deve ter conta na hora de comprar um óleo lubrificante para seu veículo, a homologação do produto que garante a sua qualidade.






Cada motor usa um tipo de óleo diferente e a linha Elaion, lembra Ramiro, oferece os vários lubrificantes adequados para os motores antigos, a biodiesel, os aspirados e turbo-alimentados e os a GNV, “e essa é a grande meta da YPF, dar a certeza ao consumidor de que o motor de seu carro está devidamente protegido”.

Entre a gama de lubrificantes sete tipos são 100% sintéticos, destacando-se o Elaion F50 5W-40 e o F50 Plus 5W-40, usados pela VW nos carros fabricados na Argentina no primeiro enchimento do motor, enquanto a Ford recomenda o tipo F50E 5W-30 e a GM os óleos F50 d1 0W-20 e o Fd1 5W-30. Dois outros tipos são semissintéticos e mais dois 100% minerais.


A unidade de lubrificantes de La Plata que fabrica 95% da produção da YPF, opera 60 mil toneladas de bases para fabricação de óleos e 29 tipos de tintas automotivas e outras. Os restantes 5% saem das outras unidades, na Patagônia e Mendonza. A companhia tem um faturamento anual de US$ 180 milhões.

Vídeo de Ramiro Ferrari explica como a YPF garante óleos automotivos de alta qualidade:
https://youtu.be/VsY4_C3WRX0

Em 2016 as indenizações gerais pagas pelo DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) registraram redução ante o ano de 2015. Os casos de invalidez permanente que representaram 80% das indenizações caíram 33%. As mortes reduziram-se em 21%. O motivo foi a crise que reduziu o número de veículos nas estradas e nas cidades, ou foi o aumento do cuidado dos motoristas? A Audi lançou um novo A5 Sportback com condução semiautônoma nos engarrafamentos



Alta Roda 

Nº 948 — 10/7/17

Fernando Calmon


Estímulo para todos

Em meio a tantas notícias ruins, nada como um sopro de otimismo em relação à violência do trânsito brasileiro. 

No portal na internet da Seguradora Líder, responsável pelo pagamento de indenizações por mortes e feridos em acidentes, o boletim estatístico relativo ao ano passado trouxe uma grande surpresa. 

Apesar de escassa repercussão nos meios de comunicação está lá com todas as letras:
“Em 2016 as indenizações gerais pagas pelo DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) registraram redução ante o ano de 2015. 

Os casos de invalidez permanente, apesar de representarem a maioria das indenizações no período (80%), caíram 33%. 

As mortes reduziram-se em 21% e sua participação foi menor em relação às demais coberturas (7%). Em despesas médicas houve 42% menos indenizações.”

Em números absolutos, perderam a vida em ruas e estradas do Brasil no ano passado 33.547 pessoas entre motoristas, pedestres e motociclistas. 

Ainda de acordo com o citado boletim estatístico, prossegue a mesma tendência dos anos anteriores: a motocicleta representou a maior parte das indenizações, 76%, apesar de significar apenas 27% da frota nacional.

Ao levar em conta que apenas cinco anos atrás as vítimas em acidentes fatais chegaram a mais de 55.000 pelo mesmo critério estatístico, a evolução para melhor impressiona. Claro que ressalvas precisam ser feitas. 

Antes os pedidos de indenização retroagiam 10 anos (agora, três anos), um incentivo a fraudes. 

A própria Líder deve ter apertado seus controles sobre indenizações suspeitas depois de casos rumorosos apontados em investigações.

A frota brasileira de veículos também diminuiu drasticamente o ritmo de crescimento, como já registrado nessa coluna.

Ao mesmo tempo, a retração de consumo de combustível por veículos leves em grandes centros urbanos aponta para menos circulação e, portanto, menor probabilidade de acidentes. 

Ainda assim, esses dados indicam um cenário alentador em termos de esforço com resultados de governos, entidades públicas, organizações civis e não governamentais, além de melhoria nos próprios veículos em circulação tanto em segurança passiva quanto ativa.

Um dos movimentos marcantes é o Maio Amarelo, mês dedicado a estimular ações coordenadas e incentivadas pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) com apoio de entidades de vários setores. Contabilizados ao longo de junho passado os números impressionam.

