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sábado, 14 de abril de 2018

Um Honda Civic surpreendente, um VW Tiguan com excelente desempenho, consumo e dirigibilidade. Novo Cruze para 2019



Coluna nº 1518 - 14 de Abril de 2018 

                                                                                       

Honda S.I., entenda a sigla

Tirando onda, o Civic S.I.



Se você quiser entender o espírito da versão importada do Honda Civic, em morfologia cupê e dito S.I., deve procurar

o significado das iniciais. É Sport Injection. Nada a ver com o
sistema de alimentação, traduzido como Injeção Esportiva mas, no caso, um aditivo de esportividade e, importante, não é para automóvel, mas para o proprietário.

Coisa coerente, o S.I. por si só porta um pacote de elaboração. O motor L4, 1,5 litro, 16 válvulas, injeção direta, turbo, transversal dianteiro, em primeira geração, está no terceiro nível de potência, atingindo 208 cv e 26,5 Nm em torque.   

Caixa mecânica de 6 marchas, tração frontal, freios a disco nas 4 rodas, todo o pacote eletrônico de segurança, buchas de suspensão em borracha, substituindo sistema hidráulico, para maior percepção e sensibilidade, barra estabilizadora com 26 mm de espessura.

Pacote ajeitado, agradável ao uso especialmente ao urbano, para absorver as irregularidades do piso, mas nada

resolve em resultado esportivo. Para transformar automóvel e seu condutor um botão, ao pé do console, muda a programação do automóvel. 

Está indicado Sport, e premido reconfigura o mapa operacional: o acelerador se torna mais responsivo, amortecedores tem maior pressão, direção mais precisa e, diz-se, o turbo eleva a pressão a 1,4 bar.

O conjunto se transforma e o automóvel ganha aderência, seu comportamento para entrar, ficar e sair das curvas aproveitando o amplo torque do motor mostra-o de extrema agradabilidade. Freará melhor, responderá em menor tempo às demandas ao acelerador, desenhará melhor as curvas.
A mudança espelha desejo – e alma – dos usuários. É uma das designações mais honestas no mundo do automóvel, e seu uso muda inteiramente parâmetros operacionais e o comportamento. Conjunto rodas de liga leve e pneus radiais 235x40x18 tenta harmonizar os dois tipos de uso e

resistir a pequenos buracos.

Dirigi-o no surpreendente circuito Velocitta, em Mogi Guaçu, SP. Primeiro, com o modo Sport demandado. Ótima
experiência, avaliando como o S.I. se comporta e se manteria com vigor. supermercado, dei uma volta sem o programa de regulagem, e encontrei um carro.

Pensando como dona de casa na messe de levar meninos ao colégio ou ir ao normal, sobrevivendo à demanda extra. Na prática, um botão altera a esperto e com dimensionamento mecânico apto a melhor aproveitar os novos personalidade, e o carro esperto de uso urbano, se transforma em um carro muito parâmetros de estamina solicitados.
Não espere encontrá-lo para análise ou test-drive num concessionário Honda. O primeiro lote, com adaptação ao uso nacional, como um centímetro a mais em altura livre do solo, e tratamento anticorrosão alcoólica no sistema de alimentação, tem apenas 60 unidades – menos da metade da rede.

Interessado, procure o revendedor e o material de divulgação, e dê um sinal para garantir a entrega. Restante para completar R$ 159.900, à entrega.

Ps. Como o revendedor não investe para comprar a unidade, há margem para pedir descontos 
ou supervalorizar o usado oferecido como entrada. 

  
Tiguan. Tira teima


O que vende mais ? Bom produto ? Boa direção ?

Se a dúvida é recorrente, a Volkswagen se candidata a responder tal questão. 

Será com o Tiguan, para mim o melhor utilitário esportivo da praça. Mas se é bom de aceleração, velocidade, estabilidade, freios, segurança no rodar e preço, tem vendas desproporcionais. em gerir suas vendas. 


Resultado desta definição, empresa reconquistou a peso de Dificuldade básica foi afastada pela reconquista da autonomia da VW do Brasil ouro de Gustavo Schmidt, ex-gerente comercial, para a vice presidência no ascendendo ao segundo lugar no mercado – e quer voltar a ser a primeira.
setor. 

Em dupla com novo presidente Pablo Di Si, subiram 37% nas vendas, VW finalmente reagiu para entender o crescimento de vendas dos utilitários esportivos, e o terá cinco modelos em dois anos, iniciando com o Tiguan.

Tiguan
Mexicano, isento de imposto de importação, agora construído sobre plataforma modular, ótimo aproveitamento de
espaço, em especial na cabine. Leva o nome de Allspace. Transmissão, automática, a DSG, sete marchas, mesma de seu primo Audi Q3, equipará versão de topo. Serão duas, com turbo e injeção direta, quatro cilindros, 16 válvulas. 

No disposto, sai da imobilidade aos 100 km/h em notáveis 6,8s e crava final de 223 topo, 2,0 litros e 220 cv, 350 Nm de torque. Mesmo aplicado aos Audi, tem injeção direta na cabeça dos pistões e indireta no coletor de admissão.
km/h. Motor 2 litros indica a disponibilidade de sete lugares.

Opção de entrada, exemplo de redução de pesos e medidas, o 1,4 litro, 150 cv, 250 Nm de torque – construído pela VW
Brasil em São Carlos, SP. 10 cv a mais relativamente à versão anterior, nascidos com a troca de pistões e anéis de segmento, recalibragem da Centralina. Transmissão
automática 6 velocidades, vai de 0 a 100 km/h em 9,5s e arranha os 200 km/h em velocidade final. É ávaro em consumo. Motor menor não tem opção de tração
total.


Muda tudo
Nome igual, tudo diferente. Maior, mais largo, mais baixo, maior distância entre eixos. Na prática melhora o

comportamento dinâmico e a habitabilidade.

Externamente cinco cores, sólida Branca; metálicas Vermelho Ruby, Prata Snow e Cinza Platinum, e a perolizada Preto Mystic – estes intelectuais criadores de nomes de cores deveriam 
exemplificar o que inspira a Preto Místico? Um pai de santo na Bahia? 



… Rodas 
em liga leve 17, 18 ou 19 polegadas de diâmetro. Estas e a decoração da grade frontal mudam de acordo com a versão.

Traseira harmonizada com lâmpadas a LED. Dentro, painel digital com várias configurações, sistema de infodivertimento voltado ao motorista. 

