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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

DE CARRO POR AÍ, com Roberto Nasser

DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser






Coluna nº 4.018 - 5 de outubro de 2018
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VW T-Cross – para agradar às mulheres 


O fator
Dirigi o T-Cross em exemplar de pré-produção no circuito particular da cinematográfica Fazenda Capuava, quase lindeira ao Aeroporto de Viracopos, SP. Creio-o versão final, pois será apresentado no dia 25 e, após, no Salão do Automóvel. À venda ? Aposto final março 2019.

Passou a obrigatoriedade profissional de usar sedãs de topo, e meu carro de uns poucos anos é VW Tiguan. Admirável e honesto: arranca, acelera, freia, faz curvas, oferece segurança ímpar com a tração permanente nas quatro rodas, e seus 200 cavalos alemães pouco bebem.

O desenho da minha vida tem-me tornado semi zen, ante a consciência da pouca consistência do meio ambiente para instigar a formação de imagem e outras bobagens sociais criadas pelo mundo do consumo. O novo Tiguan cresceu e meu interesse diminuiu.

Daí, tenho visto com muita simpatia o surgimento dos imaginados dois novos donos do segmento dos utilitários esportivos compactos. Refiro-me ao Citroën Cactus e ao VW T-Cross.

Não os comparo, pois em ambos a experiência no conduzir foi fugaz.

Antes conversei um pouco com o Pablo Di Si, argentino, ex FCA, hoje presidente da Volkswagen na América Latina. Passa o entusiasmo latino de quem sabe ter em mãos o produto certo para o público certo, no momento certo. E a certeza da necessidade de conter o entusiasmo quanto a preço. Parece ter razão. Além da adequação, ao uso de motores turbo com injeção direta, de 1,0, 128 cv e 200 mkgf de torque, e 1,4, 150 cv e 250 mkgf, garantindo arrancada, velocidade e baixo consumo, há, ainda, bom acerto mecânico com câmbio automático Aisin de 6 velocidades e freios a disco nas 4 rodas.

A VW balizou o circuito do então ex-piloto Cidão Diniz – Alah cuide dele -, para evitar entusiasmos. A ideia era transmitir sensações de retas ascendentes, descendentes, curvas de amplo raio, longe do que o Cidão fazia o belo circuito completo com Ford GT 40 e Jaguar Lister.

Andei com versão 1,4 e gostei. Há torque para sair e andar com suavidade. Motor e câmbio compatíveis, bem acertados, direção precisa, pequeno raio de curva, freios superiores. Transmite segurança mesmo provocando-o para adernar. Gostei no uso contido.

No jargão da indústria automobilística é mais uma jabuticaba – ou seja, exclusivo ao Brasil, diferindo dos modelos a ser produzidos na Alemanha e China por mais 8,6 cm em distância entre eixos – 2,65 m; e 4,199 de comprimento.

Confortável aos passageiros do banco traseiro, e com espaço de bagagem também maior. É mais alto ante o Virtus, cedente da plataforma – motorista sentirá uns 9 cm entre altura livre do solo e trilho de seu banco. Altura faz parte da imagem de poder. Terá Park Assist e teto solar panorâmico, som, auxiliares de segurança de freios e estabilidade. Com ele a Volkswagen quer ser a melhor da turma. Está no bom caminho.

Fim do teste, indagado, expus minha opinião: carro de mulher – posição superior; cuidado para resistir às imperfeições de nossas vias e estradas; andar confortável; quase suave. E minha dúvida: mulheres, entre compra e influência, o maior agente no setor, se satisfazem com um rodar assemelhado a andar de mãos dadas, ou se gostariam de algo mais reativo, sensível, como um aperto com stamina e testosterona. Uma pegada viril?

É a pergunta de um milhão de dólares, disse-me um executivo. Talvez o Freud saiba… Para isto, aguardemos o ectoplasma do Freud ou a voz do mercado. Quanto a mim, esperarei test-drive de maior intimidade e preços para decidir. (RN)

Eclipse Cross, início de novo caminho. 



Eclipse Cross, complemento importante 
HPE, nova denominação da empresa licenciada no Brasil para produzir veículos Mitsubishi, ampliou leque de produtos, fechando espaço de preços entre modelos ASX e Outlander. Fê-lo com Eclipse Cross, criado sobre o utilitário esportivo ASX.

É bem desenvolvido, sem lembrar o veículo base, o ASX. Feito no Japão, cunha para atualização tecno-mercadológica, iniciando uso de nova família de motores, reduzidos em peso, volume e cilindrada: 1,5 litro, 16 válvulas, 165 cv e 25,5 mkgf de torque.

Fábricas de automóveis tentam arrancar mais e mais potência confiável e longeva de motores pequenos – Toyota já empregou, Audi o faz, e Mitsubishi adotou a dupla injeção de combustível: de acordo com a demanda, injeção no coletor de admissão; demanda adicional de potência, sobrea cabeça dos pistões. Mercedes em outro caminho: turbo elétrico auxilia o principal. Transmissão discrepa do avanço técnico, mas é de lógica empresarial por seu baixo custo ao entregar uso assemelhado ao de uma transmissão automática. Novidade na transmissão é o exclusivo sistema Super All Wheel Control (S-AWC), de acoplamento eletromagnético – como o eram os 4x4 EcoSport da geração anterior. Há, ainda na versão de tração total, o AYC – Active Iaw Control -, otimizando o torque entre as quatro rodas. Sua tração não é para arrancar toco, mas para dirigibilidade em locais de baixa aderência.