Mais de quatro mil ações em diversas cidades do país; 80 mil likes nas páginas oficiais do Movimento no Facebook (FB); cinco milhões de pessoas alcançadas no FB, 500 mil acessos no site do Maio Amarelo (entre janeiro e maio de 2017); mais de quatro mil empresas e entidades (públicas e particulares) promoveram atividades; dois milhões de visualizações nos dois vídeos da campanha; mais de 385% de aumento de mídia espontânea em relação a 2016 e mais de 115% de aumento nas palavras “Maio Amarelo” em pesquisas do Google.

Vamos agir juntos por um trânsito mais seguro. Que o bom resultado de 2016 seja tendência e não apenas melhora pontual. Um estímulo para todos.

RODA VIVA

SOBREVIVER como importador no Brasil é tarefa ingrata. Ao completar 25 anos como representante da marca Kia no Brasil, o Grupo Gandini experimentou da euforia ao desânimo. 

Até tentou montar a van Besta, na Zona Franca, de Manaus, inviabilizada pela logística, em 1995. 

Depois de 400.000 unidades importadas espera novos tempos com o fim do Inovar-Auto no final de dezembro.

MEIO século de tradição em modelos de alto desempenho completa a subsidiária AMG da Mercedes-Benz. 

A despeito do preço elevado, comercializou quase 300 unidades no primeiro semestre ou 45% desse nicho que inclui BMW (M) e Audi (RS). 

Topo de linha GT-R tem 585 cv, controle de tração ajustável e eixo traseiro direcional entre outros itens por R$ 1.199.000.

MAIS impressionante é o sedã Mercedes-AMG E 63 S Matic+, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,4 s apesar de quase duas toneladas de peso. 

Com 612 cv e acachapantes 85 kgfm (cerca de três vezes mais que turbo de carro médio) tem tração nas quatro rodas variável, suspensão pneumática e controle de largada para disparar adrenalina. Começa em R$ 699.900.

AUDI lançou segunda geração do sedã-cupê A5 Sportback com preços que vão de R$ 189.990 a 268.990. 

Linhas ganharam dinamismo e a potência parte de 252 cv do motor turbo de 2 litros. Espaço para joelhos atrás cresceu 2,4 cm. 

Reações ao volante são bastante precisas. Sistema de condução semiautônoma permite aliviar estresse no para-e-anda do trânsito.

VIAGEM entre Santarém e Alter do Chão, no Pará, colocou à prova aptidão do novo Land Rover Discovery em situações fora de estrada de grau médio de dificuldade. 

Mesmo com pneus não adequados para a “aventura”, o SUV de grande porte não se intimidou inclusive em passagens de vau de até 90 cm de profundidade. Controles eletrônicos mais atuantes facilitam tudo.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Chevrolet participa do Mobility & Show no Rio. Além de carros em condições especiais para pessoas com deficiência, marca oferece orientação a interessados em adquirir veículo com isenção durante a feira. Entre os carros expostos na feira está o Spin com rampa de acesso para embarque de cadeirantes, adaptação desenvolvida pela Cavenaghi





São Caetano do Sul – A Chevrolet vai participar da 3ª edição do Mobility & Show, que acontece de 7 a 9 de julho na Marina da Gloria, Rio de Janeiro. 

O evento reúne num só lugar produtos, serviços e informações sobre os direitos na compra de veículos com isenção de impostos das pessoas com deficiência, seus familiares, idosos e pessoas com mobilidade reduzida

Em seu estande, a Chevrolet vai exibir o Spin com rampa de acesso para embarque de cadeirantes, adaptação desenvolvida pela Cavenaghi. 

A marca vai expor ainda todos os modelos da marca, como Onix, Prisma, Cobalt, Spin, Cruze e Trailblazer, que serão vendidos com condições especiais para compra com descontos de fábrica, benefícios fiscais previstos na legislação e oportunidade especial para o evento que chegam a superar 30% na redução de preço.

Profissionais especializados estão à disposição no estande da marca para tirar dúvidas e dar suporte ao consumidor interessado em adquirir um veículo com as isenções de impostos IPI/ICMS.

“A orientação correta ao cliente é muito importante para que ele consiga encontrar o produto ideal com os benefícios fiscais a que tem direito por lei. Muitos desconhecem que além dos motoristas, os não-condutores, por exemplo, também têm o direito a adquirir os carros com condições especiais”, atenta Ricardo Couto, gerente Regional de Vendas Diretas da GM.