Ao uso encaixes perfeitos entre painéis, típicos da qualidade construtiva alemã, grande modularidade dos bancos e ganho nunca levará de espaço no porta-malas. Há jeito para transportar a prancha de surf.

As versões 2.0 têm tração total e relativa facilidade de andar, com estabilidade, em estradas de terra. Nada a ver com jipes e outras grosserias mecânicas para trabalhos ínvios como arrancartoco ou rebocar caminhão carregado e atolado, mas andar safo e seguro em locais sem pavimentação.

Adicionalmente, versão R Line. Em tese o R sugere sobre rendimento obtido por elaboração da mecânica, como fazem
M na BMW, SVO na Ford, AMG na Mercedes, S para Audi. Mas não ocorre. A diferença é apenas decorativa.

Eletrônica foca em conforto, e o Tiguan segue o Manual Cognitivo apresentado com o Virtus, apto a responder

questões do motorista sobre seu uso.


Quanto custa


Versão

R$

Allspace 250 TSI

124.990

Allspace Comfortline 250 TSI

149.990

Allspace R-Line

179.990
 Venderá bem? Números dirão.
Bom dia, viado.
Imagino ter sido esta a frase ouvida por São Pedro, no balcão do SAC celeste, ao receber meu primo Fernando – Luiz Fernando Macedo Nasser, 1951-2018. Vendo registros das ações cristãs na 
Fernando. E ouvido, em alto e bom som, a frase título. 
passagem terrena, para dar destino aos chegantes, terá dito: - Bom dia.

Nada pessoal, mas característica do sujeito de bom porte, voz forte, deficiência auditiva levando-o à contra 
posição de falar alto, e à peculiar saudação com o termo institucionalizado e 
já não descritivo.

Ex-quase engenheiro carioca, levado a criar gado no interior mineiro, foi generoso, carinhoso, um aglutinador. Há dez
anos encerrou a messe pecuária e se assumiu fiscal da natureza, em Teófilo 
Otoni, MG, tão quente quanto o natal Rio de Janeiro, porém sem mar.

Foi-se aos 67 do mal dos Nasser: coração. A 50% dos descendentes de árabes falta uma enzima no fígado, e este,

discreto comandante do organismo, excreta poderosas doses de gordura, formando os ateromas, o lixo aderente às paredes das veias e artérias, diminuindo seu
fluxo sanguíneo, o infarto. 
diâmetro, atrapalhando a circulação, levando ao entupimento e á interrupção do

Perdi primo fraterno e atento leitor. Contudo o pessoal do andar de cima estará­ feliz com o 
convívio, após o susto da inusitada, sonora e diuturna saudação. (RN)

O novo Cruze

Soluções estéticas coreanas marcam 2a série do Cruze



General Motors exibiu substitutos 2019 para os Cruze sedã e hatch, segundo ciclo para o atual modelo, enfatizando alterações em estilo, segurança, motorização. Para marcar, mudança frontal, para-choques, grupo óptico e grade, com inequívoca mão coreana de estilo. 

Internamente maior conectividade; tela democratizados em carros concorrentes à mesma categoria: alerta de ponto cego; com 17,5 cm; Wi-Fi Hot Spot 4G LTE. E confortos eletrônicos de segurança de trânsito posterior; sistema de parqueamento automático.

Mudanças serão incorporadas aos Cruze montados na Argentina para a modelia do próximo ano. Motorização 1,5 litro, L4, turbo, 140 cv.




Alfa Sprint, o cupê forte

Alfa Romeo terá cupê, o Sprint
Renascendo com esportivo 4C, sedã Giulia, utilitário esportivo Stelvio, Alfa Romeo gesta cupê derivado do Giulia.
Chamar-se-á Sprint, garante a inglesa Autocar, como as revolucionárias Giulia e das marcas Premium: Audi RS5Mercedes-Benz C63 S CoupeBMW M4 DTM. Missão aos Giulietta aos anos ’50. Mecânica refinada, para combater versões performáticas tracionados por motor V6, 2,9 litro, turbos, e 641 cv. 

Versão econômica será L4, 2,0 litros e 345 cv. A nova intimidade da Alfa com a Fórmula 1, mesclada com a Sauber, agregará ao Sprint versão do sistema HY-KERS, da Magneti Marelli aplicado ao Ferrari La Ferrari. É motor elétrico com energia para fortificar a curva de torque do motor a gasolina. Reduz emissões, consumo, aumenta performance.
Roda-a-Roda



Começou – Nissan iniciou produzir pré-série dos picape Nissan Frontier na fábrica Renault de Santa Isabel, Argentina. Terá mais opções ante o modelo trazido do México.

Caminho – Primeira fornada é para aferir sequência de operações, ajuste de máquinas, afinação de processos, validação de partes vindas de fornecedores. Tudo entrosado,

iniciar-se-á a fabricação. Vendas? Início segundo semestre.

Depois – Após, com meia dúzia de alterações, será vendido pela Renault como Alaskan e, próximo ano, em mudanças maiores, como Mercedes Classe X.



Nissan Frontier, primeira corrida industrial na Argentina

Fora – Surpreendentemente o Grupo Gandini, importador da coreana Geely, com superficial montagem no Uruguai, desistiu da representação. Geely é, dentre as chinesas, das mais promissoras para negócios futuros.



Maior – Direta ou indiretamente está envolvida com Lotus; taxis ingleses; sueca Volvo; malaia Proton, e nova operação Lynk&Co. Seu controlador, poderoso chinês Li Shufu tem,

pessoalmente, 9,5% da Mercedes-Benz. É o Mr. China.




Resultado – Sorrisos na FCA com os primeiros três meses na Itália: 28,7% das vendas, liderando segmentos com Fiat X500, Renegade, Compass, Alfa Stelvio; dos mais vendidos, os quatro primeiros e o sexto lugares. Panda é o líder.



Premium – No Brasil Mercedes-Benz fechou primeiro trimestre liderando segmento com 2.551 unidades e 37,8% das vendas. 8% de crescimento em relação a 2017.




Mix - Segredo está no rejuvenescimento da marca e na conformação estética do GLA, segundo mais vendido em 722 unidades. Líder, o Classe C, com 915.




Recomeço – JAC lançarác ª feira opção do utilitário esportivo T40, hoje o mais vendido de sua linha:

transmissão CVT fazendo as vezes de automática.




Curiosidade – Issao Misogushi, presidente da Honda, com primeira unidade do importado Civic Cupê S.I. Curiosidades: não requisitou, mas comprou, e não o fez à fábrica com desconto, mas em concessionário, e a preço de tabela.