Não é releitura do ASX, mas novo projeto. Solução feliz ou não em suas linhas com rococós de olhos puxados, é marcante. Frente ampla, sugerindo poder, insertos cromados, grade assumindo a nova identidade visual – ufa, custou! - mas dá a impressão de aproveitamento da traseira do Honda Civic, trocando vermelhos por cromados, e de ter sido desenhado em cidades distantes. A traseira invoca o antigo Citroën C4 VTR, cuja característica mais evidente era a janela posterior dividida e com uma espécie de degrau. No Eclipse parte das luzes traseiras adentram pelo degrau suspenso. À tentativa de mesclar conceitos deu-se o nome de Dynamic Coupé – papel aceita tudo ... Independentemente de opiniões sub equatoriais ganhou o Prêmio Good Design pelo Museum Athenaeum de Arquitetura e Design de Chicago.

Deve ser visto como produto voltado a donas de casa nos EUA. A decoração é cuidada, o conforto de rolagem, a vedação termo acústica chamam atenção para o refinamento pelas peças em cinza metálico e painéis de toque amigável em Preto Piano. Conquista da categoria, faróis e luzes traseiras em LED, sensores de chuva, acendimento dos faróis, aviso de mudança de faixa, sensores frontais e posteriores para estacionamento e câmera de ré, freio de mão eletrônico.

Duas versões, tração em duas e quatro rodas: HPE-S S-AWC e HPE-S, seguindo moda atual de pré venda. A R$ 150 mil e R$ 156 mil. Esqueça a primeira. 



Novo Classe C mudou em estética, eletrônica, segurança e motor 



Mercedes melhora o Classe C
Mais vendido de seus modelos em todo o mundo, Mercedes o revitalizou para o segundo ciclo de vida da atual carroceria. Mantém-no identificado com o topo de linha Classe S, incluindo equipamento eletrônico e de segurança.

Nova grade, faróis frontais por canhões de LED, grupo óptico traseiro com idêntica tecnologia, painel mudado, controles no volante implementados. Interior solidamente modificado, com novidade de madeira porosa em 3D.

No pacote, motor 1,6 DOHC turbo ganhou adicional turbo elétrico, gerando novos 10 kW – 17,5 cv. Mantém o câmbio com nove velocidades.

Na Europa seu aumento de preço foi mínimo, e aqui ainda é assunto sob chaves, até a apresentação do produto. Antecedendo ao Salão, festa será dia 09. 



Kia Stinger GT. 


Quer um Kia Stinger GT? Corra
Marca fechou importação de lote inicial, chancelado pelo festejado Emerson Fittipaldi, de apenas 20 unidades, ao tempo do dólar cotado a 1x3,35 reais. Com isto a série inicial, como relatou Coluna semana passada, ficou restrita enquanto não houver pacificação do mercado, com unidades precificadas em R$ 350 mil.

É o mais potente dos Kia, tracionado por motor dianteiro, V6, 3,3 litros, bi turbo, 370 cv de potencia, hábil a acelerar da imobilidade aos 100 km/h em 4,9s e cravar velocidade final declarada em 270 km/h. Transmissão automática de oito velocidades e tração traseira.

Para cultuar o Deus da Performance, um pouco de promoção: as duas dezenas de unidades portam placa identificativa no painel de instrumentos contando ser parte da Launch Edition by Fittipaldi. É numerada e assinada pelo bicampeão da Fórmula 1, recepcionando convidados com José Luiz Gandini, presidente da Kia.



Roda-a-Roda 



Mais – Jetta recém lançado terá próxima versão superior: GLi, motor 2,0 TSI, 230 cv, câmbio automático DSG 6 velocidades, suspensão traseira Multilink, como nos Golf importados.

Menos – Surpresa o primeiro contato com o Jetta. P’ra barato não serve, e na versão de entrada R$ 110 mil, surpresa na ausência de itens mandatórios na configuração: alavanquinhas para acionar a transmissão automática, as pernósticas paddle shift, e saída de ar condicionado aos passageiros do banco posterior. Economia besta, desvaloriza o cliente.

Pré-sucesso – Nem entrou em vendas e o Citroën C4 Cactus colhe dois resultados surpreendentes: 800 pré-vendas; elevado tráfego nas revendas, igual a 2002, quando, com um produto, o C3, detinha 3% do mercado. Hoje 0,8%.

Projeto - Segundo Ana Theresa Borsari, diretora geral das marcas Citroen, DS – voltará a ser importada -, e Peugeot, modelo deve ser responsável por crescimento de 50% da marca no próximo ano.

Trava – Moda bloqueia vendas. No caso, a pintura saia-e-blusa, agora chamada Bi Ton, representando 35% das vendas, gera pororoca industrial, exigindo operações lentas e manuais, detendo a velocidade de produção, limitada a 21 mil em 2019.

Exemplo – Promessa foi desdobramento de pronunciamento de Linda Jackson, inglesa, CEO Citroën, sobre os bons números mundiais da marca.

Modos - Chegou pontualmente em tailleur azul claro, gentil, deu de cara com um modelo do fim dos anos ’40, entendeu a exposição como homenagem pessoal, e não se fez de rogada: entrou e sentou-se no banco traseiro para conferir habitabilidade. Profissa, balbuciaram assessores e jornalistas.

Vida – Por ter passado tweet dizendo de seu interesse em fechar o capital da Tesla, fábrica de veículos elétricos da qual é maior acionista e era CEO, Elon Musk foi intimado por órgão federal a pagar multa pessoal de US$ 20M e se afastar do cargo por três anos. Empresa também recolherá US$ 20M em multa. O tweet foi considerado ativador do mercado de ações.

Ecologia – Seguindo exemplo do mercado VW Caminhões e Ônibus iniciou reciclar 100 componentes, operação com o nome Volks Greenline. Motores, cabeçotes, turbo compressores, injetores, etccc.

