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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Para andar nesse trânsito louco de São Paulo é sempre bom estar preparado para enfrentar situações mais delicadas. A piloto Suzanw Carvalho ministra cursos de moto para iniciantes, o Personal Avançado de Moto, e ainda de Pilotagem de Fórmula e carros de turismo e ainda de Kart. Entre em contato com a Escola de Pilotos Suzane Carvalho


   
KART


29 e 30 de MAIO (o curso é realizado em dois dias)
Local: Kartódromo San Marino, Paulínia, SP
Horário Adulto: das 08:30 às 13:30 hs
Valor: R$ 3.900,00
Horário Infantil: das 08:00 às 14:30 hs
Valor: 2.800,00
Curso Avançado (para pilotos que já competem): 4.500,00


PERSONAL AVANÇADO DE MOTO


07 de JUNHO
Local: Kartódromo ECPA, Piracicaba, SP
Horário: das 08:30 às 13:30
Valor: 830,00

MOTO PARA INICIANTES

02 de MAIO
Local: Moto Remaza Tatuapé, São Paulo, SP
Horário: das 08:30 às 17:30
Valor: 300,00

PILOTAGEM DE FÓRMULA


31 de MAIO
Local: Autódromo ECPA, em Piracicaba, SP
Horário: das 08:00 às 17:00 horas
Valor: 4.000,00


PILOTAGEM DE TURISMO

31 de MAIO
Local: Autódromo ECPA em Piracicaba, SP
Horário: das 08:00 às 17:00 horas


 
 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Ford GT venceu as 6 Horas de Spa Francorchamps, prova do Campeonato Mundial de Endurance



O Ford GT venceu neste fim de semana as 6 Horas de Spa, na Bélgica, a corrida emocionante de estreia da super temporada 2018-19 do Campeonato Mundial de Endurance. 

Os pilotos Stefan Mucke, Olivier Pla e Billy Johnson receberam a bandeira quadriculada no Ford GT 66, enquanto o Ford GT 67 dos britânicos Harry Tincknell e Andy Priaulx e do brasileiro Tony Kanaan saiu da prova após um acidente na perigosa curva “Eau Rouge”.

“Foi uma corrida de extremos para nós”, disse o chefe da equipe Ford Chip Ganassi Racing Team, George Howard-Chappell. “O mais importante é que o Harry está bem. O carro mostrou ser muito forte e agora vamos avaliar para entender o que aconteceu. A equipe 66 obteve um resultado fabuloso.”


Os dois Ford GTs iniciaram a corrida na pole da categoria GTE Pro, com o primeiro e segundo lugares obtidos na qualificação. Na primeira curva, Tincknell entrou aberto com o GT 67 e Mucke aproveitou para assumir a liderança. 

No decorrer da prova os três primeiros colocados se distanciaram do pelotão, com Mucke à frente perseguido pelo Porsche de Gianmaria Bruni e este, por Tincknell.

Acidente em “Eau Rouge”
Passado pouco mais de uma hora da corrida, Tincknell saiu da pista e bateu na barreira de pneus da famosa curva “Eau Rouge” – considerada por muitos a mais traçoeira do automobilismo, combinando traçado em S com diferentes relevos e alta velocidade. Foi uma batida forte, mas Tincknell saiu andando sem precisar de ajuda.

“Fiz meu traçado de costume na pista, mas quando sai do meio-fio o carro bateu forte no chão e não houve nada que eu pudesse fazer”, diz Tincknell. “Senti que houve algum tipo de falha, que o time agora vai investigar. Fiquei um pouco dolorido depois do impacto de 29 G, mas o fato de poder sair andando é uma prova da força do Ford GT”.

Nesse meio tempo, o GT 66 foi empurrado fora da pista por um carro da categoria LMP2 e perdeu a liderança para um Porsche. Billy Johnson entrou na etapa do meio e manteve a perseguição ao Porsche, fazendo uma pilotagem impecável. Nas duas últimas horas, Olivier Pla assumiu o volante até a bandeirada final.


A retomada
Faltando uma hora para terminar, Pla diminuiu a distância do líder para apenas 14 segundos. A entrada do “safety car” ajudou a reduzir essa diferença e, na relargada, o francês voltou ao ataque. No momento chave da corrida, ele ultrapassou o Porsche 91 em “Eau Rouge” e abriu vantagem, cruzando a linha de chegada 45 minutos depois.