Vida de cliente, recebeu telefonema para retirá-lo, - e não estava pronto.




Negócio – Volkswagen vendendo up! tsi, o turbo, com desconto de R$ 4 mil e financiamento dito como

sem juros.


Marco – MAN festeja
25 anos de produção do Volksbus e seus bons resultados de vendas, exportações e montagem em outros países. Não registrou a curiosidade de ter nascido como ônibus Ford, ficando com o produto quando da separação entre VW e Ford, unidas como Autolatina para tentar se salvar.



De novo – A boa fórmula do taxi inglês, ameaçado de findar-se pelas exigências de emissões e a crescente proibição de circular em Londres, motivou a London Electric Vehicle a projetar novo modelo. Elétrico, baixo peso na

carrroceria, obtido com alumínio fornecido pela laminadora Novelli, para reduzir peso e aumentar autonomia.
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sexta-feira, 13 de abril de 2018

[Faltam dois meses ] Visitante do Salão Moto Brasil poderá conferir de perto que "o Rio de Janeiro continua lindo"... Belezas naturais da capital fluminense continuam encantando e fazendo parte da história, das artes e dos esportes até o universo das duas rodas.


Maio está se aproximando e com o passar dos dias está cada vez mais próxima a edição 2018 do Salão Moto Brasil que acontecerá de 25 a 27 de maio no Riocentro.
Já cantarolava o poeta... “O Rio de Janeiro continua lindo...” Dona de um dos mais belos cartões postais do País, a capital fluminense mantém sua beleza natural que tanto agrada os olhos de brasileiros e estrangeiros.
Não foi à toa que em 2012 a UNESCO fez dela Patrimônio Cultural da Humanidade sob o título “Rio de Janeiro: Paisagem Carioca entre a Montanha e o Mar”.
A “cidade maravilhosa” que já foi tema para muitas canções, ganhou fama internacional por suas belas praias e pontos turísticos como o Pão de Açúcar. Afinal, como ir ao Rio e não embarcar no bondinho na Urca? Seria o mesmo que ir a Orlando sem visitar Walt Disney World...
Falando no “pai do Mickey Mouse”, na década de 40 ele deu vida a um personagem 100% carioca... Quem? Zé Carioca, o papagaio cheio de artimanhas e apaixonado pela Rosinha. A primeira aparição do personagem foi no filme Alô, amigos (Saludos Amigos), de 1942.


O Rio também foi palco de grandes eventos esportivos, como a última Copa do Mundo e a edição 2016 das Paralimpíadas e Olímpiadas que teve o Riocentro como um dos palcos da realização de diversas modalidades esportivas. Badminton, boxe e levantamento de peso foram algumas das disputas realizadas no segundo maior centro de convenções da América Latina.
Localizado em Jacarepaguá, hoje, o Riocentro também é a nova casa do Salão Moto Brasil. 
Salão Moto Brasil - Na sua 8ª edição, o Salão Moto Brasil, já está estabelecido no calendário anual do motociclismo nacional e é um dos maiores do setor no Brasil. Com o intuito de gerar negócios, entretenimento, educação e turismo, o evento tem expositores das principais montadoras, fabricantes e distribuidoras de motopeças e acessórios, além de shows, atrações e um público qualificado e apaixonado por duas rodas. O Salão Moto Brasil tem como apoiadores institucionais AMO-RJ (Associação dos Motociclistas do Rio de Janeiro), FMCRJ (Federação de Motoclubes do Rio de Janeiro), ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária), Rio Convention & Visitors Bureau e RIOTUR.
Edição de 2017 em números:
- cerca de 92 mil visitantes.
- 125 expositores com mais de 400 marcas (aumento de 30% em relação a edição anterior).
- mais de 40 mil motos no estacionamento.
- 6.000 profissionais do setor.
- mais de R$ 10 milhões em volume de negócios.
- 1.500 motoclubes cadastrados.

Salão Moto Brasil 2018 - Rio de Janeiro - RJ
Pavilhão 2 do Riocentro 
Dias: 25, 26 e 27 de maio

quinta-feira, 12 de abril de 2018

O melhor Mustang de todos os tempos




Alta Roda                 

 Nº 988 — 12/4/18

Fernando Calmon 



MUSTANG EVOLUI COMO NUNCA



Algumas questões de semântica permeiam o jargão típico do mundo dos automóveis. Uma delas refere-se aos conceitos de carros esporte e esportivo. Muitas vezes usados como sinônimos, não são a mesma coisa. 

Um automóvel esporte típico costuma ter chassi e motor próprios, altura abaixo de 1,30 m e acelerações poderosas, por exemplo, de 0 a 100 km/h em menos de 4 s (mais raro ainda, inferior a 3 s). 

Além disso, acabamento e nível de equipamentos tornam o preço, na faixa de meio milhão de reais para cima, mais um fator decisivo de diferenciação.

Então, o Mustang (lançado em 1964, agora na sexta geração) pode ser considerado apenas um esportivo? Afinal, seu chassi, inicialmente, derivava de um modelo de grande série (Falcon); o motor V-8, em versões “mansas”, está também em outros modelos atuais da Ford; o preço de R$ 299.900 é razoável em um automóvel que acelera de 0 a 100 km/h em 4,3 s e estreia a primeira caixa de câmbio automática de 10 marchas para tração traseira. 

Sendo justo, trata-se de um dos esportivos que mais se aproxima de um carro esporte, sem todos os refinamentos e nem a mesma capacidade de acelerar e frear.

Em geral, quando nova geração estreia a primeira atualização surge após quatro anos. No caso do Mustang, ocorreu no terceiro ano (2017) e, assim, a filial brasileira da Ford decidiu importar o cupê só agora. 

Além do novo câmbio (antes de oito marchas), há refinamentos na suspensão traseira e na aerodinâmica, como o defletor agregado ao para-choque dianteiro a fim de melhor estabilidade direcional.

Essa versão GT Premium Performance Pack tem todos os opcionais e é a mais cara disponível nos EUA (exceto o Shelby GT500). Motor V-8, 5-litros aspirado chega a instigantes 7.000 rpm. 

A potência de 466 cv é igual à disponível na origem e entrega mais 10 cv que a versão vendida na Europa, onde conseguiu os melhores resultados de venda na sua história. Materiais internos de acabamento são bons (suaves ao toque e couro), mas há também plástico duro.