Bolso - Ideia é reduzir o custo de operação e fomentar sustentabilidade. Ao cliente redução de custo em até 40% relativamente à peça nova. Antigas devem ser entregues.

Ford T, criatura; Henry Ford, criador 

Marco
– Ford Modelo T não foi o primeiro automotor útil no mundo, mas abridor do caminho para democratizar seu uso. Foi lançado há 110 anos. Era simples, de construção econômica, mas apenas mais um em nascente atividade.

Caminho – Cinco anos após, distinguiu-se com projeto de padronização de operações, a Linha de Montagem. Tornou-se a primeira marca internacional, foi largamente exportado, plantou operações de montagem mundo afora. Então, um em cada dois automóveis produzidos no mundo, era um Modelo T.

Aqui – Iniciou ser montado em 1918 na Bahia, embora a marca insista dizer ter sido em 1919 em S Paulo – na verdade fática, na capital paulista foi em 1920.

Paris – Salão do Automóvel em Paris requer a láurea de ser o mais antigo do mundo – por isto não se chama Salão, mas Mundial do Automóvel ... Para abrir a 120a edição, organizou grande carreata pela Capital francesa, com 120 veículos representando os que lá estiveram expostos.

Carona – Citroën aproveitou a ocasião, e iniciou ali comemorar seu centenário, a ocorrer em 2019. Expôs carros da marca – fácil, seu Conservatoire tem enorme acervo -, e incluiu veículos novos. Aqui fará exposição itinerante pelo país. Coisa restrita, três veículos e painéis contando a história.

Gente – Stefan Ketter, brasileiro, ex-presidente da FCA, implantou a fábrica Jeep em Pernambuco, e elevou qualidade dos produtos FCA, deixou a vice-presidência da empresa. 


OOOO Crê-se, decisão por frustrada expectativa de suceder Sergio Marchionne, CEO recentemente passado. 

OOOO Mudanças em cascata. 

OOOO Sucedido por Scott Garberding. 

OOOO Este, por Richard Schwardwald, carioca, 59, engenheiro, brasileiro, ex VW e ex Fca. 

OOOO Dirigia Qualidade da FCA para América Latina, será Diretor Global na área. 

OOOO Para seu posto, Geraldo Barra, 41, mineiro. 

OOOO Freddy Audebeau, francês, novo Vice Presidente Financeiro – CFO - no Groupe PSA. 

OOOO Morou na região entre 2012 e 2016. OOOO Domingos Boragina, diretor desde sempre na Citroën, responsável pela formação de rede, outros interesses. 

OOOO PSA está cortando os ossos para conter custos. 

OOOO Efervesce mercado de assessores de comunicação. 

OOOO Outra boa vaga abrir-se-á em breve. 

OOOO A da Ford ainda não foi preenchida. OOOO

________________________________________________edita@rnasser.com.br 


Importância de lubrificantes, aditivos e fluidos no Rota 2030, na 11ª edição, do Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos, evento organizado pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva reuniu 11 palestras e mais de 230 executivos para debater o Rota 2030 – Mobilidade e Logística.



“A indústria de lubrificantes, aditivos e fluidos já teve papel preponderante no Inovar-Auto, programa setorial que ajudou o setor automobilístico a melhorar a eficiência energética veicular em 15%, cujo cumprimento de metas se estende até 2020. E agora com o Rota 2030, novamente terá papel de destaque, na medida em que as montadoras desenvolvem motores cada vez mais eficientes e os óleos lubrificantes precisam acompanhar essa evolução”, afirmou Edson Orikassa, presidente da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, em seu discurso de abertura da 11ª edição do Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos realizado ontem, 3/10, no Milenium Centro de Convenções, em São Paulo.

Com o tema “Rota 2030 e a indústria do lubrificante”, ainda na sessão de abertura, o simpósio contou com o discurso de Simone Hashizume, diretora de Lubrificantes da AEA e uma das coordenadoras do evento, que acompanhou a linha de raciocínio de Orikassa, ao enfatizar que o setor de lubrificantes, aditivos e fluidos está preparada para atender aos desafios da indústria automobilística brasileira, mesmo diante do cenário de diversidade de matrizes energéticas que o País possui; enquanto o diretor do Departamento de Combustíveis Derivados de Petróleo, do Ministério das Minas e Energia, Claudio Ishihara, ressaltou a importância dos óleos lubrificantes dentro do PCVE - Programa Brasileiro de Combustíveis, Tecnologias Veiculares e Emissões, além de defender incentivo estratégico à produção nacional de óleos básicos que são utilizados em lubrificantes de baixa e ultra baixa viscosidade, hoje todos importados.

Das 11 palestras que se seguiram após a solenidade de abertura, a primeira, de Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura da AEA, foi a mais inusitada. Ao abordar sobre a Indústria 4.0, convocou a plateia para uma reflexão, resumida numa frase: “os desafios e os dilemas de um futuro (in)certo!”. 

Sakuramoto fez longa explanação sobre a Indústria 4.0 no programa Rota 2030, abordou a inteligência artificial como uma nova corrida ao ouro, discorreu sobre a mudança do comportamento e do perfil dos consumidores. 

Logo no início de sua apresentação, o palestrante deixou bem claro: “não vim aqui para explicar nada. Vim para confundir, vim para jogar temas para reflexão”. 

E, ao final da palestra, Sakuramoto disse que “nesse business case”, referindo-se a um sem-número de interrogações da Indústria 4.0, “a conta não fecha”, embora os países mais industrializados já tenham essa filosofia como uma política de governo.