“Eu sabia que tinha de passar o Porsche 91 rapidamente para abrir uma distância segura e foi ótimo ter conseguido”, diz Pla. “O ano passado foi uma temporada difícil para nós. Éramos rápidos, mas sempre havia algum imprevisto ou azar que comprometia o resultado. Estamos realmente felizes hoje. Meus companheiros fizeram um trabalho perfeito, o carro foi fantástico e espero que continue assim.”


terça-feira, 8 de maio de 2018

A economia de fato mostra algum fôlego e a Marcopolo comemora seu melhor resultado desde 2013 no 1º trimestre deste ano: crescimento de 122,7% nas receitas e 39,6% nas exportações



A Marcopolo S.A. alcançou, no primeiro trimestre de 2018, o seu melhor desempenho operacional desde 2013, em comparação com o mesmo período de anos anteriores. 


A empresa registrou receita líquida consolidada de R$ 764,8 milhões e lucro líquido consolidado de R$ 30,9 milhões, contra receita de R$ 554,6 milhões (crescimento de 37,9%) e lucro de R$ 3,2 milhões do mesmo período do primeiro trimestre de 2017.

O crescimento da receita líquida consolidada é reflexo do maior faturamento no mercado doméstico e de exportações, que apresentaram, respectivamente, aumento de 122,7% e 39,6%, em valores, quando comparados com o primeiro trimestre do ano anterior. 


A receita no mercado interno alcançou R$ 333,6 milhões, ou 43,6% do total, e as exportações e os negócios no exterior totalizaram R$ 431,2 milhões, representando os demais 56,4%.

De acordo com o diretor-geral da Marcopolo, Francisco Gomes Neto, os resultados obtidos no 1T18 reforçam a expectativa de recuperação consistente do mercado brasileiro de ônibus para este ano, com o volume de produção crescente em todos os segmentos. “Ampliamos em 76,7% a produção nas fábricas brasileiras em relação ao ano anterior, mais do que o crescimento registrado pelo mercado nacional, que foi de 59,4%”.

“Também aumentamos a nossa participação na produção brasileira de carrocerias para 53,7%, contra 46,8% no 1T17, e crescemos 25,8 pontos percentuais no segmento de urbanos, em relação ao mesmo período do ano anterior, com aumento de volumes direcionados tanto ao mercado brasileiro quanto à exportação”, destaca o executivo.

No mercado doméstico, as receitas da Marcopolo nos segmentos de rodoviários e urbanos cresceram, respectivamente, 294,3% e 123,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. 



O setor de rodoviários continua aquecido, especialmente pelos veículos para fretamento e em linhas interestaduais, e pela vigência da norma que prevê a redução da idade média da frota de ônibus voltados ao transporte interestadual e internacional para seis anos em 2018.

No mercado de urbanos, o destaque é a recuperação expressiva de volumes, com crescimento de 101,9% na produção brasileira. 


No trimestre, a Marcopolo conquistou a liderança deste segmento, com 51,0% de participação de mercado. A performance decorre do maior volume de unidades produzidas para exportação, que cresceram 1.239,3% em relação ao 1T17, e da maior renovação de frota no mercado interno.

A companhia iniciou a produção de parte das 4.400 unidades do programa Caminho da Escola, o que deverá afetar positivamente os segmentos de micros e urbanos nos próximos meses. A demanda oriunda das licitações, somada a atual carteira de pedidos, indica um ano positivo para o segmento e deve contribuir para uma maior ocupação da capacidade fabril.

“Para atender ao crescimento previsto de demanda, estamos preparando a planta de São Mateus, voltada inicialmente à produção de veículos Volare, para a fabricação de outros modelos, dando sequência ao projeto de otimização de nossas fábricas”, destaca Francisco Gomes Neto.

As exportações continuam fortes, com crescimento de 46,3% no volume de unidades produzidas em comparação com o 1T17. 


As vendas ao continente africano permanecem em destaque, reflexo do amadurecimento de iniciativas estratégicas voltadas à exportação, como o Projeto Conquest e a abertura de escritórios regionais para maior aproximação com os mercados internacionais. 

A expectativa é de manutenção do crescimento das exportações, com ampliação da representatividade dos mercados da América Latina na composição de vendas ao longo de 2018.