Impressionam as configurações possíveis do quadro de instrumentos, que obedecem a uma lógica em razão das cinco escolhas possíveis do modo de conduzir. 

É possível ainda “queimar” os pneus de tração por meio de um comando que freia as rodas dianteiras e libera potência para as traseiras. 

Trata-se de capricho caro, pois os pneus são Michelin de alto desempenho (275/40 R19; na frente 255/40 R19). Som do escapamento varia entre o ronco de pista e o bem silencioso para não incomodar a vizinhança...

Logo ao colocar as mãos no volante, para algumas voltas no autódromo de Interlagos, uma curiosa constatação. Volante é totalmente circular, sem base achatada que equivocadamente se tornou sinônimo de “esportividade. Sua pegada ótima antecipa a precisão esperada ao contornar as curvas mais difíceis do circuito. 

Comparado às gerações anteriores, o acerto geral desse Mustang – motor, direção, freios e suspensões – atinge um nível de emoção e prazer ao dirigir surpreendentemente evoluído.

Claro que 1.783 kg em ordem de marcha cobram empenho de quem deseja guiar mais rápido ou até freios mais potentes, porém, do jeito que está, não leva desaforo para casa.

RODA VIVA

MARÇO completou um trimestre de recuperação de vendas. Em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 15,6% entre veículos leves e pesados. Esse resultado reduziu a capacidade ociosa da indústria para menos de 40% com ajuda das exportações. Em condições normais o equilíbrio ocorre ao se atingir 20% de ociosidade, o que ainda pode levar dois anos.

APESAR do avanço e vendas diárias terem superado o patamar de 10.000 unidades, a Anfavea vai esperar até meados do ano a fim de revisar (para cima) as previsões. Mas, a Fenabrave, associação das concessionárias, reavaliou desde já as projeções. A entidade, no começo do ano, previa recuperação de quase 12%, mas agora confia em crescimento de 15,3% sobre 2017.

COMBINAÇÃO virtuosa, no Renault Captur, entre o motor de 1,6 L/120 cv (etanol) e o câmbio automático CVT. Maior parte do uso em SUVs de menor porte ocorre em cidade, onde dispensar pedal de embreagem encontra cada vez mais adeptos. Como todo CVT, respostas são um pouco lentas, o que não atrapalha tanto em uso urbano. Em estradas, exige mais paciência.

VOLVO XC40 chegou na hora certa para a marca sueca. Como SUV de entrada, “herdou” vários equipamentos dos modelos maiores XC60 e XC90, inclusive assistentes de frenagem automática para evitar atropelamento e de controle contra saída de pista, além de tela multimídia de 9 pol. Preços entre R$ 169.950 e 214.950. Espera crescer até 50% em 2018 sobre 2017.

PREVISÕES da consultoria Gartner dão conta de que um em cada cinco veículos leves rodando no mundo será equipado com alguma forma de conexão sem fio até 2020. Significará frota global de 250 milhões de unidades. Resultará em aumento expressivo de processamento de dados a bordo e que subirá exponencialmente depois com diferentes níveis de automação.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

terça-feira, 10 de abril de 2018

Ônibus híbridos Volvo fazem transporte gratuito de visitantes para conhecer a Volvo Ocean Race


Maior regata de volta ao mundo faz sua única parada na América Latina em Itajaí (SC), cidade que deve bater novo recorde de público no evento conhecido como a “Fórmula 1 dos mares”. 

Até 22 de abril, quando os barcos partem rumo aos Estados Unidos, mais de 400 mil pessoas devem passar pela “Vila da Regata”, atraídas pela alta tecnologia dos sete veleiros da prova náutica mais difícil do planeta.


Patrocinada pela Volvo, a competição é marcada por desafios extremos, com condições climáticas incrivelmente adversas, especialmente na travessia dos oceanos Pacífico e Atlântico Sul. 

Determinação, coragem e trabalho em equipe são essenciais para o sucesso das tripulações, formadas por navegadores da elite mundial da vela. 

Nesta edição, o Brasil conta com uma representante de peso: Martine Grael, medalhista de ouro na vela nas olímpiadas Rio 2016, e filha de Torben Grael, velejador brasileiro mais vitorioso de todos os tempos e único campeão do país na regata Volvo (edição 2008/2009 – capitão time Ericsson 4).


Itajaí “abraçou” a regata
É a terceira vez consecutiva que Itajaí sedia a maior competição da vela internacional. “Temos orgulho de ter trazido a Volvo Ocean Race novamente para Itajaí. A cidade é um polo náutico importante e tem se superado a cada edição, com eventos cada vez mais profissionais e bem estruturados. Nesse ano, a expectativa é receber cerca de 400 mil expectadores, o que deve ser, mais uma vez, o público recorde da competição em todo o mundo”, afirma Solange Fusco, Diretora de Comunicação do Grupo Volvo na América Latina.

A passagem da Volvo Ocean Race por Itajaí beneficia todo o turismo da região. Quem atesta isto é o próprio velejador Torben Grael. 

“A mudança que a parada da Volvo Ocean Race trouxe à Itajaí é visível. Antes parecia que a cidade estava de costas para o mar. Hoje, com a vinda da regata, é o contrário. Em todos os lugares do mundo, quando falamos de Itajaí, as pessoas têm uma ideia muito positiva daqui. É um motivo de orgulho para todos os envolvidos”, comenta Grael. “Um evento desta magnitude representa ganho enorme em visibilidade e impacto econômico. Itajaí é hoje um polo de atração turística internacional”, comemora o coordenador de operações do Itajaí Stopover, Darlan Martins.


Ônibus Híbridos Volvo fazem fazem transporte gratuito
Para a edição 2018 da Volvo Ocean Race em Itajaí a Volvo, disponibilizou dois ônibus híbridos, que combinam motores elétricos e diesel, para o transporte gratuito de estudantes das escolas públicas, turistas e do púbico em geral para a vila da regata. 


“Num evento de alta tecnologia como a Volvo Ocean Race não deixaríamos de oferecer o mais avançado ônibus do mundo, para que os vistantes sejam transportados com o que há de mais moderno”, explica Solange Fusco. A operação logística dos veículos acontece em parceria com a empresa Transpiedade de Itajaí.

Tradição e legado
A Volvo Ocean Race está na sua 13ª edição. O evento, que nasceu em 1973 como Whitbread Race, teve seus direitos adquiridos pela Volvo em 1998 e é hoje a maior plataforma de marketing global da marca sueca. 