PcD tem direito à isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para qualquer automóvel de passageiros nacional desde que o carro não custe mais do que R$ 70 mil, na tabela de preço público sugerido da montadora. 

Acima deste preço o consumidor tem direito a isenção apenas do IPI, que dependendo do modelo também e muito expressiva.

Linha completa
A Chevrolet possui a mais completa linha de automóveis do país, com produtos modernos e que podem ser adaptados às diversas necessidades dos consumidores.

A marca tem ainda mais de 600 concessionárias espalhadas pelo país e a maior variedade de veículos equipados com transmissão automática.

Test drive e OnStar

Na área externa da feira, a Chevrolet disponibilizará modelos automáticos para test drive: Cobalt, Onix, Spin, Trailblazer, Cruze e Prisma. 

Os consumidores poderão conhecer e avaliar o sistema OnStar, exclusivo da marca Chevrolet no país. 

É um sistema de telemática avançado que oferece ao motorista mais de 20 serviços de emergência, segurança, navegação, diagnóstico, concierge e conectividade em um patamar jamais visto no mercado nacional.

A disponibilidade dos serviços OnStar dependem da tecnologia do veículo e do plano optado pelo usuário. 

Atualmente existem três tipos de planos: Safe, Protect e Exclusive. A Chevrolet oferece um período de experiência para que o cliente possa degustar dos serviços.

Conheça alguns deles

Assistência à recuperação veicular em caso de roubo ou furto - o Centro de Atendimento OnStar pode localizar e bloquear o veículo para facilitar a sua recuperação por parte das autoridades competentes;

Monitoramento em rotas - ligação do usuário para o Centro de Atendimento OnStar, através do botão central de assistência no retrovisor, para monitoramento durante o seu trajeto e auxílio em caso de necessidades;

Destino seguro - serviço de alerta de chegada ao destino para pessoa indicada pelo usuário;

Localização e reservas – hotéis, restaurantes, salão de beleza, entre outros;

Pontos de Interesse
- localização de qualquer local como postos de gasolina, concessionárias Chevrolet, lojas, etc.;

Turn by turn – Envio do destino solicitado para o multimídia Chevrolet MyLink para instruções de navegação mesmo em veículos sem mapa integrado (através de setas e comandos de voz);

Consultas rápidas - previsão do tempo, cotação do dólar do dia, conferir o placar de uma partida de futebol, entre outros;

Acionamento de emergência pelo botão do retrovisor – em casos de emergência, usuário terá prioridade de atendimento;

Resposta automática de acidentes
- Centro de Atendimento OnStar, quando detectada uma ocorrência através de sensores do veículo, entra em contato com o veículo oferecendo suporte e, em caso de necessidade, aciona os órgãos públicos de emergência;

Transferência de ligação para Chevrolet Road Service em caso de pane elétrica ou mecânica, serviço gratuito durante o primeiro ano da compra do veículo;

Alerta de movimento
- informa usuário por e-mail ou alerta no smartphone quando o veículo é movimentado;

Alerta de valet
- informa usuário por e-mail ou alerta no smartphone quando o veículo ultrapassa o perímetro de 500 metros do local do acionamento da função;

Alerta de velocidade - informa usuário por e-mail ou alerta no smartphone quando a velocidade estipulada no aplicativo é ultrapassada;

Alerta de Rodízio
- aviso sonoro informando cliente de restrição veicular nas cidades onde a lei se aplica;

Ligação via APP - contato direto do usuário com a Central de Relacionamento Chevrolet e com a linha de emergência OnStar;

Localização - informação e compartilhamento da coordenada do veículo ou do celular do usuário nas redes sociais;

Luzes e buzina
- acionamento remoto com disparos de buzina e acendimento dos faróis;

Siga Me - monitoramento remoto do veículo por 15 minutos, com informação de localização a cada 2 minutos;

Travamento e destravamento remoto das portas;

Informações em tempo real do veículo - como alerta de pressão dos pneus, quilometragem total percorrida, situação do motor, transmissão, freios, emissões, controle de tração e do sistema OnStar por meio do aplicativo ou site OnStar.

Salto em conectividade
Toda a linha Chevrolet já vem com a última geração do multimídia Chevrolet MyLink, compatível com Android Auto e Apple Car Play.

Para o motorista, isto significa maior integração entre as funções do smartphone e do sistema multimídia do carro. 