Em relação às operações no exterior, o destaque foi o crescimento de 11% em unidades produzidas na Austrália, resultando numa receita 16,5% maior e que deverá se acentuar ao longo do próximo trimestre. 


Quanto às demais unidades, embora tenham reportado produção e receita inferior ao 1T17, a expectativa para o restante do ano é de recuperação de volumes e receita. 

Na China, com a obtenção, em março último, de autorização para operar em ZPE (Zona de Processamento de Exportações), a Marcopolo passou a produzir ônibus para o mercado de exportação também naquela unidade.

Veja cinco novos veículos que podem ser produzidos no Brasil. Híbrido, Elétrico, SUV, Compacto e Picape estão nos planos dos fabricantes

A nova geração do Toyota Corolla foi antecipada no Salão de Pequim que inclui um versão híbrida plug-in (Divulgação)

O setor automobilístico aguarda com expectativa a aprovação de um programa que pode impulsionar às linhas de montagem. 
O chamado Rota 2030, elaborado pelo Governo Federal, está em discussões com as montadoras. 

É um novo regime industrial marcado basicamente pela concessão de incentivos fiscais para os fabricantes que alcançarem metas de eficiência energética e realizarem investimentos em pesquisa e desenvolvimento no país. 

Vale lembrar que há 99 anos, num 1o de maio - dia do trabalho , o então presidente Epitácio Pessoa assinou um decreto que permitia à Ford Motor Company instalar uma filial de montagem do Modelo T, em São Paulo. A data foi considerada um marco na produção nacional de automóveis. 


Outra iniciativa federal surgiu nos anos 1950 quando o presidente Juscelino Kubitschek firmava as diretrizes para a criação da indústria automobilística que deu origem ao que conhecemos atualmente.

O consumidor, claro, sempre fica na dúvida. O governo abre mão de recolher impostos de gigantes e contrapartidas são esperadas. Só o tempo dirá se as promessas serão atendidas na íntegra. 
A indústria ressalta que irá se debruçar em novos projetos de produção local de veículos, que geram empregos. 

A ideia também é permitir o surgimento de modelos com tecnologias avançadas, carros híbridos, elétricos, motores mais eficientes, menos poluentes e o que o brasileiro mais espera: preços mais baixos. O próprio governo busca um consenso do tamanho dos benefícios tributários, e a aprovação pode ocorrer em breve. 

As montadoras dizem que podem acelerar a chegada de modelos inovadores. Uma das novidades pode ser o novo Toyota híbrido, apresentado semana passada no Salão de Pequim, na versão plug-in, ou seja, o sedã vai combinar um motor a combustão com outro elétrico que pode ser recarregado numa tomada elétrica, disponível fora do Japão. 

No Brasil, o novo Corolla poderá ser produzido na fábrica de Porto Feliz, no interior de São Paulo, em 2020 com um inédito motor híbrido flex, o primeiro dessa geração no mundo movido com gasolina, etanol e eletricidade, com excelentes índices de eficiência energética, segundo a montadora. 


Chevrolet Bolt poderá ser o primeiro carro elétrico produzido no Brasil 
(Divulgação) 


O elétrico Chevrolet Bolt poderá ser o primeiro carro dessa categoria produzido no Brasil, feito na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista. 


A GM espera que possa também contar com uma política fiscal que desonere a carga tributária cobrada de modelos com propulsão alternativa. Esse modelo elétrico está previsto para chegar em 2019. 

O Bolt é um hatchback com um motor elétrico equivalente a 200 cv (150 kW) de potência e 36,8 mkgf de torque. Ele é alimentado por uma bateria de íons lítio de 60 kW que permite uma autonomia de 383 km por carga completa. A montadora americana diz que quer ser líder do mercado de elétricos na América Latina. 



O Nissan Micra V mostra a evolução da marca no segmento de carros compactos premium (Divulgação) 


Com um design completamente renovado e uma nova plataforma modular surge o Micra V. Ele tem itens de segurança avançados para o segmento popular. Usa um motor de 0,90 litros turbo e tem uma característica de direção esportiva. O Micra V deverá substituir o atual March da montadora japonesa. 




O BMW X2 poderá ser fabricado na fabrica da alemão em Santa Catarina 
com base no “Rota 2030 (Divulgação) 


Na categoria de SUVs, o BMW X2 nacional poderá ser produzido na fábrica brasileira de Araquari, em Santa Catarina. Ele chama a atenção pelo seu novo design onde predomina a grande grade dianteira. Na Europa, o modelo é oferecido com os motores a gasolina 2.0 para versões 4x2 e 4x4, e 2,5 com 231 cv, além de um diesel de 190 cv.