Aliando sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, alta tecnologia, trabalho em equipe, organização, desenvolvimento e inovação permanentes, a prova de volta ao mundo representa muito mais que uma simples plataforma de comunicação para a Volvo: é um legado em que a marca acredita e investe.


A atual edição teve início em outubro passado em Alicante (Espanha). Os barcos já fizeram paradas em Lisboa (Portugal), Cidade do Cabo (África do Sul), Melbourne (Austrália), Hong Kong e Gangzhou (China) e Auckland (Nova Zelândia). Em 22 de abril, os veleiros seguem para Newport (EUA), e posteriormente passam por Cardiff (Reino Unido), Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda).

Mustang, finalmente à venda no Brasil é a menina dos olhos da Ford e um dos carros icônicos do mundo. é alvo da avaliação do piloto e especialista no modelo Batistinha. "O Mustang 2018 com caixa de 10 velocidades e motor de 5 l não é mais aquele beberrão", garante



O Mustang é um carro de caráter único e para antecipar as novidades que o modelo 2018 vai trazer para o Brasil a Ford convidou um renomado especialista em performance, o preparador Batistinha. 

Proprietário das oficinas Batistinha Garage e BTS Performance, em São Paulo, que são referência em restauração, personalização e preparação de veículos esportivos, ele analisa diferentes aspectos do produto em uma série especial no Facebook: https://www.facebook.com/BatistinhaGarage ou https://www.facebook.com/btsperformanceoficial/.

“O Ford Mustang é quase uma religião. Um nome forte e querido por um leque muito amplo de fãs mesmo sendo um ‘muscle car’. E o fã sempre quer personalizar para ficar mais exclusivo ainda”, diz Batistinha, com a experiência de quem já restaurou, customizou ou preparou mais de 500 Mustangs.



Ele começa a avaliação do Mustang 2018 pelo motor V8, um bloco famoso pelo ronco e de muita tradição, que na geração atual traz uma tecnologia totalmente diferente.

“Quando se fala do motor V8, você logo imagina aquele motor gigantesco, beberrão, com muito torque e pouco giro. No Mustang 2018, não. Seu motor foi reconhecido pela WardsAuto como um dos 10 melhores do mundo. Tem 5.0 litros, quatro comandos de válvula variáveis na cabeça – que dá torque de baixa e giro alto. Para se ter uma ideia, o seu corte de giro é de 7.500 rpm”, explica.

Batistinha destaca também a injeção direta de combustível, que gera mais economia e torque, aumentando a potência em 35 cv. “Alguns carros precisam de uma cilindrada muito maior para ter os números de potência e desempenho do motor do Mustang”, completa.

Entre outros temas, ele também vai abordar na série a transmissão automática de 10 velocidades com troca de marchas no volante, o design, o sistema duplo de escapamento com quatro ponteiras, o sistema de preaquecimento das rodas traseiras (Line Lock), o controle de estabilidade, a válvula de controle ativo do escapamento, as funções do painel digital e do sistema de conectividade SYNC 3.



Paixão de família
O paulista Luiz Fernando Batista herdou a paixão por automóveis do pai – o sr. Batista, que foi chefe de oficina de uma revenda antes de abrir sua própria oficina de restauração de veículos, a Auto Motor. 

Batistinha correu como piloto em várias categorias, vencendo campeonatos como o paulista de Stock Car. Hoje, continua a competir esporadicamente em “Track Day” e dirige três empresas. 

Além da Batistinha Garage, especializada em restauração e personalização de automóveis, tem a BTS Performance, de preparação e manutenção de esportivos e superesportivos – que preparou diversos Mustangs BTS, inclusive um de 1013 cv, para provas de velocidade em todo o Brasil –, e a loja virtual de peças automotivas BTS Shop.

domingo, 8 de abril de 2018

RKC de Kart: Alberto Otazú vence e é campeão do turno. Jovem piloto largou em oitavo no grid invertido e venceu pela terceira vez em quatro etapas na principal categoria



Com uma bela vitória largando da oitava posição, Alberto Cesar Otazú (Alpie Escola de Pilotagem/Instituto Desenvolve) venceu na noite de sábado (07/4) a quarta etapa do Campeonato Rotary Kart Club (RKC) e conquistou no Kartódromo de Interlagos, em São Paulo (SP) o título de campeão do primeiro turno do certame do Rotary Club de São Paulo Ponte Estaiada.

“Estou muito feliz de vencer essa corrida. O nível da prova estava muito alto, eu me concentrei em não cometer qualquer erro e aproveitei bem o meu kart, o que me permitiu ganhar pela terceira vez e ser campeão da primeira fase do campeonato RKC. Agora tenho que focar nas próximas etapas e somar o máximo de pontos para conseguir ser campeão no final do ano”, comentou Otazú, que somou 91 pontos, 13 de vantagem sobre Fábio PL, o vice-campeão. 

Em terceiro ficou Fernando Ximenes, com 72 pontos, que terminou a prova de encerramento do turno da segunda posição.

Nesta quarta etapa o grid de largada foi formado pela posição de cada piloto na tabela de pontuação do campeonato, sendo que os oito primeiros largaram em posição invertida. 

Desta forma, o líder do campeonato Alberto Otazú largou do oitavo posto, enquanto Fernando Ximenes partiu da pole position, por ser o oitavo colocado até a terceira etapa. 

A tomada de tempos serviu apenas para definir quem levaria o ponto de bonificação por ser o mais rápido, que ficou com Otazú, que foi cronometrado em 1min07s381.


“Quando vi o meu tempo, bem mais rápido do que os meus principais concorrentes, fiquei mais motivado para ir atrás da vitória, mesmo precisando chegar apenas em terceiro. Por isto na terceira volta eu já estava em segundo e só esperei o melhor momento para assumir a liderança para vencer mais tranquilo”, definiu o mais jovem (17anos) piloto do campeonato. A vantagem na bandeirada foi de 0s245 sobre Fernando Ximenes e 10s038 sobre Viviane Gola, a terceira colocada.

A quinta etapa do Campeonato Rotary Kart Club será no dia 19 de maio, no Kartódromo de Interlagos.

Os seis primeiros na quarta etapa do RKC foram: 1) Alberto Otazú, 16 voltas em 19min07s876; 2) Fernando Ximenes, a 0s245; 3) Viviane Gola, a 10s038; 4) Fábio PL, a 10s866; 5) Jhonny Silva, a 11s232; 6) Fábio Cunha, a 11s660.

