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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Mecânica On Line de Tarcísio Dias apresenta a nova geração de caminhões

BMW Preference entrega o prazer de dirigir aos portadores de necessidades especiais. Programa concede benefícios exclusivos para aquisição de veículos novos das marcas BMW e MINI.


São Paulo, 13 de agosto de 2018 — O BMW Preference, voltado a pessoas portadoras com deficiência, completa quatro anos de atividades no Brasil e disponibiliza toda a gama de veículos BMW e MINI, sejam eles nacionais ou importados.

A compra do veículo pode ser feita em qualquer concessionário BMW ou MINI no país com atendimento e assistência personalizados.  No Brasil, os portadores de necessidades especiais possuem isenção de IPI (Imposto sobre produtos Industrializados) na compra de automóveis.

Novo Honda Civic SI surpreende pelo conjunto da obra. Custa R$ 162.900



Um carro esportivo, duas portas, da classe Gran Turismo, com um câmbio curto, perfeito, manual, de seis velocidades, motor 1.5 turbo, gasolina, de 208 cv, aos 5.700 rpm, turbo, gerando 26,5 kgfm de torque a partir de 2.100 rpm, suspensão adaptativa muito firme e ao mesmo tempo confortável, e um visual moderno, bonito, exuberante até. 



Esse carro é o novo Honda Civic SI, a 10ª geração de um modelo fabricado no Canadá, utilizando a plataforma do Accord, que faz sucesso no mundo todo, avaliado pelo Blog aqui no Rio de Janeiro, que me surpreendeu pelo conjunto da obra.


O novo coupé Civic SI chegou mais largo, 45 kg mais leve, com maior distância entre eixos, de 2,7 m, maior do que a versão anterior, mais rápido e proporcionando uma direção confortável com duas versões, uma urbana e outra esportiva, escolha que você pode fazer premindo um botão no console central, em ambos porém se nota a melhoria sensível na suspensão.


No modo drive (normal) tem-se uma condução urbana, em que a suspensão menos dura, claro com respostas mais rápidas graças ao turbo do motor, responsável também pela economia no consumo, que ronda os 10 km/l, na cidade e cerca de 14 km/l, na estrada, de acordo com o analista de RP da Honda, Rodrigo Leite.


Nesta 10ª geração do SI veio muito mais confortável internamente do que a versão anterior - que o Blog avaliou também -, mas pelas alterações implementadas na suspensão e na melhoria da redução de ruídos, pela utilização de forração de painel de toque mais macio.



O SI não bate mais em piso irregular, apesar da suspensão ter ficado com molas mais firmes, barras estabilizadoras mais rígidas (30% a mais na dianteira e 60% a mais na traseira), buchas sólidas na dianteira e traseira, além de braços de controle ultra rígidos na traseira, oriundos do Civic Type R. 



O aerofólio traseiro trabalha para manter o carro mais firme em velocidades elevadas. 



O sistema de segurança é ainda reforçado pela direção elétrica adaptativa de duplo pinhão com relação variável, suspensão com acerto esportivo, amortecedores adaptativos e diferencial com deslizamento limitado. 



O carro traz ainda discos de freio de 12,3 polegadas na dianteira e pneus largos 235/40 R18.



O conforto do novo SI é completado pelos bancos esportivos, tipo concha com largos apoios laterais que nos dão certeza de que você está sentado no cockpit de um carro de competição e com vontade de explorar os seus limites, tamanha é a sensação de segurança que o carro nos passa, garantida também pela assistência de tração e estabilidade.



No volante de couro de pegada firme e agradável, os comandos de som, telefone, controles do computador de bordo, atrás dele as borboletas de troca de marchas. 





Na frente, o Head Up Display projeta informações coloridas no visor transparente que se eleva no momento da partida, ajustável de acordo com a altura do condutor, evitando distrações na condução.



O SI tem ainda controle de velocidade (piloto automático), freio de estacionamento eletrônico,  travamento das portas por distância, ar condicionado digital de duas zonas, com saídas para os passageiros do banco traseiro, sensor de chuva, sistema de áudio de 450 watts, com 10 auto-falantes.