Tudo de uma forma muito simples e segura, já que diversos recursos podem ser acionados por comando de voz, ajudando a manter por mais tempo o foco no trânsito e as mãos no volante.

Por meio do Android Auto o usuário tem acesso no multimídia do carro a aplicativos como o Google Maps, de navegação com informações do trânsito em tempo real, e o WhatsApp, de troca de mensagens. Já por meio do Car Play, o usuário pode acessar apps como Apple Music e o Spotfy, ambos de música.

A relação de recursos e aplicativos pode variar conforme a versão e o sistema operacional do telefone do usuário.

Mais uma característica desta última geração do Chevrolet Mylink é o design moderno e intuitivo do aparelho. 

A tela de sete polegadas de alta resolução possui tecnologia multi-touch. Similar à de smartphones, ela facilita a navegação com os dedos e permite reorganizar os ícones da página inicial, por exemplo.

As teclas de avançar e retroceder do multimídia ficam no painel externo do aparelho, assim como o botão do volume giratório, facilitando a operação. 

Já o sistema de áudio e telefonia também podem ser acionados por comandos no volante multifuncional, disponível nas versões mais sofisticadas do Spin.

Serviço:
Mobility & Show RJ

Data: 7 a 09 de julho.

Horários: Sexta-feira das 12h às 18h e Sábado e Domingo das 10h às 18h.

Local: Marina da Glória – Rio de Janeiro.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Chevrolet promove feirão de fábrica no RJ Mega-ação de vendas será nos estacionamentos do Shopping Nova América e do Carrefour Niterói/Manilha na sexta-feira e no sábado (7 e 8/07/2017) A ação de varejo será estendida a todos os pontos de vendas da marca no Estado do Rio.




Rio de Janeiro (RJ) – A Chevrolet promove, neste final de semana (sexta-feira 7 e sábado 8/07/2017), seu tradicional feirão de fábrica no Rio de Janeiro. 

A ação de vendas vai acontecer no estacionamento do Shopping Nova América, na Linha Amarela e no estacionamento do Carrefour Niterói/Manilha e também em todas as concessionárias da marca no Estado do Rio de Janeiro.

Os clientes que comparecerem ao feirão contarão com inúmeras promoções nos preços e também nas condições de financiamento, incluindo para os modelos da linha Chevrolet planos de pagamento com prazos de até 60 meses e taxa zero. A grande promoção deste feirão será o Chevrolet Onix com o menor preço do ano.

“Os clientes vão encontrar ofertas bastante vantajosas nos preços e também nas condições de financiamentos, que poderão ser feitos – para toda a linha Chevrolet – com taxa zero”, revela Rodrigo Perencin, gerente Regional de Marketing.

Durante o feirão os clientes poderão testar todos os modelos da linha Chevrolet, entre eles os Novos Cruze e Tracker além de conhecer a Nova S10 Flex Automática.

“A ação de varejo deste final de semana é mais uma grande oportunidade para os consumidores comprarem um Chevrolet. Preparamos grandes promoções. O feirão também é uma oportunidade para o consumidor conhecer as novas tecnologías da marca, como o OnStar e a segunda geração do Mylink”, diz Marcelo Santos Gerente Regional de Operações.

Tecnologia do OnStar
Os clientes poderão conhecer todas as novidades e tecnologias, como o OnStar em toda a linha Chevrolet. 

Sistema avançado que oferece ao motorista mais de 20 serviços de Emergência, Segurança, Navegação, Concierge, Conectividade e Diagnóstico Avançado, em um patamar jamais visto no mercado automotivo nacional.

A disponibilidade dos serviços OnStar dependem da tecnologia do veículo e do plano optado pelo usuário. 

Atualmente existem três tipos de planos: Safe, Protect e Exclusive. A empresa oferece um período de experiência para que o cliente possa degustar dos serviços.

A Chevrolet Serviços Financeiros vai montar uma completa estrutura no local para dar total suporte de financiamento ao consumidor.

Serviço

Evento: Feirão de fábrica no RJ
Data: 7 e 8 de julho de 2017
Local: Estacionamento do Shopping Nova América, na Linha Amarela e no estacionamento do Carrefour Niterói/Manilha.
Horários: 9 às 20 horas.