O BMW X2 é equipado com o sistema Driving Experience, voltado para a eficiência que permite selecionar o modo de condução Eco-Pro, Comfort e Sport, alterando a resposta do acelerador, da direção, da transmissão automática, do som do motor e do sistema de ar-condicionado. No momento, tem sido mais negócio para a marca importar o SUV do que montá-lo localmente.


A RAM 1500, exibida no Salão de Detroit, pode ser brasileira reforçando 
a liderança da FCA em picapes Divulgação 


A FCA (Fiat-Chrysler) já domina o mercado de picapes pequenas e compactas. Agora, a empresa admite produzir na sua fábrica de Goiana em Pernambuco, a RAM 1500 uma picape média-grande, completando a gama de produtos neste segmento. 


A nova geração da RAM 1500, apresentada no Salão de Detroit, ficou mais moderna e eficiente como resultado de seu design aerodinâmico. No Brasil, o mais provável é que seja equipada com o motor V6 EcoDiesel combinado com um câmbio automático de oito marchas. 


Esses projetos estariam aguardando a definição do programa Rota 2030. Se não acontecer, os modelos correm o risco de não sair sair do papel para o Brasil, dizem as montadoras. Como estes veículos há outros na fila. 


Na primeira etapa, o Rota 2030 deve estabelecer uma meta de 12% de evolução em eficiência energética de nossos automóveis e comerciais leves para os próximos cinco anos, replicando o mesmo índice imposto pelo Inovar, o programa anterior do Governo Federal que acabou em 31 de dezembro de 2017. O novo regime deve vigorar até 2032 e será dividido em três fases de cinco anos cada: de 2018 a 22; de 23 a 27; de 28 a 32.


Mas os fabricantes e o governo conseguirão resolver os entraves? 

História de 99 anos

A Ford foi a primeira montadora a vir para o Brasil. Em 1919, com investimento de US$ 25 mil aprovado por Henry Ford, fundador da empresa, instalou uma pequena linha de montagem num armazém na região central da então incipiente cidade de São Paulo. O Modelo T chegava desmontado por navio dos Estados Unidos e o processo era finalizado aqui.


Foto histórica mostra visitantes admirando o ModeloT na linha de montagem na 
Rua Solon, São Paulo (Divulgação) 

Em 1921, a Ford inaugurava uma fábrica própria na Rua Solon, do Bom Retiro. O prédio existe até hoje. Lá chegou a produzir 25.000 veículos por ano.

A linha de montagem do Modelo T recebia centenas de visitantes, atraídos pelo fascínio do automóvel, uma novidade no Brasil. 


Nessa história, a marca foi responsável por importantes lançamentos como o Galaxie. O Maverick e o Escort. Como relato pessoal, posso dizer que desde 1978, passei cerca de 40 anos na empresa, dois terços de minha vida. 


Vi de perto a chegada do Ka, Focus, Fiesta, EcoSport, Fusion e Mustang, entre outros. Alguns desses modelos agora correm o risco de não existir. Algo até certo ponto normal. A grande diferença é que não se sabe se serão substituídos. 

Atualmente, a Ford disputa o quarto lugar com a novata Hyundai no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, a montadora anunciou que vai abandonar os modelos sedãs e modelos tradicionais, concentrando-se na produção de SUVs, picapes e carros elétricos. 


Os únicos automóveis serão um crossover chamado Focus Active e o Mustang, esportivo de baixo volume de produção. Mas ainda não foi divulgado o plano para os demais países. 


A Ford americana divulgou uma foto sombreada para mostrar o caminho de design dos seus novos SUVs (Divulgação) 


São os novos tempos em que surgem estratégias ousadas e radicais. Assim como o Rota 2030, só o tempo irá dizer se as promessas e os planos são acertados.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Citroën se renova no Brasil.

Novo Citroën C4 Cactus: o Hype Tech SUV

Depois do início de sua ofensiva VUL, da chegada do Novo C4 Lounge e de uma nova visão de Experiência Cliente, a Citroën apresenta as primeiras imagens de seu inovador SUV C4 CACTUS. 