As grandes entradas de ar na dianteira e o largo escapamento central na traseira são assinatura externa do estilo de competição do SI, cujo design com faróis full Led na frente e uma barra extensa de Led atrás, decoram o belo desenho desse Honda.



sistema multimídia com câmera de ré, de sete polegadas sensível ao toque, que controla todas as funções de áudio e é integrada aos sistemas Apple CarPlay e Android Autoproporcionando uma conexão fácil do smartphone ao automóvel, que tem ainda GPS embutido.



O Civic SI está à venda em diversas cores em todas as concessionárias Honda pelo preço único de R$ 162.900, com garantia de três anos.






sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Novo BMW X7 enfrenta testes de resistência em condições extremas. Protótipo do veículo revela versatilidade em testes na neve, deserto e asfalto



São Paulo, 10 de agosto de 2018 — A BMW se prepara para entrar no segmento de alto luxo com o novo Sports Activity Vehicle (SAV) X7, e o caminho tem sido uma verdadeira maratona de testes de resistência. 

Ainda camuflados, os protótipos do modelo vêm sendo submetidos aos mais desafiadores climas e terrenos do mundo: do gelo na Suécia e círculo polar às pistas de areia e cascalho sob o sol sul-africano; do anda e para das cidades aos testes com carga em estradas rurais e rodovias.

Os testes revelaram a excelência na dinâmica e condução do primeiro modelo X da BMW para o segmento de alto luxo, além de mostrar que é possível desfrutar de um ambiente sofisticado no interior da cabine durante a condução mesmo sob condições climáticas adversas e nos terrenos mais variados. No novo BMW X7, luxo, diversidade e esportividade se unem para formar uma identidade única.

Apesar da camuflagem, os veículos de pré-produção já revelam as dimensões imponentes e proporções harmoniosas na carroceria. Com visual imponente, amplo espaço interno, sofisticadas tecnologias de direção e suspensão e equipamentos exclusivos, o novo BMW X7 é a interpretação mais recente do prazer de dirigir característico da fabricante alemã.

Os protótipos do novo BMW X7 foram produzidos na fábrica da BMW em Spartanburg, na Carolina do Sul (Estados Unidos), onde será fabricado o modelo de produção. A apresentação do veículo ocorrerá globalmente no final de 2018, e assim a BMW avança em sua ofensiva de modelos de alto luxo com um conceito de veículo ainda mais fascinante.

Para texto original em inglês, acesse:

DE CARRO POR AÍ, de Roberto Nasser



DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser


Coluna nº 3.218 - 10 de agosto de 2018 
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Roda-a-Roda

Referência – Herbert Diess, presidente da marca Volkswagen, na apresentação dos resultados financeiros da espanhola Seat, sua controlada, saiu-se com comparativo curioso: com a entrada no mercado chinês, quer ve-la como a Alfa Romeo, começando por elevar preços. Alfa hoje é comparável às versões S da linha Audi, os mais caros dos sedãs VW.

? – Diess nominou as características da Alfa e disse que o crescimento e margem econômica da Seat superam a marca italiana.

Pretensão – Nenhuma outra marca tem tanta história e tradição no emblema como a Alfa, e a comparação parece graça sem graça. Há quem lembre, Luca De Meo, presidente da Seat, era Menino de Ouro na então Fiat, e de lá foi saído por Sergio Marchionne, capo de tutti capi é à época número 1 da marca. Comparação presunçosa parece provocação póstuma. 

Suzuki especial Desert. Deveria ter outro nome …

Mais – Suzuki criou série especial do seu jipinho Jimny. Chama-a Desert e não é identificada por adesivos, rodas coloridas, bobagens afins, usuais características de fugazes edições.

Bom trabalho – Aumento em 68mm da altura livre do solo, pneus maiores, 215x75x15, chapas protetoras para a mecânica inferior – caixa de transferência, braços da suspensão, amortecedores, além de equipamento com mais função visual e menos prática, o Snorkel.

O que - Leitor deve saber, uma trapizonga nascendo ao nível do teto, descendo, e trepanando o cofre do motor, como se o motorista fosse circular submerso a 2m. Coisa para enganar mãe de moça mas, sem trocadilho, neste deserto de veículos sem habilidades extras e apenas penduricalhos em hatches metidos a SAVs e estes querendo ser vistos como SUVs, fará a maior presença.