“A evolução da qualidade dos lubrificantes automotivos no mercado”, de Felipe Feitosa de Oliveira, ANP - Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, deu início ao tom técnico das outras 10 palestras do dia, seguido por “ Óleos Básicos GIII +”, de Onur Gunay, executivo de Marketing e Vendas da Petronas, “Óleo como elemento de design”, de Everton Silva, gestor de Pesquisas da Mahle, “Uso de tribologia para avaliação da eficiência energética de óleos lubrificantes durante o uso”, de Daiane Spadari, da Iconic Lubrificantes, e “Motor a Diesel”, de Fabio Araújo, da Lubrizol.

Duas palestras

“Fluidos de freio: características, conscientização e desafios da qualidade”, de Juliana Hoshino, da Oxiteno, e “Fluido de arrefecimento”, com palestra de Alex Beringuy e Souza, representando a Comissão de Lubrificantes e Fluidos da AEA – demonstraram que o público em geral desconhece a importância desses componentes como itens essenciais na segurança ativa veicular e na “saúde” do motor, respectivamente. Em ambos os casos, os palestrantes alertaram sobre a necessidade de conscientização e divulgação maior na sociedade. 

A parte final da 11ª edição do Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos contou com as palestras “Mercado brasileiro de motocicletas – tendências e desafios”, de Mariana Rocha, da Oronite, “O futuro dos óleos de motor para veículos leves”, de Rodolfo Ferreira, da Afton Chemical, e “Transmissão automática”, de Leandro Benvenutti, da Infineum.


O simpósio foi encerrado por Sérgio Viscardi, também coordenador do evento, ao lado de Simone Hashizume e Everton Gonçalles.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

TopTopic: Novo MINI Cabrio estará no Salão do Automóvel de São Paulo (BMW Group PressClub Brazil)



O novo MINI Cabrio será uma das estrelas da marca britânica no Salão do Automóvel de São Paulo 2018, que ocorrerá de 8 a 18 de novembro na capital paulistana. 

O modelo renovado foi apresentado em maio deste ano no Salão do Automóvel de Pequim e está mais atraente, esportivo e avançado tecnologicamente do que nunca.

Lançado há 25 anos, MINI Cabrio é comercializado no Brasil desde a estreia da fabricante por aqui em 2009. Além do visual atualizado e novos equipamentos, ele oferecerá diversas possibilidades de customização e novos serviços digitais para o sistema MINI Connected. 

"Estamos empolgados com o lançamento do novo MINI Cabrio no maior evento automotivo da América Latina. Será uma boa oportunidade de mostrar novidades com a nossa personalidade para os clientes e fãs da marca", comenta Rodrigo Novello, gerente de vendas, produto e preços da MINI Brasil.

Fiat Argo tem mês recorde de vendas e Jeep Compass é destaque entre os SUVs mostrando o desempenho da Fiat Chrysler que se consolida na liderança das vendas



A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) consolidou em setembro a liderança de vendas no acumulado do ano, com 17,7% de market share durante os nove primeiros meses do ano. Com 315.423 unidades vendidas, o grupo acumula 11,9 mil unidades à frente do segundo colocado.
Em setembro, o Fiat Argo apresentou recorde de vendas, com 6.394 unidades emplacadas, 3,7% a mais do que no mês anterior. O modelo conquistou a 6º posição no ranking de carros mais vendidos do mercado brasileiro, consolidando a tendência de crescimento.
“Fiat Argo combina design atraente com tecnologia, conforto e muita qualidade. Também surpreende quando falamos de performance. É um equilíbrio perfeito entre economia de combustível e potência, o que é muito valorizado pelos clientes do segmento B hatch”, destaca o diretor do Brand Fiat para a América Latina e diretor comercial Fiat Brasil, Herlander Zola.
Em comerciais leves, a marca Fiat liderou os licenciamentos com 42,6% de market share, representado pelo Fiat Fiorino e Novo Fiat Ducato. No segmento de picapes, os destaques foram a Fiat Strada, líder absoluta com 4.696 unidades emplacadas, seguida de Fiat Toro, com 4.575 unidades. A performance dos dois modelos na primeira e segunda posições deram à Fiat a liderança do segmento, com 33,4% de market share.



Entre os SUVs, só Jeep é Jeep
Com 5.006 unidades vendidas, o Jeep Compass se manteve no topo do ranking do segmento de SUVs. “Há dois anos, a Jeep surpreendeu o mercado ao lançar no Brasil um modelo inédito no mundo, o Jeep Compass. Com mais de 100 mil unidades vendidas desde o lançamento, é líder de toda a categoria SUV desde agosto de 2017”, afirma Tania Silvestri, diretora do Brand Jeep para a América Latina e diretora Comercial Jeep, Chrysler, Dodge e Ram Brasil. De acordo com a executiva, um a cada cinco SUVs vendidos no Brasil é Jeep. “São mais de mais de 70 mil veículos emplacados no Brasil neste ano”, reforça Tânia.

Além de líder no segmento e consagrado entre os consumidores, o Jeep Compass é o carro mais autônomo produzido no Brasil, com tecnologia que auxilia o motorista em uma condução mais segura em confortável em todas as situações de condução.

Fernando Calmon fala sobre a mudança no método de comprar automóvel



Fernando Calmon           

Nº 1.013 — 4/10/18




ONIPRESENÇA DIGITAL



A maneira de comprar automóveis vem mudando rapidamente e no Brasil as iniciativas podem surpreender. O cenário começou a se modificar na década passada e se aprofundou nessa década à medida que os telefones celulares inteligentes ou smartphones evoluíram e o acesso às redes de dados ficou mais fácil e rápido.