O modelo, que tem previsão de chegada ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2018, quebra paradigmas no segmento SUV ao oferecer o melhor do design, da tecnologia e do conforto.

Fruto de um projeto global, com desenvolvimento e produção realizados na América Latina, o Citroën C4 Cactus representa com exatidão a nova assinatura “Inspired By You”, inspirada pela vida e atitude das pessoas.

Conectado e tecnológico, o Citroën C4 Cactus reflete a própria ousadia da marca, caracterizado por um design provocante, um desempenho surpreendente e um conforto global de referência, uma marca registrada da Citroën.

O Citroën C4 Cactus traz, desta forma, respostas às necessidades de um amplo leque de novos consumidores, que valorizam a estética, a modernidade e o bem-estar em seu dia a dia, aliadas às amplas possibilidades oferecidas pelo território SUV.

“Mais do que um produto estratégico, o C4 Cactus representa para nós a renovação da Citroën, totalmente conectada aos desejos e necessidades de nossos clientes. Ele é a essência da marca hoje e chega para romper com os códigos do segmento”, afirma Ana Theresa Borsari, Country Manager da Peugeot, Citroën e DS.

Um design provocador
Com uma silhueta marcante, o Novo C4 Cactus nasce da inspiração das equipes de design do Groupe PSA da América Latina para atender as demandas e o gosto dos clientes latino-americanos.

Idealizado e desenvolvido no Brasil – e posteriormente exportado para outros mercados mundiais –, o C4 Cactus honra a tradição Citroën na produção de veículos icônicos e à frente de seu tempo.

Logo no primeiro olhar, o modelo seduz por seu estilo moderno e disruptivo, caracterizado por linhas orgânicas e pela frente alta, expressiva. Um design ao mesmo tempo forte e equilibrado, mas que ousa ao reinterpretar os códigos tradicionais do universo SUV, propondo uma silhueta mais dinâmica.

Assim como os últimos lançamentos da marca, a frente se destaca pelo grupo ótico em dois níveis, que valorizam a expressão e a identidade.

No perfil, uma silhueta com um equilíbrio moderno que propõe uma nova visão do segmento, aliando os principais elementos do universo SUV. Destaque para o exclusivo teto “flutuante”, as belas e funcionais barras de teto, as rodas aro 17“ diamantadas com pneus de uso misto e os protetivos Airbump®, verdadeira assinatura estilística do modelo.

Na traseira, reconhecível por suas formas musculosas, destaque para o aerofólio integrado e para os módulos em LED com efeito 3D, que asseguram uma assinatura luminosa gráfica e tecnológica.

Um modelo, enfim, que reinterpreta os códigos do território SUV e que vai permitir aos consumidores serem o centro de novas experiências, ligadas à essência de cada um.


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Menina dos olhos da Volkswagen, o Virtus 1.0 TSI de 116 cv e 24 m.gfm de torque, câmbio automático de seis velocidades, mas muito plástico e o preço chega a R$ 87 mil. Entretanto, na pauta o Rota 2030, mas solução à vista está longe.


         
          De carro por aí - Roberto Nasser              


                     Coluna Nº1.818 - 4 de Maio de 2018                                                                                                                 



Virtus turbo, referência no mercado


VW Virtus 1.0 TSI

É o atual queridinho da Volkswagen, apesar do segmento de sedãs compactos não ser o de maior expressão no mercado. Nele, em expansão, impõe-se por formulação: estética, maior distância entre eixos, porta malas. É bom para transportar gentes e bagagens. 

Mecanicamente brilha o distintivo farol da tecnologia eletrônica/turbo/injeção direta, mudando conceitos sobre veículos, cilindrada, potência e torque. Uma revolução, um separador de classes.

Faz parte da família com a plataforma MQB, base flexível para Volkswagens diversos. Sobre ela nasceu o Polo. Levemente esticada, 8,5 cm, atingindo 2,651m entre eixos, produz o Virtus. Dela virão os próximos SAV T-Cross, o picape da marca, e o novo Gol. Esteticamente comparado aos líderes Chevrolet Ônix e Hyundai HB20S, envelheceu-os.

Na mão
Andei uns 2 mil quilômetros entre cidade e estradas com o Virtus. Experiência agradável, não tive pressa em devolvê-lo. Você não imagina, mas há carros cujo projeto e construção parecem pensados para testar a paciência do testador … Dirigi-los faz parte do apostolado pela causa, e geram enorme pressa para encerrar a experiência.