O Que – Pintado em Bege Jizan é dita como inspirada nas areias do deserto, mas Jizan é cidade à beira mar, próxima ao Yemen -, grade e faróis com acabamento cor grafite. Sua ótima capacidade off-road – para a Coluna é a melhor equação na proposta – foi implementada. 100 unidades.

Porém – Visto o preço, R$ 86 mil, mereceria denominação japonesa: Takaro.

Mais um – GM apresentou versão automática de seu sedã Cobalt. Tracionada pelo motor 1,8 L4, completa-o com direção eletricamente assistida e o multimídia MyLink. Foca clientes dentre os submetidos às agruras do trânsito brasileiro e PCD, Pessoas com Deficiência, contempladas com desconto no IPI.

Caminho – Poderia ter lançado antes, mas optou adotar a Teoria da Manada, aguardando outros fabricantes tomar a iniciativa para, então, segui-los.

Retorno – Fim das cotas de importação baixadas pela legislação do programa Inovar Auto acelera negócios dos importadores. Kia, maior deles, cresceu 46,3% relativamente ao primeiro semestre de 1967. Na prática licenciou 6.899 unidades, entre SUV Sportage e sedã Cerato. Média do mercado foi 14,1%.


Sportage, mais vendido da Kia

Traço – Agregação à Aliança Renault-Nissan dá impulso à divisão automobilística da Mitsubishi. Empresa cooptou Alessandro Dambrosio, ex-designer chefe da Alfa Romeo. Quer dar traço, vigor, identidade visual a uma das marcas mais mal identificadas no setor.

Pré – Dambrosio participou dos projetos Alfa 159, Giulietta, Mito. Após, na Volkswagen, chamado pelo seu ex-chefe Walter 156 De Silva, trabalhou nos recentes Audi A4/A5; TT Sportback Concept e no SUV Bentley Bentaiga.

Situação – Designer-chefe é oportunidade de ouro a profissional do lápis deixar a marca de seu talento. Não são empregos efêmeros. Normalmente o escolhido cria as formas e personaliza os produtos por, pelo menos, duas gerações de veículos.

Opção – Aparentemente a parte nipônica da Aliança necessita socorro e apoio em estilo.  Nissan foi buscá-los na Casa Pininfarina para acertar seu performático 370 Z, e  precisa fazer trabalho em todos os seus produtos -, indistintamente ruins em estilo. Mitsubishi acertou-se com o italiano ex-Alfa.

Confiança – Longo e cheio de percalços em seu curso no âmbito dos ministérios da Indústria e Comércio, Planejamento e Fazenda, projeto Rota 2030 foi enviado ao Congresso para apreciação. Traça a regra de incentivos para a indústria de veículos e autopeças.

Correções – No Legislativo, esperadas intervenções das fabricantes, montadoras e importadoras relativamente ao percentual de compensações nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, aparentemente terá curso curto.

Vaticínio – Raciocínio está em declaração do Presidente Temer, no congresso da Fenabrave,  entidade dos revendedores de veículos, terça-feira passada. Lá, turbinado por surpreendentes aplausos, declarou assinará a Lei à abertura do Salão do Automóvel, novembro. Aparentemente combinou com os russos legisladores.

Ar – Fábricas de automóveis buscam independer de energia elétrica cara, produzido por hidroelétricas ou termogeradores. No Brasil Volkswagen tem duas represas gerando energia; Honda um parque de geradores eólicos. Toyota Argentina vai pelo mesmo caminho: acertou com a petroleira estatal YPF geração de energia elétrica produzida por geradores eólicos.

Mit 20 – De uma aposta no futuro, em município distante do centro produtor de auto peças, mas próximo ao mercado de seu produto, os picapes 4x4, em 20 anos a Mitsubishi marcou sua história em Catalão, GO.

Vai - Nasceu com 14.000 m2 de área coberta e, em 20 anos, chegou a  quase 20 vezes mais. Registro insólito, no meio de Goiás a empresa tem uma das três mais modernas instalações de pintura no Brasil.