No seminário de Marketing Automotivo organizado em São Paulo pela Automotive Business os exemplos dessa reviravolta foram vários. Segundo o Google Insights, 90% daqueles que adquirem seu primeiro carro utilizam o telefone para pesquisar. O interessado pode gastar até 10 horas ao longo de três meses para completar o processo.

Na média de todos os compradores a evolução foi marcante. Nos anos 2000, 90% do tempo de pesquisa, escolha e negociação era dentro da concessionária. Esse tempo encolheu para 35% nos anos 2010. Antes o interessado percorria quatro lojas e agora a média é inferior a duas.

O uso crescente de smartphones animou a Renault a desenvolver totalmente no Brasil uma estratégia de venda para o seu modelo mais acessível, o Kwid. Afinal existem no País 120 milhões de pessoas conectadas. 

Segundo Caíque Ferreira, diretor de Comunicação da empresa, “pouco mais de 20% de todas as unidades comercializadas desde o início deste ano foram por meio da plataforma que batizamos de K-Commerce, ou seja, totalmente online. O consumidor só foi à concessionária para retirar o carro”.

O percentual pode parecer pequeno, mas não é. Afinal, se trata de um veículo totalmente novo e de preço mais em conta. Poderia levar todos os interessados a percorrer os caminhos tradicionais: questionar diretamente o vendedor, ver e tocar no carro ou participar de um teste de avaliação. Um quinto dos compradores dispensou esse ritual e confiou no processo por trás de uma tela, na maioria das vezes pequena.

João Ciaco, diretor de Marketing e Comunicação da FCA, foi ainda mais assertivo: “Os consumidores estão sem paciência para processos longos e burocráticos. E consideram difícil praticamente tudo na compra de um carro. É aí que a onipresença exponencial do digital pode facilitar todo o processo.” Em sua opinião, a ascensão do smartphone já mudou completamente a forma como o consumidor compra seu automóvel.

Ele deu, como exemplo, uma informação do Instagram Insights. De acordo com uma pesquisa dessa rede social, os usuários mais fanáticos chegam a percorrer 90 metros por dia de rolagem de tela (scroll) no seu celular. Portanto, fica mais fácil captar um cliente no ambiente ao qual já está acostumado.

Quando uma nova tecnologia é adotada pelas pessoas, elas mudam de comportamento. Compreender o comportamento é vital para desenvolver estratégias. Para Ciaco, quem não acordar para essa realidade estará fora do mercado.

ALTA RODA

MAIS uma antecipação da Coluna. Novos Onix e Prisma, líderes de venda, começam a ser produzidos na fábrica de Gravataí (RS) no último trimestre do próximo ano. Atuais versões Joy dos dois modelos continuam em linha até 2022, quando se exigirá controle de estabilidade. Com preços competitivos, produção de ambos se concentrará em São Caetano do Sul (SP).

FORD anunciou a fornecedores a interrupção de produção dos Focus hatch e sedã na Argentina, em maio de 2019. Apesar de especulações sobre a fábrica de lá, o chamado segmento C (médio-compacto) desidrata rapidamente. No Brasil, no primeiro semestre Focus sedã teve apenas 3,6% de participação; entre os hatches, Cruze, Focus e Golf vendem juntos só 1.000/mês.

LINDA JACKSON, diretora mundial da Citroën, estima que o novo C4 Cactus deve responder por 50% das vendas da marca francesa no Brasil já em 2019. Em visita ao País, ela confirmou ampliação da internacionalização para depender menos do mercado europeu. China puxará o ritmo e América do Sul deve representar 10% de participação mundial em 2023.

APOSTA em híbrido plugável da Volvo se materializa no SUV médio XC60 T8. Motor a combustão (gasolina) traciona as rodas dianteiras e o elétrico, as traseiras. Desempenho impressiona: potência combinada de 407 cv. Autonomia puramente elétrica é de 40 km, mas consumo médio em cidade atinge 19 km/litro (20 km/l, estrada), padrão Inmetro. R$ 299.950, incluído incentivo fiscal.

MITSUBISHI Eclipse Cross é SUV de estilo audacioso: traços de cupê e parte traseira algo estranha. Interior bem elaborado. Há dois tetos solares. Entre vários itens de segurança, destaque para prevenção de aceleração involuntária. Motor 1,5-litro, turbo, 165 cv e câmbio CVT (simula oito marchas) asseguram boas acelerações. Versões 4x2 (R$ 149.990) e 4x4 (R$ 155.990).

SEDÃ Kia Stinger GT estreia no Brasil com características de esportividade muito interessantes para um sedã-cupê de quatro portas. Motor V-6 biturbo de 3,3 L, 370 cv, torque 52,2 kgfm a partir de apenas 1.300 rpm, câmbio automático de oito marchas, freios Brembo e tração 4x4 são especificações inusitadas para a marca sul-coreana. Por competitivos R$ 399.990.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

R$ 7 bilhões: vendas de consórcios atingem recorde histórico no BB. Funcionários do Banco do Brasil criaram o produto no país na década de 1960. O BB é o único banco a oferecer consórcios via aplicativo

O Banco do Brasil atingiu patamar histórico com a venda de mais de R$ 7 bilhões durante os primeiros oito meses do ano de 2018. 

O volume representa 81% de todo o montante negociado pela modalidade durante todo o ano passado – com crescimento de 21% sobre o mesmo período de 2017 e de 26% na comparação com mesmo período de 2016. 

O BB havia fechado o primeiro semestre de 2018 com R$ 5 bilhões em vendas. Ou seja, nos dois primeiros meses do segundo semestre deste ano, já foram vendidos mais R$ 2 bilhões.