Há uns meses relatei aqui almoço com o então presidente da Volkswagen, David Powels. À mesa, jornalistas do ramo foram sabatinados por ele, querendo entender, sem comentar, porque um produto de segunda linha, como o Chevrolet Ônix lidera as vendas no Brasil, frente a outros de melhores características e construção. 

Resposta unânime: o sistema de comunicações, ou, o carro cada vez menos carro e cada vez mais um IPhone sobre rodas. Isto provocou agregar ao Polo de sistema interativo, capaz de oferecer, por consulta verbal, todas informações contidas no Manual do Proprietário. 

Segundo produto, o Virtus trouxe-o evoluído. Visível, o painel de instrumentos, bem equipado, elaborado, mutante, digital, personalizável, oferecendo informações em diferentes proporções, diminuindo uns mostradores, aumentando outros.

É opcional caro, a R$ 3.300, entretanto foi o item mais questionado nas abordagens com perguntas sobre o Virtus. Eletrônica e conectividade são os novos queridinhos do mercado.

Conjunto
Há várias versões do Virtus. Highline, de topo, diferencia-se pelo motor turbo. É 1,0 litro, produzido em São Carlos, SP, três cilindros, 12 válvulas, injeção direta. A soma destas tecnologias permite produzir cerca de 116 cv de potência e, medida agora muito mais importante, 20,4 m.gfm de torque entre 2.000 rpm e 5.000 rpm, responsável por invejável disposição, em especial nas baixas rotações. Na prática viaja-se bem com consumo reduzido – em estrada, orografia variada, arranhou 14 km/litro com gasálcool. 

Câmbio automático com seis velocidades, com possibilidade de acioná-lo por pequenas aletas atrás do volante. Nesta configuração, consequência e limitação mecânica, o freio motor é de pouco eficiência. Ótimos freios a disco nas 4 rodas com os sistemas de anti bloqueio e correção de derrapagens.

Suspensão convencional para a marca, torres McPherson frontais e barra de torção no eixo traseiro. Conjunto bem acertado, mescla rolagem confortável e estabilidade. Direção com assistência elétrica.

Conforto em uso para os dois ocupantes dos bancos frontais e dos traseiros. Este, em especial, ficarão surpreendidos com o espaço para pernas. Três passageiros atrás, como se diz no Goiás, força a amizade. O banco tem pouca largura, mas há confortos como difusores de ar condicionado e saída USB.

A decoração, dita larga e erroneamente como acabamento, poderia ser proporcional ao preço e à clientela do carro, em especial por desequilíbrio na combinação entre plástico rígido e apliques nas portas. Boa vedação termo-acústica.

Versão Highline, superior, é a mais completa e de maior preço. Bem composta por ar condicionado digital, chave presencial e botão de partida, computador de bordo. 


Revestimento em plástico imitando couro, boba mania em país quente, também é opcional, assim como rodas leves aro 17”. Como o painel cheio de artes custa R$ 3.300, para ter a versão completa prepare-se para contra argumentar ou preencher um cheque de R$ 87 mil.


A improvável conta para destravar o Rota 2030
Mais de centena de reuniões entre estamentos do Governo Federal, indústria de auto-peças, automobilística e importadores não chegou ao nó final para amarrar as questões e liberar as regras de produção e importação de veículos. 

O projeto sucede ao trapalhão Inovar-Auto, patrocinado pelo então Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o processado governador mineiro Fernando Pimentel.

Na essência busca-se abatimento fiscal de aproximados 1/3 do calculado investimento de US$ 5B em pesquisa e desenvolvimento. Indústria automobilística diz, se não houver tal compensação, país perderá em tecnologia, produtividade e competitividade, e tais investimentos irão a outras praças. 

Governo tem respostas pragmáticas, entendendo o desenvolvimento tecnológico como passo dado pelas matrizes e a permear por gravidade aos carros fabricados no Brasil, sem nada a compensar. 

Outras fontes dizem com pragmatismo ser desnecessário um programa incentivado para obter conquistas tecnológicas, em especial quanto a consumo e emissões: basta um instrumento juridicamente inferior, como Resolução, para determinar números a ser obtidos – sem abater investimentos.