A JAC Motors está comemorando os resultados obtidos neste 1º semestre do ano, em que vendeu mais 18,4% em relação ao mesmo período de 2016, enquanto o mercado cresceu apenas 4,1%.







A JAC Motors anotou alta de 18,4% – versus 4,1% do mercado, no primeiro semestre de 2017O JAC T5 continua sendo o carro-chefe, ou “SUV-chefe, com 1.194 unidades emplacadas no período”, mantendo a vice-liderança dentre todos os modelos importados no acumulado do ano.

No último mês, a JAC Motors registrou alta de 25,4% quando consideradas as vendas de junho de 2016. 

A JAC Motors posiciona-se numa invejável 3ª colocação dentre os percentuais de crescimento de todas as marcas do País. 

Na comparação entre o mesmo mês dos dois anos, o mercado total de automóveis registrou elevação de 13,7%.


“Certamente, teremos um 2º semestre ainda melhor, com a chegada do T40, no início de agosto”, aposta Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil.


“A chegada do T40 não será a última novidade do ano. Vamos trazer um caminhão de pequeno porte, para o segmento de VUC´s, chamado V260. Com toda a linha, a expectativa da JAC Motors é vender uma média de 450 unidades mensais no segundo semestre deste ano”, revelou.

“Como os meses de junho de 2016 e 2017 tiveram 21 dias úteis, o percentual de crescimento da JAC, que foi praticamente o dobro do resto do mercado, mostra uma recuperação consistente da marca”, explica Sérgio Habib, presidente da JAC Motors Brasil. 

Já no acumulado da primeira metade do ano, o índice de aumento nas vendas da JAC Motors é ainda mais expressivo quando se observa a média de todo o mercado. 




terça-feira, 4 de julho de 2017

Harley-Davidson do Brasil enfatiza as técnicas de utilização dos freios ABS em condições adversas. Mesmo com o avanço da tecnologia de frenagem, as boas práticas continuam sendo itens básicos para condução segura




A segurança é tema obrigatório no motociclismo e a Harley-Davidson, sempre preocupada com o assunto, investe constantemente em pesquisas e desenvolvimento de soluções, tanto com foco em suas motocicletas quanto, também, com o objetivo de propagar os princípios da pilotagem consciente. 


Afinal de contas, as experiências vivenciadas sobre duas rodas garantem que as histórias se transformem em lembranças inesquecíveis a bordo de uma H-D.

Toda a linha de motocicletas Harley-Davidson conta com diversos itens de segurança que auxiliam os pilotos nas mais variadas situações. 

Um dos mais importantes (e item obrigatório no Brasil) é o freio ABS (Anti-lock Braking System ou Sistema de Freios Antibloqueio, em português), presente em todos os modelos da marca que estão à venda no País.

O funcionamento desse dispositivo em motocicletas é semelhante ao uso em outros tipos de veículos, ou seja, sensores nas rodas que monitoram a rotação enviam as informações para um módulo de processamento eletrônico de dados da moto quando há uma desaceleração intensa (ou frenagem brusca) para que o sistema atue de forma a enviar pressão de fluido suficiente para apenas reduzir a velocidade, sem travar as rodas, independentemente da força aplicada no manete. 


Tecnologias embarcadas como o ABS são projetadas para funcionar apenas quando realmente se precisa delas, sem prejudicar a experiência essencial e intuitiva do motociclista com sua moto.

Neste contexto, a Harley-Davidson do Brasil reforça que, independentemente do sistema moderno de freios, a boa técnica de frenagem ainda continua sendo importante e uma pilotagem segura evita que seja necessário utilizar esses dispositivos.

A H-DB separou algumas dicas essenciais para pilotos iniciantes e experientes sobre diferentes técnicas de frenagem em distintas situações.



Principiantes
Algumas técnicas básicas e intermediárias podem fazer toda a diferença na hora de acionar o manete de freio na cidade ou na estrada.

1. Frenagem básica em linha reta

• Manter a moto na posição vertical (sem inclinação) e apontar para a frente, conforme os freios dianteiro e traseiro são acionados, simultaneamente, de forma suave e controlada.

• Acionar a embreagem e reduzir a marcha conforme vai diminuindo o ritmo, até chegar à primeira marcha, para uma parada completa da motocicleta.

• Manter a cabeça sempre erguida e os olhos para a frente, não podendo nunca olhar para baixo, na parte dianteira da moto.