O tripé que permitiu este crescimento no Banco foi:
    i. o foco estratégico e aproveitamento de oportunidade de vendas, observando comportamento de clientes na busca por planejamento financeiros que o produto consórcio oferece;
    ii. vendas em novos canais alternativos (como aplicativo para celular, por exemplo)
    iii. e atração de novos públicos a partir de reformulação e desenvolvimento de novos produtos para segmentos específicos, como clientes alta renda ou produtores rurais.

Inovação no DNA de consórcios do BBEste patamar é recorde histórico absoluto na BB Consórcios, desde a criação desta alternativa financeiro na década de 1960, por funcionários do próprio Banco do Brasil

De acordo com a Abacwww.abac.org.br/o-consorcio/historia, associação do setor, com a instalação da indústria automobilística no país e sem oferta de crédito direto ao consumidor na época, funcionários do Banco tiveram a ideia de formar um grupo para constituir fundo para aquisição de carros. 

"O consórcio reforça o posicionamento histórico de inovação do Banco do Brasil. Quando se fala em inovação, muito se imagina sobre 'acompanhar o mundo em transformação'.  Mas, historicamente, assumimos outro papel, o de protagonistas, com o BB como agente ativo da transformação do mundo. Esse é um diferencial importante em um ambiente de concorrência acirrada", afirma Paulo Ivan Rabelo, diretor comercial da BB Consórcios.

Ele ressalta que a inovação é constante neste segmento e que o BB é o único banco no país a oferecer a opção de comercialização de consórcios via App, cujas vendas já superam a marca de 
R$ 1,4 bilhão desde o lançamento, em maio do ano passado. 

Paulo Ivan atribui o sucesso de consórcios do BB a outras características: "é um produto que ainda traz atributos bastante atuais de educação financeira e de economia compartilhada, importantes para apresentação do consórcio como opção financeira para planejamento de compras e realização de desejos, seja um bem móvel, imóvel ou serviços, como uma viagem, por exemplo", explica.

História
No início da década de 1960, com a instalação da indústria automobilística no território nacional e em decorrência da falta de oferta de crédito direto ao consumidor, funcionários do Banco do Brasil tiveram a ideia de formar um grupo de amigos, com o objetivo de constituir um fundo suficiente para aquisição de automóveis para todos aqueles que participassem da arrecadação dos recursos. 

Brasília apenas começava e o carro era um artigo de luxo na nova capital. Numa cidade como a Brasília da década de 1960, em que as distâncias eram grandes e o transporte público incipiente, um carro era o sonho de consumo das famílias. 

O problema é que o bem era caro e não havia linhas de financiamento acessíveis. De forma inovadora à época, eles se uniram e cada um contribuiu com uma parcela do valor do carro que, somadas, permitiriam a sua aquisição. Mas, de quem seria aquele primeiro veículo? 

A solução foi simples: sorteá-lo! Surgiu, assim, no Brasil, o Consórcio, mecanismo de concessão de crédito isento de juros, que tem por finalidade a aquisição de bens e serviços. 

A história do consórcio confunde-se com a fundação de Brasília e o surgimento do Brasil moderno. O modelo deu certo. Em pouco tempo, além de mais funcionários do banco, o consórcio passou a atrair interessados entre servidores da Câmara, do Senado, do Banco Central e de outros órgãos públicos. 

Os criadores do consórcio chegaram a administrar 700 grupos, cada um com dezenas de participantes. Em pouco tempo, a ideia começou a ser replicada e virou um produto financeiro. 

Em 1971, surgiu a primeira lei a respeito dos consórcios, que passaram a necessitar de autorização prévia da Receita Federal para funcionar. Em 1991, a regulamentação passou para o Banco Central.

Grandes números
Entre os produtos preferidos dos consorciados, estão as cotas para a aquisição de automóveis. Os grupos para veículos responderam por R$ 4,1 bilhões de todo o volume faturado no período. Os imóveis aparecem em 2º lugar, com R$ 1,4 bilhão, seguidos pelo segmento de motocicletas (R$ 1,2 bilhão).

Relação das principais vendas de consórcios em 2018:
- Automóveis: R$ 4,1 bilhões
- Imóveis: R$ 1,4 bilhão
- Moto: R$ 1,2 bilhão
- Trator e Caminhão: R$ 307 milhões
- Serviços: R$ 108 milhões
- Outros Bens Móveis: R$ 45 milhões

Convocação envolve 433 veículos fabricados entre 1º de fevereiro de 2017 e 18 de julho de 2018; Proprietários de unidades afetadas devem entrar em contato com um concessionário autorizado MINI para agendar a instalação de uma chapa de proteção na bomba de combustível.



A MINI Brasil convoca proprietários de veículos MINI Cooper Countryman, fabricados entre 1º de fevereiro de 2017 e 18 de julho de 2018, a entrar em contato com uma concessionária autorizada da marca e efetuar o agendamento da instalação de uma chapa de proteção na bomba de combustível. O serviço é gratuito.

Esta ação se faz necessária pois verificou-se que, em caso de colisão dianteira severa, a válvula de controle do fluxo da bomba de combustível pode se quebrar, podendo haver vazamento de combustível, e, consequentemente, risco de incêndio. Nesta situação, não está descartada a possibilidade de ocorrência de danos físicos e materiais aos ocupantes do veículo e a terceiros.

A empresa ressalta que, até o presente momento, não tem conhecimento de acidentes envolvendo veículos afetados por esta convocação.

O chamamento envolve 433 veículos. 
A lista de chassis não-sequenciais afetados são:

MODELODeAté
MINI Cooper Countryman3D625903F91309
  
Os atendimentos podem ser agendados a partir do dia 5 de outubro de 2018 e os serviços de verificação e substituição do componente tem duração estimada de 1 hora.