Os seis primeiros no primeiro turno do RKC foram: 1) Alberto Otazú, 91 pontos; 2) Fábio PL, 78; 3) Fernando Ximenes, 72; 4) Fábio Cunha, 70; 5) Johnny Silva, 68; 6) Hilheus Vagner, 66 pontos.


Alberto Cesar Otazú tem o apoio de Alpie Escola de Pilotagem, Instituto Desenvolve, No Fire Services, Studio 67 Design e LEAG. O jovem apoia as ações da Associação Cruz Verde e Direção para a Vida.

O mercado brasileiro terá vários lançamentos no segmento de picapes




A Fiat Toro revolucionou o segmento de picapes no Brasil com uma opção 
compacta, racional e preços competitivos (Foto: Renato Maia)



Por Célio Galvão


Oito marcas disputam o concorrido mercado de picapes no país e elas se movimentam para trazer modelos renovados, além de inéditos. A expectativa é favorável às vendas. 


O Brasil tem uma particularidade nesse segmento. Por aqui, 70% da comercialização de picapes giram em torno do agronegócio. 

Depois de uma supersafra em 2017, a expectativa para esse ano da produção agrícola também é boa, o que representa um grande estímulo para essa categoria de veículos.

Neste primeiro trimestre do ano, as vendas acumuladas de automóveis, picapes e furgões cresceram 14,6%, o melhor resultado no período desde 2015.

No segmento de picapes com preços até R$ 150 mil, a Toyota Hilux e a Chevrolet S10 disputam a liderança. O ranking nesta categoria mais cara ainda tem a Ford Ranger, Volkswagen Amarok, Mitsubishi L200 e Nissan Frontier.

A nova geração da Nissan Frontier foi lançada em 2017 e servirá de base para picapes da Renault e Mercedes-Benz (Foto: Nicolas Tavares)

Mas o sucesso da Fiat Toro trouxe um novo competidor para o jogo numa categoria que podemos definir como um novo conceito de picape. 

Ela é mais compacta, racional, tem bonito visual, conforto, a praticidade de uma carroceria monobloco e a tecnologia da Jeep, parceira na FCA. E um detalhe importante: é mais barata com preços mais competitivos. Custa a partir de R$ 89 mil com motor 1.8. 

A Toyota Hilux (2.8), por exemplo, vai sair por R$ 109 mil. Mas, neste caso, a comparação de preço é um tanto injusta já que existem diferenças grandes no motor e na carroceria.

A Toro vendeu cerca de 50 mil unidades em 2017 enquanto a Toyota Hilux e a Chevrolet S10 tiveram vendas ao redor de 34 mil unidades cada. Não à toa, a concorrência já começa a se mexer para criar uma rival com o mesmo porte e preço da Toro, mas não será fácil.

Interessante que o ano passado foi marcado por poucas novidades no segmento de picape. Apenas a Nissan Frontier e Mitsubishi L.200 ganharam novas gerações, mas suas vendas ficaram abaixo das expectativas.

Novas picapes
A partir de 2018, o cenário promete ser mais agitado. A Volkswagen já lançou a Amarok V6, que chega ao mercado com o status de mais potente do Brasil. 

A marca alemã anunciou ainda que terá mais uma picape para enfrentar diretamente a Toro. Deve manter também a Saveiro nas pequenas picapes, seguindo a mesma estratégia de vendas da Fiat que tem também a Strada.

Além de renovar a S10, a Chevrolet quer entrar nessa briga da VW e Fiat e planeja uma nova picape nesse mesmo conceito: a Authority, oriunda da plataforma global GEM 2 (Global Emerging Markets) de baixo custo que vai renovar toda a sua linha de compactos.



Renault Alaskan teve confirmada sua estreia no Brasil e levará a marca francesa ao segmento de picape média-grande



A Renault tem a Oroch que poderia ser a única concorrente da Toro, pelo porte e preço, mas sem grande sucesso. Agora, a marca francesa vai entrar no segmento de picape média com a Alaskan. O modelo já está presente na Europa e em alguns mercados da América Latina e teve confirmada a sua estreia no Brasil.

Assim como a Alaskan, a Mercedes-Benz vai usar a plataforma da Nissan Frontier, para a sua inédita picape Classe X. 

A montadora alemã traz a apresentação em seu site brasileiro como “a primeira picape de sua espécie e uma potente máquina para todo os terrenos e aventuras.” Chega no final do ano.

A Classe X é a primeira picape da Mercedes-Benz e deverá ser a opção deste segmento no mercado de veículos premium

A Toyota Hilux está sendo renovada e a chinesa JAC também deve apostar neste mercado com a T6. A Fiat-Chrysler prepara a chegada no Brasil da recém-lançada RAM 2500, com uma das possibilidades abertas com o fim do INOVAR-AUTO, o incentivo nacional que dava privilégios para produção local.

O começo das picapes nacionais
Mesmo sendo um país de grande vocação agrícola, durante três décadas foram poucas as opções de picapes brasileiras. A Ford e GM, particularmente, disputaram sozinhas este mercado até o início dos anos 1990. A Dodge, do grupo Chrysler, fabricou a D100, mas durou pouco.

A Ford saiu na frente com a F.100 em 1957 na sua antiga fábrica do Ipiranga, na capital paulista. No ano seguinte, a Chevrolet iniciou a produção da C-3110, logo substituída pela C-14.

A F.100 ficou em linha por mais de 20 anos quando a Ford substituiu o modelo pela F.1000, em 1979, como uma picape inovadora da renomada Série F”, segundo a publicidade da época. Por sua vez, em 1985, a Chevrolet colocou no mercado a D.20, com cabine simples e dupla que ficou no mercado até 1997.

A picape F-100, lançada em 1957, foi o primeiro veículo nacional da Ford no mercado brasileiro, ao lado de caminhões da marca


A picape F-100, lançada em 1957, foi o primeiro veículo nacional da Ford no mercado brasileiro, ao lado de caminhões da marca



Apenas na década de 1990, esse mercado se modernizou com a chegada da Ranger e S.10, das marcas americanas, e a japonesa Hilux que logo conquistou o mercado.

Agora, a lista de picapes aumentou muito até com subcategorias. Toda essa transformação e as novidades para os próximos anos mostram um olhar das montadoras mais atento para um segmento que durante anos foi ignorado.