Num infindável balé propôs raciocínio lógico: fazer tal acerto por dedução no Imposto de Renda a pagar – ou seja, de quem tiver operação lucrativa. Mas indústria alega não saber quando terá lucro para ser taxada, propondo reduzir tal parcela do IPI ou Imposto de Importação. Como neste país ninguém sabe a verdade numérica dos balanços, o tema é amorfo.

A solução, dizem as partes, é reduzir o percentual da compensação, fazendo uma conta-de-chegar.
Entretanto, a cada dia parece difícil atingi-la. O País entra na reta final de dois assuntos capitais: a Copa do Mundo e a campanha eleitoral para Congresso e Presidência. 

No segundo, muitos candidatos, pouca definição, e o argumento de tirar dos pobres para dar as ricos sempre encontra eco junto a eleitores objetivos em sua pouca leitura. 

Panorama não é bom para justificar a dedução, à vista do déficit nas contas públicas; do pagamento em igual valor, honrando compromissos não pagos por Venezuela e Moçambique, amiguinhos do governo Lula/Dilma; do anúncio que os funcionários públicos, incluindo os negociadores oficiais do Rota 2030 não terão correção de salário pelo menos até 2021.

Roda-a-Roda

Vitrine – New Holland, de tratores, aproveitou o Agrishow, surpreendente salão do trator e implementos, em Ribeirão Preto, SP, para mostrar seu modelo T6, findando testes. Presença serviu como balão de ensaio à produção no Brasil.

Questão – É um pacote de tecnologia e economia, ao apresentar-se como capaz de usar como combustível o bio metano, gás proveniente da decomposição aeróbica de resíduos de produção. Na prática, em vez de diesel, estrume de animais e restos de cultura são capazes de produzir o combustível.

Caminho – Empresa focou no estilo para individualizá-lo, no conforto operacional, e no apelo econômico. É ideal para o agro negócio, embora a produção do gás combustível, operação logística, é viabilizável por cooperativas de pequenos produtores.

Operacional – Reduz até 30% em custos, poluição, mas o principal é fazer a independência energética do produtor rural. O rejeito de produção é colocado num bio digestor e o biogas se transforma em bio metano. Serve para produzir energia para as fazendas, vende-la às distribuidoras de energia, aproveitar o resíduo de produção como adubo.

Ciclo – Não é ideia nova. Ao criar o Modelo T, em 1908, Henry Ford pregava o mesmo: seu motor era capaz de produzir o álcool decorrente das sobras de colheita. Ao vir para o Brasil a Fiat fez projeto para usar o motor do pioneiro 147 para consumir o gás gerado por bio digestores, e até a Marinha desenvolveu projeto para estes.

Futuro – Espera-se seja viabilizado. Na experiência com Fords falhou porquanto as empresas distribuidoras de combustível foram mais rápidas em ridicularizar a distribuição. No caso Fiat/Marinha, usuários acharam dar muito trabalho.

New Holland T6. Movido a bosta?

Referência – China Auto Show mostrou verdade ainda pouco palatável: é o maior do mundo em área – 220.000 m² ou, como se adotou como referência no Brasil, 22 campos de futebol emendados. Neste ano, para o também maior mercado mundial, fez demonstração: o caminho, mandatório para a China, está nos carros elétricos e nos SUVs e outros morfologicamente assemelhados.

Foco – Única mulher CEO de uma fábrica chinesa de veículos, Madam Wang, como se apresenta, conduz a Haval, braço da Great Wall Motors, e maior fabricante de SUVs da China. Tenaz, intenta objetivo aparentemente disparatado: superar os EUA no segmento.

Passado – Parece bravata a olhos ocidentais, mas é de boa cautela não duvidar. Há poucos anos o mercado chinês estava mais para Riquixá e bicicletas, e hoje tem qualidade, produtos e design próprios, e é o maior do mundo.

Foco, 2 – Jack Wey, presidente – e dono - da Great Wall, mais antiga das fabricantes de veículos na China e pioneiramente independente, sem ter o Estado como acionista, criou outra empresa e carimbou seu nome: Wey.
Direção – Posicionamento Premium, quer concorrer com SUVs de marcas poderosas, como Bentley, Rolls, Mercedes-Benz, Maserati, Alfa Romeo, e vender mais barato. Na prática numérica, um Wey custa 50% acima de um Haval – e entre 33 e 50% de um Mercedes.