• Não ter medo de utilizar o freio dianteiro é importante, já que ele responde por cerca de 70% do poder de frenagem de uma motocicleta. Ao se aproximar de uma curva, um cuidado importante é diminuir a velocidade antes de começar a virar.


2. Parada de emergência

• O mais importante de tudo é não entrar em pânico e manter a calma, analisando a situação, a circunstância e todas as possibilidades existentes.

• A primeira coisa a ser feita é acionar os freios suavemente, mas com firmeza.

• Caso a roda traseira trave, o manete de freio traseiro não deve ser solto em hipótese alguma. Manter a moto apontada para a frente é essencial para deixar a motocicleta parar. Soltar o freio traseiro durante uma derrapagem pode causar um acidente grave.

• As motos sem o ABS, caso a roda dianteira trave, o freio deve ser solto imediatamente e acionado novamente na sequência.

• Quando a motocicleta finalmente parar, é preciso verificar através dos espelhos retrovisores o tráfego nos arredores e se preparar para acelerar e sair do caminho, se necessário.


3. Fatores que afetam a frenagem

• Sempre que a superfície de uma estrada não for a ideal (molhada, oleosa ou suja), a capacidade de parar da moto é comprometida. Além disso, freios molhados também aumentam a distância de parada. Manter as velocidades estabelecidas e estar pronto para iniciar a frenagem mais cedo são atitudes que auxiliam o piloto a evitar acidentes.

• Caso tenha garupa ou alguma carga, é preciso lembrar que a distância necessária para uma frenagem aumentará por conta do maior peso da motocicleta.

• Pneus carecas e freios desgastados ou mal ajustados podem limitar drasticamente a capacidade de frenagem de uma moto. Manter esses e outros sistemas vitais bem conservados e a revisão geral da motocicleta em dia são tarefas simples e de grande importância.


Pilotos experientes
Algumas dicas de técnicas avançadas para motociclistas que já possuem ampla experiência com suas máquinas também podem abrir os olhos em situações difíceis.

Frear em uma curva gera uma demanda maior de tração dos pneus e aumenta a possibilidade de que uma ou as duas rodas travem. 

Em uma curva, é quase certo que travar uma roda causará uma perda de controle e, por isso, é sempre melhor evitar frear em curvas, se houver essa possibilidade. Se não for possível, há duas estratégias a serem seguidas:

1. Quando as condições permitirem, dependendo da velocidade, da nitidez da curva, da largura das faixas e do nível do tráfego, a moto deve ser endireitada na curva antes de os freios serem acionados. Em seguida devem ser aplicadas as mesmas técnicas para parar em linha reta.

2. Se não puder evitar virar enquanto estiver parando ou reduzindo a velocidade, os freios devem ser acionados da forma mais suave possível, fazendo com que não haja reações bruscas de todo o sistema nessa condição.

Frear vai fazer com que a motocicleta retome seu eixo e siga adiante, por isso torna-se necessário aplicar uma força extra na manopla, sem esquecer do princípio do contraesterço das motocicletas.



Freios ABS
Condutores experientes, com boa técnica de frenagem, não têm nenhuma razão para mudar sua abordagem e pilotagem por conta dos freios ABS. 

O sistema é acionado apenas quando há necessidade, normalmente quando os freios estão prestes a travar e, por isso, talvez nunca seja possível saber quando ele é acionado. 

No entanto, em caso de frenagens intensas, o sistema pode reagir de acordo e, quando é ativado, é comum que haja vibração na motocicleta acima do comum. 

A Harley-Davidson recomenda a prática de frenagens bruscas em linha reta e em um espaço aberto e seguro para que sejam sentidas as reações da motocicleta nesta situação.

Os pilotos iniciantes devem saber que os freios ABS não substituem uma boa técnica de frenagem. 

Por isso, a H-D estimula a constante prática das habilidades, sabendo que os freios ABS atuarão ajustando a combinação da quantidade de força de frenagem aplicada, bem como a velocidade da moto, para alcançar um equilíbrio de frenagem mais otimizado em uma situação de parada de emergência.

A Harley-Davidson do Brasil acredita que a prática de boas técnicas de frenagem segura para todas as situações é um dos mais confiáveis itens de segurança que um piloto pode ter para conduzir sua motocicleta, pois nem a melhor tecnologia pode tomar o lugar da habilidade e da experiência humana.

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