Para obter mais informações sobre este recall, acesse www.mini.com.br/recall
ou entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente BMW, exclusivo para recall, no 0800 019 7097, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 19h.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Motos elétricas fabricadas na Espanha garantem 300 km de autonomia

Nuuk Urban
Nuuk é a nova marca de motos elétricas espanhola. Terá três modelos, cada um com duas versões de potência, cujas primeiras unidades começaram agora a ser produzidas. A autonomia pode chegar a 300 km.
A Nuuk é uma nova empresa de mobilidade elétrica sedeada em Etxebarri, Espanha (no País Basco), que fez uma parceria com a Reiju, fabricante espanhola de motociclos e ciclomotores, com o intuito de dar vida a uma nova linha de veículos elétricos leves. 

Assim, surgem três novos motociclos elétricos: Nuuk Urban, Nuuk Tracker e Nuuk Cargo. O que diferencia cada um destes modelos, com pesos entre 115 e 130 kg, são diferentes opções de pneus e de armazenamento de carga.
De acordo com a empresa, o “Nuuk foi criado com o objetivo de desenvolver uma nova geração de veículos elétricos, incluindo uma série de ciclomotores e motociclos elétricos com a qual possa circular rapidamente pela cidade (linha Urban), explorar novos caminhos (gama Tracker) e capaz de atender às necessidades de transporte de indivíduos e profissionais (Nuuk Cargo).
Nuuk Tracker
Dentro de cada uma das três classes de design existem dois modelos diferentes com diferentes níveis de potência. A versão menos performante – variante “ciclomotor” – inclui um motor Bosch de 4 kW, enquanto a derivação “moto” possui um motor DC Bosch de 10,5 kW.
O modelo do ciclomotor está limitado a 45 km/h. Em contrapartida, a versão “moto” pode atingir uma velocidade máxima de 105 km/h.
Nuuk Cargo
Uma bateria presente na Nuuk possui 48V, 50Ah e 2,4 kWh de capacidade, podendo ser carregada em 5 horas num posto doméstico ou em apenas 1,8 horas no modo rápido.
Com essa bateria, o condutor beneficia de uma autonomia de 75 km (na versão ciclomotor) e de 60 km na versão motociclo.
Todavia, quem pretender ter ao seu dispor autonomias superiores, pode equipar o seu veículo com até quatro baterias, o que elevará o alcance para 240-300 km.
Nuuk Tracker
A Nuuk já entrou numa fase inicial de produção dos seus veículos, mas não há indicação do preço que possa ser pedido para ser dono de uma destas motos.

Fonte: Motor 24

Fiat Chrysler recebe inscrição de jovens para curso profissionalizante para trabalhar no setor automotivo, através do projeto Árvore da Vida



A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) retoma o projeto Árvore da Vida – Capacitação Profissional, com abertura de 80 vagas em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. O objetivo é qualificar jovens, entre 18 e 24 anos, em situação de vulnerabilidade social e apoiá-los na inserção no mercado de trabalho.
Além da idade, outro pré-requisito é ter concluído curso técnico no Senai, que é parceiro do projeto, juntamente com o Instituto da Oportunidade Social (IOS), o Instituto Árvore da Vida (IAV), o Isvor (universidade corporativa da FCA) e as concessionárias Fiat e Jeep. 

Com duração de 20 dias, as aulas são gratuitas e somam 150 horas para formação humana e desenvolvimento de competências específicas da área automotiva.
No final do curso profissionalizante, os alunos recebem certificado e são encaminhados para as concessionárias Fiat e Jeep, para as funções de atendimento, revisão de veículos, entre outras atividades.
Belo Horizonte é a primeira cidade beneficiada pelo Árvore da Vida – Capacitação Profissional. A formatura de 20 jovens aconteceu nesta segunda-feira (1), na unidade Horto do Senai, onde as aulas são realizadas. Bárbara Otávia da Cruz Antônio, de 21 anos, fez parte dessa primeira turma. 

O ambiente das oficinas não a intimidou e está ansiosa para arregaçar as mangas. “Procurei a área automotiva por curiosidade e me apaixonei. Aprendi muito e estou preparada para o mercado de trabalho”, diz Bárbara, que já definiu os próximos passos. “Meu objetivo é trabalhar em uma concessionária e continuar a estudar. Quero fazer Engenharia Mecânica”.

Henrique José Viveiros Oliveira, de 22 anos, também participou da formatura. Ele destaca a relevância da iniciativa: “O projeto é uma oportunidade para jovens que não têm experiência na área. Vai abrir grandes portas”, relata o jovem.
“Mais do que qualificar para o mercado de trabalho, a FCA está comprometida em construir mudanças duradouras na vida desses jovens ao oferecer uma conexão de suas histórias com nossos parceiros, que são as concessionárias”, diz Rogério Machado, gerente de Treinamento da Rede de Concessionárias da FCA.

Histórico

O Árvore da Vida – Capacitação Profissional teve início em Betim (MG) para beneficiar a comunidade do entorno do Polo Automotivo Fiat. 

Ao longo dos anos, o projeto cresceu, somando, entre 2006 e 2014, a formação de 670 jovens em Belo Horizonte, Betim, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, sempre em parceria com a Rede de Concessionárias Fiat.
Em 2017, o Árvore da Vida passou por importantes reestruturações, deixando de ser um programa social para transformar no Instituto Árvore da Vida (IAV), uma associação sem fins lucrativos composta e gerida por membros da própria comunidade. 