25º Prêmio CNH Industrial de Jornalismo abre inscrições com novidades. Além das tradicionais reportagens, fotojornalistas também poderão inscrever seus trabalhos em modalidade inédita







Em celebração do Dia do Jornalista, a CNH Industrial abre inscrições para o 25º Prêmio CNH Industrial de Jornalismo. A novidade desta edição é que os fotojornalistas, que tiveram ou terão suas imagens publicadas em veículos de comunicação, também poderão concorrer em uma nova modalidade: a de Fotografia. O objetivo do Prêmio é expandir as oportunidades de reconhecimento para esses dois profissionais que trabalham em prol da informação de qualidade.

A premiação, de abrangência nacional, reconhecerá as melhores matérias econômicas e fotografias publicadas em jornais, revistas ou sites, no período de 1º de junho de 2017 a 31 de julho de 2018. As fotografias precisam estar associadas a alguma matéria, mesmo que ela não seja inscrita no Prêmio.

As categorias são as mesmas para as duas modalidades, reportagem e fotografia: Agronegócio, Construção, Transporte e Macroeconomia. Dessa forma, o Prêmio continuará a reconhecer matérias econômicas e também fotografias que abordam os segmentos de atuação da CNH Industrial, com o objetivo de valorizar e reforçar a importância de cada um deles para o desenvolvimento do Brasil.

Com 25 anos de história, o Prêmio CNH Industrial de Jornalismo se consagrou como um dos principais do mercado. “Durante esse tempo, acompanhamos a evolução dos meios de comunicação e do jornalismo brasileiro. Em especial, todas as mudanças econômicas que aconteceram nesse período. O conjunto das reportagens premiadas é um retrato do Brasil contemporâneo”, afirma Jorge Görgen, coordenador do Prêmio há 11 anos.

Critérios de avaliação

As reportagens serão avaliadas pela contribuição que geram para a reflexão sobre a conjuntura econômica do país e o desenvolvimento desses setores. Além disso, a capacidade de tradução dos fatos econômicos em informação de qualidade para o leitor e o papel social de prestação de serviços para o cidadão brasileiro também serão fatores decisivos para indicar as melhores matérias.

Já as fotografias serão julgadas pela capacidade de expressarem e transmitirem o conteúdo abordado na reportagem, além da originalidade, qualidade técnica, enquadramento, estética e composição.

Inscrição e premiação
As inscrições vão até o dia 31 de julho de 2018 e devem ser feitas de forma eletrônica, por meio do site www.premiocnh.com.br. As matérias vencedoras das quatro categorias serão premiadas com R$ 15 mil cada uma, e as fotografias com R$ 5 mil cada uma, totalizando R$ 80 mil em prêmios.

As quatro matérias premiadas ainda concorrerão na categoria Grande Ganhadora dos 25 Anos, que adicionará mais um prêmio de R$ 10 mil, totalizando assim, uma premiação de R$ 25 mil para um único vencedor.

As reportagens e fotografias inscritas, após triagem feita por uma equipe selecionada, serão avaliadas por uma banca de jurados de notória atuação no cenário econômico brasileiro e na área da fotografia. As melhores serão reveladas durante a cerimônia de premiação, que ocorrerá no segundo semestre deste ano.

Os autores das dez matérias e fotografias finalistas das quatro modalidades serão contatados por e-mail e telefone pela equipe organizadora do Prêmio com atencedência mínima de 15 dias da data do evento de premiação.

Sobre o Prêmio
Há 25 anos, o Prêmio CNH Industrial de Jornalismo prestigia e reconhece os profissionais que explicam e traduzem as informações econômicas e sociais que acontecem no Brasil e no mundo.

Assim, tornou-se, nessas mais de duas décadas, uma das premiações mais respeitadas do setor, com credibilidade e prestígio no meio jornalístico.

O Prêmio mantém as categorias trabalhadas na última edição e, de forma inédita, premiará também as melhores fotografias publicadas em veículos de comunicação. Dessa forma, continuará a reconhecer reportagens econômicas e também fotografias que abordam os segmentos de atuação da CNH Industrial, com o objetivo de valorizar e reforçar a importância de cada um deles para o desenvolvimento do Brasil. São elas: Agronegócio, Construção, Transporte e Macroeconomia.

Sobre as categorias modalidade Reportagem
• Agronegócio: reportagens do segmento econômico publicadas em jornais, revistas, blogs esites de notícias que abordem assuntos relacionados ao agronegócio do país, tais como: negócios, exportação e importação, balança comercial, produção, alimentos, agricultura sustentável, tecnologia e inovação, leis, impostos e tributos, incentivos do governo, projetos e programas, entre outros.

• Construção: matérias publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem o segmento de construção no Brasil com foco nas questões acerca das premissas do setor, tais como: tendências, leis, incentivos, empregos, infraestrutura, investimentos, materiais, tecnologia e inovação, mineração, projetos, governo, construção sustentável, entre outros.

• Transporte: reportagens publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem os aspectos econômicos do setor de transportes no país, bem como seu desenvolvimento, envolvendo temas como: inovação e tecnologia, mobilidade sustentável, leis, projetos e programas do governo, produtos, investimentos, estradas, logística, entre outros.

• Macroeconomia: matérias publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem questões relacionadas ao cenário econômico do país, como: inflação, moeda, câmbio, desenvolvimento econômico e social, mercado de ações, políticas econômicas, entre outros. Essa modalidade abrangerá também os outros segmentos que não foram contemplados nas demais categorias, como: varejo, imobiliário, turismo, petróleo e gás, siderurgia, cosméticos, entre outros.

Sobre as categorias modalidade Fotografia
• Agronegócio: fotografias que ilustrem as reportagens publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem o segmento relacionado à agricultura do país. As imagens podem representar negócios, exportação e importação, balança comercial, produção, alimentos, agricultura sustentável, agricultura familiar, tecnologia e inovação, leis, impostos e tributos, incentivos do governo, projetos e programas, entre outros.

• Construção: fotografias que ilustrem as matérias publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem o segmento de construção no Brasil com foco nas questões acerca das premissas do setor. As imagens podem representar: tendências, leis, incentivos, empregos, infraestrutura, investimentos, materiais, tecnologia e inovação, mineração, projetos, governo, construção sustentável, entre outros.

• Transporte: fotografias que ilustrem reportagens publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem os aspectos do setor de transportes no país, bem como seu desenvolvimento. As imagens podem representar: inovação e tecnologia, mobilidade sustentável, leis, projetos e programas do governo, produtos, investimentos, estradas, logística, entre outros.