Gabarito – Das muitas conquistas, o transformar o picape diesel em objeto-ícone de consumo; de ter sido pioneira no uso de turbo nos Mitsubishi; de dar morfologia aos picapes: diesel, cabine dupla, tração nas 4 rodas.

Saída - Para enfrentar o tabelamento dos fretes - e a impossibilidade de negociar -, a GM pensa em ter frota própria de caminhões, tanto para recolher autopeças quanto para transportar carros O Km. A greve dos caminhoneiros e a incapacidade do governo em peitar e resolver, ficando refém da categoria, dá em excrescências como esta.

Respeito – Governo inglês quer incrementar o uso de combustível E10 – gasolina com 10% de etanol. Mas em respeito ao 1,8M de veículos pré 1970 existente no país, e para os quais considera a mistura incompatível, mante-la-á disponível até 2020.

Aqui – Ao contrário da respeitosa elegância inglesa, aqui, reflexo da maneira impositiva dos governos militares e seus sucessores, somada à leniência brasileira, a gasolina vem misturada com tão elevada quanto desconhecida quantidade de álcool, e o governo nada pergunta sobre adequabilidade ou fazer danos nos veículos, novos ou antigos.

Imprensa  - Jeremy Clarkson, polêmico jornalista, brilhante em comparações, hábil utilizador de adjetivos, em sua coluna mensal na revista 4 Rodas carrega de elogios a caçamba do picape Toyota, mas critica a substituição de um comando mecânico por botões e eletrônica para acionar tração nas 4 rodas e reduzida.

Também – Coluna tem criticado os fabricantes por isto. Serviço duro não permite as dúvidas do uso de complicações elétricas e eletrônicas. Botãozinho não é coisa séria ou confiável, mas boiolo-feminina.

Utilidade – Mesma revista porta pequeno encarte patrocinado pela Fiat, o Guia do Test-Drive Perfeito, aulas sobre como avaliar veículos. Didático, interessante, sem indicar seus carros, mas demonstrando claramente as novas qualidades dos novos Fiat.

Araxá – Renault confirmou e avisa de seu patrocínio ao Brazil Classics Renault Show 2018, mais conhecido como Encontro de Araxá, onde realizado. Mais elegante dentre os pululantes e descoordenados eventos antigomobilísticos no Brasil, ocorrerá entre os dias  5 a 9, setembro, feriado. Patrocínio faz parte das comemorações dos 120 anos da marca. Gracioso.

Brazil Classics Renault Show 2018


Autoclasica – Sequência de qualidade, depois do mais elegante evento antigomobilístico brasileiro, será a vez dos argentinos com o Autoclasica. É o maior dentre os da América Latina, ocorrendo entre 12 e 15 de outubro em San Isidro, vizinha a Buenos Aires.

Lá - Brasileiros não expõem, mas comparecem aos milhares. Entrada a 300 pesos – uns R$  41,02. Para o dia 12, promoção: dois tíquetes por 350 pesos – circa
R$ 47,85.

Cartaz da Autoclasica

Gente – Fernão Silveira, comunicólogo, deixou a Ford após um ano de serviço. 

OOOO Jornalistas do setor, incontidos em rótulos e carimbos, dizem-no o fugaz. OOOO
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Fernando Calmon fala do Fascínio da Mobilidade





Fernando Calmon             
Nº 1.005 — 9/8/18



FASCÍNIO DA MOBILIDADE


Discutir o futuro nunca foi tão fascinante como nos tempos atuais. E a indústria automobilística faz parte ao ter sob sua responsabilidade produzir os meios de mobilidade terrestre. Tudo passa por longas discussões e apostas cautelosas ou até radicais. 

O XXVI Simpósio Internacional organizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, semana passada em São Paulo, destacou muitas facetas e soluções

Sobre carro elétrico, espera-se um grande fosso entre o que pode acontecer no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. O Brasil e países de renda média e baixa terão enormes dificuldades para avançar. Aqui, a frota de elétricos a bateria é estimada em cerca de 300 unidades. 

Em 2016, a China emplacou 350.000 elétricos e híbridos ou 1,4% das vendas totais de 25 milhões de unidades. Já na Noruega os 25.000 elétricos e híbridos comercializados representaram 25% do total. 