Aqui – Poucas consequências entre mostrar e ter resultados no Brasil, pois as muitas marcas falam em vir, e a única a fazê-lo industrialmente, a Chery, capitulou ante a oposição do sindicato de metalúrgicos da área de Jacareí, SP, e vendeu-se à nacional CAOA.

Terra – Uma, factível, não é chinesa, mas do Japão: o utilitário esportivo Terra, construído sobre chassis de longarinas do picape Nssan Frontier, ora em inicio de produção na Argentina. Pode ser o primeiro produto do segundo movimento.

Terra. Breve no Mercosul?


Picapes – Depois da Mitsubishi mostrar seus picapes L200 2019, foi a vez da Ford. Mudou posicionamento, exumando a versão XL de entrada, linha paralela com cabines simples ou dupla, e chassis, motor menor: diesel, 2,2 litros e 160 cv.

Pacote – Quer se diferenciar das concorrentes por superior aplicação de tecnologia embarcada nos Ranger: maior capacidade de carga; controle de estabilidade e tração; anti capotamento, e bloqueio eletrônico para o diferencial traseiro. Cabine simples R$ 129.300.

Amarelo – Uso de cores sinalizando ações ligadas a segmentos da população – rosa para mulheres, azul para homens, - escolheu o Amarelo para ações destinadas a reduzir acidentalidade e morte no trânsito.

União – Problema mundial, determinação de Assembleia-Geral da ONU, decretou o período de 2011-2020 como a Década de Ações para Segurança do Trânsito. 

Meio - Entidade criada, o Observatório Nacional de Segurança Viária, criou o Maio Amarelo, movimento de conscientização da sociedade para o elevado número de mortes, danos e absenteísmo causado pelos acidentes de trânsito.

Caminho – Neste ano o rótulo Nós somos o trânsito, aprovado pelo Conselho Nacional de Trânsito, o Observatório, e a Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, é veiculado em vídeo, radio, impressos, redes sociais.

E? - Na prática poucos resultados, exceto estatísticas pouco confiáveis. Enquanto ônibus avançar sinal e motoqueiro não tiver sanção, não haverá campanha com resultados. Como todas as mazelas deste país, o caminho da excelência só se atingirá pela educação e pela sanção – e sem estrutura de polícia e justiça, difícil atingi-lo.

Bico – Para a Volkswagen, recepcionista para o Salão do Automóvel não deve ser apenas bonita e sorridente. Mas universitária e submeter-se a curso com palestras e treinamento sobre produtos. A fim? 
contratando.com.br/ volkswagen.

Festa – Sorrisos e foguetes na MAN Latin America, dona da marca Volkswagen Ônibus: empresa vendeu 3.400 chassis para encaroçar ônibus escolares no Programa Caminho da Escola. Tipo Meu ônibus, meu lucro...

Eficiência – Pesquisa do Ministério dos Transportes com 20 mil passageiros deu à Azul liderança em operações: menor tempo de check in; embarque mais rápido; menor tempo para receber a bagagem. Curiosamente é considerada como companhia Low-Cost, quando seus bilhetes estão entre os mais caros.

Tempo – Por contrato com marca alemã de automóveis Premium – Audi? BMW? Mercedes? – Universidade de Hohenheim conduz pesquisa entre formadores de opinião para saber a percepção sobre estas marcas no mercado brasileiro. Daí, afeir observações, sanar eventuais falhas indicadas, focar campanhas de vendas.

Mudou – Há pouco tempo a noção de percepção ficava restrita ao fabricante/montadora e, no máximo, a sua agencia de propaganda. Fiat mudou a escrita, e para errar menos na formatação do Novo Uno, modelo exclusivo ao mercado nacional da marca então líder, contratou à PUC Rio de Janeiro pesquisa sobre a óptica de antropologia e sociologia quanto a produto e clientela. 

GenteSamuel Marcantônio, mecânico, larga história incluindo ter sido dos primeiros funcionários da Simca, festa. OOOO Dia 19, 88 anos. 
OOOO Coisa importante. Amigos irão em automóveis antigos e Prefeitura de Campinas bloqueou rua fronteira à sua casa para as comemorações
OOOO Merecido. 
OOOO Philip Koehn, doutor em engenharia, novo diretor técnico da Borgward. 
OOOO Marca alemã em renascimento, instala fábrica em critérios Indústria 4.0. contratação é aval importante
OOOO Koehn tem carreira na BMW e foi diretor da Rolls-Royce. OOOO
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