• Macroeconomia: fotografias que ilustrem matérias publicadas em jornais, revistas, blogs e sites de notícias que abordem questões relacionadas ao cenário econômico do país. As imagens podem representar: inflação, moeda, câmbio, desenvolvimento econômico e social, mercado de ações, políticas econômicas. Essa modalidade abrangerá também segmentos que não foram contemplados nas demais categorias, como: varejo, imobiliário, turismo, petróleo e gás, siderurgia, cosméticos, cultura, entre outros.

Comissão julgadora
A comissão julgadora do 25º Prêmio CNH Industrial de Jornalismo Econômico será composta por profissionais de reconhecida competência nas áreas: empresarial, econômica, jornalística, acadêmica, mídia eletrônica e fotografia no Brasil, convidados pela empresa.

Os jurados terão como tarefa selecionar os primeiros colocados de cada categoria e apontar os ganhadores de menções honrosas.

Os integrantes do grupo só poderão ser apresentados após a data de divulgação dos resultados da premiação, por meio do site: www.premiocnh.com.br.

Sobre a CNH Industrial

A CNH Industrial N.V. (NYSE: CNHI/MI: CNHI) uma das líderes globais no setor de bens de capital com experiência industrial estabelecida, uma vasta gama de produtos e presença mundial. Cada uma das marcas pertencentes à empresa representa uma grande força internacional no seu respectivo setor: Case IH, New Holland Agriculture e Steyr para tratores e máquinas agrícolas; Case e New Holland Construction para equipamentos de terraplanagem; Iveco para veículos comerciais; Iveco Bus e Heuliez Bus para ônibus e automóveis; Iveco Astra para veículos para pedreiras e construção; Magirus para veículos de combate a incêndios; Iveco Defence Vehicles para proteção e defesa civil; e FPT Industrial para motores e transmissões. Mais informações podem ser encontradas no site corporativo:www.cnhindustrial.com.

Para mais informações:

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Assessoria do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo

Helena Salvador

(41) 3014-0452

(41) 9 9679-2288

e-mail: helena@pg1com.com

Assessoria de Imprensa da CNH Industrial

Carla Medeiros

(41) 9 9916-0580

e-mail: carla@pg1com.com

Eriana Souza

(41) 9 9916-0733

e-mail: eriana@pg1com.com



Mesmo não sendo mais fabricado, Fusca ainda é um dos carros mais buscados na Internet. Em 2017, foram comercializados quase 17 mil fuscas e feitas 2 milhões de pesquisas procurando o carro



O icônico Volkswagen Fusca continua sendo um dos carros mais procurados para compra online, mesmo não sendo fabricado desde 1986 - ele voltou em uma “edição especial” e limitada entre 1993 e 1996. Somente em 2017, foram cerca de 2 milhões de pesquisas pelo modelo na OLX, o 7° mais procurado em toda a plataforma.

Segundo o levantamento realizado, foram quase 17 mil vendas no ano passado por meio do site/aplicativo. Aproximadamente 1.400 modelos do Fusca são vendidos todos os meses na OLX, sendo que 90% dos anúncios recebem contato de até cinco interessados em um mês.

De todas as unidades vendidas em 2017, 25 romperam a barreira de 1 milhão de quilômetros rodados, o que daria para ir e voltar à Lua, em uma comparação simples.


sábado, 7 de abril de 2018

Minas Gerais será palco da primeira etapa da Gincana do Caminhoneiro 2018 Promovida pela IVECO, maior ação de experimentação e competição do segmento premia o vencedor com um modelo da linha Tector



Chegando à 28ª edição, a Gincana do Caminhoneiro está de volta às estradas do Brasil. Apoiada pela IVECO, marca da CNH Industrial, e organizada pela Revista Caminhoneiro, a iniciativa é a ação mais importante do segmento realizada no país.

A primeira etapa, de um total de seis, mais a final, já tem data e local definidos: de 27 a 29 e abril, na cidade mineira de Montes Claros. 

A atração principal da Gincana é a disputa realizada em circuitos montados em postos de combustível, com provas de slalon e habilidade ao volante, que premiará o vencedor com um modelo da linha Tector. 

"Desde a primeira edição do evento, mais de 80 mil caminhoneiros participaram da Gincana em busca de um caminhão zero quilômetro. O prêmio pode alavancar a vida profissional desses brasileiros, que têm um papel fundamental na engrenagem econômica do país", afirma Maurício Corrêa, gerente de Marketing da IVECO. 

Um bom exemplo disso é Nelsi Pivetta, dono da Transportes Pivetta LTDA, com sede em Ibicaré (SC). O caminhoneiro foi o grande vencedor da Gincana 2017, e ganhou um Tector 0 km. 

"Ganhar um caminhão, além de ser financeiramente um grande prêmio, foi o reconhecimento de 42 anos de trabalho duro no transporte de cargas, carregados de dedicação, esforço e empenho", diz Nelsi. 

Além da competição, a IVECO convoca caminhoneiros de todas as regiões para testarem a tecnologia e a durabilidade de seus brutos, como o Tector, o Tector Auto-Shift e o extrapesado Hi-Way. 

A FPT Industrial, o Banco CNH Industrial e o setor de Peças e Serviços da montadora, assim como a Eaton, estão ao lado da IVECO no projeto. 

A Gincana também se caracteriza por ser um espaço de lazer, entretenimento e prestação de serviço para os motoristas. 

"Em parceria com órgãos municipais e federais, como a Polícia Rodoviária Federal, disponibilizamos serviços de saúde, como testes de glicemia e de pressão, e promovemos um ambiente de descontração para os caminhoneiros e seus familiares", explica Corrêa. 
Outro destaque é um serviço de utilidade pública – o aplicativo Paradas de Estrada. 

A ferramenta, que fornece informações sobre as paradas de todo o Brasil, foi planejada para facilitar o dia a dia dos motoristas com dados precisos e atualizados sobre locais para descanso, refeições, abastecimento e outros serviços necessários a quem está nas estradas. 

Os usuários poderão atualizar as informações, avaliar os estabelecimentos, enviar fotos e cadastrar novos pontos de apoio. 

O executivo destaca ainda que essa é mais uma ótima oportunidade para a IVECO estar próxima de seu público, mostrando os produtos e serviços que colocam a marca entre os maiores players do setor de transporte. 

Serviço 
Gincana do Caminhoneiro 2018
1ª etapa - Montes Claros (MG)
Data: de 27 a 29 de abril
Horário: 8h às 18h
Local: Posto D'Angelis
Endereço: BR 251 - KM 516,2

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