“É nesse novo contexto que o Árvore da Vida – Capacitação Profissional está sendo retomado, passando a abranger as concessionárias Fiat e Jeep”, explica a coordenadora de Sustentabilidade da FCA para a América Latina, Luciana Costa.

Peugeot receberá visitantes no Salão do Automóvel de Paris com um leão gigante de Paris. No stand o carro-conceito e-LEGEND, novas motorizações PLug-In Hybrid, o novo modelo 508 SW e novidades em ferramentas, motos, bicicletas, roupas e os carros da marca



Para a edição do ano de 2018 do Salão do Automóvel de Paris, um dos mais tradicionais do mundo, a Peugeot chega repleta de novidades em todos os segmentos que atua. 
Logo na entrada, uma estátua monumental do Leão, símbolo da montadora, dá as boas-vindas aos visitantes e deixa claro que ele está dentro de seus domínios, que contempla não apenas a vanguarda para nossos dias, com o lançamento do Peugeot 508 e as novas motorizações Plug-In Hybrid , mas também apresenta uma visão empolgante de futuro, materializada na imagem do carro conceito e-LEGEND.

O feliz visitante do Salão encontrará todo charme, elegância e tecnologia, características mundiais na Peugeot, nos cerca de nos 2.000² mil do estande, localizado no centro do Pavilhão 1 (C320).


Por onde quer que o visitante se desloque pelo estande, não só o monumento do leão se faz presente, mas olhos de vários felinos estarão a guardá-los. 


As bicicletas, tanto nas versões tradicionais como elétricas são outra novidade apresentada pela marca. Modelos urbanos, com design saudosista do século passado, disputam espaço com as bikes elétricas destinadas a estradas e longas distâncias.


Novidades 
A presença do monumento de um leão, o novo embaixador da marca. A escultura, com 12,5 metros de comprimento e 4,8 metros de altura, foi concebida pelos engenheiros do Peugeot Design Lab. Ele encarna o orgulho da Peugeot e comemora os 160 anos de existência de seu escudo.

Três estreias mundiais, com o novo Peugeot 508 SW, o carro conceito Peugeot e-LEGEND Concept e os novos motores Peugeot Plug-In Hybrid


Os dois atuais lançamentos da marca. O novo Peugeot 508, um sedã radical que materializa a promessa de sensações de condução intensas e é portador da ambição da marca em seu segmento. 


O novo Peugeot RIFTER, robusto e elegante, é talhado para aventuras cotidianas. Ainda mais assertivo, o showcar Peugeot RIFTER 4X4 CONCEPT tem tração integral.

A marca também apresenta toda a diversidade de sua gama em torno de seus SUVs Peugeot 2008, Peugeot 3008 e Peugeot 5008 e de seus veículos compactos Peugeot 108, Peugeot 208 e Peugeot 308.


A novidade da Peugeot Sport é a apresentação do Peugeot 208 WRX, de Sébastien Loeb. Os engenheiros da Peugeot SPORT trabalharam incansavelmente para aprontar uma nova versão do Peugeot 208 WRX para o Campeonato do Mundo FIA de RallyCross 2018. 


Foram introduzidas evoluções no Peugeot 208 WRX, de 560 cavalos, para torná-lo ainda mais potente e eficiente. O leão ficou não apenas mais leve e mais rápido, mas também mais fácil de pilotar, com um chassi mais reativo e com ainda mais torque. 


Os três pilotos do Team Peugeot Total estarão presentes no estande no dia 5 de outubro para encontrar com os fãs do automobilismo.

As equipes do Peugeot Design Lab expõem 8 novas ferramentas sem fio desenvolvidas para a Peugeot Ferramentas (serra circular, serra tico-tico, lixadeira etc). 



A linha de produtos Lifestyle também estará exposta com bagagens das linhas Novo Peugeot 508 e gama GTi, roupas da grife LEGEND, moedores de sal e pimenta etc. A linha de produtos Lifestyle já está integralmente disponível na boutique online http://boutique.peugeot.com.

A Peugeot é a única montadora que oferece uma linha completa de mobilidade: bicicletas, scooters, veículos particulares e utilitários. Este ano, o público vai descobrir as últimas novidades da Peugeot Cycles e da Peugeot Motocycles:


A Peugeot Cycles apresenta quatro novas bicicletas com assistência elétrica. A bicicleta LEGEND eLC01 já é comercializada: retrô e moderna, destina-se a uma utilização urbana. 


Três bicicletas Powertube (com bateria integrada) serão apresentadas em pré-estreia: duas Trek, eT01 FS (suspensão total) e eT01, bem como a bicicleta de estrada eR02. A VTT eM02 Powertube, já à venda, também está em exposição. 

Os produtos da linha de mobilidade “último quilômetro” também estarão presentes: a bicicleta dobrável com assistência elétrica eF01, bem como o patinete elétrico e-Kick, desenvolvido juntamente com a MICRO. Todos os produtos da gama Peugeot Cycles terão venda online, atendendo o limite de estoques disponíveis.


A Peugeot Motocycles revoluciona o segmento dos GT e GT compactos ao revelar em estreia mundial seu novo scooter “Urban GT”. Combinando uma excelente agilidade na cidade com uma tecnologia conectada inédita para a navegação cotidiana, ele ostenta os códigos estéticos que compõem o DNA da Peugeot. 

Sua assinatura luminosa inspira-se no novo Peugeot 508. Esta scooter, desenvolvida e produzida na histórica fábrica da Peugeot Motocycles, na França, também estará exposta no Salão do Automóvel de Paris, nos estandes Peugeot e Peugeot Motocycles (Hall 3).


Os visitantes também podem desfrutar de um espaço lounge onde são apresentados na íntegra os serviços MyPeugeot.

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