Na Alemanha, França e Japão os alternativos atingiram 1% das vendas. Portanto, não existe ainda cenário claro. Mesmo países ricos deverão eletrificar-se em ritmo heterogêneo.


No entanto, motores a combustão interna ainda receberão várias melhorias em especial com ajuda de assistência elétrica. E também poderão atuar apenas como gerador para carregar baterias mais baratas e aumentar a autonomia. O potencial dessas aplicações mistas é bem razoável, sem contar novos ciclos de combustão (Mazda) ou motores com taxa de compressão variável (Nissan).

Luciano Driemeier, da Ford, chamou atenção para o caminho dos veículos autônomos. Ao mesmo tempo em que as pessoas se estressarão menos e usarão melhor o seu tempo em deslocamentos, em países como o nosso as preocupações decorrentes da violência urbana devem ser levadas em conta. 

Também fazem parte das incertezas as mudanças de legislação e os dilemas éticos em caso de acidentes (matar ou morrer?). Porém, a tecnologia avançará tanto que, tudo indica, nunca se chegaria a uma situação na qual a colisão é a única opção. Em teoria, possível.

O engenheiro admite que custos muito altos ainda precisam baixar, sem contar investimentos em infraestrutura e os de interação total veículo-veículo, além destes com as vias. 

Deu exemplo do Lidar que usa raios laser para detecção e distância com altíssima precisão. No início custava US$ 70.000. Em 2016 já havia abaixado para US$ 250 e pode chegar a apenas US$ 90, além da rápida miniaturização.

Especificamente sobre carros autônomos no Brasil, ele traça um primeiro cenário otimista de cinco anos para as primeiras aplicações práticas. Mas não descarta que esse prazo se estenda por até 20 anos. 

“As pessoas estão abertas para a ideia de possuir um produto autônomo. Aqui até acima da média mundial, à frente de países que receberão a tecnologia primeiro”, acrescentou.

Na opinião dessa Coluna, só após se saber o preço efetivo do “carro à prova de acidente”, algo ainda meio escondido pela indústria, poder-se-iam fazer previsões mais acuradas de aceitação no mercado.

Leimar Mafort, da Bosch, acredita na alta redundância de sistemas e assim se conseguiriam evitar falhas. Desastres envolvendo veículos que dispensam o motorista tenderiam a zero.

ALTA RODA

VENDAS no mercado interno voltaram, no mês passado, ao mesmo bom ritmo de antes da greve dos caminhoneiros: em torno de 10.000 unidades/dia. No acumulado do ano estão 15% superiores a 2017. Estoque total em julho diminuiu para 34 dias contra 36 em junho. Forte queda de exportações para Argentina e México fez produção recuar 4% no mês, mas se mantém 13% acima no ano.

ANFAVEA espera resultados bons este mês na comercialização interna. Mas como o segundo semestre do ano passado foi de recuperação muito forte, trará efeitos estatísticos nos números comparativos de 2018. A entidade mantém sua previsão do início do ano de crescer 11,7% para 2,5 milhões de unidades. Recorde anual é de 2012: 3,8 milhões de veículos.

GOLF GTI é caro, mas deixa o motorista apreciador do prazer de dirigir realmente sem palavras. Muito difícil achar pontos fracos, apesar de puristas preferirem o inexistente, no Brasil, câmbio manual. Conjunto transborda alto desempenho e sensações sonoras e de solidez, sem deixar de lado conforto e itens de segurança. Pena que hatches médios, como este, estejam em declínio.

FALECIMENTO aos 66 anos de Sergio Marchionne, presidente da FCA, não foi o primeiro de um alto executivo da indústria automobilística em atuação. Heinrich Nordhoff, que construiu a Volkswagen a partir de ruínas da II Guerra Mundial, comandou a empresa de 1948 a 1968. Faleceu pouco meses antes de se aposentar, com sucessor já escolhido, aos 69 anos.

PROJETO em tramitação no Congresso Nacional cria carteira de habilitação específica para quem utiliza apenas veículos com câmbio automático. O interessado não poderia dirigir com câmbio manual. Há temor de formar maus motoristas, porém isso depende mais de bom treinamento e disciplina. Observar regras de trânsito independe do tipo de câmbio usado.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

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